Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Czech
Danish
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Os primeiros antepassados que foram capazes de escrever
mencionaram uma estranha droga chamada "nind andhera".
Esta droga foi introduzida pela primeira vez na cidade de Lahore, Punjab, na �ndia
no ano de 730 e apaga as loucas mem�rias da vida ap�s a morte.
Ela separa o corpo da mente
e mergulha a alma em sono profundo e nenhuma dor � sentida.
Ele � como um homem morto embora ainda n�o esteja morto.
A TORRE DOS MONSTROS
Tradu��o e sincroniza��o das legendas: Nete Domi
Pris�o de Newgate Londres - 1872
Doutor Ramsay, voc� tem visita.
Dr. Cadman.
Fico feliz que tenha vindo me ver.
Tinha que vir. Voc� foi meu aluno mais brilhante em St. Thomas.
Agora n�o t�o brilhante.
V�o me enforcar amanh� de manh�.
Eu fico me lembrando do passado.
Eu simplesmente n�o acredito.
E estou aqui.
Usando roupas de um condenado.
Um assassino, um bandido!
Gordon, Gordon, por favor.
Me condenaram com evid�ncias circunstanciais.
Encontraram o corpo desse Curry flutuando no rio.
Um agiota, para quem eu devia 14 libras.
Como se envolveu com um homem como Curry?
Ele foi at� meu quarto para cobrar minha d�vida.
Conversamos um pouco
tudo que lembro � que ele saiu
ent�o ouvi a porta abrindo atr�s de mim
algu�m me bateu e perdi a consci�ncia.
Mas voc� esperou por Curry?
Eu n�o sei!
Eu acordei em um banco de pedra na praia.
A pol�cia me prendeu
e estou aqui preso.
Eles tem que ter mais provas contra voc�.
Sim! Curry deixou pap�is em meu bolso e seus sapatos no meu quarto.
Mas eles nem provaram que o corpo tirado do rio era Curry!
Isto � o suficiente para me enforcarem.
Meu corpo vai ser levado para a sala de cirurgi�es
e os meus colegas v�o me dissecar.
N�o vai acontecer isso com voc�.
Isso � parte da senten�a.
Eu vim aqui para fazer justi�a.
Consegui revogar esta parte da senten�a.
Eu fui at� as autoridades para solicitar a mudan�a da puni��o.
O que quero dizer � que voc� tem direitos.
Tome isto e amanh� eu irei at� voc�.
N�o, eu n�o me matarei.
� apenas um sedativo para ajudar a enfrentar a prova��o.
Ficar� completamente inconsciente do que acontecer� com voc�.
O que � isto?
"Nind andhera"
Uma droga indiana. Eu a chamo de "sono negro".
Ele est� morto possivelmente h� umas duas horas.
Provavelmente pouco antes de voc� entrar.
Hora da morte: Cinco da manh�.
Causa: desconhecida.
Provavelmente um ataque card�aco.
Ou�am esta gente m�rbida que quer ver um homem sendo enforcado.
Enviarei o corpo para o Dr. Cadman para um enterro decente.
Mas ele deve ser levado a sala dos cirurgi�es para disseca��o.
Houve mudan�a. Recebi uma autoriza��o vinda de cima ontem.
-H� uma c�pia em meu consult�rio. -Sim, doutor.
Ele est� aqui, senhor.
Acenda a luz.
Porque abriu o caix�o?
Algu�m podia entrar e v�-lo.
Iria ver um homem que foi enforcado e sufocado.
Ele n�o foi sufocado.
Sua vida foi suspensa.
-Tem uma seringa? -Claro, senhor.
A melhor que se pode comprar na Bond Street.
Algum problema com as autoridades?
Existe um papel quando se trata com autoridades.
Pessoas assim precisam de pap�is, pap�is sem assinaturas.
Mostrei o seu papel e o corpo aqui est�.
Muito bem!
H� quinze anos que eu lido com corpos dessa natureza.
H� quinze anos eu tamb�m senhor!
De maneira diferente, claro.
Eu roubava seus t�mulos para pegar an�is e coisas
para minha bela loja cigana.
Mas a pol�cia n�o achou muita gra�a.
Eu seria guilhotinado.
Eu estava na Fran�a.
Dr. Cadman?
Isso mesmo.
Voc� ainda est� aqui?
Sim, ainda estou aqui.
Eu estava... eu estava dormindo.
Vou ser enforcado amanh�.
N�o foi.
Hoje � depois de amanh�.
Acabou.
Acabou?
Bom dia, Dr. Ramsay.
Gordon Angus Ramsay morreu �s cinco hs. do dia 3 de outubro de 1872
em Newgate Prison, causa desconhecida, poss�vel ataque card�aco.
Assinado pelo m�dico da pris�o.
Mas voc� est� vivo.
Muito.
E pensando no meu jantar. Voc� tamb�m deveria.
Dr. Ramsay, voc� est� legalmente morto.
A justi�a est� satisfeita.
Sem forca.
Obviamente.
Que dia � hoje?
3 de outubro.
Onde estamos?
Em Londres, Limehouse.
No ateli� de um artista excepcional.
Excepcional em muitas �reas.
Udo, o cigano.
O.P.A.C.
Isso O.P.A.C. Ornamentador Profissional de Arte Corporal.
Vivo tamb�m.
Claro, ningu�m tem mais sorte de estar vivo!
Claro, que voc� tamb�m teve muita sorte.
Sim, � a droga n�o �? "O sono negro"?
-Isso mesmo. -Por isso estou vivo!
� fant�stico!
Quer dizer...
Quer dizer que este "sono negro" suspende todo os sinais...
pulso, respira��o... e faz um m�dico de bobo?
Voc� � a prova viva.
Mas e a temperatura corporal?
Tamb�m � suspensa.
Mude seu foco, Dr. Ramsay.
Na pris�o teve dias muitos dif�ceis
e agora poder� ter dias mais iluminados.
Poder� viver muito bem novamente.
Bem, eu produzi a aparente anima��o suspensa
no organismo vivo e posso tamb�m dizer
que determino quando quero fazer.
E a administra��o do ant�dodo deve ser feita em 12 horas.
Voc� fez tanto por mim.
Porqu�?
Por duas raz�oes.
Primeira, acho que ningu�m tenha direito de tirar uma vida.
A n�o ser que seja estritamente necess�rio.
Por exemplo, para o avan�o da ci�ncia m�dica.
Segundo, eu estou desenvolvendo um trabalho de pesquisa.
Pesquisas sobre cirurgia cerebral.
Seu conhecimento do sistema neurol�gico e habilidade para realizar cirurgias
pode cooperar com minhas descobertas e me ajudar a relacion�-las.
Portanto, por estranhas circunst�ncias
voc� se tornar� meu assistente e possivelmente meu colaborador.
Ser seu assistente ser� uma honra, um privil�gio.
Mas a natureza da sua pesquisa...
Temos que tomar algumas provid�ncias, referente ao seu estado...
quero dizer, morto.
Udo, providencie que o caix�o do Dr. Ramsay
seja preenchido com pedras e tijolos
e espalhe a not�cia sobre uma cerim�nia
o caix�o ser� levado para algum lugar pequeno no norte...
-Voc� � anglicano? -N�o, presbiteriano.
Presbiteriano.
Seu funeral ser� realizado na igreja certa.
Udo, aceitaremos tudo no servi�o funeral, exceto uma coisa...
Sei, o Dr. Ramsay n�o poder� estar presente.
Providencie um funeral agrad�vel e digno
com tudo que estou pedindo, e me d� um retorno, claro.
-Senhor... -Oh... sim...
Bem, j� cuidamos de tudo com rela��o ao seu funeral.
Obrigado... pelo funeral digno.
Eu disse que ia fazer justi�a, n�o?
Agora, o seu futuro.
Voc� vai viajar para minha casa que fica em St Griffins
� uma antiga abadia na costa leste
e � um lugar espl�ndido para fazer pesquisas.
Enquanto Dr. Gordon Ramsay descansa em paz em uma igreja no norte
voc� vai estar livre
livre depois da interrup��o de sua vida.
Obrigado.
Boa noite Casimir!
Bem vindo doutor!
Minha casa, minha cl�nica, meu local de trabalho.
Doutor Cadman! Doutor Cadman!
Mungo! Pare! Pare!
Daphne!
Pare! Pare!
Daphne!
Mungo... Mungo!
Sua amiga est� aqui.
Estou com vergonha de voc�.
Querida, est� tudo bem, tudo bem.
Laurie.
Laurie, se controle.
Mungo, volte...
V�!
Sinto muito Sir Joel.
Eu estava fazendo o relat�rio cl�nico de nosso �ltimo caso...
Eu sei qual � o caso em quest�o.
Talvez voc� devesse prend�-lo.
Mas isto � raro acontecer.
Ele obedece s� a voc�.
Quer continuar com essa responsabilidade?
Sim, quero.
Daphne, deixe-me apresentar o Dr. Gordon.
-Como vai? -Como vai?
Ele vai ajudar com meu trabalho.
Daphne, � minha enfermeira cir�rgica.
Cuide da Laurie, Daphne.
-Sim, boa noite doutor. -Boa noite.
-Boa noite, doutor Gordon. -Boa noite.
Doutor, deixe-me mostrar seu quarto.
Alguma mudan�a?
N�o.
238 dias hoje.
Ou oito meses desde o derrame.
Oito meses.
N�o vai demorar muito mais.
Quando acha que vai operar?
Deve ser logo Daphne.
Tem que ser logo.
Talvez ela saia do coma.
As pr�-an�lises.
Somente junto.
Porque sabemos como o tumor � profundo.
A cirurgia mais s�rie e delicada j� feita.
Eu n�o posso agradecer o suficiente por tudo que tem feito por Angelina.
Obrigada, Sir Joel.
Fa�o tudo para ajud�-lo.
Angelina, minha querida esposa.
Eu tenho a habilidade e logo terei o conhecimento
e a coragem para libertar sua mente presa na inconsci�ncia
e traz�-la de volta a vida, ao mundo, a mim.
Por �ltimo, eu espero por voc� h� tanto tempo.
Logo vou fazer a cirurgia mais importante de minha vida.
E se eu falhar
vou me destruir.
Mas eu n�o vou falhar, minha querida.
Eu n�o vou falhar.
Entre!
Bom dia doutor!
Bom dia Ramsay!
Talvez doutor... fosse melhor mesmo quando estivermos sozinhos...
Cham�-lo Gordon. Muito bem.
Descansou?
Eventualmente ainda um pouco tenso, mas � compreens�vel.
Ajudar� tomar seu caf� da manh�, uma torrada.
Gel�ia, marmelada.
-Espero que goste. -Obrigado.
Sirva-se.
Doutor, me fale sobre o incidente de ontem a noite.
-Voc� quer dizer, Mungo? -Sim.
Infelizmente, um caso muito triste.
Eu tive uma estranha impress�o.
Claro que se lembra do Dr. Monroe, que dava aulas na St. Thomas.
Bem, mesmo com um rosto completamente distorcido
Mungo me lembra ele.
Mungo era o Dr. Monroe.
O que? Uma mente t�o brilhante?
Agora, completamente inconsciente.
Um dano cerebral
-O Dr. Monroe � meu s�cio na cl�nica. -Sim, eu sei.
Achei que saindo de Londres devido sua condi��o
eu poderia ajud�-lo e vou ajudar. Mais ch�?
N�o, obrigado.
Que coisa mais tr�gica.
Bem, acho que est� pronto para come�ar a pesquisa.
Estou honrado que queira me mostrar suas teorias.
Venha, vou lhe mostrar.
Este � o princ�pio de minha teoria.
Se eu puder prov�-la
cirurgias cerebrais avan�ar�o muito.
Minha teoria � que as rea��es racionais
s�o concentradas em determinadas �reas do c�rebro.
Mas isso j� foi falado em 1805
e n�o deram cr�dito, demonstraram 27 fatos contra, evid�ncias m�dicas f�sicas...
N�o fizeram estudos suficientes e nem pesquisas cir�rgicas.
Eu escolhi o que foi esquecido.
Meu plano � estudar cada fibra e sua fun��o
e cada �rea combinada com a fun��o.
Por exemplo, esta �rea indicada por C2
eu provei com certeza que ela controla a voz.
Surpreendente.
Pegue a B3 que � a �rea da fissura central.
Ela controla a postura, movimento dos membros.
E aparentemente a M1 controla a raz�o, intelecto e tudo que o afeta.
H� um grande interesse no que est� controlado nesta �rea.
Isto significa completo conhecimento sobre cada �rea do c�rebro.
Poderia salvar milhares de vidas.
Sim!
Tomemos especificamente
um paciente em coma h� semanas, meses
sem esperan�a, paralisado,
com um profundo tumor cerebral
como o cirurgi�o vai remover o tumor
sem afetar as outras �reas do c�rebro?
Este � o meu objetivo
e � nisso que seu conhecimento vai entrar, meu amigo.
O trabalho � muito complexo para um �nico homem.
Voc�, doutor
voc� vai ajudar a completar minha obra.
Obrigado, senhor.
Voc� disse que tem provas concretas de suas descobertas.
Como � poss�vel?
Passando da teoria a pr�tica
e da minha pr�tica aprendo gradualmente.
Sim, est� quase na hora.
Venha, vou mostrar para voc�.
Tudo certo, Gordon.
� s� um laborat�rio no por�o.
Tudo bem, vamos.
Entre.
Melhor deixar mais fogo, n�o �?
Bom.
Isto � como uma rota de fuga.
O que eu n�o posso ver? Qual � o mist�rio?
Este esconderijo foi feito no s�culo passado por causa dos ataques piratas.
Alguns monges que n�o eram est�pidos e preferiram permanecer vivos.
Ent�o transformaram a abadia em uma fortaleza.
Como eram espertos estes homens.
O s�culo 18 acabou. E vemos pouco progresso.
� incr�vel como ainda estamos na idade m�dia, doutor.
Mas vou explicar minha pesquisa muito cuidadosamente.
E como desvendamos todas os mist�rios que nos s�o apresentados.
Esta � minha sala de ciruriga.
-Bom dia Dr. Candman -Bom dia.
Bom dia.
Bom dia.
Fant�stico!
Cirurgias aqui em cima.
Na maioria dos hospitais as cirurgias s�o realizadas no por�o
sob a luz de velas ou lampi�es.
Aqui temos muita luz.
Ent�o quando pensei em um est�dio pensei que teria luz.
Luz natural, boa luz, c�u.
Quando os olhos enxergam bem
o c�rebro enxerga bem tamb�m
para realizar o trabalho nas cirurgias.
Laurie, �gua quente.
Sir Joel, o que espera aprender em um cad�ver deitado im�vel?
Meu pai, que tinha uma mem�ria aben�oada e n�o era pescador
me dizia, uma coisa de cada vez, faz uma boa pescaria.
Tudo bem, vou esperar para ver.
Mergulhe suas m�os em hipocloreto de c�lcio.
� uma nova teoria de desinfec��o?
Isso mesmo.
-Tudo pronto? -Sim senhor.
Vamos come�ar marcando o local.
Ramsay, voc� vai observar as rea��es.
Ramsay � o primeiro nome do Dr. Gordon.
Laurie, o recipiente de descarte.
Bisturi.
A dura-m�ter.
Abaixo, a aracnoide.
Agora, a pia-m�ter.
O c�rebro foi competamente exposto.
Agora doutor, vamos responder suas perguntas.
Vamos fazer uma estimula��o el�trica. Daphne.
Tudo certo, Daphne.
Agora, uma rea��o de movimento.
Conectar ao interior da fissura central.
Esta eu sei que � a �rea da fala.
Um reflexo?
Voc� percebe que emite sons que n�o significam nada.
Ele precisa ter controle da boca, dos l�bios e da l�ngua.
Estas �reas eu ainda n�o localizei.
Agora vou conectar a �rea �tica.
Mas isso � galvanismo.
Luigi Galvani experimentou os efeitos da eletricidade
em m�sculos e nervos por volta de 1760.
H� sete anos, prof. Aldini experimentou no corpo de um homem, mulher e crian�a.
Mas novamente sua pesquisa n�o foi suficiente.
Ningu�m nunca exp�s o c�rebro completamente para investigar.
Vamos continuar. Bisturi.
Agora eu vou estimular as �reas principais.
Apenas uma incis�o na fissura central.
Sir Joel!
� flu�do cerebral.
Sim, �.
Porque segurou minha m�o?
Ent�o este homem...
Claro que ele est� vivo.
Se n�o estivesse como sentiria alguma coisa?
-Vivo! -Sim, vivo.
Mas voc� vai destruir suas capacidades!
� um risco que eu tenho que correr.
� um risco que voc� vai correr, Sir Joel.
Voc�?
Porque est� dizendo isto?
Eu achava que o conhecimento era importante para voc�.
E isto significa um avan�o para a humanidade.
Humanidade?
Transformando seres humanos em monstros!
No interesse da ci�ncia, doutor.
Qualquer coisa.
Qualquer coisa � justific�vel.
Agora vamos continuar a cirurgia.
Voc� n�o queria morrer, doutor.
Nem este homem.
A cirurgia precisa ser completada assim como nosso estudo.
"O sono negro" pode matar tamb�m.
Mungo!
Volte para o seu lugar.
V�.
Obrigado.
N�o � sensato ficar andando pelos corredores � noite.
Sensato? � quase mortal.
Do que se trata?
Eu implorei, implorei para que viesse.
Por que secretamente?
� melhor que saiba o que eu sei.
Eu senti que posso confiar em voc� depois do que disse na cirurgia.
Eu preciso muito de um amigo.
Voc� quer prote��o contra aquela criatura Mungo?
Eu quero que voc� o ajude.
O que?
Por que?
Ele tentou te matar.
Ele � meu... meu pai.
Desculpe por t�-lo chamado...
Mas � isso que ele se tornou... uma criatura, um monstro!
Mas ele costumava ser... gentil, cavalheiro, compreensivo
-e sensato antes de... - Eu sei.
Eu o conheci antes. Ele me dava aulas em St. Thomas.
Ent�o voc� deve lembrar como ele era.
Sim, grande homem. Um dos melhores que eu conheci.
Por que ele me odeia agora? Eu n�o entendo.
Como ele tratava voc� antes?
Amoroso.
Minha m�e morreu quando nasci. Foi assim a vida inteira.
Bem...
Talvez nesta presente condi��o ele a culpa pela morte de sua m�e
e ent�o quer destruir voc�.
Porque ele � t�o diferente com Daphne?
Ele deve considerar que em Daphne ele encontra a imagem de sua m�e.
Isto � como um pesadelo!
Calma.
Ali!
Ele � muito esquisito como...
Ele n�o pode falar mas ele pode vir aqui.
Laurie! Laurie! N�o!
Dr. Cadman � um �timo cirurgi�o.
Ele est� tentando ajudar seu pai. Ele vai oper�-lo.
Ele j� o operou.
J�?
Sim.
E depois da opera��o meu pai n�o foi ele mesmo,
exceto que curou a paralisia do lado esquerdo de seu corpo.
A cirurgia o curou mas tamb�m destruiu sua mente
o transformando na coisa como voc� chama.
Dr. Cadman pretende fazer outra cirurgia!
Ele diz que � para ajud�-lo a recuperar sua sanidade.
Mas eu sei que � n�o � isso.
Dessa vez a cirurgia vai destru�-lo um pouco mais.
Cada vez destruindo um pouco mais para satisfazer sua curiosidade.
Dr. Cadman � muito mais do que seu rosto mostra!
Laurie, Laurie...
Voc� tem que fazer a outra cirurgia.
Voc� poderia?
N�o chego nem perto do conhecimento e habilidade do Dr. Cadman.
Nem tamb�m do mal que ele tem dentro de si.
Laurie n�o � poss�vel que o Dr. Cadman queira ajudar seu pai?
N�o.
Toda cirurgia tem uma taxa de sucesso e tamb�m de fracasso.
Houve outras. Eu estava presente em tr�s cirurgias.
Houve outras cirurgias al�m de hoje?
Sim.
Voc� viu os resultados?
N�o.
Deve ter havido outros bem sucedidos.
Voc� est� do lado dele, n�o est�?
N�o, n�o, n�o.
Existem muitas coisas que eu n�o posso explicar.
Mas esta manh� voc� disse que o Dr. Cadman estava fazendo monstros.
Esta manh� falei em um momento de emo��o, n�o posso me opor.
Laurie, voc� passou por muitas fortes emo��es.
N�o � poss�vel que tenha interpretado mal certas coisas
que tenha se confundido.
N�o!
Se eu pudesse provar voc� acreditaria em mim.
Eu acreditaria na prova.
Ent�o n�o vamos ser amigos
por causa do que falei sobre o Dr. Cadman?
Somos amigos.
Terminou suas observa��es?
Quase.
Que al�vio!
Como pr�mio, agora tenho um colega. Um homem treinado.
Obrigado, senhor. Aqui est�.
�rea de fala... certo.
�rea dos membros...certo.
�reas principais, certo.
�tico, sim.
Local... n�o, Gordon. Este est� errado.
Mas voc� vai corrigir.
Sim, excelente observador.
Um �timo resumo dos resultados obtidos ontem.
Esta foram as �reas estimuladas na cirurgia de ontem.
Os sentidos primordiais.
Antes de come�armos, senhor
eu percebi como Mungo anda, foi resultado de sua cirurgia?
Voc� foi informado sobre a cirurgia do Dr. Monroe?
-Bem, eu... -N�o est� interessado como cirurgi�o?
Eu vejo algu�m interessado em saber sobre como era a condi��o dele.
Como soube da cirurgia?
Eu notei as cicatrizes em sua cabe�a
e pude perceber que foi trabalho de um cirurgi�o superior.
Me perdoe, Gordon.
Claro, que foi a observa��o de um cirurgi�o.
Quando eu trouxe o Dr. Monroe para c�
o lado esquerdo de seu corpo estava completamente paralisado
ent�o eu operei seguindo minha teoria da �rea motora
restaurando o tecido danificado.
Como voc� viu, a paralisia sumiu exceto pelo arrastar do p�.
Podemos dizer que este foi o lado bem sucedido da cirurgia.
Mas de alguma forma durante a cirurgia
eu danifiquei a �rea do c�rebro referente ao racioc�nio
a �rea respons�vel pela sanidade.
Eu falhei com um amigo e colega de profiss�o.
Eu criei um sub-homem.
Se me permite senhor, porque mentiu?
Deixe-me lembr�-lo, de quanto meu estudo � �rduo.
E um... desastre assim poderia prejudic�-lo.
Senhor...
Se indica que esta foi a �rea afetada na cirurgia de Mungo...
Por favor, Gordon... n�o o chame de Mungo
ele foi o Dr. Monroe e voltar� a ser o Dr. Monroe.
Vou tentar oper�-lo novamente.
Desculpe.
Se indica que este foi o local de cirurgia do Dr. Monroe
e aqui � a �rea respons�vel pelo controle da fala
eu poderia presumir que sua primeira cirurgia foi em Casimir?
Meu caro Dr. Ramsay, voc� n�o pode presumir nada.
A ci�ncia � baseada em fatos. A introdu��o da l�gica.
Indica��es concretas e fundamentadas.
Personalidades, nomes, indiv�duos, n�o tem import�ncia.
Exceto pela contribui��o ao objetivo final.
E agora, voc� poderia continuar a relatar minhas descobertas?
Sim senhor, mas gostaria de perguntar mais uma coisa.
Quando voc� corta com o bisturi, porque eles n�o sangram?
Pela a��o de um anest�sico, "Nind Andhera - o sono negro".
Alguma coisa mais?
Bem, seus pacientes devem estar como eu, n�o?
N�o t�o bem.
Quer dizer que morreram?
N�o, do ponto de vista de recupera��o, eles est�o muito bem
mas do ponto de vista mental, houve mudan�as inesperadas.
Bem, senhor, eu acho que deveria v�-los.
Onde � a sala de recupera��o?
Tudo a seu tempo, doutor.
Sim, entre.
Sir Joel, um cavalheiro de Londres est� aqui.
Que cavalheiro?
Aquele que usa brinco.
Mande-o entrar.
Hum... cavalheiro...
Voc� sabe que Laurie � filha do doutor Monroe?
N�o, como poderia saber?
Deveria saber, tem sido um �timo observador at� agora.
"Monsieur" Professor doutor Cadman, � uma honra estar aqui.
"Buenos dias" senhor doutor.
Por que est� aqui? H� algo errado?
O clima de Londres n�o est� sendo muito bom para mim
por isso estou aqui.
O clima de Londres � sempre ruim, diga o que quer.
Claro, � sobre o assunto que me incumbiu.
Eu tenho algumas pequenas coisas para fazer at� conclu�-lo.
Para faz�-los se comportar como gatos...
Por falar nisso, sabem que meu nome Udo no idioma romeno-cigano
-significa "gato"? -Sim, continue.
Quando eu saio para a rua, eu sempre olho cada...
N�o importa, voc� fracassou...
Est� muito apressado, senhor. Udo nunca fracassa.
O �nico fracasso � quando morremos.
Eu cumprirei suas ordens, voc� ver�.
E para o senhor doutor, eu devo dizer que
teve um funeral lindo.
Lindo!
Dez carpideiras. Claro que o pre�o foi mais caro.
E tamb�m muitas outras coisas, o cortejo da igreja at� o local do enterro
e uma linda l�pide que eu mesmo escrevi.
Feita em 3 idiomas. Alem�o, espanhol e franc�s.
Foi muito gentil.
Um belo t�mulo em um pequeno e tranquilo vilarejo.
Que voc� descanse em paz.
Udo!
Fale a s�rio!
S�rio? Mas eu sempre falo s�rio, senhor.
Exceto com as mulheres, mas voc� sabe, claro, que com elas geralmente brincamos.
N�o importa, quero saber quanto a f�mea.
Sim, ainda tenho uma considera��o, uma pequena observa��o...
relativa aquele sujeito que mencionei.
Quem?
Voc� deve lembrar, aquele sujeito enorme que eu trouxe outro dia.
-Um agiota, acho que o nome dele... -N�o importa!
E a f�mea?
Exatamente, exatamente senhor. Ela � sua amante.
Agora, sem recursos a pobrezinha est� mendigando nas ruas.
Ela fala demais.
Mas ningu�m sentir� a falta dela.
Pessoas assim s�o as melhores para desaparecer no mundo.
Assim h� mais ar para respirarmos.
Ent�o, foi por isso que deixei Londres,
lentamente, para dar tempo a pol�cia esquecer de mim.
Arrivederci... (adeus)
Me diga...
� verdade que o c�rebro das mulheres � menor que o dos homens?
Levemente.
Se o c�rebro das mulheres � menor que o dos homens
tenho certeza que a �rea de controle da l�ngua � muito maior.
Bom dia, Sir Joel.
At� logo senhor.
Auf wiedersehen (adeus) meu pequeno Casimir.
Doutor, tem que me ajudar!
Por favor, me ajude, doutor!
Por favor!
Por seu senso de humanidade, por favor, doutor!
V� embora!
Que �timo! Entre.
Eu sou a srta. Daly.
Sim... sim eu sei.
-Voc� falou comigo hoje na rua. -Sim, eu sei.
Voc� disse que tinha um trabalho para mim.
Eu vim mesmo por causa do trabalho.
Sim, tamb�m n�o � do meu car�ter abordar senhoras na rua.
Eu preciso de uma modelo.
Voc� � um artista?
Voc� n�o vai encontrar melhor professor de ornamenta��o corporal.
Entenda a minha posi��o, estou na rua mendigando para comprar comida.
Mas eu n�o vou tirar a roupa para nenhum artista.
Madame, est� mostrando seu rosto em um lugar p�blico, n�o?
� s� o seu rosto que me interessa.
Acredite... por favor, seu rosto � muito sensual e lindo.
Seus olhos azuis como flores do campo
Cabelos dourados como os raios do sol
Tudo em perfeita combina��o.
Por favor, me deixe desenhar seu rosto
na pele dos marinheiros que sentem saudades de casa
porque est�o muito longe.
Olhando para seu rosto, eu mesmo vou desenh�-lo
e depois quem o olhar vai se sentir muito feliz.
Seu rosto lindo vai salvar muitos marinheiros.
Quem diria, poder viajar dessa maneira.
-Quanto voc� paga? -Doze.
Doze? Quinze seria melhor.
Quinze?
Bem, eu tinha quinze quando encontrei minha primeira modelo.
Tudo bem, ser� quinze.
Posso ver o dinheiro?
-Posso segurar? -Sim, como queira.
N�o � algo idiota deixar copiar o meu rosto?
Idiota? Ser� um servi�o prestado para o mundo mar�timo.
Venha, venha senhorita.
Sente-se senhorita.
N�o, n�o, n�o, n�o... l� na cama e tire seu chap�u.
N�o tem muita luz aqui.
Para deixar seu rosto mais misterioso ... e art�stico.
N�o, n�o, n�o est� bom.
Recline-se, por favor.
Reclinar?
Sim, recline-se, deite.
Senhor?
Eu s� quero que seus m�sculos repousem.
� s� esse meu interesse.
Eu a quero mais plana.
Muito bom.
Excelente, sim!
Deixe-me ver.
Excelen... deixe-me ver.
Com licen�a.
Sim, est� segurando seu dinheiro mas relaxe.
N�o, n�o, minha jovem, precisa relaxar. Talvez com um pouco de vinho.
Tenho um maravilhoso Cherry.
Vem da ilha da Madeira.
Eu estive na ilha h� muito trempo.
Estava apaixonado por uma linda garota.
O nome dela era Francesca.
Uma verdadeira beleza latina.
Olhos como azeitonas.
Voc� acha que vai ficar bom?
Por que n�o? Vou colocar um rosado em suas bochechas?
Voc� acha que vai ficar parecido?
Desculpe incomodar, podemos entrar?
Com o maior prazer.
Deixe apresentar minhas credenciais.
Investigador Sargento Steele, Scotland Yard.
-Roundsman Blevins. -Como vai?
-Podemos olhar? -Cavalheiros.
Um momento, por favor.
Este � um lugar p�blico, voc�s tem direito a revistar,
mas h� pessoas que moram aqui que tem direito a privacidade de seus lares.
Sim, sim, voc�s tem direitos. Vamos conseguir um mandado.
N�o, precisa nada t�o oficial. Tem a minha permiss�o, cavalheiros.
Entrem no meu castelo.
Por favor.
Eu posso saber o que est�o procurando talvez...
Voc� conhece a srta. Daly uma pedinte?
Sim, mas muito pouco.
Eu a vi entrando em sua loja.
Sim, policial, ela esteve aqui procurando trabalho como modelo
pobre coitada, cabelo horr�vel, pele maltratada,
mas como pode ver, ela j� foi embora.
-Que pena. -Sim.
Se eu pudesse ajudar os cavalheiros da Scotland Yard, eu...
Talvez, voc� possa. Nunca se sabe.
Estamos investigando o assassinato do Sr. Curry.
Voc� o conhecia?
N�o, senhor. N�o conhe�o.
O Sr. Curry era um amigo especial da srta Daly e tamb�m um agiota.
Agiotagem � um neg�cio muito bom mas recuperar o dinheiro
pode n�o ser t�o f�cil.
Sim, pode ser e aconteceu, o Sr. Curry foi assassinado.
Seu corpo foi achado no T�misa e um jovem doutor foi acusado e condenado
mas morreu na pris�o.
A Scotland Yard sempre encontra o assassino!
Entretando a srta. Daly nos procurou e contou a hist�ria
que o corpo encontrado � de um marinheiro que conheceu em um pub.
Mas a �gua tem que ter feito um grande estrago no corpo deste marinheiro!
Este marinheiro encontrou a srta. Daly
na mesma noite em que o Sr. Curry foi supostamente assassinado
ele e dois outros ajudaram o Sr. Curry na cena do ato violento
a ir embora em uma carruagem.
E o sr. Curry estava vivo nesse momento.
Depois que a srta. Daly nos deu este depoimento
nos tentamos encontr�-la para novas perguntas
mas ela desapareceu.
Os assuntos policiais devem ser muito complicados.
Se essa garota... srta. Daly voltar...
Sim, eu pergunto para ela.
N�o, voc� vai nos avisar, n�s vamos interrog�-la.
-Como ordenar, senhor. -Blevins.
Bom dia, cavalheiros.
Pobrezinha...
Pobre menina...
A pol�cia a procurou para interrog�-la.
Ent�o voc� deveria ter mentido por causa disto.
Mas eu n�o posso deixar voc� viver.
Voc� fala demais e pode me colocar em apuros.
Isto vai acabar com sua vida mas pagar� suas d�vidas.
Ou podemos dizer, um ato de humanidade.
E com mais investiga��es
determinamos que a �rea cerebral que controla o fechamento da mand�bula
por uma s�rie de min�cias controla tamb�m a abertura.
Eu acho que terminei minhas conclus�es, doutor.
Bom.
Excelente percep��o.
Temos novas teorias para estudar.
Estamos ou n�o corretos?
S� fazendo novos experimentos com os novos sujeitos.
Este ser� novo experimento final. Uma cirurgia dupla.
Uma cirurgia dupla?
Isso ser� a prova definitiva e de grande valor.
Este � nosso planejamento.
Este experimento � para que n�o ocorra nenhum erro
com nosso principal sujeito.
Principal sujeito?
Toda pessoa que ser� operada � importante ser salva.
Quem � o principal sujeito?
Uma vez de cada para uma boa pescaria.
A paci�ncia � de ouro.
Roma n�o foi constru�da em um dia
ent�o deve ter sido constru�da � noite.
N�o � melhor irmos dormir?
Vou demorar alguns minutos.
-Boa noite. -Boa noite.
-Boa noite, doutor. -Boa noite.
Vamos ver, onde estamos?
Sobre a �rea de abertura da mand�bula.
Oh, sim.
Na escola de medicina St. Thomas eles nos ensinam
para sempre abordar todos os problemas com a mente aberta.
Se sua mente estiver confusa como a minha est�.
E se voc�...
Laurie, desculpe se pare�o que estou delirando.
Eu acho que n�o sou assim.
Recentemente tive um sonho
na verdade, mais um pesadelo.
O homem que operamos, K6 no quadro.
Ele apareceu para mim acorrentado
implorando por ajuda.
Voc� o viu desde a cirurgia?
N�o.
-Para onde ele foi levado? -Eu n�o sei.
Laurie, voc� foi assistente em tr�s opera��es...
Quatro, incluindo a �ltima.
Onde est�o as outras v� ...
Os outros pacientes que foram operados?
Eles foram levados pelo meu pai e por Casimir.
Eu s� os levo para a cirurgia e os limpo. Eu n�o sei.
M1
M1, eu sei que � Mungo.
Ah... Dr. Monroe.
C2
Cordas vocais in�teis.
Eu sei que � Casimir, o mordomo.
K6, � o �ltimo, o marinheiro.
O homem que eu... ajudei a operar.
Laurie...
Udo mencionou algo sobre um agiota...
Um homem bem grande.
Que era o paciente C5.
O nome dele era Curry?
Nenhum nome � mencionado quando eles chegam aqui.
Pouco antes de o Dr. Cadman operar este homem grande,
Dr. Cadman estava bem alegre e fez uma piada.
Voc� sabe como as piadas dele s�o ruins.
Sim, Roma n�o foi constru�da em um dia,
ent�o deve ter sido constru�da � noite. Eu sei.
Dr. Cadman apontou para este homem grande e disse:
O tempero Curry vem da �ndia e tamb�m o "sono negro".
Eles devem se dar bem.
Laurie.
Eu tenho que contar uma coisa a voc�
e ent�o voc� decide se quer me ajudar.
Eu fui condenado por matar um homem chamado Curry.
-O que? -N�o, n�o, mas eu sou inocente.
Eu estava preso e Cadman salvou minha vida usando o "sono negro".
Voc� n�o entende, Laurie?
Se eu encontrar este homem, Curry ainda vivo
eu estarei livre.
Voc� vai me ajudar?
Sim, se eu puder.
Vamos para a sala de cirurgia. Talvez voc� se lembre de algo.
Voc� acha que devemos?
-Tudo bem. Eu vou sozinho. -Voc� n�o vai.
Casimir!
Casimir!
Essa foi por pouco.
Vamos achar a trava.
Estava sempre aberta quando �amos para a sala de cirurgia.
Vamos apalpar, deve haver uma trava.
Temos que ser r�pidos!
-Onde est� a sala de cirurgia? -Eu n�o sei.
Talvez encontremos alguma coisa l� embaixo.
Eu sou Bohemond, um cruzado.
Eu divago sobre a terra santa.
Os judeus ainda est�o em Jerusalem ou j� os expulsamos de nossas ruas?
A hist�ria diz que os judeus foram expulsos em 1099.
Hist�ria? O que est� dizendo? 1099? Ano passado?
A hist�ria se tornou realidade para ele.
Quando a noite chegar eles vir�o me libertar!
Eu sou Bohemond, n�s vamos invadir a cidade santa!
O que Cadman est� pensando?
Colocando as pessoas em masmorras.
Olhe como ele mudou.
A epiderme est� degenerada. Cicatrizes enormes na pele.
Como isso aconteceu t�o r�pido?
Me ajude... por favor, tire as correntes.
Que horror!
Ela era t�o bonita quando Dr. Cadman a trouxe aqui.
N�o pode ser.
� Curry... segure.
Curry, � Gordon Ramsay, voc� n�o lembra de mim?
Doutor Ramsary!
Fui condenado por seu assassinato.
Temos que ir � pol�cia de qualquer jeito...
Doutor Ramsay!
O que est� fazendo aqui?
Que tipo de homem � voc�?
N�o foi suficiente usar estas pessoas!
� cruel!
Monstros!
Mungo!
Eu sinto muito pela sua infeliz explora��o.
Voc� n�o era obrigado a vir aqui.
Eu quis poup�-lo desta... desta...
C�mara de torturas?
Voc� mant�m estas pessoas presas como animais!
Eles est�o vindo!
Vamos prender e torturar!
Em nome da humanidade, fa�a alguma coisa por eles!
O que acontece com eles n�o importa!
Eles serviram ao meu prop�sito.
Daphne!
Mungo, leve-o para cima.
Voc�, voc�, voc� � o imperador!
Voc� � o herege!
Voc� espalha o �dio!
Infi�is, pecadores!
Isso foi uma grande tolice!
Tolice e muita ingratid�o.
-Eu salvei sua vida. -Voc� arruinou a minha vida!
Voc� destruiu seis seres humanos e sabe mais quantos outros.
Voc� � um louco com uma obsess�o!
Nada!
Nada... vai me afastar do meu trabalho.
Eu vou!
Eu pe�o que me deixe ir embora.
Claro que pode ir embora. Em breve.
Quero dizer agora!
Agora?
Sua senten�a era para que fosse enforcado e morto.
J� que ainda est� vivo, a senten�a n�o foi cumprida.
Sinto muito, doutor.
Talvez meu dever seja informar as autoridades.
Informar o que?
Que o homem que fui acusado de matar est� vivo e aqui conforme planejou?
E eu tamb�m estou aqui porque voc� planejou?
Eu estou em um ponto crucial do meu trabalho.
Eu preciso de sua ajuda.
Tenho sua ajuda ou n�o?
Sim?
O que foi?
Udo?
Ele me trouxe um sujeito?
Mande-o entrar.
Eu suponho que acredita no que diz, doutor.
Que alcan�ar seu objetivo ser� por um ci�ncia perfeita.
As pessoas s�o somente sujeitos.
N�o h� lugar para emo��es.
Isto n�o � verdade.
Talvez se mostrar a voc�, entender�.
Venha.
Bem, doutor... qual � o seu diagn�stico?
Ela est� viva.
Angelina.
30 anos de idade, no auge da vida.
Est� assim por um tumor no c�rebro.
Angelina Cadman. Est� em coma h� oito meses.
Esperando a cura.
Em coma h� 8 meses?
E voc� espera a cura?
Eu n�o quero deix�-la morrer.
-Ela � minha esposa. -Ela � o que?
Voc� pensa que � f�cil...
Doutor Gordon Ramsay viver com visto?
Um homem em tormento.
Que abandona convic��es.
Eu espero salvar a minha rainha pelos avan�os da cirurgia.
Doutor.
Eu colocaria meu bisturi no c�rebro de mil pessoas e destruiria todos!
Se eu puder traz�-la de volta para mim por apenas um dia.
Eu a amo.
A morte n�o vai tir�-la de mim.
Eu a alcan�arei nos corredores da eternidade
e a trarei de volta... e a trarei de volta.
Udo.
Voc� vem comigo, Dr. Ramsay!
Voc� deu a ela o ant�doto?
Claro que dei, senhor.
Ela est� morta.
Morta... eu a escondi da pol�cia, senhor.
Mas n�o foi mais do que 12 horas.
-Seu idiota! -Idiota...
Muito l�gico, senhor.
Acontece uma falha e Udo se torna um idiota.
Tudo est� pronto.
Pronto para a opera��o combinada.
Tudo o que eu pedi era que me trouxesse um corpo.
Sua utilidade acabou.
Muito bem.
Voc� ser� o substituto. Voc� ser� meu pr�ximo sujeito.
Eu, senhor?
Mas... n�o, n�o, n�o.
Eu n�o sirvo, senhor.
Voc� pediu uma f�mea, senhor?
-Vai ser voc�! -Por que? Por que eu senhor?
Por que n�o...
Por que eu se voc� tem uma f�mea bem aqui.
O tempo todo... ela...
ela odeia voc� por causa de Mungo.
Ela est� causando problemas.
Porque n�o a usa?
Sim.
N�o!
Daphne!
-Aplique o "sono negro". -Sim senhor.
E a leve para a cirurgia.
O que foi?
Pol�cia? Onde eles est�o?
Eles entraram?
Est�o l� fora?
Me d� um minuto e ent�o os deixe entrar.
N�o vou demorar. V�!
Udo!
A pol�cia est� l� fora.
-Pol�cia? -N�o devem encontrar voc� aqui.
Voc� deve fugir imediatamente.
Voc� pode sair pela cozinha. Aqui est� a chave.
Senhor.
Dinheiro, dinheiro, dinheiro, sempre dinheiro.
Boa noite cavalheiros!
-Sir Joel Cadman? -A seu dispor.
Deixe-me apresentar, Sargento Steele, Scotland Yard
Detetive Redford e policial Coldwell.
Voc� conhece Udo, o cigano tatuador?
Eu conhe�o.
E a srta. Carmona Daly?
N�o, n�o tive esse prazer.
Ela desapareceu depois que visitou o ateli� de Udo, o cigano.
Descobrimos que o cigano talvez tenha vindo para c�.
Sim, ele esteve aqui.
Veio pedir dinheiro e oferecer seus servi�os, mas eu declinei da oferta.
Ent�o n�o tem ideia de seu paradeiro ou inten��es?
N�o, sinto muito. Eu gostaria de poder ajudar.
Esse sujeito Udo
� um tipo desonesto e uma vez tentou me chantagear.
Sim, a Yard est� sempre de olho nele.
Bem, desculpe a intromiss�o Sr. Joel.
-Sem problema, boa noite. -Boa noite, senhor.
Por que n�o se prepara para a cirurgia, doutor?
Eu achava que era uma cirurgia dupla?
Sim, eu vou buscar agora a outra paciente.
N�o...
Eu n�o posso control�-lo.
Mungo, solte.
Ele vai matar Laurie quando voc� sair do quarto.
N�o, ele n�o vai.
Ele n�o vai machuc�-la enquanto ela estiver sob efeito da anestesia.
S� quando Laurie fala, se movimenta ou olha para ele
� que ela desperta a raiva de Mungo.
Intrusa maldita!
Guerreiros do por�o, vamos para a torre!
Vamos, vamos matar!
Intruso! Ningu�m escapar�!
Mate! Mate o intruso!
Mate! Mate!
Mate o intruso!
Mate! Mate!
Mate! Mate!
Voc� � o principal infiel!
Em suas m�os corre o sangue dos guerreiros!
Ele derrubou a grande muralha!
Sarraceno! Maldito sarraceno!
Mate! Mate!
Mate! Mate!
Ele est� morto!
Ele est� morto!
Eu sou o Sargento Steele da Scotland Yard
gostaria de fazer mais perguntas para o Dr. Cardman.
Eu temo que seja tarde demais.
Tarde demais? Porque?
Policial, vigie os outros at� que venham refor�os.
Sim, senhor.
Vamos.
Qual vai ser minha puni��o?
A forca, provavelmente.
Sabe que Udo em idioma cigano significa "gato"?
E gatos tem nove vidas.
Vamos.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.