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Original subtitles

O Raio Invis�vel

Cada feito cient�fico aceito hoje, um dia ardeu em uma fogueira fant�stica

na mente de algu�m considerado louco.

Quem somos n�s neste jovem e pequeno planeta para dizer que

...o RAIO INVIS�VEL � imposs�vel para a ci�ncia?

O que est�o a ponto de ver � uma teoria que ronda os c�rculos da ci�ncia.

Pode ser que amanh� estas teorias sobressaltem ao universo como um fato.

- Diana? - Sim, M�e Rukh.

Janos continua no laborat�rio?

Sim. Est� revisando seu equipamento antes que os ingleses cheguem.

Devo avisar-lhe quando ver as luzes do carro.

Foi em uma noite assim...

...que Janos viu pela primeira vez o raio da Andr�meda.

Seu pai seguiu os guias...

Eu sustentava a lente detectora e...

...nunca voltei a enchergar.

Pobre M�e Rukh...

Temo que vai ser muito tarde pra meu filho aprender...

...que o universo � muito grande...

...e que h� alguns segredos que n�o deveriam ser descobertos.

Janos disse que a eletricidade ajudar� na demonstra��o.

Ele se engana a demonstrar pra essa gente.

Quem s�o eles? Pigmeus que se escondem de um gigante...

Que somente dir�o que � um vision�rio...

um fato da ci�ncia, um enganador.

� melhor que todos eles juntos.

Ele pediu pra que eles viessem.

Se tivesse esperado, um dia lhe tivessem implorado...

...implorado, para poder v�-lo.

J� vejo o carro. Vou avisarei Janos.

Janos?

- Diana. - Eles j� v�m subindo.

Sir Francis Stevens...

e o grande Dr. Benet da Universidade de Paris.

O que eles sabem? O que v�o saber?

Levarei-os a um lugar onde nunca estiveram.

De volta no tempo.

Funcionar� bem esta noite.

Estou seguro e estou preparado.

- Nunca voltar�o a rir de mim. - Janos.

Chegar�o a qualquer momento. Deve se preparar para receb�-los.

Vamos.

Sim.

Sou Diana Rukh. Meu marido vir� em um momento.

Sou Lady Stevens. Este � meu marido, Sir Francis.

- Como vai voc�? - E este � o Dr. Benet.

- Madame... - Como vai voc�?

- E este � meu sobrinho, Ronald Drake. - Como vai voc�?

Permitem-me lhes apresentar � m�e de meu marido, Fra� Rukh.

Como v�o?

Que lareira t�o encantadora.

Espero que n�o tenham tido dificuldades ao vir.

A viagem na realidade � terr�vel.

N�o me incomodou, mas a meu pobre marido cansado, sim.

- Brandy? - Obrigada. Isso ajudar�.

Obrigada.

Algu�m esperaria encontrar algo assim no topo dos Montes C�rpatos?

N�o.

Sir Francis.

� interessante volt�-lo a ver depois de tantos anos.

Dr. Benet, finalmente nos encontramos.

- Mas j� nos conhecemos. - � verdade.

Veio para me ver fracassar, mas vai ficar desapontado.

Vim pra me assegurar que n�o lesem o Sir Francis.

- Suas d�vidas s�o muito aduladoras. - S�o m�tuas.

Nunca estivemos de acordo em nada.

Porque sempre estive adiantado 200 anos de suas teorias.

- Dr. Rukh? N�o me conheceu. - Lady Stevens.

Nem a meu sobrinho, Ronald Drake.

- E voc� tamb�m � cientista, senhor? - Creio que n�o.

N�o sabe nada de ci�ncia.

� um dos tr�s homens que cruzaram as Montanhas da Lua...

...fizeram mapas da regi�o.

E como � pra l� onde vamos, ser� de utilidade.

Um trabalho muito digno de elogios, senhor.

Bom homem. O vi sofrer em �frica.

Li que foi pra �frica. Por isso lhe pedi que viesse.

O que tenho que lhes mostrar depois do jantar...

diz respeito a �frica...

e o que confirmei faz muitos anos.

Tudo isto faz que um homem como eu se sinta pequeno e in�til.

Voc� tamb�m foi a territ�rios inexplorados.

Todas minhas explora��es foram neste planeta.

Estas chegam ao espa�o.

Esta � a nebulosa de Andr�meda.

Aqui ficar� gravado um raio desta nebulosa...

e se transformar� em eletricidade no projetor do meu laborat�rio.

Ent�o recriarei o que se gravou nesse feixe de luz.

- Desde Andr�meda? - Desde Andr�meda.

� tr�s quartos de um milh�o de anos luz de dist�ncia.

- Ele pode fazer isso? - Sim.

Ele n�o fracassar�. N�o pode.

- Isso o mataria. - Voc� viu?

Ningu�m viu exceto Janos.

Esperem aqui uns minutos. Prepararei o projetor.

- Parece muito confiante. - Sim.

Claro, a teoria da reprodu��o de vibra��es do passado n�o � novo.

- Mas se for comprovado, seria. - Sim.

Isso pode ser muito interessante.

Sim. Muito.

N�o te afeta este tipo de coisas?

N�o. J� estou acostumada. Meu pai era assistente aqui.

Quando faleceu h� tr�s anos, casei-me com o Dr. Rukh.

Entendo.

Estou pronto.

Isso � o �ltimo em vidros blindados...

...que protege de todos os raios daninhos.

Para reproduzir o que se gravou do feixe de Andr�meda...

devemos sair ao espa�o nesse raio de luz...

at� chegar a um ponto em que nos viremos e vejamos nosso pr�prio planeta.

Nos aproximamos da lua.

Cinzas mortas, onde n�o h� ar nem �gua.

Nas sombras, mais fria que o �rtico.

Na luz do sol, mais quente que todos os desertos da Terra.

Passamos Saturno, com seus an�is girat�rios.

Uma vasta nuvem de pequenos movimentos, cada um sobre sua pr�pria �rbita.

Outra constela��o se aproxima de n�s rapidamente.

A grande nebulosa do Ori�n.

Ha uma dist�ncia de 500 anos luz.

Mas viajamos a uma velocidade maior que a da luz...

A velocidade da magnifica��o el�trica.

Caso contr�rio, obter nossa meta demoraria uma eternidade.

Nos movemos por essa massa ca�tica e vemos a Andr�meda.

Nosso vizinho mais pr�ximo entre os universos do espa�o.

A luz que vemos l� existe muito antes que o homem...

...antes de que a Terra se esfriasse.

Nos aproximamos dessa nebulosa...

...e paramos em um ponto onde d� pra ver nosso planeta.

A Terra, como existiu h� muito tempo atr�s.

Anos atr�s, Sir Francis...

mencionei a cren�a de que um grande meteoro...

com um elemento mais poderoso que o radium...

caiu em um lugar inexplorado do continente africano.

Se me permitirem um momento...

mostrarei-lhes como sei que isso � um fato.

Isso � tudo.

- Um truque? - N�o.

A realidade.

Mas aonde se foi?

De volta ao espa�o.

- O que vimos? - O que viram esta noite...

...em realidade aconteceu h� alguns milhares de milh�es de anos.

Entendi. Uma viagem no tempo.

Exatamente. Tudo o que alguma vez aconteceu...

deixou seu registro na natureza.

Cada som do in�cio da eternidade ainda vibra...

gravado em algum lugar do espa�o.

O cataclisma que presenciaram esta noite retornou...

...no raio de Andr�meda.

Bom, estou atordoada. Atordoada, � tudo o que posso dizer.

Voc� demonstrou algo que sempre julguei...

como uma teoria sem fundamentos. N�o tenho palavras.

Eu o felicito.

- Talvez precisem de um brandy. - Obrigado. Isso cairia bem.

Estarei com voc�s num instante.

Estou apenas come�ando a me recuperar pelo que vimos.

Eu n�o creio que consiga. Foi incr�vel.

Bom, senhor, seu descobrimento � assombroso.

Quando planeja divulg�-lo ao mundo da ci�ncia?

N�o por algum tempo. Ainda n�o est� preparado.

E se existir esse elemento mete�rico desconhecido na �frica...

- Existe. - Seria interessante descobrir o que �.

Muito interessante.

Consideraria se unir a n�s e nos acompanhar em nossa expedi��o?

Me pedem que eu me junte � voc�s?

Mas esquecem que n�o tenho voz em seu congresso cient�fico.

Acredito que me chamaram de heterodoxo.

Tolices. Nossa expedi��o n�o est� sob a vigilancia...

...de nenhuma associa��o

Ser� uma honra para n�s.

Sim, irei com voc�s. Por que n�o?

N�o, Janos.

- Por qu�? - N�o ser� uma boa id�ia que v�.

Estou te ouvindo, m�e.

Embora puder fazer um grande descobrimento, n�o ser� feliz.

N�o est� acostumado �s pessoas, Janos. Nunca estar�.

Seus experimentos s�o seus amigos.

Deixe as pessoas em paz.

Ci�ncia Mundial Revista Geogr�fica

Radium "X" Objetivo da Expedi��o do Doutor Benet

Bornu, Nig�ria - Depois de muitas semanas, se diz...

...que o Doutor Rukh se separou de seus colegas...

...para procurar os t�o desejados dep�sitos de Radium "X".

Enquanto isso, o Doutor Benet segue levando a cabo seus experimentos...

...e investiga��es em astroqu�mica.

Onde acha que est� esse louco do Rukh?

Depois de tudo, � sua decis�o se deseja fazer uma explora��o sozinho.

Olhe, Stevens, a criatura viver�.

Olhe como brilha sua pele. Move seu bra�o com muito mais for�a.

- Muito interessante. - Isso prova, acredito...

...que os organismos humanos s�o s� parte da astroqu�mica...

...controlada por for�as radiadas do sol. - Nunca duvidei de sua teoria.

- O que esteve usando? - Zitilio.

Um miligrama, extra�do diretamente do espectro solar.

Desligue.

Interessante.

Mas devo admitir que quero ir embora da �frica...

...assim que se completem seus experimentos.

Depois de oito semanas disto, admito que estou farto.

Conhe�o cada assobio e cada estalo de cada disco.

Fico feliz de ver rastros de rinoceronte. Amanh� iremos atr�s deles.

Sim. S� ca�ou seis.

S�o umas bestas de t�o mau temperamento, que � um prazer se desfazer deles.

- Diana deve se sentir sozinha. - � claro.

- � sua culpa. - Por que diz isso?

Ronnie, a maneira em que se evitam � muita �bvia.

Por que n�o pode ser amig�vel com ela como foi no princ�pio?

Bom, se quer saber, n�o me atrevo.

- Est� se interessando? - Sim.

Imaginei. Est� apaixonado.

O que poderia ser mais natural?

Uma lua africana, dois animais jovens e s�os...

Basta. N�o somos animais. E n�o fale mais nada.

E n�o � t�o f�cil, assim por favor...

...n�o nos converta em personagens de seu livro.

Bom, voc� est� interessado.

- J� retornou, Arabella? - Sim. Ca�amos um ant�lope e um leopardo.

Meus tornozelos est�o pior.

J� estou cansado da �frica.

E n�o acho que devamos continuar esperando o Rukh.

� evidente que ele decidiu nos abandonar.

Bom, n�o podemos ir e deixar a sua esposa sozinha...

...embora ele tenha esquecido que veio.

- � assunto do Rukh, n�o nosso. - � meu assunto. Gosto dela.

N�o tenho carinho suficiente a ningu�m pra continuar aqui.

Temba, mais �gua, por favor.

Choco! O pacote pequeno.

Chefe, p�r chap�u. Muito quente aqui.

Chefe j� encontrar lugar que procura por muitos dias?

N�o tenha d�vidas.

- Os meninos n�o gostar deste lugar, chefe. - Por que n�o?

- Ver o buraco? Cair, muito mau. - Me traga um mensageiro.

Quero enviar uma carta ao acampamento imediatamente.

Eu trazer.

- Este menino ir. Ele muito r�pido. - Levante a caixa.

Quanto tempo levar� para chegar ao acampamento?

Amanh� a esta hora, ele chegar. Antes do anoitecer.

Bom.

- Quer que espere trazer resposta? - Sim.

D� isso � dama mais jovem. N�o mencione onde estamos.

E se assegure de que entenda.

Francis, est� dormido?

N�o querida, s� estava tentando me imaginar em casa.

Eu daria �10 por...

Outra vez guisado de ant�lope?

Leve isso. N�o suporto.

Deixe de se lamentar.

Que novos segredos extraiu do sol hoje, Dr. Benet?

Provas de que o Sol � a m�e de todos.

�? Me pergunto por que se preocupa conosco. Quem somos, afinal?

Astroqu�mica, meu amigo. Astroqu�mica.

� do Janos. Licen�a.

Diz muito pouco. N�o retornar� por um tempo.

- Onde ele est�? - N�o diz.

Acredita ter feito um descobrimento novo e interessante.

Mensageiro quer levar papel de volta.

Sim, diga pra ele esperar.

- Com licen�a, por favor? - Mas e seu jantar, querida?

N�o tenho muita fome.

Quero ver o mensageiro em minha tenda. V�m voc� tamb�m, e me traduza.

Estarei pronta em uma hora. Quero tr�s meninos para sair.

O que vai fazer?

S� h� uma coisa a fazer.

- Irei busc�-lo esta noite. - Esta noite?

Est� mais fresco. Al�m disso, tem luz lua.

Voc� vai sozinha?

- N�o posso ficar aqui. - Por qu�?

Ele � um grande homem, Ronald. Sou sua esposa.

Ele precisa de mim. N�o posso abandon�-lo.

N�o faria.

N�o � do tipo que abandona nenhum homem. Nunca.

- Adeus. - Adeus, Diana.

Poder. Mais poder do que nenhum homem tenha conhecido.

Bem, o que quer?

Meninos querer deixar este lugar. N�o gostar.

- Querem me abandonar? - Eu querer ir tamb�m.

� mesmo?

V� essa rocha?

- Sim, chefe. - Quero que olhe essa rocha.

Diga aos meninos que tamb�m o fa�am.

Olhem.

Podem partir se quiserem, mas n�o chegar�o muito longe.

� isso que vai sobrar de voc�s.

Eu ficar, chefe.

- Todos ficar. - Bem. Ent�o retornem ao trabalho.

Leve o lampi�o pra dentro. Atrai muito os insetos.

Me envenenou.

Est� morto.

A casa do chefe l�.

Eu levar.

N�o, eu irei sozinha.

- Janos? - O que faz aqui?

Deve partir o quanto antes.

- O quanto antes. Ouviu? - Mas sou eu, Diana.

N�o devia ter vindo.

Te disse que tinha um trabalho importante a fazer.

- N�o quero que ningu�m me incomode. - Deve estar doente.

- O que te aconteceu? - N�o me aconteceu nada.

O que te faz pensar que me aconteceu algo?

Passaram semanas desde que foi. N�o quer me ver?

N�o quero te ver aqui.

Esse n�o � lugar pra voc�.

Deve partir o quanto antes.

Meu lugar � onde voc� est�. N�o serei um enc�modo.

Suponho que ter� que passar a noite.

Meu cacique te buscar� um ref�gio.

Mas quero que v� embora daqui amanh� cedo. Entendeu?

Sim. Entendi.

- Partirei assim que amanhecer. - Sim, senhorita. Eu dizer aos meninos.

Obrigada.

- Benet. - Rukh?

N�o deixe que ningu�m saiba que estou aqui.

- Est� exausto. - N�o me toque.

O que aconteceu?

Fiz com que o mensageiro me trouxesse aqui.

- Viajei dia e noite. - Por qu�?

Encontrei o lugar onde caiu o mete�ro.

Descobri um elemento mil vezes mais poderoso que o radium.

Mas fez algo terr�vel comigo. Algo horr�vel.

- Horr�vel? - Olhe pra mim.

Olhe pra mim no escuro.

Mas... est� envenenado.

Envenenado.

E tudo o que toco se envenena.

Morre.

- Morre? - Sim. Eu sei.

Vamos voltar � luz.

Possivelmente a coberta de metal n�o te protegeu.

N�o, ela me deu isolamento total.

Devo ter cometido um engano.

Benet, voc� conhece sobre a qu�mica do corpo mais do que ningu�m.

Algo voc� poder� fazer por mim para que possa retornar...

...e resolver o poder deste elemento.

H� um ant�doto para o envenenamento com radium...

...derivado do pr�prio radium.

- Trouxe amostras desse novo elemento? - Sim.

Aqui.

Acha que pode me ajudar?

N�o posso dizer at� que eu deduza sua estrutura at�mica.

J� fiz isso.

- Vai achar meus c�lculos aqui. - Est� certo.

Come�arei a trabalhar no ant�doto o quanto antes.

Ningu�m deve saber o que aconteceu comigo.

H� algum lugar aonde possa me esconder?

Sim. Ali atr�s tem uma pequena tenda onde guardo meus instrumentos.

Pode se esconder ali. Vou te mostrar.

Acorde, Rukh. Acorde.

Esteve dormindo por uma hora. Olhe pra voc� mesmo.

Te dei o ant�doto exatamente � meia-noite.

Minhas m�os n�o brilham.

N�o, suas m�os n�o brilham, nem o seu rosto.

J� posso tocar nas pessoas agora?

Sim.

Mas lembre-se do que te disse.

Nada poder� cur�-lo.

O melhor, no seu estado � sempre fiscalizar, interromper.

E agora que o ant�doto chegou a sua corrente sangu�nea...

...s� poder� viver se usar uma quantidade pequena do mesmo...

...em intervalos regulares durante todos os dias...

...todos os dias de sua vida.

Aqui est� a f�rmula.

E se eu me esquecer, o que acontece?

Seu corpo voltar� a ser a m�quina mortal que era antes.

Seu toque matar�.

Pouco depois ser� mort�fero pra voc� mesmo.

Se n�o usar o ant�doto a tempo...

...literalmente voc� ir� desmoronar.

Lembre-se, voc� sabe das condi��es. Voc� aceitou o risco.

Sim, mas ao menos depois de cada tratamento devo ser imune.

Normal.

Como te disse, ainda n�o sei o suficiente para predizer...

...o efeito que a carga repentina de veneno e o ant�doto ter�o no c�rebro.

Sim. Eu aceitei esse risco.

Este � o ant�doto.

Cuide bem dele.

E o que planeja fazer agora?

Voltar para acampamento...

...terminar minhas pesquisas e retornar aqui o mais logo.

- N�o conte isso a ningu�m. Me promete. - Eu prometo.

J� n�o h� por que fingir.

Sabe que te amo.

Eu sei a muito tempo.

- Por isso tive medo. - De mim?

N�o. De n�s.

Diana, por que lutar contra algo muito mais forte que n�s?

Devemos.

Voc� o ama?

Meu pai o idolatrou.

Quando faleceu, lhe prometi que me casaria com o Janos.

O que vamos fazer?

N�o sei.

Jantar. Devemos ir.

- Sim, chefe? - Onde est� o Dr. Rukh?

- Loja do chefe l�. - Sim, quero v�-lo.

Dr. Benet.

- Como encontrou este lugar? - Escutamos os tambores.

Falavam de um homem branco que fazia magia nas montanhas.

Como se sente? N�o sentiu sintomas?

- At� agora, nenhum. - � melhor que n�o fique no sol.

- Tem �gua? - Ali.

Esperavam que retornasse faz muito.

Sim, eu sei. Sempre havia algo mais que fazer.

Passaram dias e, antes de que me desse conta, semanas.

Por fim a compilei, Benet.

Poderia destruir uma cidade a quil�metros de dist�ncia.

Poderia destruir uma na��o. Todas as na��es.

Compilou seu poder de destrui��o.

O compilou pra curar?

Isso vir� depois, quando inventar um filtro para diminuir seu poder.

Mas enquanto isso, � meu e posso experimentar com ele. Meu.

Stevens e eu acredit�vamos que essa seria sua atitude.

Por isso decidimos...

que seu descobrimento era muito importante para deix�-lo nas m�os de um homem.

O que quer dizer?

Stevens est� a caminho do Congresso Cient�fico Internacional...

...que foi inaugurando em Paris faz um m�s.

Ele leva o esp�cime que deixou comigo.

Ladr�es!

Esquece que viemos a �frica com o mesmo prop�sito.

Eu o descobri.

Te daremos cr�dito pelo descobrimento. N�o tema.

Ladr�es!

N�o pod�amos te esperar para sempre.

Al�m disso, sua esposa esteve muito doente...

...assim decidimos levantar o acampamento e ir.

- Minha esposa? - Sim.

Vai caminho a Europa com os Stevens.

Me encontrarei com eles no Lago Vit�ria.

Diana partiu?

A esposa do Stevens est� cuidando dela.

Me pediu para que eu te desse esta carta.

N�o acredita que a amo.

Ela ama outra pessoa.

- Ao Drake? - Sim.

Vieram como ladr�es na noite e me roubaram tudo.

Saia daqui, Benet. Saia antes de que...

A Expedi��o de Benet sai da �frica Dr. Rukh est� no Laborat�rio do C�rpatos.

Londres - depois de se ocultar na selva e fazer descobrimentos importantes

...o grupo do Dr. Benet abandonou a viagem para o Lago Vit�ria...

...e come�ou sua viagem de volta � Inglaterra.

N�o se mova, m�e. Fica parada.

Saberemos em uns segundos.

Posso ver!

V� tudo?

Com mais clareza que antes.

Fico assustada com o que vejo.

O compilei. Compilei.

Por fim � meu.

Tem um trabalho por fazer que tomar� toda sua vida.

Amanh� irei a Paris.

N�o. Fique aqui e trabalhe.

Eu devo ir, m�e.

Encontrar� trag�dia l�. Eu sei.

No caso de que eu encontre trag�dia...

...te deixo todo meu segredo. Est� tudo a�.

Mais poder que nenhum homem jamais possuiu.

Poder de curar, poder de destruir.

Cuide disto por mim.

Edi��o Internacional Revista M�dica

O uso que o Doutor Benet d� ao Radium "X" impressiona o mundo m�dico.

O milagroso poder da cura do Radium "X"...

...levou milhares de doentes diariamente �s portas da Cl�nica do Dr. Benet.

Foram curadas milhares de enfermidades...

...pelo maravilhoso poder de cura deste extraordin�rio elemento.

N�o tenha medo, minha querida. Vai ficar bem.

- N�o tenho medo. - Isso � bom.

Carregue-o, por favor.

Sou o Dr. Janos Rukh.

Venham, por favor.

Beb�, pode me ver?

Sim, mam�e. Posso te ver.

Onde encontra-se o Dr. Benet? Sou Janos Rukh.

Janos Rukh? O Dr. Benet est� no laborat�rio.

O levarei l� imediatamente.

Agora devem ir, agora � a vez de outros.

Prepare o pr�ximo paciente.

Obrigada.

Meu beb� pode ver.

Sim, mam�e, posso ver.

Parece que cheguei em um momento interessante.

Chegou pra ver o que o seu descobrimento fez por esta menina.

Estava cega. E a fez enchergar.

Obrigada.

Obrigado, doutor.

Isso � tudo por agora.

Parece que, como sempre, cheguei um pouco tarde.

N�o. Toda Paris est� te esperando para te prestar honras.

Sabe, � claro, que lhe dar�o o Pr�mio Nobel.

Sim. Eu sei. Eu sei.

Todos pensam que voc� e Sir Frances Stevens s�o homens muito generosos.

Estava me perguntando como estaria sua sa�de.

O ant�doto continua fazendo efeito.

E Diana?

Est� bem. Agora � a secret�ria de Lady Arabella.

Ela e Drake planejam se casar, � claro.

Est�o apaixonados, mas diz que n�o far� nada at� saber de voc�.

Logo saber� de mim.

N�o vou me impor em sua felicidade.

Isso � muito nobre de sua parte, Rukh.

- Vou te deixar pra que continue seu servi�o. - Viu? Eu tinha raz�o.

Seu descobrimento � muito grande para s� um homem controlar.

Algum dia voc� perceber�...

...de que n�o descobriu todas as possibilidades do Radium "X".

E continuo sendo o �nico que pode control�-lo.

Sim. Voc� ser�.

Mesma altura, mesma largura.

O que quero? Quero lhe fazer um bem.

O melhor bem que um homem pode fazer a outro.

Os que nunca viram a luz da lua no plano africano...

...perderam um vis�o que n�o se pode ver em nenhum outro lugar.

Um le�o preso em um arbusto de espinhos e...

Milady.

Briggs, te pedi pra n�o me interromper quando estou ditando.

- Mas o jornal, milady. - O jornal? Sabe que nunca leio.

- Isso � importante. - Muito bem.

Do que se trata?

The Paris Herald Acham Morto o Pai do Radium "X"

O corpo mutilado do Dr. Rukh foi identificado por documentos e roupa.

Com o rosto totalmente queimado...

...acharam morto � Janos Rukh, o pai do Radium "X"...

...em seu apartamento hoje pela manh�.

"Prometo honr�-la at� que a morte nos separe."

Prometo honr�-la at� que a morte nos separe.

O que Deus uniu, nenhum homem pode separar.

- Adeus, querido. - Adeus, querida.

- Ronnie, querido. - Adeus, querido.

- Estou certa que ser�o muito felizes. - Au revoir.

- Adeus, meu rapaz. - Adeus.

Seis.

Seis de n�s.

Pens�o

- Voc� � a administradora? - Sim.

- Tem um quarto livre? Que d� pra rua? - Um quarto?

Felizmente, senhor, sim tenho um. Venha por aqui, senhor.

Sou a Sra. LeGrand, sou inglesa at� os ossos das costas...

embora alguns problemas e um marido franc�s, trouxeram-me para Paris.

Gostar� do quarto. Tem uma lareira encantadora e n�o sai a fuma�a...

...e a cama � muito c�moda.

Meu pobre marido faleceu a� t�o confortavelmente.

Ficarei com o quarto.

- E quero o Paris Herald toda manh�. - Sim, senhor.

Ser�o 50 francos por semana, senhor.

Obrigada, senhor.

Sir Francis Stevens: Ladr�o.

Alguma vez viu algu�m t�o feliz...

...como Diana e Ronald quando foram pra sua lua de mel?

- Espero que sejam felizes. - Chegaremos tarde se Francis n�o se apressar.

V� ao quarto de Sir Francis e lhe diga que o Dr. Benet e eu o esperamos.

Pobrezinho.

Quando retornou de sua confer�ncia na universidade...

...estava t�o esgotado que lhe disse que descansasse.

Ele tem se sentido melhor desde que retornamos da �frica?

Sim. At� esqueceu de se queixar de seus tornozelos.

O que � isso?

Celeste. Fale, sua boba. O que aconteceu?

Dr. Benet, suba, por favor. O quanto antes.

- Pierre. - Sir Francis.

Isto � horr�vel.

Olhe seus olhos.

Que coisa espantosa viu?

Devemos chamar a pol�cia o quanto antes.

Mas antes que cheguem, queria tentar uma experi�ncia.

Fazer antes que o globo ocular fique cinza.

- Tenho sua permiss�o? - Sim.

Tem uma c�mara ultravioleta?

- Sim. Vou busc�-la. - Por favor.

Eu sabia.

Entre.

- Bom dia, senhor. - Bom dia, Sra. LeGrand.

- Que manh� agitada. - Sim.

- O que aconteceu a� em frente? - V�ndalos, senhor.

Vieram de noite e destru�ram todas as imagens.

N�o deixaram nada exceto uma montanha de coisas derretidas.

- Mas isso � imposs�vel. - � o que todos dizem.

Mas um fato � um fato, senhor. Se me der licen�a, senhor...

...irei ver quais s�o as �ltimas novidades.

Sim, Sra. LeGrand.

Retorne e me conte mais.

Vou ver, senhor. N�o demorarei muito. Averiguarei tudo o que puder.

Morre Cientista do Radium "X"

Mist�rio Envolve Morte Tr�gica

Sir Francis Stevens, proeminente no desenvolvimento

...do descobrimento recente do Radium "X"

...foi achado morto em sua casa hoje sob circunst�ncias misteriosas.

A trag�dia segue a morte do Dr. Janos Rukh.

Lady Stevens: Casamenteira.

O Radium "X" reclama terceira v�tima.

Edi��o de Paris do New York Herald.

The Paris Herald Radium "X" faz Terceira V�tima

Mulher de Linhagem Morre pela Maldi��o

Pouco depois do tr�gico final de seu marido, Sir Francis Stevens...

Lady Arabella Stevens foi achada morta hoje em sua casa.

A terceira morte do grupo em rela��o com o descobrimento do Radium "X"

...provoca a cren�a supersticiosa de que este caso se compara...

N�o, por favor.

Acredito que ser� melhor que leve Diana daqui.

Responderei a qualquer pergunta.

Estaremos l� embaixo se precisar.

Agora explicarei por que insisti...

...em que o legista e seus assistentes usassem luvas...

...quando tocassem o corpo.

Pode apagar as luzes?

Olhe bem o pesco�o da v�tima.

Luzes, por favor.

Se perceberem, essas marcas n�o se podem ver na luz.

- Poderia ser f�sforo? - N�o.

Radium "X".

Causado por algu�m contaminado com o veneno.

- Conhece alguma pessoa assim? - S� uma, mas est� morta.

Mas tem uma hist�ria por tr�s disso tudo.

E vou te pedir que escute alguns fatos.

H� uma maldi��o.

Diana, querida, as maldi��es n�o existem.

J� n�o precisam mais procurar o assassino.

- � o Radium "X". - Basta!

N�o deixarei voc� falar assim.

Se n�o o tivessem encontrado, todos continuariam vivos.

Janos, Sir Francis e Arabella.

Pare! Nos amamos. Pertencemos um ao outro.

Nunca pertenceu a ele.

E n�o h� lei da natureza nem do homem que possa dizer que fizemos mau.

Ele n�o tem por que sair de sua tumba e arruinar nossas vidas.

Lutarei contra ele.

Mas o que vai combater?

Algo que n�o pode ver? Algo que n�o pode alcan�ar?

Algo que n�o pode tocar?

Querido. Me abrace forte.

N�s precisamos muito um do outro.

Sim, temi algo assim...

...desde dia que deixei meu laborat�rio.

E sempre duvidei de sua morte.

Agora, sabem tudo o que tenho que lhes dizer.

Acredita que o homem que enterraram como o Dr. Rukh n�o era ele?

Sim. Acredito que Rukh est� vivo e em Paris.

Acredito que esta cidade est� a merc� de um louco...

...cujo corpo � uma m�quina de destrui��o.

Falei por telefone com sua m�e faz um momento...

...e ela tamb�m acredita que Rukh est� vivo.

Tomaremos medidas necess�rias para encontr�-lo.

Cavalheiros.

Terror Toma Conta da Popula��o Enquanto Est�tua Derrete

Imagem Sagrada desaparece misteriosamente na frente da multid�o

...enquanto os presentes lamentavam e rezavam.

Hoje, os inspetores acharam uma explica��o

...para o misterioso desaparecimento das est�tuas religiosas na...

...Igreja dos Seis Santos enquanto uma delas se derretia.

Uma est�tua se derreteu perante uma multid�o.

S� um elemento na Terra pode ter feito isso.

Diana e eu nos casamos nessa igreja, e fomos em seis para a �frica.

Sup�e que o louco do Rukh relacionou esse fato...

...com as seis figuras dos santos da igreja?

Matou a dois de n�s e destruiu duas das seis figuras.

Um homem e uma mulher em cada caso.

Voc� e sua esposa devem ausentar-se imediatamente.

Voc� tamb�m, Dr. Benet, Enquanto procuramos este louco.

Seria mais f�cil que ele viesse aqui.

Como pretende fazer isso? Convid�-lo para jantar?

N�o precisamente. Mas � mais ou menos essa a id�ia.

Que um jornal publique que os tr�s sobreviventes...

da expedi��o africana saem imediatamente de Paris com o destino desconhecido.

Mas antes de partir, haver� uma reuni�o aqui.

Que tipo de reuni�o?

O que acredita que o atrairia, Doutor?

Uma confer�ncia sobre os experimentos recentes com o Radium "X"...

...e uma oportunidade de nos encontrar.

- Est�o dispostos a se arriscarem? - Mas � claro.

Convidarei a alguns cientistas, que s� poder�o entrar com convite.

Acredita que � justo exp�-los ao perigo?

S� h� duas pessoas a quem ele quer destruir.

Dois, ou possivelmente tr�s.

Meus homens podem revistar os convidados...

...na porta e possivelmente peg�-lo l�.

- Tamb�m mesclar-se com seus convidados. - Exatamente.

A confer�ncia ser� � meia-noite.

A essa hora sua luminosidade ser� forte.

J� que n�o usar� o ant�doto, com a esperan�a...

...de usar seu poder contra Drake e contra mim.

Se n�o podemos captur�-lo na porta...

...ent�o fechamos todas as portas e apagamos todas as luzes da casa.

Seu rosto e suas m�os ser�o vistas como f�sforo.

N�o importa seu disfarce.

E se ele tocar algu�m?

Morrer�.

- Professor Lemaire. - Professor Lemaire.

- Professor Gothe. - Professor Gothe.

- Dr. Benet. - Professor Reinhardt.

Uma hora muito estranha para uma reuni�o, n�o acha?

Possivelmente. Mas o Radium "X" � um tema muito estranho.

- Benet tem suas raz�es. - Sem d�vida.

Deve ter algo muito importante que nos mostrar.

At� o presidente de nosso Congresso est� aqui.

O Professor Michael-John, se n�o me engano?

Sim, eu sou Michael-John. Quem � voc�, senhor?

Jones, da Universidade de Gales. Nos conhecemos uma vez...

...mas possivelmente n�o se lembre.

Acredito que sim. A gente conhece tanta gente.

Nunca esquecerei seu tratado sobre a radia��o, senhor.

Oh, lembra disso?

Sem d�vida vai a caminho da demonstra��o do Dr. Benet.

- Ser� uma noite muito interessante. - Comcerteza ser�.

Disseram-me que n�o entrar� ningu�m sem um convite.

Sim.

Isso me lembra...

Sim, estou com ele. �s vezes sou esquecido.

- Sob as circunst�ncias... - � claro.

- Uma noite horr�vel. - Muito desagrad�vel.

Acredito que tenho um resfriado.

Brandy Napole�n, senhor.

Acredito que se dermos um gole nos ajudar�o a continuar.

Sugiro que entremos aqui, para n�o nos molhar.

N�o me agradam muito os licores, mas considerando a noite, por que...

- Professor Michael-John. - Professor Michael-John.

Todos est�o aqui, exceto um nome.

Que o deixem entrar imediatamente.

Beaudine, ficar� no interruptor principal da casa.

Deve apagar as luzes exatamente � meia-noite.

N�o tentou entrar nenhum estranho. Verificaram todos os convites.

Possivelmente n�o venha.

Vir�. Possivelmente j� esteja aqui agora.

- Monsieur o Pr�sident. - Dr. Benet.

Se pudessem esperar uns minutos mais...

Farei uns ajustes finais em meu laborat�rio e estarei preparado.

- O esper�vamos. - Sei.

Cinco ladr�es. Dois j� foram, restam tr�s.

- Pretende matar a todos n�s? - Sim.

Sabia que era melhor n�o te ajudar quando se envenenou.

Te avisei sobre seu c�rebro.

Come�ou a afetar meu c�rebro quase imediatamente.

Podia sentir ele vindo, faminto das c�lulas.

N�o h� momentos em que pensa como antes...

...como um humano? - N�o muito agora. N�o muito.

E por isso devemos morrer.

N�o, porque s�o uns ladr�es. Cinco ladr�es. Todos.

Seria melhor apertarmos as m�os. Tudo acabar� em um segundo.

E minha esposa?

Em seu quarto com a Sra. Noyer, como voc� pediu.

Mas est� nervosa, senhor.

Eu tamb�m.

Logo tudo acabar�, de uma maneira ou outra.

Sim, senhor. De uma maneira ou outra.

- Sei que algo terr�vel aconteceu. - Acalme-se, Madame.

J� n�o aguento mais.

Procure o Sr. Drake e diga que quero v�-lo, s� por um momento.

Me ordenaram que e permanecesse aqui.

- Por favor, vai. - Como voc� quiser, Madame.

- Madame Rukh. Que bom que veio. - � minha obriga��o estar aqui.

- Onde est� Diana? - Est� l� em cima no seu quarto.

Que estranho que o Dr. Benet n�o voltou, n�o �?

Sim, muito estranho.

N�o est� aqui.

Sim est�. E tamb�m Rukh.

- N�o se aproxime. - Max, Louie, as escadas da frente.

N�o, n�o posso te matar. N�o posso.

Mas ele deve morrer.

N�o, Janos!

M�e.

N�o.

Preciso de tempo. Preciso fazer s� por mais um.

Drake.

N�o dispare.

Meu filho.

Violou a primeira lei da ci�ncia.

Sim, tem raz�o. � melhor assim.

Adeus, m�e.

Querido. Est� a salvo.

Madame Rukh, me permita...

...lhe render meus mais sinceros sentimentos.

Janos Rukh est� morto...

Mas uma parte dele continuar� viva pela eternidade...

...trabalhando para a humanidade.

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