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Tudo come�ou h� muito tempo atr�s

quando um navio de mercadores foi saqueado pelos piratas Sengh.

Um pequeno rapaz observava impotente enquanto o seu pai era morto

pelo terr�vel pirata Kabai Sengh.

Saltou borda fora e foi arrastado para a costa.

para uma misteriosa ilha chamada Bengalla.

Parecia um caso de "pior a emenda que o soneto".

mas a tribo dos Touganda n�o queria fazer mal ao rapaz.

Transportaram-no para a aldeia

E naquela noite, na antiga cerim�nia de fogo e tambores

o Shaman presenteou o rapaz com um anel de grande import�ncia.

O rapaz percebeu que estava destinado a vingar a morte do pai.

Lutando a pirataria, gan�ncia e crueldade em todas as formas.

Quando se tornou um homem, tornou-se o Fantasma.

- Maldito mapa! - Tu conduzes, eu oriento.

- O mapa est� todo mal. - O mapa est� bom Quill.

Lembra-te da sua fonte. N�o pode estar mal.

Ent�o porque mostra uma ponte l� atr�s? N�s nunca atravessamos uma ponte.

- O que diz ele, Morgan? - Virem para tr�s.

- � melhor voltarmos. - Nem pensar.

Talvez este pirralho precise de uma li��o de pensamento positivo.

Quill, j� percebi. Vira o mapa.

- Est� ao contr�rio, seu atrasado! - Atrasado!

Se o mapa estava ao contr�rio deve haver uma ponte � nossa frente.

Tudo o que vejo � selva.

Merda!

Ei Quill! Sem paragens. Que se passa?

Olha para isto.

- Que achas? - N�o sei.

Parece que aguenta, ou n�o...

Breen? Styles?

- N�o apostava nisso, Quill. - Eu tamb�m n�o.

Ok

Vamos atravessar a p�. Todos menos um.

Algu�m fica para tr�s e atravessa com o cami�o.

Sim mas quem?

- Eu sabia que a ponte era segura. - Vamos l� puto.

Est�s quase.

O trav�o, usa o trav�o!

Ok, para a traseira.

Bem, agora � a p�. Ok Zak, olha. Para onde?

- Qual � o problema dele agora? - Diz que n�o pode continuar.

- Estas florestas est�o protegidas. - Ai sim? Por quem?

Pelo Fantasma. O Fantasma que caminha.

Eu n�o me preocupava com isso.

- Ele n�o nos quer guiar mais. - Matem-no.

N�o! Podemos precisar dele.

Para guiar o cami�o no regresso!

Amarrem-no e deixem-no aqui. N�s encontramos o caminho.

� aqui! Chegamos!

Toda a gente presta aten��o.

Bem, tu pareces um tipo importante.

Hey Quill. Aqui!

- J� o tenho! - O Sr. Drax vai ficar feliz.

- O que tem isso de importante? - N�o sei

N�o gosto de fazer perguntas ao Drax. As respostas dele assustam-me.

Styles!

- O que aconteceu? - Est� morto.

Aquela coisa ficou viva e esganou-o at� � morte.

- N�o � poss�vel! - Diz isso ao Styles.

- Vamos sair daqui. - E as outras coisas?

- Tem muita tralha valiosa aqui. - Levem tudo. Ningu�m vai sentir falta.

Que foi agora?

- Tambores. - Eu sei! Que significa isto?

N�o significa nada. Mas despachem-se na mesma.

Dem�nio, algu�m precisa de n�s.

Este lugar realmente assusta-me.

O que raios � aquilo?

Matem-no.

Merda! Corram.

N�o.

Toma conta dele, Dem�nio. Se ele se mexer, come-o.

- E o Breen? - M� sorte. Esquece-o.

- Quem era aquele gajo? - Algu�m que eu j� matei.

- Qu�? - Tu ouviste! Matei-o anos atr�s.

Adivinha? Ele est� de volta!

Pelo menos est�s atr�s de n�s.

Acertei-lhe?

N�o o vejo. Deves ter acertado nele.

Adeus p�!

Fica com o cami�o.

- Fantasma que caminha! - Claro..

Est� tudo bem agora.

Segura-te. Vai correr tudo bem.

Ponham no armaz�m.

- O que temos aqui? Ca�adores furtivos? - Ladr�es, capit�o.

Capit�o, temos um problema

Voc� tem uma coisa l� fora. Uma coisa estranha montada num cavalo.

- Com um lobo! - Tirem-no daqui.

Tem andado a mastigar as ervas erradas da floresta.

Voc� sabe do que ele fala. Ambos sabemos.

Agora n�o Weeks. N�o estou na disposi��o.

O Fantasma que caminha. O Fantasma.

N�o tem sentido. De acordo com a lenda, � imortal.

Tem andado por a� desde h� 4 s�culos.

Imagine, 400 anos. N�o � poss�vel.

- Doeu? - Sim

�ptimo. � porque funciona.

� isto. � isto que procuro.

As caveiras de Touganda.

Uma de ouro, uma de prata, uma de jade.

S�o valiosas?

Mais do que isso, Guran. S�o perigosas.

Ouve. Quando colocadas juntas, as tr�s caveiras emanam energia

mil vezes maior que qualquer for�a ou explosivo conhecido pelo homem.

Est� tudo aqui nas cr�nicas.

H� muito tempo atr�s. A tribo Touganda possu�a as caveiras.

Eles sabiam como manter a sua for�a contida.

A sua aldeia foi atacada por piratas da Irmandade Sengh.

A tribo foi destru�da e as caveiras separadas e perdidas.

H� quatro s�culos, que n�o h� pista delas...

At� hoje

Sabes, estou �ptimo. Como novo.

Muito bem, Fantasma que caminha. Talvez depois.

Sim, talvez..

Eu costumava vir aqui, Kit.

Consultava as cr�nicas para orienta��o e sabedoria.

Sobretudo quando estava com problemas ou confuso

ou tinha feito algo muito mau.

Eu tenho a culpa Pai. Deixei a caveira escapar-me por entre os dedos.

N�o sejas t�o duro contigo. Todos cometemos erros.

- Este vai piorar.. - Como assim?

Era a Irmandade Sengh. Eu vi a tatuagem da aranha.

Deixaste uma das caveiras de Touganda nas m�os da irmandade Sengh?

H� 400 anos que andam atr�s delas!

Eles n�o t�m as tr�s.

N�o sabemos quantas eles t�m.

Fazes ideia do que significa, se eles controlarem as caveiras?

- Seriam invenc�veis. - Ent�o det�m-nos.

�s o �nico que pode.

Desculpe, Fantasma que caminha.

- Sim, Guran? - Pensei que ouvi...

- Estava a falar com algu�m? - Comigo. Estava a falar comigo.

Desculpe, n�o pode estacionar aqui.

Oh Menina Palmer. N�o me apercebi. Desculpe.

Esque�a. Eu tamb�m ia embora se n�o soubesse melhor.

Bem-vinda, Menina Palmer.

- Deixe-me ajud�-la com isso. - Obrigada.

Oh Diana!

M�e!

- Est�s deslumbrante. - As horas n�o podiam ser piores.

- Mas como est�s querida? - Lily, est�s maravilhosa.

- Contra� mal�ria M�e. - Que bom.

- Diana! - Tio Dave!

- Desculpe, n�o sabia que era uma festa. - N�o � nada.

Apenas um jantar da funda��o Palmer. Estou muito feliz por ver-te.

- Como era o Yukon? - Dave, � frio.

O que mais queres saber? Bem, porque n�o te refrescas.

- Vou buscar algo para comer. - O Jimmy Wells vai gostar de ver-te.

Ol� Xander.

Lily, porque est� o Xander Drax aqui?

Ele fez uma grande contribui��o para a funda��o.

- Devolve-a. - Mas ele � um respeitoso homem de neg�cios.

N�o Lily, � um vigarista.

Ol� Sr. Drax.

Tive um impulso muito estranho semanas atr�s.

Queria alugar um avi�o, localiz�-la no norte gelado,

confort�-la na sua tenda ou cabana,

aquecer-la e traz�-la de volta a Nova York.

A s�rio Jimmy? Porque n�o fizeste isso?

Depois de algumas partidas de t�nis e um Gin gelado

o impulso desapareceu.

Fica bonita nessas flanelas castanhas.

Tem de admitir Diana... H� magia aqui.

O que tem na sandes?

Tretas.

Major, Comiss�rio. Est�o a desfrutar?

- O mais que posso neste fato macaco. - Fant�stica festa. Como sempre.

- Obrigado Major. - Desculpe.

- Aqui est� o homem que quero ver. - N�o � bem vindo aqui Sr. Drax.

O Comiss�rio da pol�cia est� aqui. Prenda-me.

Experimente os canap�s no caminho de volta.

- Por amor de Deus, isso n�o � necess�rio. - Est� tudo bem, eu posso falar por mim.

Diga-me, os seus rep�rteres est�o a bisbilhotar nos meus assuntos..

N�o entendo porque. E voc�?

Eu sim. E voc� tamb�m, quando publicarmos a hist�ria.

Porque me perseguem? Sou apenas um cidad�o.

Voc� preside companhias que regulam servi�os p�blicos.

Controla os c�mbios estatais, influencia os pre�os e taxas de interesse.

E tem envolvimentos com a fam�lia do crime Zephro.

Diria que voc� � uma figura muito p�blica, Sr. Drax.

Nunca ouvi semelhantes balelas.

Tem falado com as minhas ex-mulheres?

- Quanto custa esse jornal? - 2 c�ntimos diariamente. 5 C�ntimos ao Domingo

N�o, tudo. O edif�cio, as imprensas, as tipografias...

- Talvez compre isso tudo. - Nem tudo na vida est� � venda.

Claro que est�, Dave!

E digo-lhe mais. Normalmente eu tenho aquilo que quero.

Cavalheiros, n�o pretendo conflitos pessoais. S� estou interessado na verdade.

Soube de uma fonte da biblioteca municipal..

que o Drax tem pesquisado extensivamente volumes esot�ricos.

S�o constamente vigiados e guardados � chave.

Ele est� interessado em algo relacionado com este s�mbolo.

- O que significa? - Est� numa demanda.

Por um poder sobrenatural.

Estes tempos s�o perigosos. Os ditadores surgem por todo o lado.

E o Drax j� mostrou desejo de se tornar num ditador.

- Isto dar-lhe-� poder. - Isso � absurdo.

Eu sei que � d�ficil de explicar, mas o Drax acredita nisso.

Este homem deve ser levado a s�rio.

Localizei a origem do s�mbolo na selva de Bengalla.

Tens um bilhete para ti. Est�s a pensar em ir?

Os meus planos eram para partir amanh� e reunir-me com o Capit�o Horton.

Mas agora.. n�o sei se devo virar as minhas costas ao Drax tanto tempo.

- � uma ca�a aos gambozinos, de qualquer modo. - � verdade.

Uma selva remota n�o � lugar para ti.

Estou de acordo. Deves ficar aqui e tomar conta das coisas.

Ora nem mais, Dave. Ouve a tua sobrinha.

- Deixa-me ir em teu lugar. - N�o sei Diana.

Eu quero ir.

Voc� tinha raz�o Sr. Drax. Eles sabem demais.

Est� bem, estarei l�..

- Ei! - Depois liga.

Obrigada Sr.

� o Ray Zephro. A nossa boneca est� a embarcar agora.

Diga-me e arranc�mo-la de l� para fora.

Obrigado Ray, mas tenho outra forma de lidar com isto.

Afinal de contas, tenho amigos nessa parte do mundo.

Tenho de ir. O Dr. Fleming est� aqui.

O bibliotec�rio.

Dr Fleming! Muito obrigado por ter vindo.

N�o me importo. Est� um dia bonito.

Sim, certamente. Sente-se por favor.

Ent�o, como posso ajud�-lo?

Pode reassegurar-me que a minha pesquisa na biblioteca � estritamente confidencial

- Claro que sim. - A s�rio? Tem a certeza?

O Dave Palmer tem-se intrometido nos meus neg�cios.

N�o tem nada que se preocupar Sr. Drax. A sua privacidade est� protegida.

Todos os pedidos para acesso a colec��es especiais passam por mim.

Sou o �nico que os v�.

Bem, �ptimo. Sinto-me muito melhor agora.

Obrigado por ter vindo. Oh, mais uma coisa, se n�o se importa.

Gostava da sua opini�o profissional sobre algo neste microsc�pio.

Claro

Deixe-me segurar-lhe os �culos.

- N�o vejo nada. - Foque com a lente.

Acho que j� n�o vai precisar disto.

- O seu caf�. - Obrigada.

Guran, vou embora.

Vou com o Zak. O que est�s a ouvir? Junior G-Man?

Gostava que fosse. Isto � real.

O avi�o da Pan Am foi for�ado a amarar.

Ele serve.

Queremos a Diana Palmer.

Estamos preparados para matar todos aqui, at� que ela se apresente.

- N�o por favor! - Eu sou a Diana Palmer.

T�o depressa. Que desapontante..

Est� contente agora? Viu bem?

- Eu fico na r�dio Capit�o. - Est� bem.

Alerte se existirem not�cias.

N�o pode entrar pela porta da frente?

� demasiado �bvio. Eu gosto da janela.

- � bom ver-te Fantasma. - Capit�o.

- Tivemos problemas esta noite. - Ouvi dizer. H� not�cias?

Os passageiros foram recolhidos por um barco de pesca portugu�s.

Toda a gente est� salva, excepto uma jovem que foi raptada.

Quem?

Ela vinha ter comigo, por estranho que pare�a.

- O seu nome era Diana Palmer. - Diana Palmer?

De Nova York? Cujo tio � director do Tribune?

- Exacto. Como sabe isso? - j� ouvi o nome.

Primeiro aqueles ladr�es de t�mulos e agora isto.

- Espero que consigamos salv�-la. - Vou ver o que posso fazer.

� melhor sair por onde entrou.

J� tenho sarilhos suficientes a fingir que voc� n�o � real.

Obrigado Zak.

Fantasma que caminha, lembro-me que eles tinham um avi�o.

- Quem, os maus? - Um avi�o com canoas nos p�s.

Canoas nos p�s? Ah, moldes para aterrar.

- Obrigada pela ajuda. - Vamos ver a cara dela.

At� � bonita, num estilo rico e mimado.

Quem s�o voc�s? Est�o doidos? Sabem quantas leis quebraram?

Perturba��o do transporte a�reo internacional, desvio...

Pirataria, rapto!

Oh, e fogosa!

Cala-te.

Se este rapto � por dinheiro, n�o ver�o um tost�o.

Nem um tost�o furado!

Tenho que fazer o relat�rio. Algu�m est� muito interessado em ti.

Talvez quando eu voltar possamos passar algum tempo s�s.

Bom trabalho Zak. Agora volta para o Povo da Corda.

Afasta-te dos vil�es.

Belas botas. Caras hein?

Nem por isso.

Oh, ent�o, podemos falar. Conversa de raparigas.

Importas-te que olhe?

P�ra com isso.

Eu tinha raz�o. Quinta Avenida, Nova York.

E s�o do meu tamanho.

O que temos aqui?

Muito bem senhores, ningu�m..

Senhoras, perdoem-me.

N�o se mexa!

Oh, uma carta de amor.

- O que � isto, um navio cheio de mulheres? - Todas as minhas pilotos s�o mulheres.

Interessante. Desculpe-me.

- Quem � voc�? - Um bom samaritano.

Aposto que �s formid�vel.

- Terei a oportunidade para descobrir.. - H� um velho ditado na selva..

"Nunca apontes uma arma a algu�m, porque pode disparar".

M�os r�pidas! Gosto disso num homem.

Amarra-a.

Ou n�o..

� pessoal.

- Vamos. - Mais devagar. Porque devo ir contigo?

- Confia em mim, Diana. - Sabes o meu nome?

Claro. �s a Diana Palmer.

O teu rapto foi comunicado �s autoridades. Isto � um salvamento.

Obrigada, fizeste um bom trabalho. Agora eu tomo conta das coisas.

N�o mudou nada...

- O que se passa? - H� um homem de roxo aqui dentro.

N�o pode ser. Perturba os pilotos.

Encontra-o, p�ra-o. N�o o deixes sair do navio. Vai!

- A sala das m�quinas! - Eu fico na ponte.

- Acho que devemos ficar juntos. - Ok

Devemos ficar juntos, mas eu devo ir � frente.

Ok, vai � frente. � o teu salvamento.

Segurem-no.

Afastem-se.

Relaxa p�. Relaxa.

Mundo pequeno, hein? Como vai esse ferimento?

Onde era? Por aqui?

Lindo menino, Dem�nio.

- O teu c�o � um lobo. - Eu sei. Anda.

Na boa.

- Anda, entra. - Sabes pilotar um avi�o?

Claro que sabes. Para qu� perguntar?

Vamos. Eles est�o a fugir. Temos de det�-los.

Vamos persegui-los.

Depressa, vamos! R�pido, r�pido!

Fiquem connosco. R�pido.

Estamos a perder combust�vel. Temos de aterrar!

- V�s o pont�o. - Sim.

- Vai para l�. - Como?

Confia em mim

Devo estar doida.

- Quem pilota? - Eu encravei a direc��o.

N�o temos muito tempo. O espa�o � curto.

- Prepara-te. - Preparo-me?

- N�o podes. - Tem de ser.

Ok salta!

- N�o acredito que fizemos isto. - Nem eu.

Gira em torno de mim.

O que se passa contigo? N�o acertas em nada?

Vamos, prego a fundo! R�pido.

Apanhem-nos. N�o os deixem escapar. Vamos vamos.

N�o podemos fugir deles com este peso.

N�o te preocupes, tenho amigos nestes bosques.

- Como fizeste isso? - Os meus amigos, o povo da Corda.

- Est�s bem? - Sinto-me um pouco tonta.

Deve ser da humidade.

- Esperas um segundo? - Ok.

Quero dar-te uma coisa para te lembrares de mim.

Acho que isso n�o � problema.

Bem, n�o encontras disto em Nova York.

P�rolas negras. S�o lindas!

Foram um presente de um grande pr�ncipe �rabe para um ancestral.

- Quero que fiques com isto. - Obrigada.

Oh n�o. O truque das p�rolas outra vez.

Isto � o conceito de humor na selva, Diana.

Capit�o Horton, Diana Palmer.

Gra�as a Deus que est�s bem Diana.

- Como conseguiste escapar? - A Diana fez o trabalho todo, na realidade.

N�o apenas � misterioso, tamb�m � modesto.

Um velho ditado da selva: "O Fantasma s�o muitos homens"

N�o fumar na caverna da Caveira.

Desculpa, esqueci-me.

Recebi o apelo do teu tio. O que � t�o importante para te trazer aqui?

Pode identificar este s�mbolo?

� melhor veres isto.

Bem, algu�m diga alguma coisa.

Estamos todos filiados com a irmandade Sengh.

- A qu�? - Irmandade Sengh.

Um antigo culto do mal. Come�aram como piratas.

Hoje em dia, ningu�m sabe no que se tornaram.

- Onde arranjaste isto? - Nova York

O jornal do meu tio est� a investigar Xander Drax.

Est� louco com o poder.

Leva-a de volta. Usa todos os homens para proteg�-la.

Espera! Vais mandar-me emborar?

Temo que sim.

Vim aqui fazer um trabalho e � isso que vou fazer.

Eu preciso de saber muito mais.

Adeus

- Espera! - Diana...

- Ningu�m discute com o Fantasma e vence. - Velho ditado da selva.

Oh querida...

� linda!

Usei pasta de dentes nela. Poliu muito bem.

Pasta de dentes? A s�rio?

Que bom.

Sabes, estou t�o bem disposto agora.

Quase detesto mencionar isto.

O feliz regresso a casa.

Do tipo de trazer l�grimas aos olhos, n�o �? O que correu mal?

- Algo que voc� n�o contava. - Oh, a s�rio?

- E o que era isso? - O Fantasma.

- Pensei que isso era supersti��o. - Oh n�o. � real.

E ele n�o morre. Eu sei, j� o matei e ele n�o est� morto.

- Isso n�o faz sentido. - Olhe, eu trouxe isto para provar.

V� este buraco? Foi onde o espetei com uma l�mina de 12 centim�tros.

Esfaqueaste-o nas costas? Substimei-te, Quill.

- Foi mesmo fundo. - Isso devia ter resultado.

O Fantasma ajudou a Diana a escapar. Acho que est� apaixonado por ela.

Isto est� a ficar mais interessante. Porque dizes isso?

Porque ele podia ter-me... mas preferiu ela.

- Isso s� pode ser amor. - Ou simples mau gosto.

- Ent�o, o que vamos fazer com ele? - Fazer? Nada.

Isto � Nova York. N�o me preocupa um her�i da selva no fim do mundo.

Tome. Fique com o troco.

Mais devagar, rapazote. Isto n�o � dinheiro.

Tem raz�o, � moeda da Bengalla.

A moeda c� da terra era melhor.

- Lamento mas � tudo o que tenho. - Espero bem que n�o.

Est� bem, aqui..

Onde est�?

Isto s�o op�lias

E isso...

uma safira estelar.

Leve-as todas. N�o se preocupe, s�o reais.

V�o assegurar os seus servi�os para o resto do dia, por isso espera aqui.

- Est� a brincar? - Eu nunca brinco.

Deus est� morto, e as trevas comandam o mundo.

A Am�rica est� em ru�nas financeiras.

A Europa e a �sia est�o � beira da auto-aniquila��o.

O caos governa.

Mas como eu sempre digo, h� oportunidades no caos.

E assim, meus irm�os, dou-vos...

a Caveira de Touganda.

Esta caveira � uma de tr�s. Quando as tr�s estiverem unidas,

v�o produzir uma for�a maior que qualquer ex�rcito na terra.

S� tens uma!

A lenda diz que se as caveiras estiverem separadas,

duas das caveiras v�o indicar a direc��o da terceira.

- Como eu disse, s� tens uma... - Raymond, raymond..

Ray, eu sei a localiza��o da segunda caveira, ok?

O s�mbolo da irmandade Sengh. N�s venceremos onde eles falharam.

As caveiras ser�o nossas, e todo o poder que cont�m.

N�o contem comigo. Isto est� mal.

Caveiras? For�as das trevas? Isto n�o est� certo.

Eu era ajudante na missa em St. Timothy.

E tu tamb�m Charlie. Isto n�o est� certo. N�o fomos criados assim.

Senta-te Ray.

O �nico poder que acredito vem do cano de uma arma.

N�o de lembran�as da selva.

Ent�o Charlie.

Est�s por tua conta, Ray.

- Qu�? - Est�s por tua conta.

Est� bem. Como queiras.

Mas eu vou-me Drax. E levo todo o meu sindicato comigo.

Est� bem, se queres assim.

Charlie, �s o novo patr�o dos patr�es.

- Achas que aguentas? - Esperei por isso toda a vida.

Bom homem.

Os planos est�o feitos para esta noite.

Entramos e pegamos no objecto enquanto o edif�cio est� fechado.

N�o, n�o posso esperar tanto. � muito excitante. Vamos agora.

- Agora, a meio da tarde? - Sim.

Eu gostaria se afastasses a pol�cia at� o trabalho estar feito.

Ol�! Encontrei-te.

A rapariga da capa de volta da sua aventura na selva.

- Porque est�s aqui? - Estava em neg�cios na cidade..

- Neg�cios? - Tinha uns fatos encomendados.

- Isso n�o s�o neg�cios. - S�o para o alfaiate.

Porque �s assim? Vamos jantar e ver um espect�culo.

- Posso ver se est� a chover? - Claro, faz bom proveito.

Diana, tenho uma surpresa para ti. Vem ao meu escrit�rio.

- Kit! - Ol� Diana.

J� passaram uns tempos, n�o?

- Alguns anos no m�nimo. - Seis para ser exacto.

Li sobre o que aconteceu. Est�s bem?

Estou �ptima. Come�ou mal mas acabou tudo bem.

- J� agora, Jimmy Wells. - Ol�. Kit Walker.

Ent�o diga-me Kit, de onde conhece a Diana?

Eramos amigos de liceu.

Estou a ver.

- Est� a viver em Nova York? - N�o, estou de passagem.

Estou a recordar os velhos tempos com o tio Dave.

- Sim. A trocar informa��o sobre Drax. - O que sabes sobre o Drax?

Ele encontrou um artefacto raro ligado � irmandade Sengh.

� uma velha caveira de prata, com j�ias nos olhos.

- J� vi algo assim antes. - Viste?

Sim, mas n�o era prata, penso que era verde.

Verde... jade, talvez.

Onde viste isso?

Deixa-me ver. Foi na minha festa de anivers�rio dos 12 anos.

O pai e a m�e alugaram um sal�o grande.

Agora lembro-me. O museu da hist�ria mundial.

- Sim Sr. Ao seu servi�o. - Est� bem disposto.

Pode apostar. Quando estava l� dentro, eu fui avaliar as pedras.

- Pode chamar-me Al. - Kit Walker.

- Vou contigo. - Diana...

- E agora para onde, Sr.? - O museu da hist�ria mundial.

Ouviu a senhora.

Est�s fant�stica Diana. N�o mudaste nada.

Elogios baratos, Kit.

Talvez sim.

Nem uma palavra, uma carta. Nem um telefonema.

- Eu sei. - Porqu�?

Tinha de ir para casa.

- O meu pai morreu repentinamente. - Lamento.

Nunca mais soube nada de ti.

Tive que chefiar os assuntos de fam�lia.

� dif�cil explicar, mas pensei muito em ti desde ent�o, Diana.

Tamb�m pensei muito em ti, Kit. Depois parei e segui a minha vida.

Est� tudo mal. � o s�culo errado, o hemisf�rio errado.

� a cultura errada. A caveira n�o se perdeu, apenas foi mal colocada.

Qual � o teu interesse no Drax e nestas caveiras?

Eu represento os seus verdadeiros donos. Quero v�-las de volta.

O Drax quer as caveiras para ele. N�o posso deixar que ele apanhe esta caveira.

Tenho de tir�-la daqui.

O tio Dave conhece um membro importante no quadro de directores.

Pode durar um dia ou dois, mas...

Ou podemos apenas quebrar o vidro...

Eu fico com isso, obrigado.

Seguran�a do museu. Est� tudo sobre controlo.

Bolos e sandes s�o servidos no sal�o da Natureza.

Tragam os pequenos. N�o se percam. Obrigado.

Adeus

- Quem �s tu? - Um coleccionador como voc�, Sr. Drax.

Drax, o que tem o saco?

Est� a acontecer alguma coisa.

� isto! Est� a acontecer aqui e agora.

Inacredit�vel.

� lindo! Magn�fico!

Mostra-me o poder. Mostra-me o poder.

Sim

Incr�vel.

Adoro isto.

As caveiras falaram.

Bem, como te chamas? Porque queres tanto a caveira?

Kit Walker

- E quem � Kit Walker? - Sou eu.

- E a caveira? - Combina com os meus trapos.

Engra�ado. Muito engra�ado, Sr. Walker.

Felizmente, eu tenho uma cura para isso.

Agarrem-no. N�o o magoem.

Diana, est�s ca�da pelo Sr. Walker?

Pensei que o teu amor estava a balan�ar na selva.

Como � que..? Quer dizer, quem te disse isso?

Eu!

A Sala tem todos os mexericos em dois continentes.

Nega-o. Ele est� apaixonado por ti e tu doida por ele.

Desde o momento em que ele aterrou sobre n�s, ficaste amarrada nele.

- �s nojenta. - S� tens ci�mes.

- Agora estou por cima. - Senhoras..

Quill, mostra ao Sr. Walker o observat�rio e faz-lo falar.

Eu reclamo o corpo quando acabares.

Agora..

Assim que calcular estas coordenadas saberemos a localiza��o da terceira caveira.

Levanta-te. Segue-me.

- Bem, ora ora. - Qu�?

O Vortex do diabo. Vamos para o Vortex do diabo.

Tens a certeza? V� outra vez, talvez te tenhas enganado.

N�o, n�o h� engano.

N�o � nesse s�tio que os navios desaparecem?

Sim. Incr�vel n�o �?

Deve haver uma ilha a�. Uma ilha que n�o est� no mapa.

Talvez o meu irm�o estivesse certo sobre estas coisas.

Tolices. Vamos, Charlie. � a oportunidade de uma vida.

Onde est� o teu esp�rito de aventura?

Sr. Drax, fiz todos os arranjos. Tem uma escolta policial total.

Excelente. J� ouviu as not�cias? Vamos para o Vortex do diabo.

O Fantasma est� no edif�cio. Vi-o com os meus olhos.

Diz aos oficiais que est� um louco aqui. Armado e perigoso.

- Atirem ao avistar. - N�o se preocupe. Vou tomar conta disso.

- E a rapariga? - Tr�-la.

� o nosso seguro fantasma.

Chama a seguran�a.

Estamos todos prontos.

Desculpe-me.

Cuidado

- Segue aquele carro. - Toma o dinheiro, mas n�o me magoes.

Sou amigo do Kit Walker. Preciso da tua ajuda

Ei! Tu! Volta aqui.

- O que � ali? - O Zoo

Foi aqui onde ele entrou.

Ele n�o est� por aqui. Vamos continuar a procurar.

Linda menina.

P�ra. Fica onde est�s

Entra.

Esquece-o. Ele n�o volta.

J� deve estar morto.

O que se passa contigo?

Porque �s t�o m�? N�o queres saber de nada?

- Tipo..? - Descobre.

Muito bem, toda a gente calada. Prego a fundo, Quill.

O Drax vai para as docas. Apanhei-o nas transmiss�es da pol�cia.

- Pensei que gostarias de saber. - Obrigado. Vamos r�pido, ok?

Est�s atrasado em duas caveiras.

Pai, um homem chamado Quill tem um cinto de armas igual ao meu. � o teu?

Sim

Ele disse que me mostrava o forte da Irmandade Sengh.

Levou-me a um local profundo na selva.

- O que aconteceu? - Esfaqueou-me nas costas. Literalmente.

Processa-me. Sou p�ssimo a avaliar pessoas.

- Talvez possa recuperar o cinto. - Se n�o o tiveres perdido.

N�o te preocupes. Vou apanh�-lo. Tem de ser.

- H� uma mulher envolvida. - Aleluia. Finalmente.

- Diz-lhe para acelerar. - Pode andar mais r�pido?

- Est� a falar para mim? - Sim. Pode acelerar?

Claro. Segure-se.

Parece que tenho um avi�o para apanhar.

Obrigado

P�, d� os meus cumprimentos ao Sr. Walker.

Adoro Nova York.

Estamos a chegar. Estamos quase l�.

- O que � isso? - Onde?

�s 11 horas.

� isso. A ilha existe!

Aterra.

Estamos mesmo perto. Sinto-o.

Estamos prestes a fazer hist�ria. Voc�s tamb�m fazem parte.

Uma parte desigual, claro, mas uma parte importante.

- Esta � minha. - Nos teus sonhos.

- Calma! Irm�os, tenham calma. - Porque nos chamas irm�os?

N�s tamb�m somos membros da irmandade Sengh.

Boa.

Anda connosco.

Acho que n�s mulheres devemos ficar juntas.

Vejamos...

Quando foi a �ltima vez que tivemos visitas aqui debaixo do oceano,

nas entranhas desta desconhecida ilha vulc�nica?

Nunca! Parab�ns.

Voc�s pat�ticos s�o os primeiros.

- Quem � esta gente? - O meu nome � Xander Drax.

- Qu�? - X-A-N-D-E-R D-R-A-X.

Xander Drax. Come�a e acaba com x.

De Nova York.

E voc� Sr.? J� que estamos em apresenta��es e na cavaqueira.

- Quem � voc�? - Ele � o grande Kabai Sengh.

L�der da Irmandade Sengh.

Descendente directo do terr�vel Kabai Sengh..

.. primeiro l�der da Irmandade Sengh.

Est� muito longe de Nova York. O que o traz aqui?

Isto trouxe-me aqui.

As caveiras de Touganda.

E o que sabe voc� sobre isso?

Sei tudo sobre estas caveiras e o poder que cont�m.

Quando as tr�s tiverem unidas...

As duas que tenho..

.. e a outra que tem ali.

Veja, oh magn�fico.

N�o estava a contar com um s�cio,

mas temos uma situa��o mutuamente ben�fica aqui.

Pense desta forma.

Voc� representa a velha guarda dos piratas e papagaios.

Eu represento a nova ordem das coisas, e estou sempre actualizado.

O homem certo para levar a nossa causa ao s�culo 20.

Sil�ncio!

Voc� n�o tem poder de negocia��o comigo, Sr. Nova York.

Eu podia mat�-lo e alimentar os tubar�es com o seu cu rosa.

Para al�m disso.. voc� n�o tem a quarta caveira.

Que quarta caveira? De que est� a falar?

N�o existe quarta caveira.

A quarta caveira controla o poder das restantes.

Sem ela, voc� perdeu o tempo e a sua insignificante vida de Nova York.

Espera um minuto!

Se algo nos acontecer, outros vir�o atr�s de n�s.

Eles sabem onde estamos. Voc�s levam com um ex�rcito na tromba.

Quer que isso aconte�a?

N�o, isso � treta! Ningu�m sabe onde estamos.

- Que est�s a fazer? - Cala-te.

Esp�rito de aventura, o raio. � cada um por si.

Ok Kabie. Tira-me daqui ou vais dormir com os peixes.

O que tens a dizer sobre isso?

O que quer isso dizer?

Apenas dialecto de pirata para "disparem o canh�o".

Grande Kabai Sengh, eu sou Quill, um seguidor fiel e um soldado.

Olha, eu antes matei o Fantasma.

Bem-vindo ao clube. Muitos de n�s mataram-no ao longo dos anos.

Mas ele regressa sempre.

Ei! Eu vejo que isto do Fantasma enerva muita gente.

E sendo assim, vai adorar isto. Esta � a sua namorada!

Tragam-na aqui.

Pense nas oportunidades que isto traz.

Resgate, isco, vingan�a.

O Fantasma tem bom gosto.

�ptimo. Prazer pessoal, esqueci-me disso.

Ent�o, que me diz?

A rapariga pela caveira e ponho-me a andar.

- Voc�s piratas t�m de sair mais. - Kabai Sengh.

Fantasma!

Vamos apanh�-lo.

Fujam.

Fantasma que caminha, vou cortar-te os joelhos.

Tu n�o �s imortal.

Eu conhe�o os teus segredos, Fantasma.

Leva-os para a cova, Kabai Sengh.

Sala! Corta a corda.

- Torpedos. - Isto explica os barcos desaparecidos.

Tu e a Sala podem escapar por aqui. Eu disparo-as para a superf�cie.

Aquilo s�o como ogivas. Se acertarmos em alguma, morremos.

Usamos o perisc�pio para ver se o caminho est� livre.

Vamos.

- Como � que vais sair? - Vou atr�s de voc�s.

Finalmente.

Eu j� te matei.

N�o, mataste o meu pai.

Tens algo que me pertence.

N�o

- Drax, aqui! - O que �?

Estas caveiras s�o mais poderosas do que eu imaginava.

Eu drenei a energia do sol! Quem precisa da quarta caveira?

Eu. E sei onde ela est�.

Usei-a toda a minha vida. Para protec��o.

Nunca percebi o que significava at� agora.

Que truque da selva barato.

Inacredit�vel!

- Fim da linha. - Conseguimos!

Tudo come�ou h� 400 anos atr�s,

quando um rapaz viu o seu pai morto pelos piratas da irmandade Sengh.

Esse mesmo rapaz jurou vingan�a.

Ele lutaria a pirataria, gan�ncia e crueldade de todas as formas.

Ele tornou-se o primeiro Fantasma.

Eu sou seu descendente, Diana, destinado a seguir o seu juramento.

O fato do Fantasma foi passado de pai para filho.

Vinte Fantasmas vieram antes de mim, mas ningu�m sabia isso.

Pensavam que era o mesmo Fantasma, e que ele era imortal.

Por isso chamaram-no "O Fantasma que caminha".

Eu n�o sou imortal, Diana.

Nasci nesta caverna e foi educado na Am�rica.

Quando o meu pai morreu, voltei para este lugar.

E um dia, o teu filho tomar� o teu lugar.

Sim

O avi�o para a menina Palmer est� � espera, Fantasma que caminha.

Obrigado Guran

- O Guran sabe a verdade? - Sim claro. Mas ele gosta de me chamar assim.

Adeus, Dem�nio. Toma conta do teu mestre.

� melhor eu ir.

Kit

- Gostei dela. - Obrigado Pai.

Ent�o, vai!

Antes que v�.. tira a tua m�scara.

Deixa-me ver o teu rosto.

Kit

N�o estou autorizado a revelar todos os meus segredos, Diana.

N�o est�s?

Na verdade estou, mas s� para uma pessoa.

- Para quem? - Para a pessoa que pretendo casar.

- E se ela recusar? - Ningu�m recusa o Fantasma.

Adeus

T�pico do meu filho deixar a mulher perfeita escapar por entre os dedos.

Felizmente, a Diana sabia o que queria.

Ela prometeu a si pr�pria voltar r�pido � selva de Bengalla.

Talvez ent�o eu possa descansar.

Legendas por: FCP_Madness

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