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-Que foi isso? -Nada. Preste atenção nisso.
-Aqui não, Tommy. -Deve estar brincando.
Eu estava brincando. Vou lhe dizer uma coisa.
-Você é tão bonita. -Eu disse: aqui não.
Mas lá, tudo bem.
Minhas colegas de quarto tinham razão.
O que você quer?
VAMPIRO DAS ESTRELAS
Clínica
Tem hora marcada?
Sr. Paul Johnson, dez horas.
-Exame de sangue. -Não é exame.
Como disse?
Não é exame, é transfusão.
Não me diga que tem medo de uma agulha pequena.
Não tenho medo. Vim fazer uma transfusão de sangue.
Desculpe, mas precisa fazer o exame.
Sangue não é como gasolina.
Primeiro, temos que saber qual seu tipo sanguíneo.
Por que não se senta?
O doutor o verá num minuto.
Pode ler alguma revista.
Chamando dr. Arnold Miller.
Dr. Rochelle, o sr. Johnson quer fazer uma transfusão.
Determinação é uma qualidade admirável.
Nadine, quer checar o tipo sanguíneo dele no laboratório?
Ele não quer fazer o exame.
Quer entrar, por favor?
Por que não quer fazer o exame de sangue?
Prefiro não dizer o motivo.
Entendo.
Sugiro que procure outro médico.
Não tem sangue aqui?
Temos.
Não há médico neste mundo que faça transfusão sem saber...
o tipo de sangue do paciente.
O tipo errado poderia matá-lo.
Preciso de sangue. Estou morrendo.
Meu tipo é O.
Sinto, mas não posso confiar.
Afaste-se daí.
Observe.
-Não sangra. -Sangrará em alguns momentos.
Mas esporadicamente.
-Foi a outro médico? -Não que o sr. conheça.
Hematologistas? Especialistas em sangue?
Me dará a transfusão?
Não antes que faça um exame.
Sem uma amostra do meu sangue é impossível?
Impossível.
Examinará. Tirará meu sangue e o examinará.
Então ficará sabendo.
Irá de todas as formas de seu povo...
e saberá... mas não contará.
Não poderá transmitir a nenhum outro ser minha tragédia.
Desculpe, de repente senti uma dor de cabeça terrível.
Estou pronto para o seu exame agora.
Ainda bem que mudou de ideia.
Tire seu casaco.
Não vai doer.
Vamos ver se conseguimos tirar um pouco.
Fantástico.
Aglutinando e desintegrando sem parar...
resultando na destruição da estrutura celular do sangue.
Impossível.
-Assim está bom. -Ajuda-o a preservar a vida?
Não é exatamente isso que diz meu diploma...
mas é mais ou menos isso.
Quanto dinheiro ganha para fazer isso?
-Uma pergunta bem pessoal, não? -Eu disse algo errado?
Não discuto esse assunto com os pacientes.
Quero contratá-la.
Mil dólares por semana é suficiente?
-Depende do que tem em mente. -Quero preservar minha saúde.
Quero evitar que eu expire.
Ninguém neste mundo pode garantir a vida.
Nenhum outro mundo pode.
Dr. Rochelle vai prescrever transfusões diárias para mim.
Como não posso fazê-las, preciso de alguém.
Dois mil dólares seriam adequados?
Mais do que isso. Mas parece muito anti-ético.
Gosto de trabalhar com o dr. Rochelle. Somos uma equipe...
como Laurel e Hardy.
Não conheço esses médicos.
Seria anti-ético se ele pedisse que me ajudasse?
-Se ele pedisse, não seria. -Entendo.
Irá administrar 500 cc's de sangue 0 toda noite.
-Que há de errado com ele? -É muito interessante. Ele tem...
não sei ao certo.
-Há hemorragia interna. -Entendo.
-Quando devo me mudar? -Imediatamente. Hoje.
Preciso ir para casa antes e pegar minha escova de dente.
Pegue suas roupas. Pode ser uma longa estadia.
Quanto tempo ele tem de vida?
Não sei. Estou fazendo tudo o que posso.
A partir daí, está nas mãos de Deus.
Entendo.
Este é seu veículo, amigo?
Isso está em discussão?
Vou multá-lo. Nunca vi ninguém cometer tanta infração assim.
Precisarei de mais papel para escrever tudo.
Ele é agressivo. Por quê?
Entre no carro. Eu falo com ele.
Harry, você nunca desiste?
Você vem para almoçarmos e fica aborrecendo meu paciente.
É meu instinto policial.
O cara estaciona embaixo da placa "Proibido Estacionar"...
e está do lado errado da rua, pelo amor de Deus.
Esse Bozo merece uma multa.
Você não entende.
Ele veio fazer uma transfusão de emergência. Está péssimo.
Cuidarei dele e preciso me certificar de sua segurança.
Está se aproveitando de meu fraco por enfermeiras.
Pode apostar que sim. Onde vamos almoçar?
Que tal um hambúrguer e um milk shake?
Tenho outra escolha?
Pode começar uma greve de fome.
Já sabe minhas preferências, lagosta e chadornnay.
Nem me diga.
Que tal lagosta e chadornnay na sexta à noite?
-Minha folga é na quinta. -Exatamente. Adoro quintas.
-Pensarei no assunto. -Faça isso.
Farei.
Desta vez só vou dar uma advertência.
Advertência de quê?
Cara engraçado. Muito engraçado.
Obrigada, seu guarda. Até mais tarde, sr. Johnson.
Seja mais cuidadoso, amigo.
Oi, chefe.
Não deve sair de carro antes de aprender a dirigir.
Entre, Jeremy. Teremos uma hóspede chegando esta noite.
Prepare um quarto.
Ao lado do seu?
Nadine Storey me dará assistência médica.
Faça com que ela tenha todo o conforto necessário, certo?
-Falou e disse, chefe. -Estarei no porão.
Não quero ser perturbado.
Não o pago para me espionar.
Se fizer de novo, vou eliminá-lo.
Só achei que precisava de ajuda, chefe.
Quando eu precisar, eu chamo.
Agora, vá. Arrume o quarto da enfermeira.
Como quiser.
Quer que eu faça jantar hoje?
Não é necessário.
Vou jantar fora.
Oi, Linda.
Não, nada, só fiquei assustada.
Estou ouvindo uns barulhos.
Estou pronta. A que horas você vem?
Está certo. Até já.
Como vai? É bom ver novos talentos por aqui.
Você trabalha para o sr. Johnson?
Claro. Me chamo Jeremy.
Guarda-costas, chofer, cozinheiro.
Estou cheio de talento.
Aposto que sim.
Tem porte para a arma na sua jaqueta?
Você nota os detalhes. Gosto disso numa mulher.
Vamos nos dar muito bem.
Não conte com isso. Onde está o sr. Johnson?
Entre.
-Chefe, temos companhia. -Como vai, sr. Johnson?
É ótimo que esteja aqui.
Não vim logo porque estava pegando minhas coisas.
Não se desculpe por coisas que acha erradas, srta. Storey.
Venha, vou mostrar-lhe seu quarto.
Obrigada. Estou morrendo de vontade de vê-lo.
Você não está morrendo. Eu é que estou.
O sr. tem uma linda casa.
É adequada. Jeremy e eu ficamos sozinhos aqui.
Além de nós, você é a única pessoa que entrou aqui.
-Só estamos aqui há um mês. -Agora chega, Jeremy.
Cheque se todas as portas estão seguras.
E vá até o carro da srta. Storey.
Leve a bagagem dela para o quarto.
Certo, chefe. Levo as malas para a suíte de lua-de-mel.
Você é tão bom.
Seu quarto é no andar de cima.
Dormirá aqui.
Já recebi sangue hoje. Não tem o que fazer até amanhã.
Boa noite.
Sr. Johnson! Sr. Johnson!
Sim, srta. Storey?
-O sr. trancou minha porta. -Tranquei.
-Por quê? -Não queria?
Prefiro eu mesma trancá-la.
No lugar de onde venho, não se dorme em lugar inseguro.
De onde o sr. vem?
Acho que a srta. disse "boa noite", não foi?
Isso. Boa noite, senhor.
O tempo se esgota. Há morte em Davanna.
Davanna deve resistir.
Fale das criaturas da Terra.
São sub-humanos do segundo tipo, frágeis e medrosos.
São primitivos e conversam através de sons.
-Fale do sangue deles. -Deve ser igual ao nosso.
Mandei 30 c.c. para pesquisas.
Precisamos de mais. Agora as guerras em Davanna acabaram.
Os inimigos conquistados definham...
nas prisões...
e o tempo se esgota.
Logo todos morreremos.
Talvez o sangue desse planeta seja a salvação.
É rico, limpo e ainda corre nas minhas veias.
Então há esperança. O Conselho mandou instruções.
Devo recebê-las.
Sua missão neste planeta tem cinco fases.
Na primeira, estudará todas as características dos sub-humanos.
Fase 1, estudo.
Na segunda fase, aumentará a dose de sangue para Davanna.
Fase 2, mais sangue para Davanna.
Para a fase 3 devemos ter um espécime vivo.
Um sub-humano para pesquisas em cativeiro.
Fase 3, um espécime vivo.
Você é a Fase 4, veremos se morre ou vive com esse sangue.
Fase 4, minha vida ou morte.
Se o sangue da Terra preservar sua vida...
a fase 5 será a conquista e dominação dos sub-humanos.
Segundo suas ordens.
Fase 5 é a conquista e dominação se eu sobreviver.
Estou indo embora.
Fiz café da manhã, chefe.
Espero que coma algo.
Leve o café da srta. Storey e depois faça uma coisa para mim.
Devolva isso à biblioteca pública.
Aqui está o nome de outro livro que quero ler.
Leu tudo isso na noite passada?
Levo duas semanas só para ler o "Enquirer".
Não preciso dormir muito.
Alguma coisa mais, chefe?
-Nada. -OK.
Serviço de quarto. Trouxe seu café da manhã.
É você, Jeremy?
Todinho. Maior que a vida e duas vezes mais bonito.
Poupe-me os detalhes e deixe a bandeja na mesa.
Como quiser, boneca.
Depois de trabalhar aqui, posso trabalhar no Ritz.
Pelo menos lá eles dão gorjeta.
Por que, o Johnson não paga bem?
Paga bem demais. Acho que ele é meio doido.
Seria indiscrição peguntar quanto você ganha?
Nada de você pode ser indiscreto.
Ganho dois mil por semana, em ouro.
Ouro?
É, ele tem um monte guardado por aí.
Toda semana ele me dá duas barras e eu troco por dinheiro.
E o que faz para merecer isso, além de perseguir enfermeiras?
-Quase nada. -Por exemplo?
Fazer comida que o Johnson não come.
Não deixar que ninguém desça até o porão.
-Por que, o que há no porão? -Não sei.
"Ninguém" inclui minha pessoa. E você, o que faz?
Sou fornecedora de sangue.
E a que hoas a fornecedora acaba o serviço?
Na mesma hora em que você. Receberei outras ordens.
Por que não é um bom menino e se vira enquanto me visto?
Você é que manda.
A propósito...
tem uma linda pinta na nádega esquerda.
O sr. tem uma saúde surpreendente.
Talvez seu tratamento evite minha morte.
Para alguém que vai morrer, o sr. parece bem tranquilo.
Por que não estaria?
A morte não é nada de mais.
Não, mas nem por isso alguém fica feliz em morrer.
Nem com medo indevido.
Só precisava de você à noite...
pode fazer o que quiser enquanto isso.
Acho que vou experimentar aquela bonita piscina.
-Vai nadar? -O que você acha?
Espero que não tenha me interpretado mal essa manhã.
Não, acho que interpretei bem.
Aposto como você costumava olhar as moças se vestirem.
É um hábito difícil de largar.
Vai perceber que sou um amor de rapaz.
Aposto que Atila, o Huno acharia a mesma coisa.
Você nada como uma sereia.
Talvez eu seja uma.
Tenho uma vara e linha lá dentro, acho que vou buscar.
Você não tem a isca certa.
Não devia dizer isso antes de ver o tamanho da minha vara.
É melhor ter cuidado, pode pescar um tubarão.
Bom dia.
Sou da Airways Aspiradores de Pó. O sr. é o dono da casa?
Esta é minha casa.
Quero lhe mostrar o produto.
Quer que eu compre sua máquina?
Não, só quero fazer uma demonstração grátis.
Se quiser comprar, compre. Se não, tudo bem.
Não vou forçá-lo a comprar.
Esse é o modelo "standard".
Limpa tudo na casa, desde o tapete até tecidos. Legal, não?
-Não quero comprar. -Deixe-me terminar, tá?
Esta, como dizem, é a tetéia dos aspiradores de pó.
Da cozinha até o porão...
com essa belezinha, seus problemas acabarão.
Pegue e experimente.
Não insista.
-Saia de minha casa. -Dê-me uma chance. É só uma demonstração.
Deixe-me fazer uma demonstração no seu porão e daí, "flip-flop"...
Sem "flip-flop".
Certo. Olhe, só 5 minutos no seu porão e provarei...
No meu porão?
Exato. Cinco minutos.
Venha, meu rapaz.
Ficarei feliz em ver sua máquina em operação.
Perfeito.
Olhe que sujeira. Viu?
Não é uma vergonha?
Nunca se sabe quando isso pode dar problema.
Mas limparemos isso num minuto.
É uma operação bem simples.
Guarde um pouco de água para quando eu voltar.
-Pode deixar, guardarei. -Aposto que sim.
Leu sobre o maníaco de sangue?
Seca as vítimas, tira todo o sangue delas.
É melhor ter cuidado.
Eu tenho o Duke.
Ele me protege.
Você vai pegá-lo, não é, Duke?
Ele vai pegar todo o mundo.
Vou contar-lhe uma coisa.
Tenho ligações com o mundo dos espíritos.
Disseram-me que o sr. estaria aqui. Mas, se estiver ocupado...
Acho que meu carro tem uma doença crônica.
O que há de novo?
A Nadine disse que o sr. talvez precisasse de uma carona.
Ela é uma ótima moça.
É mesmo. Entre, vamos.
Espere! Contactei o Elvis.
Pegou o telefone dela? Brincadeirinha.
Espere.
Que linda música, Elvis.
Você ouviu Mr. Moderation com a música n° 1 do Sul...
onde o termômetro vai subir...
Mais música depois das notícias.
As moças de Big Dollhouse estão de volta.
Os filmes da New Pictures...
Parece estar gostando do seu emprego.
Tem seus benefícios.
Estou vendo.
Vi que o Dirty Harry o achou.
Saiam do caminho!
-Jeremy Perrin? -Droga.
Está brincando. Ele trabalha aqui?
Vocês foram colegas?
O Jeremy costuma passar as férias no hotel Grey Bar.
Não tem provas, Sherlock. Estou limpo.
-Que faz aqui? -Trabalho. Diga a ele, Nadine.
Ele trabalha mesmo para o sr. Johnson.
Por falar nele, vim fazer uma consulta.
Eu não sabia que médicos faziam consultas em casa.
Eu não sabia que vadios sabiam ler.
Parem com isso, o sr. Johnson está descansando.
O Jeremy é mesmo criminoso?
Ladrão de galinhas.
-Talvez tenha se endireitado. -Não mesmo.
Não acredita que ele queira melhorar?
Claro. Também contribuirei com Jim e Tammy Bakker.
Obrigado, Jeremy. Pode ir.
Presumo que já tenha examinado meu sangue.
Sim.
Quero perguntar-lhe várias coisas.
Isso era previsto.
Mas não o n° de respostas. Falou sobre isso com alguém?
Não, eu... achei melhor manter segredo absoluto.
Excelente.
-O que pode me contar de novo? -Posso contar isso.
Seu sangue é diferente de todos que já examinei.
De que maneira?
Ninguém pode viver tanto com tão poucos glóbulos vermelhos.
-Não está surpreso? -Não.
Seu sangue se comporta de uma maneira impossível.
A aglutinação está baixando, destruindo a própria estrutura.
O sangue acaba evaporando.
Estou simplificando.
O sangue nas veias não pode evaporar.
-O termo mais preciso... -Evaporação é suficiente.
Pode dizer a causa?
Ainda não.
-Mas acha que poderá? -Acho que sim.
Estou deixando trabalhos de lado para estudar isso.
Já estamos com o problema da AIDS.
Deus não permita que outra praga ataque a Terra.
Que Deus não permita.
Parece consciente do seu problema.
Estou.
Se não houver uma cura...
todo o sangue do meu corpo virará pó e morrerei.
Como médico, é meu dever tentar animar o paciente.
Essa é uma atitude infantil.
Continue suas pesquisas...
e venha me ver quando souber mais.
Talvez eu saiba logo.
Acho que tempo é um grande elemento nesse caso.
Tempo é o único elemento.
Venha, Jeremy.
Esse tira está dizendo um monte de mentiras sobre mim.
Dr. Rochelle e seu amigo estão indo embora.
Já vão tarde.
Depois que eles se forem, prepare o carro.
Quero sair hoje à noite.
Está brincando? Vai se divertir?
Devo voltar ao estúdio. Não quero ser incomodado.
-Até mais tarde, doutor. -Até mais, sr. Johnson.
Eu a pego às sete.
Certo, mas tenho que voltar cedo, não tente nada.
Eu?
O doutor o espera no carro, Oficial Sherbourne.
Não gosto da ideia de você e esse estúpido na mesma casa.
Não se preocupe, a casa é grande.
Além disso, estamos nos tornando muito amigos.
Ah, é?
Ficarei de olho neste lugar e em você, amigo.
Arrume encrenca e já pode pegar uma pá.
Por que isso, policial?
Porque está enterrado na merda...
Vejo-a de noite.
Belo chapéu.
Voltem sempre. Eu e Nadine adoramos companhia.
Odeio tiras que imitam o Clint Eastwood.
-Não brinque com ele. -Por que, querida?
Porque ele tem licença para usar a arma.
Fiquei um pouco na cadeia, mas faz muito tempo.
Não sei, não. Não pegou meus óculos, pegou?
Não consigo encontrá-los.
Não sei. Talvez o Johnson tenha pegado para a coleção dele.
Talvez.
Bonito carro.
Afastem-se do carro.
Já disse para não tocar a buzina...
ou fazer sons com altos decibéis perto de mim.
Desculpe, chefe, esqueci.
Por que essas mulheres se comportam dessa maneira?
Mulheres? Não são mulheres, são prostitutas.
Prostitutas?
Sabe, mulheres da vida, vagabundas.
Procuram trabalho. Deve ser uma noite meio devagar.
-Que fazem essas prostitutas? -O que o sr. quiser.
Se tiver dinheiro para pagá-las.
Fase 2.
Como?
Elas irão até a casa conosco?
Claro, fazem entregas como o "pizza man".
Quero as três.
Como quiser, chefe.
O sr. Johnson quer companhia para hoje à noite.
Diga a ele que veio ao lugar certo.
É, lugar certo.
Que tal vocês virem à nossa casa hoje?
Uma festa, hein? Claro.
O que tem para nós?
Uma lição de história, "baby".
Não é um truque?
Sem truques. Estudaremos uns presidentes americanos.
Legal, hora da festa!
Bonitos óculos.
Aí vamos nós.
Barraco legal. Você deve estar bem de grana.
Eu sobrevivo.
Olhe aqui, meu bem, eu sobrevivo. Isso é viver.
Pode se retirar, Jeremy.
Chefe, que tal alguma coisa pelo meu esforço? Não posso...
É uma ordem.
-M-mas, chefe... -Não desafie.
Boa noite, Jeremy. Bons sonhos.
-Onde é a festa? -Não há festa.
Entendi, acha que pode com todas nós.
-Quero mostrar-lhes uma coisa. -Aposto que sim.
Lá em baixo. No porão.
-Tem uma sala de brinquedos? -Venham comigo, por favor.
Isso, venham comigo.
Legal.
-A decoração deixa a desejar. -É, a decoração.
Serve aos meus propósitos.
Talvez ficássemos mais confortáveis no quarto.
Aqui está muito úmido.
Por favor. Isso não vai demorar muito.
Tenho certeza que não.
Quer que tiremos a roupa?
Façam como quiserem.
Está pagando caro, querido.
Vai ter o show completo. Vamos lá, garotas.
Doçura.
Enquanto isso, por que não tira os óculos?
Vou tirá-los.
Agora.
É cada vez melhor.
Sabe, eu pratico muito.
Sinto pela sua vizinha.
Com todos esses gritos, ela vai denunciar um assassinato.
-Quer assassinato? -Vá com calma.
Vá com calma, mocinha.
Matar um policial dá 6 meses de solitária.
Por que decidiu ser tira?
Assisti a muitos episódios de CHIPS.
Podia ser pior. Podia ter visto "Histórias Extraordinárias".
Falando em dimensões diferentes, como vai o Johnson?
Não sei nada dele, exceto seu estado de saúde. E que...
-E que...? -Ele faz alguma coisa no porão.
Jeremy!
Preciso de você no porão.
Gosto de tiras que sempre têm a pistola carregada.
Muito engraçado.
Pare. O Johnson e o Jeremy ainda devem estar acordados.
Que ótimo. Um réptil e um criminoso.
Nadine, tenha cuidado, certo?
Não gosto do jeito desse lugar.
-Não se preocupe, sou adulta. -Nem me fale.
Bonito batom.
Bonita...
Misericórdia...
Leve para o estúdio. Depois tenho mais trabalho para você.
O que tem aqui? Halteres?
Está pronto para a transfusão? Está quase na hora.
Estarei pronto em uma hora. Vá ao estúdio.
Estou mandando o sangue da Fase 2.
A pesquisa da Fase 1 continua.
Em 24h terráqueas deverei mandar um espécime vivo.
Não tenho informação das minhas chances de vida ou morte.
Vou pôr o Mulligan no caso.
Provavelmente não vai achar nada.
Sim, senhor. Os mesmos ferimentos.
Aviso assim que souber.
Essa foi a sétima moça, não foi?
Oitava.
Os jornais anunciam "Drácula ataca de novo".
-Alguma pista? -Nenhuma.
Nosso amigo está interessado só numa coisa: em sangue.
Todas as vítimas estavam brancas.
E o pessoal do laboratório?
Nem sabem a causa da morte...
Imagine se sabem que o sangue foi retirado.
Você e o agente da lei estão comprometidos?
Não sabia que se preocupava.
Só curiosidade de paciente.
Estamos comprometidos. Em quê, não sei. Por quê?
-Alguma vez foi casado? -Eu e a minha companheira...
estamos separados.
Bem, por hoje isso chega.
Talvez possa me ajudar com minhas pesquisas.
Como?
No método de exame de câncer de urânio...
é óbvio que o urânio vai direto à região cancerosa...
mas os livros não explicam a razão.
Exato. Porque ninguém sabe a razão.
Então poderíamos dizer...
que como o câncer atrai radioatividade...
é possível que o câncer seja carregado com energia negativa.
Talvez isso leve a uma cura. O que acha?
Não sei nada.
Por que não relaxa enquanto terminamos a transfusão?
Tudo bem.
Oi. Sou sua garota de aniversário.
Parabéns a você.
Parabéns a você.
Parabéns a você... querido Albert.
Parabéns a você, e muito mais.
Está tentando me vender um aspirador de pó?
Não, seu bobo. Sou sua garota de aniversário...
da Cia. Strip-O-Gram.
Strip-O-Gram?
Céus, espere um pouco. Um minuto.
Olhe...
Você é Albert Fleedermeyer, North Madison n° 405?
Aqui é South Madison n° 405.
Fiz errado de novo.
Desculpe, senhor. Não vejo nada sem óculos.
Espero não ter incomodado.
Espere. Vire-se.
Siga-me.
Trouxe o espécime. Ela é uma típica sub-humana.
Ela irá me seguir ao feixe de luz.
Com essa transfusão, a Fase 3 está completa.
Logo deverá completar a Fase 4.
Há destruição no Conselho da órbita norte.
-Destruição? -O regulamento está acabando.
Ações independentes aumentam em grau tangente 73.
O resultado da Fase 4 será conhecido em 3 dias terráqueos.
Voltarei a Davanna e contarei a eles.
Não deve ser mais que 3 dias.
Entre no feixe de luz.
O sr. Johnson não gostou da refeição matinal?
Nem sei por que me incomodo. Ele nunca come nada.
Você não é exatamente Julia Child, Jeremy.
O que havia nesse copo?
H2O.
Água?
Mesmo a água de Los Angeles não é tão ruim assim.
Estava boa quando levei para ele.
Tem um cheiro de substância química.
Talvez o Tang dele tivesse estragado.
Jeremy, o que exatamente sabe sobre o Johnson?
Mais do que gostaria. Posso contar muitas histórias.
-Como se conheceram? -Promete não contar ao tira?
Prometo.
Eu estava entrando aqui.
Sério.
Estava tudo escuro, achei que não tinha ninguém.
Estou andando no escuro e de repente, bá-bum.
Dei com esse homem parado nas sombras.
Só para aprender.
Ele nem chamou os tiras.
Me ofereceu um emprego de 2 mil por semana.
Extremamente generoso sob as circunstâncias.
Também achei.
Alguma coisa estranha?
Tudo é estranho. Isso aqui parece o Roach Motel.
As pessoas entram, mas não saem.
Como?
Ontem o Johnson trouxe 3 moças, certo?
Subi para meu quarto. E elas nunca saíram.
Acha que estão em algum lugar da casa?
Não, acho que não sou pago para pensar.
Mas penso muito nas minhas horas de folga.
Fique de olhos abertos. Tenho uma lista de perguntas também.
Pelo menos, alguma coisa a gente tem em comum.
Paranóia em comum não nos torna irmãos.
Não volte ao crime.
Você se importa mesmo comigo?
Só estou sendo prática. A próxima pode ser a minha bolsa.
Além disso, não quero ficar aqui sozinha com o Johnson.
Jeremy, fique comigo.
Um juramento de sangue.
Ficarei aqui enquanto você ficar.
O que vai fazer?
Como enfermeira dele...
é meu dever descobrir o que meu paciente anda ingerindo.
-Em vez de... -Em vez de comida.
-Tem alguma ideia do que seja? -Nenhuma.
Onde conseguiu isso?
Depois eu conto.
Digamos que é um alimento que um amigo meu descobriu.
Alimento?
Isso é para um interno analisar, não eu.
Não, sei que vai achar isso bem interessante.
Nadine, é para você. É um policial.
Disse algo sobre ter deixado o cacetete dele com você.
Já volto.
Examinei o sangue da pessoa mordida por cachorro.
E então?
É raiva, um caso virulento.
Ponha na geladeira. Depois eu jogo fora.
Avise o hospital para onde foi transferido.
Cacetete, hein? Que tal eu lhe dizer onde colocá-lo?
Não entende uma brincadeirinha?
Claro, a começar pelo nosso relacionamento.
Essa foi forte, Nadine.
Fiquei muito ofendido.
Não posso evitar. Sou cautelosa com o amor.
Que há de novo?
Depende de você. Está livre hoje à noite?
Depende de você. Aonde vamos? Não me diga que à sua casa.
Não dá. Trabalho às onze.
Pensei em levá-la ao novo restaurante em La Brea.
-Ah, na terra das roscas? -Claro que não.
Me dá um tempo, tá? Hoje vou levá-la ao "Olvero's".
Desde quando um tira pode pagar lugares assim?
Desde que um tira pega o dono do restaurante com outra.
Vocês tiras são demais. Encontro você lá às sete.
Certo.
Eu ia pedir que você viesse aqui às 20h.
Os exames estão prontos?
Droga. E eu queria saber o resultado.
O Harry vai me levar ao "Olvero's". Conhece?
Só de fora. Está sempre cheio.
Então virei na primeira hora amanhã. Que tal?
Perfeito.
E trarei o resto para o cachorro.
-Por que está aqui? -Fugi.
Explique.
A penalidade pelo uso do túnel é despacho imediato.
Precisei usá-lo. Se não escapasse, morreria.
-Escapar de quê? -Dos mafiosos.
Não existe mais Conselho.
Seu contato foi para as colônias. Falará com você.
Por que isso aconteceu?
As guerras terminaram. O estoque de sangue acabou.
Os inimigos presos foram tirados da prisão...
massacrados e seu sangue removido.
E minha companheira?
Sinto dar notícia
da morte dela. Ela também não tinha mais sangue.
Justifico sua passagem.
Preciso de sangue.
Mandei um espécime vivo.
Não foi satisfatória?
O espécime chegou todo amassado.
O corpo estava reduzido ao tamanho dessa nave.
Reduzido?
Concluíram que é impossível mandar um humano dessa órbita.
Se é assim, não podemos voltar a Davanna.
Contudo, devo mandar outro espécime esta noite.
Se for correto devemos ficar neste mundo até morrermos.
Prefiro o barbarismo daqui à agonia de Davanna.
Essa é uma declaração emocional.
É uma época emocional.
Se eu não receber sangue em 4 "chronactins"...
não precisarei mais de emoção.
-Você terá sangue. -Já?
Não, meu suprimento acabou.
Quando ficar escuro, viajaremos ao lugar onde há sangue.
E minhas vestes?
Tenho roupas femininas apropriadas lá em cima.
-Mas somos tão similares. -Tome...
Pode vestir isso.
Nadine, precisa me dizer onde conseguiu aquilo.
Desculpe a intromissão, mas é muito importante.
-Não se incomode comigo. -Bem, onde conseguiu?
Quer se acalmar? Nunca vi o sr. assim.
Relaxe. Tome um drinque. Um amigo me deu.
Seu amigo deve ser uma pessoa curiosa.
A composição é fantástica.
Não só contém todas as vitaminas conhecidas...
pelo homem, mas outras que nunca vi.
Tem os elementos alimentares básicos, concentrados...
numa estrutura molecular só.
Estrutura molecular?
Quer dizer que ele juntou tudo isso numa coisa só?
Sim!
-Quem é "ele"? -O sr. Johnson.
É impossível reproduzir a fórmula do Johnson?
Acho que já falamos disso demais.
Vou pedir costeletas de vitela.
Que bom que veio se juntar a nós.
Esse lugar parece um consultório médico de museu.
Esse mundo é igual ao nosso naquela época.
Sua observação está correta.
Deite naquela mesa. Trarei o sangue.
Cuidado - sangue contaminado com raiva
Esse parece bom.
Fazemos nossa própria massa. Bom apetite.
Não quer mais falar sobre a fórmula?
-Não, minha cara. -Não entendo.
Tive um dia duro.
Já expliquei a composição, não há mais nada a dizer.
Comerei minha sobremesa e voltarei à clínica.
Doutor, eu...
Parece bom para mim, doutor.
Ouça, eu...
Deixe-o comer.
Perfeito.
Está acabado. Sente alívio?
Me sinto estranha.
O sangue daqui é rico.
Logo se sentirá melhor. Vamos sair daqui.
Há atividade dentro de mim.
Vai passar. Vamos para a saída.
Vamos para a sua moradia?
Não. Não deve ser vista lá.
Há uma moradia coletiva a 50 "decapeds" nessa direção.
Estarei só no meio deles. Não sei como agir.
É com isso que eles trocam as coisas.
Alguém falará com você oralmente.
Imite os sons e as palavras dele e dê-lhe alguns desses.
Imite os sons dele e dê-lhe quantos desses ele pedir.
Manterá contato?
Virei ao hotel na tarde da estrela terráquea.
-Ei, gata, aonde vai? -Não parece estar bem.
Acha que ela está bem, Hecky?
Ela precisa é de um estimulante.
Vamos acordar o sangue cansado dela.
Tem razão. Estou sentindo desconforto.
Que chato.
Precisa acordar esse sangue ruim com alguma coisa.
Por que não entra no meu escritório aqui?
Vocês pararão com toda essa força.
Ouviu isso? Ela quer que paremos.
Pararemos. Depende de quanto tenha aí com você.
Não tenho comida.
Chequem tudo. Temos uma comediante aqui.
Só que não estou achando graça, querida.
Talvez agora ela se solte um pouco.
Se ela está dura, pelo menos vamos pegar um pouco da carne.
-Eu vou primeiro. -Não vai, não.
Estão esquecendo uma coisa, idiotas.
Puppy. Aqui, Puppy. Venha cá, menina.
Venha cá, vamos.
Puppy. Por acaso viu uma poodle por aí?
Pequena e branca?
Está me assustando.
Sabe a onde ele me levou?
Ao Taco King. Dá um tempo.
Ela ainda está viva. Vamos levá-la ao meu consultório.
-Fantástico. -Ela está morrendo, doutor.
Morreu.
Vou tirar esses óculos.
Melhor chamar um oftalmologista.
E, Mary, chame a polícia.
Onde estava? Estou tentando ligar há uns dez minutos.
Acabei de chegar.
Nunca é suficiente, não? Que foi?
Sabe aquele seu vestido preto que usou na festa da polícia?
Ainda tem todas as impressões digitais do prefeito.
Ainda está aí?
Não sei. Que está havendo, Harry?
Uma mulher morreu na clínica, ela não tinha...
Uma mulher desconhecida morreu na clínica e não pudemos...
pegar suas digitais.
Pule a parte policial e vá direto ao ponto.
A mulher morta vestia um vestido idêntico.
Eu mesma desenhei o vestido, é único.
-Deve ter ligação com o Johnson. -Como pode ter certeza?
Não tenho, mas o Rochelle está fazendo uma autopsia, agora.
Tem algo estranho acontecendo e tem a ver com o Johnson.
Assim que o doutor terminar, vou para aí.
Enquanto isso, o Jeremy e eu faremos uma pequena...
investigação.
Seria melhor que vocês dois saíssem daí.
Sei cuidar de mim mesma.
Onde está o Johnson?
As coisas estão cada vez mais estranhas.
Estou vendo gente que nunca entrou.
Quê?
Há duas horas o vi sair com uma moça que nunca vi entrar.
Ela parecia com ele?
Pareciam gêmeos.
Uma coisa preta justa nos lugares certos.
Vamos investigar. Se acharmos algo, o Harry vai beijá-lo.
Prefiro um aperto de mãos. O que estamos procurando?
Não sei. Mas saberemos quando acharmos.
Venha, vamos começar pelo estúdio.
Achou alguma coisa?
Nada ainda. E você?
Tem um vidro com pílulas.
-Nunca vi nada parecido. -Estamos procurando algo, não?
-Que é isso? -Não sei.
Achamos mesmo alguma coisa.
Que é isso?
Não acho que queira saber. Não é deste mundo.
Acha que o chefe é de Marte ou algo assim?
Não me importo se for Darth Vader, vou quebrar essa coisa.
Espere! Não deve bater. Pode explodir.
Eu nunca me engano.
Não pode destruir isso nem com um martelo.
Não podemos fazer nada aqui.
Vou continuar procurando.
Vá ao porão e veja se acha alguma coisa.
Como, você não vai comigo?
Quer fazer o favor de ir?
Alô?
Nadine...
Sim, doutor.
O Harry disse da mulher que morreu hoje?
Sim, pensou que tinha algo a ver com o Johnson.
Isso nada tem a ver com nosso paciente.
A mulher parece ter falta de tecidos ópticos.
E tem uma fantástica doença no sangue, aglutina e desintegra.
Desintegra? Foi isso que a matou?
Não, ela morreu de raiva.
Incrível, mas destruiu as células sanguíneas em 1h.
Isso é impossível?
É o que eu diria, mas é um fato.
Eu tinha esse mesmo vírus de raiva na geladeira.
Alguém entrou aqui de noite e injetou o sangue na moça.
Quem faria algo tão horrível assim?
Alguém que sabia que ela precisava de sangue, mas...
não sabia o que estava injetando nela.
Acho que foi o Johnson.
Sei a causa e o tratamento da doença dela.
Sabe?
Aparentemente a vítima morava numa área que sempre foi...
carregada com radioatividade. Foi essa atmosfera que afetou...
o sangue.
Onde tal atmosfera seria achada?
Num lugar com detonações nucleares constantes.
Uma área de guerra nuclear.
Não existe um lugar assim.
Isso parece ficção científica, mas...
acredito que essa mulher não era humana.
Entendo. E qual será o tratamento?
Tirá-la da atmosfera tóxica e depois trocar o seu sangue.
Isso curaria o Johnson?
Não estou falando dele.
Mas ele se encaixa na sua descrição!
Nadine, por favor!
Esse homem tem algum efeito no senhor?
Ele ameaçou a sua vida?
Preciso desligar agora. Tenho muito...
trabalho a fazer.
-Doutor Rochelle. -Ele já desligou.
Senhor Johnson?
Não saia do seu quarto.
Pare. Fique exatamente onde está.
Não pode me controlar.
Mas eu estou controlando você.
Não tem opção senão me obedecer.
Irei mandá-la a Davanna.
Ei, Klingon!
Não lute. Vou despachá-la.
Não abrirei meus olhos!
Vai ser rápido.
Sua morte será rápida e indolor.
Você matou o Jeremy!
Não tem como se esconder.
Pode esconder seu corpo, mas posso achar sua mente.
Droga, ainda está ocupado.
Telefonista, preciso fazer uma chamada de emergência.
Consultório do dr. Rochelle.
Harry, o Johnson está atrás de mim.
Nadine!
Ele vai me matar.
-Onde você está? -Na área de pic-nic.
Não saia daí. Vou buscar ajuda.
Não posso. Ele chegará a qualquer momento.
Nadine? Nadine!
Ligue para a delegacia.
Mande o Simmons me encontrar na área de pic-nic.
Estou indo para lá.
Não pode fugir para sempre.
Seu amigo não pode ajudá-la.
Pare de correr.
Estou chegando. Estou chegando cada vez mais perto de você.
Pare de correr.
Olhe para mim.
Minha força voltou.
Voltou.
O primeiro espécime que mandei foi destroçado.
Devo mandar outro.
-Será você. -Serei eu.
Vamos andar até o carro.
Não os vejo. Vamos nos separar aqui.
Vá pelo norte. Eu vou pelo zoológico.
-Tudo bem. -Simmons. Não toque a sirene.
Serei atacado. Cuidarei do invasor.
Volte para casa e entre no túnel.
Empurre a alavanca de força. Irá mandá-la a Davanna.
Irá me mandar a Davanna.
Nadine! Foi o Johnson que fez isso?
Foi.
-Como? -Com os olhos.
-Era ele? -Era.
Fique aqui, vou atrás dele.
Olhe para meus olhos.
Olhe para mim.
AQUI JAZ UM HOMEM QUE NÃO ERA DESTE PLANETA
De um certo modo, sinto pena dele.
Pena por quê?
Enterrado tão longe de casa. Longe de tudo que conhecia.
Não sinto pena. Ele não tinha emoções como as nossas.
Era um alienígena que veio aqui para nos destruir.
Ainda bem que ele tentou demais.
Vamos.
FIM?
FIM?
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