All language subtitles for Afghan.Luke.2011.1080p.BluRay.H264.AAC-RARBG

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional) Download
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian Download
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish Download
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Legendas by LuFer

Anuncie o seu produto ou marca aqui Contacte www.SubtitleDB.org

No in�cio do conflito com o Afeganist�o

as for�as da Coaliza��o foram acusadas

de cortarem os dedos daqueles que eram mortos.

Estas acusa��es nunca foram comprovadas.

Shirac, Afeganist�o

Ela disparou em mim, ela disparou em mim, bang bang

Ela disparou em mim, ela disparou em mim, bang bang

- Disparou em mim outra vez...

Ela chamou outra vez...

- Esperem!

Devagar! Esperem!

Vais fazer isto agora, cabr�o!

S� com uma m�o. Juntei e enrolei s� com uma m�o.

Devia ter percebido, quando ela me disse ao telefone.

Tu n�o me conheces muito bem, nunca te vou magoar...

Apontou ao peito com amor nos seus olhos...

Apontou ao peito com amor...

O Mateen � o meu mediador. Porque lhe chamam mediador?

Mediadores de qu� exactamente?

Tradutor, guia, confidente a tempo inteiro se necess�rio.

Este tipo � suposto manter-te vivo,

mas a minha � sempre apedrejada.

O que podem eles mediar?

- N�o, estou bem. - A senhora n�o fuma?

A erva afeg� � a melhor do mundo.

Ol� primo, o que pescas-te?

Tens de usar uma rede melhor.

O que se passa convosco pessoal? Este s�tio est� cheio de Taliban

N�o atirem para o rio, com essa merda do lan�a foguete!

- O que foi que ele disse? - Espera.

N�o h� mais tiros! Mais n�o.

Ele � estrangeiro. Est� com medo.

Podes falar com eles?

� da tua responsabilidade, fala com eles, mais tiros n�o.

Um estrangeiro assustado.

Maldito!

Vai-te foder, vai-te foder...

Vai-te foder tu tamb�m...

- Que merda foi esta? - N�o s�o inteligentes, amigo.

Ningu�m se preocupa com o Afeganist�o.

Na maior parte das vezes nem eu.

Estive aqui oito vezes para tr�s jornais diferentes.

A poeira e a morte deixam as pessoas loucas.

Por que n�o somos ricos?

Vivemos no terceiro Mundo, Isto aqui parece Africa.

Ent�o o Mateen queixa-se. Mas quem pode culp�-lo?

O resto do mundo consome o nossa erva, diz ele,

a nossa hero�na, por que n�o estamos ricos?

Sabes por qu�? Deves escrever isso. Sabes por qu�?

Por qu�? Porqu� � uma parvo�ce, � o que �.

Ainda assim, eles n�o podem ser derrotados.

Alexandre, o Grande veio aqui e lixou-os.

O mesmo aconteceu com os Brit�nicos.

Russos. Agora os Americanos.

Eles dizem: "D�-me dinheiro que publico a tua

fotografia no jornal como o Anderson Cooper"

Olha para mim, d�-me dinheiro para o meu Hummer.

� preciso perguntar-lhe:

"Por que tantos turistas armados preferem o Afeganist�o"?

Eles dizem: "Vai-te foder gente pobres, adeusinho"... Est�s bem?

Devias usar o turbante. Anota isto ai.

- Estou bem. - Faz uma anota��o.

Sabes uma coisa?

- Quem �? - Baixa-te! Baixa-te!

Est�o a chegar, os Taliban.

Pensei que estavas na treta.

Eles s�o primos. Os Talibans de turbantes, s�o da Alian�a.

Alian�a do Norte?

Eu pensei que eles eram inimigos dos Talib�s.

No Afeganist�o, n�o h� inimigos, apenas futuros aliados.

Essa e boa gosto, vou escrever.

- Sem inimigos... - Somente futuros aliados.

- Vou-me aproximar mais para tirar fotografias.

- Vamos fumar primeiro.

O qu�? N�o, n�o, n�o.

N�o h� mais cigarros. Que se lixe isso, temos que ir.

- Mateen, eu n�o te pago para essa merda.

Agora somos uma democracia. Obrigado Am�rica.

- Eu fumo quando quiser. - O que se passa contigo? O qu�?

Quando nos conhecemos, eras Alan a corrup��o da cultura ocidental.

Agora andas sempre pedrado,

a ouvir as minhas m�sicas, o que se passou?

Estou aqui por amizade, por amizade...

Tu ages, como se fosses o grande Chefe Talib�, o Mula Omar!

Sou o teu chefe! Chamas-me Omar! N�o quero saber dessa merda.

Sem cigarros! Que se lixe os cigarros. Estamos a trabalhar.

Que se lixem os meus cigarros? Sim que se lixem.

Olha, que se lixe � o senhor, e o Mula Omar tamb�m!

Queres saber? D�-me as minhas coisas. Adeus.

D�-me. O qu�? D�-me as minhas coisas!

- Que coisas? - Sabes o que �.

Isto? Sabes vou ficar com isto, em memoria da nossa amizade.

O teu cavalo mostra-te, o caminho para casa.

A �nica coisa boa no Afeganist�o � a merda dos cavalos!

Mas que merda!

Puta que pariu! Foram atingidos por um sniper!

Pensei que eram rumores. Cortar os dedos das v�timas.

Como amuleto da sorte. Como p� de coelho.

Os militares apelidaram-no de Freddy Krueger.

Completamente louco.

Cabr�o!

Um m�s depois.

A velocidade, o poder de fogo, a armadura torna-o ideal para

terrenos montanhosos da �sia Central,

actualmente � utilizado pelo Ex�rcito Canadiano.

For�a Internacional de Assist�ncia,

para Seguran�a no Afeganist�o.

Ol� amigo.

Ent�o como est�s? Eu recusei a pe�a sobre o sniper...

Eu sei. Eu li a tua hist�ria sobre os cavalos. Foi fixe.

N�o era minha. O Mark escreveu tudo,

usou as minhas anota��es da Wikipedia.

Usou o meu nome. Idiota.

- Por falar em idiota. - Boa sorte com isto.

Cavalos afeg�os. Sim senhor, Parab�ns.

Foi a melhor coisa que j� escreveste.

Obrigado, Imran. Eu li o que escreveste.

� "embed" (penetra) e n�o "bed" (cama).

E uma brilhante ideia.

� engra�ada, porque "embed" � parecido como "na cama"...

Tu �s bruxo.

Bem-vindo. Senta-te.

- As not�cias s�o inseguras. - Inseguras?

Tu sabes como eles s�o.

N�o tens provas fotogr�ficas. Nem testemunhas.

- N�o � a altura certa para irritar os militares.

- Eu vi com os meus pr�prios olhos.

Est� tudo l� numa vala no Afeganist�o.

Eu testemunhei isso.

Vistes o que querias ver.

N�s os dois sabemos que n�o � verdade.

Olha... N�o depende de mim... Depende de ti, Mark!

Escolher entre um sniper condecorado,

e uns talibans mortos sem alguns dedos?

Quem se importa com a merda da falta dos dedos?

N�o quero ser insens�vel.

Mas para as pessoas, realmente n�o interessa.

Tecnicamente, e mutila��o. � um crime de guerra.

P�ra com est� conversa de jornalista!

Colocar uma bala no cora��o

de um homem, n�o e um crime de guerra?

� guerra! O meu trabalho � relatar o que vejo.

Bem, esta hist�ria n�o vai ser, publicada neste jornal.

Nunca!

Entra.

Desculpem interromper pessoal, mas fiz isto para ti Mark.

Obrigado, Tom

Fizeste o qu�? Fez o meu discurso para esta noite.

Estejam cientes, pode haver mudan�as. Sim.

Temos que comer, n�o �?

Olha, lamento muito, por isto.

Vou beber o Bourgogne.

Continue, por favor.

- Pronto. - Deixe a garrafa.

- Vou levar estes aqui. - Obrigado.

Vivemos tempos interessantes.

Todos os meios de comunica��o,

imprensa, televis�o, Internet, todos coincidem.

A imprensa j� n�o � competitiva como era antes.

Se querem ser competitivos e preciso,

oferecer aos consumidores inteligentes...

As not�cias que ele quer, quando eles querem.

Mais agora, mais do que nunca

- Quando este pa�s est� a cargo de lutar,

a guerra contra o terrorismo...

Os jornalistas devem esfor�ar

por mais justi�a e equil�brio.

Escolhendo factos, n�o fic��o.

Verdade, ao inv�s da propaganda, modera��o acima intui��o.

Achas que somos livres para falar,

a verdade... Do poder?

Senhoras e Senhores, um dos melhores,

jornalistas do pais, Luke Benning.

Luke regressou do Afeganist�o,

onde escreveu um excelente relat�rio...

Intitulado "Ele fotografou o Cavalo."

Sem d�vida, um vencedor.

Muito obrigado por isto.

Dar aos consumidores o que ele quer, quando eles querem.

� por isto que fazemos este trabalhar.

Mas lembrem-se, mi�dos:

Em jornalismo, n�o h� aliados, apenas futuros inimigos.

Sim. Obrigado a todos por terem vindo esta noite.

Cabr�o! Tra�ste-me.

Contaste a todos que inventei est� hist�ria.

Tens muita sorte de n�o publicar a hist�ria

do sniper, salvei-te o couro, deves me est�!

- Cabr�o! - O que est�s a fazer?

- Est�s realmente lixado. - Vai-te foder!

N�o preciso de ti. Vou conseguir a hist�ria.

- V� l� meu! Sou eu! - Claro que �s.

- Sim, sim. Calma. Bom dia. - Eu preciso da tua ajuda.

Entra.

- O que fizeste agora? - Eu vou voltar.

- Empresta-me 5.000 d�lares.

- Sim, sim isto vai realmente acontecer.

- �s o �nico de n�s que tem emprego.

- O qu�? Meu Deus, o Mark despediu-te?

� uma longa hist�ria.

3000 � o suficiente. Pede a tua m�e.

Olha, foi um dia complicado, mas tens que ir para casa.

A s�rio. Tenho uma ideia.

Estou a dizer m�e, quanto pagaste pela carrinha do Terry?

Eu s� estou a pedir 11.000. N�o � s� para mim, � para o Luke.

A nossa reputa��o est�, arruinada neste momento.

Se formos posso finalmente

trabalhar neste document�rio sobre tanques.

N�o sei, provavelmente CNN.

Meu Deus, obrigado m�e, n�o tens ideia de quanto

isto e importante para n�s.

Eu amo-te! Est� bem, tenho que desligar, tudo bem adeus.

- Ol�! Acorda! - Caluda, estou a tentar dormir.

N�o te preocupes com isto.

Continua a dormir, s� estou a tentar salvar a tua carreira.

Ela emprestou?

For�a Internacional de Assist�ncia,

da Seguran�a no Afeganist�o

- Bem-vindo ao "Afeganist�o". - Afeganist�o.

Tem piada. N�o tem piada

� verdade, um bar na base meu, vamos beber umas cervejas!

Foi um erro trazer o Tom, n�o importa quanto a sua m�e nos deu.

Tenho que mant�-lo longe da erva, ou ele vai ficar como o Mateen.

N�o posso dizer a ningu�m que estou � procura de paz.

Estes gajos matam-me.

Digo-lhes que estou a trabalhar numa hist�ria sobre drogas.

Comprar n�o � o problema em especial quando se est� com o Tom.

Lugar porreiro, meu!

V� l� rapazes, relaxem. De onde s�o? Canad�.

Canad� altamente. Ou�am, se o servi�o

do bar acabar, est� ali mais cerveja.

S� para os Canadianos. Divirtam-se!

N�o � o Lewis black?

Ele est� todo pedrado.

Desculpe Sr. Black, estou a trabalhar

num document�rio sobre tanques no Afeganist�o.

- Tens algum coment�rio?

- Um document�rio sobre tanques no Afeganist�o?

- Sim. - Por qu�?

Acho que as pessoas est�o interessadas

em m�quinas de guerra como a ind�stria de guerra.

- E os tanques, t�m uma rica hist�ria...

- De facto eles t�m uma grande hist�ria.

Sabes, as pessoas est�o � espera de encontrar,

algo como um insecto gigante, qual � o problema delas?

- Por que est� no Afeganist�o? - Sabes o qu� me trouxe aqui?

Esta alegria de estar num sitio onde as pessoas

n�o t�m canaliza��o dos esgotos dentro das casas.

� uma alegria ir passear e cheirar a merda.

O cheiro da merda e que os mant�m vivos.

Ningu�m sabe, mas n�o podes vencer

um pa�s que n�o tem canaliza��o dentro das casas.

Sabes o que podemos fazer para mudar isto tudo?

� como mudar cora��es e mentes? Um copo de �gua de cada vez.

A vit�ria ser� nossa.

Acho que � o suficiente. N�o mostres as pessoas

das Organiza��es das Na��es Unidas...

Eles ficam muito chateados.

Claro que n�o. Obrigado, Sr. Black.

Lewis Black!

Dist�ncia de 1 metro e 20. N�o h� vento.

Dois cent�metros e meio � esquerda.

Cuidado, Senhorita Freedom!

Quase que o sargento acertava com a dardo em si.

A s�rio? Como foi a sensa��o?

Respondeu a tua pergunta.

- Canadianos? - Sim.

Bem-vindo ao sandbox.

Sou profissional aut�nomo para jornais e revistas

e estou aqui com o meu amigo Luke Benning.

Vou ajuda-lo com a hist�ria dele.

Mas a minha principal tarefa aqui,

� produzir um document�rio para a CNN.

CNN!

Sim...

Ent�o, hist�ria sobre drogas? Ent�o veio ao s�tio certo.

Ao meu entender este pais, e uma industria de drogas.

Os cabr�es n�o deixam, de cultivar maconha.

- Tu fumas? - N�o. Nem sequer bebo.

Aqui todos se drogam.

Os Pol�cia, o Ex�rcito Afeg�o, os camponeses, at� os "galos".

- Homens galos. - "Galos"?

Talibans. Cham�mos-lhes de taligalos,

galos porque s�o pequenos.

Ent�o... Os taligalos fumam erva quando combatem?

O que eles fazem � escondem-se, nas planta��es de maconha.

As plantas absorvem tanto o calor que n�o,

conseguimos encontr�-los nem com o infravermelhos.

No meio de um tiroteio � sempre muito fumo

de erva, ent�o eles fumam sempre erva.

- Eles fazem as suas pr�prias planta��es?

- � assim que eles ganham dinheiro.

O teu trabalho aqui � erradicar as drogas?

N�o. Sou um atirador especial.

- N�o brinques? �s sniper? - Atirador especial.

- � um bom trabalho? - Sim, n�o � mau.

Somos os pr�prios patr�es.

Vamos onde queremos, quando queremos,

matamos quem queremos.

- Mas apenas os bandidos. - Podes levar-me para Shirac?

Shirac?

- Por que queres ir a Shirac? - J� estiveste l�?

Vou-te dizer uma coisa. Shirac � pior s�tio do pa�s.

Pior do que qualquer outro.

S� tem Talibans de merda, senhores da guerra idiotas.

Muito complicado para mim. Gostei de falar contigo.

N�o sei se sabes disto mas, falaram com o melhor

da sua profiss�o, o meu amigo e um c�o de ca�a.

Boa sorte amigo.

Ouve, n�o sei que hist�ria tu escreves.

Mas deves ter mais cuidado.

H� uma guerra l� fora. Pessoas que morrem o tempo todo.

Se fosse a ti e o teu amigo aqui, ficava longe de Shirac.

Vou para a cama, se encontrar uma tenda.

- Ol� a todos, curtam a noite! Por que ningu�m est� a dan�ar?

-Saia da merda do palco!

P�blico dif�cil.

Foi como se os atiradores estivessem ouvido,

falar que estou a fazer a hist�ria sobre os dedos

Mark, Imran, um destes idiotas traiu-me.

N�o vou ficar na cama agora preciso,

de encontrar o Mateen e ir embora daqui.

Encontrar aquela vala.

Que merda...

Est� um c�o na tenda. Est� um c�o na tenda, Luke.

- Quem � o teu dono? Vai-te embora! - Por que n�o deixas o c�o, meu?

Luke! Meu Deus. Como est�s?

Ainda n�o te tinha visto desde que tu e o Mark...

N�o importa. Tom. Salaam, rapaz.

Ol�, Imran.

- O que est�s a fazer aqui? - O mesmo que tu, suponho.

O Mark enviou-te pr� aqui? N�o acredito.

- N�o, o Mark � eu agora trabalhamos para outro jornal.

Bem vou voltar ao trabalho.

Venha c�, Baz.

Mateen! O que se passa com o c�o?

- N�o sei. Ele tem um bom olfacto. - Roubaste o c�o dos Americanos.

N�o. Trouxe do Wazirist�o.

Anda aqui, anda, anda aqui!

C�o inteligente.

Ent�o, eles treinam os c�es exclusivamente em Ingl�s?

- Muito bom, Imran. Temos que sair, antes que fique tarde.

Luke. Boa sorte, amigo.

- A s�rio, gostava dele. - Ele tem a merda do meu mediador.

- Ele anda atr�s da minha hist�ria. - � s� um int�rprete.

Ele � o meu int�rprete. O Imran n�o precisa,

ele fala os idiomas todos da �sia Central.

- Ele est� com o meu mediador. - Mediador... Ou dedo, Luke?

Cuidado, idiota!

- Tu �s o tipo da CNN? - Sim, e tu �s a Steve?

- Sim. S�o os teus tanques? - Sim, s�o.

Posso tentar? Sim, tudo bem aqui est�. Tem cuidado.

Eu n�o vou � cidade. Sim, sim.

- Acho que o nosso t�xi chegou. - T�xi?

Lembra-te do rapper de ontem?

Falei com ele depois da terr�vel performance dele.

O tio dele � funcion�rio publico.

Ele � o gestor de todos os campos de cannabis,

no pa�s como Ministro do haxixe ou algo assim.

� do governo? Como? O que lhe disseste?

Disse-lhe que era produtor Discogr�fico e talvez

consiga um contrato para uma grava��o.

� sem d�vida interessante. Que hip�tese,

tens de encontra um gajo destes?

V� l� meu, estamos no Afeganist�o! Temos que conseguir um pouco de erva!

Vamos encontrar este tipo, mas depois temos,

que encontrar um mediador para ir para Shirac.

Est� bem? Na boa!

Imran no momento. Era inevit�vel. Como Tom e haxixe.

Mas Imran foi directamente para Shirac.

Agora n�o tenho um mediador.

Talvez o Tom, � o tipo do governo, um dos senhores

da guerra possam conseguir alguma coisa.

Obrigado, chefe! Espere aqui, vimos daqui a meia hora. Obrigado.

Temos de esperar no mercado, algu�m podia nos levar para a reuni�o.

- � o Mateen? - Como est�s prazer em ver-te.

Posso fazer uma pergunta? Achas que somos todos est�pidos?

Tem calma. Estou a falar com o teu amigo, nervosinho.

- D�-nos um segundo. - Que merda meu.

- Vai para a tua banda. - Sim, tens piada.

- Tu �s empres�rio de m�sica? - A ideia n�o foi minha.

E essa merda com o haxixe em Shirac?

N�s os dois sabemos que n�o h� nada l�.

- Al�m dos dedos perdidos.

Disseste isso ao Imran, ele j� sabe?

Claro que disse. Ele paga-me bem.

Mas tu podes ser o �nico que realmente importa.

Mas n�o estou certo se realmente importa.

Excepto que o Imran importa

Em conseguir a foto dele para o jornal.

O que queres, Mateen?

A reuni�o para levar � Assad. Sabes o que estou a falar?

Est�s a lidar com pessoas muito perigosas. Tu precisas de mim.

- Deixaste-me no deserto!

- O teu cavalo levou-te para casa, n�o foi?

- Demorei um m�s para chegar. - O que � um m�s?

No Afeganist�o, um m�s n�o � nada.

Eu n�o preciso de ti, para voltar a Shirac.

- Tu n�o precisas de mim? - N�o, n�o preciso.

Aqui est�. Toma o teu iPod de merda Canadiano!

Troquei a bateria, por que a primeira bateria era uma merda.

Est� � muito melhor, dura seis horas agora.

- Mateen! Mateen! - O que foi?

Pensei que estavas a trabalhar para o Imran.

Eu preciso de ti, est� bem?

Est� � a tua �ltima oportunidade,

tens de ser honesto comigo, est�s a perceber?

Ent�o vamos ficar com, o foo fighter na base.

- Produtor discogr�fico. Idiota! - Eu consegui a reuni�o, certo?

Sim, com mentiras. N�o se deve

mentir para o Assad. Ele vai-te matar.

N�s n�o dev�amos ter esta reuni�o, Luke.

- Temos de ter a reuni�o.

- Luke, n�o devias de estar sentado...

- Temos de ter a reuni�o como o planeado.

- N�o podemos ter a reuni�o. - Temos de ter a reuni�o.

Este tipo pode nos oferecer muita erva. Vamos ficar para a reuni�o.

Aqui podemos fazer muito, bem a reuni�o.

Ele est� aqui! Levanta-te! � ele, est� aqui levanta-te.

Nada sobre Ministro da erva!

Bem-vindo. Entra.

Portanto, para encurtar a hist�ria sabemos

muito bem o que a maioria das pessoas querem.

Temos bons contactos em Nova lorque. Pessoalmente tenho bons contactos...

Tens contactos em Nova Iorque est�o interessados

em oferecer ao meu sobrinho um contrato com uma produtora?

- O jovem, que vistes no Genghis ontem?

- Ele tem um grande talento.

N�o tenho problema de falar com o meu amigo sobre o contrato.

�s bom? �s engra�ado.

Deves ser produtor de m�sica, porque � tudo treta.

O meu sobrinho n�o � bom. Ele � terrivelmente mau.

- Terrivelmente desafinado.

Ele � meu sobrinho. O que posso fazer?

Mas alguns rappers afeg�o s�o realmente bons.

- Por favor deixa-me encontrar algum para ti.

- Um contrato n�o � problema.

- O que queres de mim? - Erva.

Estou a fazer um filme � se calhar vou filmar

todos n�s, a fumar � volta da mesa.

Queremos experimentar um pouco, mas por um bom pre�o.

Claro que � por um bom pre�o.

O que disseste?

Disse, que com homens brancos

eles dizem sempre erva a "bom pre�o."

A nossa � arom�tica. Temperada.

Uma doce subst�ncia org�nica, cultivado sem pesticidas nocivos.

No entanto, cada regi�o possui os seus pr�prios ingredientes

O que d� gostos completamente, diferentes e experi�ncia sensorial.

Isto � o que os Franceses chamam, terro air.

- Sim, a guerra contra o terro air.

- Por que n�o fumaste a nossa erva Luke?

- N�o � a minha onda.

Bom. Deixa-me contar uma hist�ria.

Eu tinha uma namorada.

Ela chamava-se Ruba. Uma rapariga, de sonho, doce, como a nossa erva.

Um dia fizemos um piquenique, j� n�o me lembro, discutimos

motivos de exist�ncias na poesia russa.

Ela disse algo muito profundo, para mim. Ela disse: "Assad"

"Um grama de sangue vale mais de que um kilo de amizade."

Seis semanas depois, o pai dela descobriu,

e deu-lhe um tiro nas costas.

Mas essa � a vida no Afeganist�o.

Todos somos v�timas de armadilhas, enganar ou a ser enganado.

Todos os dias, bombas, derrames de sangue,

corrup��o, digo � mim mesmo.

"Assad, o que podes fazer para explorar est� situa��o?"

Como tu, suponho que somos todos Combatentes da liberdade, certo?

Fazemos o melhor hip-hop e rap da �sia! Ponto final! E ningu�m ouve.

Isto incomoda-me. Ajuda-me a dar ao Hamid

� a banda um contrato de grava��o no Ocidente.

E dou-te a melhor erva que o dinheiro pode comprar.

Mas se tentares enganar-me Se tentares foder-me...

N�o.

Boa. N�o devemos supor o pior, est� bem. Temos um acordo? Boa.

Endere�o do correio electr�nico do Assad:

- Repete. - Eu percebi.

- E qual � o teu correio electr�nico? - Tem caneta?

Sim tenho caneta. A minha caneta est� na tua m�o. Sim... Pois...

O meu endere�o eletr�nico �:

Vamos.

O Tom acha que s�o todos idiotas

mas no Afeganist�o idiota � outro n�vel.

Assad Hamid � o novo Afeganist�o. O novo dinheiro... Verdadeiros idiotas.

Mais do que Scarface, Hunter, Sr. Thompson.

Medo e �dio no Afeganist�o.

Vamos l�, est� na hora da divers�o.

Muito bem amigo, uma nova patrulha anti droga.

Vai estar aqui amanh� de manha, vamos com eles.

- O que foi? - Uma patrulha anti droga.

- Leva-nos para Shirac? - Shirac?

- Tenho que ir a Shirac, Mateen.

Amigo disse-te que s� h� Talibans.

Apenas Talibans, vamos para a aldeia do meu tio.

- A aldeia do teu tio? Ele vai ajudar-nos?

- Sim, ele � um guerreiro.

Estamos seguros na aldeia dele. Depois pensamos em algo.

- Provavelmente o primeiro. - Sim, acordaste cedo isso e bom.

Porreiro. Aproposito, o meu nome � Luke.

Ol�.

Ol�, Luke. Eu sou a Elita. Senta-te.

A confer�ncia de imprensa vai come�ar daqui a pouco.

- Ol�. - Senta-te.

- Eu li o teu artigo sobre o General.

- Crystal? Sim, estou orgulhoso.

- Sim, pena que � uma merda. - Tu � que �s uma merda.

Cl�ssico militar da oposi��o? Protec��o dos moradores!

Acreditas mesmo nessa merda?

Tu precisas destas merdas? Crystal entendem...

exactamente como os traficantes de drogas.

Controlar a popula��o, ent�o sim, a revolta � a melhor estrat�gia.

As medidas de motim � um acto de terrorismo.

No meio de uma guerra civil. Pergunta aos snipers, Imran.

Cala-te, escreves hist�rias para drogados.

Pelo menos n�o tenho que chupar o pau de ningu�m.

Como se n�o tivesses chupado o pau para a tua hist�ria?

Sugastes o pau do Crystals por est� hist�ria.

- �s a puta do Mark no Canad�. - Querias esta hist�ria.

Tu querias uma hist�ria como a minha.

N�o � poss�vel seres r�pido o suficiente.

- Uma linguagem figurada. - Malandro.

- Bolas, n�o foi no sentido literal...

Sim, �s especialista em chupar paus.

Est�o a tentar compreender este lugar. Este lugar e incompreens�vel.

Os afeg�os n�o sabem o que se passa aqui, mas tu turistas sabem!

- Boa, rico trabalho. - Vai-te foder.

Bom dia. Como sabem o Afeganist�o produz 92% da hero�na do mundo.

Com o valor da rua, quatro Bilh�es de d�lares.

Cerca de 500 milh�es, resulta em financiar o terrorismo talib�...

Onde est�o os outros 3,5 bilh�es de d�lares? Para onde v�o?

V�o para uma pista de h�quei pessoalmente.

Espero que aposte no Vancouver este ano.

Como disse, o nosso programa anti�pio tem sido um sucesso.

Muitos agricultores mudaram para o can�bis, que fabricavam o haxixe.

O Afeganist�o � o segundo maior produtor do mundo de can�bis depois do Marrocos.

Como sabem, a NATO concordou, ajudar a capturar e processar

os Majores traficantes de drogas, que � bom.

Isso significa que as pris�es e para os membros do governo agora?

Pode rir senhor, foi engra�ado.

- Obrigado pelas suas perguntas perspicazes.

OSR aceitou que os jornalistas, acompanhassem os destinos de hoje.

- OSR? - Resultados Solutions Recursos.

Sei o qu� significa, s�o os sob contratados.

Nenhum pol�cia ou soldados Afeg�os?

Sim. O comboio parte em 38 minutos.

N�o chegam atrasados ou deixaremos os port�es.

Podem coordenar com minha assistente

Elita ali. Ela vai ficar com os vossos nomes.

Espera aqui. J� venho.

Tamb�m vou por o meu amigo e meu mediador tamb�m.

Lamento o que aconteceu antes, foi desrespeitoso...

N�s s� est�vamos a brincar somos Velhos amigos.

- Eu percebo. Meninos s�o meninos.

Estou a tentar perceber o teu sotaque. Let�nia.

Eu n�o sabia que a Let�nia fazia parte da NATO.

Eu n�o sabia que o Canad�

era uma superpot�ncia Militar novamente.

Tenho de ir. Se tu est�s a espera do teu amigo, vais ficar para tr�s.

Eles j� foram, bolas? N�o estou atrasado.

Onde est� o Mateen?

Eu teria partido sem ti, Mas n�o sem o Mateen.

- Como podem ir sem o gajo da CNN?

- Quem � o gajo da CNN?

- Quem � o gajo da CNN? - N�o � problema teu.

- Est�s a dizer que trabalhas para a CNN?

- O gajo trabalha para a CNN.

- Est�s a brincar comigo? - Sim.

Espera um minuto, senhorita.

Tom, tu trabalhas para a CNN?

N�o, mas a CNN est� a pagar-te? Pagam-te?

N�o, Imran, eles n�o me pagam ainda.

Estou a pagar tudo sozinho.

Sou um freelancer, e espero vender o meu filme a eles.

� o que estava a falar. Est� tudo bem para ti?

P�ra. E a outra parte... Que tenho um problema.

Desculpa por pensar positivo, posso ter exagerado um pouco.

Mas nunca disse as palavras, "Eu trabalho para a CNN."

Chega. Onde est� a tua �tica profissional?

Este ot�rio diz as pessoas que trabalha para a CNN.

Ele vai-nos arruinar a todos.

Eu n�o quero saber se trabalha para a CBC.

Vais entrar no comboio hoje?

CBC. � esse o teu objectivo.

Luke!

Mateen, onde diabos estiveram? Perdemos o nosso transporte.

Vamos neste t�xi. Os comboios s�o alvos. Isto � mais seguro.

- Este � o ve�culo mais seguro do Afeganist�o!

- Posso apresentar, Mir Ustad.

- Ustad o qu�? - Ustad Mir, professor.

- Ol�. - Vamos ent�o.

Tenho que levar um dos meus tanques.

O meu trabalho tamb�m � importante, Luke.

Talvez n�o t�o importante como a tua hist�ria,

mas � importante para mim.

Vou fazer algumas fotos. D�-me um segundo.

Desculpa, menti para ti. Foi s� porque, tu sabes...

Tu �s t�o bonita, eu n�o... Eu n�o tinha hip�tese contigo

Eu empolguei-me, e veio para fora da boca a merda est�pida da CNN.

Estava a tentar impressionar-te. Sou um idiota, lamento muito.

Espero que me perdoes. Espero que tenha uma vida boa.

Pensei que tu eras famoso.

Mas tamb�m gosto de, pessoas desconhecidas.

Em que est�o a trabalhar?

- A aldeia precisa de um centro de audi��o.

Querem casar primos para manter a propriedade na fam�lia.

Surdez cong�nita � comum. Acontece nos pa�ses �rabes e parte de Israel.

Um grande problema, facilmente resolvido.

Ent�o, enquanto destru�mos o �nico tipo

de cultivo rent�vel voc�s constroem cl�nicas?

Como os russos diziam quando chegaram.

SNAFU. "Situa��o normal, todos fodidos".

Elita!

- Ol�. - O que aconteceu?

Eu sou respons�vel pelas comunica��es.

Tenho que explicar a eles

por que queimamos as planta��es deles.

Ele quer-nos agradecer por, ter-mos vindo, mas n�o pode.

Destru�ram as suas planta��es.

Ele n�o tem mais nada. Apenas a arma dele.

Ele pergunta o que eu, acho que ele deve fazer?

Ele quer que saibas que n�o � Talib�.

Ele deve ir com os Talib�s?

Diz-lhe que sou jornalista. Eu sou jornalista.

Ele diz que vais para Cabul

beber com as mulheres e esquecem-no.

� provavelmente, verdade, Luke.

Ustad Mir, acredita que somente os comboios s�o alvos.

Mas, apesar das bombas ao longo das estradas

eles est�o mais seguros em n�meros.

Agora somos o rebanho mais fraco.

- Quem quer recorda��es?

N�o estamos aqui para fumar, mas para arranca-las.

- Muito bem p�ra... - Baixa-te! Baixa-te!

Vai, vai, vai...

Merda, eles est�o a deixar-nos!

- Temos que voltar para a base.

- N�o vamos voltar Tom, precisamos de chegar a Shirac.

- Eu n�o vou ser morto por causa da tua hist�ria Luke!

Vai, se quiser, mas tu est�s sozinho!

Eu disse-te, eu disse-te que n�o ia ser a tua ama.

Vamos sair daqui!

� dif�cil dizer a diferen�a entre o bom e o mal, at� tentarem te matar.

Ent�o, tu fazes como o Ustad Mir, salvas a tua

pele sem qualquer motivo, apenas s� por divers�o.

- � um avi�o russo. - Atingido por um m�ssil Stinger.

Parece um bom lugar para passar a noite.

Isto � brincadeira para ti? Que merda est� a fazer?

O que queres em Shirac?

Eu sou jornalista.

Escrevo hist�rias de alguns Talib�s, que foram mortos por um sniper.

- Em Shirac. - H� sim.

- Ouviste falar? - Toda gente j� ouviu.

Um grande homem, o Hakim foi morto pelos dois filhos.

Eu conhecia-o.

Pensei que o grupo podia ajudar o Povo Afeg�o, mas estava errado.

Eu trabalhei para eles durante, um tempo, mas mudei de lado.

E juntei-me aos Dushkis.

Os Dushkis, parecem uma, banda musical.

Soldados sovi�ticos chamados Mujahedin "Dushki" significa fantasma em russo.

Vem com o vento, como os esp�ritos. Muda de rumo o todo tempo.

N�o h� inimigo no Afeganist�o, apenas futuros aliados.

Eu estava com a Cruz Vermelha

quando vim a primeira vez ao Afeganist�o.

Nunca tinha ido a Cabul.

Est�vamos l� para negociar os direitos das mulheres para usarem os hospitais.

As mulheres n�o tinham autoriza��o a terem m�dicos

do sexo masculino sob o regime Talib�, era uma loucura.

Eu era a �nica mulher no grupo.

As pessoas de turbantes obrigaram-me a sentar

no fundo da sala, durante as reuni�es, com burca.

- Mas eu enganei-os. - Como?

Sentei-me no fundo da sala, nua sobre a burca.

Sem cuecas. A minha vingan�a pessoal.

Sem cuecas? Eles ficariam furioso, se soubessem disso.

Os homens, v�o-te salvar, � tu tens de lhe salva a eles.

Aqueles que est�o � procura de sexo � muito mais f�cil de persuadir.

De que tipo sou eu? Tu? Deixa-me pensar sobre isso.

- Estou preocupada... - Eu s� quero sexo.

Talvez queiras tudo. Para salvar as pessoas, e seres salvo.

- E o sexo, � uma bela confus�o. - Para mim parece muito bem.

- O Ustad Mir desapareceu. - Como desapareceu?

Desapareceu, desapareceu estive � procura em todos,

os s�tios, o cami�o est� aqui, mas ele n�o.

- Para onde ele iria? - Raptado, ou o qu�?

- N�o, eles levavam-nos a todos. - Tom! Viste o Ustad Mir?

N�o, ele desapareceu?

- N�o gosto disto. - O que vamos fazer? Esperar?

Vamos, vamos agora, junta as coisa, vamos!

Vamos!

- Por que paramos?

- Esperem aqui vou enviar uma mensagem para o meu irm�o.

- Que merda est� a acontecer? - � o Buskashi?

Buzkashi! Um jogo nobre e antigo. Jogado com uma cabra sem cabe�a.

H�quei de cabra. Como h�quei na, rua sem regras, isto � uma loucura.

Luke empresta-me 200 d�lares, para pr�xima semana.

Mas j� te paguei!

Estamos a investir juntos, ganhamos muito dinheiro, ganhamos dinheiro

Tudo bem. Dr. Sahar.

Mais dinheiro, mais dinheiro.

Este lugar tem as suas pr�prias regras,

n�o podes vir aqui e dizeres o que t�m que fazer.

� o velho Oeste aqui. A fronteira, a teimosia dos alde�es.

Hoje joguei pelas regras do Mateens, segui o seu tempo.

Vou conhecer o tio dele, quando ele estiver preparado.

N�o posso esperar, para ganhar os meus seis!

Cabr�o! Ele fodeu-nos! Nas nossas costas!

Ele vai pagar caro por isto.

Ele apanhou, ele apanhou.

Onde est� a defesa? Porque � que, n�o tem guarda-redes do jogo?

Ministro da erva?

- Vou tratar disto, tem calma. - Merda.

Disseram-me que o endere�o n�o era teu,

e se queria um p�nis maior!

Mentiroso! Tu tens sido desrespeitoso!

N�o, n�o! Houve um grande mal entendimento!

Confus�o tua, e n�o minha!

- Esta bem, vou confirmar!

- Devolvido! - Devolvido! Adeus, Tom.

Espera! N�o precisas disparar em ningu�m! Vamos conversar.

Tom! Sai dai!

- Dispara dispara! - Est� encravado, Hamid!

Vais lutar comigo?

�s um grande idiota!

- Ajuda-o! Vai ajuda-lo! - Eu sou jornalista.

Ele � teu amigo! Vai!

Eu vou-te matar! Tudo bem larga-me!

O que est�s a fazer na nossa �rea chefe?

Caluda. O que queres aqui?

Vai-te embora, vai para casa.

- Espero n�o o ver novamente.

- Aposto que nunca bateste em ningu�m certo?

- Espect�culo. - Obrigado, amigo.

Temos m�s not�cias para ti.

O que se passa com o teu amigo, Mateen?

Mateen! O que se passa?

Vamos encontrar o meu sobrinho agora.

O meu irm�o morreu esta manh�. Acidente de carro.

Eu sou o pai dele agora.

Por favor vamos.

H� muitas maneiras de morrer neste pa�s.

IED, carro-bomba minas terrestres, snipers,

A diarreia.

A merda de um acidente de carro.

As vezes esquecem que a maior armas,

de destrui��o e a merda do carro.

Mas que merda de cabe�a � esta!

N�o posso crer...

Senhores...

- Voc�s est�o perdidos? - O que est�o a fazer aqui?

Treinei o ex�rcito Afeg�o, at� que desapareceu.

No meio de um tiroteio, eles descarregam os,

carregadores, quando acabam v�o para casa.

- � o que fazia agora. - Qual � aquele desenho animado...

Eles lutam, depois v�o para casa. E s�o amigos no fim do dia?

N�o me lembro do nome.

- Ol�, Sam. Ralph? - Lua-de-mel...

Davey! O que est�s a fazer? Eu preciso de ti aqui!

Davey!

Eu estou bem, rapazes.

Estou bem.

Merda.

C6! C6! C6! Limpem o cebo aos cabr�es l� em cima!

Vai, vai, vai!

Limpo!

Luke!

- Luke, o qu�? - Houve uma bomba no cami�o.

Havia uma bomba no cami�o!

Podemos...

Podem trazer um saco? Perdemos o Davey.

Rick, vou para a pr�xima cidade vou descobrir quem � est� mi�da.

Vou ficar para traz, volta para me buscar.

Eu tenho �ptimas fotos.

O teu pai era um homem bom.

O Ustad Mir traiu-nos. Tentou nos matar.

Eu devia ter percebido isto. Por que ele desapareceu assim?

Como podes ganhar uma guerra se n�o podes

distinguir entre um taxistas e um talib�?

Faz-me pensar o que fazemos aqui.

Temos que perceber este s�tio?

O nome dele e Baz.

Gostas dele? Vais cuidar dele para mim?

Uma vez disseram, para acreditar que h� sempre uma solu��o.

Isto � a merda do problema.

Agora estamos a tentar sobreviver como Afeg�os.

Mateen.

Luke da uma olhada. � uma Enfield.

O meu av� roubou a um Brit�nico morto.

- O meu irm�o usou-a contra os russos. - Agora � a tua.

Tom est� acabado. A erva, a comida, � �gua.

Ele est� de rasto.

Espero que n�o seja disenteria. Disse-lhe para ficar pelo ch�.

Ahmed Shah. Mas podes chamar-me de Casa da Merda.

Mete as m�os para baixo. N�o te vou magoar.

- Foi uma queda brutal. - O que est� a fazer a�, amigo?

Tem mais algu�m consigo?

Prazer em conhece-lo, sou Shah Casa da Merda.

� como sou conhecido aqui.

Prazer em conhece-los. Como est�s?

- Sr. Casa de merda? - Sim.

Isso mesmo, chamam-me assim, estou muito feliz em conhece-los.

O que est� a fazer aqui?

Est�s bem? S�o Americanos?

- Da Let�nia. - Canadiano.

Eu amo os Canadianos. E as plan�cies.

- E o que voc� est� a fazer? - Eu sou canalizador.

- Canalizador? - Sim, Brooklyn. Avenida A.

Sabem que a �gua suja do saneamento,

mata mais pessoas aqui do que a Nato e os talib�s.

A s�rio. Um canalizador ajuda mais de 100 soldados das for�as especiais.

O Afeganist�o n�o precisa mais

de soldados, mas de sanit�rios e �gua pot�vel.

Basta olhar a sua volta. � a pobreza.

As pessoas s� querem sobreviver, e as fam�lias � tudo o que t�m.

- Valores familiares. - Verdadeiros valores.

N�o nos descontos das viagens de fam�lia.

- Podem ficar aqui hoje.

- Obrigado, mas temos de seguir em frente.

N�o, n�o, n�o. Ficam aqui.

Eu insisto. S�o meus convidados.

O que o Ustad Mir fez... estava certo numa coisa.

As aldeias precisam de cuidados b�sicos de sa�de,

apenas uma cl�nica.

Esquece os dedos. Fica aqui comigo.

- E pode fazer algo �til tamb�m. - Algo �til?

- Sim, construir sanit�rios com o Mr. Shah.

- Eu podia realmente usar a tua ajuda.

- Eu sou jornalista. - Sim, ele j� est� cheio de merda.

- Essa e boa curti. - Estou a falar a s�rio.

A obsess�o da verdade � muito est�pido. Fomos quase mortos.

Isto e o Afeganist�o. Verdade? Tudo � verdade.

Al�m dos factos. Quem se importa? � melhor fazer alguma coisa.

- Tu... Tu vais ficar aqui? - Sim, eu vou ficar aqui.

O meu trabalho faz a diferen�a aqui.

Eu n�o quero ver o teu rapto no YouTube.

Eu vou ficar aqui. N�o vou contigo para Shirac.

Tu �s um tolo.

Diga-me, ser� que vale a pena morrer por ambi��o?

Que merda � est�?

- Est� tudo bem, eu vou ver. - Algo cheira bem.

- O que posso fazer pelos senhores? - Sou o Mateen, este � o Luke.

- Deixa-me adivinhar, jornalistas? - Sou o Tom.

- Est� aqui com a ONU? - Isso mesmo.

� poss�vel falar consigo?

Espero que gostem de carne.

Neste pa�s, o frango e considerado um vegetal.

O que est� a fazer no Afeganist�o, Dr. Hinkley?

Eu dediquei a minha vida as pessoas

os meus �ltimos momentos na Terra.

Os mortos n�o s�o como os vivos. Eles n�o mentem.

N�o falam muito, mas quando o fazem...

Dizem sempre a verdade.

O que eles est�o a dizer?

Que os cad�veres.

Que na verdade est� � procura de algum cad�ver.

- Viestes ao s�tio certo. - Falta um dedo ou dois.

Eles foram baleados perto de Shirac.

Senhores da guerra snipers. Primavera, Outono, talvez?

- Eles foram mortos por snipers. - N�o pode ser Fred.

Um sniper chamado Fred?

Ele tem os olhos nas coisas. Como o meu Pai.

- O seu Pai? - Fred.

O que � Fred? Espere, desculpe o nome do seu pai � Fred?

Foi. Ele est� morto.

- Ele era um homem bom? O seu pai?

- Homem tranquilo sempre a observar.

Estava sempre a observar.

Muito bom, obrigado.

Cinco homens mortos perto de Shirac. Enterrados no local.

N�o os encontramos ent�o... Ainda est�o l�.

Podes pegar no mapa, se quiseres.

Gostava de ajudar, mas estou ocupado aqui no cemit�rio.

Vais usar um mapa, vais usar um mapa,

para chegar a Shirac n�o confia em mim?

- Vou ver as rotas. - Podemos sair daqui?

- Precisas de um abra�o da mam�? - Ent�o malta.

Mateen, mas que grande merda.

Ningu�m diz nada, s� eu.

O que eles dizem?

Eles est�o a tentam ligar o holofote.

- Quem �s? Imran? - Luke.

Caluda!

- H� quanto tempo est�s aqui? - Apanharam-me ontem � noite.

O desenho animado, "Sam, Ralph"

"Lobo e o c�o pastor".

- Este � mais medroso.

- Por que est� a pontar para mim, Luke?

Espera! Espera!

Segura-o assim.

O que h� de errado convosco?

Que merda est�s � espera? Mata-me! Acaba logo com isto!

Est�s a fazer um filme? Vejam o que acontece agora.

Vai-te foder, baixa a tua armas agora!

- Vai para casa, seu palerma!

- O que queres dizer, "vai para casa"?

Mata-os! Por que est�s a deixa-los ir?

Usa a tua arma!

Eles n�o s�o verdadeiros Talib�s!

Olha para este idiota a retirar a c�mara.

Vai para casa! Ajuda a tua m�e a lavar as cabra!

- O que queres dizer, n�o s�o verdadeiros Talibans?

- Eles s� querem ser como os Talib�s.

N�s fomos raptados pela merda

de alguns Talib�s calcificados?

Desculpa. S�o amadores.

O dinheiro vai para as cidades

estrangeiras para os verdadeiros talibans.

- Estes burros querem um pouco de ac��o tamb�m.

Eles s�o agricultores inofensivos, crian�as.

- Como est�s amigo? Muito tempo sem te ver.

- Onde diabos estavam?

Estava contigo era suposto tu cuidares de mim.

Imran, eu disse que n�o podia cuidar de ti.

Para seguires o teu pr�prio caminho.

Eu n�o fui sozinho, fui at� a pr�xima aldeia,

tu n�o voltaste por mim.

Chamamos de um pequeno mal-entendido.

Provavelmente tem boas fotografias, n�o �?

- Est�s bem? - Sim, s� n�o consigo respirar.

Ent�o senta-te aqui um pouco.

Pensei que era capaz de vir aqui e lidar com isto.

Tiveste bem, Tom.

- N�o, eu n�o... - Tiveste bem.

- Desculpa. - Est� tudo bem.

- � s� para emerg�ncias militares. - � uma emerg�ncia militar.

- Tens barras de chocolate? Obrigada, patr�o.

- Est�s servido?

Ol�, m�e, e muito bom ouvir a tua voz.

Eu estarei em casa, em poucos dias.

Tens algo em mente Luke?

- Tu �s o Fred. - O qu�?

Tu �s o Fred. O que est�s a dizer? Quem � o Fred?

Diz-lhe. Imran, conhece o Fred,

tamb�m conhecido como Freddy Kruger.

O sniper mutilador.

O qu�? Tu �s o sniper? O tipo dos dedos?

- N�o, ele n�o pode ser o tipo dos dedos.

- N�o � por acaso que nos encontramos v�rias vezes.

Tens seguindo-nos desde o inicio.

Tu �s o gajo dos dedos? Meu Deus, fica longe, Luke.

Ele � a minha hist�ria.

- Rick, tu prometeste a hist�ria. - E a minha hist�ria merda!

Tudo bem, pelo amor de Deus!

Nenhum dos idiotas pode falar sobre a merda dos dedos?

Que se foda!

Queres a merda do dedo, Imran? Est� aqui. Cortado da m�o.

Guardei para dar sorte, � uma maldi��o, podes ir buscar toma.

Leva para � base e dar-lhe isto. Desaparece com isto da minha frente.

N�o � a tua prova! Entra no jipe!

Desculpa, mas tenho que fazer isto.

Que merda, Rick? Est� era a minha hist�ria!

- Anda comigo. - A onde?

Para Shirac! E tu n�o vens ficas aqui. S� ele!

- N�s somos amigos, vou com ele. - Sim e se levar o teu cavalo, amigo?

O qu�?

Mateen, est� tudo bem. Eu vou.

Est� tudo bem.

- Para onde est�s a levar-nos? - Para o que tu procuras.

- O que � isso? - Conta-me tu.

- Eu queria provar que podia. - Provar o que, Luke?

Que n�o � loucura. � guerra � o que �. Se n�o e loucura. Ent�o, � o qu�?

Eu queria provar a eles em casa.

Queria mostrar que os Canadenses podem ficar

malucos na guerra como todos os outros

Que n�o s�o impec�veis.

A guerra � loucura e n�s n�o somos diferentes.

Cortar um dedo � loucura. J� n�o interessa.

- Deste a hist�ria ao Imran. - Eu dei ao Imran um saco de doces.

N�o h� dedo nenhum, Luke. Nunca ouve. N�o � hist�ria.

O teu problema � que n�o acredita sem veres com os teus pr�prios olhos.

Aqui est�, come�a a cavar.

Vou cavar a minha pr�pria cova aqui?

- Tu � que est�s louco. - Eu vi-te a fazer isto.

O que vistes Luke, foi alguns soldados

camuflado, a brincar com os cad�veres.

Vistes o que querias ver, a fic��o

� sempre melhor do que a verdade, n�o �?

E quem se importa com isto?

Eles eram pessoas m�s, foi um bom tiro.

Ningu�m pensa nisto quando um dos meus homens morre.

- Alguns se importam. A s�rio? Pergunta-me sobre o Davey?

E se est�s a mentir?

Se encontrar um Taliban sem um dedo na m�o?

D�s-me um tiro e enfias-me no mesmo buraco.

Eu n�o percebo os jornalistas, sabias disso?

Tu acha que matava algu�m para cortar a merda de um dedo?

Era uma boa hist�ria.

O �nico problema e que n�o podes contar a ningu�m.

N�o h� hist�ria, Luke! Merda!

Est�s bem? Sim. � tu?

Foda-se. Atingiu-me no ombro. N�o, n�o, n�o!

L� foi a minha arma. Olha o que vamos fazer.

Vou dar-te cobertura, corres

at� o cavalo, e trazes a arma de colec��o.

Vens a corres at� aqui, e disparas contra onde diabos eles est�o.

O qu�? N�o, eu n�o sei como usar uma arma.

Esquece, tens cinco segundos para aprender, vamos l�. Est�s pronto?

Tens que correr! Agora!

Toma isto cabr�o!

N�o percas tempo com o cavalo, anda Luke!

Abaixa-te!

Ouve-me.

O meu bra�o est� lixado, vou observar tu disparas, est� bem?

N�o, n�o vou disparar, certo n�o. Como n�o vais disparar?

N�o vou disparar contra ningu�m. N�o queres escrever uma hist�ria?

Se n�o disparares vamos morrer!

Est�s a ver as duas pedras? No meio do dique.

- Est�s a ver? - Sim, estou a v�-lo.

- Atira no cabr�o! - � o Ustad Mir.

Sabes o que tens que fazer e acerta-lo.

- Conhe�o aquele tipo, � o Ustad Mir.

Sim agora sabes que ele esta envolvido no jogo tamb�m certo.

- � o nosso taxista.

Basta atirar nele!

Sabes onde ele est�? No centro.

Olha para ele! Ele est� a rir-se de n�s!

Est� a dan�a e a sorrir!

Anda l�!

Para cima � direita. Est�s a dan�ar cabr�o!

Nenhum de voc�s sabe atirar, isto � rid�culo.

Quantas balas tens?

Jesus, Maria e Jos�. Boa sorte, Luke.

Agora est�s a saltar cabr�o!

O que foi?

- O que foi? Acertei nele? - Sim acertas-te.

- Ser� que acertei? - Direitinho na cabe�a, irm�o.

Eu matei um homem? Eu matei-o?

- Eu matei-o. - A guerra � loucura, n�o �?

Devo cortar o dedo?

Mateen. Ele veio realmente por amizade.

N�o sei por que n�o acreditei nele quando ele disse isto.

Talvez porque n�o percebi.

Este � o meu pa�s. Eu vou para onde quero.

Um cigarrinho para a senhora?

Erva Afeg�.

� muito boa.

Est� na hora de ir para casa.

Gostaria de encontrar dedos. Gostaria de entender este lugar.

Gostaria de encontrar a verdade. Mas a Elita estava certa.

N�o faz sentido. Acabei de matar um homem.

Se vieres aqui, tens que seguir as regras Afeg�s.

N�o interessa a merda que �!

Legendas by LuFer

Ajude-nos e torne-se membro VIP para remover todos os an�ncios do % url%

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.