All language subtitles for Stargate Atlantis - 1x02 - Rising Part 2.DVDRip.MEDiEVAL.pt

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Original subtitles

H� MUITOS MILH�ES DE ANOS

ANT�RCTIDA: NO PRESENTE

- Dra. Weir. - Peter.

- V�s? Nada. - Carson, volta aqui.

Podia ficar aqui o dia todo.

� uma perda de tempo! Com licen�a, Dra. Weir.

Ele nem quer tentar.

Ele descobriu o gene que afecta esta tecnologia.

Preferia n�o o ter feito.

- A s�rio? - D� para acreditar?

- Podemos sempre fazer-lhe outro teste. - Que piada.

S� h� uma m�o-cheia de pessoas versadas na tecnologia dos antigos

e, apesar do seu esfor�o her�ico para juntar as nossas com as deles,

precisamos que todos se sentem aqui, incluindo o Dr. Beckett.

Ele receia esta coisa.

Esta cadeira controla as mais poderosas armas que a humanidade j� viu.

Tamb�m receio esta coisa.

Mas, sempre que algu�m se senta aqui,

descobrimos algo mais sobre os antigos que a constru�ram.

O Dr. Beckett devia ter orgulho em ser geneticamente dotado.

N�o � dotado. O factor � aleat�rio.

Isto incomoda-o, esta hist�ria do gene?

� claro que estou cheio de inveja.

As pessoas que eu queria ver.

Venham comigo.

Est�vamos muito perto de localizar a Cidade Perdida,

mas parece que procur�vamos no local errado.

Julg�mos ter um endere�o do Stargate,

seis s�mbolos que revelam a direc��o que os antigos tomaram

quando deixaram a Ant�rctida.

Recentemente, decifr�mos o s�timo s�mbolo.

- O ponto de origem, a Terra. - N�o se trata disso.

- O endere�o deve estar errado. - Errado, n�o. Incompleto.

Que quer dizer, Dr. Jackson?

� um endere�o com oito s�mbolos.

Mais afastado do que imagin�mos, mas n�o fora de alcance.

- Atlantis? - Atlantis.

Acho que podemos l� chegar.

Alfa, Bravo, Charlie, Oscar.

� preciso muito treino para a Ant�rctida.

O �nico continente onde ainda n�o pus os p�s.

� um dos meus menos favoritos.

A modos que gosto disto.

- Gostas? - Sim, senhor.

Chegamos dentro em breve.

J� fal�mos disto. N�o sou a pessoa indicada.

- Vamos andando. - Sou m�dico.

- N�o h� nada a temer. - Costumo estragar coisas destas.

Este engenho aguentou milh�es de anos. Aguenta contigo.

Senta-te, fecha os olhos e concentra-te.

De novo, nada!

Desta vez, imagina uma imagem da nossa localiza��o no sistema solar.

Acho que sinto alguma coisa.

- Pode ter origem no almo�o. - Cala-te e concentra-te.

Cuidado!

Que fiz eu?

Levem-nos para baixo!

A todos os aparelhos em recolha, temos um drone errante

que pode buscar um alvo. Aterrem j�. Isto n�o � treino.

Tarde de mais. Segure-se!

Vira a bombordo!

- Disse bombordo! - Estou quase l�.

- Eu disse que n�o era indicado. - Faz qualquer coisa!

- O qu�? - Carson,

concentra-te em desactivar a arma antes que fira algu�m.

- N�o consigo ver! - Sobe. Sobe!

- Pode ser agora? - Agora � bom.

Desliga isto!

- Meu general, que diabo era aquilo? - Espera.

Saia!

Acho que consegui.

- Isto foi diferente. - Para mim... nem por isso.

O drone parece ter sido incapacitado.

O helic�ptero do General O'Neill n�o sofreu danos e vem a caminho.

- H� sete minutos. - Gra�as a Deus.

Credo!

- Jack! - Daniel!

- Bela recep��o! - N�o fui eu. Como foi que?

Livrei o coiro de ir pelos ares?

A excepcional per�cia do Major John Sheppard. Gosta disto aqui.

- Excepcional? Gostas disto? - Acho que devias falar e depressa.

A Weir est� aqui dentro.

N�o mexas em nada.

Sim, senhor.

Calculo que os antigos partiram h� entre cinco e dez milh�es de anos.

Na sua... cidade voadora?

Sim.

Que foi?

Cidade voadora?

Lembrem-se que foi esta ra�a que construiu os Stargates.

Faziam tudo em grande.

Por que foi que partiram?

Quem sabe? Na Terra, foram atacados por uma praga.

Talvez alguns quisessem recome�ar, repovoando uma outra gal�xia.

- O facto � que sabemos para onde foram. - P�gaso.

Sim. � uma gal�xia an� entre as vizinhas.

Haver� hip�tese de virmos a conhec�-los?

Quem sabe? Mas n�o ser� boa raz�o para irmos?

H� meses que ando a escolher os membros para esta expedi��o.

- N�o preciso que me conven�am. - Eu c� estou convencido.

Divirtam-se.

� mais complicado do que isso.

� preciso que o M� PZ alimente o portal.

- O qu�? - O Eme PZ. Ele... ele � canadiano.

- Perd�o. - O M�dulo do Ponto Zero, general.

A fonte de energia que o General aproveitou de Proclarush Taonas,

que est� agora a alimentar as defesas avan�adas.

Descobri que gera aquela imensa energia a partir do v�cuo

de uma regi�o aut�noma contida no subespa�o temporal.

Mas que desperd�cio de uma t�o boa explica��o.

A resposta � n�o.

Fechei os olhos e vi-a.

Senti-me com for�as que nunca tive. Pu-la a dan�ar pelo espa�o.

Foi como magia, foi mesmo. Eles tiveram sorte.

N�o sei de onde surgiu.

Fiz for�a para me concentrar e o drone desactivou-se.

Ent�o, foi voc�?

Eu?

Foi voc� quem disparou aquela coisa contra mim.

Olhe, estamos a pesquisar,

a trabalhar com tecnologia a anos-luz da nossa ci�ncia e cometemos erros.

Pe�o-lhe imensa, imensa desculpa.

- Para a pr�xima, mais cuidado. - Eu disse o mesmo.

- Que diabo era aquilo, ali�s? - O drone?

- Os antigos criaram-no para defesa. - Quem?

Tem permiss�o para estar aqui?

O General O'Neill deu-ma agora.

Ent�o, n�o sabe da exist�ncia do Stargate?

Do qu�?

Viajar at� outra gal�xia requer imensa energia.

- Sim. Descobre outro meio. - N�o h� outro.

Acham que h� mais destas... coisas "m�s" em Atlantis?

Sim! E sabe-se l� que mais haver�.

N�o se trata duns fulanos quaisquer. S�o os construtores do portal.

A riqueza potencial de conhecimento e tecnologia

abafa todos os nossos achados desde que transpusemos o Stargate.

Com o volume de energia que � precisa para esta viagem,

- aposto que � s� de ida. - N�s sabemos.

Mas o benef�cio para a humanidade � bem maior do que o risco, general.

E � um risco que cada membro da expedi��o est� pronto a correr.

Achamos que o gene foi usado como uma esp�cie de chave gen�tica

para que s� os da sua ra�a comandassem a tecnologia perigosa.

H� pessoas com os mesmos genes dos tais antigos?

O gene espec�fico � muito raro,

mas, no geral, eles s�o parecidos connosco.

De facto, chegaram primeiro. N�s somos a segunda fase evolucion�ria,

tendo os antigos explorado a nossa gal�xia h� milh�es de anos...

Major, por favor, n�o.

Que hip�teses h� de eu ter os mesmos genes destes tipos?

Muito poucas, por sinal. Dra. Weir!

N�o saia da�!

Quem � este?

- Disse-te que n�o mexesses em nada. - Eu s� me sentei.

Major, pense na nossa localiza��o dentro do sistema solar.

Eu causei isto?

Podemos descobrir uma nova civiliza��o dos antigos.

Na melhor das hip�teses, contactamos antigos que nos queiram ajudar.

Mas, no caso contr�rio...

General, precisamos dele.

- Lamento. Preciso do Daniel aqui. - Estou a falar do Major Sheppard.

N�o t�m j� uma d�zia de pessoas que dominam a tecnologia dos antigos?

Sim, com aplica��o e treino, mas o John Sheppard f�-lo naturalmente.

- Eu consultei o cadastro dele. - Aquela coisa no Afeganist�o...

Ele estava a tentar salvar vidas.

Desobedeceu a ordens superiores.

Li o seu cadastro, General. Por favor.

Certo.

Est� bem. A expedi��o � sua. Se o quer, pe�a-lhe a ele.

A� � que est�. J� o fiz.

A s�rio?

Como a viagem n�o � longa, vou ser o mais sucinto poss�vel.

- Isso � ser bastante sucinto. - Obrigado.

Eu disse � Dra. Weir que, sei l�... ia pensar no assunto.

E?

Ent�o? Bom? O qu�?!

Com o devido respeito, General, fomos atacados por um drone alien�gena.

A seguir, descubro que tenho um gene mutante.

Depois, h� esta coisa do Stargate e expedi��es para outras gal�xias.

N�o se trata de ti, Sheppard. Isto � muito maior.

Agora, neste preciso momento,

a decis�o de ir ou n�o parece ser sobre mim.

Deixa-me perguntar-te uma coisa.

Por que foste para piloto?

As pessoas que n�o querem voar s�o loucas.

E as que n�o querem transpor o Stargate s�o malucas.

Se n�o disseres que sim ao chegarmos a McMurdo, n�o te quero no servi�o.

Simon, se est�s a ver isto,

quer dizer que o Presidente teve a bondade de to permitir.

Eu n�o vou partir em miss�o diplom�tica ao estrangeiro.

Vou partir para outro planeta, noutra gal�xia,

atrav�s dum portal chamado Stargate.

H� milh�es de anos, houve uma ra�a de seres � qual cham�mos os antigos.

Criaram uma rede de Stargates por toda a nossa gal�xia

de forma a viajarem livremente entre outros mundos.

N�o sabemos porqu�, mas partiram para outra gal�xia

h� entre cinco a dez milh�es de anos,

levando com eles toda a sua cidade.

Essa cidade chamava-se Atlantis.

Estou a organizar uma expedi��o para tentarmos encontrar Atlantis

e, espera-se, os antigos que deixaram a Terra h� tantos anos.

Quero participar nisto, Simon, do fundo do cora��o.

Tu conheces-me o suficiente para saberes que n�o recusaria

uma oportunidade destas, mas eu quis poder dizer-te...

O cliente que quer contactar encontra-se fora de alcance da rede.

N�o brinque.

Cingi-o a tr�s coisas. Ap�s uma semana, tudo encaixava.

Algu�m daqui fala a l�ngua que esta gente fala?

Bastam-me uns minutos para acabar o trabalho e n�o est�s a ajudar.

T�m cinco minutos para ligar isso, sen�o fica para tr�s.

Tudo j� foi verificado duas e tr�s vezes.

- Deixe isso. - Coronel, n�o me d� ordens.

- Disse-me o mesmo, meu Coronel. - � para isso que est�s armado.

O endere�o de oito cunhas indica ao nosso portal

que procure um ponto fora da nossa gal�xia. N�o saberemos at� se fixar.

- J� conseguimos? - Aguardamos o Dr. McKay.

J� deve funcionar. Eu vou l�.

Pronto, Sargento, experimente. O M� PZ deve acender ao detectar o portal.

Boa.

Coronel.

Podem dar-me a vossa aten��o, por favor?

Pronto, c� vamos n�s.

Estamos a tentar estabelecer uma liga��o.

N�o fomos capazes de prever a energia necess�ria para tal

e pode s� haver uma oportunidade. Assim, se conseguirmos uma abertura est�vel,

n�o vamos arriscar que o portal se feche.

Vamos enviar a sonda-robot SALM, verificar a viabilidade e partir.

Tudo numa s� jogada.

Todos se ofereceram como volunt�rios para esta miss�o.

Representam uma d�zia de pa�ses.

S�o os melhores e mais inteligentes do mundo.

E, perante a aventura que estamos prestes a iniciar...

...s�o tamb�m os mais corajosos.

Espero voltar com a descoberta dum novo mundo para a humanidade explorar,

mas, como todos sabem,

podemos n�o chegar a regressar.

Quero dar-vos a �ltima oportunidade de cancelarem a vossa participa��o.

Estabelecer a liga��o.

Que isto fique bem claro, Major.

N�o est� aqui por minha escolha.

� certo que vai gostar de mim quando me conhecer melhor, meu Coronel.

Desde que n�o se esque�a de quem d� as ordens.

Cunha dois inserida.

Ser� a Dra. Weir, correcto?

Cunha tr�s inserida.

- Cunha quatro inserida. - Bonito.

Obrigada.

Cunha cinco inserida.

- Cunha seis inserida. - Vamos a isto.

Francamente, doutor, acalme-se. Est� a envergonhar-me.

Nunca estive t�o emocionado na vida.

Cunha oito posicionada.

Enviar a SALM.

SEM REDE

Temos a leitura da SALM.

- O que � que estamos a ver? - Mudar para fixa��o zero.

O radar indica uma... sala grande?

Estruturalmente intacta?

Os sensores indicam oxig�nio, sem toxinas significantes.

Temos ar respir�vel.

Parece que n�o nos safamos desta.

Dra. Weir, experimente.

Obrigada.

General.

Vamos, pessoal! N�o sabemos a energia que nos resta.

Patrulhas de seguran�a um e dois, sigam � frente.

O restante contingente aguarda o nosso sinal!

L� chegados, prossigam, desimpe�am a zona de desembarque!

- � minha ordem... - Espere, Coronel!

Transpomos isto juntos.

Est� bem.

- Jack, ainda posso... - N�o.

- � s� pegar no meu... - N�o.

...estojo.

Desimpedido. Parece bem.

Equipa de expedi��o... prossigam.

Qual � a sensa��o?

D�i como o diabo, Major.

Equipas um e dois, desimpe�am a zona mais pr�xima.

Todos os outros, procurem uma aberta e fiquem l� at� novas ordens!

Quem est� a causar isto?

Patrulhas de seguran�a, h� contacto alien�gena?

- Negativo, Coronel. - Equipa quatro. Negativo, Coronel.

As luzes ligam-se sozinhas.

Est�o todos.

General O'Neill?

A Base de Atlantis sa�da-vos da gal�xia de P�gaso.

Podem cortar a energia do portal.

Parecem ser naves.

- Naves espaciais! - Adoro isto!

Dra. Weir? Tem de vir ver isto.

Tenho muito para ver. Tenham cautela.

- Eu n�o mexi em nada. - Descontraia-se, Major.

� como se todo o recinto sentisse a nossa presen�a.

Esta � a sala de controlo. � �bvio que � a vers�o deles duma DHD.

- Muito �bvio! - Isto podem ser controlos de energia.

- Talvez uma consola de computador. - Porque n�o descobre?

Dra. Weir, Coronel Sumner. Pode vir ter comigo? Estamos tr�s pisos abaixo.

� para j�.

Apenas desimpedimos uma frac��o disto. � enorme.

- Pode mesmo ser Atlantis? - Apostava que sim.

Meu Deus.

Estamos debaixo de �gua.

Eu diria que estamos debaixo de muita �gua do mar.

Se n�o houver liga��o para fora, temos um problema.

- Coronel. Dra. Weir. - Estamos debaixo de �gua!

Sim, vinha agora informar-vos.

Felizmente, h� um campo de for�as a suster a... �gua.

� impressionante, n�o �?

O Dr. Beckett descobriu algo que deviam vir ver.

... na esperan�a de povoar de vida uma gal�xia

onde nenhuma parecia existir.

Depressa essa vida se expandiu e prosperou.

- Aqui... - � um holograma.

� uma grava��o cont�nua. J� a vi duas vezes.

- O que foi que perdemos? - Nada de mais.

... trocar conhecimento e amizade.

A seu tempo, um milhar de mundos contiveram a d�diva da vida.

Ent�o, um dia, o nosso povo entrou num mundo de trevas

onde residia um inimigo terr�vel.

Nunca antes depar�ramos com seres com poderes que igualavam os nossos.

Na nossa boa-f�, �amos mal preparados e em menor n�mero.

O inimigo caiu sobre os nossos mundos como uma praga

at� apenas restar Atlantis.

O grande escudo desta cidade p�de resistir �s armas dele,

mas sofremos um cerco que se prolongou por muitos anos.

Na tentativa de preservar os �ltimos membros da nossa ra�a,

submergimos no mar a nossa nobre cidade.

O Stargate de Atlantis era a �nica liga��o com a Terra nesta gal�xia

e os que restavam serviram-se dele para voltarem ao mundo que j� fora seu.

A�, os �ltimos sobreviventes de Atlantis viveram os seus �ltimos dias.

Esta cidade foi adormecida...

... na esperan�a de que a nossa ra�a pudesse, um dia, regressar.

Ent�o, a hist�ria de Atlantis � verdade.

Uma grande cidade que se afundou no mar.

S� que n�o aconteceu na Terra.

Os gregos devem-na ter ouvido da boca dos sobreviventes antigos.

N�o gosto do facto de terem levado uma co�a.

Vamos ver do princ�pio.

Parem! Desliguem isso!

- O n�vel de energia est� a baixar! - Que quer isto dizer?

Se n�o paramos com toda a actividade, vamos morrer!

Por favor, diz-me que a culpa n�o � minha.

- N�o. - Obrigado!

A cidade � alimentada por tr�s M�dulos de Ponto Zero.

Dois est�o descarregados, o terceiro est� quase l�.

- Se isso acontece, desliga-se tamb�m. - Diga-me s� a conclus�o.

O campo de for�as que sust�m as �guas

desceu ao n�vel m�nimo poss�vel.

Olhe, podemos ver que aqui

e aqui o escudo falhou e a cidade foi inundada.

Pode ter sido h� anos. Esta sec��o est� protegida por causa do Stargate.

E se falha completamente?

� uma quest�o de "quando", n�o de "se".

Coronel, d� ordens �s patrulhas que cessem as buscas � cidade.

Patrulhas de seguran�a, regressem � sala do portal.

- Isso n�o vai chegar. - De quanto tempo dispomos?

N�o sei bem. Horas, dias, se minimizarmos os gastos de energia.

- E os nossos geradores? - Estamos a trabalhar nisso.

Mas, mesmo com eles, as equa��es est�o a falhar.

- Ent�o, precisamos de achar mais MPZs. - Como se faz isso sem buscas?

- Se houvesse mais, eram detectados. - Podemos utilizar o Stargate?

- A energia n�o d� para chegar � Terra. - Talvez a algures nesta gal�xia.

Isso � relativamente simples.

Felizmente, alguma da tecnologia antiga ainda utiliza bot�es primitivos.

J� temos acesso aos controlos do Stargate e a uma lista de endere�os.

E n�o � tudo. Vejam isto.

Tal e qual a �ris do portal da Terra.

Consome energia, consome energia, consome energia.

Pelo menos, n�o teremos intrusos.

Coronel, forme uma patrulha. Precisamos dum porto seguro e fontes de energia.

Tenente Ford, re�na as patrulhas um e dois.

- Major, gostaria que participasse. - Sim, senhora.

Muito bem. Escolham um endere�o e fa�am a liga��o.

Cunha um inserida.

Rodney...

Certo.

SALM a postos para reconhecimento.

A SALM regista viabilidade total

e nenhuma actividade em redor do Stargate, mas est� escuro como breu.

Vamos utilizar o sistema aprovado

de identifica��o de viajantes em chegada ao portal.

Toca a andar!

Por favor! N�o nos fa�am mal!

Por favor! Est�o s� a brincar!

- Est� tudo bem aqui, Sheppard? - Sim, senhor. S�o s� uns mi�dos.

Halling.

- N�o sei o que significa. - � o nome dele!

Halling. Prazer em conhec�-lo.

- Vieram negociar? - Negociar.

Sim. Somos negociantes.

Quantas vezes te disse para n�o brincarem na floresta ao anoitecer?

Ainda bem que est�s bem.

A Teyla vai querer conhecer-vos.

Venham.

Parker, Smitty, guardem o portal.

Liguem � Base de Atlantis e digam � Doutora que contact�mos os ind�genas.

Coronel, n�o leve a mal,

mas reparei que se d� mal com o Major Sheppard.

Dou-me mal, Tenente, � com o cadastro dele.

N�o gosto de ningu�m que n�o cumpra ordens superiores.

Sim, senhor.

Que m�scara era aquela?

Permite a vis�o nocturna. Experimenta.

Deixa-me ver!

- Posso ficar com ela? - N�o.

- Que m�scara � a tua? - Isto? � wraith.

Wraith? O que � isso?

- N�o sabe? - A que mundo � que pertence?

- Podemos visit�-lo? - Receio que n�o.

Sou duma gal�xia muito, muito distante.

- � o Halling. Trago forasteiros. - Entrem.

Estes homens vieram negociar.

Pois! �...

Muito prazer em conhec�-la.

Sou Teyla Emmagan, filha de Tagan.

Coronel-Marechal Sumner.

Major Sheppard.

Tenente Ford.

- Os nossos requisitos s�o poucos. - N�o negociamos com estranhos.

Deveras?

Bom, ent�o, teremos de nos conhecer melhor.

Eu... gosto de rodas-gigantes, de futebol americano

e de tudo o que atinja mais de 200 km/h.

Major, eles n�o sabem o que isso �.

Podes falar � vontade. Estou a tentar quebrar o gelo.

Eles n�o nos podem ajudar. Prefiro n�o perder tempo.

Todas as madrugadas, antes da alba, o nosso povo bebe um ch� forte

para enfrentar o novo dia.

Fazem-nos companhia?

Eu adoro um bom ch�.

Eis outra coisa que sabem acerca de mim.

Somos praticamente amigos.

N�o sab�amos da exist�ncia disto antes de nascer o Sol.

� mais prometedor do que tudo o que esta gente tem para dar.

Bom abrigo, um vale simp�tico.

Localiza��o, localiza��o, localiza��o.

- A cidade dos antigos n�o � segura. - N�s safamo-nos.

- Os wraith vir�o. - Mas quem s�o esses wraith?

Nunca encontr�mos ningu�m que n�o o soubesse.

Encontraram agora.

Se os wraith desconhecem o vosso mundo, voltem para l�.

Bem gostar�amos, mas n�o podemos.

A� � que est�, minha senhora. Estamos em sarilhos.

Precisamos dum lugar seguro onde ficar.

O nosso povo h� muito que acredita que os wraith vir�o

se nos aventurarmos na velha cidade.

Mas � uma cren�a que n�o � testada h� algum tempo.

Meus senhores.

Olhem, n�o importa o que eles dizem. A cidade merece uma olhada.

Isto para n�o falar na hip�tese de l� haver MPZs

que eles ignoram ou n�o valorizam.

E se os wraith s�o o inimigo de quem falava o holograma?

Melhor raz�o para montar um posto de defesa

no caso de termos de deixar Atlantis.

Fique e descubra o que puder. Ford, apresenta relat�rio � Weir.

Diz-lhe que teremos informa��es dentro de poucas horas.

Sim, senhor.

Acho que s� restamos n�s os dois.

E ele.

O seu chefe olha para mim como se eu n�o estivesse l�.

E eu?

N�o.

- N�o podem mesmo regressar? - N�o.

Ent�o, devia vir ver uma coisa.

Ainda falta muito?

N�o muito.

- D�-me boas not�cias, Rodney. - N�o o posso fazer.

O escudo sust�m as �guas h� s�culos.

E continuaria a faz�-lo, mas a nossa chegada alterou tudo.

- N�o passa de uma casca fina. - Par�mos as buscas.

O mal est� feito. Outra zona da cidade foi inundada.

- O permanecer nesta sala gasta energia. - Temos de evacuar o quanto antes.

Prop�e que abandonemos a cidade?

Quanto mais cedo partirmos, mais tarde o escudo vai ceder.

Eu brincava aqui em crian�a.

Os sobreviventes esconderam-se aqui dos wraith

durante a �ltima grande invas�o.

Deixe-me...

H� muito que dominamos o fogo.

Bem vejo.

O que ser� isto?

Perdi-o h� tantos anos.

- Como � que? - Apanhei-o ali do ch�o.

Estava a reflectir a chama.

Algu�m andou atarefado, n�o?

As pinturas rupestres s�o vastas.

Muitas devem datar de h� milhares de anos ou mais.

Isto representa a destrui��o da vossa cidade?

Deve ser muito anterior.

Como? Sabiam que isto se ia dar?

Creio que se d� ciclicamente.

Os wraith atribuem um n�mero ao crescimento da nossa ra�a.

E quando esse n�mero atinge um certo limite,

eles regressam para reduzir o seu rebanho humano.

Por vezes, passam-se s�culos at� que despertem de novo.

N�s estivemos em muitos, muitos mundos.

N�o conhe�o nenhum n�o afectado pelos wraith.

O �ltimo grande holocausto deu-se h� cinco gera��es,

mas mesmo assim regressam, em menor n�mero,

para nos lembrar o seu poder.

Que raio de modo de vida.

Alternamos entre acampamentos.

Tentamos ensinar �s crian�as que n�o vivam no medo, mas � dif�cil.

Alguns de n�s pressentem a vinda dos wraith.

Ficamos de sobreaviso.

� melhor irmos. Em breve, estar� escuro.

P�, os dias aqui s�o curtos.

Major Sheppard, aqui Coronel Sumner.

Coronel, o Major Sheppard est� fora de alcance do r�dio.

Onde diabo se meteu ele?

A Teyla queria mostrar-lhe uma coisa.

Aos postos de defesa!

Coronel, temos actividade no portal.

Tr�s ca�as dirigem-se para a�.

Abriguem-se!

Que �?

Os wraith!

Deixa isso!

Jinto, anda! Jinto!

Fogo no alvo!

Teyla!

Coronel, aterraram no solo! Cercam-nos por todos os lados!

Teyla?

Eles n�o est�o presentes.

Duvide do que v�. Os wraith podem fazer-nos ver coisas que n�o est�o l�.

Temos de despachar-nos.

Coronel, aqui Sheppard. Aquilo que v�em � ilus�o.

Concentrem o fogo nas naves.

Fogo nas naves! Fogo nas naves!

- Bates, controla-te! - Est�o por todo o lado, Coronel!

Abate aquele alvo!

Teyla... Teyla?

Major, o Coronel foi capturado.

O portal est� activado. Duas naves inimigas aproximam-se.

Deixa-as passar. Olha para o engenho de liga��o.

Memoriza esses s�mbolos.

Filho da...

Acudam! Acudam-me!

N�o sei do meu pai.

- C� o temos. - Para onde devo olhar?

Ali. Outra sec��o do campo de for�as que falha.

Creio que n�o temos muito tempo.

Como estamos? Se pud�ssemos adiar um dia, talvez...

A cidade est� a sacrificar certas zonas para manter estas,

mas a cat�strofe � inevit�vel.

Nunca imaginei encontrar a Cidade Perdida

t�o bem conservada,

t�o intacta e n�o h� alternativa sen�o abandonar isto?

- Para a salvarmos. - Salvarmos para quem?

N�o temos energia para enviar uma mensagem.

- V�o considerar-nos perdidos. - Haver� uma fonte de energia em P�gaso.

N�o fazemos ideia do que h� por l�.

N�o podemos esperar. Temos de partir.

Aten��o a todos. Aqui Weir.

Preparar para evacua��o imediata!

Liga��o ao portal!

Temos uma chegada!

- � o c�digo do Tenente Ford! - Deixem-no entrar!

Por aqui, gente. Afastem-se da po�a.

Major Sheppard!

Major Sheppard, quem � esta gente?

Sobreviventes da col�nia. Sofremos um ataque.

O Sumner e uns homens foram capturados. Que se passa?

- N�o estamos em posi��o de os ajudar. - Que se passa?

- Estamos a evacuar a cidade. - Regressar � m� ideia.

O escudo est� prestes a dar de si e as �guas v�o esmagar-nos.

Conhece s�tio melhor?

- Jinto, tens mais endere�os? - Sim, v�rios.

N�o passa dum mi�do.

- Sou o Jinto. - Ela tem muito gosto.

PERDA DE ESCUDO IMINENTE

O escudo est� a ceder!

Vou inserir um endere�o!

- N�o! Esperem! - Ela tem raz�o.

Estamos a emergir!

Cheg�mos � superf�cie!

Eu queria mais um dia.

Parece que conseguimos muito mais do que isso.

N�o vamos desperdi��-lo.

Aten��o, pessoal. Ningu�m se senta

at� levarem duas pe�as de equipamento deste piso. Vamos.

O �ltimo M�dulo de Ponto Zero est� descarregado,

mas a energia voltou, agora que os nossos geradores n�o sust�m o mar.

O sistema de reserva funciona, mas a atmosfera � respir�vel,

apesar dos alerg�nios.

O nosso gerador pode alimentar o sistema de defesa?

Nem pensar.

� superf�cie e sem escudo? Somos um alvo f�cil.

Estou bem ciente disso, Major, mas obrigado por mo lembrar.

Sabe para onde os wraith levaram o Coronel Sumner?

Com os seis s�mbolos que temos, h� centenas de permuta��es.

Setecentas e vinte.

Pois. J� o sabia, claro. Estou surpreso � que o Major saiba.

Elimine as coordenadas que n�o respondem e j� est�.

Quando souber, envie uma SALM.

Major? Uma palavrinha.

Deixe-me adivinhar. N�o posso resgatar os meus homens.

Nem sabe se est�o vivos.

N�o se deixa ningu�m nas m�os do inimigo.

O facto de esta conversa ser em privado, diz-me

que sabe muito bem-estar errada e que vai minar a sua chefia.

- Como oficial militar superior... - Basta. Cale-se e d�-me ouvidos.

V� l�. Que sabemos n�s dos wraith?

S� sabemos que foram eles quem derrotou os antigos.

Quando come��mos a usar o Stargate na Terra,

metemo-nos em grandes apuros. Porqu�?

- N�o me d� li��es de Hist�ria. - Reagimos sem pesar os efeitos.

Capturaram aqueles homens! Como havia de reagir?

E estamos indefesos! O Major � que o disse.

Como sabe que um resgate mal amanhado

n�o traz os wraith de volta?

Talvez traga.

Mas � a ac��o correcta. Porqu�? Porque sim!

- John... - Se n�o vamos fazer isto,

viramos costas e fugimos. Eles v�m a�.

- N�o sabe ao certo. - Os nossos est�o nas m�os do inimigo.

Sabe o que isso quer dizer?

� uma quest�o de tempo at� os wraith perceberem que � aqui a nossa base.

Preciso de mais informa��es.

- Talvez se possa negociar a paz... - A paz? Est� a brincar?!

Est�vamos l� h� poucas horas quando eles apareceram.

Ser� que apareceram por vossa causa?

E que foram avisados por algu�m desta gente?

� poss�vel.

� essa decis�o apressada a que me referia!

Nem todas as pessoas s�o m�s.

Se ficarmos por aqui, precisamos de amigos.

Certo. Percebo a sua ideia.

Veja se percebe a minha.

N�o vou permitir o resgate

a menos que tenha a certeza de que pode ter �xito.

N�o vou enviar homens v�lidos para a morte.

Est� bem.

- Est� bem? - Onde estamos?

Faz ideia do que nos espera?

N�o.

O seu amigo disse que os wraith vinham, se f�ssemos �s ru�nas.

- Devia ter respeitado o aviso. - Como sabe que ele n�o os avisou?

Vem l� algu�m.

Sou o Coronel-Marechal Sum...

N�o! Por favor!

- Levem-me antes a mim! - N�o! A mim!

Somos n�s quem voc�s querem, certo?

Sou eu o chefe.

Eles n�o d�o justifica��es.

Pois, j� percebi.

- Estamos a receber telemetria visual. - N�o vejo nada.

N�o h� dados da atmosfera.

- Que foi aquilo? - Roda a c�mara.

- L� se foi aquela SALM. - Est� no espa�o!

Entrou em �rbita no extremo da gal�xia.

De certeza que � o endere�o certo?

� o �nico que nos deu resposta.

Muito bem. Desliguem-no.

Lamento.

Venha comigo, Major.

- Acha-se capaz de a pilotar? - Vamos experimentar?

Dr. Beckett, o que � que me queria mostrar?

Estas c�lulas n�o cont�m nenhumas prote�nas inibidoras.

Isso d�-lhes uma capacidade de regenera��o incr�vel.

E o movimento que Major Sheppard notou?

Quanto � ac��o aut�noma,

eu diria que � uma ordem residual nas pontas dos nervos cortados.

Pois. E que mais?

O ser a quem o bra�o pertencia,

se eu apostasse, diria que � velho.

- Muito, muito velho. - De que idade?

Desde que as c�lulas sejam alimentadas,

n�o vejo esta forma de vida a morrer de velhice como n�s.

E deve ser muito dif�cil de matar.

N�o gosto dessa parte.

N�o a censuro.

- Que ru�do � este? - Eu n�o... Ele estava aqui!

Major!

Queria uma vantagem t�ctica...

Pronto. Sabe pilotar essa coisa.

N�o significa que consiga fazer o resgate.

Doutora... foi por isto que me trouxe consigo.

- Prontos? - N�o fa�o ideia.

A tecnologia ultrapassa-nos. N�o sabemos com o que lidamos.

Tanto quanto sei, podemos... Pois. Prontos.

Certo, malta. A postos.

Nave-portal Um, a postos.

Nave-portal Um? Este salta-pocinhas?

� uma nave que transp�e o portal. Nave-portal Um.

- Fica mal. - O Dr. McKay achou fixe.

Pronto. � oficial. N�o p�es o nome a mais nada... jamais.

Torre, aqui... Salta-Pocinhas. Lan�amento.

Julguei que ia ser nave-portal.

- Negativo, torre. - A postos.

� uma nave que transp�e o portal. Certo.

Salta-Pocinhas, pode iniciar lan�amento.

Fa�a a liga��o, Tenente.

Fiquem bem.

Ena!

Isto � fixe.

- Parece que lhe apanhou o jeito. - Digo-te uma coisa.

Muitos pilotos de ca�as davam tudo para voar nisto.

Parece que l� os pensamentos.

O Major fez isto?

Eu estava a pensar qual o destino a seguir.

Suponho que isso seja um "sim".

- Como vamos ach�-los depois de aterrar? - Estava a pensar nisso.

Agora, estou a pensar numa bela sandu�che de peru.

Boa tentativa.

Toca a andar.

Muito bem. Patrulhas de dois.

Aprendam o que puderem e montem defesas onde for adequado.

Quero poder arrasar isto se necess�rio.

Dois cliques e podes falar.

- Sim, senhor. - N�o confrontem o inimigo!

Ficas comigo.

Tu j� deves ter fome.

Julguei que entrar aqui ia ser o mais dif�cil.

� o primeiro que vemos.

O ponto m�vel deve ser ele.

Vai para ali.

Pois, isto �s tu.

Ent�o... temos um detector vital.

Pomos-lhe um nome mais tarde.

Major?

- Est�o bem? - Como deu connosco?

- O meu filho est� vivo? - Est� bem e aguarda-o.

- O Coronel Sumner? - Foi levado pelos wraith.

- N�o sabemos onde. - E o quando?

- H� pouco. - Eu sabia que algo ia correr mal.

Aqui Stackhouse. Diga, Major.

Que tal uma divers�o para breve? Fa�am barulho.

Sim, senhor.

Prepara C-4 que chegue para abrir uma brecha e tir�-los daqui.

Eu acho o Coronel com isto. N�o h� muitos wraith por a�.

Devo conseguir isto.

Se n�o voltar dentro de 20 minutos, rebenta com as celas e raspa-te.

� o �nico que pode transportar esta gente daqui.

E vou transportar-nos a todos.

- Estou a dizer que devia ir eu. - Vinte minutos. Eu acho-o.

Como te chamas tu?

Coronel Marshall Sumner,

dos Fuzileiros dos Estados Unidos.

T�o pouco medo.

Ser� coragem?

Ou ignor�ncia?

Transpusemos o Stargate como exploradores pac�ficos.

Tu tens de comer, mas resistes � fome. Porqu�?

- Por que aprisionaste a minha gente? - Invadiram o nosso terreno alimentar.

Terreno alimentar?

Todo o ser vivo tem de comer.

Nisso, devemos ser semelhantes.

Tens fome, neste momento.

Eu pressinto-a.

Mas tu resistes.

- Porqu�? - Porque te importa?

A fome...

...� deselegante.

Parece-me, a mim, que a comida lhe caiu mal.

A�, somos pouco semelhantes, Coronel Sumner.

N�s n�o precisamos...

...que a comida nos caia bem.

Como se chama o teu mundo?

Como se chama o teu mundo?

Como se chama o teu mundo?

Terra.

N�o est� entre as nossas estrelas.

- N�o. - Fala-me da Terra.

Quantos s�o os da tua ra�a?

Milhares?

Milh�es?

Mais?

O nosso terreno alimentar h� 10.000 anos que n�o era t�o rico.

A tua vontade � forte.

Este aqui...

...suplicou pela vida.

� assim que v�o lidar comigo e com o meu povo?

Como j� disse, todo o ser vivo tem de comer.

Ent�o, � conversa acabada.

N�o creio.

Ajoelha-te.

Ajoelha-te.

N�o provava uma for�a assim... h� tanto.

Vai para o inferno!

Primeiro a Terra!

Quantos anos devo retirar-te antes que nos digas o que quero saber?

Ou devo retir�-los a todos?

Onde fica o novo terreno alimentar?

N�o cedo!

Tr�-lo!

Como est� a m�o?

Muito melhor.

Lamento sab�-lo.

Como obtiveste isto?

N�o me lembro.

Rebentem!

Abriguem-se!

Isto tem de matar-te.

Como me encontraste?

Rasto. Equipamento b�sico. Major, vamos.

N�o sabes o que fizeste.

N�s somos apenas os guardi�es daqueles que dormem.

Quando eu morrer, os outros acordam.

Todos eles.

De que fala ela? Quantos mais h�?

Major, temos de ir.

- Bates, n�s vamo-nos embora. - N�s tamb�m. O Coronel Sumner?

Negativo!

Dra. Weir?

Recebemos relat�rios de toda a cidade. Muito interessantes.

S� repusemos a energia em certas sec��es,

mas o que recebemos �...

N�o os devia ter deixado ir.

Se serve de consola��o,

tomou a decis�o acertada.

D�-lhes tempo.

Major, o salta est� desimpedido, mas temos um problema grave.

Tenente, leve os nossos seis. Eu levo-os para o salta.

Vou no seu encal�o.

- N�o h� nada ali! - Vi uma coisa.

S� o que os wraith querem que veja. Disparar a arma revela a nossa posi��o!

Entrem!

- Obrigado, Major. - N�o fa�as disto um h�bito.

Dirigem-se para c�!

Pronto. Estou a pensar em qu�?

- Est�o todos bem? - Bastante bem.

Espero que o pior tenha passado.

Trampa!

N�o creio termos chegado ao pior.

Que podemos fazer?

- Estamos safos se n�o nos virem. - N�o precisam de ver.

S� temos um caminho a seguir.

No momento em que activarmos o Stargate, eles rebentam connosco.

- Como havemos de passar? - � atra�-los e dar meia volta.

Prepara a liga��o ao portal ao meu sinal.

V�s alguma coisa parecida com uma consola de armas?

- Tente a invisibilidade, - Deve estar avariada. Liga ao portal.

Activa��o exterior!

Ergam o escudo!

Prepara-te para inserires o teu c�digo � pr�xima passagem.

Qual � o alcance disto?

Temos um c�digo pessoal?

Nada.

Insere o c�digo! Segurem-se.

- Tenho o c�digo do Tenente Ford. - Deixe entrar!

D�em-lhes mais uns segundos!

- Vamos depressa de mais! - Eu sei.

Reactivar o escudo!

Senhoras e senhores, bem-vindos a Atlantis.

Permane�am nos vossos lugares at� o Salta-Pocinhas estar

completamente parado.

- Isto agora � a nossa casa. - Pois �.

Estou a pensar numa casinha com vista para o mar. Afastada.

Major, Tenente.

Achei que a ocasi�o merecia abrir isto.

Oferta do General O'Neill.

Sa�de.

- Portou-se bem, John. - Disso n�o sei.

N�o havia forma de salvar o Coronel Sumner.

Vou ter de viver com isso.

Come�o a achar que tinha raz�o. Tornei as coisas piores.

N�o nos fiz ganhar muitos amigos.

N�o?

Olhe � sua volta.

Concordo, Major Sheppard.

Ganhou a minha amizade e a do meu povo.

Com a nossa ajuda, vai fazer muitos novos amigos.

Porque n�o fa�o eu amigos assim?

Tens de sair mais.

Estamos noutra gal�xia. Pode sair-se mais do que isso?

Isto leva lim�o?

S� mais uma coisa, Major.

H� uma coisa que lhe proponho que pondere.

- Tenho umas ideias... - Acerca de qu�?

Quais os membros que quer para a sua equipa.

A minha equipa?

� o oficial superior, agora.

Ou precisa que lho lembre?

Temos de sair l� para fora e fazer aquilo ao que viemos.

D�-se conta de que isso nos pode meter em todo o tipo de apuros...

...certo?

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