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LABORAT�RIO DE PESQUISA USDA INSTITUTO DA AGRICULTURA
Will, p�ra. Temos de fazer isto.
Pois, alimentar insectos. Que belo emprego.
O que � aquilo?
S�o os Chortoicetes Terminifera,
conhecidos por gafanhotos australianos.
S�o nojentos.
Nojentos ou n�o, temos de p�r este ficcus l� e aliment�-los.
N�o sei o que andas a fumar, mas eu n�o entro a�.
N�o te preocupes, macho man.
Quando sairmos, vais levar-me a um s�tio giro
e tu � que pagas.
S� temos de p�r este ficcus na sala dos gafanhotos,
fechar a porta exterior e est� feito.
N�o vais vestir isso?
Por favor. S�o gafanhotos, n�o tar�ntulas.
- Willy, tira-me daqui! Socorro! - Gina, sai da�!
Willy, ajuda-me, n�o consigo sair.
Qual � o c�digo? Diz-me o c�digo!
O qu�?
9, 1, 4, 3, 2! Ajuda-me, n�o os consigo afastar.
Ajuda-me! J� est�o no meu cabelo!
Olha.
Ainda queres ir jantar fora?
Gina, v� l�!
Desculpa.
PRAGA MORTAL
- N�o. - Anda c�. Onde pensas que vais?
- Dra. Rierdon. - � a Vivian.
- Ol�. - Uma pergunta sobre o VIA.
Fund�mos o laborat�rio. Os estudos da USDA deviam ser feitos l�. Porqu�?
- Foi fechado pela GAO. - A s�rio?
- Est�s no site da USDA? - Estou.
V� que tipo de pesquisa est� a ser feita no laborat�rio C-12, penso eu.
- � confidencial. - Confidencial? Que estranho.
Quem � o orientador da pesquisa?
- Peter Axelrod. - Peter Axelrod?
Realiza��o
Podes ir ter comigo � porta do gabinete dele daqui a 15 minutos?
- Podes ver o que ele anda a fazer? - Claro.
- Peter, vindo do passado. - Podes crer.
Desculpa, mas tenho de ver isto antes de ir para a Calif�rnia.
- L� se vai a nossa tarde juntos. - Eu sei, desculpa.
Temos de falar antes de desapareceres.
Isto n�o demora. Quando voltar, juro que conversamos. Juro.
Dan,
quando aceitei o cargo de Secret�ria de Estado da Agricultura sabias como era.
Eu podia estar a dirigir o Centro de Alimenta��o das NU, mas n�o estou,
porque �amos os dois abrandar o ritmo
e talvez constituir fam�lia.
Dan, v� l�.
Eu quero muito conversar contigo,
mas por mais que queira, agora n�o d�.
Tenho de ir.
Dan...
V� l�.
Adoro-te.
Duas horas.
LABORAT�RIO DE PESQUISA USDA
- Vamos ser r�pidas. O que apuraste? - Nada.
N�o est� acess�vel. � estranho.
O que devia investigar?
Devia investigar caracter�sticas das colmeias
das abelhas europeias versus as africanas.
Ent�o, porqu� tanto segredo?
Obrigada.
Peter?
Maddy.
Resolvi vir ver o teu projecto das abelhas.
Gosto sempre de ver a minha aluna preferida.
Principalmente agora que �s t�o importante.
Pois. O que se passa no laborat�rio C-12?
No C-12...
Eu mostro-te. Pode ser que aches interessante.
� giro, n�o �? Anda.
Anda ver.
Coloca esta m�scara.
- Porqu�? - DDT.
DDT, o pesticida.
Pronto.
Olha.
� resistente ao DDT? Que gafanhoto � este?
� o meu gafanhoto.
- Como assim? - � um h�brido.
� uma mistura de gafanhoto do deserto com gafanhoto australiano.
N�o s� � resistente ao DDT como a todos os pesticidas.
- Ai �? - E h� mais.
Consegui isolar o ADN das duas outras esp�cies
e vi que o per�odo de gesta��o do gafanhoto h�brido
� um quarto comparado com o do deserto ou o australiano.
Significa que se reproduz dez vezes mais r�pido que um gafanhoto normal.
- Quanto tempo � que vivem? - Boa pergunta.
Os h�bridos vivem mais de dois anos, mais tr�s vezes que o normal.
E s�o r�pidos. � dif�cil monitoriz�-los num laborat�rio,
mas acho que um h�brido consegue percorrer 500 km num dia.
Fizeste isto num laborat�rio da USDA sem consultar o departamento.
Desde quando � ilegal um cientista...
No �ltimo ano, tivemos pragas de gafanhotos em dois continentes.
Um quinto da terra ar�vel de �frica foi devastada por gafanhotos.
E est�o a invadir a Europa.
Achas que precisamos de um super gafanhoto geneticamente modificado?
N�o est�s a ver a ci�ncia aplicada. Isto � modifica��o.
E se esta ci�ncia fosse aplicada ao estudo das doen�as humanas?
E se as crian�as nascessem imunes � leucemia e � asma?
N�o est�s a trabalhar com crian�as, mas sim com insectos.
O insecto � apenas um objecto.
Refiro-me � ci�ncia e a ci�ncia ainda pode ser aplicada.
E quem paga isto tudo? Sei que n�o � a USDA.
N�o, � algo que fa�o quando...
Fi-los mais fortes, mas n�o os fiz mais inteligentes.
Agora trabalhas para o Minist�rio da Defesa, �?
N�o sejas parva.
Se libertares isto, s�o capazes de devorar um continente.
Criaste uma arma biol�gica.
Maddy, o que fa�o n�o � diferente das modifica��es gen�ticas
do gado, morangos, milho... Para aumentar a produ��o.
Chamam-lhe comida-Frankenstein, mas alimenta o mundo.
Que tipo de cientista �s tu?
Do tipo que se preocupa com a sa�de p�blica.
- Peter, vou fechar o laborat�rio. - O qu�? Podes fazer isso?
Quero isto tudo destru�do.
- Est�o selados. N�o s�o uma amea�a. - N�o est�o selados.
V� l�. Se te metes com a Natureza, a Natureza mete-se contigo.
Nem um gafanhoto pode sair daqui, n�o pode ser.
Quero isto tudo destru�do.
N�o me deixaste alternativa.
Lamento.
Est�s despedido.
Desculpa, querido, sei que devia ter chegado antes,
mas n�o sabes o que vi. - Poupa-me.
- A s�rio. - Est� bem.
Quero deixar uma coisa clara.
Abdiquei de uma promo��o choruda para ficar em casa contigo.
E est�s fora, outra vez.
Isto n�o est� a funcionar.
O que n�o est� a funcionar?
Isto, n�s, Maddy.
Sei que isto anda num caos e concord�mos constituir fam�lia...
N�o se trata de constituir fam�lia. N�o vou constituir uma fam�lia assim.
Trata-se de prioridades e j� vi que a tua prioridade � o emprego.
- Tamb�m d�s import�ncia ao trabalho. - Dou, bastante.
Mas nunca foi mais importante que o nosso futuro ou a nossa rela��o.
Estou farto de sentir que sou casado comigo mesmo.
N�o est� a funcionar.
N�o sei se odeie que trabalhes tanto ou que adores o teu trabalho.
Vou perder o voo. Tenho outro pombo com v�rus do Nilo em Napa.
� melhor ires andando.
Dev�amos...
separar-nos e ver o que realmente queremos.
Quando sa�res, vou procurar casa para mim.
A tua mala est� l� dentro.
Posso ligar-te quando chegar?
Primeiro est�o os insectos.
BASE A�REA DE ANDREWS
BASE A�REA DE BEALE, NORTE DA CALIF�RNIA
- Bolas, deixei-a cair. - D� a volta!
Temos de dar a volta!
CALIF�RNIA
UM M�S DEPOIS
GR�VIDA
Fertiliz�mos isto com sulfato de magn�sio. QUINTA EXPERIMENTAL
Com este fertilizante, aument�mos a produ��o em 33 por cento.
Acompanhem-me, por favor.
Ao usar este fertilizante, aument�mos a produ��o significativamente.
� um produto fant�stico.
N�o � um fertilizante barato,
mas ao ver os subs�dios que as NU oferecem as vossos pa�ses,
v�o ver que esta � a solu��o acertada.
Com licen�a. � s� um instante.
Levantaste-te cedo.
N�o conseguia dormir. � da solid�o.
Sei como isso �.
Dan, que tal termos um filho?
Um filho? N�o se trata de ter filhos.
Fizemos um pacto de passar mais tempo juntos
e n�o cumpriste a tua parte.
- Dan... - Deixa-me terminar.
Um filho precisa de pais presentes, certo?
Lamento se o v�rus do Nilo, n�o tem uma invas�o
que te convenha, mas n�o deu.
E j� agora, tu � que sa�ste de casa.
Queres que deixe de trabalhar para manter o casamento?
H� muita gente que trabalha e que consegue ter uma vida.
Fazem ajustes, sacrif�cios, como eu.
Mas tu n�o est�s disposta a fazer nada disso.
Est�s a ser injusto. N�o imaginas o que tem sido a minha vida.
N�o me digas que mais ningu�m sabe fazer o que tu fazes.
Chama-se delegar fun��es.
Os americanos percebem muito de agricultura,
mas n�o percebem nada de mulheres.
Posso come�ar a conversa de outra maneira?
Agora n�o d�.
Falamos depois. Adeus.
Vais ser pai.
- Est�, sim? - Av�?
Quem fala?
Sou eu, a Maddy, a menina dos teus olhos.
Maddy, achei que era engano.
Parecia que tinhas dito...
Quer dizer que...
Vou ter um beb�.
Querida, que maravilha. O Dan deve estar radiante.
Ele...
Querida, vai ficar tudo bem.
CALIF�RNIA
Josie.
- Estou a dormir. - Ent�o, quem foi que falou?
Don, estamos rodeados de gente.
Ainda bem que temos a tenda.
- O que foi isto? - � a chamada da Natureza.
N�o me fa�as c�cegas.
N�o estou a fazer nada.
Meu Deus! Acende a luz!
CALIF�RNIA
LABORAT�RIO M�VEL DE INSECTOS VORAZES
Temos de recolher armadilhas de mosquitos de mais tr�s quintas.
Bart, leva as amostras C para Sacramento.
- Est� bem. - � a pr�xima quinta � esquerda.
Que raio foi aquilo?
Ol�, a m�e est� atrasada para o emprego.
E tu tamb�m te vais atrasar.
Lava os dentes e vai para o quintal para n�o perderes o autocarro.
- J� acabaste? - J�.
N�o quero ir de autocarro. O pai n�o me pode levar?
N�o, vou ao gin�sio e depois � mercearia.
Vai lavar os dentes.
- Ao gin�sio? - Sim, ao gin�sio.
Estou desempregado. N�o quero ficar com pena de mim.
- Vais procurar emprego hoje? - Sim, vou.
Procuro emprego todos os dias, Terry.
J� procurei em todo o lado.
N�o h� muitas oportunidades para um doutorado em Entomologia
que foi despedido do seu laborat�rio estatal.
N�o sejas t�o exigente, Peter.
S� n�o sei quanto tempo mais aguentamos com um s� sal�rio.
Tens sempre o emprego no Minist�rio da Defesa.
Eu sei, ainda estou a pensar no assunto.
CALIF�RNIA
Vamos, temos de os localizar.
Ladra de mindinhos!
Desta vez, n�o te deixo ganhar.
V�s? N�o estive mal. Se calhar j� n�o preciso de ir ao gin�sio.
O autocarro chegou. Anda.
- Toma. Adeus. - Adeus.
- Bom dia, Dr. Axelrod. - Ol�, Ralphie, tudo bem?
- Tudo, e consigo? - Tudo bem, obrigado.
- Adeus, querida. - Adeus. Diverte-te no gin�sio.
Estuda muito!
Que barulho foi este?
Parecem cromos de basebol nas rodas das bicicletas.
- S� que mais alto. - Bem mais alto.
- Viste aquilo? - O que era?
Viste alguma coisa?
- O que � aquilo? - N�o sei.
O que �? Deixa-me ver!
Fechem as janelas! Fechem j� as janelas!
V�, fechem as janelas! Depressa!
Fechem as janelas! Fechem as janelas todas!
Fechem as janelas. Eu fecho. Fechem tudo.
Vamos ter calma. Eles n�o entram aqui dentro.
Calma, eles n�o entram aqui.
Tenham calma. Calma!
Quero o meu pai! Socorro!
Sai daqui! Sai daqui!
Abre a porta! Ralphie, abre a porta!
Sofie! Sofie!
Sofie, v� l�.
Chama uma ambul�ncia. Liga para o 112.
Sofie!
Est�, sim? Preciso de uma ambul�ncia.
CALIF�RNIA
- V� que mais temos de tratar e diz-me. - Est� bem.
GABINETE DAS NA��ES UNIDAS
- Est� �ptimo. Obrigado. - Est� bem.
"Cuidado com os gafanhotos"?
H� liga��o entre a praga no Oeste e a que se deu hoje na Virginia?
A �nica coisa curiosa � serem pragas similares ao mesmo tempo.
Mas isso pode acontecer, principalmente nesta altura do ano.
Ol�, Dan.
Leste este aviso sobre gafanhotos?
Fomos n�s que o public�mos. Est�vamos aqui quando aconteceu.
� motivo de preocupa��o?
N�o, s�o apenas eventos isolados.
Quando era nova, perdemos uma colheita por causa dos gafanhotos.
Lembro-me de o teu pai dizer isso.
Escuta.
Queria pedir desculpa por te ter ofendido hoje de manh�.
Estaria a mentir se dissesse que a verdade n�o d�i.
- Desculpa. - Maddy, tens de atender.
� o Ministro da Agricultura.
- Tenho o ministro ao... - Eu ouvi.
- Posso ligar-te depois? - Claro.
- Tem cuidado. - Est� bem.
Adeus.
- Boa tarde, Sr. Ministro. - Que raio se passa a�?
Qual � a previs�o meteorol�gica?
Pittsburgh? Obrigado pela ajuda, Wyatt.
Adeus.
CALIF�RNIA
Vivian, qual � o protocolo para o combate aos gafanhotos?
Espalham-se pesticidas deltamethrin e malathion por via a�rea
e os gafanhotos morrem em 30 minutos.
Mas � perigoso para o gado.
O fumo e o fogo tamb�m resultam.
- Bart, emite uma circular. - Est� bem.
Recomenda o uso destes pesticidas e diz que o gado deve ser isolado.
Vamos evitar o uso de fogo. Pode ficar fora de controlo.
- Com licen�a. - Wyatt, � a Rierdon.
- Ol�, Maddy. - Para onde se dirige a praga? INSTITUTO METEOROL�GICO
Diz-me tu. S� fa�o a previs�o do tempo, n�o dos insectos.
Uma vez que vieram de noroeste, pela Virginia, que gostam de clima h�mido,
que evitam o calor e o frio,
para onde achas que v�o?
Se fosse homem de apostar, que n�o sou,
diria que migram para os Grandes Lagos.
Pittsburgh, talvez Cleveland.
Foi isso que disse ao Peter Axelrod.
- O que queria o Peter? - O que havia de ser?
- Saber o tempo. - Pois. Obrigada, Wyatt.
- Vivian, tenta ligar ao Peter Axelrod. - Est� bem.
- E o aviso sobre gafanhotos � urgente. - N�o � um pouco alarmista?
- N�o quero correr riscos. - Est� bem.
CALIF�RNIA, A 300 KM DE NAPA
Meninos, vamos divertir-nos muito. Este � o nosso fim-de-semana.
N�o fa�am essas caras. Teremos mais anivers�rios.
Lamento que as coisas estejam como est�o, mas � a vida.
Vamos colher laranjas, encher este carrinho e vamos divertir-nos.
Ol�, meninos!
Calma, chega para todos.
Tivemos uma boa colheita este ano.
Isso, isso.
Maddy, � o Dr. Axelrod. Est� a ligar para ti.
- Peter, o que andas a fazer? - Acho que posso ajudar.
S�o os teus gafanhotos, n�o s�o?
- Para onde v�o? - S� tenho palpites.
Mas eu vou para Pittsburgh.
Ainda trabalhas para o Minist�rio da Defesa?
N�o, juro que n�o.
- N�o os isolaste. - Estavam isolados at� tu chegares.
Matei os gafanhotos todos. Tu � que soltaste o g�nio da l�mpada.
Est�o nas duas costas. Sabes como isto vai afectar toda a gente?
Sei mais do que pensas.
Os gafanhotos est�o a 3 km e dirigem-se para aqui.
Se queres ajudar, entrega os teus ficheiros e n�o apare�as mais aqui.
Dou-te tudo o que quiseres, mas quero ajudar-vos.
- Agora n�o. - Maddy.
Festival dos Citrinos.
- Os teus gafanhotos comem citrinos? - Comem tudo.
D� a volta.
Espalhem-se. Estas pessoas t�m de voltar para os carros e partir.
Vivian, liga para as r�dios locais.
Alerta as quintas que se aproxima uma praga de gafanhotos a 30 km/h.
Est� bem.
Desculpe, trabalha aqui?
Aconselho-o a voltar para casa.
Desculpe, trabalha... Desculpe.
Preciso que me ajude a encerrar o festival.
- Vem a� uma praga de gafanhotos. - Pois.
Sou agente estatal e preciso da sua ajuda.
- Est� a falar a s�rio. - Muito a s�rio.
Quando os gafanhotos c� chegarem, fica sem pomar. Vamos embora.
Importam-se de sair?
Levem as crian�as para o carro. Vamos encerrar o festival.
Vamos fechar mais cedo, o festival acabou. Obrigado por terem vindo.
V�-se embora.
Voc� a�. Vamos fechar o festival. V�o para o carro e v�o-se embora.
Vamos fechar mais cedo. A sa�da � por ali. Obrigado.
Maddy? Maddy?
A praga est� a 1,5 km daqui! Maddy!
Tomem outra.
Eu disse que ia ser giro.
Se estivessem em casa com a m�e o n�o-sei-das-quantas...
O que foi aquilo?
Meninos! V�o-se embora!
Vamos, pegue nela. Leve-a para o carro.
- Est�o no meu cabelo! - Tenha calma.
Isto at� tira a tinta do p�ra-choques, mas n�o faz nada aos gafanhotos.
N�o se deixam afectar por nada.
PENSILV�NIA
- Toma os dados de hoje. - Obrigada, Karl.
- Ol�, Stacy. - Ol�.
- Est�s bonita. - Obrigada por reparares.
- Ele � muito bom. - � bom ao quadrado.
Ol�, Sra. O'Brien. Fala o Jimmy, da Verlaine Cable Systems,
o seu fornecedor de Internet e tenho uma oferta para a fam�lia...
Estou? Estou? Obrigadinho...
Idiota.
Wyatt, fala o Peter. D�s-me o tempo para Pittsburgh?
Vento, humidade... Essas coisas.
- Peter, n�o posso falar contigo. - O qu�?
Como assim?
Desculpa. Adeus.
Se ele n�o fosse t�o giro, era ass�dio sexual, n�o era?
Est� sempre inclinado na minha secret�ria,
manda-me mensagens a dizer que gosta da minha roupa...
Pois, mas vens toda provocante para o emprego
para ele se inclinar na secret�ria e enviar-te mensagens.
Quem � que assedia quem?
Stacy, quero falar contigo na sala de confer�ncias, por favor.
Boa tarde. Est�o a trabalhar muito bem, como sempre. AEROPORTO DE PITTSBURGH
N�s trabalhamos e voc�s ficam com os louros.
Os louros e a gl�ria.
- Ouve, somos estafetas mas de fato. - E chap�u!
Surpresa!
Meu Deus! Que simp�ticos!
N�o estava nada � espera. Muito obrigada.
Que grande surpresa, um bolo nos anos...
� a �nica certeza nesta porcaria de empresa.
- Parab�ns. - Obrigada.
O que � aquilo?
Que nuvem t�o estranha.
TORRE DE CONTROLO A�REO
Ruby, vem c� ver isto.
O que achas que �?
Deve ser uma nuvem carregada. Pede para darem a volta.
Heartland Air Express 32, rumo a 260, desvie-se do mau tempo.
Obrigada por ligar para as informa��es do aeroporto.
Para receber as informa��es em ingl�s, carregue na tecla 1.
Caramba! Viram aquilo?
- S�o uns insectos enormes! - Odeio insectos. Vou-me embora.
E vais para onde?
Tem calma, eles n�o entram aqui.
E Deus disse a Mois�s: "Estende a tua m�o sobre o Egipto
para que os gafanhotos venham a esta terra e devorem tudo."
- Torre. - Daqui fala o Dr. Peter Axelrod.
Sou do Minist�rio da Agricultura, Divis�o de Insectos Vorazes.
Estou a ligar porque o que v�em para Nordeste...
Da sua torre tem vista para Nordeste?
V� uma coisa parecida com uma nuvem?
Trata-se de uma praga de gafanhotos que se dirige para a�
e que pode afectar o tr�fego a�reo.
Quem lhe passou a chamada para aqui?
Espere, tem de acreditar em mim.
Portland Air Express n�mero 297. Daqui torre de Pittsburgh.
- Pode descolar da pista 29. - Entendido, torre.
Sou do Minist�rio da Agricultura, Dr. Peter Axelrod.
Estou a ligar por causa da praga de gafanhotos que se dirige para a�.
Tem 15 km de comprimento e v�rios metros de altura.
Se olhar para... Est� na torre?
Se olhar para... Aproxima-se e vai afectar bastante o tr�fego a�reo.
C'um cara�as!
Entraram c� dentro!
Batam-lhes! Matem-nos!
Toma, seu sacana!
Odeio insectos! S�o nojentos!
Tira-os daqui! Afasta-os de mim!
Se algo parece bom de mais para ser verdade...
� porque � mesmo.
Heartland Air Express 297, a 120 p�s a 1500 n�s.
180 p�s a 5 mil n�s. Recebido.
O que � aquilo?
S�o uns insectos enormes.
Aconselho-a a encerrar o aeroporto imediatamente.
� a supervisora da torre?
Agora estamos a lidar com os macacos voadores.
Torre, daqui Cargo Express 297.
Encontr�mos uma grande praga de insectos a 1800 p�s.
Perdemos um motor.
Torre, Cargo Express 297 precisa de autoriza��o para aterrar de emerg�ncia.
- Tenta passar para manual. - N�o d�.
O avi�o despenhou-se! Repito, houve um acidente.
CALIF�RNIA
Pai, est�s bem?
Estou.
Pelo que vi nas not�cias, eu � que te devia perguntar isso. O que se passa?
- N�o sei. - Vais ficar bem.
- Os Rierdons j� mataram gafanhotos. - N�o como estes, pai.
Como os vais matar?
N�o fa�o ideia.
N�o te preocupes, querida. Vais lembrar-te de alguma coisa.
- Voc�s ficam bem. - Sim, pai.
A vossa m�e vem buscar-vos, mais o n�o-sei-das-quantas...
Ele chama-se Bob.
"Pandem�nio" � a palavra usada para descrever o que se passou hoje
em Visalia, na Calif�rnia,
quando uma praga de gafanhotos invadiu o evento buc�lico.
Foi tudo filmado por um v�deo amador.
Os gafanhotos atacaram as fam�lias que reagiram com terror.
Os oficiais da USDA estavam no local e tentaram...
Pronto, � isto. Agora j� compreendes.
Ent�o, estes �ltimos tr�s anos,
estes segredos todos, os ser�es...
- Criaste estes gafanhotos? - Criei.
E agora a nossa filha est� em coma porque quiseste provar algo?
- Dr. Peter Axelrod? - Sim?
FBI.
- Vai-me prender? - N�o, mas tem de me acompanhar.
- Agora? - Sim, agora.
Desculpa.
AG�NCIA DE SEGURAN�A INTERNA
Esta for�a da Ag�ncia de Seguran�a Interna tem ordens do presidente
para acabar com a amea�a dos gafanhotos.
Temos motivos para crer que se trata de um acto terrorista?
N�o tire conclus�es precipitadas.
Um de cada vez.
Pe�o desculpa.
Protec��o. � isso que os americanos esperam do governo, de n�s.
Mas penso que isto n�o � motivo de preocupa��o.
O Minist�rio da Agricultura concluiu
que os ataques de gafanhotos n�o foram obra de terroristas.
Apresento-vos a Dra. Maddy Rierdon. Dirige a Divis�o de Insectos Vorazes
e esteve na linha da frente desta crise.
Obrigada, Sr. Ministro Morales.
Senhores e senhores, fizemos testes aos gafanhotos de ambas as pragas.
Trata-se de um gafanhoto h�brido,
geneticamente modificado para resistir a todos os pesticidas.
Um h�brido? E de onde veio?
Fugiram de um laborat�rio estatal americano.
Ent�o, a USDA estava ao corrente?
A USDA ficou ao corrente e ordenou a sua destrui��o.
Eu mesma supervisionei essa medida
e o m�dico que os criou foi despedido.
- Era a superior dele? - Era.
Sou respons�vel por todas as actividades do laborat�rio,
mas n�o financi�mos este estudo,
Ent�o, quem financiou?
N�o sei.
- Dra. Rierdon, que animais s�o estes? - Isto � o que sabemos.
O per�odo de gesta��o, de ovo a gafanhoto adulto,
� de oito dias. Menos de metade da reprodu��o de um gafanhoto normal.
Cada insecto consome duas vezes o seu peso, por dia.
Uma praga de um milh�o de gafanhotos pode devorar 30 hectares num dia.
E quantos gafanhotos s�o?
Centenas de milhares, Sr. Director e aumentam a cada segundo.
Trata-se de uma amea�a s�ria para a alimenta��o mundial.
� um grande motivo de preocupa��o, general Miller.
Estas s�o as �reas que registam actividade de gafanhotos.
O meu departamento est� a colaborar com o Instituto de Meteorologia.
- Wyatt? - Exacto.
Fornecemos imagens de sat�lite actualizadas ao USDA
para verem o vento e o tempo.
Os gafanhotos preferem ambientes h�midos para procriar.
E s�o bem r�pidos.
Conseguem percorrer 500 km num dia. Mais, com vento a favor.
Esta velocidade mais a previs�o atmosf�rica para todo o pa�s,
mais a esperan�a de vida deles e a capacidade de reprodu��o,
podem devorar milhares de metros quadrados num s� dia.
Qual foi o seu envolvimento com o aeroporto de Pittsburgh?
S� os queria avisar.
Atr�s de mim, est� a pista onde o Heartland Air Express deslocou
e foi de encontro a uma praga gigantesca de gafanhotos.
Em segundos, o avi�o caiu do c�u,
despenhou-se numa pista pr�xima e explodiu.
Tanto o piloto como o co-piloto tiveram morte instant�nea.
A Ag�ncia Federal est� a investigar os destro�os
na esperan�a de encontrar a caixa negra.
Daqui Rodney Wilkins, em Pittsburgh.
Podem morrer � fome?
Nem pensar. Foram criados para sobreviver.
- E o que comem? - Relva.
Todos os p�s de milho, todas as folhas de todas as �rvores.
Sem uma solu��o morremos n�s de fome antes deles.
Para agravar o problema, temos duas super pragas.
Se as pragas se encontram no centro da Am�rica
encontram a comida preferida deles em abund�ncia: cereais.
V�o reproduzir-se mais rapidamente. E nessa altura, ser�o impar�veis.
No Apocalipse, diz que no dia anterior ao Ju�zo Final
uma praga de gafanhotos ir� herdar a terra.
Senadora Clausen, penso que o Apocalipse est� muito longe.
Este � um problema que o homem criou.
Precisa de uma solu��o criada pelo homem.
Quem mais sabia o que estava a desenvolver?
Para al�m do Minist�rio da Defesa?
Para al�m do Minist�rio da Defesa.
N�o fa�o ideia.
Toma notas.
Apresento-vos o Dr. Dan Dryer, representante das Na��es Unidas.
O Dan � um dos grandes especialistas na maximiza��o da produ��o
nos pa�ses do Terceiro Mundo.
Se eu fosse Ministro da Agricultura e n�o soubesse desta pesquisa,
n�o sei se teria emprego por muito tempo.
Obrigado, Sr. Director Rusk.
Estivemos a falar dos problemas que este pa�s vai enfrentar,
mas n�o se esque�am que fornecemos um ter�o dos cereais mundiais.
A fome que h� por esse mundo fora ser� algo totalmente novo para n�s.
- Tem de haver uma sa�da. - E h�.
Infelizmente, h� v�rias pragas de gafanhotos em �frica.
E o que foi feito?
Armazen�mos os cereais o mais cedo poss�vel
antes que os gafanhotos destru�ssem as planta��es.
- Sempre � melhor que nada. - Exacto. Antecip�mos a safra.
� claro que isto n�o destr�i os gafanhotos.
Mas se nos apressarmos, vamos reduzir o impacto deles.
E agora?
Temos de fazer algo que nunca foi feito neste pa�s.
Temos de obrigar os agricultores a entregarem as safras j�.
Vamos perder milh�es.
E o que perdemos se n�o entregarmos as safras antes?
Segundo um observador, foi como se Deus tapasse o c�u,
tal foi a cena hoje quando um grupo enorme de gafanhotos
criou o caos na Auto-estrada 5 perto de Lodi,
causando um choque em cadeia que bloqueou a estrada durante horas
aumentando o tr�nsito e as filas.
Se os condutores encontrarem grupos de gafanhotos enquanto conduzem,
a Direc��o de Tr�nsito aconselha prud�ncia.
Encoste e n�o saia do carro.
Vamos ter cuidado.
- A emiss�o � tua, Dick. - Obrigado, Patricia.
Podemos localiz�-los por sat�lite quando est�o em grupo.
Contudo, um grupo pode criar-se numa quest�o de minutos.
N�o sabemos do que s�o capazes, pois foram geneticamente modificados,
S�o rivais admir�veis.
Sabemos mais ou menos onde est�o � noite, mas n�o os conseguimos deter.
Mas vamos conseguir.
Temos de evacuar as �reas atingidas para os militares poderem agir.
Dra. Rierdon, amanh� � noite onde estar�o?
O que vai fazer, mat�-los a tiro?
Podemos usar armas convencionais e inconvencionais, se necess�rio.
General, o que est� a propor ir� causar a histeria.
- O que dizemos aos cidad�os? - A seguran�a p�blica � priorit�ria.
As pessoas devem ser aconselhadas a ficar em casa.
Tamb�m recomendo uma quarentena.
Interromper todo o tr�fego a�reo internacional.
Rusk.
Obrigado.
A praga da Costa Este atacou gado.
E no pior dos casos, ficam carn�voros.
Em �frica e na Austr�lia, quando as fontes alimentares s�o poucas,
os gafanhotos tornam-se canibais.
Pode ser que com estes gafanhotos h�bridos
as fontes de prote�na alternativas, como a carne, sejam uma prefer�ncia.
N�s estamos na ementa.
Continuam a n�o considerar as op��es militares?
Qual � o custo para os humanos?
Devia ter pensado nisso antes de dar r�dea livre aos seus investigadores.
Tenho de falar contigo l� fora.
Diga.
V�o rolar cabe�as por causa deste erro e a minha n�o ser� uma delas.
Encontra j� uma solu��o ou podes dizer adeus a uma carreira promissora.
N�o acha que h� assuntos mais importantes que os nossos empregos?
- Que pensamento t�o nobre. - Quem tem a solu��o � o Peter Axelrod.
- Onde est� ele? - Est� indispon�vel, para todos.
Indispon�vel onde?
Vivian, acho que o Peter foi detido.
Fala com os teus amigos no minist�rio para saberes onde est�.
� para j�.
- Dra. Rierdon? - Sim, Dr. Dryer?
- Est�s bem? - Estou.
- Foste fant�stica. - Obrigada.
A s�rio. Nunca tinha visto este teu lado.
- Tenho de me sentar um pouco. - Est�s doente?
N�o. Estou gr�vida.
Tentei dizer-te. Sei que n�o era assim que querias que fosse, mas olha...
Estava zangado quando disse isso.
N�o me olhes assim. Ainda n�o se nota nada.
V� l�. Est�s linda. �s linda.
- Se atacarmos desta maneira... - Concordo plenamente.
�ptimo.
Boa sorte no Ohio, Dr. Dryer.
T�m os meus ficheiros, o meu laborat�rio foi destru�do
e as minhas pesquisas escrutinadas. N�o sei que mais querem.
Queremos saber como deter estes gafanhotos.
Sem matar 50% da popula��o, diria que � imposs�vel.
E se fosse s� 10%?
J� n�o me cabe a mim dizer.
- Dirigem-se para o Ohio. - J�?
Mudaram. Seguem uma press�o atmosf�rica
que passou pelas Apalaches hoje de manh�.
- Maddy. - Com licen�a.
Encontrei o Axelrod. Est� no Forte Douglas.
Na base de armas biol�gicas? Eu sabia.
� a �nica solu��o, Dr. Axelrod. FORTE DOUGLAS
Porqu� tanto segredo?
Devido � natureza altamente t�xica do g�s nervoso VX.
A imprensa n�o pode desconfiar.
Veja o que faz aos gafanhotos h�bridos.
Foi este g�s que o Saddam usou.
� altamente eficaz.
- Est� morto. - Exacto.
Matou-o.
Era isso que quer�amos.
N�o sei...
Tem uma ideia melhor, doutor?
SAFRA ANTECIPADA
Veja a praga de gafanhotos. Atravessaram o rio.
O quadrante 4B est� livre. Voc�s t�m o 9A e o 5C.
N�o vamos conseguir acabar antes do p�r-do-sol.
� melhor avisar o pessoal que vamos fazer ser�o.
Esta safra � vital, est� bem, Gary? Obrigado.
Como est�s?
N�o tive tempo para pensar. A praga aproxima-se do Ohio.
Estamos a segui-la. N�o deve estar aqui antes de escurecer,
mas n�o vamos arriscar. - �ptimo.
- Ent�o, est�s bem? - Estou.
Mas estou � preocupada connosco.
N�o te preocupes.
Eu volto para casa.
N�o voltes para casa s� porque estou gr�vida.
J� n�o sou uma adolescente.
Volta para casa porque queres estar comigo.
Temos muito em que pensar, certo?
Certo.
- General Miller. - O que foi, Dra. Rierdon?
- Tenho de ver o Peter Axelrod. - Ent�o, fale com o FBI.
Sei que devia ter acompanhado melhor o trabalho do Dr. Axelrod,
mas s� ele � que sabe tudo sobre os gafanhotos.
E preciso de falar com ele.
Isto n�o � uma conspira��o. H� protocolos a seguir.
- S� estou a fazer o meu dever. - Claro, claro, eu compreendo.
Preciso que me ajude a fazer o meu dever. Estamos na mesma equipa.
Ambos queremos acabar com isto antes que passe de crise a desastre.
Sei que o Dr. Axelrod est� no Forte Douglas.
Ajude-me para eu o poder ajudar a si.
Venha comigo.
FORTE DOUGLAS
G�s nervoso? Est�o doidos?
Mata-os, Maddy.
Uma bomba nuclear tamb�m.
O g�s nervoso � uma arma qu�mica. Ali�s, uma arma proibida.
Causa convuls�es, paragem respirat�ria e as pessoas morrem em minutos!
Em doses grandes, perto do ch�o, mata pessoas.
O que propomos � espalh�-la no ar. Vai dissipar-se � medida que desce
mas tem pot�ncia suficiente para matar os gafanhotos,
e ter� poucos efeitos nos humanos.
Poucos, mas ainda ter� alguns.
Quando o g�s chegar ao ch�o, j� ter� uma pot�ncia muito fraca.
Fraca... 20% da popula��o vai morrer?
- Talvez 5 a 10%. - V�o matar milh�es de pessoas.
� a �nica solu��o!
V�o espalh�-lo em �reas rurais, o mais longe poss�vel da popula��o.
E o que acontece aos cidad�os dessas �reas?
E a �gua? E o solo?
H� v�rios dados sobre os efeitos ambientais do g�s. S�o tempor�rios.
Que testes fizeram?
Matou os gafanhotos em laborat�rio. Vamos fazer um teste ao vivo.
� muito arriscado. A FDA, a EPA e a USDA n�o v�o aprovar.
� da responsabilidade militar proteger o solo americano.
Sendo assim, vamos fazer o teste na praga que est� no Ohio.
Ohio?
O Presidente autorizou. S� teremos a certeza quando tentarmos.
Gostava que houvesse uma alternativa.
H� l� muitas crian�as, Peter.
- V�m a�! - J�?
A Ag�ncia de Seguran�a Interna emitiu um aviso.
As pragas de gafanhotos est�o a atacar o Kentucky e o Tennessee.
Para espanto de todos, h� mortes a lamentar.
Pede-se aos residentes que permane�am em casa.
Bom trabalho.
Se continuarmos assim, ao p�r-do-sol estamos despachados.
Despacha-te.
Jennings, cuidado. Se fizermos asneira, isto mata-nos em dois segundos.
Nem acredito que vamos usar isto neste pa�s.
- Meu General. - Obrigado.
- Doutor. - Obrigado.
Aqui tem.
V�, toca a despachar.
- GNN. - Not�cias nacionais, por favor.
Est� a postos, meu General.
General, se vai usar este g�s, ser� supervisionado pela USDA.
Vou participar nisto, quer queira, quer n�o.
Quer participar nisto?
For�a.
Director Rusk. Dirigem-se agora para o Indiana.
Contactem o helic�ptero do Miller. Avisem-no que vai para o Indiana.
Com certeza, Sr. Director.
Obrigado pela informa��o.
Vou comunicar ao resto e volto a contactar para pedir autoriza��o.
31-80 Lima, a desligar.
A praga mudou de direc��o. Dirige-se para o Indiana. Que op��es temos?
Vamos ultrapass�-la e chegar antes dela ao Indiana.
Vamos a isso.
� uma zona populada. N�o podem fazer o teste a�.
� populada, mas n�o � uma �rea metropolitana.
Falou apenas em �reas remotas.
Fal�mos em �reas rurais. Temos de fazer o teste onde houver gafanhotos.
Nunca dissemos que n�o iam morrer pessoas.
� um dia triste para todos.
O g�s.
Aterre o helic�ptero.
Pare com o drama. Se partir esse tubo, morremos todos.
Ou aterra o helic�ptero ou juro que parto este tubo.
Prefiro morrer aqui a ver pessoas inocentes morrer!
- Ela tem raz�o. Aterre. - Est� maluca.
Estou gr�vida, com as hormonas aos pulos. N�o se meta com esta m�e.
Aterre o helic�ptero.
J�! Aterre j� o helic�ptero!
Ag�ncia para 31-80 Lima.
Tenho de atender.
Miller para Ag�ncia.
A vossa miss�o foi descoberta. J� est� na GNN.
Compreendo.
Era o Rusk. A GNN foi informada do teste do g�s nervoso.
Acabou.
Vamos aterrar no Forte Knox e aguardar instru��es.
Oxal� saiba o que est� a fazer.
FORTE KNOX
Estou?
Dan, j� est�o no Indiana. N�o consigo falar com o meu pai.
Est� bem. Consigo estar l� dentro de 45 minutos.
Depressa.
N�o te preocupes, eu vou l�.
Vamos...
Este � um aviso especial do Servi�o de Emerg�ncias.
Todos os cidad�os e animais devem permanecer em casa.
Uma praga de gafanhotos dirige-se para aqui.
Vamos continuar a seguir esta not�cia.
Meninas, o que fazem aqui? Temos de ir para o est�bulo, v�.
O Rusk quer-nos em Washington. FORTE KNOX
Preciso de ir ao Indiana ver o que se passa. Pe�o autoriza��o ao Rusk.
Arranjem-lhe um carro.
- O Dr. Axelrod vem comigo. - Est� sob cust�dia federal.
Fui eu que armei esta confus�o
e os gafanhotos est�o a mudar. Est�o mais agressivos.
D�-me autoriza��o para recolher amostras na linha da frente?
Eu assumo toda a responsabilidade.
- Est� bem. - Obrigado.
A Ag�ncia de Seguran�a Interna emitiu um aviso
para as zonas de Floyd e Clark Counties, no Indiana.
Os residentes devem permanecer em casa at� aviso em contr�rio.
N�o...
- Est� tudo bem? - Tenho algu�m para falar contigo.
Pai?
Sofia! Sofie! Sa�ste do coma!
Est�s bem? Est� tudo bem?
- Como te sentes? - Um pouco cansada.
Sofie, desculpa. Pe�o desculpa por isto tudo.
Sabes que o pap� te adora?
Tamb�m te adoro. Onde est�s?
Ando � procura de gafanhotos.
- At� j�. - Est� bem.
Adeus.
Pai!
O que se passa? N�o atendes o telefone.
Estou ocupado, n�o v�s? O que fazes aqui?
Estava preocupada contigo. A praga vem a�. Estamos em apuros.
- Vai ficar tudo bem, querida. - N�o, temos de ir para casa, anda.
S� tenho de levar os bezerros para o est�bulo.
J� que aqui est�s, ajuda-me.
- Consegues? - Estou aqui para ajudar.
Anda, vamos.
N�o temos muito tempo.
Dan!
Temos de ir para dentro. A praga � enorme!
Estaremos a salvo no celeiro.
O que foi que fiz?
Vamos!
V�, Peter!
S�o mesmo r�pidos.
Que nojo!
Nunca vi um comportamento destes.
- E agora? - Esperamos at� partirem.
Que raio foi isto?
Est�o com fome e n�s somos a comida.
- Temos de fazer alguma coisa. - N�o fa�am nada!
N�o. Eles s� se v�o embora depois de devorarem isto tudo.
N�o podemos ficar parados e n�o fazer nada.
Como � que isto foi acontecer?
N�o sei. E n�o parecem morrer com nada.
- Com nada que conhe�amos. - Espera.
- A electricidade. - O qu�?
Os gafanhotos foram contra o mata-moscas e morreram logo.
Ficamos aqui � espera que v�o todos contra um aparelho de 60 cm?
- Pai, este gerador funciona? - � capaz.
Podemos usar isto para electrificar o silo?
N�o, � muito perigoso.
Queres fazer do silo uma fritadeira gigante?
Ch�o de cimento, silo de metal. Porque n�o?
- O que foi? - N�o tem combust�vel.
Deve haver combust�vel por aqui.
- H�, mas est� l� fora. - Onde, onde?
Perto do barrac�o da ordenha.
- O barrac�o da ordenha? - Ali.
Ali?
Eu vou l�.
O qu�? Est�s a brincar?
N�o v�s, Peter. � de loucos. N�o fa�as isso.
Tu, mais que ningu�m, devia dar valor a este meu gesto.
Agora, ajuda-me, por favor.
- Traz o cabo. - Est� bem.
Isto vai ser a entrada de terra.
Quando tivermos o gerador a funcionar, prendemos o cabo a esta viga.
- Abre a porta! - J� o viste?
Ajuda aqui!
- �ptimo. Tens de cal�ar isto. - Est� bem.
Diz � Terry e � Sofie que as adoro, por favor.
Elas sabem isso, Peter.
J� est�.
�ptimo.
Deixa aumentar.
- Agora! - Est� bem.
Desculpa. Desculpa.
Hoje, os gafanhotos atacaram a �rea de Phoenix.
Esta praga est� agora perto das Montanhas Rochosas.
Como h� pouco alimento naquela zona in�spita,
os gafanhotos v�o entrar no outro lado da montanha muito esfomeados.
A praga a Este deve atravessar o rio Mississ�pi dentro de 24 horas.
O centro do nosso pa�s, a provis�o mundial alimentar
e o povo americano correm perigo.
Sendo assim, amanh� ao meio-dia,
autorizei os militares a espalharem por spray a �nica arma eficaz que temos,
g�s nervoso VX.
A evacua��o total destas �reas vai come�ar imediatamente.
Deus aben�oe a Am�rica.
Dan, espera um pouco.
Nunca pensei ouvir-te dizer isso.
A s�rio. Espera um instante.
Dra. Rierdon, agora, tem de cuidar melhor de si e do beb�.
� para isso que aqui est�s, n�o �?
Pois �.
- Adoro-te, sabias? - � bom saber.
Vamos a isto.
Voc�s n�o sei, mas n�o quero ser respons�vel pela fome mundial,
principalmente se soubesse que a podia prevenir.
Vou informar-vos sobre as evacua��es durante o ataque a�reo...
Encontr�mos outra maneira.
Dra. Rierdon, n�o h� outra maneira.
Estas coisas v�o entrar no centro do pa�s.
Mas h� outra maneira de as matar. Electricidade.
Electricidade? Est� maluca?
N�o. Director Rusk, n�s assistimos a tudo.
Uma praga no Indiana foi destru�da com uma corrente el�ctrica muito forte.
Que maravilha. Quando isolados, conseguem mat�-los com electricidade.
Caso n�o tenham reparado, h� gafanhotos em todo o lado.
Temos os melhores inventores do pa�s nesta sala!
Antes de usar um g�s perigoso, temos de ser criativos!
Como criamos o maior mata-moscas do mundo?
N�o temos tempo para fantasias.
- N�o sou engenheira, mas... - Maddy, por favor, senta-te.
Pode haver uma solu��o.
Lorelai Wentworth, Minist�rio da Energia.
Em teoria, o que a Dra. Rierdon sugere pode funcionar.
Posso ver o ecr� principal?
- Claro. - Obrigada.
Ao longo das montanhas Rochosas e do rio Mississ�pi
est�o os postes de alta tens�o.
Em teoria, se aumentarmos a corrente nestes postes
criamos um campo energ�tico que se expandir� para l� dos cabos.
E tudo o que por l� passe, morre electrocutado.
Exacto.
N�o percebem? Ser� uma veda��o electrificada gigante.
Quando passarem por l�, apanham um choque.
Precisamos de mais do que um choque!
S�o altas voltagens, meu general.
Chegam para os matar?
Se reunirmos electricidade suficiente, penso que morrem logo.
Se reunirmos? Como assim, se?
Exige uma coopera��o nacional.
Temos de deixar de usar energia.
A ind�stria, os lares, o governo.
Toda a gente.
Faltam poucas horas para amanhecer. O presidente mandou...
Vale a pena tentar antes de colocarmos os cidad�os em risco.
Ela tem raz�o. Dev�amos tentar.
Se funcionar, � bem melhor que largar um g�s perigoso.
- Eu falo com o Presidente. - Obrigada, Sr. Director.
Est� bem, fazemos como querem. Mas se n�o funcionar, n�s agimos
e largamos o g�s imediatamente.
Vamos fazer o seguinte.
O Wyatt acha que a praga vai passar pelos cabos em Rockport, no Illinois.
Vamos a isto.
A Ag�ncia de Seguran�a Interna emitiu um alerta nacional.
Para combater a amea�a actual, temos de desviar toda a energia.
Os utilizadores dom�sticos, comerciais e industriais
devem desligar as luzes, aparelhos el�ctricos e ar condicionado.
O centro nacional de energia conta com a vossa colabora��o.
Usem r�dios a pilhas para as instru��es que se seguir�o.
- Tenho uma pergunta parva. - Diz.
E se os bichos n�o se aproximarem o suficiente dos cabos de alta tens�o?
S�o atra�dos por luzes brilhantes e reflectoras.
E como fazemos isso? Usamos o nosso espelho retrovisor?
Servi�o Nacional de Meteorologia.
Sim, os bal�es meteorol�gicos reflectem a luz quando h� sol.
E como est� o tempo amanh�?
Sol em todo o pa�s.
- N�o te preocupes, trato dos bal�es. - Obrigada, Wyatt.
BASE DA FOR�A A�REA
J� estamos a desviar a energia.
Rierdon.
Maddy, h� actividade em todo o pa�s.
Est�o todos prontos?
Emitimos um alerta a proibir qualquer viagem pelos cabos de alta tens�o.
As centrais el�ctricas est�o � espera de um sinal.
E a For�a A�rea est� a postos caso isto n�o resulte.
Vai resultar, meu general.
Estamos perto dos cabos de alta tens�o. Quando chegarmos, ligo.
Esquadr�o Alpha aguarda autoriza��o para largar o g�s nervoso.
Est�o ali.
Vamos a isto.
Ata essa corda ali.
- Mant�m-na apertada. - Vai!
Porque est�o a p�-los ali? Deviam estar mais perto dos cabos.
- O que importa? Est�o no ar. - N�o! Temos de tirar isso da�!
T�m de aproximar os bal�es mais cem metros!
V�, depressa!
Tu �s a especialista em insectos.
Depressa, depressa!
E agora, que tal?
Os espa�os devem ser similares ao longo dos cabos, a 25 metros.
Se calhar precisamos de mais cabos. Isto d� para ficar mais alto?
- Ser� suficiente? - � tudo o que temos.
Oxal� seja suficiente.
Maddy, h� meses que n�o pass�vamos tanto tempo juntos.
Maddy, estamos a postos.
Maddy, est�s a�?
Vamos para o carro.
� agora.
Oxal� funcione.
V� l�!
Boa!
General! Funcionou!
Funcionou!
Funcionou!
Se eu fosse o general que autorizou expor o povo americano ao g�s VX,
n�o sei se teria emprego por muito tempo.
Conseguiste.
N�s conseguimos.
O pa�s respirou de al�vio quando a Ag�ncia de Seguran�a Interna
declarou vit�ria � recente invas�o de gafanhotos.
Os gafanhotos foram destru�dos com alta voltagem, durante v�rias horas,
gra�as � coopera��o de todos os cidad�os americanos.
E para nosso espanto, devido � modifica��o gen�tica,
os gafanhotos que sobreviveram est�o est�reis.
Ainda n�o � hoje que se d� o Apocalipse.
UM ANO DEPOIS
O que foi? O que foi?
- As minhas meninas est�o aqui. - Ol�.
- Ela j� est� cansada. - Ai �?
- Isto � que � vida. - Pois �.
Est� aqui a Sra. Dryer?
- Quem quer saber? - Deve ser para ti.
Est�, sim? Sim, � a pr�pria.
Houve uma ruptura onde?
E quanto tempo me seria exigido?
� um projecto muito interessante.
Tradu��o e Legendagem M�nica Moreira / CRISTBET, Lda.
Ripadas e sincronizadas por: PT-Subs Rips
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