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Original subtitles

L� est� ela.

Sr.� Goodwin.

Nas �ltimas 48 horas,

tratamos v�rios casos de fasci�te necrosante.

-S�o bact�rias que comem carne. -N�o, n�o comem nada.

E pode ser causado por v�rios tipos de bact�rias.

-Mas, � fatal? -N�o,

apenas se n�o for tratado em tempo h�bil.

Escutem, n�o h� motivos para alarde.

-Como saberemos? -Somente infecta o corpo

se houver alguma ferida.

Os manteremos informados quando houver mais informa��es.

Obrigada.

N�o h� cortes aqui. Bom sinal, Hailey.

E suas pernas?

Eu as depilei essa manh�.

Vou procurar cortes nelas, tudo bem?

Aquela garota que eu trouxe, Veronica.

Ela ficar� bem?

O tecido est� p�lido e sem perfura��es.

Que droga!

N�o acredito nisso.

A press�o est� caindo, 70x33 mmHg.

Marty, preciso de mais tempo.

Vasoativos no m�ximo. Est� com choque s�ptico.

-Se n�o pararmos, ela morre. -�, bem...

Se n�o tirarmos o tecido morto, ela morrer� na UTI. Ent�o...

Me d� mais cinco minutos.

O que aconteceu aqui?

N�o sei, provavelmente mordi a cut�cula.

� um problema?

-Ela est� fibrilando. -Sem pulso.

Comece o RCP e d� a epinefrina.

Maggie, pegue as p�s.

P�s.

-Carga? -Carga.

Afastem-se.

Continua sem pulso.

Mais uma epinefrina. Carregue novamente.

-Pronto. -Afastem-se.

Limpo.

Est� assist�lica.

Ela morreu.

Certo, parem com as compress�es.

Hora da morte 10h38.

CHICAGO MED 5x04 - Infection Part II

Equipe Queens Of The Lab -Diabolicamente Majestosas-

Kings: IsaacA TatuW | Tuta | Thales | rsquint

Queens: Lu Colorada i.kath | Talyta | LaryCarvalho

-Sou o dr. Ethan Choi. -Para onde vamos?

-Siga-me. -Est� bem.

Sr.� Goodwin, essa � a dr.� Danover da ANVISA.

-Sr.� Goodwin. -Sim,

Bem vinda ao Chicago Med.

Convocamos uma equipe de resposta, ent�o...

-Oi, Andrea. -Will Halstead.

Voc�s dois se conhecem?

Dr.� Danover e eu �ramos bio-orientadores na gradua��o.

-� bom v�-lo, Will. -Igualmente.

Gostaria que fosse em outro momento.

Nos diga o que precisa,

que a ajudaremos como pudermos.

Nosso objetivo � conten��o e tratamento.

Primeiro, precisamos isolar onde as v�timas se infectaram.

Depois determinar um plano de a��o para evitar mortes

e eliminar a infec��o.

Certo, voc� tem livre acesso as nossas instala��es.

Dr. Halstead, poderia agir como intermediador

para que ela consiga tudo que precisar?

Claro. J� coletamos amostras de tecidos moles.

�timo.

Fiquei sabendo que identificaram a 6� v�tima?

Sim, Veronica Song.

Trabalhava no laborat�rio.

Preciso falar com ela assim...

Sinto muito, ela faleceu.

Ambul�ncia 61, homem ca�do. Sem causa aparente.

Rua South Fairfield, 45. Apartamento 12.

Sua chamada disse R. South Fairfield, 45?

Apartamento 12.

Recebemos um chamado para o apt. 10.

Pode ter sido duplicada.

Recebemos para o apartamento 15.

Corpo de bombeiros.

-Aplique 2 mg de Midazolam. -Certo.

Que merda est� acontecendo aqui?

Dr. Halstead. Falei com a Sharon.

Ela disse que s� � contagiante por uma ferida aberta?

Mas temos mais 5 casos em um �nico andar,

ent�o como isso � poss�vel?

Claramente h� outros modos de transmiss�o.

Talvez o vetor � um inseto, pernilongo, mosquito.

Ou pode ser contato f�sico.

Toque de m�os, dedo nos olhos, dedo na boca.

Meu Deus, voc�s n�o sabem.

Cuidado, Comandante. Estamos passando.

Nunca vi uma infec��o estafiloc�cica t�o grave.

Veja, meu pessoal est� l� fora lidando com isso.

Quero saber se eles est�o seguros.

Ent�o preciso de mais do que um palpite.

Temos que tratar esse pr�dio como o marco zero.

Com licen�a. Deixem-me chegar � viatura.

Obrigado. N�o tenho novidades para voc�s.

N�o tenho informa��es.

Sr.� Goodwin, conseguimos permiss�o para evacuar o pr�dio.

Quero todos residentes em quarentena.

Certo, vou me organizar com os bombeiros, pol�cia,

e colocaremos os pacientes aqui.

E precisarei de ajuda.

-Dr. Choi? -Claro.

Ao liberar o pr�dio, encontrem a fonte da infec��o.

-Certo. Sim? -Sharon?

Brett disse que podemos ter at� 30 pacientes.

N�o temos espa�o para tantos na quarentena.

Voc� est� certa.

April, vamos montar as tendas na ala antiga.

Certo.

Estamos lidando com uma infec��o.

Mais 3 pessoas morreram, Maggie.

N�o se preocupe com eu ser imunocomprometida.

-Maggie, v� para casa. -Mas...

N�o discuta comigo sobre isso.

N�o, n�o. Eu tenho que ir � uma reuni�o.

Desculpe, senhor, mas ter� que remarcar.

Quanto tempo isso vai durar?

Acabar� assim que poss�vel.

-Oi. Precisa de ajuda? -Como �?

Sou Dennis Quan. Treino para ser bombeiro.

Passei no teste de socorrista.

Come�arei na brigada m�s que v�m.

-Mora aqui? -Moro. Conhe�o o terreno.

Agrade�o o esp�rito, mas precisa ser um civil agora.

-Precisa ir para quarentena. -Se voc� diz.

O s�ndico disse que falta uma.

Sharlene Hughes. D� uma olhada nela.

Vamos.

Sr.� Hughes?

Sharlene?

-Tem certeza de que est� a�? -Tenho. Ela nunca sai.

Abra a porta, por favor.

N�o t�m o direito de entrar aqui.

Sr.� Hughes,

voc� pode ter sido exposta h� uma bact�ria perigosa

e precisa ser examinada por m�dicos.

N�o, fique longe de mim.

Desculpe, senhora, mas a policial

te levar� � for�a se n�o cooperar.

Hailey.

Oi.

J� entrevistou o pessoal do laborat�rio?

Nenhum alerta. Verificaremos os �libis.

E quem tinha acesso ao laborat�rio?

Vendedores, seguran�as, limpeza.

Ele tem um login eletr�nico de visitante,

ent�o estamos olhando.

Por aqui, pessoal, encontrem uma tenda.

Caramba.

Voltarei ao caso, mas assim que souber de algo, te aviso.

Obrigada, agradeceria muito.

Eles fizeram de prop�sito.

-Est�o mentindo. -Senhora.

Por favor, s� querem nos ajudar.

N�o, n�o est�o. Est�o fazendo o mesmo da Doen�a de Lyme.

E o que eles fizeram, Sharlene?

Quem � voc�? Como sabe meu nome?

Sou o dr. Charles. E eu sei o seu nome

porque o s�ndico do seu pr�dio me contou.

A CIA est� por tr�s disso.

Como?

� uma arma biol�gica.

Igual � doen�a de Lyme e a AIDS.

Eles espalham pelo pr�dio.

E por qu� eles fariam isso?

Somos os ratos de laborat�rio.

V�o olhar e ver em quanto tempo adoecemos.

Entendo.

Isso � aterrorizante, entendo que est� chateada.

Eu preciso sair daqui.

Sharlene, sei que n�o nos conhecemos.

Mas posso ver que est� com raiva e assustada,

e eu quero te ajudar.

Voc� quer me drogar.

E eu n�o vou deixar.

Posso ajud�-lo, filho?

Sim.

Acho que posso ter informa��es

que ser�o �teis.

Esse cara foi em uma entrevista

para um trabalho de bab�,

e hoje ele reconheceu a mulher com quem falou

nos notici�rios.

Ela � a m�e do beb�, os 2 morreram com a bact�ria.

Acabaram de se mudar de Utah.

-Certo. -Enquanto ele era entrevistado,

ela teve uma discuss�o com um dedetizador.

N�o queria que espirrasse no apartamento

porque era t�xico e ela tinha um beb�.

Adivinha onde ela morava.

Rua Fairfield, 45.

Marco zero.

Oi.

Oi.

Sou a Hailey.

Amanda.

Como acabou aqui, Amanda?

Moro do pr�dio onde as pessoas ficaram doentes

que est� nas not�cias.

E cad� seus pais?

Somos s� eu e minha av�.

Ela tinha sa�do. Est�o atr�s dela.

Ela est� no Cassino.

Quantos anos voc� tem?

Vou fazer 15 em Janeiro.

9� ano.

� uma s�rie complicada.

N�o para voc�, aposto.

Para todo mundo.

Todas as v�timas vem de um destes dois lugares:

o laborat�rio da CCU e esse pr�dio.

E tem um misterioso dedetizador.

-Quando foi isso? -Ontem de manh�.

Definitivamente n�o foi Stuart Anderson.

Ele estava morrendo na cama do hospital.

Al�m disso, os peritos analisaram o c�digo fonte

das amea�as no servidor da faculdade.

O IP do Anderson foi clonado.

Fizeram parecer que as amea�as partiram dele.

Deve ser o criminoso cobrindo os passos.

Esse cara tem acesso aos laborat�rios da CCU.

Ele rouba a bact�ria e queima o laborat�rio

para destruir as evid�ncias.

Vamos rastrear onde ele comprou o pulverizador.

Quero uma varredura completa ao Sul da Fairfield.

Vamos pegar esse filho da puta

antes que ele infecte mais pessoas.

Quando fizemos nosso exame inicial, Amanda,

n�o encontramos machucados.

-Como est� se sentindo? -Bem.

Alguma dor ou dorm�ncia? D�i alguma coisa?

-N�o. -Fico feliz em ouvir isso

porque tudo parece bem.

Volto depois para ver como est�.

E voc�, Hailey? Como se sente?

Estou bem. E voc�? Deveria ter perguntado antes.

Levou uma pancada feia na cabe�a.

-Estou bem, obrigada. -Certo.

-Aguentem firmes. -Obrigada.

Isso foi uma boa not�cia.

�, eu acho.

Quando voc� soube

que queria ser policial?

Tem uma Sargento. O nome dela � Trudy Platt.

Quando tinha 12 anos, roubaram o restaurante do meu pai.

Deram uma coronhada nele, apontaram a arma para mim.

E me levaram para a delegacia

e eu pude ver a mulher mais foda do mundo

fazendo o trabalho dela. Ela comandava a sala.

Falava com policiais e bandidos

como se ela mandasse em tudo e todos.

E eu quis ser como ela.

-E agora voc� �. -Nem de longe.

Mas continuo tentando.

Coletem amostras de todos os corrim�os e ma�anetas.

Estamos verificando todos os lugares

que as pessoas tocam.

Se for mais contagioso do que o estafilococos,

explicaria o porqu� tantos foram infectados.

Recebi um aviso do meu irm�o.

Acham que algu�m espalhou isso com um pulverizador.

Pulverizador?

Acabei de encontrar um na fornalha.

Acha que consegue tirar algo disso a�?

Vamos torcer.

Ent�o isso n�o � uma epidemia.

� um ato de terrorismo.

Bact�rias no bico,

� da mesma cepa que encontramos nas v�timas.

Tudo bem.

Ent�o agora come�amos a combinar antibi�ticos

para estender o espectro e evitar a resist�ncia.

Se me lembro das aulas de microbiologia,

algumas drogas atacam as paredes celulares, outras o DNA.

Portanto, devemos atuar na infec��o de v�rias dire��es.

Esse � o Will que eu lembro da gradua��o.

E por quem eu tinha uma queda.

Por mim?

Por que homens s�o t�o burros?

Voc� se casou?

Cheguei perto, mas n�o, e voc�?

No meio de um div�rcio horr�vel.

Sabe, tem sorte de ser solteiro.

� menos complicado.

Meu Deus.

N�o estava assim a algumas horas atr�s.

Nunca vi nada assim.

Est�o se reproduzindo muito r�pido.

� inacredit�vel.

Precisamos do pessoal do laborat�rio universit�rio.

Talvez eles saibam como lidar com isso.

Ainda n�o identificamos o suspeito,

muito menos a conex�o com a Fairfield, n� 45.

Preciso interrogar o pessoal daquele pr�dio

e ver se eles sabem de algo.

Est�o em quarentena, n�o podemos liber�-los

enquanto n�o tivermos certeza que n�o foram infectados

e que n�o s�o contagiosos.

Ent�o eu os interrogarei em quarenta.

Hank, neste momento v�rias dessas pessoas

est�o emocionalmente fr�geis,

h� uma mulher que pode ser psic�tica.

Ela com certeza est� sofrendo ilus�es paran�icas.

Tudo bem, voc� � m�dico.

D� algum rem�dio, sede-os.

N�o posso sem consentimento deles.

Nenhum deles representa perigo para si ou para os outros.

Dr. Charles, h� algu�m por a�

que usou o pr�dio como alvo de armas qu�micas.

O porqu� disso pode estar daquele grupo.

Agora voc� diz que alguns est�o fracos emocionalmente.

Ent�o, Dan, venha comigo.

Mantenha-os calmos, mas tenho que falar com eles.

Upton.

Sargento.

Hailey.

Como se sente?

Sinto que devia estar fazendo algo.

Posso cuidar disso.

Tem alguma conex�o com o laborat�rio da CCU,

ou conhece algu�m aqui que tenha?

N�o, n�o tenho.

Ontem, voc� viu algum dedetizador?

-Um homem borrifando inseticida. -Pelo amor de Deus.

Quando nos deixar�o sair desse lugar?

Se for assintom�tico e os exames derem negativo, poder� sair.

Enquanto isso, eu agradeceria

se respondesse as perguntas da detetive.

Ent�o, dedetizador.

Sim, ele estava vestindo um macac�o.

Viu onde ele estava borrifando?

No fim no corredor.

Havia formigas, pensei que fosse por isso.

Pode descrev�-lo?

Ra�a, altura.

Definitivamente branco, pude ver o rosto atrav�s da m�scara.

Ele parecia ser alto, mais ou menos 1,80m.

Algo a mais que possa dizer sobre ele?

N�o.

Obrigado pelo seu tempo.

Ent�o, eu gostaria de falar novamente com a Sharlene,

mas quero ir sozinho, tudo bem? D�-me 5 minutos.

Dr.� Danover.

Bruno Geller, Universidade Central de Chicago.

David Seldon, Heather Holcomb, microbiologistas.

-Oi. -Dr. Halstead, Chicago Med.

Obrigado por virem, esperamos que possam ajudar.

Reconhecem esse estafilococo?

Meu Deus. David?

Esse � o E-87, mas est� modificado.

Como, em nome de Deus, isso escapou?

Digam voc�s, qual o n�vel de seguran�a?

O maior, n�vel 4.

-N�o h� como ter escapado. -Bem, pois escapou.

Mas por que est�o cultivando algo t�o perigoso?

-Para pesquisas. -Pesquisas para?

Tentamos criar antibi�ticos que combatem bact�rias resistentes.

Tiveram sorte ao encontrar algo?

Na verdade, est�vamos pr�ximos, mas...

Os dados foram destru�dos no inc�ndio.

-Sim. -Incr�vel.

Bom, dr. Seldon, dr.� Holcomb,

voc�s t�m experi�ncia com essa bact�ria.

Poderiam nos auxiliar?

Espere, essa pesquisa...

bom, o que restou, � privada.

N�o podemos entregar propriedade intelectual...

H� pessoas morrendo e preocupa-se com isso?

-N�o foi... -Ajudaremos.

Claro que ajudaremos.

No m�nimo, eu posso ajudar a descartar

as combina��es antibi�ticas que sei que n�o funcionam.

�timo, vamos ao trabalho.

Marty, preciso da epinefrina.

1 miligrama, injetada.

P�s, 200.

Afastar.

-Ela ainda est� fibrilando. -Droga, de novo.

Carregando. Vamos, Lynn. N�o nos deixe.

-Epinefrina administrada. -Afastar.

-Droga. -Assistolia. Mais uma dose?

N�o, n�s a perdemos.

Pare as compress�es.

Lynn Messick...

hora da morte, 14h42.

-A fam�lia j� chegou? -Ainda n�o.

Certo, vou trocar meu uniforme

e comer alguma coisa.

Encontre-me quando chegarem. Certo.

Precisam de voc� em Bagd�.

Em quanto tempo preparam a SO h�brida?

30 minutos. Hoje, fazemos em 10 minutos.

Bom, estar� preparado.

-Mais um? -Sim, mais um.

Luvas.

Acontece que estava absolutamente certa.

Infectaram de prop�sito seu pr�dio com uma bact�ria

que foi geneticamente alterada.

Pela CIA.

Eles t�m laborat�rios secretos, mas voc� sabe disso.

Queria convenc�-la que n�o sei nada disso, mas...

Voc� n�o vai me drogar.

Est� tudo bem, a escolha � sua, mas...

Sharlene, conte-me, como descobriu?

Esse cara dedetizando o pr�dio, como sabia que era da CIA?

Est� brincando comigo. Est� querendo me enganar?

Sharlene, quero saber o que aconteceu aqui.

-Prometo a voc�. -N�o sou cega. Vejo tudo.

Da minha janela, tudo. Os drones com c�meras,

-os helic�pteros. -Mas o cara que dedetizava,

como sabia que era da CIA?

Ela n�o era mesmo um dedetizador.

Nem tinha uma van, s� uma caminhonete azul. Era �bvio.

Entendo, e que tipo de caminhonete

a CIA prefere hoje em dia, que modelo?

Eles mudam o tempo todo, para n�o ser suspeito.

Consegue se lembrar que tipo que era?

Uma azul. Com o c�rculo prateado.

O c�rculo prateado.

Algu�m me ajude. Preciso de um m�dico. Socorro!

-April! -Pegue a cadeira de rodas!

Pensei que era alergia e ficou pior

-e est� escurecendo. -Vamos oper�-lo.

Algu�m ajude. Olhem, olhem, socorro!

Olhem para isto!

Sente-se, cubra-se.

Vamos.

Aquele � o sr. Quan.

Meu vizinho e da minha v� e ele pegou.

N�o sabemos o quanto ele foi exposto

-e se � bastante imune. -Deve ser mais que eu.

-Est� sempre malhando. -Amanda, pare.

Acalme-se. Olhe para mim.

Respire.

Precisa ter bons pensamentos.

O dr. Charles conseguiu informa��es de uma moradora.

N�o sei qu�o confi�vel �,

mas de acordo com ela, era uma caminhonete azul,

com um logotipo redondo prateado.

Deve ser um Toyota ou Nissan, nenhum nacional.

Burgess est� olhando as c�meras fora do pr�dio,

checando no DENATRAN e no DETRAN.

Vou com Ruzek e Atwater ver empresas de aluguel.

-Lindo. -Certo.

Entendo sua preocupa��o, entendo mesmo,

mas vamos dar um passo de cada vez, certo?

Est� em boas m�os aqui, tudo bem?

Certo, sr. Quan, j� volto, tudo bem?

Aguente firme.

Como est� o sr. Quan?

A medica��o ajuda a mant�-lo calmo,

mas ele est� com medo, com toda raz�o.

Ele contou que quer ser um bombeiro?

Sim.

Se ele perder o bra�o...

N�o pensarei nisso agora.

-V� se preparar. -J� vou para l�.

Certo.

Removendo a camada de gordura e tecido mole da �rea infectada.

Bact�ria asquerosa.

De onde voc� veio?

Vamos, Quan, mostre-me a parte boa.

-Ainda se espalhando? -Sempre.

Voc� tomou conta, seu filho da m�e.

Vamos, mostre-me fluxo sangu�neo.

Vamos.

Droga!

Nenhum dos m�sculos est� vivo.

Voc� chegou no osso.

N�o poder� salvar o bra�o dele, n�o �?

N�o.

Fiz ele acreditar que daria tudo certo.

N�o h� nada errado em passar esperan�a.

Eu teria feito o mesmo.

D�-me a serra.

Quando falou conosco mais cedo,

disse para n�o nos preocuparmos.

N�o t�nhamos as informa��es que temos agora.

O importante � ficar atento � higiene e saneamento.

"Lave as m�os". S� isso que tem a dizer?

Esse foi Jim Meyers com Sharon Goodwin

do Centro M�dico Gaffney de Chicago.

� realmente aterrorizante...

"Terror comedor de carne".

Isso n�o assustar� ningu�m.

Falei com eles por mais de 10 minutos,

mostrei fatos, falei das precau��es.

Mas eles s� mostram um trechinho

-de 10 segundos para assustar. -O que voc� esperava?

Nove pessoas morreram, Daniel.

Eu esperava que talvez, nessa ocasi�o,

eles mostrariam a verdade.

Goodwin.

Voc� viu ele sendo levado.

Temos que sair daqui, ou adoeceremos tamb�m.

Ou�a-a, ela tem raz�o.

Sharlene, preciso que pare de gritar, por favor.

Voc� � o problema. Deixe-me sair daqui.

Deixe-me sair! Deixe-me sair!

Deixem-nos sair!

-Deixem-nos sair! -Acalmem-se, por favor.

O laborat�rio est� analisando

suas culturas o mais r�pido poss�vel.

Assim que os resultados chegarem,

come�aremos a liber�-los.

-Deixem-nos sair! -Estou assustada.

Amanda, n�o deixarei nada acontecer com voc�.

Olhe s� para mim, tudo bem?

-Deixe-me sair. -N�o pode nos prender aqui!

N�o est� certo!

-Deixe-me sair! -Pare, Sharlene.

Se n�o parar, terei que sed�-la, entendeu?

Deixe-me sair. Deixe-me sair.

5 mg de Haloperidol na n�7, j�!

-N�o! -Por favor, s� precisamos...

Vamos sair daqui. Vamos!

Corram, pessoal! Corram!

Est�o cometendo um grande erro.

Est�o se colocando em risco e arriscando os outros.

-Talvez dev�ssemos ir tamb�m. -N�o, ficaremos aqui.

Estamos seguras aqui, eu garanto.

Sem mais perguntas, sem mais.

Pois de qualquer forma ir�o distorcer o que falo.

-Srt.� Goodwin! -Pois n�o?

Conseguimos capturar a maioria dos fugitivos,

mas Sharlene e outros ainda est�o por a�.

-Tenho nome e descri��o deles. -Precisa ach�-los.

Se eles portarem a bact�ria,

est�o colocando a cidade e eles em risco.

-Entendi. Vamos ach�-los. -Est� bem. Obrigada.

N�o podem fazer isso. Que direito tem para isso?

Sem contato pele com pele. Fiquem a 1,5 m de dist�ncia.

Quero comida, cobertores e �gua l� embaixo imediatamente.

-Eles est�o esgotados. -Sim, senhor. � para j�.

Voc� amputou meu bra�o.

Amputei. Sinto muito.

Mas fizemos tudo o que pod�amos.

A infec��o estava entranhada.

O que vou fazer agora?

Temos terapeutas ocupacionais para ajud�-lo,

e um deles vir� conversar contigo.

N�s salvamos uma boa parte do bra�o.

Quando voc� melhorar, podemos discutir uma pr�tese.

Sr. Quan...

posso ver que � um homem muito focado e determinado.

Tenho certeza que encontrar� outro lugar

para colocar essa vontade.

Certo?

Voltarei para checar como est�.

-Dr. Marcel. -Enfermeira Sexton.

Aposto que vai gostar quando hoje acabar.

N�o precisa fazer isso.

Viva a vida levemente, enfermeira Sexton.

Viva a vida levemente.

Srt.� Goodwin.

John Sorenstein, do gabinete do prefeito.

Deixou 30 pessoas infectadas escaparem da quarentena.

Espero que n�o torne as coisas piores.

Fez algum progresso na procura da cura?

Dedicando todos os recursos...

Ent�o, n�o h� progresso.

Voc� � o rosto p�blico desta crise.

Todos olhar�o voc� para garantias.

Pelo amor de Deus, d�-lhes algo.

Diga que brindaremos a cura na Oktoberfest.

Precisa cancelar a Oktoberfest.

Voc� est� brincando?

� um dos maiores dias do ano.

N�o estamos cancelando nada.

A decis�o � sua, mas n�o vou mentir.

Esta cidade est� � beira de um colapso,

e, se acontecer, as pessoas v�o querer culpados.

Vou garantir que ningu�m aponte o dedo para o prefeito.

Sim, a culpa � a menor das minhas preocupa��es,

mas, novamente, n�o sou pol�tico.

Pessoas est�o morrendo.

E voc� est� desperdi�ando meu tempo.

Hailey, boas not�cias, sua observa��o foi cancelada,

e suas culturas voltaram livres de infec��o.

E a Amanda?

Ainda n�o sei, as culturas ainda est�o incubadas.

Eu fico com a Amanda.

Obrigada.

Amanda, voc� tamb�m ficar� bem.

Sou a prova de que nem todos aqui

contraiu a bact�ria.

Pus minha m�o nele. Ampla oportunidade de pegar.

Sabe, tenho que voltar ao trabalho.

Mas a dr.� Manning ficar� no meu lugar.

Certo.

Pode ver se encontraram minha av�?

Sim, vou verificar.

Lembre-se, s� bons pensamentos, certo?

Ent�o, Amanda, do que voc� gosta?

Clipes do YouTube, memes, fale para mim.

Amanda? O que foi?

Minha perna parece estranha, meio dormente.

Tudo bem, deixe-me ver.

Quando a sensa��o come�ou?

N�o sei, alguns minutos atr�s?

Vamos l�, vamos subir e ver o que est� acontecendo.

L� est� ela. Voc� est� bem?

Livre de bact�rias que comem carne.

-Feliz por voc� estar bem. -Obrigada.

Est� bem para trabalhar?

-Sim, tudo certo. -�timo.

-Temos algo, pessoal. -Certo.

Achei uma caminhonete azul,

� 2 quadras do apartamento,

bem no nosso prazo e vejam.

Roupa de prote��o.

Placa do carro?

O registro no DETRAN

� de Mersh Equipamentos e Aluguel.

Voc� e Ruzek, v�o.

Parece que a bact�ria � sens�vel � Vanco.

-�timo. -N�o, n�o �.

Droga. A vancomicina � apenas bacteriost�tica.

Est� retardando a infec��o, mas n�o est� matando.

Precisamos de algo mais forte e mais r�pido.

Tentar gentamicina? Dose alta?

Sim.

Vamos ent�o.

Como est�, Amanda? Est� bem a�?

-Estou tentando. -Quase terminando, certo?

A imagem est� completa.

A� est�. Ar e fluido na f�scia profunda.

Dr.� Manning!

-Voc� est� bem? -Est� doendo muito.

Sinto algo em movimento.

Respire fundo, certo? Continue respirando.

Vamos dar uma olhada, certo?

N�o. N�o, n�o, n�o, n�o.

Diga para SO que estamos indo,

e traga uma maca de isolamento, agora.

Est� tudo bem, Cuidaremos disso, certo?

Continue respirando.

Eu vou morrer?

N�o, n�o vai. Pegamos cedo.

Dr. Marcel vai cuidar da sua perna.

-Amanda? -Hailey?

Estou aqui. Soube agora.

Vamos.

Vai ficar tudo bem.

Obrigada.

E a�, Dalton?

O c�u.

Nosso humor n�o est� bom para isso.

O que precisam.

Caminhonete Nissan azul, placa de Wisconsin, WXT-221.

Quem alugou nas 2 �ltimas semanas.

-Tem um mandado, ou... -Dalton, olha.

N�o temos tempo para isso, certo?

Estamos em um caso que matou meia d�zia j�,

ent�o foque-se e responda as perguntas.

Nissan azul.

Certo.

Esse carro s� foi alugado uma vez.

Tenho um nome, mas � Mike Smith,

e ele pagou em dinheiro, ent�o...

-Quando? -3 dias atr�s.

Vamos mais fundo, certo?

Que horas? Manh�, tarde, quando?

Foi a tarde.

Antes do meu almo�o.

Eu almo�o �s 14h00, ent�o foi por a�.

Certo, como ele era?

Era branco, alto, da altura dele.

-E usava um bon� azul. -Tem algum v�deo?

Sim, mas n�o est� aqui,

a empresa de seguran�a vai mandar o v�deo para voc�s.

Ligue para eles, queremos o dia todo.

Pode deixar.

-Agora, Dalton. -Certo, pode deixar.

Ainda n�o sabemos quantos pacientes

que fugiram da quarentena est�o � solta.

As autoridades est�o trabalhando para encontr�-los.

S� est�o falando disso agora.

Cindy disse que fecharam a escola do Luke.

Parece que algu�m do pr�dio era zelador l�,

e agora os pais querem que a escola seja desinfectada.

Gente, esse n�o � o restaurante que sempre vamos,

Garcia's Hacienda?

-BACT�RIAS NO GARCIA'S HACIENDA? -O qu�?

� um site de conspira��o. Est� no twitter.

-O que falam? -Que o �nicio de tudo

� um ataque orquestrado por El Salvador

para vingar-se da Am�rica.

Mama Garcia estaria envolvida

por estar com o food truck no Soldier Field,

e o restaurante ser a uma quadra

dos apartamentos em quarentena.

Rid�culo.

Mama Garcia � a mulher mais tranquila de Chicago.

Quem usa trem ou �nibus precisam usar prote��o.

� isso que mata as pessoas.

Falaremos com os representantes

da ANVISA que nos dar�o um relat�rio

sobre a pesquisa deles.

Caminh�o 81. Motim de populares. Racine, 445.

Um bon� azul antes das 14h00.

Achamos.

Conhe�o ele. Ele trabalha no laborat�rio da CCU.

Heather, porque n�o vai comer alguma coisa?

Nossa, seria bom.

-Quer alguma coisa? -N�o, obrigado.

-O que est� fazendo? -Como assim?

Est� destruindo nosso trabalho.

N�o, essas amostras estavam contaminadas.

Quer saber, fique aqui.

Continua em Chicago PD...

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