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Original subtitles

Dá aí uma oportunidade.

Quando há casamento, o noivo está cheio da grana.

Esse está chegando agora e vai ficar sem nenhum.

Não, Carlos, vamos partir para outra, vai.

Deixa eles curtirem a lua de mel sossegados.

E depois você não está a fim da grana.

Você só está olhando para a menina.

Que há, Bené.

Está ficando medroso, está?

Não é medo, não.

Eu te manjo muito bem.

Que é, que é, cara?

Você está com a gente há muito tempo.

Ou você embarca nessa ou eu pago para cima de você.

Olha aí, cara.

Você sabe que o meu negócio não é grana.

Eu gosto de outras coisas.

Por isso a maior parte da grana sempre fica com vocês.

O Scull não falou nada até agora.

Mas aposto que ele topa.

É lógico, estamos aí.

E você, Miles?

Claro que topo. Só espero que saia um pedaço da menina para mim.

Vai sobrar.

É muita mulher para um homem só.

Calminha, quietinho.

Se ficar quietinho, nada vai te acontecer.

Caso contrário, a primeira que vai sofrer será a sua mulher.

Vamos.

Anda logo, sem vergonha.

Vamos, calma, moço.

Agora, amor.

A grana!

Fuja, amor!

O que vocês querem é o dinheiro.

Está lá na maleta, peguem. Mas deixe minha mulher em paz, por favor.

E não abra mais a boca.

Ninguém diz o que eu tenho de fazer.

Tira a mão dela.

Solta.

Amarra o moço. É para trás, Sérgio. Venha.

Tira a mão dela, seu porco.

Não! Não!

Tira a mão dela!

Tira mais!

Tinha mais durinha. Vem, garota. É hoje.

Agora.

Meu corpo! Tira essa louca daí!

Atira, covarde, atira!

Não! Não!

Por favor, não!

Vai colaborar, gatinho?

Pronto, agora chega. Vamos pegar o dinheiro e cair fora antes que chegue

alguém.

Você é bobo.

Agora que vai começar o show.

Tá bom, cara.

Apanha tudo de valor que tem dentro da maleta e fique esperando lá fora.

Tem vergonha.

Acalme o moço.

Ele está muito nervoso.

Sério?

Primeiro o moço vai assistir um striptease.

Não é, meu amor?

Tá solto o bordo!

Não, não, não!

Olha lá!

Olha lá, rapaz! Olha!

É a terceira vez nos últimos meses.

Conduza também o moço ao pronto-socorro e veja o que consegue descobrir.

E chame a perícia para fazer o levantamento das impressões digitais.

Pois é, doutor. Atendemos ao cliente. A moça foi caminhada para o exame de corpo

de delícia.

O moço não disse nada.

O resto, o senhor viu.

Aquela curra horrível contra a esposa.

Não, não, rapaz. Não haverá reportagem sobre isso.

Resistam. É doloroso demais para ser publicado.

Façam isso pelo casal. Eles já sofreram demais.

Por favor.

Sim, pois não.

Precisamos de alguns detalhes para a reportagem.

Não. Não, o rapaz já sofreu muito.

Adivinha quem é?

Quem?

Mas o que é isso?

De novo?

Curtindo outra fosta?

Vamos, quero te ver alegre.

Alegria, vamos.

Qual é a tua?

Fere, Benito, fere por mim.

Sempre que eu estou assim, você cai fora. O que é isso?

Não, não é isso. É que eu não estou me sentindo bem. Está com problema? Eu

posso te ajudar.

Você não precisa resolver sozinho.

Ninguém pode me ajudar.

Se o negócio é grana... Só que emprestar mil cruzeiros, depois você me paga. Não,

não é isso, não.

Tá bom, então vamos tomar um lanche. Pode. Olha, mas tem que ser rápido,

porque eu estou com pressa. Próximo, vamos.

É, foi só isso que eu arranquei dos homens.

Falei também com o perito.

As impressões não acrescentam nada.

São as mesmas das vezes anteriores.

Mas não coincide com nenhum criminoso sexual que está fichado.

Até aqui não acrescentou nada a nada.

Também estive na casa dele.

Também não adiantou.

Depoimento completamente perfeito.

Veja o senhor que o marido e o chefe do bando é moreno.

A mulher, que ele é noivo.

Eu tenho a impressão que eles sabem bem mais do que estão falando.

Para mim, doutor, eles estão com medo de verdade.

E tem mais uma coisa, doutor. Sabe o que ele me falou?

Jurou que vai matar os quatro.

Nem que seja a última coisa que ele faça na vida.

Isso é comum.

Na festa for ameaçado pelos bandidos.

Vamos aguardar.

Talvez algo de novo aconteça.

Não adianta mudar de casa.

Olha, eu tenho certeza que eles não vão mais importunar.

Eu... Eu sei também que você não teve culpa nenhuma.

Mas eu só não entendo porque você mentiu na delegacia quando disse que ele era

loiro.

Marta, meu amor, você precisa reagir.

Reagir, reagir.

Adianta alguma coisa?

Você me aceitaria como antes?

Claro que não.

Eu sei que não.

E eu também não consigo ser a mesma com você.

Marta, eu ainda te amo.

Eu sei que você se casou comigo sem gostar de mim.

Você mesma me disse isso.

Mas para mim nada mudou.

Você compreende isso?

Não. Não, não quero. Não, Rodrigo. Eu não quero.

Para. Não. Para, Marta. Para.

Eu não quero.

Sim senhor, o ex-comitê de trânsito.

Vamos para outro lugar?

No seu apê.

Ótimo.

Então vamos.

Não, eu não quero.

Não! Não!

Não! Não!

Não! Não! Não! Não! Não! Não! Não! Não!

Não!

Aí estão as caras.

Estão na pesada. Assalto à mão armada.

Batista, leve-os à carceragem.

Vamos fichá-los.

Ok, doutor.

É, doutor, eu não consegui nenhum assistente.

Mas eu não vou desanimar, não.

Eu vou conseguir, eu acredito em mim.

Reinaldo, vive aí.

Deus parabéns a essa equipe, seus titulares, investigadores, policiais

militares, pelo recorde alcançado.

É, seu secretário não esquece da gente.

Isso é fácil de compreender.

Em nossos esforços para apreender os torradores, batemos o maior recorde de

prisão de traficantes e ladrões.

Isso é bom sinal. Vamos continuar buscando.

Alcançaremos eles.

Alcançaremos, doutor. Eu vou descobrir.

Vamos sozinhos outra vez, meu amor.

Posso cantar?

Nelly... Obrigada.

Nelly, por favor.

Olha, eu vou me encontrar com os amigos aqui.

Nós vamos tratar de uns negócios.

Tá? Tá bem, tá bem. Eu vou embora.

Só que dessa vez é pra sempre, hein? Não, Nelly.

Eu te amo. Te amo.

De verdade.

E é por isso mesmo que você precisa ir embora. Mas... Por favor.

Não me pergunte por quê.

Eu não te entendo.

Eu juro.

Você disse que me ama. Depois me manda embora. Como é isso?

Ei, cara.

Não sabia que estava tão bem acompanhado.

É.

É, mas ela já está de saída. Que isso, meu.

Não vai apresentar a festa?

Vai, vai.

Já vai duas horas.

Que gata, cara.

Eu vou tomar ela de você.

Não tem bronca, não, né?

Escuta aqui, ô, Carlos. Essa menina é diferente.

Se você encostar a mão nela, você vai saber comigo.

Você vai saber comigo.

Tá bom.

Calminha, calminha.

Chamou a gente aqui pra quê?

O que é que você quer com a gente?

Ok. Pra mim chega, Carlos. Parei.

Eu não quero saber de mais nada.

Eu tô indo embora.

Só vim me despedir de vocês.

Que isso, cara.

Tá afinando, é?

Vai deixar a gente, é?

É. É isso mesmo.

Tô indo embora.

Tá bom.

Pode sair.

Aliás, não está fazendo falta nenhuma.

Mas se você dedurar, você vai ajustar contas comigo. Viu?

René?

A gata aí tem telefone, é?

Tem. Mas só eu é que sei.

Toma cuidado, hein, cara.

Essa gata vai ser minha amante.

Nem que esteja na marra.

Escuta aqui, Carlos.

Está cheio de mulher bonita por aí.

Essa é especial.

Eu gosto dela.

E se você botar um dedo nela, você vai saber comigo.

Fique na cola dele.

Dia e noite.

Ele encontrando com ela, você descubra o endereço dela, tá bom?

Hora de ficar tranquilo.

Eu descubro.

Eu nunca fui mesmo com a cara desse sujeito.

Não.

Eu ainda não consigo.

Sinto uma enorme repulsa.

Mas ouça, não é justo continuar.

Essa é a anulação do casamento.

Você está errada, Marta.

Eu já esqueci tudo. Por que você não faz o mesmo, hein?

Não mente, Rodrigo.

Você nem tem dormido direito.

Sonha com tudo aquilo.

Eu já tentei esquecer, mas não consigo.

Não consigo.

Eu vou pensar.

Mas antes você tem que prometer que vai ao psicanalista.

Pode ser que ele consiga curar o seu trauma.

Se ele não conseguir, aí eu peço a anulação.

Combinado?

Prometo. Por isso.

Mas até outra solução, nada de certo.

Dormiremos em quarto separado.

Não, Márcia.

Não é preciso.

Eu cumpri.

Boa tarde, dona Marcos.

Seu marido me procurou ontem.

Eu conheço o seu problema.

Tentarei ajudá-lo, mas para isso preciso também que a senhora me ajude.

Farei o possível, doutor. Você está tensa. Fique à vontade.

Doutor, eu não tenho muita experiência.

Tenho medo de estar grávida.

Ora, qual o problema? Você não é casada?

Doutor, eu sou recém-casada, mas ainda não tive sexo com meu marido.

E você não me contou?

Percebe agora, doutor, que eu vou precisar muito de sua ajuda.

Parei tudo o que tiver ao meu alcance.

Oi, meu amor.

Oi, querido.

Entra, amor.

Ah, mas que surpresa. Que bom que você veio. Sente.

Vamos, sente.

Fique à vontade.

O que foi que te trouxe até aqui?

Nelly, você quer se casar comigo?

Ah, mas que surpresa.

Meu amor.

Nelly, eu gosto de você.

Se você quiser, nós vamos embora daqui para uma outra cidade.

O passado, a gente deixa para trás.

O meu não foi nada bom. Sem perguntas.

Uma vida nova.

Você aceita?

Aceito, sim.

Claro. Mas por que isso agora?

Eu sempre gostei de você.

Eu tenho que tirar você daqui. Agora, o mais rápido possível.

Por favor, confie em mim.

Mas por que não ficamos aqui?

A casa é modesta.

E cena.

Mas onde cabem dois, cabem três, quatro?

Ah, sei lá.

Não, não podemos.

Você, principalmente.

Por favor, não me pergunte por quê.

Ok. Quando?

Amanhã à noite eu venho te buscar.

Tudo bem.

Agora eu preciso ir embora.

Este acompanha-te à porta.

Alô, chefe.

Alô.

Descobri. Anote.

Castro Alves, 37.

Sim, sim, entendi.

O Benet está aí?

Ele acaba de sair. Ele está só.

Ótimo.

Olha, chama o Maldo e me espere em frente da casa.

Vou imediatamente para aí, tá?

O que é isso?

Pare com isso!

Fica quieta! O que vocês vieram fazer aqui?

Amém.

É a sua vez.

Mas deixe alguma coisa para o mal aqui, tá?

Obrigado, chefe.

A parte que eu gosto não tira pedaço.

Não é minha posição predileta.

Vire-se.

Vire-se.

Vire-se, sua vaca!

Eu não vi hora que pegou gostoso.

Agora é minha vez.

É sua, baixinho.

Você vai gostar.

Que tal esse cão?

Ela é boa, rapaz.

Não. Não. Não é?

Não. Não, por quê? Não gostou da minha paixão? Se ajude, Benê. Me ajude.

Não.

Benê. Benê. Me ajude, Benê. Tá bom?

Ai, não.

Mais uma lembrança do seu querido Benê.

Aqui está o seu Benê.

Tchau.

Doutor, o senhor se lembra dos dois da semana passada?

Aqueles do assalto a uma armada, da pesada.

O senhor lembra?

O mais baixo e o mais alto.

O mais alto, aquele que estava com uma blusa de... Esse cara é um matador

profissional. Você tem certeza?

Certeza eu não tenho.

Mas você é capaz de jurar que é ele.

Tem um advogado aí, um adescor.

Então vai ter que soltar o moço.

Adescor?

Traga o adescor.

É o que eu vou fazer, vou buscar o cara.

Denis. Eu preciso falar com Denis.

Alô?

Pois não.

Um momento.

Seu Bené.

Ô, seu Bené, telefone o gesto do senhor.

Sim, meu amor.

Mas o que houve?

Eu já vou.

Meu amor, fala comigo.

Nelly.

Nelly. Nelly.

Nelly.

Meu Deus, o que fizeram com você?

Não. Não.

Não. Não.

Nelly.

Nelly. Não, chega.

Sou eu, Nelly.

Nelly.

É você, Nelly.

Jure, você não vai fazer nada.

Não vai procurá-los.

Jure.

Você não vai fazer nenhuma coisa errada.

Pois é, Nelly. Isso não pode ficar assim.

O mal já foi feito.

Mas você não jure para mim.

Está bem, eu juro.

Eles falavam você, seu nome.

Riam muito, me batiam.

Cada vez mais.

Dudu... Nuno... Nuno...

Nuno...

Está aí o homem, doutor.

Vou soltá-lo agora, Crápula.

Sei que você veio aqui para matar alguém.

E eu estou com as mãos presas por um HC.

Mas vou pegá-lo, viu?

Mais tarde é a minha vez.

Sai fora!

Vai ser difícil, doutor. Sai fora disso!

Geraldo, siga o dia e noite.

E não perca de vista.

Pode deixar, doutor. Pode deixar comigo.

Doutor, mais um homicídio na área.

Outra dor de cabeça.

Doutor, o malandro é esperto. Deu de hipnose.

Sumiu. É uma pena.

Mas faça o seguinte.

Venha para cá. Temos outro caso pendente.

E o senhor não sabe quem foi?

Não sei.

Não sei.

Constatamos que o senhor é realmente o noivo da moça.

Fique pela cidade.

Voltaremos ao vivo.

E a Lívia?

Marcos, me chame apenas Valdir. Não me chame de outro.

Está certo, doutor.

Ok, Valdir.

Obrigado.

Meu amigo, eu não vou dizer agora quem é o senhor.

Mas eu tenho algumas informações que podem te interessar.

Sobre alguns fatos e alguns marginais.

Eu juro.

Eu juro.

Eu juro.

Doutor, eu juro. O homem que está morto na rua é ele, doutor. Eu juro que é ele.

O quê? Um dos curradores, doutor Silva.

Um dos quatro que nós estamos procurando.

Agora só nos falta saber quem são os cúmplices.

Está o começo, doutor.

Nós vamos descobrir.

É ele o homem.

Ah, ah.

E quem matou esse homem?

E tem mais uma coisa, doutor.

Eu vou virar aquele bairro onde ele morava de cabeça para baixo.

Vou descobrir com quem ele andava, com quem ele conversava. Eu vou descobrir

quem eram os seus cúmplices.

Eu juro que vou. Nem que seja a última coisa que eu faça com um policial.

Só quero ver.

Vou à sorte.

Faça isso outra vez, Waldir.

E eu voltarei a sorrir.

Eu confio muito em você.

Ótimo. Que tal comemorarmos com um drink?

Nós dois?

Isso mesmo.

Não sei.

Embora exista uma barreira entre eu e meu marido, ainda somos casados.

Você tem medo de tomar um drink comigo?

Por causa do teu marido ou por outra coisa?

Mas deu para perceber outra coisa?

Bem.

Tem razão. Pois compreendo. Por favor.

Mas, se você mudar de ideia, me telefone.

Bom serviço, amigo.

A polícia nada é de sublidar.

Agora anote um outro endereço.

Pode falar.

Número.

Este também estará morto.

Farei o serviço ainda hoje.

Marta, você pensou bem?

É isso mesmo que você quer?

Sim, Rodrigo.

Sei que posso contar com você. Por isso, fui frente.

Marta, eu já conversei com o advogado.

Ele vai cuidar da anulação do nosso casamento.

Marta, eu quero te pedir um favor.

Enquanto não sai a anulação, eu gostaria que você me respeitasse e respeitasse o

nosso casamento.

Está certo. Eu irei até a sua casa.

Mas você vai fazer o serviço, não vai?

Sim.

Logo após a sua chegada aqui.

Eu espero que não falte.

Estou à sua espera. Não falte, ouviu?

Não falte!

Sim.

Está certo.

Daqui a pouco eu estarei aí.

Estou esperando!

Não deixe de vir.

Entendeu, não é?

Eu sigo o menino.

Eles vão pagar.

Eu estou muito feliz, Marta. Eu também.

Falei com meu marido e ele concordou com a anulação.

Parece que não ficou magoado.

Fez uma pequena restrição.

Também não poderia esperar outra coisa de um cavaleiro.

O que adiantaria prendê-lo assim, amor?

Ouça, Marta. No destino ninguém escapa. E o nosso é um.

Juntos. Compreende?

Sim, sim.

Mas tenho medo.

Apesar de tudo.

Depois de matá-lo.

O nome é nosso.

É. É, Mauro.

Irei me encontrar com você em local e horário combinado.

Está certo.

Precisamos combinar alguns detalhes.

Estarei lá, sem falta.

Alô? Sim, Heraldo. Diz.

Escuta, Majestade, doutor. Um novo homicídio.

É Carlos?

Sim, é o Carlos, doutor.

O bandido barbaramente assassinado é um dos curradores.

Eu estou ouvindo a polícia técnica.

As impressões digitais dele coincidem com as do bandido.

Bate ao local.

Sim, doutor. Eu vou até a casa dele.

Doutor, faltam só dois, hein?

Mantenha contato comigo.

Ok. Até logo.

Não! Não! Não! Não! Não! Não!

Muito feliz, Marta. Eu vou procurar Samara para sempre.

Essa não me conforma.

Tinha um criminoso nas minhas mãos, não fiz nada, nada.

Acontaram na cabeça o Dan do cara.

E também a Batista. Como é que eu podia adivinhar?

Logo nojo, por ser um dos curradores.

Essa não dá para acreditar.

Até eu me enganei.

O pior é ele ser desaparecido.

E a casa dele? Está sendo vigiada?

De longe, doutor Silva.

Se ele aparecer por lá, nós o pegamos.

Isso é bom.

Isso é bom.

Você precisa e merece morrer.

Mas eu nem toquei nela.

Que ainda te ajudei a se vingar.

Você também estava lá.

Meu juramento é um só.

Vem!

Não!

Não, amor. Não, amor. Não, amor. Não, amor. Não, amor. Não, amor. Não, amor.

Não, amor. Não, amor. Não, amor. Não,

amor.

Não, Rodrigo. Por favor.

Não. Não, Rodrigo.

Pelo amor de Deus, não.

Rodrigo, não.

Não. Não, pelo amor de Deus.

Rodrigo, não.

Não é o que você está pensando. Não, Rodrigo.

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