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ELA MATOU EM �XTASE
Sinto sua falta, meu amor.
Voc� me deixou, meu �nico amor.
Nosso tempo foi muito curto.
Apenas dois maravilhosos anos.
E o desastre chegou inesperadamente.
Nunca esquecerei o tempo que passamos juntos. Voc� me deu mais do que eu imaginava.
Como posso esquec�-lo? O seu amor, as suas car�cias.
Voc� est� dentro de mim, meu amor. Em mim, voc� continua vivo.
Nada destruir� sua mem�ria.
- Est� feliz? - Sim, muito feliz.
Dentro de uma semana, saberei a decis�o do Conselho M�dico.
Sei o que esses fan�ticos pensam do meu trabalho...
mas eles n�o podem rejeit�-lo.
Ter�o que apoiar o meu trabalho...
e meus planos...
Ter�o que tomar uma decis�o positiva.
N�o fique muito excitado. Ainda n�o temos uma resposta deles.
Vem, meu amor. Quero te mostrar uma coisa.
Este � o resultado da minha pesquisa.
No inicio, usei animais.
Mas, na fase final, usei embri�es humanos.
Horm�nios humanos e de animais...
s�o injetados, provocando mudan�as revolucion�rias.
Conseguem-se organismos vi�veis.
Os horm�nios nos tornam mais resistentes a c�ncer, ataques card�acos
e ao decl�nio f�sico e mental.
O nosso amor era uma poderosa, e intensa experi�ncia
Nossos corpos se fundiram, nossas almas se tornaram uma s�.
N�s est�vamos unidos no amor, paix�o e esperan�a.
As suas esperan�as para o futuro estavam nas m�os de algumas pessoas.
Elas determinariam o curso da sua pesquisa...
e das nossas vidas.
Eles tinham o poder para te destruir...
ou para confirmar a sua grandeza como cientista.
Dr. Johnson, venha, por favor.
- As suas experi�ncias s�o desumanas. - O que quer dizer?
- Elas s�o at� mesmo criminosas. - Voc� � um charlat�o.
O seu plano para alterar o organismo humano com a ajuda de horm�nios...
�, ao nosso ver, um crime.
Eu gostaria de ir mais longe que o meu colega Donen.
Eu segui sua pesquisa com interesse...
mas � uma viola��o do juramento Hipocr�tico.
S� pode haver uma resposta. Pedimos ao Conselho M�dico...
para impedi-lo de praticar a medicina.
N�o entendem? N�o tem nada a ver com Hip�crates.
� para a humanidade, para uma exist�ncia melhor.
N�o � um crime, nem uma viola��o.
Eu tenho raz�o. Voc�s s�o os culpados, n�o eu!
Dr. Johnson, tenho aqui os relat�rios sobre suas experi�ncias com embri�es.
Voc� negou a embri�es humanos a possibilidade de viver.
Eu chamaria isso de ato criminoso e blasf�mia.
Blasf�mia? Em que mundo vivem?
S� uma coisa conta: ajudar as pessoas, sem moralidades.
Dr. Johnson, o Conselho ordena que pare com as experi�ncias.
Por que persiste nas suas convic��es?
Como sabem, fiz experi�ncias com humanos.
- E qual foi o resultado? - Foi convincente.
Basta! Recolha seus documentos...
e queime-os!
Dr. Johnson, ouviu a nossa decis�o. Pare com as experi�ncias.
O que aconteceu?
Querida! Querida!
Eles...eles vieram e destru�ram tudo.
Eu tentei par�-los, mas eles gritavam como loucos.
- Quem eram? - Eu n�o sei.
Eram muitos. Eles realmente te odeiam.
Eles gritaram o seu nome. Eles querem te matar.
- Est� ferida. - � s� um arranh�o.
Venha, querida.
N�o se preocupe comigo. Tem que pensar sobre isso.
Voc� � um criminoso, Dr. Johnson.
- � uma blasf�mia. - Charlat�o!
- Johnson, voc� � um criminoso. - Assassino!
- Voc� deveria ser preso! - Voc� � um animal, Johnson!
Um animal! Um animal!
Voc� est� expulso, para sempre, sempre!
- N�o, n�o, n�o, n�o! - Expulso! Expulso!
- Um animal! Um animal! - Sempre! Sempre!
Um animal!
Sim, sim, sim! Sou um animal!
Dr. Huston, por favor. � a Sra. Johnson.
Meu marido est� enlouquecendo. Penso que est� louco.
Poderia vir?
Mas se pelo menos falasse com ele!
Uma palavra sua�
Eu o levei para longe da cidade.
Fomos para uma ilha pequena onde t�nhamos uma casa.
Era uma ilha isolada, como o c�u sobre as nuvens.
A casa era como um sonho... um labirinto onde os passos se ecoam,
onde as palavras retornam e retornam...
Querido. Querido!
Voc� sabe? Eu sei.
Posso fazer isto.
N�o � um crime.
Nenhum crime.
Como m�dicos e humanistas, devemos condenar fortemente aqueles...
que infringem a �tica, e as leis da humanidade.
Com o pretexto da ci�ncia, frequentemente, m�dicos fan�ticos
n�o hesitam em cometer atos criminosos.
Estes sonhadores devem ser detidos.
Como podemos confiar nesses charlat�es...
...criminosos sem escr�pulos, se n�o s�o exclu�dos?
A pesquisa permite que essas pessoas tenham muitas oportunidades.
Somos for�ados a nos defender com todo o poder dispon�vel.
Do contr�rio cavamos nossa sepultura.
N�o devemos dar uma oportunidade ao abuso...
cometido em nome da medicina.
As v�timas incont�veis nos acusam. N�o podemos fazer ouvidos surdos.
Devemos fazer todo o poss�vel para defender as vitimas...
de experi�ncias duvidosas.
Foi isso que n�s juramos fazer.
Eu agrade�o ao Professor Walker as suas palavras apaixonadas e honestas.
N�o tenho que entrar no caso a que o Professor Walker se refere.
Todos n�s conhecemos as a��es conden�veis do Dr. Johnson.
Ele n�o voltar� a pratic�-las novamente at� o fim da sua vida.
Conforme nossa solicita��o, o Conselho M�dico cassou sua licen�a.
- O que quer? - N�o pretendia assust�-la.
N�o se lembra de mim?
Eu a encontrei depois do laborat�rio ser destru�do.
Se quiser nos ajudar, encontre os homens que destru�ram meu marido.
Quem sabe? Talvez fa�a isso.
N�o h� d�vida sobre os crimes dos quais o Dr. Johnson � culpado.
Se forem necess�rias mais provas, n�s as encontraremos.
De forma legal.
S� posso dizer, Professor Walker,
que sinto nojo quando ou�o dizer...
que os crimes foram cometidos em nome da ci�ncia.
Com licen�a. Posso fazer uma pergunta idiota?
- � permitido fumar aqui? - N�o, isso n�o pode.
Obrigado, Dr. Huston.
Desculpe-me.
Como sabe meu nome? J� nos encontramos antes?
N�o, mas isso n�o importa. Eu o conhe�o.
Johnson n�o � m�dico!
Criminoso! Dr. Johnson! Blasfemo! Charlat�o!
Criminoso! Expulso! Devia ser executado!
Um animal! Expulso! Um animal! Um animal! Para sempre!
Expulso! Um animal! Para sempre! Expulso! Um animal!
Um animal!
Querido?
Pode me ouvir, querido?
Quero ajudar as pessoas.
Por que n�o me deixam ajud�-las? Por qu�?
Pode me ouvir?
Est� me ouvindo?
Eu s� quero ajudar.
Eu te amo.
Eu te amo.
Oh, Deus! Oh, Deus!
- Por que me tratam como criminoso? - N�o aguento mais!
N�o aguento mais!
Eu tenho raz�o. Eu tenho raz�o.
Acredite em mim, s� quero ajudar.
Ajude-me.
-Johnson, isso � blasf�mia. - O produto do inferno!
Voc� est� louco, Johnson. Louco!
Louco! Louco!
Onde voc� est�?
N�o, n�o!
N�o, n�o!
Estou � sua procura, meu amor...
mesmo que seja sua respira��o a me acariciar...
ou um olhar solit�rio seu.
Voc� me deixou sem dizer nada.
Como viverei sem voc�? Diga!
N�o posso fazer isso sem me vingar dos seus assassinos.
Minha vingan�a ser� cruel.
O pre�o das nossas vidas destru�das s� pode ser a morte.
O mundo que vivemos hoje � governado pelo dinheiro.
Cada vez mais, pessoas corruptas s�o suscet�veis ao crime.
Se n�o lutamos contra isto, iremos em dire��o ao caos.
Dever�amos investir toda nossa esperan�a nos jovens.
Mas do que gostam? Como se comportam?
Eles aprendem com os erros dos pais?
Uma coisa � certa. Hoje, os jovens s�o militantes.
N�o se enquadram num padr�o.
T�m suas reservas e n�o gostam de ordens.
Eles dizem que querem um mundo melhor.
Eles protestam contra a guerra, incitam revoltas.
Todos os dias lemos sobre isso nos jornais.
E n�o devemos esquecer as drogas. Estas subst�ncias alteram a realidade.
Eles transportam uma imagem irreal que n�o corresponde � realidade.
Inevitavelmente, um jovem drogado rejeita a ordem social
Acaba se tornando imoral.
Ele n�o se ajusta � ordem com a qual tem que se identificar.
A pergunta �: devemos n�s, adultos, pensar de forma diferente?
- Muito obrigado, Professor Walker. - Foi um prazer. Adeus.
- Com licen�a. J� nos conhecemos? - N�o, acho que n�o.
- Buenos Aires? Montevid�u? - N�o.
- Bogot�? Antofagasta? - Desculpe, n�o.
- Posso me juntar a voc�? - V� em frente.
- Sou o Professor Walker. - Sim, eu o conhe�o.
- Que bom! Por que n�o disse? - Talvez eu me divirta jogando.
- Gostaria de beber algo? - Se quiser.
- Gar�om! - Ele levou uma menina ao quarto.
�timo! Eu sugiro arranjarmos uma garrafa e copos...
e irmos para um lugar calmo.
Por que quer ficar aqui? N�o tem um apartamento?
N�o, estou num hotel.
Que hotel?
- Hotel Aimee. - Nada mal.
Gostaria de voltar para uma bebida?
Depende de quanto pode pagar.
N�s podemos chegar a um acordo. N�o sou mesquinho.
- N�o o preocupa que eu queira dinheiro? - N�o, absolutamente.
- Por qu�? - Bem, fica tudo mais f�cil.
Vamos.
Temos que fazer o melhor, ou nunca receber� seu dinheiro.
Espere aqui um minuto, por favor.
Eu gosto daqui. � muito calmo e tranquilo.
- N�o acha? - � por isso que fico aqui.
Pare, por favor. Est� me deixando nervoso.
N�o aguento isto.
Tire a roupa.
Vamos, tire a roupa.
N�o quer me ajudar?
Venha c�.
S� um segundo.
Tem que me humilhar.
Tem que abusar de mim e me xingar. Eu preciso disso.
Sim, porque � impotente.
- Porco! - Sim.
- Seu rato! - Sim.
- Eu te odeio! - Sim, mais.
Porco pervertido! Vou te matar!
Sim, bata em mim. Por favor!
Isso � maravilhoso.
Sim, sim! Vamos. Mais!
- Ol�, Franklin. - Ol�.
- Eu n�o sabia que vinha. - Donen me enviou uma carta.
Sim, ele tamb�m me escreveu. � tudo muito misterioso.
Disse que deveria vir s� e ter certeza de n�o ser seguido.
- Walker foi assassinado ontem � noite. - N�o, eu n�o posso acreditar!
N�s ficamos no mesmo hotel. Cheguei � meia-noite.
Nossos quartos eram vizinhos. Ouvi algu�m sair do quarto dele.
Pensei que era o Walker, e abri a porta.
Era uma garota que estava saindo do quarto dele.
O tipo de mulher que n�o apresentaria � sua m�e.
Ela era... Ela era morena, vulgar.
Como imagina uma prostituta. Fui para o quarto dele...
...e foi assim que o encontrei.
Era... Era uma vis�o horr�vel.
A garganta dele estava cortada...
...e o penis foi cortado.
Isso � terr�vel.
- Terr�vel. - Coisa de louco!
- Chamou a pol�cia? - Claro que sim.
Mas primeiro, eu peguei algo.
Era esta nota. Por favor, leia.
"Este foi o primeiro. Haver� mais tr�s."
- "J." - J?
- J de Johnson. - Mas Johnson est� morto.
- Com licen�a. Voc� � inglesa? - N�o.
Eu pensei porque est� lendo um livro ingl�s, e...
Entendo um pouco de ingl�s.
- Olhe, Flamingos vermelhos. - Perd�o?
- H� muitos no outro lado. - Tenho que ir l�.
N�o conhe�o ningu�m aqui, e � um pouco chato ir s�.
Vamos ver se acerta de onde sou.
- Canad�? �frica do Sul? - N�o.
- Realmente n�o sei. - Sou da �ustria. De Viena.
Mas � claro!
Voc� � delicada como porcelana e vivaz como uma valsa.
Muito obrigada.
Estou sozinha, como voc�, e tamb�m estou muito chateada.
- Tem mais alguns livros? - Sim, muitos.
- Vou te emprestar alguns. - Isso seria bom. Agora?
Claro. Por que n�o vem comigo? � l� em cima.
- Est� bem, vamos. - Venha, ent�o.
- Normalmente, ningu�m vive l�. - N�o? Por que n�o?
S� para convidados especiais. Eu estou em ex�lio.
Que excitante!
- Fica-se muito bem aqui. - Sim? Gosta?
- Quer escolher os livros? - N�o tenho pressa.
Bem. Como quiser. Temos muito tempo.
Vou buscar alguma coisa para beber.
- Gosta de xerez? - Sim, obrigada.
Muito obrigada.
- � uma artista? - Sim.
Penso que seu estilo � muito masculino.
Eu n�o diria masculino. � bastante individual.
Muito bonito.
- T�o lindo. - O qu�?
Os quadros, claro.
N�o pinto neste momento. N�o estou com inspira��o.
Sabe? Na verdade n�o gosto de xerez.
Mas na sua companhia, cai bem.
Obrigado.
Adoro este quadro. Nunca me separaria dele.
- O que significa? - Tudo que quiser ver.
Eu gosto, mas de alguma forma me deprime.
As formas s�o t�o duras.
� s� uma composi��o.
Um jogo de cores, nada mais. Mas eu adoro.
Porque est� claro como a luz, como espero que minha alma seja um dia.
Este quadro � como uma imagem de mim. Parece duro...
...mas � suave e morno.
Voc� � muito bonita.
Maravilhosa.
Vem.
Voc� � a segunda porca a morrer.
Durma bem, meu amor. Nada vai perturbar seu sono.
O Professor Walker est� morto. Eu o matei.
A mulher n�o voltar� a lhe fazer mal.
Est� feliz agora?
E voc�?
Fale comigo, por favor!
Querida congrega��o, oremos.
Irm�os, louvemos a Deus e demos gra�as.
Ele te deu a vida e a tirou...
de forma que possa voltar a Ele.
Cantemos.
- O que aconteceu? - Deixe-me em paz.
N�o quero te aborrecer, mas a vi chorar na igreja...
Gostaria de ajudar. Acredite, por favor.
- H� algo que eu possa fazer? - N�o.
Obrigado, mas � in�til.
Eu casei nesta igreja. � a primeira vez que volto aqui.
Com licen�a, por favor.
Espere! Por favor.
Recorda��es felizes n�o deveriam fazer chorar, mas voc� parece perturbada.
Meu marido est� muito doente. N�o sei como ajud�-lo.
Seu marido � jovem como voc�?
Hoje em dia, quase todas as doen�as podem ser curadas.
Ningu�m pode ajud�-lo.
Sou m�dico. Talvez possa ajudar. Vamos v�-lo?
Por favor, n�o chore.
Sou o Dr. Franklin Huston.
Quando disse meu nome, ela se assustou como se eu fosse o diabo.
Eu continuo a pensar nisto. Era uma mulher muito bonita.
Se ela n�o me conhece, por que ficou assustada assim?
Tenho certeza que era a esposa de Johnson.
Pare! N�o diga bobagem.
A garota me parece familiar.
Huston, espere aqui por mim.
- Quem � a mulher da mesa? - Que mulher?
Dr. Huston, por favor, sente-se.
Suponho que ouviu falar dos assassinatos de Walker e Crawford.
Claro que sim. Estou trabalhando nos casos.
- Tenho certeza que tamb�m querem me matar. - Mas por qu�?
Querem se vingar de Walker, Crawford, Donen e eu.
O que o faz pensar que querem se vingar de voc�s?
N�s rejeitamos a pesquisa de um jovem m�dico, Dr. Johnson.
- Ele foi proibido de praticar. - Ningu�m vai morrer.
Al�m disso, o Dr. Johnson est� morto.
N�o � meu trabalho ca�ar fantasmas. j� tenho muito trabalho com os vivos.
- Mas voc� tem que fazer algo! - N�s veremos.
N�o sou um qualquer! Eu exijo prote��o.
Muito bem. Pode contar conosco.
Mas s� quando estiver em perigo real. Eu sinto muito.
Adeus.
- Tem fogo? - Deixe-me em paz.
Deixe-me em paz!
- O que deseja? - Um Bloody Mary.
- Tem fogo, agora? - Sim.
Aqui. Por favor.
- Voc� n�o quer falar comigo? - N�o!
Quero estar em paz. Deixe-me s�!
Por que n�o se aproxima?
Por que est� me seguindo? Por que faz isso?
Est� com medo?
Sim.
- Estou assustado. - Por qu�?
Voc� sabe.
Tem medo de uma mulher?
Sim. Muito medo. Muito.
N�o seja bobo. Pare�o uma assassina?
Sei que o Dr. Johnson quer se vingar de mim.
Mas n�o sou o Dr. Johnson.
Vamos. Venha c�. N�o precisa ter medo de mim.
Voc� � o diabo.
Agora tudo terminou.
N�s dois vamos embora juntos.
N�s vamos embora juntos. Ouviu?
N�s dois. Ouviu?
Come�aremos de novo. S� nos dois.
Somente n�s.
Minha mulher. Oh, Deus!
Por que minha mulher teve que morrer?
Ela foi sufocada com um travesseiro, ou algo assim.
Achamos que tenha havido uma luta.
Ela tem arranh�es por todo o corpo.
Diria que � muito prov�vel que seja trabalho do mesmo assassino.
Inspetor?
Trouxeram o corpo do professor.
Ele tem feridas m�ltiplas. O corpo est� destro�ado.
Que tipo de pessoa comete estas atrocidades?
Trazemos o corpo, Inspetor?
Fa�a isso. Agora s� o Dr. Huston vive. Temos que vigi�-lo de perto.
Venham, senhores. Temos muito o que fazer.
Tenho certeza que encontraremos este louco, mas n�o temos um minuto a perder
Voc� vai ter que sofrer.
Voc� tem que sofrer como ele. Como ele!
Meu marido descansar� em paz depois da sua morte.
Meu amor, vamos nos reencontrar...
na morte.
Em breve estaremos juntos.
Sra. Johnson e o marido dela. Est�o mortos.
Um homem morto foi considerado respons�vel por estes crimes.
Acho que pode ser verdade.
A Sra. Johnson era uma mulher normal. Se seu marido n�o tivesse morrido...
ela n�o teria cometido estes crimes.
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