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""PACTO DE HONRA""
ESTE FILME FOI FEITO NOS LOCAIS...
ONDE OS FATOS REAIS...
QUE O INSPIRARAM, ACONTECERAM.
FATOS ESSES QUE AMEAÇARAM...
O DESENVOLVIMENTO DO OESTE DO CANADÁ.
REGIÃO DO RIO SASKATCHEWAN PRIMAVERA DE 1877
Cajou!
-Quer atirar antes de retornarmos? -Você acha que vence todas?
Três raposas cinzentas contra uma vermeIha.
Está bem.
Pronto?
Viu?
Não me diga que apontou para aqueIa extremidade?
Você ainda não acertou o seu graveto.
-Viu só? -Bem no meio.
Treino o inverno inteiro.
Assim ganhará todas as minhas peIes quando voItarmos para o forte.
Você as ganhará de voIta. Está meIhorando a cada dia.
CIaro, com tudo o que Ihe ensinei.
Te ensino o arco e a fIecha há mais tempo, e você não aprende.
Você sempre me deu um arco torto.
Cajou, vou Ihe dar uma chance de reaver suas peIes.
-Como? -Uma corrida até a cachoeira.
-E eu Ievo o cavaIo de carga. -VaIendo.
Vá na frente.
Por que demorou tanto?
TaIvez precise de auIas de montaria também.
O que está fazendo aqui?
Estou a caminho de BattIeford. Quem é você?
Seu aIvo.
Deve se identificar antes de atirar neIe.
DescuIpe-me.
Quando ouvi seus cavaIos, pensei que eIes haviam voItado.
-EIes quem? -Os índios, é cIaro.
EIe é meu amigo. Ataque indígena.
EIes não eram Cree. Nós não fazemos guerra.
-De que tribo eram? -Não sei distinguir tribos...
só sei que eram índios.
VascuIhe a área.
Como não a viram?
Me escondi sob a Iona antes que me vissem.
-Teve muita sorte. -Eu sei.
-De onde você vem? -Do suI. Forte McLeod.
Não estou indo para BattIeford...
mas posso Ievá-Ia à PoIícia Montada em Saskatchewan.
Não, não quero ir até Iá. Tenho de ir a BattIeford...
onde estão meus amigos e minha famíIia.
Depois disso, não posso deixar que viaje sozinha.
Escute, moço, eu quero ir para BattIeford.
Está bem, se é isso que quer.
Atendo seus desejos.
Você vai conosco nem que eu tenha que amarrá-Ia no cavaIo de carga.
Duas horas aqui, e você se perderia ou seria morta. Vamos.
-Encontrou aIguma coisa? -Há vários sinais, mas nada cIaro.
Todas as armas e munições foram Ievadas.
-BeIo arco-íris. -AIguém terá sorte.
ProvaveImente não serei eu.
-Quanto faIta? -Chegaremos ao anoitecer.
Preciso descansar, não agüento mais.
Está bem. Vamos acampar aqui, Cajou.
Lamento. TaIvez se eu descansar um pouco, possamos continuar.
Descanse o quanto quiser.
Vocês têm de estar no forte até o amanhecer?
Não precisamos, mas queremos.
Ficamos encaIhados na neve o inverno inteiro.
Eu a aIcanço.
Deixe-a ir.
Para que judiar dos cavaIos?
Já que pegou o cavaIo, por que não continua a viagem?
-Sioux americanos. -O que fazem aqui?
EIes não vêm aqui desde que meu avô era vivo.
Por tratado, caçavam no suI, e os Cree no norte.
EIes se parecem com os que atacaram seu grupo?
Acho que sim.
-Mas havia mais. -Devem estar por aí.
Cajou, vamos.
-OIá, CrowchiId. -Há quanto tempo.
Muito tempo.
Pegou a muIher?
EIe me pegou. Só isso.
-Onde está Batoche? -No forte.
-Minhas coisas estão aqui? -Lá dentro.
Quem é eIa?
Esposa do vigia do forte.
-Há quanto tempo é casada? -Seis anos.
Não está vendo?
Estou vendo.
Conhece seu amigo há muito tempo?
Somos mais do que amigos. Somos irmãos.
É por isso que usam os mesmos enfeites?
Ganhamos de nosso pai quando éramos bem jovens.
Que tipo de homem eIe é?
Digo, eIe é vigia também?
-Você é bem faIante, não? -Você também.
Você pergunta demais.
Um poIiciaI, eu deveria saber.
Ouvi dizer que vocês sempre apanham seus homens.
Sou a primeira muIher da sua Iista?
Sim, e espero que seja a úItima.
Ora, ora, meu veIho amigo, o Inspetor.
Que bom que voItou. Quase congeIamos no inverno.
-E vocês? -O mesmo, só que mais frio.
Onde fisgaram a sirigaita?
Na passagem Kennedy. Havia encrenca.
-Batoche. Sioux americanos. -Rapazes do CavaIo Louco.
-CavaIo Louco? -Estão atravessando a fronteira.
Emboscaram a cavaIaria americana e os Iiquidaram.
Estavam sob um generaI chamado Custer.
Ora, ora, jamais pensei que teria a visita de aIguém como você.
Permita que Patrick J. ScanIon torne sua estadia muito agradáveI.
-Veja o que temos aqui. -De onde eIa veio?
Inspetor!
Não é meIhor fazer aIguma coisa a respeito deste ataque?
Homens!
Retomem suas funções.
-Quem é esse? -O novo chefe. Chama-se Benton.
-Inspetor ORourke. -Sim, eu o estava esperando.
-Senhorita Markey. -Muito prazer.
-OIá. -EIa ia para BattIeford.
Um bando de Sioux atacou sua caravana. Três carroças.
Cinco mortos. EIa era a única sobrevivente.
-Uma moça de sorte. -Acho que sou.
Podemos acomodá-Ia aqui.
Não pretendo ficar, tenho de ir para BattIeford.
-Vai se arriscar de novo? -Sim, eu tenho que ir para Iá.
Não posso obrigá-Ia a ficar.
Mas deveria.
Duas carroças passarão aqui hoje indo naqueIa direção.
Verei o que consigo quando chegarem aqui.
Seria muita gentiIeza.
Quero um reIatório desse incidente o quanto antes.
Sim, senhor.
Cabo! Leve a Srta. Markey ao aIojamento de visitantes.
Não são muito confortáveis, mas é o meIhor que podemos oferecer.
Obrigada.
Obrigada peIa ajuda.
Obrigado por ser uma péssima atiradora.
Você aí!
Não ouviu a ordem?
Por que não entregou esse rifIe?
Responda.
EIe não sabe do que está faIando, nem eu.
As armas e munições deIes devem ser confiscadas.
Pegue aqueIe rifIe, ORourke.
-Detenha-no. -Não posso.
Não obedecerá?
Li sua ficha antes de assumir esse comando.
Sua reIação com os índios vioIa a atitude da força poIiciaI.
Vê-se que seu modo de pensar não mudou.
Mas sua atitude mudará, cuidarei disso.
Agora vá buscar o rifIe daqueIe homem.
EIe é como um irmão. Eu Ihe dei aqueIe rifIe.
Obedeça à minha ordem.
Bem, o que está achando da veIha espeIunca?
Viu como o posto está caprichado?
EIe mandou pintarem tudo de branco desde que chegou.
Cá entre nós, eIe devia pintar de branco aIgo dentro de si mesmo.
-Você sabe tudo sobre eIe? -Dei uma pesquisada.
É inexperiente, da IngIaterra.
EIe soube como os Sioux derrotaram os americanos e ficou com medo.
-Foi grave? -A pior até agora, monsieur Tom.
A tropa inteira de Custer foi Iiquidada.
Foi a pior bataIha de todas as guerras indígenas.
E o mesmo pode acontecer aqui...
pois faIa-se de uma aIiança entre os Cree e os Sioux.
Os Cree são amistosos, não participarão.
Mas não continuam amistosos se você faz isso. Veja.
Pegaram suas armas, munição, póIvora.
EIes precisam dessas coisas para obter aIimento.
Ottowa não quer os Cree armados caso haja uma aIiança.
Como era tranqüiIo e pacífico nas montanhas.
Você ainda pode pedir uma transferência para Benton.
Eu sei para onde eIe me enviaria.
Batoche, você sabe que não permitimos uísque no posto.
É remédio. Reumatismo no peito. Grave.
-Bem-vindo, fiIho. -Obrigado, Nuvem Negra.
-É bom estar de voIta. -É bom sim.
-Veio como amigo ou poIiciaI? -Como poIiciaI.
Lamento.
Onde está Cajou?
Cajou!
-Entregue sua arma. -Veja o que aconteceu.
Encontro meu pai transformado numa criança...
e seu povo transformado em crianças que esqueceram como se pensa.
O casaco vermeIho é um bom sinaI.
A Iei do casaco vermeIho nos protege.
Ensinando-nos a usar armas para matar nossa comida...
e, depois, nos deixando com fome tirando-as de nós.
Chama isso de nos proteger? Vocês nos tratam como inimigos...
-e nos aIiaremos aos Sioux. -Você se uniu a eIes, Nuvem Negra?
Essa decisão cabe aos chefes.
Os Sioux disseram que nos darão armas e munição.
Que tomaram dos soIdados americanos.
EIes são guerreiros. A aIiança significa guerra.
Isso cabe aos deuses decidir.
Espero que decidam sabiamente.
Cajou, me dê sua arma.
Dou a você.
E não resta amizade entre nós.
De partida novamente, Srta. Markey?
Para aIgum Iugar distante onde haja água e privacidade.
AqueIa suíte não foi construída para uma muIher.
Não foi fáciI para você fazer isso, ORourke.
Não, senhor.
Diante disso, será eIogiado.
Posso ficar com eIa? Entregarei a minha.
Não vejo nada de errado nisso.
Obrigado, senhor.
-Lá está o oficiaI sênior. -Obrigado.
É você quem manda aqui?
Sim.
Eu sou CarI Smith. DeIegado FederaI Americano.
É sempre um prazer receber um poIiciaI americano.
Obrigado. Avisaram-me no Forte McLeod...
que a moça que procuro poderá passar aqui a caminho de BattIeford.
-EIa se chama Grace Markey. -Sim.
EIa está aqui.
ótimo. Terei de Ievá-Ia de voIta para Montana...
eIa é procurada em Great FaIIs por ter matado um homem.
Que surpresa.
Encontrará estes documentos em ordem.
ORourke!
-Sim, senhor. -Vá buscar a Srta. Markey.
Me descuIpe.
O que uma moça precisa fazer para ter um pouco de privacidade?
Não precisará disso onde terá que ir.
O deIegado acaba de chegar de Montana.
Acho que isso tinha de acontecer.
Você quase conseguiu, não?
Essa é a história da minha vida. Quase.
OIá, Grace.
Trouxe um mandado de prisão e os papéis de extradição.
Meus parabéns.
Seguiremos para Montana assim que pudermos.
Está bem, só me dê um tempo para me vestir.
EIa não parece muito empoIgada comigo.
Ninguém gosta de ser apanhado. Quem eIa matou?
Um homem de Great FaIIs que estava apaixonado por eIa.
Uma doença fataI.
Parece que era possíveI se curar quando as coisas ficaram feias...
-mas eIe não conseguiu. -Quem era eIe?
Não que isso faça diferença, mas eIe era meu irmão.
Era um toIo também.
Imagino que vocês, poIiciais, tenham muito em comum.
-Vá andando, Grace. -Sem aIgemas?
-Monsieur Tom! -Também vai tomar banho?
Eu? Nessa água? Eu nem a bebo.
Chegou um mensageiro de Fort WaIsh, o Inspetor quer vê-Io imediatamente.
PeIo que ouvimos em Fort WaIsh...
os americanos tentaram eIiminar os Sioux na fronteira em vão.
Não sabemos quantos Sioux estão aqui.
Aqui é Fort WaIsh.
Aqui é onde estamos, Saskatchewan.
Eu diria que esta rota seria a mais rápida...
a que segue para a pIanície.
Uma marcha de dois ou três dias, dependendo do estado da estrada.
Entre!
À vontade, senhores.
Tenho ordens de fecharmos este posto e seguirmos para Fort WaIsh.
Os Sioux americanos estão cruzando a fronteira em número crescente.
O perigo de uma aIiança entre Sioux e Cree é considerado extremo.
Graças a Ottowa.
O que disse?
Os Cree foram amistosos há anos, agora tratam-nos como inimigos.
Por que não se uniriam aos Sioux?
Você por acaso tem ascendência indígena?
TaIvez.
-Tem a Iista de armas, sargento? -Sim, senhor.
Vinte caixas de munição, oito de carabinas, duas de baionetas.
Duzentos rifIes confiscados e duas carroças.
Organizem a tropa e carreguem as armas...
-as confiscadas também. -Sim, senhor.
ORourke, prepare os homens para partir ao amanhecer.
Sim, senhor.
Tenham cuidado.
Depressa.
Vocês precisam fazer isso no meio da noite?
Fecharemos o forte Iogo depois que você partir.
Foi uma amizade bonita, porém breve.
Ainda bem que sua capacidade de atirar não era meIhor.
Teria sido mais breve. Mas foi ativa.
Pena que não éramos outras pessoas.
É um pensamento interessante.
Se eu não a vir de manhã, antes de partir, desejo-Ihe...
Não diga. A úItima vez que precisei de sorte foi há dois meses.
Inspetor.
Tropa, montar!
Sargento, diga ao Inspetor Benton que estamos prontos.
-Você não vem conosco? -Pare de comemorar.
Benton disse que nos Ievaria até Fort WaIsh...
e, com o Ievante indígena, não quero prosseguir sozinho.
Uma coIuna em campo não é Iugar para uma muIher.
Escute, eu não pedi para ir.
Antes de ser muIher, eIa é uma prisioneira.
Por que não reúne um peIotão e atira em mim?
Adeus, CrowchiId! Cuide das crianças!
Sr. Batoche, que famíIia grande que você tem.
Minha muIher sempre quis se casar com um chefe.
Assim, decidi criar minha própria tribo.
Um projeto e tanto.
Creio que seria mais rápido adotar aIguns...
mas não há graça nisso.
Vejam esses pedintes taciturnos.
EIes não são assim Iá de onde eu venho.
Devem estar muito preocupados fugindo da cavaIaria...
para oIhar para outra coisa.
Isso mesmo. Guerra é guerra.
Mas paz é meIhor.
Puderam mantê-Ia no Canadá com uma força de menos de 300 homens...
porque eIes tratam os índios como seres humanos.
Os grandes chefes de guerra Sioux vieram para o Canadá.
Touro Sentado e CavaIo Louco reúnem-se com chefes Cree.
Em breve, não haverá um casaco vermeIho.
Os Sioux farão com eIes o que fizeram com Custer.
Iremos nos encontrar com Touro Sentado e CavaIo Louco.
Que beIeza. A água parece um espeIho...
a bruma se ergue como um conto de fadas.
O refIexo das montanhas é tão nítido que parece que podemos escaIá-Ias.
É uma vista admiráveI. Mas nada comparáveI aos Lagos de KiIIarney.
Foi aqui que aconteceu. Eu não queria nunca mais ver este Iugar.
-Uma emboscada bem antiquada. -Não durou muito.
Ninguém é meIhor que os Sioux nesse ramo.
Arrancam seu couro cabeIudo num piscar de oIhos.
É possíveI que esses coitados nem os tenham visto.
Devo convocar uma equipe funerária?
Não, não temos tempo. Precisamos seguir em frente.
Tropa, marchar.
Já viu aIguém mais amedrontado? EIe não quer ver nem enterrar.
AIto!
-São Sioux? -Não, Cree.
EIes querem conversar.
Certo, mas seja breve.
É um grupo de caça.
EIe diz que nós temos muitas armas e munições...
e quer que Ihes demos aIgumas. Diz que seu povo está com fome.
Diga que eIe está enganado. Não temos armas e munições.
-EIe sabe que temos. -Diga que eu sinto muito...
mas não posso dar nada.
ORourke, detenha esse homem.
ORourke, deIegado! Basta!
Não costumo apanhar por atirar num índio que roubou meu rifIe.
-Aqui não atiramos peIas costas. -É aí que vocês erram. Eu atiro.
-Vai deixá-Io se safar dessa? -EIe tinha seus motivos.
Então é meIhor enviá-Io para matar os outros quatro.
O quê?
Os Cree não são fortes o bastante para um ataque de vingança.
Mas os Sioux ficariam contentes em ajudá-Ios se soubessem disso.
E as notícias vão correr depressa.
-Cabo Burkhart! -Sim, senhor!
Reúna três homens e traga aqueIes Cree.
-Esperaremos aqui. -Sim, senhor.
Vamos montar acampamento aqui.
Acampar aqui.
-AIgum sinaI dos homens, Batoche? -Nem sinaI. Nada.
EIa não tem cara de quem pode matar um homem.
Mas é possíveI matar um homem com deIicadeza.
Eu posso gostar disso.
EIes estão demorando para voItar.
O Canadá é um país grande.
FaIa como se não esperasse que eIes voItem.
-Não foi o que eu quis dizer. -Espere um pouco.
Posso perguntar uma coisa? Você é descendente de índio?
-De onde tirou essa idéia? -Cajou disse que eram irmãos.
Eu fui adotado. O pai de Cajou me criou.
-Mas de onde você é? -De uma carroça em chamas.
Da mesma forma como encontrei você.
Só que eu tinha boas maneiras, não atirei.
DescuIpe. Acho que nunca tive boas maneiras.
Mas não é estranho não saber quem você é?
Eu sei quem sou. EscoIhi um nome. ORourke.
-E você? -Eu sei de onde venho.
Mas vou te dizer que adoraria mudar de nome e começar tudo de novo.
Tem famíIia?
Não desde os meus 15 anos.
Morreram em Ohio.
Deve ser difíciI para uma muIher sozinha neste país.
Conheço aIgumas que tiveram muita faciIidade.
TaIvez eu devesse. Tive chances de sobra.
Grace.
O que está fazendo fora da sua barraca?
Tomando um pouco de ar, é contra a Iei?
Eu disse para ficar Iá dentro. Não quero você se mostrando.
É você que está fazendo isso. Se exibindo e fazendo papeI de bobo.
Grace.
DescuIpe-me.
Você tem muitos motivos para se descuIpar. Sobre o que é agora?
Terá de ser assim entre nós.
Se meu irmão tivesse me ouvido, eIe não estaria morto.
Eu disse que eIe teria probIemas se continuasse vendo você.
Acho que eIe devia ter te ouvido.
Quero que saiba que não é tarde para eu mudar de idéia...
quanto a Ievá-Ia de voIta. Você está me ouvindo?
Não. Nada do que você diga pode me interessar.
Monseiur Tom!
Monsieur Tom! Veja!
O cavaIo de Burkhart.
Eis a resposta dos Sioux.
Levantar acampamento. Seguiremos a marcha.
Você e Batoche partam imediatamente.
Continuarei o reconhecimento na estrada.
Na estrada? Vai Ievar as carroças?
CIaro que vou.
Mas as carroças só seguem peIa estrada, e seremos massacrados.
Ponha as coisas nos cavaIos, taIvez tenhamos aIguma chance.
Vamos seguir para a fIoresta e nos esconder nas montanhas.
Minhas ordens são de transportar as armas até o finaI.
Essas carroças fazem parte do arsenaI. Devo transportá-Ias.
Bem, monsieur Tom.
Teremos de atravessar o Rio Saskatchewan em aberto.
E eu não gosto disso.
Vocês, cubram a margem esquerda. Vocês quatro, cubram a direita.
A outra carroça está com um eixo quebrado, jamais a retiraremos.
Precisamos dessa equipe. Cubra-me.
Está bem, cubra-o!
BriII!
-Os Sioux vão pegar a munição. -Atirem na carroça.
Como eIe está?
PeIo menos os Sioux Ihe deram aIgo para contar para os netos.
EIe teve a sorte de sobreviver para sair se gabando.
Acho que não estarei aqui para contar a história.
Thomas! Handford! CoIoquem os feridos na carroça. Vamos partir.
Não podemos Ievar aqueIa carroça.
-Não? -Você não entende?
Em campo aberto, os Sioux voItarão com cem homens.
Nossa única chance é coIocar a munição nos cavaIos...
-e seguir para a fIoresta. -Os Sioux não vão voItar.
EIes vão voItar para provar sua força aos Cree.
Então, concorda que temos de chegar ao forte o quanto antes.
É só um dia de marcha peIa estrada.
Só Ievará um dia a mais peIa montanha.
Devemos seguir as regras e tomar o caminho mais rápido.
Prepare a carroça para partirmos.
Então não irei com você.
Você sabe o que está dizendo?
Sim, senhor.
Sargento.
Prenda este oficiaI.
Sargento, ouviu a ordem? Prenda este oficiaI.
Senhor, acho que concordo com eIe.
Eu sei como os Sioux pensam.
EIes estão reunindo um exército para virem atrás de nós.
O monsieur Tom está certo. Irei com eIe.
Os que não obedecerem serão responsáveis por isso.
Tire sua baioneta e jogue-a no chão.
Isso é um motim, e matarei, se for preciso, para impedi-Io.
Abaixe sua arma, senhor.
Levarei você à corte marciaI e à forca por isso.
Todos vocês!
Descarreguem as carroças e carreguem os cavaIos.
-Sim, senhor. -Depressa.
Vamos Iá. Reúnam essa equipe.
Muito bem, rapazes. Depressa.
Você não se importa de cometer suicídio.
Andando na direção de um homem com uma arma.
-Eu o vi esvaziá-Ia. -Mas eIe podia ter recarregado.
Mas não recarregou.
Não pensei que eIe teria a coragem de puxar o gatiIho.
Pegue aIguns homens e atravesse o rio.
Me dê a mão.
Devagar.
Você acha que ORourke está certo?
Certo ou errado, eIe deu um jeito nas coisas para nós.
Só se morre uma vez. Se perdermos, seremos escaIpeIados.
-Se chegarmos Iá, seremos enforcados. -Se é para ter graça, não tem.
Estou na poIícia há três anos sem ir para a corte marciaI...
mas também nunca fui escaIpeIado.
-Vai ser duro ficar sozinha. -Estarei bem.
Designarei um homem para ajudá-Ia.
Não quero que designe ninguém. EIa é responsabiIidade minha.
Obrigada mesmo assim.
-Não quero que eIa nos atrase. -EIa não irá atrasá-Ios.
Sei o que eIa significa para você e o resto.
De agora em diante, quero que todos vocês se afastem deIa.
De poIiciaI para poIiciaI, se não a estivesse Ievando para a forca...
eu diria que está com ciúme.
Já decidiu que caminho tomaremos?
-Passagem GIacier. -Passagem GIacier?
Ninguém atravessa a Passagem GIacier com cavaIos carregados assim.
-TaIvez ninguém tenha tentado. -Não acho que conseguiremos.
Como acha que sairemos? PeIa Fenda da Águia?
Não, peIo Lago Bow.
Há um veIho caçador Iá com aIgumas embarcações.
E então, rio abaixo até Fort WaIsh.
Passagem GIacier. Se eu soubesse, teria ficado com Benton.
Se concorda com Batoche, sigam para o forte e comuniquem nossa chegada.
Eu não quero perder nada.
Quero registrar seu ato heróico para a corte marciaI.
Inspetor!
-Pode me emprestar seu binócuIo. -CIaro.
Obrigado.
Parece que a nação Cree inteira está em marcha.
-O que acha disso? -Cajou e Nuvem Negra.
Os dois da frente são Sioux.
Assim como os que vêm atrás.
Aonde será que estão Ievando os Cree?
Deve estar havendo um grande encontro em aIgum Iugar.
Sabe, monsieur Tom, os Sioux têm muito a oferecer a eIes...
armas, munições e reputação.
E depois de terem derrotado Custer...
estão sendo considerados os maiores homens de combate.
BriII! BriII, onde você está? BriII! BriII!
-EIes o ouviram? -Não sei.
Fique de oIho neIes.
-Como eIe está? -O coitado está deIirando.
Começou a faIar sobre BriII ser morto.
Os Cree prosseguiram, mas aIguns Sioux voItaram.
É meIhor sairmos daqui o mais rápido possíveI.
CoIoque-o em seu cavaIo. Mantenha-o caIado.
Não pode deixá-Io descansar um pouco?
EIe pode descansar quando escurecer.
-Você não se cansa? -Só se eu quiser.
Poderá precisar disto.
-Está carregada. -Obrigado.
Fiquem no Iago.
-Por que estamos fazendo isso? -Para despistar os Sioux.
EIes não podem seguir nosso rastro na água.
-Você está bem, ScanIon? -Estou segurando as pontas.
Desmontar. Vamos acampar aqui.
-Como eIe está? -Não muito bem.
Levem-no para Iá e acomodem-no.
ORourke, quanto tempo deixará que esse homem nos atrase?
-O que quer dizer? -Isso mesmo.
Os Sioux já devem estar atrás de nós.
Isso mesmo.
Você está arriscando muita gente. Por que não o deixa aqui?
-EIe vai morrer de quaIquer jeito. -Você tem um cavaIo.
Pode partir quando quiser.
Estou achando difíciI não ter com quem faIar.
Como você também está em meio a probIemas pessoais...
parece que, por mais desagradáveI que pareça, temos isso em comum.
Acho que estaríamos em times adversários.
Você é um santo, eu sou uma pecadora.
Mais ou menos. Mas eu tenho razão.
Que situação irônica, não?
Um inspetor rebeIde nos saIvando...
e Ievando a si mesmo à execução.
Então, acho que é com eIe que tenho mais em comum.
Como se sente?
Você comeu?
Não sinto o sabor da comida.
Deveria comer. Iria se sentir mais forte.
-Deixe-o em paz. -EIe precisa de ajuda.
Quanto mais o ajudarem, mais eIe nos atrasará.
Se não fosse por eIe, estaríamos 30 km na frente.
EIe já sobreviveu.
Obrigada.
Se causar mais probIemas, vou amarrá-Io na seIa.
-Você nunca dorme? -E você?
Já dormi o suficiente.
Estava pensando uma coisa.
Você está sempre pensando uma coisa.
-É importante? -Acho que é.
-QuaI é o seu primeiro nome? -Thomas.
-Não é muito importante. -Thomas.
Thomas.
-Mais aIguma coisa? -Sim. Antes, quando acordei...
a primeira coisa que pensei foi...
que não quero que você continue achando que matei aIguém.
-Eu não matei. -O deIegado disse que você matou.
Eu sei, é minha paIavra contra a deIe.
EIe disse que o irmão deIe era apaixonado por você.
Essa parte é verdade.
Também achei que estivesse apaixonada por eIe.
Bonito, não?
Não precisa esconder nada de mim. Eu sei o que é isso.
-Ouvi isso antes, Iembra? -Não parece aborrecida.
QuaI seria a diferença agora?
Eu queria que você soubesse a verdade antes.
Ainda não chegou a hora para confissões finais.
Estamos próximos o bastante para sermos francos.
EIes nos IocaIizaram. São vigiIantes.
-Quantos você viu? -Dois, mas acho que há mais.
Acorde os homens. Preparem-se para partir. Diga para ficarem quietos.
Você nunca mais voItará para o Canada.
E esse foi o meIhor corte de cabeIo que você já teve.
Acho que isso eIiminou os vigiIantes.
Mas o grupo principaI não deve estar muito Ionge.
Não podemos mais ouvi-Ios. TaIvez esteja tudo bem.
Seria meIhor se eIe não voItasse. Sairíamos dessas montanhas.
Sob a sua Iiderança, herói?
Vamos partir, Grace.
-Sargento, os homens estão prontos? -Sim, senhor.
-Montar. -Está bem, senhor.
Vamos, ScanIon, hora de partir.
Não vou continuar. Já me decidi.
-CIaro que vai. -Não.
Não vou atrasá-Ios ainda mais.
Assim estará nos parando. Não iremos sem você.
Deixe-me ficar, por favor.
Os índios não devem estar a mais de duas horas de nós.
As tropas estão prontas para partir.
Você ouviu o que eIe disse.
Se tem a coragem que penso que tem, subirá no seu cavaIo.
Muito bem.
Levantem-no.
Tropa, aIto!
Lá está o Lago Bow. A uns 3 ou 4 km, não?
Sim. Depois, uma caIma travessia peIo rio e, Fort WaIsh.
Estaremos no aIojamento da guarda, espero que seja confortáveI.
Parece que estamos no topo do mundo.
Esse é o remédio que eu precisava.
Se Deus teve tempo de criar isso...
taIvez pudesse se dar o trabaIho de me poupar.
E dar um jeito para não sermos enforcados.
Benton será o único a ficar feIiz se atravessarmos.
EIe e o deIegado.
Os demais só terão probIemas.
-Eu nem tenho chance. -Não se preocupe.
Parece que os Sioux também decidiram tentar a Passagem GIacier.
-Quanto tempo temos? -Uma hora. TaIvez duas.
É bastante. Procuraremos o caçador, pegaremos os barcos e seguiremos.
Estes são os Sioux para vocês. Vejam.
Seu amigo, o caçador. EIes não fazem nada peIa metade.
E Iá estão seus barcos.
Você disse que depois da Passagem estaria tudo bem.
ORourke, você nos meteu nisso. E agora?
Acho que seguimos o homem errado.
Foi o que eu disse o tempo todo e ninguém me ouviu.
Batoche!
Veja, o sujeito com os chifres.
O Touro Sentado.
O outro é o CavaIo Louco. EIe Iiquidou Custer.
Do outro Iado do Iago. O acampamento dos Cree.
Então foi para cá que os Sioux os trouxeram.
Parecem estar se preparando para a reunião.
Se isso não for uma aIiança, está bem perto de ser.
São mais cabanas Sioux que eu já tinha visto.
Não são os seus amigos?
Bem, com os Sioux na nossa frente e no nosso encaIço...
parece que estamos sem saída.
-QuaI é a situação? -Há índios suficientes...
para tomar o oeste do Canadá inteiro.
Não se pode passar por eIes nem desviar deIes.
E os que estão atrás de nós? Não podemos oferecer resistência aqui.
MerriII, KeIIer...
Duncan, Cook. FaIta uma hora para escurecer.
Descarreguem a munição e a póIvora. SoItem os cavaIos.
-Não precisaremos mais deIes. -Vai tentar isso?
É preciso.
-Já foi tudo descarregado? -Isso é tudo.
Sinto tanto por ter perdido meu pônei cinza.
Roubei-o de um generaI quando eIe estava bêbado.
Eu também estava.
Vejam!
Muito bem. Carreguem as canoas, e seguiremos viagem.
Se tudo der certo, chegaremos ao forte amanhã de manhã.
A partir daIi, viajaremos sozinhos. Só você e eu.
Deixarei a seu critério para onde iremos.
De voIta para Great FaIIs ou quaIquer outro Iugar.
-Você me ouviu? -Várias vezes.
Eu disse que deixarei a seu critério.
Estou Ihe dando uma escoIha entre a vida e a morte.
Um homem não poderia oferecer mais do que isso a uma muIher.
Sei que podemos ser feIizes juntos.
Grace, estou Ihe dando a escoIha, venha comigo.
Não quero nada com você. Correrei o risco.
Você me Ievou a fazer isso de novo, me vez impIorar.
Deixe-a em paz.
Deixe-a em paz!
Estou farto de você, ORourke.
Cuidado, eIe o matará assim como matou o próprio irmão.
EIa tem razão. Só que eu tenho mais motivos para matar você.
Obrigado, senhor.
As canoas estão carregadas.
Vejam, aIi.
Pena que vocês não roubaram todas as canoas deIes.
Sigam para a margem.
Carregaremos as canoas até o Rio Bow.
Ponham as canoas no chão.
Retirem a póIvora.
Vocês cinco ficam aqui.
Os demais seguem com o inspetor Benton.
Meu Deus, monsieur Tom. Você conseguiu!
Só mais um trecho de canoa e chegamos a Fort WaIsh.
Batoche, eIa irá com você e os rapazes.
O que você vai fazer? FaItar à corte marciaI?
Pode ser. Quero faIar com Nuvem Negra.
É perigoso.
Conheço esses índios. EIes têm espiões em cada montanha...
em cada árvore.
Você terá sorte se chegar a 100 metros do acampamento deIes.
-Não tenho nada a perder. -Como não tem?
O que o deIegado disse não faz diferença?
Tom...
fiquei muito feIiz quando você soube a verdade a meu respeito.
Achei que, se nos saIvássemos...
você iria começar a pensar em si mesmo. E em mim.
Tenho pensado.
Então não jogue tudo fora agora.
Deixe-os ir, você não Ihes deve mais nada.
Podemos ir para Montana.
É isso que você quer?
Batoche.
Por favor.
-Por que você veio? -Quero faIar com você.
-Você veio como poIiciaI? -Não, Nuvem Negra. Como amigo.
Para saber se você se aIiou aos Sioux.
Os Sioux pedem que fiquemos reunidos por mais dois dias.
Se não nos aIiarmos a eIes, nos considerarão inimigos...
e guerrearão contra nós.
-Por que está faIando com eIe? -Porque eIe é meu fiIho.
-E seu irmão. -Está ouvindo as mentiras deIe.
Depois, pensa nas mentiras deIe durante o conseIho Sioux.
-Pararei com as mentiras deIe. -Não haverá sangue aqui.
VoIte para seus chefes, ou estará fazendo o que eIes dizem: mentiras.
Vá.
Como homens assim podem ser seus amigos?
Porque não temos outros amigos.
E porque eIes seriam fortes demais como nossos inimigos.
Se vocês tivessem armas e munições, uniriam-se a eIes?
Não. Nós estamos acostumados com a paz.
Não vivemos bem numa vida de guerra.
Quando eu disser isso a eIes, terão suas armas e munições.
-Eu gostaria de acreditar nisso. -Posso prometer isso.
-Arrume um cavaIo para eIe. -Você acredita em suas paIavras?
EIas são fáceis de dizer. EIe as diz para você deixá-Io ir.
Sou eu que decido isso. Dê-Ihe o seu cavaIo.
Vá depressa, meu fiIho.
OIá, HazIett. Como vai?
O tópico das conversas aqui não tem sido a minha saúde.
Tenho ordens de desarmá-Io e Ievá-Io ao superintendente Banks.
-É com eIe que eu vim faIar. -Entregue suas armas, por favor.
Venha ver! O monsieur Tom voItou.
Você me deve dez, George, oito, e PercivaI, cinco.
Eu sabia que eIe ia voItar.
Tom! Thomas!
Por que você voItou? Por que não aproveitou para fugir?
-Que tipo de recepção é essa? -Estão faIando da sua corte marciaI.
TaIvez punição máxima.
Que toIice fazer isso.
TaIvez.
Quando vai voItar para Montana?
Dentro em breve.
Eu esperava ver você quando chegasse Iá.
Gostaria de poder deixá-Ios conversando a sós...
mas não posso.
O Inspetor ORourke.
Você voItou.
E, peIo visto, decidiu ficar com seus amigos Cree.
Conversei com eIes.
Garanti que vocês Ihes devoIveriam as armas e munições.
-Você garantiu? -Sim.
-Você não tinha o direito. -Tenho o direito de ver uma situação...
e descobrir que não duraremos mais de duas horas...
-se os Cree e os Sioux se aIiarem. -Já chega.
Você ignora o fato de que tivemos um certo êxito...
em tratar com os índios sem os seus conseIhos.
É verdade que eIes foram maItratados aIém da fronteira.
Mas saberão que serão bem tratados no Canadá.
-Não, senhor, é tarde demais. -EIes vão saber sim.
Fui convocado a me reunir com seus chefes.
EIes estão pintados para guerrear.
Leve o Inspetor ORourke para as barracas de detenção.
EIe está preso.
EIe parece estar sendo sincero.
Mas tem sido assim desde o começo.
EIe está incIinado demais para o Iado dos Cree.
Lembre-se de que eIes o criaram.
Sim, mas se eIe acabou de vir de Iá...
pode estar certo em reIação ao seu encontro com os Sioux.
EIe provaveImente está certo.
InfeIizmente não podemos aceitar ordens assim.
E então?
-Lamento, rapazes. -Tudo bem.
PeIo menos não te escapeIaram, e ganhei dinheiro em cima de você.
-Eu estava preocupado com você. -Obrigado. Onde está ScanIon?
Está meIhor que nós, no hospitaI. Ganha rum todos os dias.
Presumo que você não saIvou o oeste do Canadá.
Não exatamente.
Não consegui convencer Banks que os Sioux vão entrar.
-Espera-se mais deIe. -Sabe de uma coisa?
O quê?
Estou muito cansado para me importar.
Pensei que não tivessem trancado.
Os rapazes têm recIamado dessa cadeia.
Deviam ver os Iugares em que já fiquei.
Vejam. Bebezinhos. Sem dentes.
Avançar em setores peIa direita.
Andar, marchar!
Tropa, trotar!
Banks se destacará se conseguir fazer um acordo com os Sioux.
Desejo-Ihe sorte.
Não vai cair bem para você se eIe conseguir.
Partiremos Iogo. Está pronta?
Acho que sim.
Não parece contente em ir para casa.
CIaro que estou. Eu gosto de viajar.
Sou dessas muIheres que não gostam de ficar muito tempo num só Iugar.
-Cajou! -Vim faIar com ORourke.
EIe está na cadeia. Mas taIvez possamos soItá-Io.
Há um guarda na porta da frente. Eu o manterei Iá.
-OIá, soIdado. -Como vai, senhorita?
Sabe me dizer quaI a distância daqui até Montana?
A fronteira fica a uns 30 km.
-Cajou, o que está fazendo aqui? -Você criou probIemas para os Cree.
Como meu pai o deixou partir, os Sioux não vão mais esperar.
EIes prometeram que esperariam mais dois dias.
Você prometeu que nos devoIveriam nossas armas e munições.
Eu tentei, mas eIes não quiseram me ouvir.
EIes estão indo se encontrar com os Sioux.
Então, encontrarão os Sioux antes do que esperam.
Ottawa verá como suas ordens estão erradas.
Os Sioux atacarão este forte para pegar armas e munições.
Então, decIararão guerra aos Cree.
Banks. EIe irá de encontro a eIes.
Será a história de Custer mais uma vez.
Você nos prometeu armas e munição.
Entregue agora e poderemos tirar os Sioux de nossas terras.
A porta. Há um guarda.
-Você já esteve em Montana? -Não, senhorita.
É um Iugar muito bonito.
Como estou de partida, quero me despedir de aIguns...
Lamento, mas não poderei deixá-Ia entrar.
Não farei nenhum maI, só vou dizer adeus.
Não cause probIemas, é proibido entrar.
Não vejo por que...
Traga-o para dentro. Amarrem-no. Depressa.
Pegue o sentineIa do portão.
Não seria meIhor ter mais ajuda aIém de Cajou e Batoche?
Já envoIvi vocês em probIemas demais.
Os rapazes querem dar uma mão depois do que os Sioux fizeram.
O que acham, rapazes?
Está bem, toda ajuda será bem-vinda.
EIes o pegaram.
Prendam-no.
Abram aqueIe arsenaI. Formem equipes.
Aqui não está seguro. Estamos de partida, vá entrando.
-Eu não vou. -Com esses índios chegando?
-Haverá probIemas. -Eu não perderia isso por nada.
Esperem! Esperem!
Se haverá briga, eu quero participar.
Vamos Iá.
AIto!
-EIes querem conversar. -Assim parece.
Vejam!
Protejam-se.
Agora vem o ataque máximo.
É ORourke e os Cree.
Veja! Como muIheres assustadas, estão voItando para Montana.
Foi o que eu disse.
Os grandes Cree são como crianças diante dos dois poIiciais...
cuja sabedoria saIvou a vida de nossas muIheres e crianças...
e trouxeram a vitória a nossos guerreiros.
Enviei mensageiros a todas as aIdeias indígenas do Canadá...
para contar sobre os dois pais que restauraram a paz no Canadá.
E o seu amor ao meu povo.
ORourke.
-Posso faIar, senhor? -Sim, Benton. CIaro.
Apenas uma coisa.
AIguns homens Ievam mais tempo que outros para virarem bons soIdados.
Por acaso sou um dos Ientos.
Com a permissão do superintendente...
suspendo as acusações contra você e os soIdados.
Obrigado.
Você irá imediatamente para Montana...
e Ievará a Srta. Markey junto.
E reporte-se às autoridades de Iá.
Quando estabeIecer a inocência deIa, poderá voItar.
Seu estado civiI ficará a seu critério.
-Obrigado, senhor. -Tropa, preparar.
Estava na hora de atirarem de novo.
Prontos?
Foi assim que o conheci e é assim que o manterei.
Então, entre na carroça e Ieve-me para casa.
CrowchiId!
-Como se sente? -Veja.
De novo não. Vamos chamá-Io de NapoIeão.
-Não é menino. -Então chamaremos de Josefina.
AGRADECIMENTOS AO POVO DE SASKATCHEWAN...
PELA ESPLÊNDIDA RECEPTIVIDADE.
AGRADECEMOS A COLABORAÇÃO AMISTOSA, A AJUDA E A GENEROSIDADE...
DE NOSSOS AMIGOS CANADENSES.
CÓPIA SUBRIP DE PP7LA
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