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Sou uma pessoa horr�vel, n�o sou?
N�o, voc� � humana.
Depois de inseminar os �vulos, nenhum deles foi fertilizado.
Podem come�ar outro ciclo daqui a 6 semanas.
Vou fazer isso.
Deve ter sido uma decis�o agonizante
entregar a Hannah.
Acho que fez a coisa certa.
-Hannah, s� tentei... -Saia e n�o volte.
V�! V�! V�!
Voc� est� oficialmente em remiss�o.
Se tivesse um desejo, agora, o que seria?
Passar o resto da vida com voc�.
� bom n�o ser brincadeira,
porque eu casaria com voc� amanh�.
Finalmente.
Qual a emerg�ncia? Estou atrasado pro trabalho.
Desculpe incomodar, Dan, mas mandaram sua filha
da escola para casa, suspensa.
-O qu�? -Cigarro eletr�nico.
Por Deus, Susie.
N�o, n�o, n�o. Essa � culpa sua.
Como � culpa minha?
Porque tem sido negligente com ela.
N�o fui eu quem mudou para Milwaukee.
T�, o que quer que diga... A quest�o �
voltamos para Chicago h� quase 1 ano
e nos �ltimos 6 meses, voc� achou desculpas
para n�o v�-la finais de semana e para n�o busc�-la
depois da escola.
�.
Olha, tenho andando um pouco distra�do.
Sabe, com a CeCe e tudo mais...
Lamento que sua esposa morreu, Dan, de verdade.
Mas voc� tem uma filha de 13 anos que est� bem viva.
-Ela est� no quarto? -Onde mais?
� o papai. Posso entrar?
Estou entrando.
-Ela pegou meu celular. -Fumando? S�rio?
Sabe que isso vai te matar, n�?
Sabe que n�o me importo, n�?
Pegue seu dever de casa. Venha comigo.
-Onde? -Trabalho.
-No hospital? -Sim.
� dia da filha e pai. Estamos atrasados.
Vamos, pegue suas coisas.
Isso � t�o idiota.
�. Pode dizer isso de novo.
O Opal Room vai nos deixar come�ar a arrumar meio-dia.
Sem problema, posso estar l�.
N�o, voc� vai estar no alfaiate,
provando seu smoking.
N�o acredito que fez tudo isso em 2 semanas.
-Est� resolvido. -Maggie.
Sou sua madrinha. Eu deveria fazer algo.
Bem...
O qu�?
Nada.
O DJ come�a a se preparar �s 17h.
Mags, desculpa. Tenho que correr.
Prova de roupas �s 18h, sim?
-Sim, senhora. -Certo.
O que achou da minha playlist?
Tudo bem se eu fizer umas mudan�as, n�?
Sr.� Remus, oi.
Sou a dr.� Manning. E voc� deve ser a Mindi.
-Oi. -Oi.
Segundo nosso prontu�rio, j� � conhecida do PS.
Mindi foi prematura.
Teve muitos problemas de sa�de.
Entendo. S�ndrome do desconforto respirat�rio.
� dif�cil respirar, ent�o a deixo no oxig�nio.
Ela est� bem, 100%.
-O que te trouxe hoje? -Ela n�o est� dormindo.
� ainda mais dif�cil para ela respirar.
E esta manh�, ficou olhando para a parede,
o que sempre acontece quando tem convuls�o.
Certo, por que n�o damos uma olhada?
-Vou ouvir seus pulm�es, t�? -T�.
Pode sentar um pouquinho?
�timo, agora respire fundo.
Bom. Que tal mais uma vez?
�timo. Os pulm�es est�o bem.
Ela est� alerta.
N�o vejo sinal algum de convuls�es,
mas faremos alguns exames. Raio-X de t�rax,
hemograma, eletr�litos e dosagem de Keppra.
S� quero ter certeza que est� com a dose certa.
Voltarei assim que tivermos respostas.
Dr.� Manning, conhece a dr.� Strauss?
Acho que ainda n�o. Voc� � da pediatria, certo?
Sou especializada em abuso infantil.
Quando a sr.� Remus trouxe sua filha pela manh�,
disparou um alerta.
-Um alerta? -Ela foi sinalizada
em v�rios hospitais da cidade.
Por qu�?
Acreditamos que ela vem abusando da filha.
Tenho que ir na lavanderia ap�s o trabalho.
Pegar meu terno para o casamento.
Isso mesmo.
Voc� est� bem?
Sim, s� um tontura.
-Estou bem. -Tem certeza?
Sim, certeza.
Tenho certeza.
Certo.
Kings: DarkSideRider | Thales
King das Ressyncs: Hugota
Queens: Keila | Tati Saaresto AmandaMasc | LaryCarvalho
CHICAGO MED 5x17 - The Ghosts of the Past
Equipe Queens Of The Lab -Diabolicamente Majestosas-
Voc� pode...
usar minha mesa para fazer a li��o, certo?
N�o vou ver nenhum doido?
Anna, quantas vezes falamos
sobre voc� usar essa palavra?
E n�o, voc� n�o ver� meus pacientes.
Qual motivo de me trazer aqui, pai?
Qual o motivo?
O motivo �, voc� foi suspensa,
e precisa fazer a li��o, eis o motivo.
Acho que n�o � nosso dia de curtir, �?
Voc� disse que pode me manter presa.
Nossa, voc� � bem esperta.
Fa�a sua li��o de casa.
Olha, tenho que ir. Mas vou voltar.
E vamos ter uma boa conversa, certo?
At� mais.
Dr. Choi, dr. Marcel.
Ferimento a tiro, um policial. Indo para a Bagd�.
John Bell, vinte e poucos.
Ferimento � tiro, abdome direito.
O colete ficou na ambul�ncia.
-Aguente, Johnny. -PA 110/82, batimentos 104.
-Satura��o 100%. -Doris, comigo.
-Sim. -Mike, preciso do Raio-X.
Abd�men e t�rax. Transfer�ncia na minha contagem.
Johnny � um her�i. Salvou uma menina de 10 anos.
Estamos ele, Rosado. Prontos? Um, dois, tr�s.
Isso d�i!
Ferimento �nico lateral.
N�o atravessou. Deve ter retido o proj�til.
Sons de respirat�rios bilaterais.
Desculpe. Dor localizada, quadrante inferior direito.
Raio-x lateral primeiro.
Afastem-se.
Proj�til no posterior lateral.
-� transabdominal. -J� � o suficiente.
Policial Bell, vamos lev�-lo para cirurgia, certo?
-Certo. -Tudo certo, Doris.
-Avise-os. -Sim.
Como ele est�? � um dos meus.
-N�o venha com besteiras. -Trudy.
Os sinais vitais s�o bons,
mas, o proj�til est� em um local perigoso.
-Ele vai para cirurgia. -Precisamos do Padre Dan?
Esperamos que n�o.
Mantenha-me informado sobre ele.
Por que n�o me ajuda?
Sei que entende de ferimentos � tiro.
Vamos l�.
Dr. Charles, temos um poss�vel caso
de M�nchhausen por procura��o.
Acredito que a sr.� Remus mente os sintomas da filha
ou os causando, para conseguir aten��o.
Eu acho que n�o � o caso.
Digo, passei tempo com ela, me parece uma m�e
normal e preocupada.
Essa menina, Mindi,
j� foi hospitalizada v�rias vezes.
Baseado em sintomas vagos que profissionais de sa�de
n�o percebem.
Bem, esperem. Quer dizer, Mindi foi diagnosticada
com displasia broncopulmonar.
Quando era um beb�.
Ela tem 4 anos, e a m�e ainda a traz para usar o nebulizador.
Sim, ela tem tomado muita medica��o, devo dizer.
O que poderia ser necess�rio, dado seu hist�rico.
Bem, n�o vamos discutir a causa enquanto n�o tivermos
mais informa��es.
Dr.� Manning, avise-nos se os resultados dela
confirmarem os sintomas que a m�e descreve.
Dr. Charles,
vai precisar avaliar a sr.� Remus.
Se minha suspeita estiver certa, pelo bem estar da Mindi,
precisaremos envolver o Conselho Tutelar.
O que vai pegar?
Olha quem est� de volta.
Eu que n�o ia querer ela me operando.
Ningu�m te perguntou.
Entre o Afeganist�o e Chicago,
suponho que viu todo tipo de ferimento por tiro.
No exterior, mais por alta velocidade. Aqui, armas de m�o.
De qualquer forma, um mundo de perdas.
A bala atravessou o ceco.
Precisa de reparo. Passe o fio 2.0.
Espera a�.
Ethan, viu essa protuber�ncia?
-Sim, uma grande massa. -Hematoma?
N�o muito longe da marca da bala para ter rela��o.
Vamos dar uma olhada... Bisturi.
-� um abscesso. -De onde diabos?
Algo externo.
Deve ter causado o abcesso.
Ethan, o que acha disto?
Veja se ele tem cicatrizes no flanco.
-Tem. -E pr�ximo a elas?
Ferimentos de entrada e sa�da.
N�o foi a primeira vez que ele levou um tiro.
-Como pode ter tanta certeza? -J� vi isso antes.
Estava em um carro quando ocorreu.
-E isso? -� da espuma do assento.
-Oi. -Saiu o resultado dos exames?
Sim. Deu tudo negativo.
Nada fora do normal.
Isso � �timo.
O que h� de errado com ela?
N�o sei.
-Ela est� com febre? -N�o, senhora.
Tem algo errado com ela. Ela n�o est� normal.
-M�e? -Est� tudo bem, beb�.
A mam�e est� bem.
Desculpe, s� estou tentando cuidar dela...
Vamos pedir um EEG.
Ver se est� tendo convuls�es subcl�nicas.
Obrigada.
April?
Voc� est� bem? Certo, certo.
N�s a pegamos.
Pegamos voc�.
2 mg de morfina IV.
-Certo. -April. O que preciso saber?
Estou fazendo FIV.
Ent�o est� tomando horm�nios?
Vou apalpar seu abd�men.
-Desculpe. -PA e batimentos normais.
Tens�o difusa, pior lado esquerdo.
Hemograma, eletr�litos e hCG.
April, pode ser uma tor��o ovariana ou cisto.
Vamos pra ginecologia fazer um ultrassom. Hank?
Vamos!
-Vou ligar pra ginecologia. -Espere.
Chame a dr.� Asher, diga que a quero
para fazer esse ultrassom em uma colega.
Certo.
Querida, desculpe, tenho que sair logo daqui,
tem algo acontecendo. � uma antiguidade.
-Estou fazendo geografia. -�, muito engra�ado.
Olha, sele��o muito limitada.
Mas tinham o seu favorito,
fritas de churrasco, que v�o muito bem
com este delicioso sandu�che de atum.
Nossa, pai, o que acha que iria melhor com isto?
Voc� mexeu na minha mesa?
Terminei meu dever. O que mais eu deveria fazer?
Querida, minha mesa � particular.
Como se sentiria se eu...
mexesse na sua mochila?
N�o encontraria �lcool nela.
E desaprova eu fumar?
-Isso � muito hip�crita. -Foi um presente.
-Claro. -Olha.
Sou um adulto, com idade legal para beber.
E voc�... � uma crian�a.
Ent�o vamos falar sobre fumar?
-Meu Deus. -Toda semana, neste hospital,
temos crian�as da sua idade com os pulm�es destru�dos.
-L� vem. -Quero ter uma conversa s�ria
com voc�, mocinha. Se retrucar tudo que disser...
N�o estamos conversando. � uma palestra.
Talvez tenha um motivo pra isso.
Olha, s�...
Leia um livro ou algo assim.
Por favor.
Seu ultrassom mostrou ov�rios
aumentados bilaterais com bom fluxo.
N�o h� indica��o de tor��o
ou cisto hemorr�gico.
Ent�o?
Voc� tem algum flu�do no abd�men.
Isso, junto � dor e n�useas,
indica um caso leve de SHO,
s�ndrome de hiperestimula��o ovariana.
Combina com fertiliza��o in vitro, dos horm�nios.
Vou prescrever alguns flu�dos injet�veis e albumina.
Continue com os analg�sicos.
Geralmente, isso passa com o tempo,
ent�o, vamos esperar e observar.
-Obrigada. -Certo.
Hannah...
Feliz em ver que voltou.
Sei que a reabilita��o n�o foi f�cil.
Vamos focar na sua paciente.
Ent�o n�o encontrou nenhum outra proj�til ou estilha�o?
-Nada met�lico no Raio-x? -N�o, sr.�, s� o de hoje.
Mas tem certeza que ele foi baleado antes?
N�o vejo outra explica��o.
Bem, les�o por arma de fogo � um relat�rio obrigat�rio.
N�o consta do seu hist�rico, e sua parceira
n�o sabe nada sobre isso.
Veja, ele salvou a vida de uma menina.
Quer dizer, o cara � um her�i.
-Digo para ignorarmos. -N�o podemos.
Temos uma obriga��o legal.
Mas, eu concordo,
n�o queremos criar alarde se n�o precisamos.
Ent�o, quando ele acordar, falem com ele.
Felizmente, h�...
-Sim? -Desculpem interromper.
Mas, dr. Choi, deveria saber, April n�o est� bem.
-O que? -Dr. Halstead est� tratando ela.
-Certo. -V�, eu cuido disso.
Est� taquic�rdica, satura��o baixou para 94%.
-N�o consigo respirar. -Doris, c�nula.
Certo, abd�men distendido. Ultrassom.
-April, o que est� havendo? -Ethan...
SHO.
-Tudo certo. -Certo.
Fluido asc�tico irritando o diafragma.
Por isso a dificuldade em respirar.
-Ela precisa de paracentese. -E de albumina.
Com licen�a, estou tratando a paciente.
-Voc�? -Sim, a dr.� Asher est�.
Ela j� deu albumina a April.
Certo, April. Vou anestesiar o local.
Amor, vamos drenar o flu�do, certo?
Certo, voc� n�o far� nada.
-Por favor, saia. -N�o vou sair.
Ethan, voc� sabe que n�o deveria estar aqui.
-Ethan, v�, tudo bem. -N�o, n�o, n�o.
Vou ficar bem.
-Deixe conosco. -Certo, April, pronta?
Certo.
Est� indo bem. Tudo bem, foram 10ml.
� isso, continue respirando.
Foram 35, quase em 40.
Certo.
Bom trabalho, dr.� Asher.
-Facilitou a respira��o. -Doris, mantenha press�o.
April, volto j� para te ver, certo?
Certo.
Dr.� Asher realizou a paracentese,
e correu tudo bem.
-April est� est�vel. -Voc� pode entrar agora.
Hannah.
Entende que eu n�o podia deixar voc� atender pacientes.
Precisava avisar sobre seu v�cio.
Publicamente? Para que todos soubessem?
Tem ideia de qu�o humilhante tem sido?
N�o havia outro caminho.
Se eu a entregasse, voc� negaria.
Precisava ter certeza que eles tinham provas.
N�o, o que fez foi trai��o.
Voc� � uma �tima m�dica. Acredito em voc�.
N�o deixaria voc� jogar sua vida fora.
Se precisasse, eu faria novamente.
Pessoal? As cortinas n�o s�o a�.
Elas precisam estar no come�o do corredor
para que eu passe por elas.
-Oi, amor. -Oi, como vai, querido?
O que faz aqui? Deveria estar no alfaiate.
J� estive. Eles est�o ajustando as cal�as.
-Ent�o, como posso ajudar? -Nada.
Palacio!
Trouxe suas orqu�deas.
Tem um problema.
O qu�?
Elas foram deixadas no asfalto em O'Hare.
Congelaram.
-Est�o arruinadas. -Est�o.
Podemos lidar com isso.
Que tal voc� escolher uma substituta?
Por nossa conta.
Aqui. Margaridas.
Flor de casamento muito popular.
Margaridas?
-Que tal... -Querido, eu cuido disso.
Acabei de revisar EEG de Mindi Remus.
N�o vejo evid�ncia dela ter tido convuls�es subcl�nicas
-ou atividade epileptiforme. -Tem certeza?
Se eu tenho certeza? Apenas um incompetente
prescreveria medicamentos anticonvulsivos para ela.
-Algo mais? -N�o. Obrigada. dr. Abrams.
Ent�o, estamos prontos para passar ao Servi�o Social?
-Sabe, n�o tenho certeza. -Bem, eu estou.
O que voc� sugere?
Se estamos acusando a sr.� Remus
de fingir os sintomas de sua filha,
por que n�o tiramos Mindi do oxig�nio
e vemos como ela reage?
O que temos a perder?
Estamos de acordo?
Muito bem, ent�o.
-Ele est� acordado? -Sim.
Como est� April?
-Ela est� bem. -Fico feliz em saber, cara.
John?
Oi, cara.
A opera��o correu bem. Como se sente?
-Estou bem. -�timo.
Precisamos fazer algumas perguntas.
Est� pronto para isso?
Antes de hoje, voc� j� levou um tiro?
Tiro?
N�o.
Vimos duas cicatrizes na sua lateral.
Como conseguiu elas?
Sim.
Quando eu era crian�a...
brincava de luta de espadas.
Eu fui cortado.
Policial Bell, me desculpe,
mas isso n�o � consistente com o que descobrimos.
Tem espuma de banco de carro em seu abd�men.
E da�?
Vemos isso em pessoas que levaram um tiro
enquanto estavam sentadas no carro.
Isso n�o aconteceu.
Pode nos ajudar a entender como ela foi parar l�?
Olha, n�o me importo com o que pensou que achou.
Nunca levei um tiro.
Est� bem.
Com licen�a, cara.
Sr.� Remus, esta � Sharon Goodwin,
Diretora Executiva de Servi�os ao Paciente,
e a dr.� Strauss, pediatra.
-Tem algo errado? -Por favor, sente-se.
Ent�o, o EEG de Mindi voltou normal,
o que � uma coisa boa.
O problema �, n�o nos deixa perto de um diagn�stico.
Por isso, seria �til tirar Mindi do oxig�nio
-e ver como ela reage. -Mas ela precisa.
E � isso que vamos descobrir.
E se ela tiver problema para respirar,
imediatamente a colocaremos de volta.
Mas precisamos da sua permiss�o.
Quer ajudar sua filha, n�o quer?
Claro que quero.
Tudo bem.
Mindi, querida?
Os m�dicos s� precisam testar uma coisa, certo?
Vamos tirar isso do seu nariz, est� bem?
Certo, est� pronta? A� est�.
Voc� vai ficar bem. Pronto.
Voc� est� bem?
Est� dif�cil de respirar?
Satura��o ainda est� em 100%.
Eu n�o entendo.
Isso � como um milagre. Como isso aconteceu?
Poder�amos sair e conversar um minuto?
Mindi? Mam�e j� volta, est� bem?
Sr.� Remus, conhece uma doen�a chamada
"S�ndrome de M�nchausen por procura��o"?
Voc�s acham que sou louca.
Acham que estou fazendo minha filha adoecer?
Outros hospitais relataram que a Mindi
n�o apresenta sintomas quando chega na emerg�ncia.
-Outros hospitais? -Sim.
Voc� sabia disso o tempo todo e n�o me contou?
Sinto muito.
Meu Deus!
Est�o tentando tirar minha filha de mim.
Sr.� Remus, nosso interesse � no bem-estar de Mindi.
N�o, voc�s n�o podem lev�-la.
-N�o podem tir�-la de mim. -Sr.� Remus.
N�o, n�o, n�o.
N�s dever�amos conversar l� fora.
-N�o podem lev�-la. -Sr.� Remus.
N�o pode lev�-la. Eu n�o sou louca.
-Pai. -N�o podem tir�-la de mim.
-Pai! -Anna.
-Com licen�a. -Ela sempre esteve doente,
Isso pode mesmo acontecer?
-Eles podem levar a filha... -Querida, o que faz aqui?
Voc� n�o devia estar aqui, querida.
Eu a amo.
Voc�s n�o v�o tir�-la de mim!
Querida, sinto muito que voc� presenciou isso.
Mas o que estava acontecendo l�,
� que aquela mulher, ela..
Ela pode ter uma doen�a
que acaba fazendo com que ela n�o seja uma boa m�e.
Pai, eles v�o nos separar?
O qu�? Quem vai?
Aquelas pessoas, assim como l� embaixo.
N�o, n�o. Ningu�m vai...
Ningu�m vai nos separar.
Por que est� perguntando isso?
Porque voc� n�o tem sido um bom pai.
Parece que voc� se esqueceu de mim.
Nada disso. N�o te esqueci nem por um segundo.
-N�o esqueci. -Voc� esqueceu.
Mas n�o estou brava. Eu n�o me importo.
N�o quero que voc� v� embora.
Querida, n�o vou a lugar nenhum.
Isso n�o vai acontecer.
-Voc� promete? -Eu prometo.
O que foi?
� s� que...
Voc� sabe que te amo. Eu te amo muito.
E eu me sinto muito mal.
-Tudo bem. -N�o, n�o est� tudo bem.
Voc� tem raz�o.
N�o tenho sido um bom pai.
Eu tenho sido ausente.
Bem, isso � porque a CeCe morreu.
Sim, mas sabe de uma coisa?
Isso n�o � desculpa.
Voc� � minha filha.
Voc� � minha garotinha...
E eu...
Eu sinto muit�ssimo.
E eu prometo que vou melhorar.
Tudo bem?
Tudo bem.
Seus colegas gostariam de visit�-lo.
Voc�s contaram algo para eles?
N�o, n�o contamos.
Veja s�, John.
Sou da Marinha, e pela minha experi�ncia
vejo que policiais e militares s�o muito parecidos.
Ambos t�m um profundo senso de dever.
Mas tenho que lhe dizer, cara.
Se aconteceu algo no seu passado,
voc� precisa assumir.
Eu n�o sou militar.
Mas meus pais diziam o seguinte:
"A mentira pode envenenar a vida de um homem".
O que achou dessa cal�a?
Que cheiro � esse? O que est� acontecendo?
O esgoto entupiu.
D� para consertar?
Temos esgoto bruto minando pelos ralos.
A cozinha est� inutiliz�vel.
-Temos que fechar o sal�o. -Fechar?
Sinto muito.
Podemos reagendar,
ou ajud�-la a encontrar outro lugar.
Ben.
Vai ficar tudo bem.
Sempre tive o sonho de me casar aqui.
N�s vamos pensar em algo.
Eu n�o vou desistir.
Eu posso fazer isso.
Onde mais pode ser?
Na beira do rio.
-Podemos alugar uma tenda. -Estamos no inverno.
Maggie, deixe-me ajud�-la com isso.
-Ben, n�o me distraia. -Pare, est� bem? Pare.
Est� agindo como algu�m em remiss�o.
O qu�?
C�ncer. Tudo se resume a isso.
Voc� acaba de passar por algo que fez voc� se sentir in�til,
e voc� nunca mais quer se sentir assim.
Acredite, eu sei.
Mas n�o importa o quanto tente, n�o pode controlar tudo.
Mas est� tudo arruinado.
Voc� tem um parceiro agora.
Ou, como se chama no casamento, um ajudante.
E seu ajudante far� a parte dele e ajudar voc�.
-Desculpe por aquilo. -Est� tudo bem?
Sim. Sim, est�. Obrigado.
Quando terminar de avali�-la,
devemos nos reunir na sala da Goodwin.
Eu ainda quero tanto acreditar nela.
Quando eu estava gr�vida, me disseram...
que eu iria perd�-la se n�o ficasse de repouso,
ent�o eu fiquei por 2 meses.
Mas, ainda assim, ela nasceu com 24 semanas.
Se importa de contar um pouco como foi
o nascimento da Mindi pra voc�?
Terr�vel.
Eu estava apavorada.
E tinha tanto sangue...
E ent�o ela n�o respirava.
Eles a tiraram de mim
e a encheram de tubos.
Eu via as express�es dos m�dicos e ouvia as m�quinas.
E eu pensava que meu beb� estava morrendo.
At� hoje, ela dorme ao meu lado na cama.
E eu escuto a noite toda...
para ter certeza que ela est� respirando.
Como assim? Voc� descansa um pouco, n�o?
Quando voc� dorme?
Eu n�o durmo.
Tudo parece �timo, April,
mas precisar� ver com sua m�dica
-sobre continuar a FIV. -Eu vou, obrigada.
Estou feliz que est� de volta.
Vou iniciar a sua alta.
Voc� ficar� bem.
Mas precisaremos trocar seus rem�dios.
Quando a �ltima coleta falhou,
eu quis ter certeza que a pr�xima n�o falharia.
Ent�o tomei meus horm�nios em dobro.
-Eu mesma causei isso. -April.
-Voc� queria um beb�. -N�s dois quer�amos,
mas n�o �s custas da sua sa�de, nunca.
Est� tudo bem. Tudo bem.
Eu s� queria me redimir...
Voc� n�o tem nada para se redimir.
-Eu tenho. -Do que est� falando?
Crockett.
Crockett?
Naquela noite que voc� viajou...
para servir...
Eu o beijei.
Sinto muito.
Eu fiz...
Espere, n�o foi culpa dele, foi minha.
-Ele n�o teve culpa nenhuma. -Nenhuma?
-Nenhuma culpa? -Ethan.
Ethan.
April? S�rio?
E todo esse tempo fingindo ser meu amigo?
Qual �! Qual �, amigo! Vamos ser amigos!
-Pare! Pare! -Vamos, vamos!
-Para tr�s! -Dr. Marcel!
O paciente que v�-lo.
Vai.
Policial, do que precisa?
Eles acham que sou um her�i.
Eu n�o sou.
Voc� estava certo.
N�o posso continuar vivendo uma mentira.
Eu tinha 17 anos.
Um grande babaca.
Meu amigo tinha uma arma,
achamos que seria legal roubar a loja de bebidas.
O problema � que o dono tamb�m tinha uma arma.
Atirou no meu amigo.
Atirou em mim, dentro do carro, tentando fugir.
Meu amigo morreu.
Mas eu sobrevivi.
Precisava acreditar que havia um motivo.
Eu mudei de vida.
Corrigi meus erros.
Entendemos o quanto foi dif�cil nos contar isso.
Como o ferimento a tiro nunca foi reportado,
-sabe que precisaremos... -N�o.
Deixe que eu reporto.
Vou reportar.
O policial Bell gostaria de v�-la.
Ent�o estamos de acordo?
O Conselho Tutelar tomar� a guarda de Mindi Remus?
N�o, n�o estamos. N�s...
-n�o estamos de acordo. -O qu�?
Por que n�o?
Carol Remus est� sofrendo de uma doen�a mental,
que pode ser facilmente m� interpretada
como Munchausen por procura��o, mas n�o �.
Acho que ela tem TEPT.
Transtorno de estresse p�s-traum�tico.
Qual �, por causa de qu�?
Da experi�ncia de dar � luz
um beb� extremamente prematuro
e ver aquele beb� quase morrer.
N�o, Mindi claramente n�o est� sofrendo
de qualquer uma das condi��es que a m�e afirma.
Bem, o TEPT leva � hipervigil�ncia...
Nesse caso, a preocupa��o constante da m�e
sobre a sa�de da filha.
Isso faria com que a sr.� Remus
interpretasse mal os sintomas de Mindi
e totalmente fora de propor��o.
Como fica a garotinha? E o que ela precisa?
O melhor para Mindi � ficar com a m�e que a ama.
Voc� est� errada.
Sr.� Goodwin?
Eu vou concordar com o dr. Charles.
Quando aquela garotinha voltar aqui
gravemente ferida, e ela vai...
Ser� culpa de voc�s.
Will!
Voc� estava certo.
Eu teria negado.
Daria um jeito de me safar.
E eu estava profundamente viciada.
Apenas em total nega��o.
Todo dia era apenas sobre a pr�xima dose.
Sabe, se eu for honesta comigo mesma...
O que voc� fez era o que eu precisava.
N�o tem sido f�cil.
Mas voc� me devolveu minha vida.
Voc� tem planos hoje � noite?
N�o.
Que tal um casamento?
Dr. Choi.
Soube que tivemos problemas no andar de cima.
Sim, senhora.
N�o posso ter meus m�dicos brigando na UTI.
Entendido.
Sr.� Goodwin, a culpa foi minha.
Assumo total responsabilidade pelo que aconteceu.
O que voc� quer dizer?
April e eu, est�vamos tentando ter um beb�.
E acho que fiquei obcecado com isso.
N�o vi que havia problemas.
Consigo entender voc� querer ter um beb�, dr. Choi.
Voc� j� viu muita morte.
� natural que voc� queira trazer uma vida ao mundo.
Mas n�o seja t�o duro consigo mesmo.
Vejo voc� no casamento?
Voc� pode abrir seus olhos agora.
Nat.
Voc� conhece minha liga das noites de quarta-feira.
Eles me ajudaram a montar tudo isso.
Trouxemos o Sal�o Opal pra c�.
Ficou lindo, Ben.
N�o.
Voc� � linda.
Vamos fazer isso?
Estamos reunidos hoje neste boliche
para unir meus amigos, Ben e Maggie,
em santo matrim�nio.
Em um momento, eles v�o dizer seus votos...
Voc� deu em cima da April?
E eu estava come�ando a pensar que voc� era um cara legal.
O que te fez ter essa ideia?
Com esta alian�a,
eu, Ben Campbell,
recebo voc�, Maggie Lockwood,
para ser ningu�m mais que voc� mesma.
Com esta alian�a,
eu, Maggie Lockwood,
recebo voc�, Ben Campbell,
para ser ningu�m mais que voc� mesmo.
Corajoso. Amoroso.
E seu ajudante indispens�vel.
E meu ajudante indispens�vel.
Prometo amar-te e respeitar-te,
ao longo de todos os nossos anos.
Ao longo da nossa vida compartilhada.
E em tudo que a vida nos traga.
Pelo poder investido em mim pelo estado de Illinois,
eu vos declaro marido e mulher.
Certo, pessoal.
Vamos festejar!
Bom trabalho.
Maggie merece tudooo! E #quarentenaquesegue
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