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Toda Heathville adorava Paul Carruthers, gentil m�dico da vila.
Ningu�m suspeitava que no laborat�rio de sua casa no alto da colina...
ele realizava certos experimentos privados.
Experimentos estranhos e terr�veis.
Oh meu amigo...
Nossa teoria sobre a estimula��o glandular por meio de...
impulsos el�tricos, estava certa!
Uns dias atr�s voc� era t�o pequeno quanto seu companheiro ali...
e agora olhe pra voc�.
Al�? Sou o doutor Carruthers.
� o Heath. Henry Morton e eu faremos uma pequena festa em casa.
Gostaria de vir?
� muito am�vel. Eu agrade�o.
Mas estou muito ocupado numa nova f�rmula para creme de barbear.
Doutor, foi ideia da minha filha. Ficaria chateada se n�o viesse.
N�o aceite n�o como resposta, ele deve vir.
Veja doutor, � uma ocasi�o especial.
Acho que Mary anunciar� seu noivado com o jovem Donald Morton.
Diga a ela que irei, adeus.
Tudo acertado, ele vir�.
Ficar� feliz quando souber que a surpresa � este cheque de presente.
Cinco mil d�lares.
Bom.
Voc� n�o esqueceu.
Odeia essa estranha fragr�ncia oriental inclusive enquanto dorme.
Igual a antes de ficar grande e forte.
Agora se sentir a fragr�ncia de noite quando estiver acordado...
vai atacar.
Sim, voc� vai atacar... para matar.
O doutor est� atrasado, deve ter surgido um compromisso urgente.
Devia ligar pra ele.
Lembre-se, Roy, Tommy n�o devem dizer nada sobre o cheque ao doutor...
- antes que o seu pai o fa�a. - Voc� avisou ao casalzinho?
� melhor avis�-los.
- Quero avis�-los... - Para n�o dizer nada do cheque.
At� que tenha sido entregue.
Seu pai far� as apresenta��es, Mary.
Porque n�o o descobrem como a uma est�tua...
assim seria surpresa para todos.
Quer saber, acho que seria melhor enfi�-lo...
numa garrafa e fazer um la�o.
Com certeza essa ideia voc� tamb�m a tirou de uma garrafa.
- O doutor n�o vem. - Que pena.
Est� concentrado na sua f�rmula e esqueceu da gente.
Esqueceria dessa f�rmula se soubesse do cheque de 5 mil.
Por qu� n�o subimos at� l� e entregamos?
N�o. Eu n�o faria isso.
N�o gosta de receber visitas quando est� realizando suas experi�ncias.
- Roy pode levar pra ele. - Certo, posso ir.
Devo fazer um discurso quando o entregar?
- N�o precisa, o cheque diz tudo. - Sim, diz muito.
Diga a ele que lamentamos muito a sua aus�ncia.
E � claro que entendemos que est� muito ocupado.
Est� bem.
Um momento Roy, j� atendo voc�.
Certo, � isso.
Agora, o que posso fazer por voc�?
Lamentamos que n�o possa ter vindo esta noite.
Sim eu sei, mas estou ocupado em algo importante. Muito importante.
Sim, � claro.
O Sr. Morton e meu pai prepararam uma pequena surpresa para o senhor.
Uma surpresa?
- Aqui est�. - Bem, vejamos o que �.
Cinco mil d�lares.
Mas, por qu�?
� apenas uma pequena demonstra��o de agradecimento.
Entendo. Um b�nus.
Seu pai e o Sr. Morton s�o muito gentis...
irei agradecer pessoalmente amanh�.
Eu lhes direi doutor.
N�o est� curioso por minha nova f�rmula?
Sim, mas n�o queria parecer indiscreto.
O que �?
Uma nova lo��o para fazer a barba.
Sinta o cheiro.
- Um pouco forte, n�o? - N�o, n�o.
A fragr�ncia se evapora pouco tempo ap�s o uso.
Experimente umas gotas.
Agora esfregue pelo pesco�o. Aqui.
� agrad�vel, n�o � mesmo?
Sim, quando estar� pronta para a venda?
Ainda est� em fase experimental.
Quero prov�-lo com varias pessoas antes para ver se funciona bem.
Se quiser me mandar um frasco provarei com prazer para o senhor.
Obrigado.
Boa noite doutor.
Adeus, Roy.
Bonito cheque, n�o � mesmo, Doutor?
S�o ricos gra�as a voc�.
Voc� os fez ricos doutor. Era sua f�rmula!
Esta noite te deram 5 mil d�lares e queriam que fosse a sua casa...
para lhes agradecer.
� o teu dinheiro o que te deram...
como se fosse um osso jogado a um cachorro fiel.
Devia estar muito agradecido doutor, muito agradecido.
S�o ricos e felizes gra�as a voc�. E o que restou pra voc�, doutor?
Esta noite voc� tem trabalho a fazer!
J� esta na hora de voc� sair!
Mas Mary, esta noite que est�o nossas fam�lias...
� o momento certo para anunciar o noivado.
Veja Don, tenho amado voc� muito tempo, desde que �ramos crian�as.
Mas temo que era mais como se fosse uma irm�.
N�o sabia que era assim.
Algo aconteceu com o Roy!
- Chame o Doutor Carruthers. - Agora mesmo.
- N�o h� nada que possa fazer. - Significa que est� morto?
Sim, � melhor chamar o m�dico legista.
- � um assassinato? - N�o sei...
n�o havia visto nada igual antes.
A jugular est� cortada.
Pe�a ao Johnny Layton para vir aqui.
O que foi agora? Quem � que quer me demitir?
Ningu�m, ainda � cedo.
Chegou isto de Heathville, um homic�dio misterioso...
o filho de Martin Heath.
- Quem � Martin Heath? - Quem � Martin Heath!
J� saiu com uma garota?
Uma garota? Oh sim uma garota, uma vez tive um encontro com uma.
E ela cheirava bem?
� claro que ela cheirava bem, a maioria delas cheira bem.
Isso gra�as aos cosm�ticos Martin Heath.
Eles fabricam tudo isso que as mulheres...
colocam na cara, ao inv�s de lav�-la com �gua e sab�o!
Um peixe gordo, certo?
Sim, e uma grande cota de publicidade.
Pegue um fot�grafo e v� r�pido a Heathville!
O m�dico legista j� est� investigando.
Descubra quem realmente matou o filho de Heath!
Certo Mc Ginty, estou a caminho.
- Chefe Wilkins? - Sim.
Sou Johnny Layton do Chicago Register.
Prazer.
Este � o meu fot�grafo, "Certeiro" McGuire.
- Oi, chefe. - Oi.
Estamos cobrindo o assassinato de Heath...
mas n�o obtivemos muita informa��o do legista.
Pensei que talvez o senhor pudesse nos ajudar.
Estou disposto a colaborar com a imprensa...
desde que ela colabore comigo.
Essa � a pol�tica do nosso jornal.
Sinceramente, eu tamb�m n�o fui muito longe neste assunto.
Tenho algo que pode lhe interessar, uma foto das feridas da v�tima.
Com esta lupa poder�o apreciar melhor.
Pesco�o e ombros est�o arranhados?
Sim, mas n�o sabemos a origem.
Muito profundas para serem unhas e superficiais para uma faca.
Parecem feitas por garras.
Bate com o dito pelo Dr. Carruthers de que...
se trataria de um animal selvagem.
- Esteve algum circo por aqui? - N�o.
Escapou algum animal do zool�gico?
- N�o. - N�o teria sido um...
homem leopardo africano, eles usam garras de a�o.
- Aqui n�o � a �frica. - Certo chefe, eu s� queria ajudar.
Chefe, tem certeza que n�o est� escondendo...
nenhuma pista da sua investiga��o?
Bem, considerando que vai trabalhar com a gente neste caso...
h� uma pista, muito estranha.
O m�dico que fez a aut�psia disse que as feridas...
poderiam ter sido provocadas pelo bico...
- e as garras de uma ave. - Um p�ssaro?
Por aqui n�o h� aves t�o grandes para atacar um homem.
E que tal uma �guia?
- Sabemos que n�o foi uma ave. - Como sabe?
Porque encontramos v�rios pelos no sobretudo de Heath.
H� sempre uma mulher!
- N�o s�o cabelos humanos. - E o que s�o?
Parece loucura, mas o exame do laborat�rio diz que s�o de rato.
Quem j� ouviu falar num rato t�o grande para matar um homem?
Um morcego tem o mesmo tipo de pelo.
Mas os morcegos da regi�o n�o s�o maiores que um pardal.
Tinha um cheiro peculiar nas feridas, mas t�o fr�gil e suave...
que os qu�micos da pol�cia n�o puderam identific�-lo.
Ent�o temos algo no que trabalhar.
Se o cheiro era uma pista, se destruiu por evapora��o.
Se importa se fa�o umas investiga��es por minha conta?
Claro que n�o, v� em frente. Se eu puder ajudar...
Talvez possa...
a senhorita Heath, � o mais pr�ximo de uma testemunha ocular do crime.
Gostaria de falar com ela. Pode arranjar?
Acho que posso.
O Dr. Carruthers n�o permitiu quando tentamos esta manh�.
N�o se preocupe com o Dr. Carruthers, � um dos...
melhores homens de Heathville.
Ele achou que aumentaria o sofrimento da Mary...
para conseguir noticias sensacionalistas.
Combinarei uma entrevista.
Obrigado chefe, ficarei em contato.
Certo.
48 J.
Senhorita Heath, sabe se seu irm�o tinha algum inimigo?
N�o, todo o pessoal do povoado gostava dele.
O que ele fazia na f�brica?
Era respons�vel pelo laborat�rio, onde desenvolvem os novos produtos.
Ali vem o Dr. Carruthers.
- Oi doutor. - Oi Mary.
Peguei este atalho do meu laborat�rio, atrav�s do jardim.
Conheceram o Dr. no escrit�rio do legista?
Sim! Senhor Layton, espero que me desculpe se pareci um pouco rude.
Gosto da Mary e considerando a experi�ncia penosa que vem...
atravessando queria proteg�-la de se aprofundar demasiadamente...
- na trag�dia. - Claro, o senhor fez bem.
Agora estamos no caso com a pol�cia.
Sim, eu sei, o chefe Wilkins me ligou.
Se puder ajudar em alguma coisa, me avise.
- Obrigado. - Quer se sentar?
- Posso lhe servir senhorita? - N�o Maxine, eu o farei.
- Voc� pode ir. - Sim, senhorita.
- A��car, senhor McGuire? - N�o senhorita...
alias n�o bebo ch�.
Se me permitir, gostaria de dar uma olhada por a�.
Quem sabe encontro alguma pista?
O que acha da teoria do animal selvagem do Dr. Carruthers?
- Francamente, n�o a considero. - N�o lhe culpo.
Como cientista, considero coisas que podem...
passar despercebidas para algu�m inexperiente.
- Por exemplo? - A natureza irregular das feridas...
a velocidade com a que o assassino escapou...
os arranh�es de unha, de garras.
Quando um animal ataca um ser humano tem que fazer muito barulho.
A senhorita Heath disse que n�o escutou barulho de briga.
N�o, apenas os gritos horr�veis.
� muito desconcertante, muito confuso.
Dr. quando viu o Roy pela �ltima vez, o achou preocupado...
nervoso, zangado?
N�o, pelo contrario, estava de muito bom humor.
Bom, preciso voltar ao hotel para escrever um artigo, me d�o licen�a?
Se achar necess�rio voltarmos a conversar, � s� vir quando quiser.
Esta tarde, se lhe parecer bem? Gostaria de passar aqui mais tempo.
- Sim claro, est� bem. - Obrigado, adeus.
- Adeus. - Adeus Doutor.
- Um pouco mais de seda menina. - N�o estou entendendo.
Voc� sabe o que quero dizer, mostre mais as meias.
- Assim? - Assim eu gosto, quem n�o gosta?
Agora fique quieta, isto vai levar um tempinho.
- Se vai tirar a foto, tire! - Agora, estou tentando focar.
Pronto, e n�o ficou nada mal.
Voltarei logo, francesinha, n�o se preocupe com esses lobisomens...
n�o deixarei te acontecer nada.
Voc� faz com que Maxine se sinta muito tranquila.
Meu jornalista grande e valente.
Esta � a minha ideia de n�o fazer nada?
Esperando sentados at� que um animal nos d� um artigo?
Olha essa lua, e eu tinha um encontro com a francesinha.
Pare de se queixar. Temos que resolver um assassinato.
"Voc� � um periodista grande e valente".
� a primeira vez que me convidam a um lugar e me pedem...
para n�o fazer a barba at� chegar l�.
Queria ver sua rea��o quando experimentasse a lo��o.
Agora entendo.
Quero que a lo��o fique perfeita antes de entreg�-la para venda.
Aqui.
� um pouco forte, isso far� com que os clientes pensem...
que est�o levando algo bom.
A sensa��o � �tima, muito agrad�vel.
N�o creio que voc� v� usar outra diferente, jamais.
Bem, n�o �amos querer vender algo que n�s mesmos n�o us�ssemos.
O cheiro � t�o bom que poderia ser usado como col�nia.
Que foi doutor, n�o suporta sua pr�pria lo��o?
Sinto uma profunda avers�o aos perfumes.
Sinto muito.
- Est� bem, Tommy. - Boa noite, doutor.
Adeus, Tommy.
- Ei, o que � isso? - Onde?
Ali, algo est� se movendo.
Saia dali, seja quem for.
O que faz aqui senhorita Heath?
Pensei que talvez quisessem companhia. Podemos sentar?
Sabe, n�o deveria andar pelo jardim � noite, depois do acontecido.
- O senhor tamb�m n�o. - Mas faz parte do meu trabalho.
Tamb�m do meu, Roy era meu irm�o.
Cuidado, acho que � o Tommy.
- Oi, Tommy. - Oi pessoal.
- Oi, Tommy. - Que foi irm�zinha?
O senhor Layton queria passar um tempo no jardim...
e eu me juntei a ele.
N�o diga que est� esperando o animal que...
o Dr. Carruthers mencionou.
- Ent�o voc� tamb�m n�o acredita? - L�gico que n�o, � rid�culo.
Mas algu�m ou algo, matou o seu irm�o.
E suponho que trabalha com a teoria de que...
o assassino sempre volta � cena do crime.
Pode ser que sim.
N�o acredito nisso.
Aceite o meu conselho Mary, deixe estes cavalheiros...
na sua vig�lia e volte para a cama.
� o que eu irei fazer, boa noite.
Boa noite, Tommy.
Acho que seu irm�o n�o gosta da minha presen�a aqui.
N�o ligue para o que disse o Tommy, todos estamos meio alterados.
Eu sei.
Socorro!
- Tommy! - Vamos!
Socorro!
Eu te disse Mc Ginty, era um morcego.
Eu vi como ele matou Tommy Heath!
Olha Johnny, quero que voc� e o "certeiro" voltem pra casa.
Ou vou demitir os dois!
Eu n�o vou voltar para casa e o "certeiro" tamb�m n�o.
Vou ficar para fotografar o morcego diab�lico!
Isso vai ficar �timo nas manchetes, o morcego diab�lico ataca de novo!
N�o vai me dizer que tinha chifres.
Talvez seja melhor enviar o carro com grade de ferro...
e os fort�es com camisa de for�a.
Joe, alguma vez eu menti pra voc�?
Sim, muitas vezes.
Mas desta vez n�o estou mentindo!
Se ficarem sabendo que manipulei uma hist�ria sobre um...
morcego gigante n�o vou conseguir emprego em lugar algum.
Publique o artigo Jo, te juro que � verdade.
Est� bem vou imprimir, mas n�o acredito nele.
Fa�a com que o "certeiro" consiga uma foto do morcego em a��o.
N�o se preocupe, ele vai conseguir. Adeus.
Voc�, meu amigo, vai conseguir uma foto do morcego em a��o.
Quem, eu? Como?
N�o percebeu que h� um empalhador no povoado?
N�o quer que eu v� dissecar uma ave, certo?
N�o pensou que eu iria sugerir que fosse ao empalhador...
para pedir que fa�a um morcego gigante para fins fotogr�ficos?
- Por sinal morcegos s�o mam�feros! - E porque n�o disse logo?
Onde fica este local de dissecar p�ssaros?
Oh, na rua principal.
Misterioso morcego diab�lico mata Thomas Heath.
A morte voadora ataca de novo em Heathville.
A cidade sob o medo do morcego diab�lico.
Thomas Heath morre v�tima de um monstro.
Quem ser� a pr�xima v�tima do morcego diab�lico?
O povo aterrorizado pelo assassino.
Lo��o p�s barba. Experimental.
O morcego diab�lico ataca de novo.
Monstro alado faz uma nova v�tima em Heathville.
Essa � a ideia, francesinha, voc� segura o morcego...
enquanto eu preparo a c�mera.
Quando eu levantar a m�o, voc� o empurra e ele vai...
sair como se estivesse voando.
Assim poderei tirar uma boa foto para o meu chefe, entendeu?
Sim, sou esperta, n�o �?
N�o, mas segure o morcego at� que eu levante a m�o.
Querido, est� ferido?
Voc� quebrou meu morcego diab�lico! V�o me pagar por isso!
Eu vou levar voc� preso para que explique isto. Vamos!
- N�o pode fazer isso! - J� o estou fazendo!
Estava fazendo uma experi�ncia. Averiguando como se mata o morcego.
Certamente n�o queria fazer nada errado.
Ele � um pouco apaixonado por seu trabalho.
Bem, com o povo alvoro�ado...
e todos aterrorizados pensando em quem ser� a pr�xima v�tima..
N�o quero mais problemas, nem sequer com um morcego falso.
� melhor voc� voltar para o hotel, quero falar com o chefe sozinho.
Posso chefe?
Sim, mas seja mais cuidadoso.
Sentiu um cheiro desses antes?
Sim, � a mesma subst�ncia encontrada em...
todas as v�timas do morcego.
- Onde a conseguiu? - No banheiro do Sr. Morton.
Voc� j� descobriu onde Morton a conseguiu?
N�o, n�o quero levantar suspeitas fazendo perguntas...
at� que tenha sido analisado.
Acha que tem rela��o com os assassinatos?
Acho que sim, mas n�o sei qual.
Levarei para os qu�micos da pol�cia agora mesmo...
Tentarei descobrir onde Morton a conseguiu.
Provavelmente vem da f�brica de cosm�ticos Heath.
Tenho homens trabalhando com a hip�tese de que possa ser...
um trabalhador aborrecido quem est� cometendo os crimes.
Certamente � mais que uma coincid�ncia que todas as v�timas sejam da...
fam�lia Heath e Morton.
Sim, parece um compl� para atingir todos eles.
Gostaria que sa�ssem da vila at� que os crimes fossem resolvidos.
Est� preocupado com a Mary, certo?
Sim, eu insisti para que fosse embora, mas n�o quer ir sem o pai...
e ele insiste em ficar aqui para resolver o caso.
E o pior, nem Heath, nem Morton deixam que arrume um guarda-costas.
Esperaremos at� que algo venha � tona. Boa noite chefe.
Boa noite, Johnny.
Tenho uma foto que Mc Ginty vai adorar. Eis o morcego diab�lico.
E este cabo? Ficou parecendo como se estivesse numa corda bamba.
Ainda n�o a terminei. Posso retocar esta foto...
para que pare�a que n�o h� nada em volta do morcego, nada de nada.
Est� bem, Rembrandt, voc� venceu.
Sou Walter King, seu apresentador.
Esta noite transmitimos do pequeno povoado de Heathville.
Onde um suposto morcego diab�lico fez tr�s v�timas...
nas �ltimas seis semanas.
Disse "suposto" morcego diab�lico, senhoras e senhores, j� que este...
apresentador tem sido muito c�tico desde o in�cio em rela��o a...
exist�ncia desta horrenda criatura.
Tenho como convidado no est�dio esta noite...
o professor Percival Garland Raines.
Talvez a maior autoridade sobre a vida animal no mundo.
Irei entrevistar o professor Raines sobre o morcego diab�lico.
Nossos ouvintes poder�o tirar suas pr�prias conclus�es.
Professor Raines, de cara me deixe perguntar sem rodeios..
O senhor acredita que exista criatura semelhante a um...
- morcego diab�lico? - N�o acredito.
- � preciso coragem! - Cale a boca!
No in�cio dos tempos, quando homens e mulheres viviam em cavernas...
pode ser que existisse um morcego desse tamanho, n�o hoje em dia.
Como explica o fato de que Mary Heath, cujos dois irm�os foram...
v�timas do morcego diab�lico, e um jornalista, John Layton, afirmam...
ter visto essa criatura incr�vel?
As vezes, devido a tens�o emocional, nossas...
mentes nos pregam pe�as.
Est� insinuando que viu um morcego que n�o estava l�.
Fecha essa matraca!
E o que me diz sobre a foto publicada do morcego diab�lico...
no jornal do Sr. Layton?
Examinei essa foto com uma lupa potente.
Essa foto � uma fraude.
Quem tiver constru�do esse monstro de apar�ncia estranha...
esqueceu de tirar uma etiqueta da seda.
Na seda utilizada na asa esquerda, tem uma etiqueta escrito...
"Fabricado no Jap�o"!
Fa�a uma liga��o urgente para Heathville, quero falar com Layton.
Est� no hotel Heathville.
- Adivinha quem �. - Sim, Mc Ginty.
V� em frente, desabafe.
Ent�o voc� me passou uma foto falsa? Est�o os dois demitidos!
Me certificarei que nunca trabalhem em outro jornal enquanto eu viver!
"Fabricado no Jap�o".
Diga a McGuire Certeiro, que devia estar tirando fotos num manic�mio!
- Venham receber suas contas! - N�o, n�o vamos receber nada!
Certo, estamos demitidos, mas fico aqui mesmo assim, eu vi o morcego!
Vamos ficar aqui at� que capturemos esse morcego! Quando o pegarmos...
vou lev�-lo e fazer voc� engolir ele! Adeus!
- Bem, estamos demitidos. - Sim, outra vez!
� ele outra vez para pedir desculpa, d� um bom susto nele!
� in�til suplicar que voltemos Sr. Mc Ginty, nos demitiu e pronto.
Oh Mary, pensei que fosse outra pessoa.
Johnny, por qu� fez brincadeira com uma coisa t�o tr�gica?
Mas n�o pretendia que fosse uma brincadeira Mary...
apenas tentava recolher a noticia.
Suponho que deva chamar de recolher a noticia...
publicar uma foto que � uma mentira intencional?
Que est� fazendo todo mundo morrer de rir.
Uma grande brincadeira Johnny, mas que n�o me faz rir.
- Posso explicar sobre a foto. - Nem tente Johnny.
"Fabricado no Jap�o" Devia te esfolar vivo...
e cravar sua pele na porta de um celeiro.
Aqui est� a an�lise qu�mica da lo��o p�s barba.
Vejo que n�o conseguiram identificar um dos ingredientes.
Deve ser uma subst�ncia com a qual n�o est�o familiarizados.
N�o chegaremos a parte alguma se n�o a identificarmos.
S� h� outro homem nesta vila que talvez possa nos ajudar...
� o Dr. Carruthers.
Sim, o doutor poderia nos ajudar, fiquei sabendo que...
foi ele quem preparou a lo��o.
Se suspeita de Carruthers, vai pelo caminho errado, Johnny.
� o �ltimo homem da vila que faria dano a algu�m. Todos gostam dele.
Pode ser que sim, mas aqui tem outra coisa que eu achei.
As fortunas de Heath e Morton se baseiam numa f�rmula de...
cremes sem gordura inventadas pelo Doutor.
E da�?
Tudo o que o doutor ganhou com isto foram dez mil d�lares.
Os outros ganharam uma fortuna.
Todos sabem que preferiu dinheiro a participar da sociedade da empresa.
Assim mesmo, cada v�tima usava esta subst�ncia do seu laborat�rio.
Talvez esteja trabalhando muito duramente neste caso, Johnny.
Bom, eu apenas gostaria de ver sua rea��o.
Se negar que a conhece, saberemos que est� escondendo alguma coisa.
Acho que est� errado.
Mas para que veja que estamos investigando...
todas as pistas, falaremos com ele.
Colocaremos a lo��o em outra garrafa sem contar...
que sabemos que foi ele quem a preparou.
Pe�a que fa�a uma analise.
Doutor, espero que n�o estejamos atrapalhando...
seu trabalho aparecendo assim, sem avisar.
Oh, n�o, de maneira nenhuma.
Estou ansioso para ajudar a resolver estes crimes...
todas as v�timas eram meus amigos.
Esta � uma amostra da subst�ncia que Morton e os dois...
filhos de Heath usavam ao ser atacados.
Claro que para mim, n�o faz sentido que um p�ssaro escolhesse...
apenas pessoas que usassem esta lo��o.
O morcego, n�o � um p�ssaro, � um mam�fero.
Bem, nossos qu�micos n�o puderam identificar um dos ingredientes...
pensamos que talvez o senhor pudesse?
Claro eu mesmo a preparei.
� uma nova lo��o p�s barba...
que estou desenvolvendo.
O ingrediente que seus qu�micos n�o determinaram...
eu o descobri anos atr�s no Tibete.
Como lhe ocorreu coloc�-lo numa lo��o p�s barba?
Os Lamas o utilizam em alguns dos seus rituais...
religiosos, como perfume.
O aroma � muito agrad�vel e n�o pode ser copiado pela concorr�ncia.
Mas, por qu� Morton e os filhos de Heath o usavam?
Bom, � pol�tica da empresa.
Experimentar qualquer produto antes de oferec�-lo ao mercado.
Isso joga por terra nossa teoria.
Esper�vamos que o ingrediente desconhecido fosse uma pista.
Este n�o � o tipo de garrafa na qual o coloco.
Imagino que seus qu�micos trocaram a garrafa antes de fazer a an�lise.
H� alguma outra coisa em que eu possa lhes ajudar?
Ouviu o professor Raines no r�dio a noite passada?
Sim, foi muito interessante e bastante simplista.
Quer dizer, acha que existe esse morcego?
- Por qu� n�o? O senhor n�o o viu? - Certo, e Mary tamb�m.
Ent�o, por que se preocupar com o que um cientista diz?
Esse cientista fez com que perdesse meu emprego.
Quer dizer que o jornal o despediu?
Exato.
� uma pena!
Ent�o ir� embora de Heathville antes que o mist�rio se resolva.
Acho que n�o, vou ficar aqui e trabalhar com o chefe.
J� que vai ficar por aqui um tempo...
gostaria que experimentasse uma garrafa da nova lo��o...
e me diga se gosta.
O senhor tamb�m chefe.
Eu n�o doutor.
Se minha esposa sentir qualquer perfume em mim...
certamente ir� ter suspeitas.
Senhor Layton, acho que o senhor n�o � casado.
Tudo bem, experimentarei amanh� ao fazer a barba.
- Podemos ir chefe? - At� logo, Doutor.
- At� logo Doutor. - Adeus, senhor Layton.
O que foi, que foi?
Essa lo��o mal cheirosa te d� sono?
Por qu� disse ao doutor que a usaria se a acha mal cheirosa?
N�o sei, suponho que estava envergonhado...
por ter suspeitado dele.
Pois eu gosto e vou dizer a ele.
Que horas s�o?
- Mais de meia noite. - Meia noite!
N�o adianta ficar aqui mais tempo.
Esse morcego deve ter tirado a noite de folga.
- Ouviu isso? - Sim.
Prepare a c�mera!
Cuidado!
Voc� o pegou! Escute bem Johnny...
vou cozinhar este p�ssaro para o Mc Ginty pessoalmente...
e eu mesmo vou reche�-lo.
Rep�rter mata morcego diab�lico!
Monstro baleado.
Fim ao reinado de terror do morcego.
Rep�rter mata o morcego enquanto ele atacava sua v�tima.
Cientistas impressionados com o tamanho do dem�nio.
Acham que a criatura � a �ltima da sua esp�cie.
Ainda estava c�tico hoje quando vim para Heathville examinar...
o corpo do morcego gigante.
Mas depois de v�-lo pessoalmente e fazer um estudo exaustivo...
cheguei a conclus�o de que a criatura � o �nico sobrevivente...
de um tipo de morcego gigante...
que existia em grande n�mero na primeira parte da era neol�tica.
Talvez deva explicar, pra beneficio de alguns de nossos ouvintes...
que a era neol�tica � o per�odo da antiguidade comumente chamado...
de "idade da pedra".
Imbecil, pomposo ignorante!
Sinto muito Mc Ginty, "Certeiro" e eu n�o estamos interessados...
por esse pre�o. � claro, se subir uns 20... 30 d�lares...
mais um b�nus fixo, talvez, pens�ssemos nisso.
S�o ladr�es, os dois! Me nego a ser roubado!
Como quiser Mc Ginty, como quiser, mas temos o...
corpo do morcego e fotos exclusivas.
� claro que temos a entrevista da testemunha presencial...
que est� sendo disputada por dois jornais.
E n�o esque�a que ter� que pagar pelo tempo...
que estivemos desempregados!
Assim est� melhor. Assim � que se fala patr�o! Est� bem.
Trabalharemos para o senhor de novo,
nos veremos em 1 ou 2 dias. Adeus!
Entre.
- Oi, Johnny. - Mary.
Vim dizer que sinto muito pelo que disse a �ltima vez que nos falamos.
Acha que... n�o sei como dizer... mas...
- Eu sim. - Senhorita Heat...
acha que a francesinha iria se desculpar pra mim se eu a procurar?
Tenho certeza que o far�.
Voc� parece maior que o seu desafortunado antecessor!
Est� furioso, hein?
Eu tamb�m estou furioso!
Esta noite chamarei Henry Morton, e voc� acabara com a sua vida!
Henry, a lo��o resultou ser melhor do que esperava.
Quero que a experimente.
Deixe comigo doutor. Experimentarei amanh� ap�s fazer a barba.
Cheira bem, n�o � mesmo?
Sim, mas � um pouco forte n�o?
N�o, a evapora��o a reduz rapidamente ao aroma justo.
Espalhe umas gotas pela cara.
Preferia esperar at� fazer a barba.
Ent�o minha pele estar� mais suave e receptiva para uma lo��o.
Bom, um pouco por aqui, a textura da pele aqui � sempre bem delicada.
Colocarei uma gotas na sua m�o.
Espero que seja verdade que o aroma evapora rapidamente...
estou cheirando a para�so.
Talvez esse ser� o segredo do seu sucesso.
Nunca se pode saber o que vai acontecer neste tipo de negocio.
Pode acreditar Henry, voc� n�o tem com o que se preocupar.
Sim, eu acredito doutor, todas as f�rmulas tiveram um grande �xito.
Estive revisando os relat�rios dos lucros anuais da empresa.
Um lucro l�quido de mais de um milh�o de d�lares, nada mal hein?
Se lembrar de como come�amos.
Uns meros dez mil d�lares pela sua f�rmula.
N�o devia ter pedido tudo em dinheiro Doutor.
Devia ter participado conosco, assim o senhor seria rico tamb�m.
Mas o senhor tem desfrutado do seu laborat�rio, com suas experi�ncias.
Sonhando com algo novo.
O senhor � um sonhador, doutor.
Muito dinheiro � ruim para os sonhadores.
Ent�o tenta me pagar com adula��o, me dizendo que sou um sonhador.
� verdade que eu sonho, sonhos que nunca imaginaria!
Seus nervos est�o � flor da pele doutor.
Se acalme e n�o perca o controle, tem trabalhado muito na f�rmula.
F�rmula! Isso � mais que um jogo de crian�as para um grande cientista!
Seu c�rebro � muito simples para compreender o que eu consegui...
no campo da ci�ncia.
Doutor, voc� fez algum grande descobrimento cient�fico...
do que se trata?
Quando souber Henry, ser� demasiado tarde para o senhor!
Vamos, Doutor, n�o pode pretender controlar o destino de um homem.
J� o demonstrei, tr�s vezes!
Sinto muito.
Acho que tem raz�o Henry, estou trabalhando demais.
Suponho que estou meio cansado, deveria ir para casa e descansar.
Claro, dormir lhe far� bem. Boa noite, doutor.
Adeus, Henry.
36 J
- Al�? - � voc� Martin?
Sim, Henry.
Quero que ligue para o chefe Wilkins...
e pe�a que v� para sua casa imediatamente.
- � muito importante! - O chefe est� aqui agora.
N�o deixe que ele v� embora at� que eu chegue.
Que diabos est� acontecendo?
Acho que tenho uma pista sobre todos esses assassinatos.
Talvez n�o seja nada...
mas se for verdade metade do que suspeito, � o plano mais diab�lico...
- que um louco j� tenha tramado. - O que �?
E por falar no cientista esquecido, acabei deixando meu chap�u.
Henry, o que acontece?
Contarei tudo quando chegar.
Espero n�o ter interrompido uma conversa privada.
N�o, n�o � nada importante.
Espero que Henry tenha uma boa pista.
Mas por qu� n�o explicou tudo quando telefonou?
Quando insisti mudou de tom como se o tivessem interrompido.
Acho que estavam ouvindo o que dizia.
- O que � esse guincho? - Um barulho noturno.
Socorro!
O companheiro do morcego diab�lico mata Henry Morton.
Um segundo monstro voador mata um homem em Heathville.
A cidade aterrorizada pela nova apari��o do morcego.
Henry Morton a quarta v�tima do morcego diab�lico!
O terror ressurge com um novo ataque do monstro.
Me sinto muito melhor agora, senhor Heath...
que nos pediu para que fiquemos em sua casa...
at� que esse novo morcego diab�lico esteja morto.
Tenho estado preocupado com Mary.
Que raz�o tem para acreditar que Mary esteja em perigo?
Apenas uma. Estou convencido de que algu�m est� usando o morcego...
para eliminar as fam�lias Morton y Heath.
Como cientista, a ideia de que uma pessoa possa controlar um morcego...
� pura fantasia!
No entanto, mais ningu�m da vila foi assassinado ou sequer atacado.
Mas esquece que o senhor Mc Guire foi atacado...
e ele n�o � de nenhuma dessas fam�lias.
Eu praticamente sou membro da fam�lia.
Vou me casar com Maxine.
� verdade!
Pedirei a Maxine para que mostre os seus quartos.
- Obrigado. - Devo ir agora, minha hora...
de dormir j� passou. Boa noite, senhores.
- Boa noite. - Boa noite.
Boa noite doutor.
Adeus, senhorita.
Ent�o, vamos.
- Maxine? - Sim, senhorita.
Andou recarregando meus perfumes com algo novo?
N�o senhorita, nunca mexo nos seus perfumes.
Engra�ado, n�o os estou reconhecendo...
talvez papai o tenha feito, como uma surpresa.
Sempre faz isso com cada perfume novo que a f�brica produz.
- Deseja algo mais? - N�o Maxine, � tudo. Boa noite.
Boa noite, senhorita.
Mary, o que foi?
Um morcego enorme estava tentando entrar pela janela.
Era horr�vel!
Mary, quero que me diga tudo o que fez esta noite...
antes que o morcego tentar entrar.
Bom, primeiro tomei um banho, depois escovei meus cabelos...
e Maxine entrou para aprontar a cama.
A seguir ela prendeu a tela que de alguma maneira havia se soltado.
Continue, o que mais?
Bem, depois falamos sobre o novo perfume que...
algu�m colocou nos fracos da minha penteadeira.
Papai, o senhor colocou algum perfume novo nos frascos?
N�o, n�o coloquei nada.
- S�o estes? - Sim.
- Johnny, isto cheira igual a... - Espere, cale-se!
Tenho um palpite que gostaria de seguir.
Mas vou precisar da ajuda de todos.
- Faremos o que pudermos. - � claro.
- Qual � o n�mero do doutor? - 48 J.
Operadora me ligue com o 48 J, por favor.
Oi doutor, � o Johnny Layton.
Algo terr�vel aconteceu a Mary, pode vir imediatamente?
- Irei agora mesmo. - Bom.
Johnny, eu estou bem, n�o preciso de nenhum m�dico.
A� � onde come�a a coopera��o, Mary.
Ter� que fingir um ataque de nervos.
Senhor Heath, voc� e o "Certeiro" devem fazer com que o doutor...
permane�a aqui o maior tempo poss�vel.
E aonde voc� vai?
A uma ca�ada de morcegos privada.
O morcego diab�lico tentou entrar por essa janela.
Se est� sofrendo pelo susto, lhe darei um sedativo.
Onde est� o senhor Layton?
Acho que no jardim, ca�ando o morcego.
Layton � um jovem muito valente.
D� uma destas a cada meia hora para a senhorita Heath.
- Sim doutor. - Vai deix�-la mais calma.
Doutor, n�o devia ficar at� ela estar mais calma?
Ela estar� bem pela manh�.
Doutor, eu tamb�m n�o me sinto muito bem.
Se importaria em tirar minha temperatura?
Parece estar perfeitamente bem senhor McGuire.
Devia ver a minha l�ngua. Parece o rabo de um esquilo, olhe.
Experimente Calamina.
� poss�vel que tenhamos visitantes esta noite.
Seria perigoso para mim se te encontrassem aqui.
- Oi doutor, espero n�o incomodar. - N�o, de jeito nenhum.
Soube que estava l� fora procurando o morcego diab�lico, teve sorte?
N�o, mas estava pensando que talvez pudesse me ajudar.
N�o sei como poderia, mas se tem alguma sugest�o.
Poderia me dar um pouco mais dessa nova lo��o p�s barba sua.
Como isso poderia ajudar a ca�ar o novo morcego diab�lico?
Tenho a absurda ideia de que se a passar em mim...
talvez consiga atrair o assassino.
N�o vejo como pode relacionar as duas coisas...
mas tem uma garrafa da lo��o sobre a mesa.
Obrigado.
Veja bem doutor, descobri uma coisa.
As quatro pessoas assassinadas usavam esta lo��o quando foram...
atacadas pelo morcego.
Meu plano consiste em me sentar no jardim.
Quando o assassino fizer um dos seus velozes mergulhos...
atirarei nele.
Layton, acho que todos esses assassinatos afetaram seu ju�zo.
Talvez queria vir e ser testemunha ocular.
Estou convencido de que ser� uma perda de tempo...
mas ficarei encantado de observar sua experi�ncia.
Bom! Sabia que podia contar com a sua ajuda.
Repito, pensar que um morcego pode ser atra�do pelo...
cheiro de uma lo��o � uma bobagem.
Acho que devo ir.
Vamos sente-se doutor, o morcego est� atrasado esta noite.
N�o est� muito falante esta noite. O que foi?
As armas de fogo sempre me deixam nervoso.
Pensei que n�o queria estar por perto caso...
o morcego diab�lico aparecesse.
Segundo sua teoria o assassino n�o me atacaria...
afinal n�o estou usando essa lo��o.
- Agora est�. - Por qu� fez isso?!
Para dividir as probabilidades 50 a 50.
Agora sente-se e n�o tente nenhum truque!
N�o � t�o divertido quando � a sua pr�pria...
jugular a que est� em jogo, certo?
N�o sei do que est� falando.
Talvez tenha cometido um erro ao deixar sair...
o seu morcego do s�t�o essa noite.
N�o se preocupe, se a sua criatura n�o o matar...
a forca o far�.
Me diga doutor, como conseguiu desenvolver um morcego gigante?
N�o compreenderia a teoria cient�fica.
Oi chefe, o que faz aqui fora?
Rapaz, n�o pense que � o �nico homem trabalhando...
neste caso, e tem sorte de eu estar aqui.
Valeu! Conseguiu matar o morcego diab�lico?
N�o, ele escapou.
Mas este p�ssaro aqui n�o escapou e � o assassino...
que todos est�vamos procurando.
R�pido, atire!
- Onde est�? - Ele foi embora.
O doutor tamb�m sumiu.
- Voc� pegou o morcego? - O que aconteceu?
O doutor Carruthers � o assassino, e est� escondido no jardim.
Voc�s, voltem para a casa e protejam a Mary!
Vamos!
Doutor! Doutor Carruthers!
Doutor!
Aconteceu alguma coisa ao Johnny? Ele est� ferido?
O levei para minha casa. � melhor vir comigo.
� a Mary!
- Voc� est� bem Mary? - Ajude o doutor, ele est� l�!
Esse morcego diab�lico pertencia ao doutor...
ele o criou para cometer os assassinatos.
Bem, � muito tarde para tentar ajudar o doutor.
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