All language subtitles for Winter Wonderlanes 2026 1080p AMZN WEB-DL DDP5 1 H 264-Kitsune

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Original subtitles

As festas de fim de ano não são as mesmas sem você, vô.

Certo, Audrey. Última rodada. Você consegue.

Isso!

Conseguiu! Você ganhou!

Minha neta venceu!

Obrigada, vô.

Ei, Audrey?

Por que tantos enfeites de boliche?

Adoro esse estilo retrô, mas...

A Audrey nunca te contou sobre o Wonderlanes?

Ela praticamente morava lá quando era criança.

A Audrey foi campeã do torneio natalino do Wonderlanes.

- Parece coisa séria. - E era mesmo.

Até saiu no jornal da cidade.

Depois que o avô começou a treiná-la, ela ganhou tudo.

Então você era uma celebridade?

Vou acordar meu pai para jantar.

- Conta mais. - Ah, você precisava ter visto!

Vamos ver se a vencedora

do concurso de molhos

consegue me ensinar a servir com a concha.

Vamos lá.

- Preparada? - Prontíssima.

- O melhor molho da cidade. - Parece mesmo.

Nossa! É muito bom!

É com você, Jason.

Espero que o Dan Daniels tenha um bom tira-manchas em casa.

Ei, Striker. O jantar está pronto?

- Tá na mesa. - Não precisa falar duas vezes.

Você pode me seguir em @JasonMillerLocal20...

Como se chamava mesmo aquele restaurante temporário de Ação de Graças

que vocês montaram no ano passado?

- Cuppa Turkey. - Uma ceia inteira de Ação de Graças,

servida em camadas num copo. Genial!

A ideia foi toda do Beckett. Ele é o gênio da cozinha,

eu só cuido dos negócios.

E transforma minhas ideias em realidade.

Ela é especialista em abrir restaurantes temporários.

Mas vocês viajam tanto...

Pra mim, é perfeito.

Dá pra ir embora antes que as coisas fiquem complicadas.

Só fico feliz que vocês tenham conseguido passar aqui

antes de seguir para o litoral.

Mas confesso que fiquei chateada

por você não passar o Natal aqui de novo.

A culpa é minha, dona Bell.

Beckett, vocês são sócios há tempo demais

pra ficar me chamando de dona Bell.

E qual vai ser o próximo projeto?

Tem tema de Natal?

Na verdade, eu e o Beckett estamos pensando

em abrir um restaurante fixo.

Na Carolina do Sul? Tão longe assim?

O cardápio é meu. Pensamos em petiscos de churrasco pra comer com a mão.

Vai se chamar "Bones on the Beach".

- Aqui não tem praia. - Exatamente.

Mas vamos procurar pistas de boliche por lá,

agora que sei que a Audrey já foi campeã.

Não foi nada demais.

Foi, sim.

Antes de falecer,

o avô dela era dono do Wonderlanes e cuidava de tudo.

O lugar ainda funciona?

Claro. Agora quem administra é a avó.

Espera. O que está acontecendo?

Vou vender o boliche.

Nunca consegui administrar o lugar

tão bem quanto ele.

Era a menina dos olhos dele,

e nunca mais teve o mesmo brilho.

Espero que entenda, querida.

Vó, eu...

A decisão é sua.

Cada um faz suas próprias escolhas.

Agora, quem quer sobremesa?

Se foi você que fez, quero duas porções.

Eu te ajudo.

Obrigada.

A vovó tem certeza disso?

Parece que sim.

Ela já contratou sua amiga Natalie como corretora.

Foi ela quem sugeriu anunciar o boliche agora nas festas.

Disse que o Natal pode atrair propostas melhores.

Porque o lugar sempre foi tão especial

nessa época do ano.

A Natalie sabe o que faz.

É, mas mesmo assim...

Sua avó está precisando de uma mão.

O lugar anda meio sem graça.

E você sempre ajudava seu avô

a preparar tudo pro Natal... - Eu posso ajudar.

- Sério? Que maravilha, querida! - Vou falar com o Beckett.

Obrigada.

Sei que não estava nos planos. Obrigado por entender.

Pra falar a verdade, as sobras do jantar ajudaram.

Não devo demorar mais de uma semana.

Logo vou atrás de você. Me mantenha informado, tá?

Pode deixar, sócio.

- Dirija com cuidado. - Obrigado.

Oi, Striker. Sem sono?

- Nem um pouco. - Eu também não.

Dormi demais assistindo ao jornal.

Você ainda conversa com ele?

Com o nosso apresentador.

Não, desde a noite em que ele sumiu.

Nunca mais tive notícias dele.

Nem uma explicação. Nada.

Olha...

Ele foi um idiota por fazer isso com você.

Mas, Audrey,

quando a gente deixa assuntos mal resolvidos pra depois,

eles só ficam mais difíceis de resolver.

Boa noite, filha.

- Te amo, pai. - Eu te amo mais.

Bom dia. O que temos hoje?

Obrigado.

Ei! Mandou bem na reportagem do molho ontem.

- Obrigado, senhor Miller. - Sabe, fiz algumas dessas matérias

quando era repórter iniciante.

Pra falar a verdade, eram...

Foram alguns dos meus melhores dias de trabalho.

Nada como meter a mão no molho, não é?

Vai dizer isso pro Dan.

Ele quase surtou quando sujou a camisa.

É. Tem que ter senso de humor nesse trabalho.

Acho que um macaco comeu o senso de humor dele naquela matéria no zoológico.

É disso que eu tô falando!

Vou buscar uns cafés, tá?

Volto em vinte minutos. Continue assim.

Oi, tenha um ótimo dia!

Ih, uma lâmpada queimou.

É um jeito de acabar virando notícia.

Ainda tenho talento. Oi, Audrey.

Jason. Pena que você não pegou aquela bola assim

na final dos Tigers.

Olha só! Continua engraçadinha.

Uma oferta de paz? Pra mim?

Não, é pro pessoal da equipe. Mas... quer saber?

Pode ficar com o meu. - Eu ainda estava brincando.

Tá. Ah, claro.

O que você faz por aqui?

Estou voltando pra emissora.

E você, o que faz aqui?

Ajudando minha avó a preparar o boliche pra venda.

- Conhece algum comprador? - Vão vender o Wonderlanes?

- Aham. - Por quê?

- Você ainda joga aqui? - Bom, não, mas...

Na verdade, faz tempo que não jogo desde...

- Pois é, esse é o problema. - É.

Bom, foi bom te encontrar, Jason.

- Boas festas e tudo mais. - Pra você também.

Já chega de cuidar dos sapatos.

Quero você no torneio deste ano.

Vô, estou bem trabalhando no balcão.

Porque gosta?

Ou porque é um bom lugar pra se esconder?

Eu sei que você acha que não consegue.

Mas eu sei que consegue.

Tá bom.

Audrey, tá tudo bem?

Você não tem que ir trabalhar?

Tenho, mas você não respondeu

por que vão vender o boliche.

- Continua bancando o repórter. - Na verdade, não sou mais repórter.

Ah, é. Agora é o "Jason Miller, da Live 24".

Eu não falo assim, falo?

Jason Miller...

Tá, olha, eu entendo.

Mereço levar umas alfinetadas depois do jeito que fui embora.

Você está se achando importante demais.

É que não tenho tempo pra...

...isso.

Tenho muita coisa pra fazer aqui

pra deixar tudo com cara de Natal e conseguir uma boa oferta pra minha avó.

Ah, entendi.

Viu? Não tenho tempo. Meu celular não para.

Oi, Becks. Tudo certo?

Becks? Essa é nova.

Ainda não sei se gostei.

Desculpa. Como estão as coisas aí?

Ouvi dizer que apareceu outro interessado.

Estava pensando se devíamos aumentar a oferta.

Você pode me mandar um vídeo do lugar

- pra eu ver no que estamos apostando? - Claro, pode deixar.

Acho que você vai adorar.

Esse lugar é um sonho.

Ótimo! Estou animado. Nos falamos depois.

Beleza. Até mais, Ri-ri.

É... tá bom. Tchau.

Becks...

Viu? Muita coisa acontecendo.

É, pelo jeito.

Bom, preciso levar esses cafés pra emissora.

Foi bom te ver de novo, Audrey.

Feliz ho-ho-ho, Jason.

Quê?

Alô?

Natalie? Meu Deus! Quanto tempo!

Desculpa, o trabalho está uma loucura.

Eu sei. Mas acompanho suas aventuras com os restaurantes temporários.

Parece que estou viajando com você.

Era o Jason que acabou de sair daqui?

- Infelizmente. - E como foi?

Desligado da vida, como sempre.

Disse que eu estava pegando no pé dele.

E estava?

Sei lá. Talvez.

Odeio ainda ficar toda sem jeito perto dele.

Amiga, ele foi seu primeiro amor,

e partiu seu coração em mil pedaços.

Não foi?

Namoramos por três anos,

aí ele perde o torneio e faz o quê?

O orgulho ferido não aguenta, então ele resolve ir embora?

Ele não só estragou minha vitória. Também tirou de mim...

Quer saber?

Você precisa espairecer. Vem comigo.

Não posso.

Prometi pra minha avó que deixaria tudo brilhando.

- Missão dada, né? - E você vai cumprir, logo depois de provar

um mocaccino de bengala doce do Bramasole Diner.

- Voltou ao cardápio? - Voltou!

Ai, meu Deus.

Tá bom, hora do café.

Aqui está. E aqui também.

- Cadê seu chefe? - Emburrado.

A emissora quer um especial de Natal pra aquecer o coração,

mas o nosso Grinch de plantão não entra no clima.

O que eles estão procurando?

Algo daqui, que inspire as pessoas.

Acho que tive uma ideia. Tá bom, é isso.

Já volto.

Você vai mesmo deixar os restaurantes temporários?

Foi ideia do Beckett.

Ele quer se estabelecer em algum lugar, conquistar clientes fiéis,

- aperfeiçoar as receitas. - E você?

Bom, é o próximo passo natural.

O Bones on the Beach deu muito certo como restaurante temporário.

Não vou negar que estou com inveja.

Por mais que eu adore uma venda rápida,

seria bom construir algo que fosse só meu.

Natalie, você foi a melhor da turma.

Pode realizar o que quiser. Por isso confio

que vai encontrar um comprador que mantenha vivo o sonho do boliche.

- Quanta lembrança... - Nosso primeiro emprego...

- Primeiros namoros. - Namoros desastrosos.

E se você contasse a ele o que realmente sentiu

quando ele foi embora?

Prefiro passar uma semana borrifando os sapatos.

Nossa, essa era a pior parte.

- Mas ensina a gente a crescer. - Com certeza.

Quero decorar tudo como o vovô fazia.

Mas também tenho minhas próprias ideias.

Tipo encher a máquina de pegar bichinhos de neve.

- Ou renas, talvez. - Adorei!

Tem mais alguma ideia que eu deva saber?

Ah... Falando em surpresas de Natal...

Sabia que ia te encontrar aqui. É que...

Não dá para resistir ao charme das bengalas doces, né?

O que posso dizer? Certos hábitos não mudam.

Você conhece a Natalie.

- Oi, Jason. - Oi, Natalie. Bom te ver.

Aham.

Bom, é o seguinte: a emissora...

Querem uma história natalina emocionante, então pensei...

Que tal uma reportagem sobre o boliche?

"O Natal volta à pista com o torneio Jingle Bowl."

Só que eu não vou trazer o torneio de volta.

Por quê? Vai animar o pessoal, principalmente os compradores.

- Né, Natalie? - Ele tem razão.

De que lado você está?

Mostrar o lugar na TV vai atrair muita atenção

e valorizar o imóvel.

Ela é a especialista.

A especialista. Sei. O que você está fazendo?

Bom, acho que é minha deixa.

Acabei de lembrar que tenho...

coisas da imobiliária para resolver!

Ele continua tendo razão. Boa sorte!

Aham.

Qual é, Audrey.

Lembra como era esse lugar nessa época do ano.

E não era só o torneio. Tinha a disputa dos suéteres feios,

a festa do pijama de Natal,

o Papai Noel fazendo strikes na pista três...

- Eu podia mostrar tudo. - Você já não tem trabalho suficiente

como apresentador importante de TV?

- Você me acha importante? - Ah...

Olha, por favor. Me escuta.

Esse lugar significava muito para você. Para sua família.

Para todos nós.

Se eu puder homenagear isso e até ajudar na venda,

mostrando o lugar para quem não teve a chance de conhecê-lo,

pode ser uma... - Olha, eu fiquei uns dias a mais

para dar uma arrumada no lugar,

não para ressuscitar o torneio.

Até porque tenho outro trabalho

me esperando na Carolina do Sul.

- Com o Becks. - Tchau, Jason.

- Eu vou por aqui. - Tá, tudo bem.

Sua prima Hadley vai ficar com a gente.

- É? - Seu tio está trabalhando em Tóquio.

E, você conhece a Hadley...

Ela calculou o fuso horário, o jet lag

e decidiu que isso atrapalharia os estudos.

Mas espero que ela ajude um pouco.

Quem sabe até saia da própria concha.

Ajuda é o que mais precisamos.

Só não consegui achar a caixa das luzinhas.

Enfim...

Vamos improvisar com o que temos.

Contei que encontrei o Jason?

Ele quer fazer

uma reportagem de Natal sobre o boliche.

E o que você acha disso?

Bom, se aceitarmos,

vou ter que ficar até o Natal.

Eu estava falando do Jason. O que acha de ele fazer a reportagem?

Ah... Essa parte não me anima muito.

Mas pode ajudar na venda.

E seria um jeito bonito de homenagear o vovô.

Então você vai ficar?

Pelo jeito, sim.

Ah, Audrey! Que maravilha!

E claro que você consegue.

Você puxou ao seu avô.

Audrey?

Pode fazer a reportagem. Está liberado.

Sério? Posso mesmo fazer?

Que ótimo! Que ótimo!

Prometo que não vamos atrapalhar.

Espero que não.

E veja se encontra alguns jogadores.

Vamos precisar deles.

O Jingle Bowl voltou, então?

Voltou. E nem vou entrar em detalhes.

Ah, nem vai entrar em detalhes? Bom...

Tudo bem, porque

teremos tempo de sobra para conversar.

Eu sei que a hora não é das melhores,

mas isso vai ajudar muito a vender o lugar.

E toda a arrecadação vai para as ligas infantis de boliche.

Não dá para ser contra ajudar as crianças, né?

Não tenho nada contra a causa.

O problema é o prazo.

As ofertas por esse ponto vão ser disputadas.

Posso ser um gênio na cozinha,

mas quem entende de negócios é você.

E eu continuo nessa com você.

É só me ligar quando surgirem propostas,

que eu te ajudo a decidir.

Certo. Desde que você não esteja desistindo.

Desistindo? Claro que não. Estou nessa.

Só não estou... aí.

Mas pode contar comigo.

Me liga se aparecer alguma novidade.

- Combinado, sócia. - Até mais.

Primeiro dia de trabalho.

Vai dar tudo certo, tá?

A ajuda chegou.

Achei que você tinha vindo só cobrir o torneio.

E vim.

Mas a reportagem também vai mostrar

como vocês estão preparando tudo para o Natal.

E para o torneio.

Falando nisso,

você não vai acreditar no que eu achei.

A Esmagadora de Bengalinhas?

Ela mesma! Olha só isso.

Estava guardada no depósito.

Continua brilhando como no dia em que comprei.

Não me surpreende.

Quase não derrubou pino nenhum.

Pronto, começaram as piadinhas.

Nossa, encaixa direitinho na mão!

Vou deixar você treinar em paz.

Tudo bem.

Audrey? É que... ficou presa.

- Sei. - Estou falando sério!

Pode me ajudar? Por favor?

Meus dedos estão ficando claustrofóbicos!

Obrigada.

- Isso. - Certo, só...

- Estou entrando em pânico. - Calma. Fique parado.

- No três. - No três.

A gente puxa. Um...

Dois, três!

Ah!

Nossa! Ai!

- Você está bem? - Agora estou.

Sr. Miller? Devo filmar isso?

Sebastian! Oi, é...

Esta é a Audrey. Audrey, este é o Sebastian, meu cinegrafista.

Prazer, Sebastian. E, por favor, não me filme.

Prefiro ficar fora do caminho de vocês.

Preciso voltar à decoração.

- Eu fiz alguma... - Não. Você não teve culpa de nada.

Certo. Vamos trabalhar.

♪ A melhor época do ano finalmente chegou ♪

Vem cá.

Pronto, vamos lá.

É o que estou pensando? É? Isso! Isso!

...o que queremos fazer. E também tem...

- Ei, segura aqui! - Pode deixar.

Pronto. Duas pessoas fazem melhor que uma.

Vira aí.

Isso mesmo.

Acho que por hoje já fizemos o bastante.

As meias de Natal da família Bell?

Isso mesmo.

Há quanto tempo vocês não passam o Natal aqui?

Paramos depois que o vô faleceu.

Ele dizia que o Papai Noel enchia nossas meias aqui,

porque até o bom velhinho adorava jogar boliche.

Aposto que o Reid ainda dava umas dicas pra ele.

Esse era meu avô.

Sempre compartilhando a paixão pelo boliche.

Este lugar era a segunda casa dele.

E a sua também.

Foi aqui que...

Quer dizer, foi aqui que nos conhecemos.

Precisava estragar

uma lembrança tão boa?

- Desculpa. Fui um idiota. - Não quero falar disso.

Tudo bem. Não precisamos.

Que tal uma pausa pra jogar uma partida comigo?

- Nem pensar. - Ah, vamos!

Você não pode estar tão enferrujada assim.

Por que não faz essa pausa com o Sebastian?

Uma folga ia me fazer bem.

Tá bom, tá bom. Vou deixar você em paz.

Mas você também podia se divertir um pouco.

Vamos, Sebastian. Vamos voltar à emissora

e rever as gravações.

Até mais, Sebastian.

Pronto, preparado? Sim.

Hoje rendeu bastante.

Se me permite dizer, Sr. Miller,

o senhor e a Srta. Bell parecem ter um passado.

Pois é. Você percebeu bem, mas...

Não tem história de amor pra filmar aqui.

Ela está com o Beckett. É só trabalho.

Opa, esqueci meu cachecol. Já volto.

Muito obrigado. Tenha um bom dia.

Espera, espera! Dá um passo pra trás.

Olha seu pé. Está apontando direto pra canaleta.

E os ombros? Minha neta joga de cabeça erguida.

Tem gente que acha que boliche é só sorte,

como se fosse uma brincadeira de parque.

E não é?

Não! Cada movimento faz diferença.

Você precisa escolher a jogada.

E confiar no arremesso. Com segurança.

Não fique olhando para os pinos.

Olhe para as marcações. Concentre-se no que está à sua frente.

Conseguiu! Viu? É só fazer isso.

Isso! Perfeito.

Certo...

Jogue com confiança, Audrey.

Ela ainda leva jeito.

Bem-vindos ao Wonderlanes,

uma tradição da cidade, que por muitos anos

se transformava completamente no fim do ano,

virando um mundo encantado de Natal pelas mãos de Reid Bell.

Mas o brilho se apagou depois que ele morreu.

Este ano, a magia está de volta.

Graças à neta dele,

Audrey Bell, ex-campeã do torneio natalino.

Ela está trazendo de volta o torneio Jingle Bowl,

cuja arrecadação vai apoiar ligas infantis de boliche,

inclusive a equipe Santa's Strikers, do próprio Wonderlanes.

Venham conferir a volta da magia aqui no Wonderlanes.

- O que achou? - Ficou ótimo.

Só que eu não estou voltando.

Eu sei, mas é televisão.

E a volta de uma tradição fica muito melhor na reportagem.

- Mas eu não... - Audrey!

Achamos as luzes! Foi a Hadley, na verdade.

Ela subiu até o sótão.

Hadley! Como vai a faculdade? Continua craque em matemática?

Ah, a melhor da turma.

Na verdade, falta só meio ponto para eu ser oficialmente

A melhor da turma.

- Jason Miller. - Dona Bell. As Bell!

Um passarinho me contou que você está fazendo uma reportagem

sobre o nosso Wonderlanes.

Estou tentando, mas a Audrey é a grande estrela.

Obrigada por acharem as luzes.

Ai, todo ano ficam emboladas.

Olha, se ajudar,

- posso comprar outras. - Não, não.

Seu avô fazia questão de usar sempre as mesmas.

Até transformou isso numa brincadeira.

- E que brincadeira demorada! - Só se faltar gente pra ajudar.

Vó, já terminou de preparar os doces de Natal?

Claro que sim.

Pode pegar o microfone pra mim?

Claro.

- Hadley, vem comigo. - Tá bom.

- Vamos lá. - Vamos.

Aqui, querida.

Atenção, pessoal!

Quem quer participar de uma brincadeira de Natal?

Vocês devem fazer isso em casa todo ano, sem nem perceber.

Mas aqui chamamos de “O grande novelo de luzes”.

Quem desembaraçar primeiro um pisca-pisca

que acenda por inteiro ganha uma partida grátis

e uma fornada dos biscoitos da vovó.

Isso!

Se alguma lâmpada queimar, temos outras aqui.

- Prontos? Vamos lá! - Vamos, pessoal!

Aqui, toma.

- Pronto, aqui. - Isso, toma. Vamos lá.

Vai render boas imagens, né?

Bom, se vamos fazer isso como antigamente...

Então pode se preparar pra perder.

Todo mundo pronto?

Preparar... atenção... já!

Isso! Confiram as lâmpadas.

Muito bem!

- Não! - Ah, qual é!

Isso, assim mesmo.

Ih, estão faltando lâmpadas! Boa, boa!

Com calma...

Isso, isso, isso... Ah!

Trocando as lâmpadas! Hora de trocar!

- Pronto, terminei! - Essa é verde?

- Não, terminei! - Terminou nada!

Ah! Ah!

Ah, não! Você é rápido demais!

Temos um vencedor!

Isso! Muito bem!

Foi divertido, não foi?

Errei a conta de quantas lâmpadas precisaríamos.

Eu apostava na sua técnica.

Ah, obrigada.

Lembro de alguém que deixava você vermelhinha assim.

Sei...

Olha, o prêmio de consolação também não é nada mau.

Ninguém faz um sanduíche de queijo com cranberry como a vovó.

- Aqui, pega. - Hum...

Olha, tem cranberry extra. Pega um.

- Tá bom, você me convenceu. - Isso!

Então, me conta: o que está rolando na Carolina do Sul

entre você e esse tal de Becks?

Vamos abrir um restaurante.

Uau. É um compromisso e tanto.

E as coisas podem ficar...

Complicadas.

Se não der certo entre você e o Becks.

Bom, nosso restaurante temporário foi um sucesso.

E eu e o Beckett trabalhamos muito bem juntos.

Trabalham juntos?

Claro. Por quê?

Ué? O quê?

Achou que eu e ele éramos...?

Não, não!

Não achei nada! Do que você está falando?

- Ah, para! - É sério?

Porque você está mexendo no cabelo daquele jeitinho de novo.

Eu estou...?

E agora sujou ele de cranberry.

Me ajuda, por favor?

Obrigada.

Você continua a mesma.

Bom, é...

É melhor eu me arrumar pra voltar ao noticiário.

Ah, é? “Aqui é Jason Miller...”

- Ei! - “Ao vivo.”

Eu não falo desse jeito! Para com isso.

Imagina que não.

Ah, e aquela brincadeira das luzes?

Foi uma ótima ideia.

Seu avô teria adorado.

Feliz Natal.

- Feliz Natal, mãe. - Ah, obrigada!

- Este é pra você. - E este é pra você.

E este aqui é seu. Obrigada.

Olha só! Sou eu!

Agora, quando você ficar o dia inteiro no boliche,

a gente vai poder ver seu sorriso lá em casa.

Vamos ver o que o ajudante do Papai Noel trouxe pra você.

Vô, é lindo!

Não tanto quanto a moça

que vai usá-lo. Quem topa jogar boliche

pelo último pedaço do bolo de Natal?

Eu topo!

E assim termina o nosso noticiário de hoje.

Obrigado por nos acompanhar.

E se quiser saber mais,

é só me seguir em JasonMillerLive24.

Tudo certo?

Pessoal, posso inscrever vocês no torneio de Natal do Wonderlanes?

É por uma ótima causa.

- Sabe que pode contar comigo. - Oba! Claro que sim!

♪ Não há mistério, é pura química ♪

♪ Tudo é perfeito como deve ser ♪

♪ Se você quer se apaixonar neste Natal ♪

♪ Se apaixone por mim ♪

♪ Se você quer se apaixonar neste Natal ♪

♪ Não espere a véspera chegar ♪

♪ Arrisque-se no amor, pois esta é ♪

♪ A hora de confiar no coração e acreditar ♪

♪ Vou esperar por você perto da lareira ♪

♪ Com a meia cheia de sonhos pra realizar ♪

♪ Só existe uma coisa que eu desejo ♪

♪ É ter você nos meus braços ♪

♪ Se você quer se apaixonar neste Natal ♪

♪ Se apaixone por mim ♪♪

Vamos aumentar mais dez mil.

Com sorte, assim a gente bate a meta.

Está bem. Me mantenha informada.

Tem certeza de que a árvore está reta?

Está sim. A Hadley até usou um nível.

Pelo visto, sua prima não é a única aqui

- que presta atenção nos detalhes. - Cadê a Hadley?

Já foi pro boliche. Disse que queria chegar cedo

pra se acostumar a trabalhar no balcão dos sapatos.

Faz parte da tradição.

Falando nisso...

Quem vai representar o Wonderlanes no torneio este ano?

Sempre tinha alguém.

Até seu pai participou uma vez.

Foi aí que ganhei o apelido de Rei da Canaleta.

- Bom, não vai ser eu. - Ah, por quê?

Porque já tive meu momento de glória.

Prefiro deixar as coisas como estão.

Hum.

Preciso ir. Hoje vou buscar uma árvore pro boliche.

Ah, quase esqueci! A Natalie vem hoje à noite

pra gente retomar a tradição de ver filmes de Natal.

Sem querer cobrar, mas, se tiver biscoitos de Natal

- ou pipoca... - Tá bom, já entendi.

Vocês são os melhores. Amo vocês dois.

Também te amo, querida.

Eles crescem... mas nem tanto assim.

Hadley! Você nunca jogou boliche aqui?

- Não. - Então vamos resolver isso.

Uma bola de quatro quilos. Ótima pra começar.

- Tá. - Na hora de lançar,

faça um movimento só, bem suave.

Não precisa forçar.

E, em vez de olhar pros pinos,

mantenha os olhos nas setas.

Tem certeza de que nunca jogou?

É que é basicamente física.

Sem vento nem outros fatores,

dá pra calcular com facilidade.

O ângulo e a velocidade do arremesso fazem quase todo o trabalho.

Imagino que, se a bola fizer curva,

acerte os pinos com mais força,

mas ainda não peguei a técnica certa.

Vai pegar. Olha só.

Preste atenção no seu pé esquerdo.

Do jeito que está, ele aponta pra canaleta.

- Então fique bem ereta. - Aham.

Boliche é muito mais do que física.

Tem que confiar em cada jogada.

Vamos tentar de novo. Com firmeza e confiança.

- Isso! Vai! - Boa!

- Nasceu pra isso, hein? - Pelo visto, sim.

Eu só estava explicando a física da coisa.

Eu acho incrível como você entende tudo isso.

Que tal dar uma pausa nas aulas por enquanto?

Preciso buscar uma árvore de Natal.

Ah, perfeito! É...

Sebastian, que tal gravar umas imagens de apoio enquanto saio?

Ah, claro! Pode deixar.

Você vai comigo?

Tem que dar espaço pro amor florescer.

Você parecia bem à vontade com a Hadley.

Ela leva jeito.

Me lembrou seu avô te ensinando a jogar.

Mas você nunca estava lá.

Era sempre só eu e o vô quando a gente treinava.

Pois é, aí é que está.

Você nem sabia que eu ficava olhando.

Ainda bem, porque eu teria deixado você nervosa.

Até parece.

Olha só essa aqui, hein?

É alta e... bem cheia.

E ainda tem um cheiro ótimo.

A menos que a gente vá derrubá-la no empurrão, precisamos de uma serra.

Pode deixar. Vou buscar uma.

Devia ter marcado o caminho.

Relaxa, João. Você vai me encontrar.

Tá bom, Maria.

Oi, Beckett. O que acha dessa árvore?

Nossa. É... enorme.

Não dá pra imaginar o Natal sem árvore.

Você está animada. Tem alguma coisa que não me contou?

Ah...

- É o Jason. - "O Jason!"

- Olha o sorriso dela! - Não, para!

Não é nada disso.

É só um velho amigo me ajudando com a venda.

Bom, que ótimo.

Porque a corretora disse que nossa última proposta ainda está de pé.

Tomara que logo a gente esteja atolado de pedidos de peru e frango

quando as vendas começarem a subir.

Sim, claro.

Te mandei uma planilha com os custos do negócio.

Pois é... Pra mim, aquilo foi grego.

Depois eu explico tudo direitinho.

Preciso cortar essa árvore. Você me mantém informado?

Pode deixar, sócia.

Ho, ho, ho! Alguém pediu uma serra?

Essa é a serra?

É. Era a única que tinham.

Vai servir.

Uma hora a gente termina.

Muito bem.

Até que não foi tão ruim, né?

Admite: você se divertiu.

É, pode ser.

Então...

Tá tudo bem mesmo? Nada te incomodando?

Por que alguma coisa estaria me incomodando?

A gente encontrou a árvore.

O pessoal está se inscrevendo pro torneio.

A Natalie já tem alguns interessados.

Tudo está dando certo.

E você continua tranquila com a venda do boliche?

Claro.

Além disso, a decisão é da vovó.

Pode até ser, mas tenho certeza de que o Reid adoraria

ver você administrando o lugar.

É... Mas isso não vai acontecer.

Claro. Por causa do Bones on the Beach.

Até que o nome é bom.

Você vai ser sócio, mas sem trabalhar lá, né?

Isso. Ele cuida da cozinha,

e eu fico com a parte administrativa.

Formamos uma ótima dupla.

Até me lembra de mim e do meu pai.

Ele era quem me treinava,

e eu era aquele menino que adorava jogar.

Só que cada bola perdida na última entrada,

cada gol desperdiçado nos jogos decisivos...

Tudo foi se acumulando, até eu perceber

que aquilo não era pra mim.

Foi por causa do meu pai que fui embora.

Eu não queria decepcioná-lo de novo.

E eu não devia ter sumido daquele jeito

depois do torneio. Eu era imaturo demais

pra explicar por que precisava ir embora.

Eu devia ter lidado melhor com tudo aquilo.

Tudo bem.

Você não precisa se explicar.

Preciso, Audrey. Porque...

se eu tivesse explicado naquela época, talvez você tivesse ficado.

Me desculpa.

E você conseguiu encontrar o que procurava?

Quando foi embora?

Espero que sim.

Então valeu a pena.

É melhor levar essa árvore pro boliche.

É.

Pronto, e-mails...

...enviados.

Os possíveis compradores já receberam o convite

para conhecer a magia de Natal do Wonderlanes.

E agora, que filme vamos ver?

Audrey?

Desculpa, o quê?

Tá, o que está acontecendo?

O Jason me pediu desculpas.

Olha só!

Demorou só... quantos anos mesmo?

Disse que não sabia explicar por que precisava ir embora.

E como você está?

Acho que um pouco triste.

Pelo que poderia ter acontecido?

Percebi o quanto deixei aquilo mudar o rumo da minha vida.

Sabe como superei minha paixão pelo Pete Vanstone?

Não. Como?

Com o boliche de pijama de Natal!

Porque como alguém vai ficar triste

vestindo pijama de bengala doce,

de sapato de boliche e tomando chocolate quente?

Exatamente como estamos agora.

Quer saber? Você tem razão!

Vamos reviver essa tradição.

Sério?

Porque, se eu puder usar pijama, pode contar comigo!

Então está combinado!

Acho que vou precisar de um pijama novo!

Fazia anos que o Wonderlanes não promovia

uma festa de Natal de pijama. E hoje, olha só,

o lugar voltou a ficar animado!

Dá até pra sentir o cheirinho do chocolate quente

chegando até as pistas.

E aqui deste lado... Aqui, pessoal!

Os visitantes podem decorar a árvore de Natal

com enfeites prontos ou fazer os próprios.

Mas tem uma regra!

Tem, sim!

Todo ano, meu avô escolhia uma árvore como esta.

Ele a enfeitava todinha, mas todos os enfeites

tinham que ter alguma coisa a ver com boliche.

Até algo simples como...

Isto aqui.

Pronto: bolas de boliche!

Essa é uma tradição que vale a pena manter.

Quer me ajudar?

Claro!

Ei, vocês!

Audrey Bell, venha já pra cá!

E você também, Hadley!

Vamos ver os pijamas da família Bell!

- Isso! - Vem, Henry!

Aqui estamos!

- Que beleza! - Uau!

Não somos exatamente bailarinas profissionais, não.

Você sabe dar uma festa, menina.

Seu avô ficaria orgulhoso.

Obrigada, pai.

O pessoal já está no carro. Pronta pra ir?

Ah...

Quer saber? Podem ir na frente. Eu encontro vocês em casa.

Tudo bem. Mas, olha...

Sabe onde me encontrar

se precisar de ajuda pra desfazer algum nó.

Pode deixar.

Obrigada.

Ei, por que não vai descansar?

- Eu termino de arrumar. - Tá bom. Beleza.

- Mandou bem hoje. - Obrigada.

Vai render uma ótima reportagem.

Tudo graças a você.

Obrigada.

Mas tive uma ajudinha, sabe?

Não posso levar todo o mérito.

Nossa, quer dizer então...

Que eu tive alguma participação

no sucesso dessa festa maravilhosa?

- Não se acostume. - Jamais!

Mas vou aproveitar cada elogio!

Tá bom.

Então faz por merecer.

A gente vai...?

Ah!

- Então é só... - Jogar boliche.

Tá, beleza. Então...

O que vale a disputa?

Quem perder passa óleo nas pistas?

Fechado.

♪ Amigos e família Juntos ao pé da lareira ♪

♪ Compartilhando lembranças ♪

♪ O visco deixa o amor no ar ♪

♪ Todo mundo diz Diga sim pra mim ♪

♪ Este Natal vai ser maravilhoso... ♪

- Obrigado, obrigado! - Muito bom!

Ah, está meio quente.

♪ Este Natal vai ser maravilhoso ♪

♪ Ei! ♪

♪ Este ano ♪

♪ Este ano ♪

Uau!

♪ Este ano ♪♪

Isso, na contagem.

Sempre foi na contagem! Três, dois, um, vai!

Não é só até o um. É três, dois, um, vai! Pronto?

- Tá, tá. - Três... dois...

Um...

Vai!

- Vou jogar na canaleta! - Não faz isso!

Não, não faz isso!

Audrey, Audrey, na canaleta! Ih, foi pra canaleta!

E eu... também!

Quem você acha que vai tomar a iniciativa?

O Sebastian ou a Hadley?

Hum...

Não conheço muito bem o Sebastian...

Sei.

Mas acho que a Hadley ainda está tímida demais.

Cuidado, ela pode partir alguns corações.

Ah, desculpa. Foi mal.

Então me conta...

O que você descobriu, afinal, depois que foi embora?

Que eu era...

Melhor contando as histórias dos outros

do que correndo atrás da minha.

Em todas as minhas viagens, as pessoas me contavam

sobre a própria vida.

De onde vieram, o que tinham perdido,

o que tentavam construir.

Então eu...

Comecei a gravar esses relatos.

Passei a publicá-los na internet e...

Um dia, uma emissora viu meu trabalho

e consegui minha primeira pauta: cobrir uma festa de filhotes.

Imagino que seu pai tenha orgulho de você agora.

Tem, sim.

Pelo visto, apresentar o jornal conta como profissão de verdade.

Entendi.

Só pra deixar uma coisa bem clara...

Você não partiu apenas meu coração.

Fez com que eu questionasse...

Tudo.

Audrey...

É melhor eu fechar o boliche.

- Boa noite, mãe. - Boa noite, querida.

- Durma bem. - Obrigada, você também.

Muito obrigada. Obrigada.

Espero ver vocês no torneio!

- Seu jeito de jogar melhorou muito! - Obrigada.

Eu não teria conseguido corrigir esses movimentos

sem a sua ajuda.

Olha, pra mim, você tem tudo pra representar

o Wonderlanes no torneio.

Sério?

Ah, acho que não.

Além disso, preciso ficar no balcão durante o evento.

Hadley! No balcão?

Eu fiz exatamente o que você está tentando fazer.

Me escondia atrás daquele balcão.

Até que a confiança do meu pai me fez acreditar em mim mesma.

E eu acredito em você como ele acreditava em mim.

Tá bom.

Eu vou participar.

- Vai mesmo? - Vou!

Boa!

Alguém pediu uma máquina de karaokê?

Fui eu!

É pro karaokê de Natal no boliche.

É mesmo? Não lembro do Reid fazer algo assim.

Ele não fazia. A ideia foi minha.

Gostei.

Você está deixando sua marca nas festas.

- Tá, onde eu coloco? - Ali mesmo.

Obrigada.

Ah, a Hadley vai participar do torneio.

Muito bem!

Agora só faltam mais inscrições.

Hum.

Isso é fácil de resolver.

Participe do jornal hoje à noite.

Ao vivo comigo. Pode divulgar o torneio.

- Na TV, ao vivo? - Isso!

Não! Não consigo!

Audrey, você já jogou boliche diante da torcida adversária.

Não é a mesma coisa!

Eu não precisava falar pra centenas de pessoas!

Centenas de pessoas?

Olha, minha audiência é de alguns milhares...

Tá, desculpa! Milhares de pessoas!

Mas esse é justamente o lado bom!

É por uma boa causa.

Além disso, sei como fazer você ficar menos nervosa.

Sabe?

Espere e verá.

Essa era sua ideia pra me deixar tranquila?

- Meu suéter cafona de Natal e boliche? - Exatamente!

Porque eu vou usar o meu também!

Como é que você ainda guarda essas coisas? E por quê?

Nunca se sabe quando vai surgir a ocasião.

E olha só: ela chegou.

Com esses suéteres,

você vai relaxar um pouco,

e ainda vai conseguir passar sua mensagem.

- Ah... - Confia em mim, tá?

Vão chamar você em dez minutos.

Dez? Jason? Jason!

É bom que dê certo!

Alô?

Ah, você está aqui!

Desculpa, eu só estava...

- Estão esperando você no estúdio. - Ótimo!

Que bom te ver, minha dupla natalina.

Vou colocar seu microfone, tá?

Tá bom.

Olha só pra mim.

Estou aqui com você, tá?

Tá.

Certo. Em três...

Estamos de volta! Como podem ver, durante o intervalo...

minha próxima convidada e eu entramos no clima de Natal.

Olha lá ela! É a nossa menina!

- Cadê a Hadley? - Ficou cuidando de tudo.

Ah, entendi.

Senhorita Bell, conte pra gente a história

por trás desses suéteres.

Bom, senhor Miller, nós usamos esses suéteres

no concurso de suéteres cafonas do Wonderlanes.

- Acho que até ganhamos naquele ano. - Ganhamos, sim.

- Graças a mim. - É verdade!

O concurso de suéteres era uma das muitas festas de Natal

que meu avô organizava lá no boliche.

E este ano você está mantendo essa tradição viva,

mesmo com o Wonderlanes à venda.

Estamos, sim.

E digo "estamos" porque ninguém faz nada disso sozinho.

Minha família e meus amigos me apoiaram muito,

e toda a comunidade fez questão de aparecer

pra entrar na diversão.

Que coisa boa!

E parece que tem um evento em especial que...

é muito importante pra você.

Conta pra gente.

É o Torneio de Natal do Wonderlanes.

E você já foi campeã dele.

Fui. Mas este ano quero passar o título adiante

pra quem mostrar que merece vencer.

Porque, como meu avô sempre dizia,

boliche não é só questão de sorte.

E aqui na cidade temos muita gente talentosa e dedicada.

Então espero que todo mundo venha participar.

Até o Papai Noel costuma aparecer.

Na pista três!

E toda a renda vai ajudar as ligas infantis de boliche.

Bom, então...

parece mesmo ser um evento muito especial.

É, sim.

Por isso espero que, seja quem for o comprador,

mantenha esse espírito vivo.

Tomara mesmo!

Fantástico!

Obrigado a todos que acompanharam.

E, se quiserem ver mais notícias,

me sigam no Jason Miller Ao Vivo 24.

Boa noite!

E cortamos!

Você arrasou!

Eu disse que os suéteres iam ajudar.

Disse mesmo.

E você tinha razão. Ajudaram.

Um pouquinho. Mas, na verdade, o que mais ajudou

foi entrar escondida na sala de edição

e ver algumas das suas gravações.

- Sério? - Aham.

É. Quando vi a alegria no rosto daquelas crianças,

percebi que precisava divulgar tudo isso.

E se venderem o boliche e ele deixar de ser o que é...

Por que você está pensando nisso?

Seria de partir o coração!

Nossa... Está ouvindo?

O quê?

O barulho das pessoas se inscrevendo no torneio!

Viu só? Você dá audiência!

Um brinde!

Não posso! Já terminei o meu. Dá azar.

Ah, então vai ter que ficar me vendo beber o meu...

Bem devagarinho.

Hum!

Isso é maldade! Qual é! Hum.

Sério?

Espera. Tem alguma coisa aí... Um confeito.

- Ah, não! - Calma, eu tiro.

Pronto.

Obrigada.

Ah, Audrey, Audrey...

Sabe, talvez eu esteja enganado, mas...

por tudo que você disse hoje,

me pareceu que você não quer vender o boliche.

Que, na verdade...

quer ficar aqui.

Só que esse não é o plano.

Mas obrigada por dividir seu programa comigo.

E seu milk-shake.

Claro, sempre.

A gente se vê.

Boa noite.

- Oi, Nat. - Oi!

Tudo o que você está fazendo está dando resultado.

Temos um comprador muito interessado.

Ele visitou o boliche, viu a magia que você criou,

e, depois da entrevista de hoje, vai fazer uma proposta.

Não é incrível?

É!

É, que ótimo.

É...

Obrigada por avisar.

- Depois a gente se fala. - Tá bom, tchau.

♪ Que a paz esteja convosco ♪

♪ E nada vos faça temer ♪

♪ Lembrai-vos de que o Salvador ♪

♪ Nasceu no dia de Natal... ♪

Pelo menos ele canta melhor do que joga boliche.

Estão oferecendo bem mais do que o preço pedido.

E concordaram em manter o boliche funcionando.

Talvez transformem o café num restaurante japonês.

De qualquer forma, acho mesmo que você deve considerar!

Audrey?

- Hum? - O que você acha?

Um restaurante japonês não seria tão ruim, né?

Não sei.

♪ Vi três navios se aproximando ♪

♪ No dia de Natal, no dia de Natal ♪

♪ Vi três navios se aproximando ♪

♪ Na manhã do dia de Natal ♪

Beckett...

♪ E toda a Terra vai cantar ♪

♪ No dia de Natal, no dia de Natal ♪

♪ E toda a Terra vai cantar ♪

♪ Na manhã do dia de Natal ♪

Sobe aqui, parceiro!

É sua vez, Becks! Manda ver!

♪ Na manhã do dia de Natal! ♪♪

Esse é o famoso Becks. Timidez não é com ele.

- Nem um pouco. - Surpresa!

Eu até pensei em ligar,

mas achei que você me mandaria outro emoji impossível de decifrar.

Jason, este é o Beckett. Beckett, este é o Jason.

O jornalista! Prazer em conhecer você.

O prazer é meu. Ouvi falar bastante do restaurante.

Ótimo! Sinal de que ela está empolgada.

Nossa, aqui é incrível!

Depois a gente conversa mais, mas antes de tudo,

preciso provar aquele sanduíche de queijo com cranberry do cardápio.

- Isso! - Já volto.

- Tá bom. - Você vai adorar.

Espero que ele cozinhe tão bem quanto canta.

Melhor ainda.

Então o Bones on the Beach promete, hein?

Né?

É.

Sabe...

Você e eu fizemos o maior sucesso

naquele ano em que cantamos juntos.

Ah, fez mesmo.

E, depois do trabalho que tive pra te convencer a subir no palco,

acho que a dupla merece uma reprise.

Ah, não, não! Jason, nem pense nisso!

Você já está no palco.

Muito bem, pessoal do Wonderlanes!

Estamos nos divertindo ou não estamos?

Não ouvi! Quero ouvir vocês!

Então vamos chamar a mulher que tornou possível

toda essa diversão de Natal!

Audrey Bell!

Isso, Audrey!

Audrey Dorothy Bell, o palco está chamando!

♪ Ó árvore de Natal, ó árvore de Natal ♪

♪ Tuas folhas não mudam ♪

Anda, vem.

♪ Ó árvore de Natal, ó árvore de Natal ♪

♪ Tuas folhas não mudam ♪

♪ Verdes não só no verão ♪

♪ Mas também no frio do inverno ♪

♪ Ó árvore de Natal, ó árvore de Natal ♪

♪ Quanta alegria você nos traz... ♪

♪ ...árvore de Natal, ó árvore de Natal ♪

♪ Sempre verde você será! ♪

Bravo!

Isso!

Uma salva de palmas pra Audrey Bell, pessoal!

E pro Jason Miller!

Muito obrigado pela presença!

Até mais!

Então...

Você e o jornalista, hein?

Ah, não, a gente não...

Quer dizer, já fomos, mas...

Não parece coisa do passado pra mim.

E aquela sua amiga, a Natalie?

Aquela ali tem personalidade!

Ela me contou da proposta.

É uma ótima notícia, não é?

Era o que você esperava conseguir com tudo isso.

É. É, claro.

Bom, tive umas ideias pro restaurante na praia.

Que tal conversarmos amanhã?

Pode ser.

Então está combinado. Amanhã, sócia!

Ótimo!

O que você está fazendo?

Te assustei?

Ah... Um pouquinho.

- Só um pouquinho? - Só.

Sabe, eu...

Preciso te agradecer.

Pelo quê?

Por ter me deixado contar essa história.

O pessoal da emissora adorou as imagens.

Principalmente a entrevista que fizemos ao vivo.

- Sério? - Muito!

Achei que aqueles suéteres iam acabar com sua audiência.

Pra falar a verdade, pensei que seria demitido.

Mas aconteceu o contrário.

Me ofereceram uma promoção.

O quê?

Jason, que notícia maravilhosa!

Parabéns!

E o que vem depois de âncora? Programa de madrugada, ou...?

Não, vou continuar apresentando o jornal, só que...

Na cidade grande.

Em outro estado.

Ah!

Nossa!

Você merece.

É. E espero que, quando a reportagem passar,

também ajude você com...

a venda.

Se ainda for esse o plano.

É, claro!

Aliás, recebemos uma ótima proposta depois da entrevista.

Vai saber? Talvez apareçam outros compradores interessados.

Nossa, isso...

Isso é ótimo.

Melhor eu voltar pra ajudar a fechar tudo, mas...

É uma notícia maravilhosa.

Fico feliz por você.

Oi, vó.

Oi, querida.

Você e o Jason cantaram muito bem juntos.

Ah, obrigada.

Agora me conta o que está sentindo de verdade.

Sobre vender o boliche.

É complicado.

Eu amava aquele lugar.

Ainda amo.

Só que...

Depois que o Jason foi embora e o vovô morreu,

tudo o que fazia daquele lugar a minha casa simplesmente...

sumiu.

Aí eu também fui embora e...

segui outro caminho, mas...

não sei se é o caminho certo.

Hum.

Pra mim, parece que você precisa tomar uma decisão.

É...

E por isso acho que chegou a hora

de te entregar isto.

E lembre-se: ter lembranças dolorosas não impede

que você crie outras boas lembranças.

Querida Audrey,

combinei com sua avó que, se eu não estivesse mais aqui,

ela entregaria esta carta a você

quando surgissem dúvidas sobre o boliche.

Sei que o Wonderlanes é meu xodó, não o de mais ninguém.

E jamais quis que isso virasse um peso pra você.

Só quero que entenda por que ele significa tanto pra mim.

Seus olhos brilharam no Wonderlanes

desde a primeira vez que entrou por aquelas portas.

Vi nascer em você algo que eu ainda não conhecia.

Minha netinha tão tímida

virou alguém capaz de derrubar todos os pinos.

Por isso escrevo antes que você se despeça daqui de vez.

Porque, se alguém pode continuar essa história, esse alguém é você.

Vou te amar para sempre. Vovô.

- Que cheiro bom! - Obrigado.

Estou testando minha receita de churrasco natalino na tigela.

- O nome é bom, né? - É.

Aqui, experimenta.

Molho barbecue e geleia de cranberry.

- E aí? - Hum!

Ficou muito bom!

Muito bom, só?

Ainda prefiro o da minha avó.

Ah, é a lealdade à família. Justo.

Beckett, não é só o molho da minha avó.

É tudo o que este lugar representa.

Achei mesmo que o restaurante preencheria o vazio que eu sentia.

E talvez até preenchesse.

Um pouco. Mas aqui...

Eu faço muito mais do que cuidar de números.

Pra mim, você também é muito mais do que isso.

Aqui posso construir alguma coisa.

Um lugar onde pessoas se conhecem pela primeira vez.

Onde famílias se reúnem todos os anos.

Onde alguém canta desafinado

e, mesmo assim, todo mundo aplaude.

Foi isso que meu avô construiu.

E é isso que eu quero também.

Nossa.

Sabe, isso é... Isso é muito bonito.

E muito sincero.

Mesmo sendo difícil de ouvir.

- Desculpa. - Não precisa.

Eu vi nos seus olhos enquanto você cantava no karaokê.

E nem todo mundo descobre qual é o seu caminho

logo na primeira receita que lê.

Obrigada, Becks.

Por entender.

Sempre, sócia.

Só ainda não me acostumei com esse tal de Becks.

- Sério? - Não.

Nem se for "Becks e os Ossos da Praia"?

Até que não é ruim.

- Viu? - Ou "Hambúrgueres do Becks".

Agora sim.

Ou "Costelinhas Desossadas ao Barbecue do Becks".

- Nossa! - Ou "Peito Bovino do Becks".

Ei!

Ou "Macarrão com Queijo e Barbecue do Becks"!

- E bacon! - E bacon!

Vamos lá!

O que foi? Conta, querida.

Que surpresa é essa que quer mostrar pra gente?

É surpresa, amor. Não pode saber antes.

Tcharam!

É isso!

Achei que já era hora de pendurar nossas meias de Natal.

Afinal, todo mundo sabe que Papai Noel adora boliche...

E acho que chegou a hora de trazer de volta mais do que

o torneio. Porque o Wonderlanes não está mais à venda!

Isso!

Você está falando sério?

Estou. Eu vou ficar.

Ah, minha querida!

Ah!

Aí está a minha campeã!

Meu Deus! Este ano vou assar o peru aqui mesmo.

Talvez eu termine de assar no forno da lanchonete!

- Um milagre de cada vez, querida. - Vamos dar uma olhada!

Ah, querida!

Ah!

Seu avô deve estar sorrindo lá de cima.

Tenho certeza.

- Vamos ver o forno? - Melhor, né?

Você vai ficar?

Vou, sim.

Desculpa por todo o tempo que você gastou com a venda.

Que se dane a venda!

Isso é muito melhor!

Você à frente do boliche. Era pra ser assim.

Obrigada.

Mas e o restaurante? Como fica?

Disse ao Beckett que vou ajudar no que puder

até ele encontrar o sócio certo.

Bom, agora minha agenda está bem mais livre, então...

Sério?

Quero dizer, o negócio tem tudo pra dar certo.

E você disse que queria ajudar a construir alguma coisa.

Ei, calma aí! Eu ainda não disse que topo!

Claro. Sem pressão.

Mas eu adoro praia.

E você não me contou que o Beckett é tão bonito.

Claro, acho que você nem reparou nisso.

Ainda mais com aquele olhar apaixonado de ontem à noite.

Bom, isso agora não importa.

- Audrey... - Ele vai embora.

Pois é.

Foi promovido. Vai se mudar.

De novo.

Então acho que já passou da hora de eu aceitar

que eu e o Jason não nascemos um pro outro.

Pode tentar se convencer disso.

Mas ele ainda olha pra você do mesmo jeito de antes.

E eu tenho prestado atenção.

Você também olha pra ele assim.

Aqui é Jason Miller.

Ao vivo...

Aqui é Jason Miller.

Com as últimas notícias, ao vivo pela KMPC.

Churrasco Natalino do Becks na Tigela.

Aqui está. Bom apetite.

Aproveitem!

Ei, cadê o apresentador?

Ainda não vi o Jason.

Ele mandou mensagem pedindo pra começar a cobertura.

Talvez esse trabalho já esteja abaixo do cargo dele.

Não sei, mas... Ele vem, sim.

Desculpa, eu... Preciso ir.

Ele vem.

Audrey?

Acho que não vou conseguir.

Quando fico nervosa, eu travo.

Esqueço os ângulos, a técnica, tudo...

Vem comigo.

Tenho uma coisa que pode te ajudar.

Meu avô me deu isto pra eu me lembrar

de que sou capaz de muito mais do que imagino.

Agora quero que fique com você.

Pra nunca esquecer do que é capaz.

Você está pronta, Hadley. Mais do que imagina.

Obrigada.

Feliz Natal, pessoal!

Sejam bem-vindos ao torneio Jingle Bowl do Wonderlanes!

Cada participante terá três partidas.

Quem somar mais pontos leva o troféu pra casa

e ainda ganha destaque na TV local.

Este torneio começou há mais de 20 anos,

por iniciativa do meu avô, Reid Bell.

Era nas festas de fim de ano que seu amor por este lugar

mais brilhava, porque reunia as pessoas.

E foi assim que o Jingle Bowl virou tradição no Wonderlanes,

até a morte dele.

Hoje à noite, vamos retomar essa tradição.

E, em homenagem a ele, só peço uma coisa:

amem uns aos outros.

Sim, até os adversários!

Afinal, não podemos esquecer: é Natal!

E arrasem nas pistas!

Ho, ho, ho! Feliz Natal, pessoal!

Ho, ho, ho!

Ho, ho, ho!

Feliz Natal!

Ufa!

Direto do Polo Norte,

trouxe uma coisa

muito mágica pra vocês.

O Destruidor de Bengalas Doces!

Então, Papai Noel?

Que tal abrir o torneio

e mostrar do que é capaz?

Feliz Natal!

Que comece o torneio!

Boa sorte, Hadley! Estou torcendo por você!

Mas jornalista não deveria ser imparcial?

- Não numa história dessas. - Ah!

Ei.

Bela primeira jogada com o Destruidor de Bengalas Doces.

Obrigado, mas...

Parece que a Hadley é quem está mandando bem de verdade.

Uhul!

Que bom que você ficou pra fazer a reportagem.

Ah, claro. Eu não perderia isso.

Bom, já não precisava mais, por causa da venda.

O Wonderlanes não está mais à venda.

Eu vou ficar.

Nossa.

Isso...

Isso torna minha decisão ainda melhor.

Não vou aceitar a promoção.

Audrey, quando você disse que minha partida valeu a pena

se me ajudou a descobrir o que eu queria,

foi muito generosa, mas...

Você estava errada. Eu nunca devia ter te magoado.

Por motivo nenhum.

Tentando descobrir quem eu era,

perdi de vista tudo o que realmente importava.

Achei que subir na carreira era seguir em frente.

Mas...

O que eu amo de verdade é...

É isto aqui!

Contar histórias reais sobre pessoas que importam.

Como você.

No instante em que te vi naquela escada,

soube que nunca tinha deixado de te amar.

E não espero que me perdoe, mas eu...

Ah!

Olhem só! A Audrey está beijando o Papai Noel!

Vamos! A Hadley está na última rodada.

Mais um strike e ela consegue seis seguidos!

O quê?

É quando alguém faz seis strikes consecutivos.

Se conseguir, ela quebra o recorde do Jingle Bowl.

- Que era seu, não era? - Era.

Vamos, Hadley!

Hadley! Hadley! Hadley! Hadley! Hadley!

Ah!

Uhul!

Acho que está decidido.

Ela tomou a iniciativa.

Eu sabia que ela era capaz.

Acho que nós também temos o que comemorar.

Ah!

Você conseguiu!

Legendas: difuze

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