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Bom dia, Wilbur.
Ed. N�o � uma linda manh�?
- S� para pessoas. - Porque est� mal-humorado?
N�o dei uma piscadela a noite passada.
- O que te deixou acordado? - A fuma�a do seu churrasco.
- Te incomodou, n�? - N�o.
� uma pena. Ainda assim, temos que usar o churrasco.
Queres apostar?
- Ol�. - Wilbur?
� esse chato Mr. Goodwin novamente.
Obrigado, Ed. Bom dia, Sr. Goodwin.
Wilbur, eu tenho pensado,
pode ser uma boa id�ia colocar a lareira na guarida afinal.
Bem. Mas ontem, voc� me disse que...
Eu mudei de ideia.
Minha esposa quer a lareira.
Tudo bem. � o seu dinheiro, Sr. Goodwin.
Adeus.
Que Goodwin. Sua esposa diz uma coisa, ele salta.
- Wilbur! - Indo, querida!
- Ei, Wilbur. - Sim?
Voc� n�o � um mau saltador.
Muito engra�ado.
Uma manh�-- Apenas uma manh�
gostaria de v�-la passar sem problemas daquele cavalo malicioso!
Querida, voc� n�o pode culpar o senhor Ed por tudo.
Quero dizer, isto poderia ter sido feito por um gato vadio.
Bem, deve ter sido c� um gato
para chutar um churrasco e deixar pegadas em todo o lado.
Wilbur, esse cavalo est� se tornando destrutivo.
Talvez dev�ssemos nos livrar dele.
Bem, querida, voc� n�o pode culpar Ed.
Quero dizer, talvez a fuma�a o tenha mantido acordado a noite toda.
Ele disse que lhe deu bastante...
Quero dizer, podia ver-se pela tosse.
Wilbur, voc� nunca o usa.
Ele n�o faz nenhum trabalho para n�s.
Por que o estamos mantendo?
Bem, ele... ele veio com a casa.
Oh, suponho que se as t�rmitas viessem com a casa,
voc� tamb�m gostaria de mant�-las.
Somente as amig�veis.
Se voc� deve mant�-lo, pelo menos, amarre-o
ent�o ele n�o vai vaguear pelo lugar destruindo as coisas.
Eu vou fazer isso agora.
Agora, Ed, olha, acabei de ver aquele churrasco.
- Uh-oh. - Eu vou ter que te amarrar.
Mas isso � escravid�o. Sabe, lut�mos uma guerra.
Ed, por favor.
"H� 87 anos..." -
Bem, j� � hora de voc� ter um pouco de sol.
Wilbur, voc� j� amarrou Mister Ed?
Hmm? Que pergunta tola.
Como est� sua horta, querida?
Oh, querido, estou t�o entusiasmada com isso.
Imagine, colocar uma pequena semente no ch�o
e crescer at� aqueles tomates bonitos.
- � um milagre da natureza. - Sim?
Especialmente quando voc� plantou rabanetes.
Sem brincadeiras. Esse jardim me custou US $ 62.
Voc� n�o acha que poderia enfiar um par desses tomates numa salada esta noite?
- Comer meus tomates? - Bem, querida
n�o me olhe como se eu fosse um canibal.
- N�s temos que com�-los algum dia. - Bem, Wilbur
N�o vamos comer esses tomates ainda, hein?
O que voc� vai fazer deles? Candeeiros?
O que est� pensando, querida?
Minha cebolinha.
Deveria estar saindo por agora. O que voc� acha que precisa?
- Outra cebolinha. - Ohh!
Voc� sabe, este jardim aqui me custou uma fortuna.
O que voc� tem para mostrar? Tr�s rabanetes, quatro tomates
e uma cebolinha que n�o consegue se decidir.
Voc� � uma grande ajuda.
Querida, coce minhas costas.
- Oi, grande agricultor. - Oi, Kay.
Adivinha? Addison est� me surpreendendo com uma linda estola de vison.
- Oh, qual � a ocasi�o? - Meu anivers�rio.
- � hoje? - Bem, n�o exatamente.
- � daqui a oito meses. - Oito meses?
Na verdade, ele nem sabe que est� me comprando a estola.
Essa � a surpresa.
Sim. Venha � cidade comigo e ajude-me a escolher.
Kay, podemos ir um pouco mais tarde esta tarde?
- Tenho que terminar de fazer compras �s 3:00. - Por que 3:00?
A essa hora, os bancos est�o fechados e o meu marido est� indefeso.
Vamos. Deixe isso agora. Se apresse.
Ol�, Roger. Como voc� est� hoje?
N�o t�o bom.
Durante a noite, algu�m demoliu minha churrasqueira.
Eu entendo que tem havido um gato vadio pelo bairro.
- Um c�o vadio? - Tente o velho pulguento.
Sinto muito por sua churrasqueira, Roger.
Eu atendo.
Ol�?
Sim, ele est� aqui. S� um minuto.
- � sua esposa. - Minha esposa?
Obrigado. Sim, Kay?
Voc� est� vestindo seu su�ter, querido?
Sim eu estou.
Mantenha-o abotoado.
Eu n�o quero que voc� apanhe frio, torta de pudim.
"Torta de Pudim". Ela est� me preparando para alguma coisa.
Posso senti-lo na minha carteira.
S� porque uma esposa � simp�tica com o marido n�o significa que ela queira alguma coisa.
Post, h� quanto tempo voc� � casado?
- Tr�s anos. - J� pus 21.
Siga meu conselho. Quando sua esposa come�a a agir de forma incomum,
beije-a, mas n�o tire as m�os dos bolsos.
Roger, j� lhe ocorreu que Kay est� sendo legal consigo porque ela o ama?
Esse cavalo parece ter mais ju�zo do que voc�.
Mas no futuro, deixe-o longe da minha casa.
Ed, tenho vergonha de voc�.
Por que voc� destruiu a churrasqueira do nosso vizinho?
Bem, o que voc� tem a dizer?
N�o estou dizendo uma palavra at� falar com meu advogado.
Bem, eu vou fech�-lo na sua barraca at� voc� aprender sua li��o.
N�o. Eu tenho uma id�ia melhor.
Voc� vai ficar sem seu almo�o hoje.
Bem, n�o vai dizer nada?
Crime n�o compensa.
Ficar sem meu almo�o?
N�o enquanto houver um jardim cheio de vegetais.
Ei, Ed! O que est� fazendo?
Uh-oh. Apanhado com minhas plantas em baixo.
N�o!
Mister Ed, o jardim de Carol est� completamente arruinado!
Esses corvos comem qualquer coisa.
- Foi voc� quem os comeu. - Eu?
Ent�o, cujas p�gadas s�o aquelas?
At� agora, isso � uma prova bastante fr�gil.
- Por que voc� fez isso, Ed? - Voc� tirou minha aveia.
Eu estava com fome.
Quando Carol descobrir que voc� destruiu seu jardim,
ela vai insistir em se livrar de voc�.
- O que voc� vai fazer sobre isso, Wilbur? - Eu?
Voc� poderia encobrir um velho amigo.
O que sugere?
Corra para o mercado,
compre alguns vegetais para espetar de volta no ch�o.
- Isso � bastante sorrateiro. - Sim. Eu pensei que voc� gostaria.
Vou tentar.
Por que eu fa�o essas coisas por voc�?
Porque gostamos um do outro.
Ed.
- V� andando. - Sim.
Rapaz, eu sa� daquela muito bem.
Oh. Oi, Roger.
Ol�, Wilbur.
N�o me diga que voc� est� plantando vegetais na esperan�a que as sementes surgir�o?
Uh, se voc� me desculpar, eu estou num aperto.
Voc� viu minha esposa? Ela e meu tal�o de cheques pareciam ter sa�do juntos.
Bem, acho que ela foi fazer compras com minha esposa.
Ent�o ela voltar� em breve.
Sim, os bancos acabaram de fechar.
Wilbur, eu n�o acho que voc� esteja bem.
Ed, ela est� aqui!
Obrigado, Carol.
� uma bela estola, Kay,
E eu sei que voc� ficar� linda nela.
Bem, espero que Addison pense assim.
Quando vai mostrar isso para ele?
Talvez eu tenha que dar a not�cia gentilmente.
Talvez eu apenas use a caixa por alguns dias.
Muito obrigada, Carol, por ir comigo.
Bem, feliz anivers�rio, seja quando for.
- Kay. - Hmm?
Boa sorte.
Eu precisarei.
Uh-oh. Aqui vem ela.
Relaxe, Wilbur.
N�o temos nada a temer sen�o o pr�prio medo.
Sim.
Ah! Ohhh!
- Ol�, Wilbur. - Carol. Ol� querida.
- Cora��ozinho. - O que n�s temos aqui?
Voc� n�o reconhece os vegetais do meu jardim?
- Sim. Eles s�o lindos. - N�o s�o?
Voc� sabe, este � o tomate mais incr�vel que eu j� cresci.
- Mesmo? - Mm-hmm. Cresceu sem um caule,
de cabe�a para baixo e todo atado.
- A natureza � maravilhosa. - E veja estes rabanetes.
Oh, esses s�o rabanetes ador�veis. Devias ganhar um pr�mio com eles.
Eu deveria. Voc� v�, eu plantei rabanetes vermelhos, e apareceram brancos.
- Wilbur, o que aconteceu com o meu lindo jardim? - Querida, foi um acidente.
Foi aquele cavalo de novo! E n�o tente encobri-lo!
Querida, foi tudo culpa minha. Voc� v�, tirei sua aveia e ele estava com muita fome.
- Ele prometeu que nunca mais faria isso. - Ele prometeu?
O que quero dizer �, voc� poderia dizer pelo olhar em seu rosto que ele estava arrependido.
Voc� sempre est� desculpando-o! �s vezes acho que voc� ama esse cavalo mais do que a mim!
- Agora, apenas um minuto - E se ele pudesse cozinhar, eu ficaria sem emprego!
- Voc� n�o ficaria. - Bem, no que me diz respeito,
se voc� gosta tanto desse cavalo, pode dormir no celeiro com ele!
- Carol, voc� n�o quer dizer isso. - Oh, sim eu quero.
E por seu bem, espero que seu amigo n�o ressone.
Carol!
- Meu velho? - O que voc� quer?
Portanto, n�o ser� uma perda total,
passe-me esses legumes, hmm?
Hmm?
Bem, se Carol pensa que eu vou ligar-lhe e pedir desculpas, est� enganada.
Uh, Wilbur,
Na pr�xima vez, pe�a minha torta de pizza com anchovas.
Voc� sabe, apenas entre n�s dois,
Carol tem perfeita raz�o em estar com raiva de voc�.
Voc� n�o tinha o direito de comer seus vegetais.
Olha quem est� falando. Voc� p�s esses vegetais no ch�o, n�o eu.
- Eu atendo. - Sente-se. Eu atendo.
Deixa pra l�.
- Ol� querida. - Este � o Sr. Goodwin novamente.
Oh. Tudo bem. Vou colocar a lareira de volta, Sr. Goodwin.
Adeus.
Voc� sabe, talvez eu deva chamar Carol.
Wilbur.
Voc� est� certo.
Qualquer mulher que permitisse que seu marido dormisse num est�bulo quebrado...
Por favor, voc� est� falando sobre o nosso lar.
Entre, querida.
Por favor, voc� est� falando com seu vizinho.
- Algu�m aqui? - N�o. Eu estava falando sozinho.
Oh.
Eu entendo que voc� vai dormir no est�bulo esta noite.
Oh, as not�cias correm r�pido, n�o �?
- Oh-ho-ho-ho! - Tenho trabalho a fazer.
Al�m disso, isso n�o � realmente um est�bulo. Este � o meu escrit�rio.
Oh, claro, claro. E vejo que contratou uma secret�ria para taquigrafia.
- Senhor Ed. - Meu rapaz, voc� sabe onde cometeu seu primeiro erro?
- Casar-se? - N�o. N�o h� nada de errado com o casamento,
desde que haja apenas um na fam�lia que usa as cal�as.
Eu atendo. Com licen�a.
- Ol� querida? - Oh, n�o, Wilbur.
Esta � Kay. Addison est� a�?
Sim. Suas cal�as est�o ao telefone.
Sim querida?
Boneco, voc� vai se apressar para casa?
Acabei de fazer um bolo especial para voc�.
Eu estarei l�.
Fez um bolo, hein?
Ela deve ter comprado algo realmente caro.
Se tiver cobertura de creme, estou na fal�ncia.
Apenas mais um peda�o de bolo, Addison boneco.
Realmente, Kay, tr�s fatias s�o suficientes.
Ah, mas, Addison, eu...
Bem, devemos ter o sorvete agora ou mais tarde?
- Mais tarde. - Tudo bem, do�ura.
Agora, deixe a m�e deix�-lo confort�vel.
Aqui, colocarei este lindo travesseiro atr�s de voc�.
Agora deite-se. Voc� teve um dia dif�cil.
- Aqui est� o jornal da noite para voc�. - Obrigado.
- N�o � agrad�vel? - Agrad�vel.
Agora, voc� relaxa, querido.
Relaxe, querido.
Ele vai de volta de manh�.
Voc� poderia, pelo menos, olhar para ele.
Bonito. Ainda volta pela manh�.
Estou guardando-o.
Oh. Vai ser uma dessas noites?
Eu tamb�m estou perdendo o sorvete?
- Eu estou guardando a estola. - Sobre o meu livro de cheques morto.
Ah, agora, Addison, seja justo.
Eu fiz um barulho quando voc� saiu na semana passada e desperdi�ou uma fortuna?
Comprei um par de meias por US $ 2.
Apenas responda a minha pergunta. Eu fiz algum barulho?
A estola volta de manh�.
Se assim for, ter� que caminhar sozinha.
Voc� vai me deixar ter paz esta noite,
ou devo encontrar outro lugar para ficar?
Diga, Wilbur, esse animal vai dormir aqui conosco?
Sim. Ele pagou at� o fim do m�s.
Al�m disso, talvez possamos aprender algumas coisas dele.
Ele � o �nico aqui que n�o foi expulso por sua esposa.
Tenho receio de que este sof� seja muito estreito para n�s dois.
Voc� sabe, eu mexo-me um pouco a dormir.
Ah? Eu tamb�m.
Bem, olhe, voc� toma o sof�. Arranjo algo para mim do p�tio.
Wilbur, lamento dar-lhe tanto trabalho.
Ah, esque�a. E olhe assim:
Voc� n�o perdeu uma esposa, ganhou um companheiro de est�bulo.
Bem, voc� tem daqueles com chop suey?
S�o um presente de Kay.
- Foi isso que come�ou a luta? - N�o, nosso pequeno arrufo
girou em torno de um vison que minha querida esposa comprou esta tarde.
Oh. � por isso que ela estava dando-lhe manteiga o dia todo?
Este era mais um trabalho de lubrifica��o.
Tome cuidado, Post. As f�meas s�o criaturas complicadas.
Eles n�o t�m dentes, mas presas, n�o unhas, mas garras,
e em vez de um cora��o, um prato de suporte.
Se voc� se sente assim sobre as mulheres, por que se casou?
O homem n�o vive s� de p�o.
Vamos. Admite.
Voc� sabe que est� louco por sua esposa.
Claro que sim, mas n�o posso dizer isso a ela.
Destru�a todo o nosso relacionamento.
Eu tamb�m sou louco por Carol.
Ent�o, por que estamos dormindo no celeiro?
Estamos ensinando-lhes uma li��o.
Bem, gra�as ao c�u, essa p�lula para dormir est� come�ando a produzir efeito.
Santinho.
Oh, s� faltava mais essa.
Sou al�rgico ao feno.
Santinho.
Obrigado, Wilbur.
� melhor tapar-se rapaz. Voc� soa um pouco cavalar.
Sim. Boa noite.
Aquela estola ainda volta pela manh�.
Talvez eu possa ajudar.
Querido, me des... Oh, oi, Carol.
Eu pensei que era meu Diamond Jim Brady.
- Voc� se importa se eu entrar, Kay? - Feliz por a ver, querida.
Estava ficando cansada de falar com meu vison.
- Kay, tenho algo a lhe dizer. - Oh?
Talvez estiv�ssemos erradas.
Talvez dev�ssemos lhes dizer... pedir-lhes que voltem para casa.
Bem, eu n�o sei, querida.
- O que � que foi isso? - Voc� acha que podem ser gatunos?
Louis, essa junta precisa dum empurr�o.
Mas n�o use as varas a menos que voc� precise.
Vamos sair daqui, r�pido.
Wilbur! Wilbur! Wilbur, acorde!
- Acorde, Wilbur! - O que aconteceu? O que se passa?
- H� gatunos l� fora. Est�o tentando roubar nossa casa. - Gatunos? Gatunos?
Acorde, querido! V�o roubar a casa!
Ainda volta pela manh�.
Oh c�us.
Tenha cuidado, querido. Eles estavam bem debaixo dessa janela.
Hmm? N�o h� ningu�m aqui, exceto...
...Ed.
Eles parecem ter ido embora, querida.
O mister Ed deve t�-los assustado.
- Ed? - Sim. Muito inteligente, hein?
Inteligente? Ele � maravilhoso.
Voc� ainda quer se livrar dele?
Oh, n�o, querido. Estou t�o envergonhada de mim mesma.
Acredite-me, se Ed pudesse falar, ele a perdoaria.
Vamos, querido.
� bom de voc� levar-me para o centro, Wilbur. Kay est� usando meu carro.
- Tudo bem. - E me desculpe, tomei esse comprimido para dormir a noite passada
e n�o fui capaz de ajud�-lo naquela emerg�ncia.
Oh, tudo bem.
Quero dizer, havia apenas quatro assaltantes, ent�o eu consegui resolver tudo bem.
- Quatro, hein? - Sim.
- Bem, aonde vamos? - � loja de peles.
- Loja de peles? - Eu disse-lhe que eu uso as cal�as na minha fam�lia.
E esta manh�, quando insisti em devolver
essa estola de vison, Kay ma deu sem discuss�o.
Oh, bem, vamos.
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