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Original subtitles

Irm�s Diab�licas

A espiada de TOM!

Estrelando Ted Craft. E agora, aqui est� Ted!

Ola, para todos, e bem vindos a Espiada de TOM...

Nova York e o mais estranho e novo jogo.

� pouco, voc� viu a primera parte...

De uma situac�o verdadeira da vida real.

Agora, em um minuto, voc� ter� que dizer...

O que o nosso suposto suspeito far�.

Voc�s da audiencia, e os que espiam de dentro de suas casas...

Adivinhem conosco!Bem.

Hoje, o problema da espiada de TOM �, cavalheirismo.

O que faz um rapaz, quando uma garota bonita...

Retira as roupas na frente dele?

Uma garota cega.

A jovem e ador�vel modelo Danielle Breton...

Concorda em ser a nossa isca?

Claro, Danielle n�o � cega...

Mas � isso que queremos que nosso amigo pense.

Bem, espectadores, vejam o quadro.

Voc�s ter�o 20 segundos para escolher a resposta.

Parem... olhem... escutem. O sil�ncio precioso neste momento

Bem,observem isso!

Os dois concorrentes escolheram a mesma resposta.

Vejamos se eles tem raz�o.

Parem... olhem... escutem. O silencio � precioso neste momento

Oh, sinto muito, Pat e Fred, espero que tenham sorte � pr�xima vez.

Verdade, audiencia?

Bem. Antes de ver os nossos concorrentes de amanh�...

Traremos a ador�vel Danielle Breton, nossa garota cega.

- Bravo, Danielle. - Obrigada.

� t�o bom v�-la. Danielle, qu� faz na vida real?

Neste momento estudo para ser modelo com Gene Fox...

E tamb�m estudo para ser atriz.

Isso � maravilhoso, Danielle.

Danielle, vamos trazer nosso outro convidado...

Espiada de TOM, o propio Sr. Cavalheirismo.

Philip Woode.

Ola, Phil. � um prazer conhec�-lo

Voc� � um grande camarada.

Phil, o que voc� faz na vida real?

Sou gerente de propaganda da "Estrela de Amsterd�".

�timo. Isso � maravilhoso.

Estou alegre para... oh!

� maravilhoso falar com voc�s, Danielle e Phil...

Mas esta m�sica diz que temos pouco tempo para dar nossos pr�mios...

Antes de n�s despedirmos.

Danielle, para voc� este jogo completo do talheres Reynolds de a�o inox.

- Obrigada. - Felicidades.

E Phil, para voc�, que � um bom camarada...

Jantar e baile para dois.

No famoso "Manhattan's African room".

Philip!

Acabei de me lembrar que n�o comi o dia todo...

E talvez voc� queira minha compania durante o jantar.

Eu n�o mordo, sabia?

Quero dizer eu estou satisfeita. N�o mordo.

Eu levarei meus pr�prios talheres.

- Bem, vamos at� meu carro. - Bom.

Eu n�o sabia o que fazer, ent�o, estava ali, de p�...

E, me senti muito est�pida...

Ent�o disse ao fot�grafo...

Disse algo t�o terrivel, que n�o se pode por em um filme franc�s.

Mas ele mereceu, voc� sabe.

Ele � um... como voc� diz aquela palavra?

Ele � um filho de... um bastardo.

Filho de uma cadela. - Sim, ele era isso tamb�m.

Filho de uma cadela.

Mas eu n�o sou, voc� sabe. N�o sou igual as mulheres americanas liberais.

N�o passo minha vida odiando os homens.

N�o gosto disso, mas este cara, mereceu o que disse.

Ent�o, foi isso que aconteceu comigo, ent�o...

Eu disse. "Est� na hora de ir para Quebec. "

- Quebec! - Sim.

- Pensei que voc� era francesa. - Oh, sim, sou franco-Canadense.

N�o � o mesmo, voc� sabe.

Quebec � muito bonita, Sabe, mas agora para mim...

Nova York � minha casa. Para mim... � liberdade, Nova York.

Sabe o que fiz ontem?

Fui ao topo do Empire State.

Voc� sabe... aquele edif�cio, grande...

Estou l� em cima s�, e ningu�m sabe que estou ali.

Olho para baixo. Posso ver todos os autom�veis e a as pessoas...

Estou s�, e ningu�m sabe que estou ali.

Voc� gosta de ficar s�?

As vezes gosto, mas n�o est� noite.

Danielle, creio que deveria te levar para casa agora.

Sinto muito. Isto � muito vergonhoso.

Esperei por voc� no estudio de tv. Voc� me viu.

Por que n�o pode me deixar em paz?

Escute aqui, a srta. Breton e eu estamos tomando uma bebida.

Sra. Emil Breton e voc�.

Eu n�o sou casada! Estou divorciada faz um ano.

- Mas ele me segue a um ano. - Danielle, j� � o bastante.

N�o vamos a discutir nossas intimidades na frente de estranhos.

- Vamos agora. - N�o me toque!

- Gar�om! - Irei, mas n�o com voc�.

- E importante ir para casa agora. - Sim, senhor?

Este cavalheiro est� n�s molestando.

� melhor que venha comigo, senhor.

- Vir� agora comigo. - Danielle! Danielle!

Venha para casa comigo!

Danielle! Tire suas m�os de cima de mim!

Venha. � melhor te levar para casa.

- � verdade. - Onde voc� mora?

- "Staten island". - "Staten island"?

Pensei que havia dito que vivia em Nova York.

Staten island n�o � em Nova York?

Creio que �. Venha.

Sabe, h� t�o poucas pessoas...

Que me agradam.

N�o somente homens, sabe.

Desde que minha irm� partiu.

�ramos muito �ntimas.

Bem, aqui � o meu apartamento.

Eu vivo s�, sabe. Tenho uma lavadora de lou�a.

Uma lavadora de lou�a de verdade?

Acredito que fa�a muito calor aqui.

Vou baixar o termostato.

Philip, sabe o que penso que deveria fazer?

Oh! Voc� tem que me eperar l�.

Oh, Cristo.

Philip, o que est� fazendo?

Eu ex marido tem o h�bito...

De ficar de guarda l� fora?

Por que sempre me segue?

O que � mas terr�vel, � a persist�ncia dele.

Ele... disse que podemos resolver isto...

Mas eu n�o quero resolver isto.

As vezes n�o existe solu��o.

Penso que � melhor que voc� v� embora

- Espere. Tenho uma id�ia. - N�o, eu acredito...

- O que? - Eu descerei.

Entro no carro. Vou at� o fundo da rua.

Estaciono. Ent�o virei por traz, pela entrada de traz.

Vou fingir que vou embora.

Est� bem?

N�o sei se essa �...

- Uma boa id�ia. - Confie em mim.

J� me livrei dele antes. Posso fazer novamente.

- Bem. - Voltarei logo.

Esperarei por voc�.

Voc� esqueceu seus talheres.

Danielle.

Danielle!

"Bom dia. Dormiu bem?"

"O que est� acontecendo? Por que est� me olhando assim?"

"Aonde estava ontem a noite?"

"N�o quiz te aborrecer, ent�o dormi no sof�. "

"Eu n�o posso acreditar. "

"Por favor, Dominique. N�o estou me sentindo bem. "

"Eu n�o sou assim. De dormir no sof�. "

"Traga um pouco de ch� para mim. "

"N�o, fique aqui. N�o v� na sala de estar. "

"Farei o que quero. "

"Te proibo de entrar l�. "

"Ele est� na sala de estar. "

"Conosco aqu�. "

"Como pode trazer ele aqu�?"

"Acalme-se, voc� sabe o que o m�dico disse. "

"Estou cansada e realmente n�o me sinto bem. Tente entender. "

"Como pensa que me sinto?"

"Ele nos separou. "

"Ele me matou naquele hospital. "

"Mas � para o seu pr�prio bem,Dominique. "

"O que voc� sabe sobre isso?"

"Aquele hospital cheio de loucos. "

"Por favor, n�o em nosso anivers�rio. Voc� estragar� tudo. "

"Eu estragar tudo?"

"Sim, voc�, o que est� fazendo com ele � o certo?"

"O est� repugnando. "

"Por favor, acalme-se "

"N�o me toque. "

"Abaixe a voz... "

"Me deixe em paz, maldita. "

- Oh, desculpe-me. - Oh, diga...

- Quem era? - Minha irm�

Vamos, acalme-se. Pode me contar.

Ela est� t�o louca. Ela est�...

Ela se enoja comigo quando estou com algu�m...

Que n�o seja ela, meu marido, e agora voc�.

Por que ela est� aqu�?

Porque somos gem�as e estamos no nosso anivers�rio...

E ela pode vir me visitar, mas sabe que tem que voltar...

� ent�o... ent�o ela se sente muito mal.

- Ent�o � melhor que eu me v�. - N�o! Por favor.

- Fique comigo. - Certo.

Acredito que devo estar terr�vel.

- N�o. - Estou com dor de cabe�a.

Bebi demais...

- Manhattans ontem � noite. - Um pouco.

Philip, creio que vou a ficar bem.

N�o tenho mais pirulas.

Pode comprar para mim...

- na farmacia? - Claro.

- Sabe onde fica a "Bay Street"? - Sim.

Ent�o teremos um anivers�rio feliz, juntos.

$4.50.

$.79, $.89, $1.29.

O total � $7.68.

- Sim. - Tem que fazer como te digo.

- Sim, eu... - Voc� n�o est� bem.

Sim,eu sei. Por favor, mas s� tenho..

S� tenho duas pilulas. Por favor. R�pido.

Este est� bem. Gostaria de algo escrito nele.

N�o posso agora. O decorador ainda n�o chegou.

- Bem, voc� n�o pode fazer isto? Est� brincando?

- Bem, por que n�o? - Louise, ele quer que eu...

Escreva na torta.

Gostaria de te ver tentando.

Bem, ent�o eu farei. O que quer que escreva?

Feliz anivers�rio para Danielle... n�o...

Feliz anivers�rio para Dominique e Danielle.

Dominique e Danielle. Est� brincando.

Vamos. Deixe-me mostrar.

Surpresa.

Hey, agora sabe que n�o pode cortar a torta...

At� fazer um pedido e apagar as velas.

N�o!

Ola? Quero informar uma emergencia... um assassinato.

Ola. Quero informar um assassinato.

Homem, 25 anos aproximadamente, negro.

Eu vi isso acontecer agora, pela minha janela.

Vivo no apartamento do outro lado do patio. Rua Hamilton, 36.

Sim. Esperarei em baixo, do lado de fora. Meu nome e Grace Collier.

Sim, Grace Collier. Escrevi aquela hist�ria.

Sinto que se sintiu assim, detetive...

Mas tenho que escrever do modo que o vejo.

A vezes a pol�cia est� errada.

Olhe, isto � rid�culo.

No podemos discutir esto agora. Um homem est� sangrando para morrer.

Sim. Imediatamente.

Estou indo, estou indo.

Dominique?

S� um minuto.

- O que est� acontecendo? - Emil, obrigado por ter vindo...

Mas... agora tudo est� bem, estou me vistindo.

- E vou sair... - O que aconteceu?

Bem, esta manh� senti aquelas dores...

O que aconteceu?

Dominique. O que voc� fez?

Dominique est� aqu�?

Ela estava.

Saia da�.

Algu�m pode ver pela janela.

Me ajude!

Me ajude!

- Ajude-me! - O que vai fazer?

Faz um dia bonito aqui em Nova York.

Este � Windy Craig na r�dio para voc�s.

No sof�.

Me ajude.

Coloque alguma maquiagem.

Tem que ficar como se nada tivesse acontecido.

- Coloque isto ali. - Sou Grace Collier.

Falei com voc� pelo telefone agora pouco.

Como est�, senhorita Collier? Sou o detetive Kelly.

Meu parceiro, detetive Spinetti.

- Qual o problema? - Voc� � esse homem...

Que falei no telefone, n�o �?

- Correto. - Imagino que podemos conversar...

Espero que n�o haja muita imagina��o envolvida por aqui.

Voc� n�o pensa assim, ou n�o estaria aqui.

A pouco, vi um homem ser apunhalado varias vezes.

Est� l� encima naquele apartamento... 3-R. O nome � Breton.

O homem provavelmente est� morrendo, se n�o estiver morto...

Acredito que a melhor coisa a fazer, � ir l� em cima.

Bem acalme-se senhora.

Est�s pessoas est�o sempre apunhalando uns aos outros.

- "Est�s pessoas?" - Bem, bem.

Vamos mant�-la calma.

Uma coisa de cada vez.

Sua historia, � que voc� viu pela janela.

- Faz quanto tempo que isso aconteceu? - Seu pessoal tem isso anotado.

O melhor a fazer � ir l� em cima...

E tentar salvar a aquele pobre sujeito.

Srta. Collier, nosso trabalho � profissional.

Um m�dico, por exemplo...

N�o come�a a operar... - Voc� n�o � m�dico.

Li seu artigo sobre brutalidade policial em Stapleton.

Sim da pr�xima vez "The Staten Island Panorama" decidir investigar...

Nossos m�todos, espero...

- Que enviem a um jornalista de verdade. - Vou l� para cima.

- E certamente voc� n�o � um policial. - E voc� n�o � ningu�m...

Se n�o fizer nada sobre isto.

A menos que, claro, v� golpear alguns estudantes.

J� ouvi falar de mandato de busca, Perda da liberdade civil?

Bem, voc� n�o teme nenhum, e nem eu.

Quer dizer que veio aqui para me fazer preguntas idiotas...

Como se fosse em um tribunal, sobre um homem morto?

Eu vi. Vi isso acontecer.

- Realmente vi isto acontecer. - Acalme-se. Acalme-se

Agora, volte para seu apartamento e relaxe.

E ver voc�s cairem fora?

Voc� gostaria disso,n�o?

E teria uma grande hist�ria, para sua pr�xima reportagem.

Pol�cia se recusa ainvestigar assassinato brutal e racial.

Sem chance, senhora. Ficar� conosco.

E mantenha a boca fechada.

Fale o que considerar necess�rio.

Isto ainda n�o � um caso policial.

3- R � por aqui.

- Sim? - Oficial de polic�a.

- Oh, sim? Posso ajud�-lo? - Voc� � a propriet�ria da casa?

- Sim, sou. - Vive s� aqui?

- Sim. - Teve compania est� manh�?

- Duas pessoas... - Quieta, srta. Collier.

Se precisa de alguma informa��o me alegrarei em ajudar...

Mas como pode ver eu estava come�ando a me vestir...

Ent�o, se me d�o licen�a, irei terminar.

- Est� com medo. - Se importa...

- Se importa se entrarmos? - O que exatamente voc�s querem?

Se n�o se importa que entremos, esta senhora Ihe explicar�.

Tem um mandato, uma... permiss�o?Tem isso?

- Quer dizer um mandato de busca? - Sim, um mandato de busca.

Tem isso?

- N�o. - Est� escondendo o corpo.

Se n�o tem um mandato, n�o � muito importante.

Ent�o, se me permite. Terminarei de me vestir.

Me d� dez minutos e ter� um mandato de busca...

e quanto Spinetti vai demorar para trazer um...

- Naturalmente tem um... - Me desculpe.

N�o pretendia ofend�-lo. Entre.

Mas voc� sabe, vejo todo tempo nos programas de televis�o

A cena do malvado criminoso e da pol�cia.

A pol�cia chuta a porta...

e o criminoso pergunta sobre, bom voc� sabe...

Que � o que tem que me perguntar o mandato de busca.

Mas voc� n�o me disse...

"Abra em nome da lei. " N�o disse isso.

- Agora, ent�o, a senhorita... - Danielle. Danielle Breton.

Sou o detetive Kelly. Este � o detetive Spinetti...

- Como esta? - Esta � a senhorita Collier, sua vizinha...

- "Da frente. " - Ola. Como est�?

- Ola. - "Algo errado...

Aconteceu est� manh�".

Parece que a senhorita Collier de casualidade olhou para sua janela...

E viu algo que a inquietou e a perturbou...

- Ent�o ela chamou a pol�cia. - Vi um assassinato.

Obrigada senhorita Collier.

Ent�o, agora, a senhorita Breton, suponho que pode ver...

- O apartamento da senhorita Collier daqui. - Realmente n�o sei.

voc� sabe bem, se pode.

Sim, desde a minha janela. Este � definitivamente o apartamento correto.

Senhorita Collier, passa muito tempo olhando meu apartamento?

Voc� me viu. Voc� sabe que sim.

Eh, � viu,

Ent�o colocou a cortina e fez isso,

Tenho que guardar minha vida...

"Para ter intimidade. " - Ela fechou as cortinas.

Obviamente uma vez terminado ela escondeu o corpo para se sentir segura.

Mas deve estar aqui, em algum lugar.

N�o posso acreditar que isso seja s�rio.

Ele escreveu "ajuda" nesta janela com seu proprio sangue.

Eu vi ele escrever.

- Aqui ele escreveu isso? - "Naturalmente ela o limpou.

E tudo t�o obvio. Esta garota protege algu�m.

O assassino e algu�m que ela conhece.

Ela � pequena com a cara torcida...

com o cabelo desgrenhado e estava tendo algum tipo de ataque.

- Conhece algu�m que encaixe nessa descri��o, senhorita Breton?

N�o.

Oh Deus! Eu vi a faca! E a vi apunhalando!

Algu�m pode ter entrado aqu� que voc� soubesse?

Isso seria imposs�vel. Eu estive toda a manh� aqui.

E sobre o homem que ficou aqui?

Eu estive bastante s�.

Eu sou, divorciada e...

Bem, � bem pessoal.

Mas senhorita Collier, muitas vezes � noite vejo um programa de Tv...

e vejo filmes de terror, e estas me fazem morrer de medo,

E pulo com cada ru�do.

Entende isso, quando se vive s� isso acontece... � bem dif�cil.

Entende.

O que vi � real, aconteceu.

Se importa se fizermos uma vistoria?

N�o, esta bem.

Obrigada senhorita Collier.

Sei que faz o poss�vel para ajudar a justi�a.

Mas e melhor que espere sentada.

O cad�ver esta aqui em algum lugar.

E ela sabe.

Quantos quartos tem senhorita Breton?

Be... eh, este � o living,

� l� o banheiro e a cozinha.

e ali est� o quarto.

Se importa se verificamos o banheiro?

N�o. � por aqui.

- V�? Isto. �, eh... - O quarto?

Sim, o quarto � por aqui.

- Aqui. - Venha senhorita Collier?

Oh, eh, "desculpe um momento".

Senhorita Collier, venha conosco por favor

- Entendo. - Olhou em baixo da cama?

Estava esperando por voc�.

Teve sorte?

Creio que dever�amos revisar os arm�rios do corredor.

- Para mim est� bem. Est� tudo certo.

Obrigada.

Aqui est�... e aqui.

- Podemos ver estes sacos? - Sim, claro.

Por que tem coisas em pares, como g�meas?

Voc� tem uma irm� g�mea?

Fa�o comerciais de tv a algum tempo

em caso de cair maquiagem no vestido...

Ent�o, terei outro para a pr�xima cena.

Como pode ver, sou modelo.

E daqui a um tempo, atriz.

- Certamente voc� �. - Satisfeita, Srta. Collier.

Sinto muito t�-la molestado, Srta. Breton.

- Estou indo, estou indo - Estou seguro que voc� informar�a...

Isto para a pol�cia.

- Oh, sim. - Com evid�ncias...

Pode se complicar.

Se ouvir alguma coisa, telefonarei para voc�.

Oh, com licen�a.

Ola, bem. Estou atrasado?

N�o. Oficial Kelly, este � meu... marido...

Meu ex-Marido, Emil Breton, oficial Spinetti.

Voc� fez alguma coisa errada e a polic�a descobiu.

N�o, eles disseram que viram um corpo aqui.

ESt� falando s�rio?

Bem, a senhora disse que viu uma v�tima de assassinato.

- Se importa com algumas perguntas? - N�o, se puder ajudar.

Seu nome completo?

- Emil Breton. - A quanto tempo o senhor e a...

Sra. Breton estam divorciados?

N�o estamos divorciados. Estamos separados.

Dominique e Danielle! Ela tem uma g�mea! Oh!

Estava bem aqui... aqui mesmo.

- Escute... - Escute. Uma palavra mais...

E vou process�-la.

Eu a processarei em alguma coisa.

Encontrarei alguma coisa, e a processarei.

Calunia, assalto a um policial...

N�o me preocupo com o que mas farei.

Eu vi um assassinato e vou provar.

Escute, Srta. Collier, n�o sei que tipo de louca voc� �...

O que tipo de materia est� tentando conseguir...

Mas n�o me aborre�a e nem com aquela garota l� em cima,entende?

Considero esse caso encerrado, entendeu? Encerrado!

Grace, pensei que �amos nos encontrar l� em cima.

O que est� fazendo?

Grace, � ter�a.

Oh, sim eu a convidei.

Bem, vamos.

Querida, n�o acha que deve mudar...

Colocar algo mais..

Sim me trocarei, te encontrarei no carro, est� bem?

Querida, pensei que iriamos subir e ter uma conversa...

Est� envergonhada pelas tuas desordens.

Sabe que sempre estarei aqui feliz em te ajudar a orden�-las.

N�o sei o que far� quando se casar.

Oh, te disse que a garota dos Cunningham est� comprometida?

Ela � de tua idade, e finalmente encontrou algu�m que goste dela.

Ele � m�dico.

Bem, ele � veterin�rio mas os animais s�o todos...

De pessoas ricas, e ele tem seu pr�prio hospital.

Ent�o, v�, querida?

Porque n�o est�o trabalhando l� fora...

Como v� o teu editor... Qual o nome dele? Jim?

N�o quero discutir isso.

Bem, n�o estou tentando interferir, querida.

Mas j� sabe, este m�dico tem um assistente jovem, interessante.

Grace, isso me lembra...

Eles come�aram no nosso bairro...

Eu n�o sei se � saneamento. E as leis permitiram.

N�o sei como eles se livraram disso.

Tr�s ou quatro quadras depois do nosso... est� ouvindo, querida?

Isto dar�a una hist�ria interessante para o teu jornal.

Um manic�mio experimental.

Agora veja o que � pior eles est�o caminhando por ai.

A grande id�ia e que em vez de trancar eles...

Os deixem viver em suas casas.

E os m�dicos fazem uma casa para eles...

� um tipo de situa��o familiar, como pessoas normais.

Est� bem avan�ado. Vi algo sobre isso na televis�o

Agora v�, querida? H� coisas interesantes...

Acontecendo aqui mesmo em Staten Island.

Mas te digo, n�o me sinto segura a noite.

- Pode parar aqui? Estacione. - Por que?

Olhando tudo assim...

Se quer um bolo, espera e compramos no Brian.

N�o quero bolo nenhum.

Esteve um homem aqui est� manh�, e comprou um bolo de anivers�rio?

Dez homens entraram e compraram dez bolos de anivers�rio,

Este bolo tinha dois nomes, escritos como se fossem um menino

N�o como um...

Oh, sim. Um homem negro que me fez escrever no bolo.

- Quais foram os nomes? - Eu n�o sei.

Daisy e Debbie.

Dominique e Danielle.

- Era isso que estava. - Sim. Era isso.

Fiz isso � n�o me recordava.

- Posso saber o nomes de voc�s? - Para que?

Meu nome � Grace Collier, escrevo no "The Staten Island Panorama".

E eu sou a m�e dela Sra. Payson Collier.

Minha noivo e eu lemos sua coluna.

Meu nome � Elaine Deanna

Deanna.

- E a outra garota � Louise Wilanski. - Wilanski.

- O que quer saber? - Obrigada. Isso j� est� bem.

Viu isso?

Ela disse que vai escrever um artigo...

E n�o n�s perguntou nada.

Eles s�o terriveis com as �ltimas linhas.

Pr�ximo, por favor?

Grace, realmente foi muito bruta.

Estou trabalhando em algo.

Bem, n�o acha que est� levando este pequeno trabalho...

Muito � serio?

Tem 25 anos.

Deveria estar pensando em outras coisas.

N�o vou me casar com qualquer um.

E quero que pare de se referir ao meu trabalho como "pequeno trabalho"

Gosto de chamar o que fa�o de profiss�o..

Trabalho para o "The Staten Island Panorama", e n�o � uma piada.

- Sabe qual � minha pr�xima tarefa?

N�o, eu na� sei.

Vou almo�ar amanh� com um ex condenado de 80 anos...

Que esculpiu uma r�plica perfeita da penitenci�ria de Danbury...

Em sab�o.

- Oh, isso � interessante. - Quero escrever sobre...

A apat�a da pol�cia.

Sobre para onde vai a hero�na depois de uma pris�o. Sobre que...

N�o tem que gritar assim, estamos na rua.

O que est� acontecendo com voc�? Nunca te vi assim.

- Estou em algo grande. - Est� usando pilulas de novo?

Posso ver que tem se importado com outras coisas.

- Podemos n�s encontrar outro dia? - Teremos outro "encontro".

- Jantar� conosco na sexta. - Est� bem.

Estarei l�.

Bem, posso te deixar em algum lugar?

N�o. Tudo bem. Vou caminhar.

Bem, n�o foi isso que planejamos mas...

Uma mulher branca mata o seu amante negro...

E esses polic�ais racistas n�o se preocupam

Eu vi isto acontecer, e eles n�o investigaram.

Bem, se voc� n�o est� interessado...

Acredito que poderei encontrar outro que imprima isto.

Muitas pessoas querem.

Bem. Est� interessado.

Farei minha pr�pria investiga��o. Por que n�o?

Eu sei mais que esses policiais idiotas.

Luto karat�... detetive particular. Desperdicio de dinheiro.

Bem. Bem, qual o nome dele?

"Joseph Larch. "

- Creio que � a melhor coisa que podemos fazer.

- Sim. � isso o que faremos.

Voc� vai at� o teu apartamento, telefona a Danielle...

E verifica se tem algu�m em casa.

Se algu�m responde, acena uma vez. Se n�o h� ningu�m, duas vezes.

Voc� ir� l� em cima se n�o tiver nigu�m?

Claro.

Tudo que tenho que fazer e saber da situa��o com anteced�ncia.

- Posso fazer isso de qualquer maneira. - Bem,nesse caso, posso fingir...

Estar fazendo uma pesquisa por telefone...

Voc� dar� sinal com as m�os.

Se n�o tiver ningu�m l� em cima...

Pode enganar o porteiro e entrar.

Voc� tem que fazer uma falsa impress�o.

Ningu�m faz isso.

V� para seu apartamento, olhe para frente minta eu estarei l�...

Se perceber que chega algu�m, telefona para o apartamento.

Um toque. Um toque e pare. - � isso...

Isso responde sua pergunta? - Sim.

- Mas suponhamos que... - Ei voc� j� foi...

Uma detetive?

- N�o. - Foi?

N�o, mas a l�gica sugere como fazer as coisas.

N�o vejo porque isso pode ser t�o misterioso.

Grace, isto � arte.

Eu n�o tentaria ensinar voc� a escrever artigos nas revistas.

Escuta, fui a escola para aprender isto...

O instituto moderno de investiga��o de Brooklyn. Verdade?

- Verdade. - Est� bem.

Agora, v� at� o teu apartamento e fa�a o que te disse. Prossiga.

Estarei aqui.

Larch?

As caixas.

- O que? - Me encontre na caminhonete.

Meu Deus.

Saia da�, Larch.

Vamos sair daqui.

- Porque estava fazendo sinais? - N�o sei...

Mas tinhas isso escondido no quarto, deve ser importante.

D� uma olhada nisso mentiu eu disse...

� uma evid�ncia, eu encontrei na sala de estar.

Revisei sem dificuldades.

Fiz uma busca habitual... e nada.

Comecei a pensar que a polic�a estava com a raz�o, at�...

Tentar mover aquele sof�.

- N�o pude. Estava muito pesado. - O sof�.

- Se ele est� no sof�. - O que?

- O corpo. - O que tem o corpo?

Que fui ver l� em cima, lembra?

O corpo est� no sof�!

Maravilhoso! E a assassina est� bem aqui!

- O que? - Sabe o que encontrou?

Um arquivo completo das g�meas Blanchion.

- Agora est� falando de que? - Se recorda...

Faz uma ano atr�s. A revista "Life" fez uma mat�ria inteira sobre elas.

- As �nicas gem�as siamesas... - Olhe, eu estava l� em cima, Grace...

Eu sei o que vi, e n�o vi ninhuma g�mea siamesa.

Sei que tem que ter um corpo...

Antes de ter um assassino

Tenho que continuar. Temos que pegar essa balsa.

Quer dizer que tudo que tem que fazer � localizar o corpo, e partir?

- Sim para Quebec - Quebec?

Foi para l� que os Breton mandou eles levarem isto.

Agora, para onde aquele sof� vai, o seguirei, porque algu�m...

Vai estar esperando por isto...

ou outra coisa, e eu tenho que saber quem.

- Isso faz sentido. - Me empresta um d�lar, tem a�?

Quando chegar a Manhattan, vou ver este escritor...

- E ent�o.. - Ent�o volte para o teu apartamento...

Feche a porta, e espera eu te chamar.

Onde fica o escrit�rio de Arthur Mclennen?

No final do corredor a sua direita.

- Srta... Srta. Collier? - Sim.

Ah sim. Bem, eu sou.. eu sou Arthur Mclennen.

- Como est�? - Bem.

Eu... eu temo. Estou um pouco desorganizado hoje.

Sim... voc� est� aqui hoje sobre...

Bem.

- � o arquivo das g�meas Blanchion. - Sim, �.

Sei que voc� fez est� mat�ria a um ano atras...

E tor�o para que possa recordar bastante sobre isso para me ajudar.

Oh, estas pobres garotas.

Sabe, isto se parece com o arquivo que vi no instituto de Loisel.

- Oh, este � o original, n�o �? - Acredito que sim.

C�mo encontrou isto? Voc� est� fazendo uma continua��o?

Nunca o fizemos. O editor nunca determinou isto.

Bem eles me pediram para descobrir o m�ximo sobre isto.

N�o estamos seguros se esta e a parte que far�amos.

Oh, bem, entre e vamos conversar sobre isto?

O assunto � bem curioso.

Depois desta hist�ria recebemos aproximadamente 500 cartas.

N�o importa o que est�s disseram, todas tinham o mesmo tom...

De fascina��o m�rbida.

N�o perdou a mim mesmo.

Quem conhecia as Blanchion, estavam da mesma maneira.

...tem algo que gostar�a de mostrar � voc�

- Gostaria de qualquer coisa... - Voc� tem tempo agora?

- Claro! - As vezes tenho d�vida...

Quando devo continua, mas ja fiz...

Se voc� tem tempo, gostaria de te mostrar um v�deo.

Quando mais aprendi mais interessado fiquei.

Olhe, para mim todos elementos psicol�gicos e...

Filos�ficos, s�o de extrema import�ncia.

Sim. Verdade.

Bem. Vamos a come�ar.

G�meas Blanchion separadas

G�meos �nterligados, Chamados siameses...

Desafiando a propia vida a primera respira��o.

A historia os teve como materiais de mitos e simbolismos.

Alguns tentaram alcan�ar a normalidade como puderam.

Os famosos Chang e Eng, os g�meos si�meses...

Que deram a est� anomal�a cong�nita seu nome popular...

Se casaram e formaram fam�lias.

Outros g�meos viveram contratados por shows de coisas estranhas...

Ou percorrendo pequenas cidades como souvenir de lojas.

Com as sofisticadas t�cnicas cir�rgicas desenvolvidas...

Neste ciclo...

Alguns g�meos foram separados e tiveram vidas normas.

Outros nunca puderam.

Nacidas en 27 de mar�o de 1948, em Quebec, as Blanchions...

Foram no Canad�, as primeras g�meas siamesas.

Os pais delas morreram em um acidente de autom�vel...

Dias antes do primeiro anivers�rio delas.

Dominique e Danielle, cresceram.

Dai em diante dentro das paredes do instituto de Loisel...

Onde os cirurgi�es, relutantes em arriscar uma opera��o nelas...

Com uma conjun��o espinhal delicada, decidiram deixar elas viverem coladas.

- Mas como g�meas para toda vida... - Este � o marido de Danielle.

- Quem lhe contou isso? - Quero ouvir isto.

Sempre h� um pre�o a pagar.

Parece que quanto mais velhas se tornam...

Mas prec�rio fica o equilibrio psicol�gico delas...

Interiormente entre elas, e com os outros.

Nisto estou de acordo com meus colegas.

Eles tendem a pensar que Dominique...

� a verdadeira pertubada...

Penso que eles creem que Danielle, que � t�o doc�...

T�o respons�vel, t�o normal...

Ao inv�s da sua irm�...

S� pode ser assim por causa da irm� dela.

Bom dia, Dominique.

Esta foi a �ltima entrevista que as g�meas pegadas dar�am

Aquela noite, os m�dicos for�ados pela natureza...

Executarm um opera��o que haviam evitado.

Na tarde do dia seguinte, o instituto anunciou...

Que a separa��o foi um sucesso.

Dominique e Danielle...

Que eram uma s�, agora estavam cada uma por si.

- Bem. O que voc� pensa? - Esta � uma fita..

extraordin�ria, Sr. Mclennen.

Tente dar um prosseguimento...

Mas o instituto foi fechado para mim e para os amigos das g�meas.

- Por que isso? - Bem, tudo o que pude descobrir...

Na ocasi�o foi que...

Depois da opera��o houveram algumas complica��es.

Que tipo de complica��es?

Nunca consegui nenhuma informa��o oficial...

Ent�o, dei 20 d�lares a uma enfermeira de sutura, e ela me disse...

Dominique Blanchion havia morrido na mesa de opera��es.

- O que est� fazendo? - Tenho trabalho para fazer.

- Voc� vive aqui? - Assim me disseram.

Se importa se eu usar o telefone?

- N�o. - Onde est�?

Est� na cozinha, no fim do corredor.

Obrigada.

Melhor que desapare�a. N�o deveria estar aqui.

Tenho que usar o telefone.

Voc� n�o devia estar aqui.

Creio que voc� est� resfriada.

N�o, n�o

� um telefone limpo.

N�o pense que pode entrar aqui dessa maneira.

Sabe que os germes podem passar pelos cabos?

Nunca chamo nunca respondo.

E um bom modo para se ficar doente.

Muito doente.

Foi assim que fiquei doente. Algu�m me chamou ao telefone.

O que est� acontecendo aqu�? Quem � voc�?

Meu nome � Grace Collier, escrevo para o "The Staten Island Panorama"...

- Eu tenho que usar o telefone. - N�o!

N�o! n�o d� a ela. N�o!

Ela n�o o usar�, Arlene. N�o o usar�.

Confie em mim

Esta � a cl�nica Lynton.

N�o pode vir aqu�, e entrar dessa maneira...

Que posso fazer se seus pacientes que est�o ao lado...

S�o assassinos.

Caramba, vamos. H� muitos rumores � nosso respeito, vamos...

Mas n�o achava que o "Panorama" n�s levaria a serio.

Eu os levo a serio e vou chamar a pol�cia!

Melhor falar com o diretor da cl�nica.

Pode vir por volta das 10:00h da manh�...

Falarei com ele agora.

Verei se ele pode v�-la. Provavelmente j� foi para a cama.

Ola, doutor. Sinto muito pertuba-lo.

Tem uma garota aqui que diz ser jornalista do "Panorama".

Ela insiste em falar com o Sr...

Est� bem.

O doutor a ver�. Arlene...

Fez um belo trabalho limpando.

Agora pode levar suas coisas para a dispensa.

Uma de suas pacientes e uma assassina.

Eu a segui at� aqui, hoje a noite.

Temos que chamar a pol�cia. �Esse � ele!

Dr. Breton, esta garota disse que � do "Panorama".

Ola, Margaret, por que n�o vem para o seu quarto?

Ele est� envolvido em um assassinato temos que chamar a pol�cia.

Ela chegou ontem a noite. Estamos felizes a ter em uma fam�lia.

Eu estava de f�rias.

Margaret, este � o Sr. Jansen. Margaret Grisham.

- Ola, Margaret. - Bela tentativa.

Se voc� quer confirmar minha C.I., meu carro est� l� fora.

Sou Grace Collier.

Eu n�o insistiria com a "Margaret" imediatamente.

Queremos respeitar seus desejos.

Quando estiver pronta para a chamarmos de Margaret, n�s diga.

- Leve ela para o alojamento 23. - Certo.

Dr. Corbin, prepare ela para hipnose.

Venha comigo, Margaret. Grace, quero dizer. Bem.

Por favor. Agora, voc� tem que acreditar em mim.

Estou perfeitamente s�. Vamos l� em baixo...

E confime na minha carteira. Est� no meu carro.

Sim, Grace. Assim que voc� se instalar.

N�o! Agora!

- Creio que minha vida est� em perigo. - Eu entendo.

Oh, Deus! Sei que isso n�o soa bem.

S� queria que voc� verificasse quem eu sou...

Saber� que eles est�o fazendo tudo escondido!

Grace, creio que voc� acredita no que pensa.

- Solte meu bra�o! - � um pouco rude...

Aqui no escuro Grace.

- Pare de me chamar de Grace! - Ent�o, realmente quer Ser Margaret?

N�o, dem�nios

Meu nome � Grace!

Me deixe ir. Me deixe ir.

Certo, Margaret, levante sua manga para mim.

N�o sentir� nenhuma dor.

- Socorro! - Coloque-a no quarto.

N�o!

Socorro!

Abra seus olhos.

Voc� veio aqui para fazer perguntas.

- Verdade? - Sim.

Voc� me far� perguntas.

Voc� se lembrar� exatamente das minhas respostas, palavra por palavra.

- Entendeu? - Sim.

Bem. Agora, repita depois de mim.

O que fiz com o corpo?

- Repita. - Que fiz com o corpo?

Era todo um engano rid�culo.

N�o hav�a nenhum corpo.

- Repita. - Era todo um engano rid�culo.

N�o havia nenhum corpo.

N�o havia nenhum corpo, porque n�o hav�a nenhum assassinato.

Repita.

N�o havia nenhum corpo, porque n�o hav�a nenhum assassinato.

Novamente.

Nao havia nenhum corpo, porque n�o havia nenhum assassinato.

Est� bem.

Quando despertar, todo o que voc� recordar� � o que..

Te contei, � para contar a qualquer um que perguntar.

- Voc� entendeu? - Sim.

Est� bem.

Agora, vou te levar ao sono mais profundo, em um sono mais profundo.

Relaxe. Inspire.

Expire.

Inspire.

Agora, me escute com muito cuidado.

Voc� veio nos espionar, a se alimentar com nossas tristesas...

Me olhe... n�o custa nada

Voc� me ouve? - Sim eu o escuto

Bem.

Voc� que saber todos os nossos segredos?

Bem. Compartilharemos todos eles com voc�.

Olhe.

Por que... por qu� ela est� aqui?

N�o se lembra? Ela sempre esteve aqui.

N�o lembra?

- N�o. - Volte.

Volte. Recorde.

- Posso acordar. - Lembre de quando era muito jovem.

Estou com minhas amigas de col�gio.

Eles acreditam que Dominique...

� a que realmente est� transtornada...

Acredito que eles pensaram que Danielle que era t�o doc�...

T�o responsavel, t�o normal...

O oposto da irm�...

S� pode ser assim porque a irm� dela.

- Danielle... - e quando estivemos no piquenique.

- Verdade, o piquenique. - E as pessoas vieram n�s ver.

- Para ver elas. - Eu lembro.

- De que mais se lembra? - Ela n�o � a �nica.

- Eles eram todos meus amigos. - Eles eram...

Eles eram seus amigos.

- Oh, Dominique, tudo bem. - Eles trouxeram...

- Obrigada, charlie. - Seu lanche de piquenique.

- E suas m�quinas fotogr�ficas. - S�.

E eles trouxeram as pequenas crian�as

- Ah, sim. Me lembro disso. - Eles Ihe deram divers�o.

- Tortas, doc�s... - S�m, uma ma��... me deram uma ma��.

Ma��s, sim. E ent�o eles perguntaram.

- Se podiam tirar uma foto. - Sim.

A Dominique n�o gostou muito dos meninos.

Est� correto, Dominique?

N�o ela disse que eles estavam rindo de n�s duas.

Voc� se lembra?

- N�o, n�o posso recordar. - Retorne. Tente.

- Do que eles chamavam voc�s? - N�o posso recordar isso.

- Tente recordar do que eles as chamavam. - V� embora por favor!

Voc� pode recordar. Me olhe.

N�o posso recordar. N�o!

- Olhe para mim! - V� embora n�o posso recordar.

Voc� pode recordar. Diga do que eles as chamavam?

N�o! eu n�o sei.

- Recorde! - Eles disseram, "anomal�a. "

"Olhem a anomal�a. "

- A anomal�a, A anomal�a... - Do�ura, sorria.

- A anomal�a, A anomal�a... - Sorria.

Fa�a eles irem longe de mim, por favor.

N�o se lembra do que aprendeu na �ltima primavera, que nunca poderia ter?

N�o, n�o posso recordar. N�o, n�o posso recordar!

Sim, v�c� pode. Tente.

N�o lembra que percebeu que n�o poderia ter nenhuma casa...

- Nem marido, nem crian�as, sem beb�s? - Sim lembro disso.

Sim lembro disso.

Pensei que voc� estivesse dormindo.

Por que n�o pode deix�-la ir?

Voc� na� pode faz�-la ir? Por favor. Por favor.

Claro que posso.

Me ajude. N�o o deixe me ferir.

Me ajude! Me ajude!

- Danielle, o que aconteceu depois?

Eu... Eu estava entrando no jardim...

Com Dominique, e...

Eu tentei Ihe dizer que eu ia ter um beb�

E eu...

Eu tentei explicar que o beb� tamb�m seria dela, mas...

Ela n�o entendeu e ficou muito brava comigo.

E ela... tentou matar o beb� com a tesoura do jardim.

Est� com dor?

Eu estou... eu vou perder meu beb�

N�o, estar� bem.

- Eu vou morrer - Tudo estar� bem.

Tudo estar� bem. Tudo estar� bem.

Oh, est� me machucando! Por favor, me ajude.

N�o tenha medo. N�o tenha medo.

N�o tenha medo.

Sou um cirurgi�o. Voc� perdeu o nosso beb�.

Voc� est� sangrando demais.

O �nico modo de te salvar � separando voc� de Dominique.

- Eu vou morrer? - N�o.

Voc� ficar� bem. Tudo sair� bem.

Durma. Durma. Durma.

Relaxe, relaxe, relaxe, relaxe.

Relaxe. Durma. Durma. Durma.

Eu... tenho a certeza que voc� voltou, Dominique.

- Dominique! Dominique. - Dominique est� morta.

Por favor, volte Dominique.

Dominique est� morta. Lembre-se.

N�o, ela n�o est� morta. Ela est� vindo te matar.

- Ela est� morta. - N�o!

- Sei que ela n�o est�. N�o! - Durma.

- Durma. Durma. Durma. Durma. - N�o. N�o...

- Ela n�o. - Dominique est� morta. Est� morta.

Est� na hora de aceitar a morte dela.

N�s temos que ir agora.

Danielle, vou me casar com voc�.

Lembra? De como viemos aqui para a cl�nica...

E fizemos aqui o nosso lugar?

Foi um bom tempo.

Mas Dominique nunca morreu para voc�.

Voc� a manteve viva em sua mente.

�s vezes... �s vezes, voc� se transforma nela, at� mesmo..

Para acreditar que ela ainda existe.

Voc� nunca poderia aceitar a culpa...

A culpa terr�vel da morte de Dominique.

Foi duro para eu aceitar o que havia acontecido.

Que nunca poder�amos viver juntos, como marido e mulher.

Todas as vezes que fiz amor contigo...

Dominique voltava...

E te controlava.

Eu n�o soube te libertar dela.

Tudo o que podia fazer e te dar as p�lulas..

e te manter sedada...

At� que ela se fosse.

Tentei te advertir de Dominique.

Dominique � perigosa para n�s todos.

Para Dominique...

Qualquer homem que fizer amor com voc�, sou eu...

Emil.

Danielle? Danielle? Eu te amo.

Olhe para este punhal.

Olhe para isto. Voc� matou um homem com este punhal.

Se lembra? Lembra?

Lembra. O que � isto?

- O que aconteceu? - Havia um bolo.

Um bolo. E o que mais?

Haviam velas.

Sim. E o que fez?

- Eu fiz um pedido. - Sim.

- E apaguei as velas. - Sim.

E ent�o eu cortei!

Relaxem, companheiros. Ele est� morto.

Um momento, Sra. Breton.

Est� preparada para confessar o assassinato de seu.

Marido, Emil Breton?

Advirto que tudo o que disser poder� ser usado contra voc�.

Eu nunca feri ningu�m em toda minha vida.

Voc� disse que tem uma irm� que fez isto?

Minha irm� morreu na primavera passada.

Dawson.

Bem, senhorita Collier, bola para frente?

- Como se sente hoje? - Oh, muito bem. Obrigada.

- Obrigada pelos chocolates. - De nada.

- Quer um? - N�o, obrigada.

Bem, est� interesada em saber que estamos reabrindo...

O caso.

E a indiciaremos por assassinato em primeiro grau por Breton.

Mas n�o tivemos sorte sobre aquele homem negro...

Voc� viu o que ela fez.

E quero que me conte tudo que possa se recordar.

Foi tudo um engano rid�culo. N�o havia nenhum corpo.

Olhe, me desculpo por ter sido t�o c�tico.

Eu deveria ter colocado mais confian�a em sua denuncia.

Isto... foi um ridiculo engano.

O que mais quer que eu fa�a? Pe�a desculpa por escrito?

- Te envie doc�s. - Diga tudo que puder recordar!

Olhe, falei com seu editor, e ele me disse sobre...

O detetive que voc� contratou.

O que ele encontrou?

Tenho uma testemunha que viu o sofa sendo carregado para o caminh�o.

Obviamente o corpo estava escondido dentro de aquele sof�.

Caso contrario, por que iriam remov�-lo?

E realmente muito simples.

N�o havia nenhum corpo, porque l� n�o houve nenhum assassinato!

O que � t�o simples? N�o h� nada de simples nisso.

Eu... Eu agora n�o entendo.

Agora voc� reivindica que ali n�o hav�a nenhum corpo.

Se n�o havia um corpo, por que fez uma acusa��o?

Sabe que isso pode ficar mais s�rio?

Grace nunca mentiu deliberadamente na vida dela.

Voc� tem que entender que ela n�o est� tranquila.

Estou bem! N�o h� absolutamente nada de errado comigo

Sei que n�o havia nenhum corpo, porque n�o havia assassinato!

Fim

Tradu��o

R&J

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