All language subtitles for Holocaust.(1978).(mini).pt.05.DVDrip.XviD-Yarrumac

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian Download
cs Czech
da Danish
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish Download
fr French Download
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian Download
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian Download
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese Download
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Est� machucando ele.

Fique calada ou boto voc� pra fora, esposa ou n�o.

Ele vai acabar morrendo em suas est�pidas m�os.

Aguente firme.

Valeu � pena. Se visse o que trouxemos: uma metralhadora,

granadas, medicamentos.

N�o me importa o que trouxeram. Quero o meu marido.

Ainda est� sangrando. Me de mais gaze.

Aqui est�! de uma mauser, para mostrar para seus filhos.

-Pode at� prate�-la. -Cale a boca!

Odeio voc�s, odeio todos voc�s.

Age como se isto fosse um jogo. Meu marido quase morreu..

e faz piada com a bala que quase o matou. Odeio...

este acampamento e esta guerra in�til. Matam um alem�o aqui,

um ucraniano ali, e ai? N�o poderemos resistir outro inverno.

N�o quero mais ficar aqui.

Fez quase t�o bem como meu pai.

Pena que n�o o conheci.

Vou trazer algo para voc� dormir.

Helena.

Rudi, voc� quase morreu. E para que?

Para mostrar que n�o somos covardes.

Que n�o podem nos matar assim.

Mas est�o matando. Matam milh�es e ningu�m...

faz nada. Ningu�m se importa.

-Diga que me ama. -Eu amo voc�, muito.

Mas voltar�o algum dia e voc�...

-Disse que nunca morrer�amos. -J� n�o creio nessa bobagem.

Viveremos, conhecer� minha fam�lia e eles v�o gostar de voc�.

A pr�xima vez que sair com Sasha e os homens,

quero ir tamb�m. -Minha mulher n�o.

Quero levar uma arma, Rudi. Quero estar com voc�.

Vou falar com Sasha.

-Vamos, Weiss. -N�o me torture mais.

Desta vez n�o vou aguentar. -N�o ser� torturado.

Ser� transportado para Auschwitz.

-Posso ver minha esposa? -Meia hora.

N�o adianta procurar, seu amigo Frey morreu.

-Eu sei, e Felscher tamb�m. -Tem sorte de estar vivo.

-Voc� est� livre, Karl. -Inga.

-Torturaram voc�. -Estou vivo.

-Suas m�os. -Queriam ter certeza que...

eu n�o voltaria a pintar.

Inga, n�o pode cur�-las.

Dizem que se acostuma, n�o � verdade.

Por favor, n�o fale mais.

It�lia. Meus momentos felizes, em parte, acabaram.

V�o me enviar para Auschwitz.

N�o, voc� n�o ir�. Se voc� for, tamb�m irei.

-Mas voc� n�o pode, Inga. Diga a ele. -Dizer o que?

Karl, estou gr�vida.

-Meu filho. -Nosso filho.

-N�o deve t�-lo -N�o, eu terei. Por isso...

Maria disse que devo ficar aqui. Muitas crian�as...

nasceram em Theresienstadt. -Eu vi alguns.

Cristos, para o resto de suas vidas.

-N�o tem porque ser assim. -As mulheres proteger�o Inga, Karl.

Cuidaremos bem do beb�.

Inga,

Se voc� me ama,

n�o tenha este beb�, para que ele n�o conhe�a este lugar maldito.

N�o vou fazer isso. Karl, por favor,

aben�oe nosso filho. -N�o quero filhos.

O Rabino disse que toda vida � santificada.

Uma regra sagrada.

Voc� deve deixar que Inga tenha o beb�.

Um filho que n�o conhecerei nunca.

Conhecer�, eu prometo a voc�.

Mostre meus desenhos a ele quando tiver idade para compreender.

Adeus, amo voc�.

Adeus, meu amor.

Bra�adeiras! Bra�adeiras!Bra�adeiras!

Parem!

Um momento. -Calma guarda,

n�o somos contrabandistas, somos comerciantes.

Garante que voltar�o antes do toque de recolher.

Claro.

Vamos!

Quatro pistolas, quatro granadas.

Como vamos come�ar uma revolta com isto?

� um come�o. Quantos somos no gueto, Moses?

Acho que uns 50 mil, atualmente.

J� levaram trezentos mil para Treblinka e para Auschwitz.

Se matarmos alguns deles conseguiremos mais fuzis,

talvez uma metralhadora.

Estou certo de que n�o nos agradeceriam.

Acho que n�o conven�o como cowboy. Judeus e armas,...

� uma p�ssima combina��o.

Sou eu, Zalman.

A SS bloqueou as ruas. -Acha que suspeitam de algo?

� poss�vel. Est�o revistando os edif�cios.

-Que diabos estamos procurando? -Parece que alguns est�o armados.

Arrombe a porta.

Quando eles entrarem, atirem. Escondam-se.

-Arrombe a porta. -Por que voc� n�o arromba?

Est� com medo? -Medo de judeus?

Um m�dico, um m�dico! Socorro!

Eva, pegue as armas.

Existe um Deus depois de tudo. Os judeus lutando.

Pegue isto. Todos fora, para os t�neis.

Agachado, fique agachado.

Cuidado.

Quase nos pegaram enquanto descarreg�vamos as armas.

Matamos alguns desses bastardos. Olhe.

Come�ou. Antes do que quer�amos, mas come�ou.

N�o precisa apontar. Aperte o gatilho e sair� um monte...

de balas. -Eu quero uma.

Quando voc� crescer.

-Est�o aqui. -Vamos, des�am r�pido!

Atacaremos fora. Zalman, Aaron, venham comigo. Pegaremos estas.

Fa�am a cobertura.

Vamos, mexam-se, r�pido! Cuidado com os franco atiradores.

Retirada! Retirada!

Esses judeus est�o bem armados!

-Morrem como qualquer pessoa! -Nunca duvidei.

E agora, n�o temos mais medo de mat�-los.

N�o acredito, est�o fugindo.

Voltem, voltem todos!

Minas terrestres. Algu�m sabe algo sobre minas terrestres?

-Dos poloneses? um presente? -Um neg�cio, pagamos uma...

generosa quantia. -Eles v�o se juntar a n�s?

N�o devemos esperar por isso. Meus amigos estamos por nossa conta.

Zalman, postos de guarda. Estamos em guerra.

N�o precisamos disso para saber quem somos.

Instru��es para montagem de minas terrestres.

Pergunto-me se Talmud ter� algo melhor para nos ensinar.

-Onde est� Berta? -Est� ali.

-Berta? -Josef!

Se pegarem voc� aqui, poder� ser castigado.

Est� tudo bem, Lowy falsificou um passe.

-O que far� se for visto aqui?. -Eu aprendi a mentir.

Como voc� est�?

Estou bem.

Dizem que v�o nos levar para a f�brica IG. Farben amanh�.

Talvez uma pianista fa�a falta.

-Josef. -Berta, nos confinaram...

no inferno, mas devemos desafi�-los. E procurar viver.

Tenho pensado nos rapazes e em Inga.

-Eu tamb�m. -Algo me diz que est�o vivos.

Se um de n�s morrer aqui, o outro dever� procur�-los,

juntar-se a eles, am�-los. Sabe o que quero dizer?

Sim, eu sei.

N�o s� porque somos uma fam�lia, mas tamb�m porque somos judeus.

Se tanto os agrada aniquilar-nos, pode ter certeza que vale..

muito, e talvez a gente possa ensinar alguma coisa para os outros.

Maldita seja, vamos! Eh, homens n�o s�o permitidos aqui!

Estou saindo.

Coloque-a em algum lugar. Est� louca, n�o fala.

-O que ela fez a voc�? -Nada, Veio do de trem.

Levaram seus pais para o banho, ela os viu entrar.

-Os banhos, J� sabemos. -Veja se pode cuidar dela.

Sof�a Alatri, de Mil�o. Quase nos esquecemos que somos pessoas.

Seres humanos com nomes, lugares, fam�lias.

Assim � como nos assassinam. Apagam o que somos.

E � mais f�cil para nos colocar em... -N�o h� tal coisa, n�o h� nada...

disso que diz. � s� um banho.

Pobre menina, igual a minha Anna. Como podem ser t�o cru�is?

Meu marido disse que quando eles n�o tem nada pra fazer...

atacam os judeus. -Pode falar comigo Sof�a,

sou sua amiga.

Olhe.

Fotos dos meus filhos, jovens maravilhosos como voc�.

Este � meu Karl e Inga. E este � meu Rudi. Voc� ia gostar dele,

tem 24 anos e � muito bonito. A seu lado est� Anna,

� um pouco maior que voc�.

Eu estou t�o assustada quanto ela. Mas fico com vergonha de mostrar.

-N�o h� nada para se envergonhar. -Talvez amanh� nos levem ao trabalho.

Pobre menina, est� com frio? Fale-me da It�lia, de Mil�o.

Ela n�o pode lembrar. E talvez seja melhor para ela.

� uma menina muito bonita. Como minha Anna.

Aten��o todas!, Vamos sair! Mexam-se, n�o temos o dia todo.

Deve ser um trabalho. Senhora Weiss, acredita nisso?

-N�o, tenho medo que n�o. -Vamos!

Mexam-se! Levante, vamos, levante!

-Isso n�o ser� necess�rio. -� louca.

-Ela vai comigo. -Vamos, mexam-se, vamos!

Eu cozinho muito bem, posso trabalhar na cozinha.

-Venha, venha! -Pra onde v�o nos levar?

Sem perguntas. Vamos, mexam-se de uma vez, vamos!

Voc� parece com minha Anna.

Tirem as roupas. Todos para o chuveiro.

Venha, depressa, depressa!

Tirem as roupas, Todos para o chuveiro.

Voltarei dentro de dez minutos.

N�o precisa nos enganar, meu marido � o doutor Josef Weiss.

Ele e o marido desta mulher, Franz Lowy, est�o no grupo...

que est� construindo a estrada. Diga a eles o que aconteceu.

Mexam-se, depressa, mexam-se!

M�es com os filhos! Mandem eles respirarem fundo.

Ser� bom para eles. -A desinfec��o...

vai demorar dez minutos. Formem uma fila. Por aqui.

-N�o chore meu filho, n�o chore. -Me abrace, eu lhe protegerei.

Est� vendo? S�o chuveiros.

Adeus, Josef, amo voc�.

-Voc� est� bem, doutor? -Sim, sim, s� um pouco tonto.

N�o est� com a cara boa, devia ir ao hospital.

N�o, de modo algum Lowy. Enquanto trabalharmos, sobreviveremos.

Aquele homem, o engenheiro civil, � diferente dos outros.

Porque nos conserva a vida enquanto podemos trabalhar?

N�o, est� sendo vigiado. Dizem que os oficiais da SS...

est�o de olho nele porque protege judeus.

Ele trouxe uns 300 para c�.

Tem raz�o Lowy, eu julguei ele mal. Parece correto.

Voc� est� bem?

Sim, sim, estou bem. Melhor trabalhar do que outra coisa.

-Qual o seu nome? -Josef Weiss.

-Doutor Josef Weiss. -Doutor em medicina?

Sim, eu tinha uma cl�nica em Berlim.

Por que n�o cuida do fogo?

Venha.

Fico muito agradecido.

-Como vai, Erik? Quanto tempo? -Bem, vamos ver..

Natal em Berlim, certo? -Isso! Com Marta e as crian�as.

Que bom v�-lo, Erik. -Eu digo o mesmo, tio Kurt.

Tenho um pouco de caf� ali dentro, venha.

Suas estradas s�o muito importantes para n�s, como as

precau��es sanit�rias e a preven��o de cont�gios. Tem...

muitas doen�as em Auschwitz. -Entre os prisioneiros e entre...

os guardas, suponho. Doen�as do esp�rito talvez.

Ou mesmo de alma. -Voc� est� mais, eu diria,

virtuosamente insultante. Fazemos o que fazemos...

por necessidade. -Chega! guarde suas mentiras...

para os judeus que est�o assassinando. Mentem a eles at�...

o �ltimo segundo. Por que tem que deix�-los nus?

Pelo menos, em nome de Deus, que morram com certa dignidade.

Tenho visto os soldados da SS bolinando as mulheres nuas.

S�o criminosos e inimigos, e s�o enviados nus para...

tratamento por raz�es sanit�rias. -Os judeus do gueto de...

Vars�via est�o lutando. Pense nisso, famintos, esfarrapados e ...

desarmados, desafiando a ra�a superior.

Isso me devolve a f� na Divina Provid�ncia.

Disseram que voc� usa judeus como trabalhadores....

quando existem russos e poloneses para isso.

-E qual o problema? -N�o deveria. Os judeus s�o...

para tratamentos especiais. Vou mandar um...

destacamento do ex�rcito vermelho, duros, fortes e est�pidos.

N�o!

Por acaso voc� quer ajudar os inimigos do Reich?

Os filhos dos trabalhadores judeus crescer�o para destruir a Alemanha.

Devia estrangul�-lo, como favor a seu pai. Com quantos mortos...

ficar� satisfeito? Um milh�o? Dois milh�es?

Devemos elimin�-los, do contr�rio ser� uma admiss�o...

de culpa. Temos que continuar para demonstrar ao...

mundo que cumpr�amos uma miss�o. Nossa atitude � uma ....

necessidade moral e hist�rica. Procure nos compreender.

O compreendo muito bem. Agora, fora daqui!

-J� foram. -� proibido ficar aqui.

Por favor, minha mulher e a senhora Lowy est�o trabalhando?

N�o � culpa minha, cumpro ordens. Como todos os outros.

Malditos, canalhas!

Por que tem de acabar desta forma?

Por que ningu�m diz basta?

-Obrigado. -Obrigado.

� P�scoa, Weiss. 19 de abril de 1943.

N�o esqueci.

Mas acho que voc� e eu n�o celebraremos.

Ontem � noite a SS nos convidou para uma celebra��o.

Sim, tamb�m ouvi o caminh�o. Algu�m aceitou?

-Nem o profeta Elias. -Eu deveria ir. Quando eu era crian�a,

meu irm�o sempre fazia as quatro perguntas. Talvez...

ontem � noite a SS tivesse me concedido a honra.

Talvez, antes de mat�-lo.

Sabe Deus como estar�o meu irm�o e Berta.

O doutor Weiss podia estar aqui agora.

Para cuidar dos feridos?

Sinto-me tentado a matar nossos feridos.

-N�o � pr�prio de voc�. -N�o sou mais o mesmo...

faz um ano. Diga-me Zalman, quantos homens temos?

-Quatrocentos, armados. -E os outros?

Algumas centenas que ajudam-nos. Os outros, uns...

cinquenta mil, aterrorizados. -Como eu. N�o estou pronto...

para usar uma arma. -Quem est�?

Voc� sabe que amanh� ser� o anivers�rio de Hitler.

Tamb�m sabe que Himmler ofereceu-nos como presente...

para Hitler. Vars�via estar� livre de judeus para celebrar...

o acontecimento. -Velas em sua torta.

Nunca achei que me resignaria a morrer. N�o me importo,...

desde que tenha uma arma na m�o. -Apague a luz.

-Estou limpando para a P�scoa. -Apague a luz!

N�o critico voc�. Eu o respeito.

Pontual como sempre.

Feliz P�scoa para nossos amigos judeus. Saiam em paz e...

forneceremos comida para a celebra��o.

Esque�am esta batalha insensata. Entreguem as armas.

Aqueles que os induzem a lutar s�o traidores. Feliz P�scoa...

para nossos amigos judeus. Saiam em em paz e permitiremos que celebrem.

Eles n�o desistem. Voltar�o em forma��o.

Em frente!, Marchem!

Como sempre, primeiro a pol�cia do nosso miser�vel gueto,

e depois os lituanos.

Guarde as balas para os alem�es.

Ser� um prazer. Algum dia poderei dizer para um lituano que...

foi salvo pela SS.

-Agora! -Para tr�s, Para tr�s!

De onde vem os tiros? Voltem.

A� vai uma rajada de despedida.

Veja como correm! Pela primeira vez em minha vida, sinto em minhas veias...

o sangue do Rei Davi. -N�o exagere, Weiss.

Bem, uma ou duas gotas.

O �ltimo vinho da P�scoa, compartilhem conosco.

-N�o, n�o. � seu. -Por favor, voc�s precisam.

-Feliz P�scoa. -Feliz P�scoa.

Por que esta noite � diferente das outras? Qualquer outra....

noite podemos comer p�o com levedura ou sem ela. Mas...

esta noite � s� sem levedura. Qualquer outra noite podemos...

tomar todo tipo de ervas, mas esta noite s� ervas amargas.

Qualquer noite podemos tomar banho uma vez, mas esta noite at�...

duas vezes. Qualquer noite podemos comer sentados ou reclinados,

mas esta noite s� reclinados.

Aconteceu que �ramos escravos do fara� do Egito e nosso...

eterno Deus nos tirou dali com sua m�o poderosa e o bra�o estendido.

-Voltaram com mais for�a. -Bendito seja ele. Que tirou...

do Egito nossos antepassados. N�s, nossos...

filhos e os filhos de nossos filhos continuar�amos l�.

Louvado sejas, oh! nosso eterno Deus, soberano do universo.

Esta noite comeremos p�o e tomaremos ervas amargas,

e as especiarias que nos unem, que possam nos regozijar na...

constru��o da cidade e exultar em vosso servi�o,

e que possamos comer dos cordeiros pascoais sacrificados,

cujo sangue ser� salpicado nas pedras de seu altar.

Vamos coloc�-los contra a parede!

Bendito sejas, oh, eterno! que viste a Abraham.

Em frente!

Fogo!

-Todos para fora! Saiam! -R�pido, pelas escadas!

Temos que sair, n�o podemos mais resistir.

Quem nos cobrir�? -Eu me encarregarei. Saiam todos!

Estamos entre dois fogos!

Est�o fugindo de novo!

Eva, a bandeira!

N�o posso crer. Os malditos SS est�o se retirando.

Como se sente, Weiss?

Demos uma boa surra nos filisteus.

Sei que o pr�dio est� em ru�nas, mas tente encontr�-los.

Sim, precisamos de comida. E rem�dios tamb�m.

N�o, nada de rendi��o! Continue tentando contatar...

com a resist�ncia polonesa fora do muro. Embora n�o nos tenha ajudado.

Eu sei. Mas talvez lutar.

-Quantos dias fazem? -Hoje � 8 de maio.

A batalha contra a SS come�ou em 19 de abril. J� fazem vinte dias...

e continuamos lutando. -N�o demos a Hitler seu...

presente de anivers�rio. -Oh, demos sim. Mas n�o o que...

Himmler prometeu.

Milhares de nossas mulheres e crian�as est�o sendo queimados vivos nas...

casas. Pessoas cobertas de chamas como tochas, pulam...

pelas janelas. Mas continuaremos lutando. � uma luta pela...

liberdade, vossa e nossa. Vingaremos Auschwitz, Treblinka,

Belzec e Majdanek. Viva a liberdade! Morte aos assassinos...

e criminosos nazistas! Viva a luta! Vida ou morte contra...

as barbaridades alem�s!

Veja se consegue passar com isto.

-Eu irei com voc� at� a entrada. -Certo.

Nosso �ltimo papel.

Eu nunca fui um homem valente.

-Nem eu. -Mas aprendi uma coisa,

morreremos todos. Ent�o, que nossa morte valha � pena.

Mataram ele, est� morto. Tem muitos. Ai fora.

G�s!

Terminou.

-As p�lulas. -N�o � suficiente para todos.

-Talvez algu�m queira sair. -S�o livres para correr esse risco.

Para os demais.

Eu vou ficar.

-Voc� desejam sair? -Talvez haja uma esperan�a.

Zalman,

adeus. -Adeus weiss.

Sinto n�o t�-lo conhecido melhor -Em outro momento, talvez.

Meu nome � o mesmo, mas acho que n�o posso conduz�-los...

para a terra prometida. Vamos. Aaron.

Vamos, saiam! Com as m�os para cima!

Saiam, r�pido!

Est�o todos presos.

Levante as m�os! Andem at� o muro!

As m�os erguidas!

De frente para a parede!

Aaron, me d� a sua m�o. Todos de m�os dadas.

Carreguem!

Apontem!

Fogo!

Oh! meu Deus!

O que foi ?

� inacredit�vel, nossa rua foi bombardeada.

Felizmente, est�vamos no ref�gio j� que nos haviam avisado.

Ningu�m ficou ferido, mas o apartamento foi atingido.

inclusive nosso precioso piano. -Menos mal que todos se salvaram.

O piano pode ser substitu�do. -Algum amigo morto em Berlim?

N�o tenho essa informa��o. O padre Lichtenberg morreu.

Lichtenberg? Oh, da par�quia de San Eric.

-Minha mulher disse que morreu em Dachau -Voc� o avisou,

n�o foi, major?

Como � poss�vel que o odor dessas chamin�s chegue...

at� aqui? Assim n�o podemos almo�ar.

� inevit�vel, s�o doze mil por dia. Quarenta e seis...

fornos funcionando sem parar. -Voc�s acham que tem muitos...

problemas, mas ontem tive que discutir com o ex�rcito.

Queixavam-se de que me encarrego de embarcar judeus para...

submet�-los a voc�s.

Hoess, porque voc�s enviam os judeus para os grupos...

de trabalho? -Grupos de trabalho?

S� poloneses e russos, os judeus est�o marcados para...

tratamento especial. -Me disseram que h� judeus...

trabalhando nas estradas. -N�o deveriam, os judeus est�o...

marcados para tratamento especial.

Aqui tem um homem de Vars�via, disse que os judeus lutaram...

durante tr�s semanas. Sete mil alem�es tiveram que atac�-los.

-Sabe algo dos nossos -N�o tomo parte da luta,

por isso continuo vivo.

Puxem com for�a, puxem!

Alto, forma��o! Em coluna de dois!

-Para onde v�o nos levar? -Para a desinfec��o.

Terminou Lowy. Temos feito uma longa viagem, meu amigo.

Berlim, Vars�via, Auschwitz. Nada de turismo.

N�o, isso � verdade. Voc� tem sido um bom amigo. E de fato,

um dos meus melhores pacientes. Sempre me pagou as...

contas em dia. -Vamos, em marcha!

Por que obedecemos? Morreremos assim mesmo.

-Ao inferno com eles! -Em frente, marchem!

Segure minha m�o, doutor Weiss. Estou t�o nervoso quanto uma crian�a...

no primeiro dia de col�gio.

Senhor Lowy, alguma vez se preocupou com sua ves�cula?

Lembre-se que eu o avisei h� tempos, desde sua primeira visita...

a minha cl�nica em Berlim. Devia ter me operado.

Maldita forma de morrer. -Talvez seja uma desinfec��o.

Sim, toda minha vida fui impressor. Ainda tenho restos de tinta...

nas unhas. Talvez aqueles panfletos ajudem.

Sei que ajudar�o.

Alto!, parem o caminh�o!

-Acho que foram avisados. -Vamos explodi-los.

N�o, vamos cancelar a a��o. Nos veremos no acampamento.

-Podemos vencer. -Eu disse que n�o!

Vamos sair daqui!

Atr�s deles!

N�o deixem que escapem! Por ali!

Helena! Helena!

N�o compreendo. -O que voc� ouviu?

Que est�o tentando escapar.

-Como se chama? -Rudi Weiss.

-Alem�o? -Judeu.

Somos do ex�rcito vermelho, divis�o 51.

Weiss, se for um espi�o, teremos que mat�-lo.

N�o sou espi�o! E se for uma fuga, quero uma arma.

Fui guerrilheiro dois anos. -Qual unidade?

-Tio Sasha, o m�dico de Korech. -De quais a��es participou?

Tr�s emboscadas a ucranianos na estrada de Sitomir.

Ataque ao quartel da SS em Kremich.

Nos pegaram tentando explodir um comboio.

Minha mulher morreu l�. Que lugar � este?

Sobibor, ao leste da Pol�nia. Aqui assassinam dois mil judeus, por dia.

Queimam os cad�veres. Jogam as cinzas no campo la fora.

Os soldados da SS dormem com almofadas cheias de

cabelos de judeus.

Acho que podemos confiar em voc�. Tem aspecto de guerrilheiro.

Todos os cad�veres foram desenterrados de Babijar e...

queimados, Reichsf�hrer. -Trinta e tr�s mil?

Mais de cem mil. Os trinta e tr�s mil foram dos ...

dois dias de repres�lias. -Como demorou.

Eichmann?

Insisto em utilizar nossos comboios.

O ex�rcito n�o pode participar.

-Hoess? -Auschwitz funciona, sobrecarregado,

mas funciona. -Em secreto, espero.

At� onde � poss�vel, Reichsf�hrer.

E os informes sobre as rebeli�es dos judeus?

N�o h� resist�ncia em Vars�via. Muito poucos, que a esta hora...

devem estar liquidados. � claro que houve alguns casos...

isolados, mas nada importante. Parece que os judeus...

nos ajudam em sua aniquila��o. -Reassentamento.

Major Dorf, nosso expert em sem�ntica. N�o sab�amos nada...

de voc� desde sua transfer�ncia para o leste. Diminuiu...

seu entusiasmo?

Tenho mais entusiasmo que no dia de meu juramento, Reichsf�hrer.

Magn�fico, magn�fico. Cavalheiros, receberei com satisfa��o...

suas sugest�es a respeito do futuro desmonte dos...

campos. E saibam que n�o estou insinuando a derrota da Alemanha,

� claro. -Desmonte, Reichsf�hrer?

Sim, nossa miss�o est� terminando. Uma Europa sem judeus.

Talvez os campos e os equipamentos possam ser destru�dos.

-Perdoe-me Reichsf�hrer, por qu�? -Por qu�?

Por que apagar a prova? Por que o senhor acha necess�rio...

desenterrar cem mil cad�veres e queim�-los em Babijar?

Por que desmantelar Auschwitz?

N�o seria melhor deix�-los tal como est�o. Como monumentos...

� nossa contribui��o para a humanidade?

Major, voc� n�o me compreendeu.

O que eu quero dizer... -O F�hrer em pessoa disse que...

estamos aqui para completar a tarefa da cristandade...

defendendo a cultura ocidental. -Estou de acordo major Dorf,

mas talvez n�o nos compreendam. Os judeus dir�o mentiras.

N�o! Falaremos a verdade ao mundo!

Devemos distribuir filmes, fotografias, panfletos,

explicaremos com l�gica e com persuas�o que o que fizemos...

era uma necessidade moral e hist�rica.

N�o cometemos crimes,

simplesmente seguimos a l�gica da hist�ria europ�ia

de eminentes fil�sofos e eclesi�sticos nos ajudaram...

em nossa defesa.

Podemos fazer de Auschwitz um caso jur�dico.

Sou advogado, voc�s sabem? Entendo destas coisas.

N�o temos que ter vergonha, cavalheiros, nem pedir desculpas,

nem lamentar pelos judeus mortos. Devemos deixar...

bem claro para o mundo que permanecemos na ...

civiliza��o e o compl� judeu para dominar o mundo,

para destruir a honra...

Estamos sozinhos.

N�s, tivemos muita coragem..

Conhe�o aquele homem.

Karl, Karl Weiss, o artista de Berlim.

Trabalhamos em Buchenwald tempos atr�s, na rouparia,

Lembra? Depois transferiram voc� para Theresienstadt.

Lembra do dia em n�s lutamos com um vigilante por...

um peda�o de p�o? Tinha uma esposa crist�

que enviava cartas por meio de um sargento.

-Inga. -Sim, voc� n�o gostava porque ela...

Mas, tudo terminou. Tem sorte de estar vivo.

Os americanos avan�am pela Fran�a, os russos est�o na...

Tchecoslov�quia e em Budapest. Os nazistas foram vencidos.

-Meu pai, esteve aqui. -H� rumores que v�o...

a soltar todos n�s. -Meu pai, minha m�e, estiveram aqui.

Sinto muito, Weiss.

Deus, o que fizeram com suas m�os?

Papel, l�pis.

� o melhor que pude encontrar.

Obrigado. Eu conhe�o voc�, Weinberg. Foi um amigo.

Era como eu me sentia, faz muito tempo.

Minhas botas est�o engraxadas? Perguntei de minhas botas!

Quem � este homem?

-N�o podemos chegar l�. -Vou tentar.

Iremos para o leste, o ex�rcito vermelho n�o deve estar longe.

Vem conosco, Weiss? -N�o. Tenho fam�lia em...

alguma parte. Quero encontr�-los. -Os alem�es podem peg�-lo novamente.

Terei cuidado. Adeus Barski, Vanio.

Todos os prisioneiros saiam dos barrac�es.

Estamos evacuando o campo, todos os prisioneiros...

saiam dos barrac�es. -Weiss!

Weiss?

Todos os prisioneiros saiam dos barrac�es.

Depois de ter chegado at� aqui.

Desculpe, levarei o desenho.

Tamb�m n�o precisar� disto. -Repito, estamos evacuando...

o campo. Todos os prisioneiros saiam dos barrac�es.

Eu era um simples assessor. Heydrich dava as ordens e Kaltenbrunner.

Um transmissor de ordens, um simples assessor.

Um assessor. O que me diz desta fotografia?

Execu��es.

Essas pessoas provavelmente eram sabotadores, guerrilheiros.

Provavelmente?

Voc� sabe como � uma guerra. � triste, mas sempre...

morrem alguns inocentes. N�o tenho nada com isso.

O que � isto, major?

N�o tenho certeza, cad�veres eu acho.

Vinte e quatro testemunhas declararam, em juramento, que...

voc� ajudou a supervisionar as execu��es a g�s em...

Auschwitz e outros campos. E que participou da sele��o...

de pessoas para os assassinatos em massa.

Algumas vezes acompanhei como representante de Berlim.

Mas n�o tomei decis�es. Vinham de Berlim.

Os judeus tinham que ser detidos. Permitir que...

recobrassem o poder, o dinheiro e a influ�ncia seria...

a ru�na da Alemanha. Por essa raz�o, sem querer, � claro,

mataram crian�as. Tinham que matar as crian�as,

para n�o deixar que...

Gostaria de poder dar um tiro na sua cara agora.

Mas como fazemos um modo democr�tico, voc� ser� julgado.

Os russos e os poloneses t�m demandas contra voc�.

Como disse?

Demandas legais. Eu gostaria de entreg�-lo aos judeus,

aos pais dessas crian�as, se estivessem vivos.

N�o est�o me tratando com justi�a. Sou advogado, conhe�o meus direitos.

Continue com eles. Se quiser me dizer algo,

chamarei uma taquigrafa.

Eh, tragam um m�dico!

Esteja certa, senhora Dorf, de que seu marido, major...

Erik Dorf, morreu como um her�i a servi�o do Reich.

N�s honraremos sua mem�ria e manteremos viva...

a tradi��o que ele encarnou.

N�o est� assinada. -Tamb�m � uma mentira.

Mentira?

Marta, Erik se matou. Os americanos o prenderam...

como criminoso de guerra. Com toda certeza...

seria executado ou condenado a pris�o perp�tua.

-Mentira! Nunca gostou do Erik. -N�o, n�o sempre.

E j� n�o posso odi�-lo mais, eu tamb�m estive envolvido ...

com esse horr�vel trabalho como para julg�-lo.

V� embora daqui! Meu pai foi um her�i.

Peter, enfrente a realidade. Voc�, sua m�e e Laura.

-Cale-se! -Seu pai foi um assassino.

Ele e seus colegas, pav�es reais com uniforme negro, eram...

m�quinas de matar. Que carreira her�ica, torturar e assassinar...

milh�es de inocentes com g�s. -Mam�e, diga pra ele calar!

Kurt! V� embora, n�o queremos voltar a v�-lo.

Como se atreve a difamar o nome de Erik?

Deveria rezar por sua alma. -Algum outro ter� que...

fazer as ora��es. Eu vi, n�o disse nada e acreditei na mentira.

Teremos que enfrentar o que somos e o que fizemos.

N�o vou me esconder.

Adeus, Marta.

Adeus, crian�as.

Crian�as, vamos acender uma vela pelo pai de voc�s.

Rudi? Rudi! Rudi!

Inga!

O filho de Karl, chama-se Josef como o av�.

Os que conheceram Karl dizem que s�o muito parecidos.

Parece mais com Churchill.

O Rudi de sempre. Meu Deus, quanto tempo se passou?

Sete anos.

Lembro do dia que voc� fugiu de Berlim. Sozinho, � noite.

Eh, Josef, sorria! Sou seu tio Rudi. Rudi.

Fui a Auschwitz depois que me libertaram, me falaram de Karl.

Foi torturado aqui, verdade? Por culpa de uns desenhos.

Eu vou mostr�-los a voc�. Rudi, sabe de seus pais?

Sim. Foram assassinados juntamente com outros milh�es.

Pode me odiar, se desejar, por ser um deles.

N�o Inga. N�o odeio voc�.

Estou em branco, sem �dio, sem amor. Como a morte que vi...

caminhar pelos campos. -N�o, voc� n�o, Rudi. Nunca.

Me casei quando estive com os guerrilheiros, com uma garota tcheca.

Ela morreu. Abandonamos seu cad�ver na Ucr�nia. N�o quero voltar...

para procur�-lo. O que importa � o pouco que tivemos...

enquanto estava viva.

-Rudi, sinto muito. -O que voc� pensa em fazer?

Acho que, voltar � Alemanha com ele. Mas, n�o ficarei l�.

Deve ensin�-lo a n�o ter medo.

-Nunca vi Karl desenhar assim. -Seu irm�o era um artista...

de talento. Cederemos seus desenhos para o Museu de Praga.

Uma recorda��o do que ele passou. -E o mataram por isto.

Um homem chamado Weinberg,

que esteve com Karl em Buchenwald e em Auschwitz, me enviou.

Um homem chamado Weinberg,

que esteve com Karl em Buchenwald e em Auschwitz, me enviou.

-Com as m�os destro�adas. -Weinberg disse que at� o final...

suplicou que lhe dessem algo para desenhar.

Eu sempre o defendi nas ruas. Era muito magro e...

tinha medo dos grandalh�es. N�s dois decepcionamos o papai.

N�o Rudi, seu pai gostava muito de voc�s.

Talvez esse carinho nos trouxe os problemas. Confiando,

dependendo um dos outros. -N�o deve pensar assim.

Pra onde vai? -N�o sei.

N�o sou ningu�m. Sem documentos, sem fam�lia, sem p�tria.

Adeus, meu irm�ozinho.

Adeus, Inga.

Maria. Adeus, Churchill.

Alguns desses garotos jogam bem, eh?

Judeus gregos, suas fam�lias morreram em Sal�nica.

Um presente de despedida dos alem�es

Voc� � Rudi Weiss, certo? -Como sabe?

N�o h� segredos nos campos liberados principalmente entre os judeus.

Me chamo Levin, trabalho para uma Ag�ncia Judia na Palestina.

Sei muitas coisas a seu respeito. -Por exemplo?

-Que foi um guerrilheiro, dizem que escapou de Sobibor.

-Que mais sabe de mim? -Seus pais e seu irm�o...

morreram em Auschwitz, sua esposa na Ucr�nia.

-Voc� sabe muito. -Ou�a Weiss, quer um trabalho?

Se sabe tanto de mim, sabe que n�o terminei os estudos.

Para este trabalho, voc� est� qualificado.

Precisamos de um pastor. -Um pastor?

Temos quarenta crian�as gregas �rf�s, precisamos de..

algu�m que os acompanhe a Palestina. Interessado?

Eu n�o falo grego, nem hebreu. Acho que sou muito pouco judeu.

N�o � t�o perigoso como ser guerrilheiro, mas...

n�o ser� uma festa de Purin. Faremos seu passaporte.

Eh, n�o � assim que se joga bola!

Eh, joga a bola pra mim! Isso.

- Fim -

- LEGENDA REVISADA E SINCRONIZADA POR CASATLE -

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.