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Quando � que instalou isto?
Depois do �ltimo assalto do King.
� � prova de bala, roubo...
e s� eu sei a combina��o.
Por favor, vire-se.
Entre e d� uma olhada.
S�lido.
S�lido.
S�lido!.
Rapazes, baixem as armas. Vamos.
Angel, explode.
E um, dois, tr�s, um, dois, tr�s...
N�o tens jeito! King?
Observa.
Lindo.
Desculpem, mas estamos a chegar em Omaha.
Odie, aqui est� a tua parte.
Tens de descer aqui?
O amor da minha vida est� � minha espera.
- Ela est� � espera h� muito tempo! - Ent�o apressa-te.
Odie!
Para onde vais, n�o vais precisar disto.
Kansas City.
Vem comigo para Chicago. Tenho grandes planos.
E eu tenho uma casa cheia de pequenos.
Acho que me vou casar com ela.
Vai gastar isso tudo s� com uma mulher?
Chama-se Annie. Foi feita no c�u.
Pareces preocupado.
Conheci uma Annie em Kansas City.
""Annie sempre dispon�vel"".
Dev�amos ficar juntos, velho amigo.
Anda!
Veste isto.
Vamos!
Desculpe. Pensei que fosse o vag�o-restaurante.
Espere, menina!
Muito bonito.
Deve ser um homem importante.
S� falta aqui o seu retrato.
Com que trabalha, Sr. King?
Bancos. Transfiro fundos de um lugar para outro.
O que mais admira numa mulher?
Bem, na verdade, todas as partes.
O que procura num homem?
- Honestidade. - E depois?
H� quanto tempo � vi�va, Alicia?
Desde 4 de Julho.
Naquela noite eu e o Charlie est�vamos a comemorar.
Pod�amos ver os fogos da janela do quarto.
Posso dizer que ele ficou agitado demais...
e apagou-se como os fogos de artif�cio.
Adeus, Charlie.
Uma mulher como tu n�o devia viajar sozinha.
E n�o estou.
Ent�o � voc� o sortudo.
Feliz, querido?
Pode tirar o seu chap�u? H� uma senhora presente.
Estamos aqui reunidos para...
Em que � que est� a pensar, Sra. King?
H� casos de insanidade na tua fam�lia?
N�o podes fazer isto comigo!
Somos casados!
Quanto tempo vai ficar internado?
No m�nimo 6 meses.
Tome. Quero que ele seja...
muito bem tratado.
Adeus, querido.
O que vai ser?
- Cerveja. - Tr�s.
� loucura dele em voltarmos c�.
Assaltamos este banco tr�s vezes.
Talvez ele n�o venha. Ou nem nos tenha mandado chamar.
Pode ser uma armadilha. Estamos sem armas.
- Vamos. V�o reconhecer-nos. - Espera! Para onde?
Quem � que paga?
- Estamos � espera duma pessoa. - Temos um encontro.
Com um homem muito importante.
Ou�am. Paguem ou acabo com voc�s.
A festa � aqui em cima.
Demoraram a chegar.
Qual � a tua proposta?
Metade para mim, e metade para voc�s.
Mas, � s� um e n�s somos oito.
Ter� uma parte. Isto �, 11 %, ou seja 2.750 d�lares.
A cidade � minha. E fui eu que os chamei.
Quero 5 mil d�lares.
4 mil.
� a minha �ltima oferta.
Feito.
- Amigos at� � morte. - Isso mesmo!
- At� ao fim. - At� ao fim.
Que trabalho vamos fazer?
Estou ansioso para come�ar a trabalhar.
Ser� uma nova experi�ncia. Que trabalho �?
Servi�o pessoal.
Pessoal? Parece �ptimo.
Vamos come�ar uma revolu��o?
O "Ariel". Atracar� dentro de 10 minutos.
Rapazes, vamos passear de navio.
V� l�, despachem-se.
Onde est� toda a gente? Ei, espera.
D�-me uma bebida. S� uma.
Vamos, d�-me uma bebida.
Vamos.
D�-me uma bebida.
Est� tudo arranjado.
Queria ouvir de si, Sr. Montero.
Venha.
Amanh� � noite, a esta hora...
Sr. King, por favor!
Ou�am. Amanh� � noite o navio estar� a 20 km...
da miss�o de St. Joseph.
- � bem aqui. - � o qu�? Ei King!
O ex�rcito mexicano usa a miss�o como arsenal.
O Sr. Montero quer explodi-lo.
Por que quer a gente?
O que � que importa? Se nos paga, vamos explodi-lo.
Quando � que vai pagar?
Pagar� quando voltarmos para o navio.
- 10 mil d�lares em ouro. - Como sabes que vai pagar?
Conhe�o o Montero. A sua palavra chega-me. Certo, King?
Estava � tua espera.
Tive um dia duro no trabalho.
- Agi mal contigo. - O que vem f�cil, vai f�cil.
- �s r�pido a perdoar. - J� esqueci de tudo.
Ainda me pesa na minha consci�ncia.
�s muito sens�vel.
- N�o te consegui esquecer. - Ai casou-se com o Montero.
- Para o esquecer. - N�o tivemos lua-de-mel.
- N�o fui uma boa esposa. - Por que achas isso?
- Podia-me ter esfor�ado mais. - � verdade.
Mas arranjei este trabalho para ti.
Ainda me deves algo.
Como seria se tiv�ssemos uma segunda hip�tese?
Vamos t�-la.
N�o est�s �ntimo demais?
J� nos conhecemos antes.
O meu marido est� l� fora.
Ent�o n�o fa�as barulho.
- Est�s � procura de sarilhos. - Vim ao lugar certo.
Ai est�o as ovelhas. Estou com sede. Posso?
Vai, mas r�pido.
- Est�s livre? - Solta-me, seu porco.
Pago-te uma bebida.
- S� bebo com oficiais. - Tenho ouro.
Sai daqui, velho. Como te chamas?
- Angel. - Sou a Conchita.
- Acho que gosto de ti. - Que bom!
S� tens uma moeda de ouro? Talvez duas?
Talvez tr�s, quatro ou talvez cinco.
Como queres que seja, bastante gentil?
- Podemos visitar a igreja. - � o arsenal.
Se l� fores, morres.
- Mas acharemos um lugar. - Conchita!
Hora de alimentar os animais.
Est�s a divertir-te?
Vamos l� cima. Vais gostar. Vamos.
N�o sejas t�o r�pido.
D�-me todo o teu dinheiro ou grito.
Grita.
Queres um beijo?
N�o confio em ti.
- O que fazes aqui? - O que est� a acontecer?
Filho de um c�o. Tu e a tua fam�lia.
Primeiro o trabalho.
Ele veio com o pastor.
Quem �s tu?
Revistem-no!
Verifiquem o arsenal.
Fa�am-no falar.
Fala, amigo.
Ajudem aqui.
Sargento, precisamos de ajuda.
P�ra!
Vamos!
King!
Odie!
- Vamos sair daqui! - Certo!
Est�o a passar por n�s.
Numa hora vamos alcan��-los.
N�o � lugar para descansar.
� bom que nos apanhem. N�o fomos pagos.
Por que n�o atiraste?
Precisamos dele. N�o sei nadar.
� melhor eu ficar com ele.
N�o � necess�rio. N�o �, capit�o?
Voc� vai para o lado americano.
Sim. Vamos apanh�-los nos dois lados do rio.
Se os americanos o apanharem, n�o te conhe�o.
O qu�? At� eu posso ser �til ao M�xico.
Se os revolucion�rios tivessem ouro...
- trabalhavas para eles. - Sim, excel�ncia.
- Tu s� �s um bandido. - Sim, excel�ncia.
Lembra-te, Canales. Quando a revolu��o acabar...
- prometo enforcar-te. - Sim, excel�ncia.
- Onde est�o os 10 mil? - N�o h� 10 mil.
- � um milh�o ou nada. - Isso � bom?
Certo, vou ser franca.
Por que acham que explodimos o arsenal?
Para ganhar a revolu��o.
- Idiota! - As armas destru�das...
ser�o substitu�das pelo governo mexicano, certo?
- Certo. - Certo.
- E o milh�o? - Sim, explique-se.
O governo mexicano mandar� 1 milh�o de d�lares para El Paso...
para comprar armas novas.
O governo mexicano mandar� 1 milh�o de d�lares para El Paso...
para comprar armas novas.
- E n�s vamos apanhar o dinheiro. - E n�s vamos apanhar o dinheiro!
Isso � bom!
- Como? - O Montero � um revolucion�rio.
Mas tamb�m � um agente do governo mexicano.
Ao descontar o cheque, ele serve a revolu��o...
E ainda � um patriota.
Exacto. E ai dividiremos ao meio.
- Ao meio? - Ao meio! �ptimo!
Porque precisas do Montero?
Para atracar o barco.
- Porque precisas de n�s? - N�o confio nele.
Isso � mau.
- � teu marido. - Nem por 1 milh�o de d�lares.
- N�o confia no marido. - Entendi.
Rapazes...
acho que fomos enganados de novo.
- O Montero est� aqui? - N�mero 3.
- Ele est� sozinho? - Tem um homem com ele.
- Sonha com os 25 mil d�lares? - P�ra, Odie.
Quem � ele?
Devia estar com o dinheiro.
Vem!
Idiota!
Nada!
Vamos.
Nada!
Cerquem-nos. Apanharam o cheque.
Traga "Adelita".
� uma armadilha.
Certo. Podem entrar e recolher os corpos.
Tiburcio, Luiz...
entrem e encontrem o cheque de 1 milh�o de d�lares!
- Sr. King! - Estou a ouvir.
N�o quero lutar consigo.
- Estou a ver. - Estou a ir. L� vou eu.
- Vem. - Apanhaste o cheque?
N�o estava com ele.
Tamb�m sabes sobre o cheque?
Todos sabem. Tantos mortos e nada de dinheiro.
Quero fazer um acordo.
J� fiz um acordo.
Sou um bandido e voc� assalta bancos, certo?
� melhor seres directo.
Queremos a mesma coisa. O dinheiro dos outros.
Estamos do mesmo lado. Somos amigos.
Ou�a, de quem � aquele dinheiro?
Do governo mexicano.
E quem � o governo mexicano?
O povo mexicano. E quem � o povo mexicano?
Eu sou um mexicano, e voc� � meu amigo.
O que queres, amigo?
Ou�a, a Sra. Montero n�o � de confian�a.
� uma mulher m�.
D�-me essa mulher e encontrarei o dinheiro.
- Como far�s isso? - Voc� sabe!
Eu mesmo fa�o isso.
- Apanhaste-lo? - N�s o apanhamos.
- Est� morto? - �s vi�va de novo.
- S� dou azar. - N�o te culpes.
- Nunca mais volto a casar. - N�o te castigues.
- � melhor eu morrer. - N�o percas as esperan�as.
Se tivesse uma raz�o para viver...
Tem milh�es de boas raz�es.
Ele estava com o cheque?
N�o procuro roupa interior!
Sabes que ele nunca apanhou o cheque.
Dev�amos matar o Montero e os bandidos nos matariam.
Fugias com o dinheiro e tinhas dois maridos mortos.
Nunca achei que o Canales...
Desculpe. Continue.
N�o me quer a mim, querer-te a ti.
Para se casar comigo?
N�o, s� quer o dinheiro. Diz que est� contigo.
Revista-me.
- Vou faz�-lo. - N�o ousarias.
Nunca o amei.
Ele te for�ou a casares-te.
- Eu estava arrasada. - Ele aproveitou-se.
Se eu soubesse onde podia encontrar-te...
- N�o era assim t�o dif�cil. - Espero que n�o seja tarde.
- � melhor come�ar j� aqui. - Limpo o ch�o para ti.
Ai subo devagar.
Tu �s tudo o que sempre quis.
Vamos fazer hist�ria... juntos.
Fica aqui.
Acertaram-lhe?
Fui eu que lhe bati. Queria levar-nos directo para os bandidos.
Bateste-lhe forte.
- Est� duro. - Como uma t�bua.
- N�o me diga que � a camareira. - Est� bem.
N�o sou a camareira.
- O que procura? - Um homem.
- Pode-se explicar melhor? - Procuro o Montero.
Procura no lugar errado. Est� morto.
Est� vivo e est� dentro deste barco.
Se o Montero que vi n�o estava morto...
estava a representar muito bem.
- O que viu foi um actor. - Porque diz isso?
- N�o achou o cheque, certo? - Do que est� a falar?
Toda a gente sabe do cheque?
N�o pode guardar 1 milh�o de d�lares em segredo.
- Quero olhar nos teus olhos. - Porqu�?
- Mentirosa maldita! - O que foi desta vez?
Onde escondeste o verdadeiro Montero?
- Est� no M�xico. - Mentira! Onde � que ele est�?
A salvo de ti.
De mim? Est�s preocupada com ele?
Ele conseguiu o que queria, usou-te como ref�m...
e est�s preocupada com ele?
Isso incomoda-te, n�o?
Um homem como este deve ser morto.
Por causa do dinheiro ou por ser o meu marido?
N�o est� ai.
Paco!
- Est� abafado aqui dentro. - Apareceu cedo demais.
Vai matar-me?
Matou o homem no arm�rio. Agora � a sua vez.
N�o fui eu que o matei, mas sei quem o matou: a pol�tica.
Mesmo assim � um matador.
Quem mata por raz�es politicas � um assassino.
N�o me envolvo com matadores.
Agora fale-me do cheque.
- N�o est� comigo. - Onde est�?
- � meio complicado. - Simplifique.
Viu a "Wells Fargo" quando o navio atracou?
Sim vi.
Saquei l� o cheque e enviei o dinheiro para Laredo.
Para quem?
Para mim. Em quem mais posso confiar?
- Isso, apanhe a sua arma. - N�o. � o meu recibo.
Diz que o recebedor...
deve ser identificado como Francisco Montero.
Viste? Disse que estava a salvo de ti.
Muito bem. Vamos para Laredo juntos.
N�o vamos para l�, de navio.
Os motores pararam. Estamos a ser levados pela corrente.
Tiveste de contratar o teu ex-marido?
Quando nos casamos ele era muito mansinho.
Os motores pifaram. Jogaram uma chave inglesa para cima deles.
Vamos conseguir chegar a Laredo.
Vamos muito devagar. Os bandidos podem atacar-nos.
Mande o Odie ficar do lado mexicano.
Isso � um erro.
Prefere os bandidos do lado americano?
- Ser� um erro fatal. - O risco � deles, querido.
Rende-te, amigo.
�s prisioneiro da revolu��o.
- Voc�s todos s�o acusados. - De qu�?
Para os inimigos da revolu��o s� h� uma puni��o.
Ela, n�o.
- Ela � minha mulher. - Ela � minha mulher!
Uma briga marital? Eu resolvo.
Mata-a.
Tenente, quero falar com o comandante.
Conhece-o?
O coronel Fierro era meu criado na academia.
Como os tempos mudaram!
Sim, mas em nome dos velhos tempos...
vou pedir-lhe para ele o mandar matar.
Se � amigo do coronel...
- Henrique! - Paco!
- � bom rever-te. - Sempre do lado errado.
Est�o ali os prisioneiros.
Com licen�a.
Conhe�o-te.
Mande-os parar! Onde nos encontramos?
Talvez tenha visto a minha cara num cartaz.
� um bandido famoso na Am�rica.
E quanto vale?
Da �ltima vez eram 10 mil.
S�o amigos?
Todos juntos valemos 25 mil d�lares.
Acho que escondem algo de mim.
Luiz, quantas vezes tenho que te dizer...
para n�o interromperes os meus interrogat�rios?
- Esqueci-me, excel�ncia. - N�o te voltes a esquecer.
Dolores, querida!
Fala-me de novo do saque do milh�o de d�lares em Laredo.
Entreguei as galinhas. N�o quebre os ovos.
Rapariga esperta!
Prendam-nos.
Obrigada
Henrique.
Satisfeita?
Ainda n�o.
- Toma um caf�. - Estou com fome, ainda n�o tomei o pequeno-almo�o.
O que queres comer?
- Coronel. Posso dar-lhe um tiro? - Desculpe-me.
- Paco, quanto � que eu posso receber? - Eu sou s� um pobre servo das pessoas.
Ser pobre n�o � vergonha nenhuma, mas tamb�m n�o � motivo de orgulho.
Paco, mas para nos manter vivos. Temos de valer alguma coisa.
D�-me lume.
Deves ter algo importante para contar.
Eu sou a galinha dos ovos de ouro, pergunta � Dolores.
Isso � o que eu tenho tentado dizer-lhe.
Claro!
Mas o que eu posso dizer acerca disso.
Tu �s o Paco, o meu velho amigo. Eu costumava polir as tuas botas na academia.
- Prende-o com os outros. - Senhor?
Lembra-te Henrique, ganhe quem ganhar esta revolu��o tu vais acabar a polir-me as botas.
Dolores.
Como podemos fazer neg�cio?
O que mais valoriza numa mulher coronel?
- Fidelidade. - E a seguir?
N�o estar�amos melhores se f�ssemos mais civilizados?
- O que quer dizer? - O que � que ela v� em ti?
Nunca entenderias.
- Vou mat�-lo agora. - Espera!
Ou�a, fala sobre ser civilizado.
Tenho uma proposta.
- Vamos dividir. - Dividir o qu�?
Tudo, inclusive a mulher.
Com o dinheiro que receberei, vamos viver em Paris.
Fala franc�s?
Gozou contigo! Vais tolerar?
N�o entenderia nada. Eles bebem vinho.
Para ti teria gosto a perfume.
A �nica divers�o � a �pera e o Bois de Bologne...
e um parque onde se vai para alimentar os cisnes.
- N�o iam gostar disto. - Prefiro morrer!
Viu?
Sai do caminho!
Abre a porta!
Vamos!
O que � que o Napole�o faria numa situa��o destas?
Soldados da revolu��o, este � um momento de gl�ria!
Voc�s ser�o uma lenda!
Os vossos nomes estar�o nos livros de her�is!
Com o que v�o fazer agora, os sinos v�o tocar no pais inteiro!
Em frente!
O Montero disse que entende de explosivos.
Explodimos algumas coisas.
O canh�o federal...
� muito irritante.
Silencie o canh�o...
e eu o liberto.
Feito.
Primeiro o seu plano.
Bem, n�o vou atacar com uma espada.
A sua mente diab�lica deve preferir a trai��o.
Voc� l� deve saber.
Vamos.
Aqui mesmo.
N�o somos bandidos.
Respeitamos uma bandeira branca. Deixa-os passar.
- � o chefe, amigo? - Chame-o de excel�ncia.
Excel�ncia.
Espere! Conhe�o estes homens.
Mas de onde?
Quem � o seu porta-voz?
Sou eu, excel�ncia.
- Porque � que ele n�o fala? - Porque � que voc� n�o fala?
Que tipo de oficiais s�o voc�s? De onde s�o?
Ele � meu primo. Somos do mesmo vilarejo.
Excel�ncia, agora lembro-me. Claro!
Vi estes rostos h� pouco tempo. Tenho a certeza.
Eu conhe�o-os como ao meu irm�o!
Mas quem s�o eles?
Diga ao coronel que s� aceito uma rendi��o incondicional.
Sem condi��es.
Sabe o que � uma rendi��o incondicional?
N�o viemos falar de rendi��o e sim de outra coisa.
De qu�?
Bem, excel�ncia, � sobre o canh�o.
O coronel acha-o irritante.
Vieram pedir para eu parar de disparar o canh�o?
Sim. Queremos compr�-lo.
Ouviram? Ele quer comprar o nosso canh�o.
Quanto pagar�o por ele?
1 milh�o de d�lares.
Claro. O Montero e o seu milh�o de d�lares.
Prenderam o Montero no forte.
Digam ao coronel que n�o estou interessado.
Vou destru�-los com o canh�o.
Vou apanhar o dinheiro, o Montero...
enforcar o coronel e matar voc�s!
Lembra-se da bandeira branca.
T�m um minuto para voltar!
Cuidado! O que � isto?
- Vamos! - Idiota!
Cuidado! Sargento!
Sargento!
Fogo! Fogo! Matem-nos a todos! Fogo!
- Excel�ncia, agora me lembro! - O qu�? Atirem!
- Sabe quem eles s�o? - Quem?
Nunca esque�o um rosto!
N�s vencemos! Vencemos!
N�s perdemos! Perdemos!
Achas que eles iriam l� de novo?
Lembro-me muito bem. O bando do King.
Os quatro que explodiram a miss�o.
Porque faz isto comigo?
Eu j� disse, eu j� disse.
Nunca esque�o um rosto.
Conheces o general que nos cercou?
Duarte? Fomos juntos para a academia.
Ele � rico?
A sua fam�lia possui metade do M�xico.
� casado?
Porqu�?
A batalha vai mal.
Ontem disseste que me amavas.
Sejamos pr�ticos.
- O que queres que eu fa�a? - Rende-te.
Ao Duarte? Nunca!
Eu polia as suas botas na academia.
Faz isso por mim.
Coronel!
Est�o a trazer os canh�es. Onde est� o coronel?
Quem construiu este forte era um idiota. � uma pris�o.
Prometi solt�-los, n�o uma viagem segura para Laredo.
- Onde est� o Montero? - Disse para o vigiar.
- Por que n�o o vigiaste? - Est�o preocupados comigo?
- Vejam o que achei. - O que �?
O que vos parece? Um velho mapa do forte.
Ponha o seu p� aqui e voc�, ali. Por favor, coronel.
O que v�em?
Parece um t�nel.
Para onde vai?
- Para o rio. - E onde come�a?
- Na igreja. - O que isto lhe sugere?
Apesar de ser da infantaria, deve saber o que significa.
- Entendi! - Ele entendeu.
Se o po�o secar, vamos buscar �gua ao rio.
- � uma rota de fuga. - Uma rota de fuga!
Foi o que eu disse!
- Tem medo do escuro? - S� tem medo da pobreza.
- V�s alguma coisa, soldado? - N�o sei, excel�ncia.
Est�o muito ocupados a construir qualquer coisa.
- O qu�? - N�o d� para ver.
N�o est� a ouvir?
Sil�ncio! Sil�ncio!
Parece que serram madeira e pregam pregos.
Aproveitam as �ltimas horas para fazer os seus caix�es.
Sonhei em andar neste carro na Cidade do M�xico.
O povo gritando: ""Fierro! Viva o Presidente!""
De quem o roubaste?
Foi um presente de um banqueiro morto.
Vem connosco.
J� tens dois maridos. O que vais fazer comigo?
Pensarei em alguma coisa.
- O que v�s? - Est�o a observar-nos.
Adeus. Tem um �ltimo recado para a sua mulher?
Lembra-te...
um homem corajoso s� morre uma vez.
- Lembra-te do �lamo. - �lamo? �lamo?
Foi a batalha que ganhamos.
Eu sei!
Os canh�es est�o prontos.
Agora vamos explodir aqueles port�es.
Fogo! Atirem!
Eu sou um bandido, mas voc�!
Como chegou aqui?
N�o foi f�cil.
Deviam ser amigos. T�m muito em comum: eu.
Como vamos dividi-la?
O que sugere? Uma troca?
- O que acham que sou? - Devemos responder?
Daqui a alguns minutos ser�s rico. Poder�s ter qualquer rapariga.
Devo agir enquanto ainda �s pobre.
Primeiro vou comprar-te um vestido.
Um que saia facilmente.
Sr. Francisco Montero.
Assine aqui.
A assinatura confere.
Identifica��o correcta.
Assine aqui.
Para tr�s.
Para tr�s!
- Vens, querida? - Estou a ir, Jesse.
Como estou a sair-me, pap�?
Como a tua querida m�e.
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