All language subtitles for A.Viking.Saga.Son.Of.Thor.2008.DVDRip.XviD-TFE

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Original subtitles

Os Vikings s�o conhecidos na hist�ria

pela velocidade de seus largos barcos

e dos cru�is e brutais ataques.

Quando n�o est�o saqueando ou trocando mercadorias,

s�o agricultores e levam vidas normais.

A vida nas terras altas era dura e a comida escassa.

N�o se podia confiar nem em estranhos e nem em vizinhos.

Enterrei meu passado neste rio.

Minhas doces lembran�as de um mundo perfeito

foram apagadas para sempre neste lindo dia de ver�o.

Um mundo que n�o voltaria a ver.

O s�bio rio prometeu guardar meus segredos

para que as lembran�as nunca me machucassem.

Como minha esposa, me esperar� fielmente com meu filhos.

Navegarei at� o fim da Terra com homens nobres, reis

e passarei tempo com centenas de encantadores mulheres estrangeiras.

Eu passarei a admir�-la.

Ela ia ser minha rainha quando eu fosse o chefe.

Eu sentia tanta saudades que meu cora��o do�a

como se fosse atravessado por um poderosa espada.

Como o rio neste dia de ver�o.

Sentia os bons momentos que compartilhamos

A m�sica, as festas e as incessantes risadas.

Escutava as rajadas do vento sussurrando

Sempre apreciando as maravilhas da terra

que absorve a �gua e a madeira

n�o tem medo de nada mas, se protege da neve

e procura o sol.

Dou-Ihe o martelo de Thor como prova de minha honra.

Leve-o sempre com voc�.

V� com seu tio Rurik para seu territ�rio.

Ele cuidar� de voc�.

UMA SAGA DOS VIKINGS: O FILHO DE THOR

N�o tenha medo de mim, filho.

Sou o frade Timothy.

- De onde voc� veio? - Do oeste.

Sozinho?

- Quem � voc�? - Isso importa?

Voc� � bastante calado.

Um guerreiro deve ser silencioso e reflexivo

cauteloso e valente na batalha.

Todo homem deve ser alegre e atento

at� encontrar sua morte.

- E... para onde voc� est� indo? - Para onde o sol nasce.

- Tem uma linda espada. - Era do meu pai.

Quase nunca a usava. A faca era do meu tio.

Era um verdadeiro her�i.

Esta faca foi meu av� quem deu.

Tinha vis�es como voc�.

Disse que se a usasse corretamente

passaria a ser um grande l�der.

Eu estou em uma miss�o divina.

Pedia ao Senhor um sinal e... voc� apareceu.

Os deuses n�o se importam mais.

Algo ruim aconteceu l�, certo?

Meu Senhor disse no serm�o da montanha

Olho por olho e dente por dente.

Mas eu digo � voc�.

N�o ceda ao mal.

Se algu�m Ihe bate na face � direita,

d� a ele a outra tamb�m.

Deus n�o viu o que eu vi

sen�o, n�o diria isso.

- Quem � voc�? - Voc� � um estranho.

Sou Oyvind, chefe desta aldeia.

Meu irm�o como sempre um idiota. Sou Dagmar.

Procuro por Rurik, voc� o conhece?

Siga-me.

Voc� � o filho de Leif?

Entre, sobrinho. Sou seu tio Rurik.

- Voc� est� sozinho? - Todos morreram.

Amanh� come�ar� seu treinamento.

Voc� tem muito que aprender para emparelhar-se comigo.

Temos que dar a Helgui um novo nome.

Aqueles que destru�ram sua aldeia n�o podem possuir nossa terra

enquanto eu viver

e n�o queremos que a not�cia chegue at� ele.

Se tivesse outro filho...

...eu o chamaria... Oleg.

- � um bonito nome. - Sim.

Para construir um bom barco, tem que cortar um bom carvalho

e dividi-lo em partes da espessura de um polegar.

Come�a-se de uma ponta a outra.

E crava-se bem.

Coloca uma ligeira marca dentro

para estabilizar a constru��o.

Concentre-se.

Escolha um lugar na �rvore.

N�o atire como uma garota.

Minha irm� pode faz�-lo melhor.

Tem que atir�-lo com mais for�a.

Imagine como se fosse seu pior inimigo.

Ent�o atire nela como assim.

N�o deixe sua imagina��o voar muito.

Aqui somos pessoas pac�ficas.

- Ent�o para que aprendemos isto? - Para defendermos.

Trocar a mercadoria em lugares distantes tem seus riscos.

Quando se est� em batalha divide-se a linha do inimigo em duas.

- Suas defesas se enfraquecem. - Sim.

- E criar� um caos. - Igual quando se urina em uma colmeia.

Lembre-se sempre de antecipar ao advers�rio seu pr�ximo movimento.

Est� vendo a constela��o? As 3 estrelas em linha?

� o cintur�o de �rion. Permite-Ihe navegar no oceano.

E uma vez me disseram

que �rion era um guerreiro

e nenhuma criatura viva poderia mat�-lo.

Um dia um pequeno escorpi�o aproximou-se dele

e picou-Ihe o calcanhar.

Causando-Ihe a morte.

Ent�o nunca subestime seu inimigo

n�o importando o qu�o pequeno ele possa ser.

A posi��o da b�ssola indica para onde estamos indo.

- Para o Este. - Excelente!

Agora ambos podem navegar em qualquer parte nos grandes mares.

Lembrem-se crian�as.

Juntos como um...

s�o fortes, mas separados...

Quando deu-se a cria��o dos 9 mundos

foi pelas chamas de Masper

que vaporizou a n�voa de gelo e foi chamado de Nivellhaim.

Da n�voa de gelo saiu um gigante malvado de gelo

e uma grande vaca de gelo.

A vaca lambeu a neve e criou um deus

cujos netos foram mortos pelo gigante de gelo.

E criou-se 9 mundos de seus corpos.

Um dos netos chamava-se Od�n.

A carne do gigante converteu-se em terra

seu sangue converteu-se em oceano

seus ossos em montanhas

e... seu cabelo e dentes

em �rvores e rochas.

O caminho para o cora��o de um homem

Quanto mais beber, menos pode controlar-se.

Od�n tinha dois filhos.

Seu filho favorito era Balta, o bel�ssimo.

Mas era cego.

Seu segundo filho favorito era Thor

- O deus do C�u e dos trov�es. - O mais forte de todos.

Asgard, um dos 9 mundos

de onde os deuses governavam.

Um dia Rocknerok vir�

e haver� escurid�o total.

O fim do mundo.

Od�n, o maior de todos os deuses

era o deus da guerra e da morte.

Depois de uma batalha, as mulheres guerreiras

as Valqu�rias, recolhiam seus mortos

e os levavam ao pal�cio de Od�n, chamado Valhala.

Sal�o de escravos, onde seu pai o esperava.

Sabia que Oyvind me odiava pois se sentia amea�ado

mas esperava que algum dia f�ssemos amigos.

Dagmar era uma garota doce

mas nunca poderia me amar, como eu fiz uma vez.

10 anos depois

Estou pronto para navegar rio abaixo para Hongard.

Nossos produtos nos proporcionam uma boa mercadoria.

Como a prata dos mu�ulmanos

e seda em troca dos meus dentes.

Ouvi que em Hongard tem lindas mulheres escravas.

- Sa�de. - Sa�de!

Onde est� Oleg?

Est� vendo esses cogumelos? S�o o caminho para o inferno.

Eu sei, tio.

- N�o deveria comer isso. - Shh... a m�e natureza fala comigo.

Para sobreviver a outro inverno duro como no �ltimo

temos que aumentar nossa colheita de carvalho.

Pedirei ao rei mais terras.

- Nossos vizinhos est�o procuram o mesmo. - O que ser� que v�o cobrar dessa vez?

- O seu filho mais velho? - Tive uma vis�o.

- Uma advert�ncia. - N�o deixe que seu dom te controle.

Confie no processo da vida.

Mas era sobre esses homens.

Corra, covarde. Corra.

Meu pai n�o aprecia que voc� n�o esteja ajudando a planejar a viagem para o sul.

Antes de ocupar-me de novos neg�cios, devo ocupar-me dos velhos.

Sempre que fala como seu amigo o monge.

Voc� fala quando n�o � prudente.

Sente-se.

Ser�o longos meses de solid�o enquanto estiver negociando � oeste.

Te trarei algumas pedras brilhantes.

Quase t�o lindas como seus olhos.

Voc� � o que eu quero.

- A terra no Este � muito f�rtil. - Igual a mim.

Enquanto crescia

os gritos se tornavam mais altos

e as imagens horr�veis.

O �nico rem�dio era a estrada para o inferno.

- Sim, eu te amo, Lena. - Isso � verdade?

Voc� emite uma energia que preenche minha alma e cora��o

como o gelo que derrete no in�cio da primavera.

Por favor, Lena, eu imploro.

De joelhos.

N�o me ajoelho diante de ningu�m.

Seu pai n�o aprova que nos vejamos como estamos fazendo.

Est� insultado porque n�o pediu a minha m�o.

Voc� � a �nica mulher que me importa.

- Desde que cheguei. - Ainda tem pesadelos, n�o �?

- N�o tem nada que temer de mim. - A mim importa muito, Dagmar.

Mas n�o esqueceu a Lena.

- O passado �... - A chave para o futuro.

Seja paciente comigo. Sinto muito.

Ela morreu porque fui um covarde.

N�o quero ser respons�vel tamb�m pela vida de Dagmar.

Jesus nos deu um lindo dia, n�o �?

Oleg... meu pai est� te chamando.

Venha.

S� o senhor sabe o futuro que o espera.

Oleg, espere!

- Tenho que te dizer uma coisa. - Ele disse agora.

J� tenho saudades dele e ele s� vai amanh�.

Seja forte, minha filha.

- Eu estarei a seu lado. - E que consolo � esse, Timothy?

- N�o pode usar uma espada. - N�o, mas posso rezar.

Desde quando isso deteve as flechas?

Carrego seu filho no ventre e ele ainda n�o sabe.

- Como �? - N�o me julgue.

Mas pensei que voc�s fossem primos.

N�o, meus pais morreram afogados em um acidente de barco quando eu era crian�a.

Rurik me criou como se fosse sua filha.

Desejo o melhor para os dois.

Esperarei seu retorno, padre.

Com muitos presentes, tenho certeza.

Voltaremos em uma piscada de olhos.

Por que voc� sempre tem que ficar por cima de mim, na frente do meu pai?

Um verdadeiro irm�o n�o faz isso.

Com um irm�o como voc� n�o preciso de inimigos.

Foi nesse momento que soube que Oyvind nunca me aceitaria.

Tentei argumentar com ele.

Minhas vis�es me advertiram que um dia ele me mataria

olhando-me nos olhos.

Eu suspeitava que era a v�tima, tinha que cuidar da minha retaguarda.

- Tenho que te dizer uma coisa. - Quando eu voltar.

N�o, mas...

Oleg... Agora ou prefere ficar!

Depois de v�rias semanas navegando

pensei ter ouvidos sereias dizendo nossos nomes.

Esta �rea parece muito com a nossa casa.

Melhor ainda.

- Quando chegaremos? - Em uma semana.

Em primeiro lugar, vamos parar para pegar suprimentos em um pequeno posto

e depois nos restar� meio dia de viagem.

Onde est�o as pessoas?

- Onde est�o todos? - Est�o mortos.

Todos mortos ou foram levados como escravos.

- Quando? - Faz 6 dias.

- Por quem? - Nosso novo rei.

- Novo rei? - Ele matou o nosso antigo soberano

e conquistou nossas terras.

Quando nossa vila n�o p�de pagar seus exigentes impostos

mandou seus guerreiros para ensinar uma li��o

e respeito.

Como podem respeitar um rei que saqueia seu pr�prio povo?

N�o toleraremos a resist�ncia.

S� deixou a mim

para contar a outros o exemplo que representa minha vila para outras.

D� a esse homem comida e carne.

- No barco grande? - Sim.

Eu tive uma vis�o.

Outro sonho pat�tico?

Sua depend�ncia aos cogumelos um dia ser� fatal.

- igual a sua l�ngua. - Pela m�o de quem?

- Por uma muito r�pida. - N�o vejo nenhum rel�mpago.

Nem ouvir� o trov�o.

J� chega!

Era outra advert�ncia.

Ele � estranho, sempre foi.

Ela j� viu coisas antes.

E a maioria de nos nunca faremos.

Tudo bem?

Estou melhorando em atirar o machado.

- Um dia precisar� dessa habilidade. - Para matar?

Nossos ambiciosos vizinhos assaltam aldeias

e roubam os produtos para dar ao rei como impostos

- para conservar as propriedades. - A terra n�o � nossa.

As pessoas n�o t�m nada, exceto o que podem colher e pegar com a espada.

Aqueles que resistem bravamente at� o fim.

S� deixaram a mim.

para contar a outros seus m�todos.

Mais, querida.

- Para o topo, como meu pai. - A melhor fam�lia do vale.

Quero viajar para outros lugares como o tio Rurik.

Navegar nos mares, cheirar o oceano.

trocar por seda e prata

para nunca ter que trabalhar no campo.

- Comigo a seu lado. - Quando eu for o l�der.

Voc� promete?

Um chefe nunca quebra sua promessa.

Nem um palavra, fiquem aqui.

- Os irm�os enviaram-nos uma mensagem. - Ent�o � isso?

Voc� n�o fez o mesmo com nossos vizinhos do oeste?

N�o podemos acus�-los sem provas.

- Todas estas cabe�as n�o chegam? - Eles falaram?

N�o, mas querem ter certeza de que voc� tamb�m n�o o fa�a.

Tem uma reuni�o de chefes no m�s que vem,

at� ent�o, esperaremos.

- Estas flechas n�o s�o suficientes? - Eu disse que esperaremos.

Pai, eu te protegerei.

A viol�ncia nunca � a resposta, filho.

Foi ent�o que me dei conta que meu pai era medroso e fraco.

E que meu tio era forte e valente.

- Abaixem suas armas por hora. - Desde quando d� as ordens?

Fa�a o que ele disse.

Sou Kont, o emiss�rio do rei.

Em sua aus�ncia tenho o direito de negociar e governar.

Sauda��es.

Sou Rurik, do oeste.

Viemos para negociar.

S�o os comerciantes que est�vamos esperando.

- Sou Rurik, do... - Sim, sim.

Apenas mostre-nos o que trouxe.

Imediatamente.

- S�o belas peles de raposas... - J� vi melhores.

Tamb�m temos de urso, de castor.

Podemos mostrar-Ihes um excelente �mbar.

- Mostre-me o resto de seus produtos. - E voc� o que tem?

Descarreguem todo o barco.

Esta noite ser�o meus convidados.

Comer�o boa carne e ser�o entretidos pelas bailarinas do rei.

- A minha fraqueza. - At� a noite ent�o.

- At� a noite. - Ele parece um idiota.

N�o s� parece, como age como um.

Guardas! Ponham mais guardar ao redor do per�metro.

Nunca se sabe.

Pela nova amizade.

- Pelo rei. - Pelo rei.

Quando conheceremos o seu rei?

Logo.

- Pelo rei. - Pelo rei.

Mas partiremos com a mar� da manh�.

Eu... em nome de meu rei sempre ofere�o 3 dias de festas.

Agradecemos sua hospitalidade mas...

Para ganhar o amor de uma dama.

Digam palavras doces e delicadas, meus filhos.

Te dou o martelo de Thor como prova da minha honra.

Leve-o sempre.

- Rurik, preciso de um pouco de ar. - Mas � claro.

- De onde voc� roubou esse colar? - Eu n�o o roubei.

- Foi um presente! - Mentirosa.

Te cortarei a l�ngua.

Corte-me o pesco�o e acabe com o meu sofrimento.

N�o sabe o que � sofrimento.

Quem � voc� para dizer-me isso?

Onde voc� conseguiu isso?

� nisso o que voc� est� interessado?

Existem muitos como este.

- Est� tudo bem? - O mesmo de sempre.

O mesmo de sempre.

Minha mente estava indo mais r�pido que meu galopante cora��o.

Logo o ouro falou novamente.

O que era?

Meu olhos estariam me enganando?

Iluminava-se como a lua para o homens

a quem os lobos sempre procuram.

Tenho uma mensagem urgente para o rei.

Os comerciantes chegaram.

Tr�s barcos, do antigo pa�s.

Chegaram antes do esperado.

- E quem os lidera? - Chama-se Rurik, sua majestade.

J� escutei esse nome antes.

Direto para o acampamento.

- O que te diz a m�e natureza? - Que se aproximam tempos ruins.

- Sim? - Siga-me.

Queria me ver?

- Por que perguntou sobre o meu passado? - Voc� me lembra algu�m.

- Sim? - Eu cometi um erro com o colar.

Hei, espere!

Voc� disse que o deu para algu�m.

- Onde voc� conseguiu o colar? - Foi um presente.

- De quem voc� ganhou? - De um guerreiro valente e bonito

que h� muito tempo partiu para Valhala.

Foi um garoto que te deu?

- Quem disse que era um garoto? - Era?

Como voc�...?

Lena... Lena...

N�o escutava esse nome faz muito tempo.

Voc� � a minha Lena.

- Este � outro pesadelo? - Para mim foi.

Tenho que mostrar minha valentia.

Ol�, meus bons vizinhos.

Quem roubou seus cavalos tentou vender-nos.

- E quem eram eles? - Fizemos desaparec�-los.

Mas que coincid�ncia!

A noite dois estranhos estiveram aqui.

E adivinham o qu�? Eu fiz desaparecer suas cabe�as.

Como bons vizinhos, trouxemos de volta seus animais

devidamente recuperados.

Voc� est� preocupado que o rei nos d� mais terras?

Amigo, n�o lutemos.

A troca de presentes promove a amizade

se o presente for dado de todo o cora��o.

Um homem deve ser amigo de seus vizinhos

dando presentes por presentes e sorrisos por sorrisos

e mentiras por mentiras.

Consolidemos nossa amizade esta noite.

Iremos trazer carne fresca

e comeremos bem.

At� a noite ent�o.

- Aliment�-los? - Eu fa�o o melhor para nossa aldeia.

Eles querem nos espionar como corvos nas colheitas.

A paz � sobreviv�ncia e se isso significa alimentar aos corvos

que assim seja.

Vou levar meu sobrinho para ca�ar raposas esta noite.

Eu n�o gosto de certos alimentos na minha boca.

Vamos, filho.

- Cuidado com os ursos. - Sim.

E voc� tenha cuidado com os lobos.

Saiu para ca�ar, vou traz�-la de volta.

Fique aqui e bloqueie a entrada.

Quando tentar entrar, mate-a.

Como foi a sua �ltima viagem?

O maior e mais ex�tico mercado do mundo.

Mas foram 8 semanas de dif�cil navega��o

e foi dif�cil ter que carregar os barcos de um rio a outro.

Tinha lindas mulheres l�.

Escrava, mais carne.

- Muito linda, que idade tem? - Ela n�o fala.

� um pouco velha, mas servir�.

Rurik disse-me que o rei � um comerciante dif�cil.

Ele tamb�m mencionou que os Vikings s�o considerados selvagens.

- Uau, ela tem car�ter. - Essa � Lena.

Comprometida com meu filho.

- Sa�de. - Sa�de.

N�o h� nada como a confian�a e a fidelidade incondicional.

Muito bem, Helgui,

Algo n�o est� certo.

Deixe a raposa aqui. Vamos!

Prometa-me que voc� vai ficar aqui.

- Prometa! - Eu vou com voc�!

D�-me sua palavra que ficar� aqui.

Sua palavra!

Onde est� seu filho?

Tragam-me sua cabe�a!

Eu nunca me perdoei por deixar o meu pai

no momento do seu �ltimo suspiro.

Onde voc� est� escondido, an�o?

Vamos partir em um barco para Este!

Onde a brisa � quente.

Seu pai quer que voc� venha.

� melhor voc� se apressar ou ele ir� sem voc�.

Procurando algu�m?

N�o toleramos a resist�ncia.

Avise-o.

Pagar� pelo meu polegar!

Junte-se a seu pai em Valhala.

- Voc� o pegou? - Sim, aqui est� o sangue para prov�-lo.

Bem, porque se ele estiver vivo, arrancarei sua cabe�a.

O desgra�ado cortou-me o polegar.

� um pre�o pequeno para pagar pela terra.

Vejo que temos linda garotas escravas.

Talvez fa�a desta aqui, minha dan�arina pessoal.

- Por Thor. - Por Thor!

� incr�vel o imposto que tiramos dos vizinhos.

E este � s� o come�o.

Agora iremos ao Este!

Onde a brisa � quente, as �rvores s�o altas e finas

com muitas folhas.

E mulheres com a pele t�o suave como a seda.

- Pelos deuses! - Pelos deuses!

Helgui...

� seu tio Svein.

Aqueles que puderam, lutaram bravamente at� o final.

E deixaram s� a mim

para contar aos outros sobre seus m�todos.

Olhe para mim.

V� com seu tio Rurik no territ�rio do Este.

ele cuidar� de voc�

e te ensinar� a ser um guerreiro.

N�o chore. Os guerreiros n�o choram.

Pegue isto.

Um dia...

...voc� dever� arrancar as cabe�as de Askold e dir.

Seu pai... e eu...

esperaremos por voc� no sal�o em Valhala.

Fui um covarde.

- �ramos apenas crian�as. - Minhas pernas n�o conseguiam se mexer.

N�o poder�amos ter evitado nada.

Ent�o, ele est� aqui... Askold.

Chegar� logo com seu ex�rcito.

Seus homens n�o se comparam com os dele.

V� de uma vez.

Pe�o-Ihe que me leve com voc�.

- Leve-me com voc�. - Dando um passeio outra vez?

Te escoltarei de volta.

O que voc� fazia com o comerciante?

Na noite passada vi uma garota da minha aldeia... Lena.

J� se passaram muito anos, tem certeza?

Era a dan�arina principal. Askold � o rei

ele foi um dos que destru�ram minha aldeia.

Eu vi os rostos dos deuses.

Repetindo a mesma coisa uma vez e outra vez.

O fim do mundo.

- Est� alucinando outra vez. - Foi outra advert�ncia.

Navegaremos agora para proteger nossos produtos.

N�o, estamos incentivando as rela��es comerciais.

Ir agora, sem conhecer o rei seria... um erro

- e um insulto. - Mas, e se Oleg tiver raz�o?

Tolices.

- Suponhamos que era ela. - Askold n�o � um nome incomum.

Descanse um pouco, ent�o junte-se a n�s na festa.

Mas, n�o mencione nada de suas origens.

E n�o tente se vingar.

Tenho dito!

Descanse um pouco.

Senhor, este � meu filho Oleg.

Ouvi dizer que voc� teve uma longa viagem at� aqui.

Um homem deve percorrer muito antes de obter sabedoria

para olhar no cora��o do outro.

E onde te levou suas viagens?

Agora pertencemos aqui.

Sou Dir. E ele � o rei Askold.

- Negociaram bem com meu substituto. - Muito bem.

Por que n�o ficam uns dias? Somos bons anfitri�es.

Dizem que o convidado nunca deve abusar das boas-vindas.

Nunca confie na palavra de um guerreiro

se seu irm�o � seu inimigo

...mate a sua fam�lia.

- Me parece familiar. - Acho que j� o vi antes.

Faz muito tempo.

Voc� nunca matou o garoto, n�o � verdade?

Voc� nunca o viu morto.

Ent�o o que achou de navegar por estes rio com seu rio Rurik?

Seu nome � Rurik, certo?

Tenho mem�ria de elefante mas, por alguma raz�o

n�o sei de onde ouvi esse nome antes.

Ela n�o � fant�stica?

Por que voc� se encontrou em particular com minha dan�arina principal?

� uma falta de respeito com seu anfitri�o.

Sua majestade, meu filho n�o sabia que era sua dan�arina pessoal.

Al�m disso, ele... tem alucina��es.

Mostre para ele os cogumelos, Oleg.

Agora!

Adoraria te ensinar alguns modos.

Tenho uma mensagem urgente para sua alteza.

Tenho alguns assuntos para atender.

Ent�o... me despe�o.

Devemos voltar para nossos barcos.

Teremos que zarpar com a mar� alta.

Fiquem, tenho um plano especial para as festividades de amanh�.

Voltaremos cedo ou tarde.

- A viol�ncia nunca � a resposta. - N�o ceda ao mal.

Se algu�m Ihe bater na face direita

- d� a outra face. - Um dia,

voc� dever� arrancar as cabe�as de Askold e Dir.

Prometa para mim.

Os comerciantes ir�o com a mar� alta.

Temos que atacar agora.

Esse homem vir� por nossas cabe�as.

Al�m do mais, n�o quero perder os tr�s barcos assim t�o f�cil.

O rei planeja atacar antes da mar� alta.

Passarei a not�cia aos escravos e aqueles leais ao antigo rei.

Eles se unir�o a voc� contra o ex�rcito de Askold.

T�m que preparar suas defesas de uma vez.

Preparem-se para a batalha.

- Alinhem-se. - Esperem todos.

Quem acredita nesta escrava?

- Leal ao antigo rei? - Ela � uma de n�s.

Isto � pessoal, n�o � mesmo?

Eles mataram seus pais e agora voc� quer vingan�a.

Por que n�o damos a mercadoria e vamos

e voltamos em outra ocasi�o com um ex�rcito maior?

� melhor tentar do que ser chamados de covardes.

Voc� � como um irm�o para mim

mas, n�o ser� da pr�xima vez.

Ningu�m quer a guerra.

Mas, t�m de compreender a imediata necessidade de garantir a liberdade!

Aos campos!

Peguem os machados e apontem ao meio.

Dividiremos as linhas. Se forem tr�s pequenas, obriguem-nos a formar 4.

Assim teremos alguma chance.

Quem enfrenta a morte corajosamente � o que morre bem.

Ent�o nos encontramos outra vez, Helgui.

Este momento me manteve vivo.

Segundo me lembro, Helgui era um covarde.

Escondendo-se atr�s de uma �rvore, urinando nas cal�as.

- Voc� vai morrer. - ... como sua esposa e filhos.

Onde est� seu filho?

Atr�s de cada �rvore pelo resto de sua vida.

Hoje entrarei no sal�o de Valhala e festejarei com Thor

mas, voc� ir� direto para o inferno

e vagando com o mortos para sempre.

...direto para o inferno e vagando com os mortos para sempre.

Isso foi a �ltima coisa que seu pai disse.

Pouco antes de tirar-Ihe a vida.

Olhe pela �ltima vez a sua amada Lena.

N�o...

Tio Rurik...?

Cuide bem do nosso povo.

Um chefe nunca quebra sua promessa.

A batalha foi ganha

mas, havia perdido quase tudo o que me restava para ir continuar

Neste mundo de humanos.

Nunca entendi a raz�o pelo desejo insaci�vel de poder e gan�ncia

levaria o massacre de pessoas inocentes

E por que a vingan�a solucionaria a dor causada pela dor e f�ria?

Lembra-se quando �ramos crian�as e me salvou dos lobos?

Enquanto me desfazia do caminho para o inferno

os deuses me mostravam imagens de paz e amor

Sabia que meus entes queridos agora estavam a salvo

e me sentia em paz pela primeira vez em minha vida.

Sabendo que um dia estar�amos todos juntos nos sal�es de Valhala.

Senti tanto sua falta!

- Esperei com seu filho. - Meu filho?

Sim, que nome daremos a ele?

Ingmar.

Ingmar.

Eu gosto desse.

- Conte-me da viagem. - � uma longa hist�ria.

Tenho todo o tempo do mundo.

J� n�o tenho mais pesadelos.

Tornei-me como meu pai.

Tenho sonhos de prosperidade e esperan�a para meu povo.

E para isso exige-se coragem.

E coragem � melhor do que o poder da espada.

- O que est� vendo, Oleg? - O futuro.

O passado.

E o presente.

Oleg "o s�bio" e seu povo uniram os postos de com�rcio no leste dos rios

e criaram as bases do que viria depois a ser chamado de R�ssia.

Tradu��o feita por Rosilene/46

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