All language subtitles for A Fortaleza 2 - 2000

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Original subtitles

Pai? Ei, pai!

Ent�o, Danny!

- A m�e disse para voltares para casa. - O que foi?

Ela disse agora.

Ent�o, vai uma corrida?

Vamos l�!

V� l�, Danny! Puxa por ela!

Ganhei! Eu venci-te, pai! Ei, m�e! Eu venci-o!

- Nestor. - H� quanto tempo, John.

Como tens passado?

Stanley Nussbaum, o John Brennick.

John Brennick... Isto � alguma piada?

Danny, vai tratar dos cavalos.

Alvo em dez minutos.

Como te atreveste a trazer um executivo da Men-Tel at� nossa casa.

- Ex-executivo. Por Favor. - O Stanley � um simpatizante.

Ele tem os planos da nova esta��o el�trica da Men-Tel.

Temos de lev�-lo ao Quartel General da resist�ncia o mais depressa poss�vel.

Ficaste louco para vires at� aqui?

Sabes que a Men-Tel ainda nos procuram. Eles at� querem o Danny.

Eu sei disso, mas agora eles est�o vulner�veis.

Est�o a ficar sem petr�leo, o carv�o deles em breve tamb�m acaba...

e sem a esta��o el�trica deles, a Men-Tel n�o tem qualquer poder.

Olha, John...

Sei que j� fizeste mais pela resist�ncia do que algu�m podia pedir...

mas precisamos outra vez da tua ajuda.

Dar cabo daquela esta��o el�trica seria uma grande vit�ria para n�s.

Est�s a falar do qu�? Voc�s n�o conseguem ganhar.

Eles controlam tudo e todos.

Eu avisei que era uma perda de tempo. Vamos mas � embora daqui!

- Nem sequer tinham o direito de estarem aqui. - N�o?

Quanto tempo pensam que t�m at� que eles vos encontrem aqui?

A�, onde se v�o esconder?

Est� quase a ficar de noite. � melhor irem andando.

- Disseste que j� n�o �amos usar o barco. - Entra l� mas �, Stanley!

Eu ia sentir-me muito melhor se tu viesses connosco, John.

Sim, eu tamb�m.

Conheces bem aquela mulher?

Lut�mos juntos no M�xico.

E se ela tiver raz�o? E se a Men-Tel nos encontrar aqui?

Mudamo-nos outra vez.

N�o quero que o Danny passe a vida inteira a fugir.

Vem c�.

Anda, Danny! Vamos!

Vai, Vai!

Afastem-se!

- J� est�? - Sim.

Afastem-se!

- O que est�s a fazer? - Eu tenho de aguent�-los.

Abre a grade!

- N�o vou sem ti. - Eu amo-te, Danny.

- A tua m�e cuidar� de ti. - Tu tamb�m devias!

N�o consigo ver!

Por favor, n�o fa�as isso.

J� te perdi uma vez. N�o vou deixar isso acontecer outra vez.

V�o, v�o!

- Algum sinal deles? - � um velho sistema hidr�ulico. Armadilhado.

L�der Azul, daqui �guia 1. Vou atr�s de um ve�culo em movimento.

- Parece o nosso tipo. - �guia 1, � contigo.

Entendido.

- Para! Ele quere-o vivo! - Diz-lhe isso a ele.

Para onde foi ele? Consegues v�-lo?

N�o sei. Perdi-o.

Onde diabo ele est�?

Vou apanh�-lo com os infra-vermelhos.

J� est� na mira.

- �guia 2? - Pronto para o apanhar.

L�der Azul, parece que o apanh�mos.

H� movimentos ali em baixo. Apanh�mo-lo e bem.

O Brennick est� na rede. Estamos a descer.

Queimem o lugar. Destruam as evid�ncias.

Vamos, vamos, vamos!

Estou a ir busc�-lo agora.

Prisioneiro n�mero 27609.

Brennick, John W.

� acusado de motim, sabotagem, fuga...

e ajuda ao encobrir a fugitiva identificada como Brennick, Karen.

Tamb�m � acusado de reprodu��o secund�ria...

e posse ilegal de propriedade da Men-Tel...

que consiste num descendente macho identificado como Brennick, Daniel.

- Como se declara? - Isso faz alguma diferen�a?

A sua � pergunta � uma afirma��o da culpa.

A senten�a m�nima � a morte.

Julgamento conclu�do.

Preparar para o implante.

Prisioneiro n�mero 27609. Brennick, John W.

Est� agora a ser equipado com o novo implante neural da Corpora��o Men-Tel.

O implante foi desenvolvido para controlar e alterar o comportamento.

A ativa��o � uma fun��o arbitr�ria.

Implante completo. A testar altera��o de comportamento.

Olhe para a luz.

Uma dor leve? Obrigado.

Prisioneiro n�mero 27609. Brennick, John W.

A orienta��o est� conclu�da.

A viola��o de qualquer norma ou regra...

do c�digo correcional da Men-Tel...

resultar� em altera��o de comportamento.

Por favor, saia pela porta aberta...

e tenha um bom dia.

- Vamos. - Onde raio estamos?

Fica calado.

- Mas que diabo... - Vai-te habituando.

Peguem num saco-cama e andem.

Passaste-te da cabe�a quando pensaste em levar o Brennick para a�?

Susan. Que bom ouvir-te passado tanto tempo.

O pai est� bem?

O pai que se lixe.

Porque raz�o quiseste levar o �nico homem que conseguiu fugir...

de uma pris�o da Men-Tel para a minha esta��o el�trica?

� assim que chamamos hoje em dia?

Ouve-me com aten��o.

Se n�o fosse pelo teu pai e por mim...

a fuga do Brennick teria custado a tua carreira.

Se alguma coisa sair errada desta vez...

n�o ir�s s� perder o trabalho... Ir� ser o teu couro.

Os novos prisioneiros...

completaram a orienta��o, Sr. Teller.

Oper�rios, ZED. Oper�rios.

Em breve, eles v�o querer ter um sindicato.

Sou a Dra. Preminger, e este � o programa di�rio da Men-Tel.

Muito bem, todos para fora.

- Qual deles? - S�o todos iguais. Escolhe um.

Os nossos alojamentos de primeira classe combinam todo o conforto do lar...

com um ambiente comum.

E em rela��o � alimenta��o...

o nosso fornecedor recebeu um certificado A Triplo...

do Departamento de Nutri��o da Pris�o Men-Tel.

A dieta patenteada fornece a cada h�spede...

os nutrientes di�rios necess�rios recomendados pela Men-Tel.

Como �, meu mano encarcerado?

- Marcus Jackson. - John Brennick.

Oh, grandalh�o! Marcus Jackson.

Eu devia ensinar-te uma li��o. A tua sorte � que me doem as costas.

Fogo!

Que mi�da!

Tamb�m te apanharam, hum?

- A tua mulher e o teu filho escaparam? - Penso que sim.

E o Nestor?

O barco sofreu um impacto direto.

Quando eu vim � tona, eles os dois tinham desaparecido.

- Penso que conseguiram fugir. - Pensa de novo.

Merda... Que foi que lhe aconteceu?

- Atrofiaram com o implante dele. - Pode at� ter sido uma sorte.

Ent�o, como � que n�s vamos sair daqui?

"N�s"?

Mesmo igual ao que a minha m�e fazia.

Temos de comer esta merda?

Essa comida � minha, cabra!

Voltem todos para os vossos lugares!

Dist�rbios no refeit�rio.

Devo administrar a altera��o de comportamento?

ZED, estou a jantar.

O contato f�sico n�o autorizado � uma infra��o.

Os prisioneiros que n�o obedecerem estar�o sujeitos � altera��o de comportamento...

que come�a em 5 segundos.

4, 3, 2, 1. In�cio.

Larga-o!

Abaixa-te!

Abaixa-te, para o ch�o!

Aumenta a intensidade dela.

Querias lixar lixaste-te, peixinho.

Fizeste uma bela bosta, a s�rio.

Obrigado.

Andou a brincar comigo, causou v�rios sarilhos.

ZED, manda algu�m trazer aqui o Brennick.

O acesso n�o autorizado � uma infra��o.

Acho que j� fizeste isto antes.

Desliga a zona da dor, ZED. 609.

Prisioneiro 27609, autorizado.

Obrigado, Sr. Sato. Espere l� fora, por favor.

Quem � voc�?

O meu nome � Teller.

Sou o administrador desta institui��o esquecida por Deus.

H� 10 anos atr�s, eu comandei todas as instala��es da pris�o da Men-Tel...

inclusive A Fortaleza.

- At� tu a destruires. - Lamento imenso.

Vais lamentar...

assim que eles aqui chegarem.

Eu venci-te, pai!

- Seu filho da m�e! - O contato f�sico n�o autorizado � uma infra��o.

Obrigado, ZED.

De nada. Como voc� mandou...

a ordem no refeit�rio j� foi restabelecida...

e os novos prisioneiros j� regressaram �s suas celas...

e est�o � espera para receberem os seus votos de boas vindas.

Boa noite.

Para aqueles que acabaram de chegar, bem-vindos.

Deixem-me explicar algumas regras simples.

N�mero 1.

De acordo com o contrato entre os vossos governos e a corpora��o Men-Tel...

as vossas senten�as de morte v�o ficar suspensas enquanto eu achar conveniente.

Acordo comum.

Regra n�mero 2.

O contato f�sico com os membros da equipa...

� estritamente proibido.

Qualquer um que violar essa regra ser� convidado a sair.

Oh, meu Deus.

Que diabo � aquilo?

Estamos no espa�o.

Isto � uma grande bosta.

Regra n�mero 3.

Voc�s est�o a 43 mil quil�metros da paragem de autocarro mais pr�xima...

rodeados por um v�cuo sem oxig�nio, com irradia��o.

Embora alguns de voc�s possam pensar de maneira diferente...

N�o h� como fugir.

A ideia pelo contr�rio ser� desencorajadora.

Obrigado e boa noite.

John! Bem-vindo a casa.

- Bom dia. - Apaga o 225, ZED.

Prisioneiro n�mero 225. Sally Ho. Ficheiro apagado.

Um j� foi, faltam 119, certo, Gordo?

Tenho de te dizer, n�o acho piada.

- Viste como ela morreu? - E quem quer saber?

Ele atirou-a pela unidade de lixo qu�mico, por amor de Deus!

Outro saco do lixo, ele teve o que merecia.

Ou neste caso, ela. Penso eu.

Ningu�m merece morrer daquela maneira.

Partes-me o cora��o. Vai agora acord�-los.

E um, e dois, e tr�s.

Agora continuem.

O programa de exerc�cio ativo...

ajuda a combater o efeito da nossa gravidade artificial.

Estica e encolhe. Estica e encolhe.

Sintam os m�sculos.

Mais uma vez.

S� podem estar a brincar!

Ora bem...

Toca a acordar, seus cabe�as-ocas!

Hoje vamos divertir-nos. Fa�am fila quando ouvirem o vosso nome.

- Sr. Gordon? - Rivera, E. Marks, P.

Martinez, C. Unidade 1. V�o para ali.

Polk, M. Wells, H. Taz, M.

Brennick, J. Jackson, M. Unidade 2. Para o elevador.

Os restantes v�o com o Sr. Parker.

Brennick, penso que te conhe�o. Estivemos juntos em cana.

Achas que consegues fugir desta, espertalh�o?

- O que ele quis dizer? - N�o sei.

Acho que tenho uma daquelas caras.

J� conseguem sentir a energia?

Bem, isto � dif�cil, por isso prestem aten��o.

Voc�s separam estas coisas e metem ali dentro. Perceberam?

Voc�s n�o. Voc�s quatro, sigam-me.

- Onde vamos? - A um passeio de pesquisa.

S� para lembrar, n�o estou nada feliz com isto.

Vou apontar isso.

Sem cordas de seguran�a, rapazes.

Fiquem perto de algo que consigam agarrar.

Meu, eles n�o fazem ideia do risco que est�o a correr.

Ok, vai com calma. Isso mesmo.

� isso. Agora um pouco para a direita.

Ei, Brennick! Espera a�!

Devagar.

- O que foi isto? - Fica connosco, Marcus.

- Tem calma com esses pinos. - Por qu�? �s inspetor dos pinos?

Est�o cheios de explosivos. Podem arrancar-te a m�o.

Olha!

- C'um cara�as. - Um fragmento...

pode rachar o capacete ou rasgar a roupa.

Durarias aqui no m�ximo um minuto.

Sobre o que aquele gajo falou contigo esta manh�...

Sobre tu fugires. � verdade?

J� n�o �.

Mas conseguias outra vez, certo?

Ent�o, mat�mos mais algu�m desde que eu sa�?

Sabes...

Tenho pensado sobre ti.

Afinal, o que fazes aqui em cima?

Um homem precisa de ganhar a vida, certo?

Isto n�o � ganhar a vida, amigo. � a vida.

Ou tu �s um de n�s, ou �s um deles.

Ent�o � melhor decidires quem � quem antes que algu�m fa�a isso por ti.

O que � isso? � uma amea�a?

Segundo alerta. Chuva de meteoritos a aproximar-se.

Parvalh�o. Temos quatro prisioneiros l� fora.

N�o � como se fossemos abandon�-los.

Vamos sair daqui!

Os prisioneiros devem regressar � esta��o imediatamente. Este � o segundo alerta.

- Ignoraste o primeiro alerta? - Esquece isso. S�o s� uns chuviscos.

Alerta... Todos os que est�o no exterior...

devem seguir imediatamente para a c�mara de compress�o mais pr�xima.

Todos os que permanecerem fora da esta��o...

estar�o sujeitos a ferimentos de proj�teis para al�m dos n�veis de sobreviv�ncia.

- Ajuda-me! - Vamos!

Alerta! Alerta! Todas as escotilhas externas...

ser�o trancadas automaticamente em 30 segundos.

- Vamos, meu! - A preparar para trancar.

Vamos, vamos.

Alerta. Todas as escotilhas ser�o trancadas em 15 segundos.

Os fragmentos de meteoritos j� atingiram o per�metro.

A concentra��o fatal de meteoritos � iminente.

Este � o alerta final. Faltam 10 segundos para as escotilhas serem trancadas.

Sigam imediatamente para a c�mara de compress�o mais pr�xima.

Afastem-se das portas da c�mara de compress�o.

Os mecanismos das trancas j� foram ativados.

Afastem-se das portas da c�mara de compress�o.

- Abram a porta! - Ei! O Mac Dan ainda l� est�!

- Por amor de Deus! Abram a porta! - N�o podemos, est� trancada!

Abram o raio da porta! Abram a porta.

Que cena marada.

A este dou-lhe 9,5 pontos.

E tu, Gordo?

Isto � uma grande bosta.

Despachem-se. Continuem a andar.

Vamos l�. Tragam isso.

Passem no scanner. Ainda faltam mais duas cargas.

Ela � bonita, n�o �?

- � tua? - Isso queria eu.

Tenho o meu velho rebocador estacionado l� atr�s.

Um Challenger cl�ssico que n�o vale nada.

Pilotei um Challenger na patrulha a�rea.

- Sim? Qual esquadr�o? - 37�.

Eu pr�prio estive l�.

- J. Hickey. - John Brennick.

Prazer em conhecer-te.

Ent�o, sentes falta?

Da patrulha a�rea?

- � melhor que isto. - Penso que sim.

Deve ser melhor do que ando a fazer.

Um vendedor de gelo.

- Vendedor de gelo? - Voo at� a lua, pego o gelo...

ele derrete a meio do caminho e despejo no tanque.

Sanita, chuveiro e barba, e come�o tudo outra vez.

N�o vais para a Terra?

No meu calhambeque? Ia ser uma viagem s� de ida, podes crer.

V� l�, mexam esse cu.

- Foi bom falar contigo. - Vejo-te por a�, meu.

Conheces bem aquele piloto?

Acabei de o conhecer.

Do que voc�s estavam a falar?

Nada de mais. Conversa de rapazes.

Sim.

E as c�maras no laborat�rio?

E o trinco do contentor?

Andas a imaginar coisas.

Isso � meu.

Isso tamb�m � meu.

- Ningu�m gosta dos gajos espertos. - Ent�o deves ser muito popular.

- Est�s a faltar-me ao respeito, bandalho? - N�o ando � procura de problemas.

Eles encontraram-te na mesma.

O contato f�sico n�o autorizado � uma infra��o.

Alerta! Altera��o de comportamento come�a em 5 segundos.

Suspenso.

Deste cabo das minhas costelas! Partiste-me o nariz!

- Est�s bem? - Sim, estou bem.

Deixa-me ver! Pode estar partido.

Porque suspendeu a altera��o de comportamento?

- Porque isso me diverte. - A viol�ncia diverte-o?

Tem os seus momentos. Quem � aquela com o Brennick?

Rivera, Elena.

Condenada por terrorismo e motim...

com liga��es aos rebeldes de Durango.

E os nossos outros h�spedes implicados em Durango?

- Brennick, John W. - Que teia entrela�ada n�s tecemos.

- Receio n�o ter compreendido. - Espero bem que n�o.

Porque me est�s a tratar assim?

A tratar-te como?

Estamos juntos...

nesse lugar horr�vel.

N�o podemos deixar as coisas um pouco mais tolerantes um com o outro?

Desta vez n�o.

Sabes, nunca mais a ir�s ver.

Irei sim.

Ou morro a tentar.

Qual � a situa��o dos meus fugitivos preferidos?

A �ltimo grupo recuperado foi detido...

a norte da fronteira pelas autoridades locais.

Uma nova invas�o pode resultar numa queixa formal � embaixada.

N�o quero saber.

Ela � uma condenada fugitiva, uma m�ltipla reprodutora.

A sua cria il�cita � propriedade da Corpora��o Men-Tel.

Isto s� acaba quando todos estiverem aqui.

Uma fam�lia grande e feliz.

Preciso mesmo de falar contigo.

Desculpa por ontem � noite.

S� queria que algu�m sentisse por mim...

o que tu sentes pela tua mulher, entendes?

O que est�s a fazer?

Vou sair no contentor.

Est�s doido. Vais sufocar l� dentro.

N�o vou ficar l� dentro tempo suficiente para sufocar.

Vou desviar a nave assim que ela deixar o posto.

Usando o qu�?

- Ajuda-me a pegar a arma dele. - Carreguem isso.

Que se passa com o teu codificador? Esta maldita porcaria n�o funciona.

- N�o deve falar com ela dessa maneira. - S� disse "porcaria".

- Voc� disse "maldita". - N�o deixe isso acontecer de novo.

- Ou fazemos queixa de si? - Fazem queixa de mim?

Andam a cheirar tinta aqui em cima, ou qu�? � melhor separarem logo essa porcaria.

Est� como novo.

Foi como tirar um doce a um beb�.

John! Pensa. E se fores apanhado?

Eu aqui n�o tenho nenhuma escolha.

O Teller anda atr�s da minha mulher e do meu filho...

E ele vai apanh�-los, a menos que eu os apanhe primeiro.

Vais ajudar-me ou n�o?

D�-me cobertura.

- Onde est� o Brennick? - Ainda est� a empacotar.

- O que est�o a olhar? Ajudem-na. - Sim, senhor.

- Pronto. - Vamos l�.

- Cuidado. - Por aqui.

Vamos, andem!

- O que foi isto? - Puxem isso.

- Foi s�... - Puxem isso!

V�!

- Abre isso! - Tenho de...

Eu disse para abrires isso, cara�as!

Oh, aqui est� ele. Desculpem.

� s� o meu codificador.

H� algum problema?

N�o, senhor. Nenhum problema.

Miss Combs, faz ideia do custo...

que � deixar prisioneiros por a� parados?

113.5 cr�ditos por prisioneiro.

Era uma pergunta de ret�rica, ZED. Obrigado.

De nada.

Tentem manter as coisas em movimento.

Ouviram o homem. Fechem isso, e vamos.

Porra.

Pensavas mesmo que era assim t�o f�cil?

Mas agrade�o por nos indicares os defeitos da nossa seguran�a.

Voc�s dois... Despedidos. Sr. Gordon.

Corte a ra��o dos prisioneiros pela metade...

e dobre o hor�rio laboral.

Obrigado.

Que fa�o eu com ele?

Meta-o no buraco.

Mexe-te!

Apanhaste o Brennick a tentar fugir?

Suponho que tenhas ligado para me dares os parab�ns!

Diz-me o que aconteceu.

O que aconteceu foi que apanhei o Brennick a ser cozinhado na caixa...

como um presunto fumado.

Despachei suficientes chapas refletoras...

para criar um transmissor do tamanho de Rhode Island.

Estou pronto para bater a nossa era de transmiss�o.

Ent�o, � assim t�o dif�cil dizer "muito bem"?

Boa. Fizeste um bom trabalho. E a seguir?

Gostava de terminar o outro gerador.

Falas a s�rio?

N�o te vai custar um c�ntimo. Tenho todo o material que preciso e m�o-de-obra mesmo aqui.

Tudo o que preciso de ti � s� um acelerador eletr�nico.

Para qu�?

Bem, eu podia us�-lo para...

integrar os dois geradores.

Ser�amos capazes de quadruplicar a nossa pot�ncia �til durante a noite.

Sabes t�o bem como eu que n�o existe essa coisa de muita pot�ncia.

N�o posso discordar isso contigo.

Vai em frente. Faz como quiseres.

Beijos e abra�os para o pai.

Meu, uma pergunta.

L� em cima no buraco � mais quente do que isto?

Queres descobrir?

Parvalh�o.

Para de usar a �gua quente toda.

- O Danny est� a dormir? - Por qu�? Est�s com vergonha?

Ganhei. Eu venci-te, pai! Ei, m�e, eu venci-o!

Est�s a falar do qu�? N�o consegues vencer.

Eles controlam tudo e todos.

N�o vou sem ti.

Devo tir�-lo do buraco?

Ele j� excedeu as expetativas normais de vida em 7 horas.

Mostra-me o Brennick.

Bem, suponho que ele aprendeu.

Est� bem. Tira-o.

- John! - Metam-no a andar.

Tenho um tanque cheio de �gua para voc�s ot�rios terminarem.

- Pensava que estivesses morto. - N�o tive tanta sorte.

- Conta-me como foi! - N�o tens nada a ver com isso.

Antes de mais, tenho a ver com isso.

Temos trabalhado duro porque o John ficou com umas saudades terr�veis da sua esposa.

Pelos menos ele teve coragem para tentar.

Que diabo isso quer dizer?

Quer dizer que ele se importa com algu�m al�m de si pr�prio.

O que � mais do que posso dizer de ti.

Tamb�m n�o vi nenhum dos teus f�s vir aqui ter contigo!

Em vez de discutirem um com o outro...

talvez dev�ssemos encontrar uma maneira de sairmos deste lugar.

Sim. Antes que as coisas por aqui fiquem piores.

H� uma contus�o na r�tula direita.

Uma pequena esfoladela na anca esquerda.

Ainda existem evid�ncias de desidrata��o...

mas os efeitos da hipotermia j� quase desapareceram.

H� manchas residuais na pele...

resultado das queimaduras por radia��o c�smica.

N�o h� outras falhas aparentes.

Prisioneiro n�mero 27609...

est� autorizado para voltar � m�o-de-obra.

Tenha um bom dia.

O Sr. Karensky gostava de falar contigo.

Estou a ouvir.

Diz a esse peda�o de bosta que ele est� em d�vida comigo.

O Sr. Karensky acha que a tua tentativa de fuga nos causou a todos um grande preju�zo.

Daqui para a frente eu mando no seu cu.

O Sr. Karensky acredita que est�s em d�vida com ele...

por todas a horas a mais que tivemos de trabalhar.

Diz-lhe que traga a rapariga esta noite � nossa cela.

O Sr. Karensky acredita que a mulher ser� uma justa recompensa...

pelos inconvenientes que tu causaste.

Ela n�o � minha para eu a dar.

Ent�o, talvez...

tu possas ficar no lugar dela.

Sinto-me lisonjeado, mas penso que deixo passar.

- Ent�o, o que eles queriam? - Alguma coisa sobre rela��es.

Rela��es internacionais.

N�o tem piada.

Aqueles russos podiam arrancar-te o cora��o s� para verem a express�o da tua cara.

Penso que n�o � no meu cora��o que eles est�o interessados.

Jesus! Tira essa coisa nojenta daqui, meu!

Eu disse-te para tirares essa coisa da minha comida!

- Estou a tentar. N�o come nada. - Anda a comer alguma coisa...

- Olha o tamanho dessa filha da m�e. - Para com isso.

� s� um inseto.

Inseto o cara�as. Uma "baratazilla", talvez.

Repararam em algo de estranho nas c�maras de seguran�a?

Sim.

Nem sequer est�o apontadas para o que estamos a fazer.

Ent�o como nos vigiam?

Digo uma coisa. � melhor descobrirmos isso...

antes que tenhamos de aprender a dizer "sou a tua puta" em russo.

Sou a Dra. Preminger.

O assunto de hoje... Aprender a amar-se a si pr�prio.

Eu gostava que todos voc�s dessem uma boa olhada no maravilhoso...

Cala mas � essa boca!

Ao menos tu n�o tinhas de ouvir isto quando estava no buraco.

Abaixe-se e segure a...

- Est� calada! - Migo, ela n�o pode te consegue ouvir.

� todos os dias a mesma coisa. Est� calada!

- J� te sentes melhor? - Sim, valeu a pena.

- O que � isso? - Um modulador de frequ�ncia.

Um troca canais para ti.

Por que � que eles precisam de trocar canais se eles s� t�m um canal?

Muito bem, senhoras e senhores, saiam.

Vamos andando. Temos muito trabalho para fazer.

Preciso que prestem aten��o.

Tu n�o!

- O que foi? - O chefe quer ele no trabalho pesado.

Ent�o v�, toda esta �rea tem de ser terminada.

Temos de recolocar os cabos e os pain�is da parede.

Por isso, escutem...

Conheces a rotina.

Brennick!

Esperei muito tempo por isto!

�s um homem morto. A s�rio! Um homem morto!

O contato f�sico n�o autorizado � uma infra��o.

Devo suspender a altera��o de comportamento?

Est�s a aprender.

Altera��o do comportamento suspensa.

Alto!

ZED? ZED!

Como queres partir?

Cuidado!

Acho que estamos quites.

Quites o tanas! O que aconteceu l� em baixo?

Sabes o que aconteceu, Sato! Onde � que estavas?

No meu intervalo. Tens algum problema com isso?

E ZED, onde estava?

Pe�o imensas desculpas. Estamos a passar por dificuldades t�cnicas.

Tenho a certeza que todos estes problemas rapidamente ser�o eliminados.

Ei, Coronel Sanders! J� souve que fritaste aquele sacana.

- Onde est�o os outros? - Est�o l� em baixo a comer.

� a noite de "come toda a lagosta que puderes".

Queres o qu�, "Basarouco"?

Comida, n�o essa merda.

E queres muito?

Ei, Kev, chega aqui aqui e olha isto.

O Bezinsky e o Sato. Isto vai ser fixe.

- Isso � o qu�? - Um controlo remoto.

- Onde arranjaste isso? - O sintonizador eu tirei da TV.

O teclado e o resto eu tirei da minha nova �rea de trabalho.

Sentem-se.

Se n�o fosse por isto, cortava-te a cabe�a e cagava na tua garganta.

Sr. Teller, pode suspender o modo de mudan�a de comportamento no 27321, por favor?

Com prazer, Sr. Sato.

Mudan�a de comportamento suspensa para o prisioneiro 27321.

Anda l�, "Basarouco".

Vamos sair daqui.

Passa da ala direita para o centro.

- Bingo! - A� mesmo.

� disto que eu gosto.

Sou bom, meu. Sou bom.

Este � um daqueles filmes independentes?

N�o me gozes.

Entr�mos no sistema de vigil�ncia deles.

Est�s bem? Fiquei a saber sobre...

- Como fizeste isso? - Pergunta a ele.

- S� podes estar a brincar comigo. - Mi�da, � melhor reconheceres as minhas habilidades.

Consigo construir uma esta��o de r�dio com uma caixa de leite e duas embalagens de camisinhas.

- Que se passa com os russos? - Eles nem sequer est�o a olhar.

A briga � uma distra��o.

Est�o a aprontar alguma.

Fogo! � como se eles tivessem c�maras dentro das cabe�as.

O que est�s a fazer? Vira isso!

Ei, sou eu!

- Desliga! - Sem d�vida.

- O que est� mal? - O implante que nos deram.

Introduziram no nervo �ptico.

Eles veem o que n�s vemos.

Sato, j� chega!

Nunca mais me toques, ou eu mato-te.

- Percebeste? - Sim, percebi-te perfeitamente.

Bem, aquilo foi divertido.

Anda, Newman. Vamos dar uma volta.

Jackson... com as pe�as certas, consegues fazer algum tipo de v�deo gravador?

De olhos fechados.

Ser� uma maneira de o fazer.

ZED, qual o progn�stico do segundo gerador?

Parece haver alguma anomalia nos ficheiros de aquisi��o.

- Anomalia? - O rendimento mostra...

que o novo acelerador de el�trons...

ultrapassa os nossos requesitos de energia.

Planeando para o futuro.

Tracei algumas futuras proje��es do ficheiro de aquisi��o...

e n�o encontrei nenhuns dados.

Ainda n�o tive tempo de arquivar todos os nossos futuros planos.

� dif�cil operar com a m�xima efici�ncia...

se n�o tenho acesso a todos os dados necess�rios.

Vamos ter de deixar aqui uma coisa clara.

Eu � que decido quais s�o os dados necess�rios, n�o �s tu.

Ent�o n�o me chateies com essas anormalidades a menos que eu te pe�a.

Ficou claro?

� isso mesmo, rapazes. Estamos em playback.

Rapazes, devem-me esta, � grande.

O chip do scanner s� tem 4 minutos de grava��o.

Ent�o prestem aten��o.

- Marcus! - Desculpa, meu.

Achas que este uniforme me faz parecer gorda?

O que temos de fazer primeiro � encontrar uma forma de contornar ZED.

Esquece ZED. O que vamos usar como transporte?

Vamos roubar a Venture Star.

- Porque resultou t�o bem da �ltima vez? - Deve haver outra alternativa.

Como o qu�? "Balan�a-me, Scotty"?

Os russos t�m um vai-vem.

Desculpa?

O que te faz pensar que eles tem um vai-vem?

Porque eu sou Tenente...

do Servi�o Secreto Federal da R�ssia.

Estive a analis�-los enquanto jogavam xadrez.

� um velho truque.

A maior parte do que eles dizem � lixo...

mas quando tocam na rainha, quer dizer algo.

Torna-se dif�cil de solucionar se n�o souberem as regras.

Ent�o vamos falar com eles.

Eu tenho de me disfar�ar.

Se descobrirem quem eu sou...

eles matam-me.

Est� bem. Ent�o eu fa�o isso.

O teu xadrez � p�ssimo.

Tu tens... habilidade.

Eu podia apenas lan�ar...

as minhas pe�as para fora do tabuleiro.

� uma escolha de palavras pouco usual.

Uma met�fora, talvez.

As palavras, parecem n�o ter sentido.

Mas podemos escapar...

das suas consequ�ncias?

Isso mesmo.

Estamos em playback. Agora podemos falar.

Tinhas raz�o. O vai-vem deles chega amanh�?

Amanh�?

Meu... Ent�o qual � o plano deles?

Se eles tivessem um plano, n�o precisavam de n�s.

- Qual � a outra parte? - Eu disse que sab�amos neutralizar ZED.

- J� pensaste que n�o sabemos? - Sim, mas temos 24 horas.

S� precisamos dos c�digos da sala do Teller...

e da caixa de seguran�a de ZED.

Ficaste doido de vez, meu? D�-me o meu len�o! Que se passa contigo?

- Deixa-o em paz, Marcus. - Deixa-o em paz, o cara�as.

Ele � um clepto. Olha essa merda!

Oh, oh, oh! Merda! Que...

Newman!

- Onde arranjaste ist o? - Encontrei por a�.

- O que � isso? - Um implante. O nosso bilhete para casa.

Apanhem tudo

Apanhem tudo, muito bem Acabou-se a festa

Acabou-se a festa

Quem � o homem com o microfone na m�o?

Nem penses nisso.

Esta porcaria n�o para de se mexer.

- O que exatamente estamos a tentar fazer? - N�o o magoes!

� melhor sa�res de cima de mim. N�o vou magoar este raio de coisa.

Apenas tento introduzir no seu sistema nervoso.

Por qu�?

Quem � a �nica pessoa nesta esta��o que consegue arranjar algo realmente comest�vel?

- O Teller. E? - Essa barata deve estar a comer algo.

- Consegues uma imagem melhor? - "Consegues uma imagem melhor"?

Consegues fazer melhor, cara�as!

Agora vamos ver o que h� no menu.

Uh, uh! Muito bem! Vai!

Deve ser da �gua fria.

Vou ao escrit�rio do Teller.

N�o fa�as nada eu que n�o faria.

O acesso n�o autorizado � uma infra��o.

A altera��o de comportamento come�a em 5 segundos.

Sou eu, ZED. Suspende.

Suspenso.

Chegou � porta do Teller.

Isto � in�til. N�o conseguimos ver nada.

- Ent�o? - Estamos quase l�.

Interlig�mos os dois transmissores e calibr�mos a pontaria.

Agora s� precisamos do grampo.

Ent�o quando � que o acelerador chega?

Amanh� junto com o pr�ximo carregamento de prisioneiros.

Ela n�o faz ideia do que estamos a planear fazer com isso.

Posso ajudar?

N�o me importava de ter uma daquelas para mim.

Bem, obrigado por partilhar isso comigo, Sr. Sato.

J� pode ir.

� t�o dif�cil arranjar uma boa ajuda hoje em dia.

Acredito que j� o avisei que o novo acelerador de el�trons...

excede consideravelmente os nossos requesitos de energia.

Agora ela est� de mau humor... ZED, fecha.

Newman?

Newman morreu.

Foi por uma boa causa, sabes?

Boa causa uma merda. N�o vimos bosta nenhuma!

Se aquele vai-vem chegar e n�o tivermos os c�digos...

os russos v�o matar-nos a todos.

Os russos s�o o �ltimo dos nossos problemas.

O que � isso, Stan?

Amarra o meu sapato. Fecha a porta.

Stan, �s um g�nio!

N�o temos de ver os c�digos. N�s ouvimo-los.

Por aqui, senhora.

Levem-me ao escrit�rio dele. V�o haver algumas mudan�as por aqui.

- Susan? - Peter.

Vim aqui para tomar conta desta opera��o.

N�o podes.

J� trabalho neste projeto h� 10 anos.

Foi minha a ideia em tornar a pris�o numa esta��o el�trica.

Foi minha a ideia em usar os condenados como oper�rios.

Foi minha a ideia de unir o segundo gerador.

Pensas que eu fico a olhar e deixo-te fazer o que queres?

Peter, at� agora nunca pensei que tu realmente tinhas tomates.

S� � pena que n�o sejam t�o grandes como os meus.

Por isso senta-se, cala-te e presta aten��o.

Pensavas que eu n�o iria saber...

da tua opera��o onde capturaram o Brennick no Canad�?

Ca�aram a esposa e o filho dele, sobrecarregando ZED...

Executaram prisioneiros.

Se mais algu�m souber o que andas aqui a fazer...

ser�s aqui um residente em vez de um administrador.

- Percebeste? - Absolutamente.

Boa! Ent�o vamos a desempacotar aquela coisa el�tron e mostra-me na minha sala.

Lembraste do primeiro c�digo?

Dois, tr�s, seis. Pega-varetas.

Boa. O segundo.

Nove, dois, quatro. Abre a porta.

Ele nunca se vai lembrar. Deixa um de n�s ir.

Ele � �nico que pode passar pela zona de dor sem ficar com o c�rebro frito.

Sem c�rebro, sem dor.

Est�s pronto?

A� est�.

Meu, este filho da m�e � vesgo.

S� podem estar a brincar. Esta porcaria n�o vai resultar.

Vai correr bem. Mostra como �, Stan.

Vai.

- Hum? - Acesso n�o autorizado.

- Kev, olha isto. - Altera��o de comportamento...

come�a em 5 segundos.

- Quatro, tr�s, dois... - Oh, esquece.

- � s� o queimadinho. - Suspenso.

J� inspecionei os n�veis 432, 659 e 224.

- Ol�. - E nada.

- Tudo negativo? - Sim.

- Porque n�o est�s a ajudar a verificar? - Eu vou.

- Que giro. - Agora n�o, seu tontinho.

Pega-varetas. Pega-varetas.

Seis, dois, tr�s, seis.

Seis.

V� l�, Stanley. Vamos.

Abre a porta. Abre a porta.

Vamos. Paul, traz os russos.

Vai para o c�u.

Alerta. A entrada n�o autorizada � uma infra��o de n�vel 1.

A come�ar altera��o de comportamento. Alerta.

Alerta. A entrada n�o autorizada � uma infra��o de n�vel 1.

- A altera��o de comportamento.... - Sai da frente!

ser� conclu�da em 5 segundos.

- Corta a energia! - Estou a tentar!

N�o a magoes! Ela � bonita!

Um. A administrar.

V�o para a esta��o de lan�amento, agora!

- Vamos, Stanley! - Ok. Ok. Ok.

A Rivera tem aquela coisa repressiva e compulsiva.

- O qu�? - Sabes, quando precisas de...

esfregar vezes sem conta.

Cara�as.

Filho da m�e.

Vamos.

V� l�! Onde diabo est�o eles?

Ei!

N�s n�o vamos sem os outros.

Diz a esse b�fia para se ir lixar.

O Sr. Karensky lamenta mas n�o vai ser poss�vel acomodar os teus amigos.

Mas, com certeza tu entendes isso. Nikolai!

Adeus, porco!

Parece-me que n�o era uma sauda��o russa.

Belo tiro, mod�stia � parte.

Fogo! � a primeira vez que fico feliz por falhar um passeio.

Fica comigo, Max

O meu nome � Yuri Rienkov.

Abandonado pelos seus colegas e assassinado a sangue frio.

� muito triste. N�o lhe parece, Sr. Tubman?

- Seu traidor filho da m�e. - Que diabo se passa aqui?

- Susan! - Essa arma n�o est� autorizada.

Muito inteligente, n�o �?

Cem trilh�es de volts de pulso eletromagn�tico...

gerados por vastas quantidades de eletricidade barata da Men-Tel.

e agora trouxeste-me o grampo.

Agora posso queimar qualquer alvo no Hemisf�rio Norte.

Cavalheiros, vamos acabar com isto.

Larga-me!

N�o queria que terminasse desta maneira, John.

Deves estar muito desiludido.

Oh, por favor!

- Tenta outra vez. - Adeus, John.

- Pr�ximo. - N�o, n�o!

Tirem ela de cima mim!

D�i, n�o d�i?

Sua cabra!

Vai-te lixar!

Sr. Sato, certifique-se que ZED restabelece a vigil�ncia.

Sr. Tubman, atire com esses tr�s encrenqueiros no buraco.

Sr. Gordon, mande algu�m limpar isto, sim?

Ent�o foi planeado desde o in�cio, Nestor.

- Usaste-me para encontrares o Brennick. - N�o fui eu. Eu disse-te.

Eras a pessoa mais pr�xima do Brennick.

Se havia algu�m que nos podia levar at� ele, eras tu.

Uma pena, a esposa e o filho.

Sabes que mais? �s um verdadeiro humanit�rio, mano.

Pare�o teu irm�o, condenado?

Prisioneiro n�mero 27609, Brennick, John W.

- Ficheiro apagado. - Adeus.

Calma agora.

Tem cuidado!

N�o pode ser assim t�o dif�cil!

Desculpa.

ZED?

An�lise do sistema.

Uma explos�o na �rea de compress�o 17 comprometeu...

a integridade da estrutura em todo o sector.

A degrada��o orbital ficar� cr�tica em aproximadamente 10 minutos.

- O qu�? - Uma explos�o na �rea de compress�o...

Eu ouvi-te. Podes fechar aquele sector?

O danos no meu sistema impedem-me de iniciar os reparos estruturais.

As portas de seguran�a 16 e 18 ter�o de ser fechadas manualmente.

- O que est�s a tentar fazer? - A tentar sair deste lugar...

antes que exploda.

Calma. � uma constru��o modular. ZED pode fechar as se��es danificadas.

Al�m disso, para onde irias?

Brennick, espera! Fica comigo.

Eu ligo para o meu escrit�rio. Eles mandam algu�m virem-nos buscar.

- E a seguir? - A seguir eu perdoou-te.

Tu vais perdoar-me?

- N�o, obrigado, senhora. - Brennick, espera!

A �rbita da esta��o continuar� a degradar-se...

at� que as portas de seguran�a estejam fechadas.

- Senhor, os prisioneiros... - Agora n�o!

Temos um sector danificado na nova ala.

- Temos de fechar manualmente. - Desculpe interromper, Sr. Teller.

H� uma transmiss�o a sair do sector 17.

- A sair? Recepta-a. - Est�s a ouvir?

Claro, Susan. Queres que eu mande uma nave l� a cima...

porque o teu afilhado tentou matar-te...

Mas um prisioneiro chamado Beswick salvou-te a vida, certo?

- � Brennick, seu idiota! - Brennick.

- Eu j� volto a falar contigo. - Espera, espera!

ZED, altera��o de comportamento...

no n�vel m�ximo.

Ao John Brennick.

Sinto muito, mas o ficheiro foi apagado do sistema.

Por quem?

Voc� disse para eu apagar todas as casualidades.

Casualidades significa mortos, idiota!

Ei! Espera a�!

Anda l�!

Oh, cara�as! Porque diabo fizeste isso?

- Desculpa! N�o sabia que eras tu! - A tua sorte � que foi na tua cabe�a.

Escuta. Leva todos para o tanque de �gua. Vamos sair pelo rebocador.

ZED, porque n�o me disseste nada sobre isto?

Voc� instruiu-me a n�o informar anormalidades...

a menos que fosse especificamente pedido por si.

A degrada��o �rbital ficar� cr�tica em aproximadamente 8 minutos.

- O qu�? - Tem dificuldade em ouvir, Sr. Sato?

A menos que queira que a esta��o se parta como uma casca de ovo...

� melhor que suba l� a cima e feche o sector danificado!

Onde vais agora?

Andei a esconder-me da Men-Tel durante 10 anos.

N�o vou deixar que o meu filho cres�a dessa maneira.

Al�m disso, algu�m tem de apagar as luzes.

N�o pode usar isso aqui! Vai danificar o casco!

A �ltima coisa que me preocupa � outro furo no casco.

Tu isolas esta. Eu vou para a outra.

Bingo.

Olha o que saiu na lixeira.

N�o sejas est�pido. Isto est� quase tudo a ir abaixo.

N�o...

S� tu.

Uma dose fatal.

Larga a arma, Sato.

N�o deixarei que mates outro homem a sangue frio.

Gordon... N�o te tinha dito para nunca mais me tocares?

Toda a gente! N�o parem!

ZED, mostra-me o Brennick!

Espera um minuto. D-2.

ZED? Para-os!

Lamento. Os requisitos do sistema est�o muito sobrecarregados.

A degreda��o orbital ficar� cr�tica em aproximadamente 4 minutos.

Stanley, anda.

N�o consigo. Eu... N�o consigo.

Porra! N�o digas nada.

- Stanley, vamos! Vamos. - V� l�!

- Vai! - Ok.

Onde est�o o Sato e o Gordon?

- O Sr. Sato desapareceu e o Sr. Gordon morreu. - Cara�as!

Sobe l� e isola tudo.

V� l�! A andar!

- V� l�! Anda daqui! - N�o olhes para baixo!

Vamos, Stanley! Vai!

Ele n�o pode simplesmente ter desaparecido.

- Talvez ele esteja no novo transmissor. - Ent�o conecta-me.

Acho que ter� de fazer isso manualmente.

Voc� negou-me o acesso � �rea do transmissor h� 6 dias atr�s.

Porque tu estavas a informar tudo o que eu fazia � Corpora��o Men-Tel.

Informar � uma fun��o autom�tica.

N�o tenho qualquer controle sobre isso.

ZED, tu traiste-me.

Deixaste a �gua a correr.

Acesso restaurado. Encontra-o.

Localizei o John Brennick na sala de controle do transmissor.

A minha arma n�o!

A degrada��o orbital ficar� cr�tica em aproximadamente 1 minuto.

- Ajude-me! - Agora n�o. O Brennick tem a arma.

Esque�a o Brennick! Temos de fechar a porta!

Teller, pense! A arma est� apontada para a Terra!

O que ele vai fazer com a arma? Ajude-me.

O colapso total da �rbita ocorrer� em 10 segundos.

Nove, oito, sete...

seis, cinco, quatro...

tr�s, dois...

O sector danificado est� seguro.

A estabilidade da �rbita est� a ser restaurada.

ZED est� a voltar online. Temos de sair daqui, agora.

- E o Brennick? - Ele est� morto.

Eu pr�pria vi. O Teller disparou-lhe v�rias vezes.

Olha... Sou presidente da Men-Tel!

Estou a ordenar que saias desta esta��o espacial agora!

N�o vamos a lado nenhum, cabra!

Que diabo est� ele a fazer?

Os pain�is?

Acabou-se, John. Afasta-te dos controlos.

Sai da�!

Dez anos.

Sinto que te conhe�o...

melhor do que qualquer um que j� conheci em toda a minha vida.

Eu n�o teria tanta certeza.

Uma sobrecarga destruiu todas as fun��es cr�ticas da esta��o.

Todo o pessoal deve sair imediatamente.

Uma sobrecarga destruiu todas as fun��es cr�ticas da esta��o.

Todo o pessoal deve sair imediatamente.

Prisioneiro n�mero 27609, Brennick, John, W.

� acusado de sedi��o, sabotagem, fuga...

ajudar e encobrir a fugitiva identificada como Karen Brennick.

Tamb�m � acusado de...

Teller! Acabou! Suba a escada!

Tu sobes l� a cima e trazes ele para baixo!

Tenha um bom... Tenha um bom...

Prisioneiro n�mero 27609...

Ficaste doido!

Seu traidor de merda!

- Agarra a minha m�o! - Desculpa.

Agarra a minha m�o!

Est� a escapar!

- J� o temos! - Depressa!

Podes largar!

Agarrem-se!

- Reiniciar sistema! - Segurem-se todos!

M�e, olha.

- Uma estrela-cadente. - Ah.

Pede um desejo.

Eu desejo...

Se contares a algu�m, o teu desejo n�o ser� realizado.

Queria que o meu pai voltasse para casa.

- Leva-nos para casa. - Sim!

- Oh, Danny, Danny, Danny! - Pai!

John...

Adapta��o PT-PT Lander

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