All language subtitles for El hombre de Rio Malo 1971 Port

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Original subtitles

Quando � que instalou isto?

Depois do �ltimo assalto do King.

� � prova de bala, roubo...

e s� eu sei a combina��o.

Por favor, vire-se.

Entre e d� uma olhada.

S�lido.

S�lido.

S�lido!.

Rapazes, baixem as armas. Vamos.

Angel, explode.

E um, dois, tr�s, um, dois, tr�s...

N�o tens jeito! King?

Observa.

Lindo.

Desculpem, mas estamos a chegar em Omaha.

Odie, aqui est� a tua parte.

Tens de descer aqui?

O amor da minha vida est� � minha espera.

- Ela est� � espera h� muito tempo! - Ent�o apressa-te.

Odie!

Para onde vais, n�o vais precisar disto.

Kansas City.

Vem comigo para Chicago. Tenho grandes planos.

E eu tenho uma casa cheia de pequenos.

Acho que me vou casar com ela.

Vai gastar isso tudo s� com uma mulher?

Chama-se Annie. Foi feita no c�u.

Pareces preocupado.

Conheci uma Annie em Kansas City.

""Annie sempre dispon�vel"".

Dev�amos ficar juntos, velho amigo.

Anda!

Veste isto.

Vamos!

Desculpe. Pensei que fosse o vag�o-restaurante.

Espere, menina!

Muito bonito.

Deve ser um homem importante.

S� falta aqui o seu retrato.

Com que trabalha, Sr. King?

Bancos. Transfiro fundos de um lugar para outro.

O que mais admira numa mulher?

Bem, na verdade, todas as partes.

O que procura num homem?

- Honestidade. - E depois?

H� quanto tempo � vi�va, Alicia?

Desde 4 de Julho.

Naquela noite eu e o Charlie est�vamos a comemorar.

Pod�amos ver os fogos da janela do quarto.

Posso dizer que ele ficou agitado demais...

e apagou-se como os fogos de artif�cio.

Adeus, Charlie.

Uma mulher como tu n�o devia viajar sozinha.

E n�o estou.

Ent�o � voc� o sortudo.

Feliz, querido?

Pode tirar o seu chap�u? H� uma senhora presente.

Estamos aqui reunidos para...

Em que � que est� a pensar, Sra. King?

H� casos de insanidade na tua fam�lia?

N�o podes fazer isto comigo!

Somos casados!

Quanto tempo vai ficar internado?

No m�nimo 6 meses.

Tome. Quero que ele seja...

muito bem tratado.

Adeus, querido.

O que vai ser?

- Cerveja. - Tr�s.

� loucura dele em voltarmos c�.

Assaltamos este banco tr�s vezes.

Talvez ele n�o venha. Ou nem nos tenha mandado chamar.

Pode ser uma armadilha. Estamos sem armas.

- Vamos. V�o reconhecer-nos. - Espera! Para onde?

Quem � que paga?

- Estamos � espera duma pessoa. - Temos um encontro.

Com um homem muito importante.

Ou�am. Paguem ou acabo com voc�s.

A festa � aqui em cima.

Demoraram a chegar.

Qual � a tua proposta?

Metade para mim, e metade para voc�s.

Mas, � s� um e n�s somos oito.

Ter� uma parte. Isto �, 11 %, ou seja 2.750 d�lares.

A cidade � minha. E fui eu que os chamei.

Quero 5 mil d�lares.

4 mil.

� a minha �ltima oferta.

Feito.

- Amigos at� � morte. - Isso mesmo!

- At� ao fim. - At� ao fim.

Que trabalho vamos fazer?

Estou ansioso para come�ar a trabalhar.

Ser� uma nova experi�ncia. Que trabalho �?

Servi�o pessoal.

Pessoal? Parece �ptimo.

Vamos come�ar uma revolu��o?

O "Ariel". Atracar� dentro de 10 minutos.

Rapazes, vamos passear de navio.

V� l�, despachem-se.

Onde est� toda a gente? Ei, espera.

D�-me uma bebida. S� uma.

Vamos, d�-me uma bebida.

Vamos.

D�-me uma bebida.

Est� tudo arranjado.

Queria ouvir de si, Sr. Montero.

Venha.

Amanh� � noite, a esta hora...

Sr. King, por favor!

Ou�am. Amanh� � noite o navio estar� a 20 km...

da miss�o de St. Joseph.

- � bem aqui. - � o qu�? Ei King!

O ex�rcito mexicano usa a miss�o como arsenal.

O Sr. Montero quer explodi-lo.

Por que quer a gente?

O que � que importa? Se nos paga, vamos explodi-lo.

Quando � que vai pagar?

Pagar� quando voltarmos para o navio.

- 10 mil d�lares em ouro. - Como sabes que vai pagar?

Conhe�o o Montero. A sua palavra chega-me. Certo, King?

Estava � tua espera.

Tive um dia duro no trabalho.

- Agi mal contigo. - O que vem f�cil, vai f�cil.

- �s r�pido a perdoar. - J� esqueci de tudo.

Ainda me pesa na minha consci�ncia.

�s muito sens�vel.

- N�o te consegui esquecer. - Ai casou-se com o Montero.

- Para o esquecer. - N�o tivemos lua-de-mel.

- N�o fui uma boa esposa. - Por que achas isso?

- Podia-me ter esfor�ado mais. - � verdade.

Mas arranjei este trabalho para ti.

Ainda me deves algo.

Como seria se tiv�ssemos uma segunda hip�tese?

Vamos t�-la.

N�o est�s �ntimo demais?

J� nos conhecemos antes.

O meu marido est� l� fora.

Ent�o n�o fa�as barulho.

- Est�s � procura de sarilhos. - Vim ao lugar certo.

Ai est�o as ovelhas. Estou com sede. Posso?

Vai, mas r�pido.

- Est�s livre? - Solta-me, seu porco.

Pago-te uma bebida.

- S� bebo com oficiais. - Tenho ouro.

Sai daqui, velho. Como te chamas?

- Angel. - Sou a Conchita.

- Acho que gosto de ti. - Que bom!

S� tens uma moeda de ouro? Talvez duas?

Talvez tr�s, quatro ou talvez cinco.

Como queres que seja, bastante gentil?

- Podemos visitar a igreja. - � o arsenal.

Se l� fores, morres.

- Mas acharemos um lugar. - Conchita!

Hora de alimentar os animais.

Est�s a divertir-te?

Vamos l� cima. Vais gostar. Vamos.

N�o sejas t�o r�pido.

D�-me todo o teu dinheiro ou grito.

Grita.

Queres um beijo?

N�o confio em ti.

- O que fazes aqui? - O que est� a acontecer?

Filho de um c�o. Tu e a tua fam�lia.

Primeiro o trabalho.

Ele veio com o pastor.

Quem �s tu?

Revistem-no!

Verifiquem o arsenal.

Fa�am-no falar.

Fala, amigo.

Ajudem aqui.

Sargento, precisamos de ajuda.

P�ra!

Vamos!

King!

Odie!

- Vamos sair daqui! - Certo!

Est�o a passar por n�s.

Numa hora vamos alcan��-los.

N�o � lugar para descansar.

� bom que nos apanhem. N�o fomos pagos.

Por que n�o atiraste?

Precisamos dele. N�o sei nadar.

� melhor eu ficar com ele.

N�o � necess�rio. N�o �, capit�o?

Voc� vai para o lado americano.

Sim. Vamos apanh�-los nos dois lados do rio.

Se os americanos o apanharem, n�o te conhe�o.

O qu�? At� eu posso ser �til ao M�xico.

Se os revolucion�rios tivessem ouro...

- trabalhavas para eles. - Sim, excel�ncia.

- Tu s� �s um bandido. - Sim, excel�ncia.

Lembra-te, Canales. Quando a revolu��o acabar...

- prometo enforcar-te. - Sim, excel�ncia.

- Onde est�o os 10 mil? - N�o h� 10 mil.

- � um milh�o ou nada. - Isso � bom?

Certo, vou ser franca.

Por que acham que explodimos o arsenal?

Para ganhar a revolu��o.

- Idiota! - As armas destru�das...

ser�o substitu�das pelo governo mexicano, certo?

- Certo. - Certo.

- E o milh�o? - Sim, explique-se.

O governo mexicano mandar� 1 milh�o de d�lares para El Paso...

para comprar armas novas.

O governo mexicano mandar� 1 milh�o de d�lares para El Paso...

para comprar armas novas.

- E n�s vamos apanhar o dinheiro. - E n�s vamos apanhar o dinheiro!

Isso � bom!

- Como? - O Montero � um revolucion�rio.

Mas tamb�m � um agente do governo mexicano.

Ao descontar o cheque, ele serve a revolu��o...

E ainda � um patriota.

Exacto. E ai dividiremos ao meio.

- Ao meio? - Ao meio! �ptimo!

Porque precisas do Montero?

Para atracar o barco.

- Porque precisas de n�s? - N�o confio nele.

Isso � mau.

- � teu marido. - Nem por 1 milh�o de d�lares.

- N�o confia no marido. - Entendi.

Rapazes...

acho que fomos enganados de novo.

- O Montero est� aqui? - N�mero 3.

- Ele est� sozinho? - Tem um homem com ele.

- Sonha com os 25 mil d�lares? - P�ra, Odie.

Quem � ele?

Devia estar com o dinheiro.

Vem!

Idiota!

Nada!

Vamos.

Nada!

Cerquem-nos. Apanharam o cheque.

Traga "Adelita".

� uma armadilha.

Certo. Podem entrar e recolher os corpos.

Tiburcio, Luiz...

entrem e encontrem o cheque de 1 milh�o de d�lares!

- Sr. King! - Estou a ouvir.

N�o quero lutar consigo.

- Estou a ver. - Estou a ir. L� vou eu.

- Vem. - Apanhaste o cheque?

N�o estava com ele.

Tamb�m sabes sobre o cheque?

Todos sabem. Tantos mortos e nada de dinheiro.

Quero fazer um acordo.

J� fiz um acordo.

Sou um bandido e voc� assalta bancos, certo?

� melhor seres directo.

Queremos a mesma coisa. O dinheiro dos outros.

Estamos do mesmo lado. Somos amigos.

Ou�a, de quem � aquele dinheiro?

Do governo mexicano.

E quem � o governo mexicano?

O povo mexicano. E quem � o povo mexicano?

Eu sou um mexicano, e voc� � meu amigo.

O que queres, amigo?

Ou�a, a Sra. Montero n�o � de confian�a.

� uma mulher m�.

D�-me essa mulher e encontrarei o dinheiro.

- Como far�s isso? - Voc� sabe!

Eu mesmo fa�o isso.

- Apanhaste-lo? - N�s o apanhamos.

- Est� morto? - �s vi�va de novo.

- S� dou azar. - N�o te culpes.

- Nunca mais volto a casar. - N�o te castigues.

- � melhor eu morrer. - N�o percas as esperan�as.

Se tivesse uma raz�o para viver...

Tem milh�es de boas raz�es.

Ele estava com o cheque?

N�o procuro roupa interior!

Sabes que ele nunca apanhou o cheque.

Dev�amos matar o Montero e os bandidos nos matariam.

Fugias com o dinheiro e tinhas dois maridos mortos.

Nunca achei que o Canales...

Desculpe. Continue.

N�o me quer a mim, querer-te a ti.

Para se casar comigo?

N�o, s� quer o dinheiro. Diz que est� contigo.

Revista-me.

- Vou faz�-lo. - N�o ousarias.

Nunca o amei.

Ele te for�ou a casares-te.

- Eu estava arrasada. - Ele aproveitou-se.

Se eu soubesse onde podia encontrar-te...

- N�o era assim t�o dif�cil. - Espero que n�o seja tarde.

- � melhor come�ar j� aqui. - Limpo o ch�o para ti.

Ai subo devagar.

Tu �s tudo o que sempre quis.

Vamos fazer hist�ria... juntos.

Fica aqui.

Acertaram-lhe?

Fui eu que lhe bati. Queria levar-nos directo para os bandidos.

Bateste-lhe forte.

- Est� duro. - Como uma t�bua.

- N�o me diga que � a camareira. - Est� bem.

N�o sou a camareira.

- O que procura? - Um homem.

- Pode-se explicar melhor? - Procuro o Montero.

Procura no lugar errado. Est� morto.

Est� vivo e est� dentro deste barco.

Se o Montero que vi n�o estava morto...

estava a representar muito bem.

- O que viu foi um actor. - Porque diz isso?

- N�o achou o cheque, certo? - Do que est� a falar?

Toda a gente sabe do cheque?

N�o pode guardar 1 milh�o de d�lares em segredo.

- Quero olhar nos teus olhos. - Porqu�?

- Mentirosa maldita! - O que foi desta vez?

Onde escondeste o verdadeiro Montero?

- Est� no M�xico. - Mentira! Onde � que ele est�?

A salvo de ti.

De mim? Est�s preocupada com ele?

Ele conseguiu o que queria, usou-te como ref�m...

e est�s preocupada com ele?

Isso incomoda-te, n�o?

Um homem como este deve ser morto.

Por causa do dinheiro ou por ser o meu marido?

N�o est� ai.

Paco!

- Est� abafado aqui dentro. - Apareceu cedo demais.

Vai matar-me?

Matou o homem no arm�rio. Agora � a sua vez.

N�o fui eu que o matei, mas sei quem o matou: a pol�tica.

Mesmo assim � um matador.

Quem mata por raz�es politicas � um assassino.

N�o me envolvo com matadores.

Agora fale-me do cheque.

- N�o est� comigo. - Onde est�?

- � meio complicado. - Simplifique.

Viu a "Wells Fargo" quando o navio atracou?

Sim vi.

Saquei l� o cheque e enviei o dinheiro para Laredo.

Para quem?

Para mim. Em quem mais posso confiar?

- Isso, apanhe a sua arma. - N�o. � o meu recibo.

Diz que o recebedor...

deve ser identificado como Francisco Montero.

Viste? Disse que estava a salvo de ti.

Muito bem. Vamos para Laredo juntos.

N�o vamos para l�, de navio.

Os motores pararam. Estamos a ser levados pela corrente.

Tiveste de contratar o teu ex-marido?

Quando nos casamos ele era muito mansinho.

Os motores pifaram. Jogaram uma chave inglesa para cima deles.

Vamos conseguir chegar a Laredo.

Vamos muito devagar. Os bandidos podem atacar-nos.

Mande o Odie ficar do lado mexicano.

Isso � um erro.

Prefere os bandidos do lado americano?

- Ser� um erro fatal. - O risco � deles, querido.

Rende-te, amigo.

�s prisioneiro da revolu��o.

- Voc�s todos s�o acusados. - De qu�?

Para os inimigos da revolu��o s� h� uma puni��o.

Ela, n�o.

- Ela � minha mulher. - Ela � minha mulher!

Uma briga marital? Eu resolvo.

Mata-a.

Tenente, quero falar com o comandante.

Conhece-o?

O coronel Fierro era meu criado na academia.

Como os tempos mudaram!

Sim, mas em nome dos velhos tempos...

vou pedir-lhe para ele o mandar matar.

Se � amigo do coronel...

- Henrique! - Paco!

- � bom rever-te. - Sempre do lado errado.

Est�o ali os prisioneiros.

Com licen�a.

Conhe�o-te.

Mande-os parar! Onde nos encontramos?

Talvez tenha visto a minha cara num cartaz.

� um bandido famoso na Am�rica.

E quanto vale?

Da �ltima vez eram 10 mil.

S�o amigos?

Todos juntos valemos 25 mil d�lares.

Acho que escondem algo de mim.

Luiz, quantas vezes tenho que te dizer...

para n�o interromperes os meus interrogat�rios?

- Esqueci-me, excel�ncia. - N�o te voltes a esquecer.

Dolores, querida!

Fala-me de novo do saque do milh�o de d�lares em Laredo.

Entreguei as galinhas. N�o quebre os ovos.

Rapariga esperta!

Prendam-nos.

Obrigada

Henrique.

Satisfeita?

Ainda n�o.

- Toma um caf�. - Estou com fome, ainda n�o tomei o pequeno-almo�o.

O que queres comer?

- Coronel. Posso dar-lhe um tiro? - Desculpe-me.

- Paco, quanto � que eu posso receber? - Eu sou s� um pobre servo das pessoas.

Ser pobre n�o � vergonha nenhuma, mas tamb�m n�o � motivo de orgulho.

Paco, mas para nos manter vivos. Temos de valer alguma coisa.

D�-me lume.

Deves ter algo importante para contar.

Eu sou a galinha dos ovos de ouro, pergunta � Dolores.

Isso � o que eu tenho tentado dizer-lhe.

Claro!

Mas o que eu posso dizer acerca disso.

Tu �s o Paco, o meu velho amigo. Eu costumava polir as tuas botas na academia.

- Prende-o com os outros. - Senhor?

Lembra-te Henrique, ganhe quem ganhar esta revolu��o tu vais acabar a polir-me as botas.

Dolores.

Como podemos fazer neg�cio?

O que mais valoriza numa mulher coronel?

- Fidelidade. - E a seguir?

N�o estar�amos melhores se f�ssemos mais civilizados?

- O que quer dizer? - O que � que ela v� em ti?

Nunca entenderias.

- Vou mat�-lo agora. - Espera!

Ou�a, fala sobre ser civilizado.

Tenho uma proposta.

- Vamos dividir. - Dividir o qu�?

Tudo, inclusive a mulher.

Com o dinheiro que receberei, vamos viver em Paris.

Fala franc�s?

Gozou contigo! Vais tolerar?

N�o entenderia nada. Eles bebem vinho.

Para ti teria gosto a perfume.

A �nica divers�o � a �pera e o Bois de Bologne...

e um parque onde se vai para alimentar os cisnes.

- N�o iam gostar disto. - Prefiro morrer!

Viu?

Sai do caminho!

Abre a porta!

Vamos!

O que � que o Napole�o faria numa situa��o destas?

Soldados da revolu��o, este � um momento de gl�ria!

Voc�s ser�o uma lenda!

Os vossos nomes estar�o nos livros de her�is!

Com o que v�o fazer agora, os sinos v�o tocar no pais inteiro!

Em frente!

O Montero disse que entende de explosivos.

Explodimos algumas coisas.

O canh�o federal...

� muito irritante.

Silencie o canh�o...

e eu o liberto.

Feito.

Primeiro o seu plano.

Bem, n�o vou atacar com uma espada.

A sua mente diab�lica deve preferir a trai��o.

Voc� l� deve saber.

Vamos.

Aqui mesmo.

N�o somos bandidos.

Respeitamos uma bandeira branca. Deixa-os passar.

- � o chefe, amigo? - Chame-o de excel�ncia.

Excel�ncia.

Espere! Conhe�o estes homens.

Mas de onde?

Quem � o seu porta-voz?

Sou eu, excel�ncia.

- Porque � que ele n�o fala? - Porque � que voc� n�o fala?

Que tipo de oficiais s�o voc�s? De onde s�o?

Ele � meu primo. Somos do mesmo vilarejo.

Excel�ncia, agora lembro-me. Claro!

Vi estes rostos h� pouco tempo. Tenho a certeza.

Eu conhe�o-os como ao meu irm�o!

Mas quem s�o eles?

Diga ao coronel que s� aceito uma rendi��o incondicional.

Sem condi��es.

Sabe o que � uma rendi��o incondicional?

N�o viemos falar de rendi��o e sim de outra coisa.

De qu�?

Bem, excel�ncia, � sobre o canh�o.

O coronel acha-o irritante.

Vieram pedir para eu parar de disparar o canh�o?

Sim. Queremos compr�-lo.

Ouviram? Ele quer comprar o nosso canh�o.

Quanto pagar�o por ele?

1 milh�o de d�lares.

Claro. O Montero e o seu milh�o de d�lares.

Prenderam o Montero no forte.

Digam ao coronel que n�o estou interessado.

Vou destru�-los com o canh�o.

Vou apanhar o dinheiro, o Montero...

enforcar o coronel e matar voc�s!

Lembra-se da bandeira branca.

T�m um minuto para voltar!

Cuidado! O que � isto?

- Vamos! - Idiota!

Cuidado! Sargento!

Sargento!

Fogo! Fogo! Matem-nos a todos! Fogo!

- Excel�ncia, agora me lembro! - O qu�? Atirem!

- Sabe quem eles s�o? - Quem?

Nunca esque�o um rosto!

N�s vencemos! Vencemos!

N�s perdemos! Perdemos!

Achas que eles iriam l� de novo?

Lembro-me muito bem. O bando do King.

Os quatro que explodiram a miss�o.

Porque faz isto comigo?

Eu j� disse, eu j� disse.

Nunca esque�o um rosto.

Conheces o general que nos cercou?

Duarte? Fomos juntos para a academia.

Ele � rico?

A sua fam�lia possui metade do M�xico.

� casado?

Porqu�?

A batalha vai mal.

Ontem disseste que me amavas.

Sejamos pr�ticos.

- O que queres que eu fa�a? - Rende-te.

Ao Duarte? Nunca!

Eu polia as suas botas na academia.

Faz isso por mim.

Coronel!

Est�o a trazer os canh�es. Onde est� o coronel?

Quem construiu este forte era um idiota. � uma pris�o.

Prometi solt�-los, n�o uma viagem segura para Laredo.

- Onde est� o Montero? - Disse para o vigiar.

- Por que n�o o vigiaste? - Est�o preocupados comigo?

- Vejam o que achei. - O que �?

O que vos parece? Um velho mapa do forte.

Ponha o seu p� aqui e voc�, ali. Por favor, coronel.

O que v�em?

Parece um t�nel.

Para onde vai?

- Para o rio. - E onde come�a?

- Na igreja. - O que isto lhe sugere?

Apesar de ser da infantaria, deve saber o que significa.

- Entendi! - Ele entendeu.

Se o po�o secar, vamos buscar �gua ao rio.

- � uma rota de fuga. - Uma rota de fuga!

Foi o que eu disse!

- Tem medo do escuro? - S� tem medo da pobreza.

- V�s alguma coisa, soldado? - N�o sei, excel�ncia.

Est�o muito ocupados a construir qualquer coisa.

- O qu�? - N�o d� para ver.

N�o est� a ouvir?

Sil�ncio! Sil�ncio!

Parece que serram madeira e pregam pregos.

Aproveitam as �ltimas horas para fazer os seus caix�es.

Sonhei em andar neste carro na Cidade do M�xico.

O povo gritando: ""Fierro! Viva o Presidente!""

De quem o roubaste?

Foi um presente de um banqueiro morto.

Vem connosco.

J� tens dois maridos. O que vais fazer comigo?

Pensarei em alguma coisa.

- O que v�s? - Est�o a observar-nos.

Adeus. Tem um �ltimo recado para a sua mulher?

Lembra-te...

um homem corajoso s� morre uma vez.

- Lembra-te do �lamo. - �lamo? �lamo?

Foi a batalha que ganhamos.

Eu sei!

Os canh�es est�o prontos.

Agora vamos explodir aqueles port�es.

Fogo! Atirem!

Eu sou um bandido, mas voc�!

Como chegou aqui?

N�o foi f�cil.

Deviam ser amigos. T�m muito em comum: eu.

Como vamos dividi-la?

O que sugere? Uma troca?

- O que acham que sou? - Devemos responder?

Daqui a alguns minutos ser�s rico. Poder�s ter qualquer rapariga.

Devo agir enquanto ainda �s pobre.

Primeiro vou comprar-te um vestido.

Um que saia facilmente.

Sr. Francisco Montero.

Assine aqui.

A assinatura confere.

Identifica��o correcta.

Assine aqui.

Para tr�s.

Para tr�s!

- Vens, querida? - Estou a ir, Jesse.

Como estou a sair-me, pap�?

Como a tua querida m�e.

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