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Original subtitles

Se não fores a Samanta, deixa recado.

Vai-te foder, Jason!

Não preciso das tuas merdas!

E não me ligues outr vez.

"A COISA NA FLORESTA" COM SAMANTA SMITH

WTFSubs apresenta:

CINEMA DO PESADELO

Tradução: Pazolline Moicano³ Malucat²

Tradução: vegafloyd² PedroSPJ i_ravena

Revisão: vegafloyd Moicano

Olá?

O que foi?

Calada.

Tu viste-o?

E os outros?

Ele matou-os. Matou todos!

Não te preocupes. Vamos dar um jeito.

Vou-te proteger.

Corre!

E agora? Queres ir a pé até á cidade

no meio da noite com um psicopata à solta?

Não precisamos de andar.

Putz, ele não!

- Mãos onde eu as possa ver. - Tom?

Fica aí. Coloca as mãos onde eu as possa ver.

Tom, estás a cometer um engano.

É Oficial Carter, sua bosta!

O que é que aconteceu contigo?

Estás ferida?

Ele magoou-te?

Não foi ele. Foi outra pessoa.

Anda á nossa caça.

- À caça? - Precisas de nos tirar daqui.

Tom, por favor, precisas de confiar em nós.

Por favor.

Tudo bem. Mas os dois vão atrás

enquanto verificarmos tudo.

Obrigado.

- Desculpa se alguma vez... - Para.

Éramos miudos na época.

Além disso, não estás livre ainda.

Meu Deus! É ele novamente!

Que diabos é isso?

Tom?

Tom, leva-nos para a cidade!

Por favor Tom, entra no carro, vamos sair daqui.

Larga a arma! E levanta as mãos.

Eu disse para largares a arma!

Ele morreu?

Há algo de errado.

Não.

Não.

Não, não, não...

Que tipo de piada doentia...

Porra Tom! Disse para sairmos daqui!

O que é que vamos fazer?

Vamos sair daqui.

Cuidado com os vidros.

Não, Jason! O que é que vais fazer?

Vou buscar as chaves.

Ele ainda está vivo!

Anda, vamos embora! Precisamos de chegar a casa.

Merda.

Meu Deus!

Deixa-nos entrar! Abre a porta!

Abre a porra da porta!

Mas que caralho!

O que é que houve? Onde estão os outros?

Morreram, Mike. Estão todos mortos.

Mortos? Como assim, mortos?

Que diabos se passou contigo? Está ferida?

Não é o meu sangue.

É sangue da Lizzie, da Maggie... do Tony, do Carl, do Jamie...

Do Ron e da Stephanie.

Do que diabos estás a falar?

Ele matou-os. Matou-os a todos!

Matou-os? Quem?

O Soldador.

- Quem caralhos é o soldador? - É...

É... ele!

Que diabos!

Estás a brincar!

Ele partiu-me as costelas!

Vai fazer mais que isso se nos apanhar!

- Não aguento muito tempo! - O que é que vamos fazer?

Segura-me nisto.

Quando contar três...

Abres a porta e deixas-o entrar.

Estás maluco?

Vou explodir a porra da cabeça dele!

Espera!

Não vais explodir porra nenhuma!

O filho da puta partiu-me as costelas!

Eu é que lhe vou estourar os miolos aqui.

Vou ensiná-lo a não se meter comigo.

E quando o puto mostrar a cara,

serei a última coisa que ele vai ver...

Morre, seu filho da puta!

O que é que estás á espera?

Acaba com isso.

É a mim que queres?

Vem-me apanhar, filho da puta!

Espera, espera, Sammy! Por favor, não me mates!

Sam, sou eu, Fred!

- Fred? - Sim, Fred, lembras-te de mim?

Fred, o teu vizinho.

Conhecemo-nos desde miudos.

Costumávamos brincar juntos, lembras-te?

Tu eras a princesa?

Eu era teu servo. Levava sempre as tuas coisas.

Por favor, Sammy, por favor.

Tens que acreditar em mim.

Viemos para cá juntos para passar-mos o fim de semana.

Os meus pais deixaram a cabana

para curtimos as férias antes de voltarmos às aulas.

Duas semanas aqui.

Duas semanas, meu Deus!

Até logo.

Está bem.

O fim de semana estava óptimo até que algo caiu do céu.

Meu Deus!

Viram aquilo?

Pessoal, vamos dar uma olhadela!

- Não! - Vamos!

Eu queria ir-me embora.

O resto estava curioso.

Fomos ver o que era.

Tentei convencê-los para irmos embora.

Podia ser perigoso, deveríamos deixar para os cientistas.

"Foda-se a ciência", disse ele.

E fez a coisa mais estúpida de todas.

- Corre! - Corre, corre!

Não, não, merda!

Não, não!

Não!

Eu consegui escapar.

Sabia o que tinha que fazer.

Aqueles não eram mais os meus amigos.

Tinha que os caçar. E tive que os matar.

Tive que detê-los antes de fugirem para a civilização

e infectarem cada um de nós.

Não.

Se ainda há humanidade dentro de ti.

Não!

Mata-me!

A porta está aberta.

- Já fizeste alguma vez na varanda? - Não, claro que não.

Vamos, queres?

Não, David, alguém poderia ver-nos.

Vamos.

Vai ser divertido.

Vamos.

Vamos.

Está bem.

Pensei que te tinha perdido.

Falo contigo mais tarde.

Para ti também.

A minha mãe. Vais adorá-la.

Champanhe.

Estou a subir na vida.

O mundo que está a acompanhar-te.

A nós.

O que foi?

Nada.

Estavas a olhar-te ao espelho.

Devíamos pedir sobremesa, para comemorar.

Precisas de parar com isso, Anna.

Vamos falar de outra coisa.

Está na hora de deixar essa obsessão de lado.

Não sou a miuda mais bonita que já namoraste, David.

- Não com... - Eu não penso assim.

Todos pensam assim, acredita em mim.

Vamos, pelo menos deixa-me saborear a injustiça.

A aparência é supervalorizada.

Sabes, a tua imaginação nem sempre é tua amiga, Anna.

Só quero que sejas tão feliz quanto me fazes feliz a mim.

Tornar as coisas oficiais entre nós...

Foi a melhor coisa que já me aconteceu.

Comigo também.

Quando estava a falar com a minha mãe...

Ela disse que se quiseres falar com ela sobre plástica...

Falaste sobre o meu rosto com a tua mãe?

Desculpa, eu só...

A minha mãe já fez plásticas, Anna.

Ela entende dessas coisas.

Mas tu és tão bonito.

Ela deve ter sido sempre bonita.

Bom, ela é agora.

Ela é...

Extraordinária.

A vida é curta para te preocupares com a aparência.

Eu pagarei por tudo.

Vais-te sentir melhor contigo mesma.

Anna.

O Dr. Leneer vai ver-te agora.

Anda.

Podemos fazer-te bastante feliz, Anna.

Não espero milagres.

Vou-me casar. Só quero ficar...

Linda para as fotos. Oiço isso sempre.

Fui o médico da fabulosa mãe do David.

- Já a conheceste? - Ainda não.

Nada te pode preparar para o quão linda ela é.

Se é que posso opinar.

Ele está a ser modesto.

Ela é uma obra de arte.

O que é que aconteceu?

Acidente de carro.

Tinha dois anos. Não me lembro de nada.

Excepto o olhar das pessoas durante toda a vida.

Nunca pensaste em cirurgia plástica?

Problemas financeiros.

Bem.

Estou confiante que podemos eliminar 95%.

- Sério? - Sim, nem te vais lembrar.

E se desejares...

Já que vais estar sedada, eu poderia...

fazer alguns outros ajustes.

Que mulher não tem uma lista?

Quero ficar linda para o David.

Sugiro afinarmos o nariz.

E vamos dar-te um pouco mais de queixo.

E maçãs do rosto, claro, para realçar.

Sério?

É só saber os locais para o preenchimento.

Gosto de injectar na parte de trás do queixo.

Nos dá volume, não dá inchaço.

Vais adorar.

Sugiro algo mais proporcional.

Posso imaginar perfeitamente, Anna.

Topas?

Quando é que faríamos?

Estamos aqui para realizar sonhos.

O que achas na próxima segunda?

- Rápido. - Por quê esperar?

Podemos realizar os exames agora.

- Qual é o hospital? - Estás nele.

As nossas cirurgias e recuperações são feitas aqui.

Sim?

Óptimo.

Óptimo! Então...

Alguma pergunta?

Além da cicatriz...

Estou a fazer a coisa certa?

Estou a ser fútil?

Preocupas-te demais, não é?

Demais, não.

- Bastante. - Sim.

Estás a fazer a coisa certa.

E não. Não estás a ser fútil.

E a dor?

Vamos dar-te algo para te sentires melhor.

A mudança dói sempre, de uma maneira ou de outra.

Uma filósofa.

Acho que vamos ser amigos.

- Eu vou... - Anna...

Nunca mais temerás um espelho.

E David será o homem mais sortudo da cidade.

Vais dormir um belo sono.

Cuidaremos de tudo.

O teu lindo noivo está na sala de espera.

Queria ter um desse.

Conta em decrescente a partir do dez.

Dez, nove,

oito, sete...

Bisturi.

Como está a nossa paciente favorita?

Olá.

Dr. Leneer deu-nos ordens

para trocarmos os drenos a cada duas horas.

Para controlar-mos as dores.

Acabei de te dar uma dose.

Avisa-nos, certo?

O botão de chamada está ao lado da cama.

A cirurgia foi óptima, Anna.

Vou deixar os apaixonados a sós.

O Doutor vem ver-te daqui a alguns minutos, certo?

Tenta não conversar, tens pontos.

Muito bem. A casa de St. Barts?

É nossa.

Com um chef exclusivo.

Não digas nada, querida.

Eu amo-te.

Sonhei com nós os dois.

Sim.

Eu concordo.

Vou falar com ele.

Fizemos o máximo que podíamos.

Tudo bem.

Anna.

Estou muito contente. Deu tudo certo.

Mas há uma pequena preocupação.

O teu nível de oxigénio, não estava bom o bastante.

Acontece em algumas rinoplastias.

Por que é que não fazemos a coisa certa e acertamos tudo amanhã?

Vamos ser muito rápidos, está bem?

É bastante tranquilo.

A enfermeira Simone vai ficar aqui a noite toda.

Ela vai-te dar algo para as dores.

Vou fazer outra cirurgia agora,

mas ela liga-me caso algo aconteça.

- Estás em boas mãos. - Eu...

Tive um sonho lindo.

Mas depois ficou estranho.

Tu estavas lá.

Bem...

Quando se está sedado, a mente costuma enganar, Anna.

Na minha primeira cirurgia,

pensei ter morrido e encontrado Deus.

Perguntei como é que ele tinha conseguido o meu trabalho.

Vejo-te de manhã.

Dorme.

E não te preocupes.

Prometes?

Sim, Anna?

Preciso de fazer uma ligação.

O Dr. proibiu conversas hoje à noite.

Sem telefone. Algo mais?

Um espelho?

Amanhã. Tenta descansar.

Clínica Mirari, aqui é a enfermeira Simone.

Estou a descer.

O NOIVO DA PACIENTE SOLICITOU ALTERAÇÕES ADICIONAIS IMEDIATAS.

Foda-se a "aparência superestimada".

Ajuda-me!

Ajuda-me, por favor!

Ajuda-me!

Por favor, ajuda-me!

Ajuda-me!

Anna, o que é que estás a fazer fora do teu quarto?

Olá, Anna.

A enfermeira Simone disse-me que foste desobediente.

Não! Deixa-me ir!

Não, por favor!

Fica calma.

Vai dar tudo certo.

Mais anestesia, enfermeira.

Não, por favor, não.

- Anna, está tudo bem. - Tu mentiste-me.

Tu quiseste mais.

A ideia foi tua.

Anna, fica calma, está bem?

A minha mãe veio ver-te.

Vou buscá-la.

Está bem bem?

O que é que fizeram comigo?

Fiquei uma aberração.

Anna.

Sou a Nádia.

Mãe do David.

Bem-vinda a família, querida.

Ela é adorável.

Ela é magnífica.

David?

David, onde estás?

Onde está o David?

Estou a falar contigo.

Quem és tu?

Sou o projeccionista, querida.

Sou o criador de cem anos de pesadelos.

Todos presos numa tela que nunca esquece nada.

O que queres de mim?

Podes chamar-me de coleccionador da morte.

Vou adorar assistir á tua.

"MASHIT" COM PADRE BENEDICT ABUELO

Há alguém aqui?

Senta-te.

Quem és tu?

Sou o projeccionista.

Bem-vindo ao meu pesadelo.

Afastem-se!

Peter! Meu Deus!

Não.

Peter, não faças isso!

Afasta-te.

Peter!

O que é que estás a fazer?

Vais cair.

Vem comigo, por favor.

Anda, está tudo bem.

Ajuda-me.

- Estou com medo. - Estou aqui.

Tudo bem.

Sei que o amavas, querida.

Mas não tenhas medo.

Estás a salvo aqui.

Vamos, toma isto.

Precisas de dormir.

Vamos.

Isso mesmo.

Lembra-te...

Estarei sempre contigo.

Tudo bem?

Vamos. Vamos para o teu quarto.

Posso dormir contigo?

Tenho que trabalhar.

Mas vejo-te amanhã na sala de aulas, está bem?

Sabes que eu te amo, certo?

Sim.

Quem está aí?

Estou preocupada com a Dani.

O suicídio do Peter foi horrível.

Estou assustada.

- Tu achas... - Irmã, para.

São apenas crianças.

São fortes.

Vamos combater isso juntos.

Dani. Que triste.

Para.

- Para com isso. - O que é que vais fazer?

- Contar a mãe? - De novo, não, Tania.

Para, por favor, sou o bebé da mama.

Volta aqui!

Socorro!

Acalma-te, meu amor.

Não, não, sai!

Não fales.

Já chega.

Amor, estou aqui.

Estou, aqui, certo, amor.

Abaddon. O destruidor.

Abraxas. A porta entre mundos.

Mashit.

Mashit.

Uma entidade infernal para punir

aqueles que cometem luxúria e incesto.

A missão dele é torturar crianças e levá-las ao suicídio.

O que é que fazes aqui tão tarde?

Padre.

É o Mashit.

- Não. - É o Mashit.

Ele está a torturar a Dani e outras crianças.

- Por quê ele e agora? - Não sei.

Estão em perigo.

Por favor.

É o Mashit?

Peter?

És tu?

Irmã.

Sinto a tua falta.

Sinto sua falta, Padre e do que fazíamos aqui.

Juntos.

Diante da cruz do Senhor,

toda as forças do inimigo, afastam-se daqui!

Declaro-vos anátema. Satã!

Afasta-te desse servo, Peter.

Afasta-te!

Afasta-te!

Ele está dentro dela.

Tenho de a matar antes que seja tarde.

Mata-a.

Chamou, padre?

Anda cá, Dani.

Aqueles que residem no abrigo do Altíssimo...

devem permanecer na sombra...

do Todo Poderoso.

O que é que estás a fazer?

Sai!

O que é que estás a fazer?

- Sai! - Para!

- O que é que estás a fazer? - Mostra-se, demónio!

- Por que é que queres... - Sai!

Demónio, mostra-te!

O que é que estás a fazer?

Não interrompas! O demónio está dentro dela!

Estás a brincar? Um exorcismo?

Estás maluco?

É a minha filha!

Estás bem?

Faz a tua mala, meu amor.

Não é a Dani, Padre.

Ela não é a fonte.

Mãe?

Mãe?

És tu.

Mãe!

Ajuda-me!

Acorda!

Sofram, meninos, até á morte!

Serão olhos e ouvidos do Senhor da Escuridão,

e por mim, a Sua vontade será feita.

Ajuda-me!

Por favor, Deus!

Sai!

O que é que vamos fazer?

Algo está errado.

O que é que vou fazer com isto?

Lutar contra o maldito Diabo.

Não!

Cindy!

Luta!

Luta contra ele!

Expulsa-o!

Eu não queria.

Foi ele que fez. Foi ele.

Ajuda-me, por favor.

Claro.

Vou-te ajudar. Sim, vou-te ajudar.

Por favor.

Sofre até morrer!

Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte

não temerei mal algum porque Tu estás comigo.

Boa noite, meninos.

O amanhecer traz um novo dia.

Perdoe-me, padre, por ter pecado.

E é por isso que estamos aqui.

CHAMADA RESTRITA

Há alguém aí?

Com licença.

Com licença.

Com licença.

A minha consulta era às 15 horas.

Lamento, o Dr. Salvador está atrasado.

- O que é que ela disse, mãe? - Mais alguns minutos.

Ela disse isso há uma hora atrás.

Sim, há uma hora.

Só mais alguns minutos.

Estou com muita fome.

Parece que se esqueceram de ti.

Não sejas tolo. Acabei de falar com a mulher.

- Ela pediu mais alguns minutos. - Está bem, certo.

Não deverias responder, Eric.

Eu só disse: "Está bem, certo".

Não deverias ter dito, é falta de respeito.

Está bem, certo.

- Odeio incomodar, mas... - Tenta ser paciente.

O que foi?

Estava a pensar...

- Se houver muita gente... - Não há.

Tu és a única aqui.

E a agenda está fechada. Não posso cancelar-te.

Encaixar-te foi um favor. Não disseste que era urgente?

Disse.

Então por que é que cancelarias a consulta?

Desculpa.

Mãe, eu tenho que cagar!

Não diga essa palavra.

- Mãe, tenho que fazer cocô. - Eu levo-o.

Ninguém vai a lugar nenhum sem mim.

- Nem á casa de banho dos homens? - Não, nem lá.

- Por quê? - Não gosto da aparência.

Está bem, certo.

O médico está á tua espera.

Para com isso, mãe.

Depressa, por favor. Ele está á espera.

Pode entrar.

Sente-se.

Quando ligou, disse que estava com medo.

Exacto.

Por que é que está com medo?

As coisas estão sempre a mudar.

A mudar como?

Ficam diferentes.

Diferentes como?

Quando é que começou a notar essas diferenças?

Ontem de manhã.

As coisas estavam más ontem, depois melhoraram

e agora tudo piorou de novo.

Falou sobre isso para ao seu marido?

Não tenho marido.

Eu...

Eu tinha um marido, mas ele...

Ele foi-se embora há dois dias.

Ele não tem nada a ver com o problema.

As pessoas ao seu redor parecem estar a mudar?

Responda. As pessoas estão a ficar feias?

Sim.

Você hesitou. Não tem a certeza?

Tenho a certeza, sim.

Como sabe disso? Você também está a ver?

Conte-me sobre os seus filhos.

Notou...

deformidades similar neles?

Não, não.

Não nos meus filhos, não.

Eles estão normais como eu, tão normais como...

normais como você.

Eles trouxeram-me aqui.

Qual é a idade deles?

Nove e onze anos.

E trouxeram-na aqui?

Sim.

Houve momentos nos últimos dias onde eles pareciam muito maduros.

Maduros?

Sim.

Hoje de manhã, depois que achei...

Prossiga.

Foi o Eric que encontrou o seu número.

Ele fez-me ligar para si.

Essa maturidade repentina

foi a única mudança que reparou neles?

Sim.

Não dura. Em breve voltam a agir como crianças.

E as outras pessoas? Além de si e dos seus filhos.

Os outros estão estranhamente deformados?

Sim.

E essas mudanças intensificaram-se desde as 16 horas?

Exacto.

E você acha que tem... comportamento suicida?

- O que foi? - Os seus colegas aguardam-no.

Obrigado.

Vou à reunião de trabalhadores rurais,

mas quero revê-la amanhã. - Amanhã?

Abrimos às nove, mas quero que venha às 8h30.

- Amanhã, às 8h30. - Há algo mais.

Perguntou sobre o comportamento...

- Falamos amanhã. - Por que é que não ajuda agora?

Obrigado.

Diga-me!

Se sou louca, diga de uma vez!

Seria muito mais fácil se alguém apenas...

Eric?

Eric!

Chris, querido.

Tu!

Espere um minuto, por favor.

Espere, por favor.

O que foi?

Você viu os meus filhos?

Que filhos?

Os meus filhos.

Desculpe, querida. Não vi nenhuma criança.

Eric?

Chris?

Eric, Chris, parem com isso!

Meus filhos.

Estou á procura dos meus filhos.

Eles estiveram aqui?

Eu fiz-te uma pergunta.

Por que é que me estás a ignorar?

Olha para mim!

Maldito!

Tenho uma arma.

Olha para mim!

SAÍDA POR AQUI ESCADA

Você viu dois miudos?

Estou á procura de dois meninos.

Você viu os meus filhos?

Filhos?

Que filhos?

Eric...

Atende. Eu sei que estás aí.

Estou, Eric?

Olá, aqui é o Eric. Não posso atender agora.

Deixe um recado e retornarei a sua ligação.

Eric, eu sei que estás aí.

Eu não posso...

Não posso fazer isso. Sinto muito.

Eu...

precisamos de tentar novamente.

Talvez precisemos fazer...

- Helen. - Eric.

Graças a Deus.

Eu tenho que falar contigo.

Eu não...

não posso...

Helen, o que é que estás a fazer? Tu sabe...

- Acabou, Helen. - É ela?

Por favor, Eric, por favor.

Eu... Estou...

e os miudos?

Que miudos?

Sim, senhor. Sim, senhor.

Achas que ela consegue?

Sim, não deixamos muita escolha.

Também acho. Mas devíamos ter dado veneno em vez da arma.

Ela não vai tomar o veneno. Ela precisa de fazer algo radical.

Havia quantas balas na arma?

Uma bala. Isso é tudo que ela precisa.

desde que ela não erre.

E desde que ela use em si mesma.

De certa forma, sinto pena dela.

Não foi por culpa dela que ela caiu.

Não é culpa de ninguém.

Cair das realidades mais altas não é justo nem injusto.

É um facto. Acontece.

Cabe a nós lidar com isso, não julgar.

Achas que por o marido a ter deixado tenha causado a queda?

É possível.

Já leste o estudo do Dr. Pico sobre queda traumática?

- Não vi. - Dá uma olhada.

Se seguires a carreira em campo, precisas de ter as leituras em dia.

Ainda acho que seria melhor se pudéssemos elevá-la de volta.

Sim, claro. Como faríamos isso,

nem sabemos de que realidade ela veio?

Poderíamos descobrir. Sabemos que ela tinha família

e que ela tinha dois meninos, Eric e Chris.

Sabemos que ela os amava.

Tu não sabes disso.

Podemos inferir.

Não notaste como ela olha para nós?

Não é como olha para outras coisas.

Ela vê os filhos que deixou para trás.

Ela contou-me na conversa que tivemos.

Ela disse que eu parecia normal.

Creio que ela só ouviu parte do que eu disse.

Ela está com alucinações auditivas e visuais.

Tens a certeza que o suicídio é a única maneira?

A única forma prática.

Há uma pequena chance, uma chance teórica

de ela voltar da maneira que caiu.

Já aconteceu, mas...

Seria necessária uma resiliência que ela não tem.

- Então, temos que a matar. - Não.

Ela tem que se matar.

Somos médicos, não assassinos.

Onde é que ela está agora?

Do lado de fora, no corredor, a ouvir.

- Estás a brincar. - Abre e vê tu mesmo.

Eu ouvia a mexer-se.

Merda!

Quem disse isso?

O Chris.

Eu avisei-te, Chris.

Avisei-te sobre esse linguajar.

Vamos.

Mãe!

Mãe, aonde é que vamos?

Para casa.

RIALTO

RIALTO MORTO

- Quase o perdeste. - Mas não perdi.

Foi absolutamente maravilhoso, amor.

Óptimo, filho. Óptimo mesmo.

Sem comparações.

Não é uma competição, pai.

Não te iludas. A vida é uma competição.

E não te esqueças disso.

Quem era o compositor? Alguém novo ou velho?

Novo.

Europeu?

Americano.

Fui eu que escrevi, pai.

- Escreveste aquilo? - Sim.

Está muito bom.

Para um americano.

Estou feliz que tenhas vindo, pai.

Não perderia por nada, filho.

Saiam do carro!

- Não olhes para mim! Sai! - EStá bem!

Muito bem, fique todos calmos!

- Está bem, está bem. - Sai do carro.

Por favor, não magoe o meu filho!

Para trás! Não olhes para mim!

Deita-te no chão!

Leva o que quiseres!

Deita-te no chão, não olhes para mim.

- Espera. Riley! - Por favor, não nos magoes!

- Pai! - Meu Deus!

Para!

- Merda! - Corre!

Puta do caralho!

Bisturi.

Separador.

Algodão!

Temos pulso!

Tudo bem, amor.

Estou contigo.

Olha só. Olha quem acordou.

Consegues ouvir-me, filho?

Acena que sim, se puderes.

Está bem.

Onde está a minha mãe?

Ela ainda está aqui?

Não, a tua mãe não está aqui.

Ela foi para casa?

Filho, precisas de descansar.

Conversaremos depois, está bem?

Estou feliz que ela ainda esteja viva.

Tudo bem.

O meu pai?

Ele está...

Ele está morto, não é?

Agora não, Riley.

Estava com medo de terem matado os dois.

Descansa, filho. Falamos depois.

Fecha os olhos.

E descansa. É o que precisas de fazer agora.

Talvez deva voltar para a cama, senhor.

Vais-te magoar.

O que é que estás a fazer aqui?

Devias estar na cama.

Aquele homem com...

- Aquele com os pontos. - Há muitos pontos aqui.

- Não sei do que estás a falar. - Ele estava ali.

O remédio faz-nos sonhar.

Vamos pôr esse rabo na cama, rapazinho.

- Desculpa. - Não quero desculpas.

Quero que fiques quieto.

Tens sorte de estar vivo, rapaz.

Volta para a cama, Casey. Não há nada para ver aqui.

Vamos.

Vamos.

Vamos.

Está tudo bem.

Vamos, anda cá.

Está tudo bem.

Como é que ele chegou aqui?

Tudo bem.

Riley.

Riley.

Riley.

Mãe?

Eu...

Pensei que ele te tinha matado.

Estou aqui, querido.

Dói, mãe.

Amor, eu sei.

Eu sei.

Mas não precisa de doer.

Meu menino.

Meu lindo e talentoso menino.

Eu amo-te, minha pequena pilha de Riley.

Também te amo, mãe.

Então vem ficar comigo.

Apenas... deixa acontecer.

Descansa.

Dorme.

Fica comigo.

Para sempre.

Para sempre?

Isso mesmo, amor.

Vem para casa.

Está na hora, querido, dia de mudanças.

Horas de ir para um quarto comum.

Isto aqui é a U.C.I, jovenzinho, não o Ritz-Carlton.

E tu estás a melhorar.

Precisas de dar lugar para as pessoas que precisam.

Tens sorte de estar vivo, sabias?

Estavas morto na mesa de operações até que te trouxeram de volta.

- Eu estava morto? - O teu coração parou

durante dezessete minutos.

Ouviste o coral?

Viste as luzes brancas?

Mas estás vivo agora.

Alguém lá em cima gosta de ti.

- Obrigada. - De nada.

E o meu pai?

- O meu pai morreu, não foi? - Agora não, querido.

Vi aquele homem a atirar nele. Ele morreu, não foi?

Não sou uma criança. Vi o cérebro dele.

- Ele morreu, não foi? - Para com isso, filho.

Esta conversa não te vai fazer bem nenhum.

Onde está a minha mãe?

Já chega, filho.

Acalma-te.

Aqui vamos nós.

Estás a dormir, puto?

Trouxe flores e estas merdas.

Não, senhor! Não pode trazer flores para aqui.

Você é da família?

Sou amigo da família.

Após às 19 horas, apenas a família.

O miudo precisa de se recuperar, e os narcisos não vão ajudar.

Vai para casa, volta pela manhã e deixa as flores em casa.

Tudo bem, querido.

Volta a dormir.

Tu vês-os também, não vês?

Os mortos.

- Consegues vê-los? - Sim.

- Qual o teu nome? - Riley Everson.

O meu é Casey.

Quanto tempo estiveste morto?

Dezessete minutos.

- Como é que sabias? - Um morto reconhece o outro.

Eu fiquei seis minutos.

Também estavas morta?

As melhores pessoas morreram e voltaram, certo?

Parece que precisas de te sentar.

Como é que morreste?

- Levei um tiro. - Jesus.

Quem atiraria numa criança?

Ele matou o meu pai...

E talvez a minha mãe.

Acho que fui a única pessoa que sobreviveu.

Que merda, isso é uma foda.

- E como é que tu... - Como eu morri?

Tentaste matar-te?

Não, bem, durante seis minutos eu matei-me.

Por quê?

Porque todos mente.

Só dizem que te gostam de ti quando querem algo de ti.

Então...

Por que é que achas que podemos vê-los?

Os mortos?

Andei a pensar muito sobre isso.

Acho que eles estão perdidos, entre onde tu vives e onde morres.

Talvez os vejamos porque estivemos lá também.

Acho que sabem onde estivemos,

e eles querem um pouco do que tivemos.

Acho que eles nem sabem que estão mortos.

Eu vi a minha mãe.

Sério?

Quando ela tocou-me, eu senti.

Estava muito gelado.

Ela falou contigo?

Ela disse que me amava

e que queria que eu ficasse com ela.

Mas se ela está... tipo morta,

não acho que isso seja uma coisa boa.

Talvez ela não esteja morta.

Talvez.

Acho que deverias dormir. Está cansado.

Mas se tiveres medo, passa na Casa Casey, está bem?

- Sério? - Nós, os mortos vivos,

temos que nos unir.

- Está bem. - Boa noite, Riley.

Boa noite, Casey.

Olá, Riles.

Olá, mãe.

Estou com saudades, querido.

Mas tu estás morta.

Está tudo bem, querido.

Eu prometo.

Quero que feches os olhos, relaxes...

E vai dormir.

Estou tão cansado.

Vamos, querido.

Preciso que fiques comigo.

Não haverá mais dor.

Apenas relaxa e deixa acontecer.

Chega de dor.

Deixe-o em paz!

Riley, acorda! Ela quer-te morto!

Quer-te morto com ela! Não a deixes levar-te.

Acorda, dorminhoco. Horas do café da manhã.

Casey, deixa o rapaz em paz.

Volta para o quarto e vai tomar o teu café da manhã.

Vai, agora. Deixa o rapaz em paz

para ele se recuperar.

Vejo-te mais tarde, Riley, está bem?

Esta rapariga é um problema, rapazinho,

sugiro que mantenhas distância.

Eu acho-a porreira.

Parece que ela terminou o trabalho.

Disse para não olhares para mim, seu merdinhas!

Nunca deverias ter olhado para mim, puto.

Eu deveria ter-te deixado ir.

Não, por favor, eu sinto muito!

Enfermeira.

Socorro.

Casey.

Tu não estás aqui, pois não, puto?

Foda-se esta merda!

Não, não!

Achavas que fugias de mim, seu merdinhas?

Sim.

Morre!

Não resistas, querido.

Tu consegues. Agora dorme, amor.

Apenas deixa acontecer.

Riley, não!

Não lhe dês ouvidos.

Não a deixes fazer-te morrer, Riley!

Mas tu és uma parte de mim.

Não posso ir para o próximo local sem ti.

Vive, Riley, vive!

É isso.

Ele está aqui!

Minha nossa senhora.

Meu Deus!

O rapaz está vivo! Tragam a cadeira de rodas!

Estamos contigo, jovenzinho.

Não, não, tem calma.

Bons sonhos, puto.

O que é que está a acontecer?

Eu estou morto?

Morto?

Rapaz, nunca estiveste tão vivo.

Mas eles...

Sim, eles estão todos mortos.

Eu quero sair daqui.

Achas que podes escapar do futuro que já foi anunciado?

Então corre, Riley.

Corre, miudo, agora!

Corre! Vai, puto!

RILEY EVERSON MORTO

WTFSubs

Porque filme ruim é bom pra caralho!

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