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F�BRICA DE ARMAS QU�MICAS EM ARKANGEL - URSS
Perd�o. Esqueci-me de bater.
Estou sozinho.
N�o estamos todos?
- Est�s atrasado, 007. - Tive de ir � casa de banho.
- Pronto para salvares o mundo? - Tu primeiro, 006.
- James... Pela Inglaterra. - Pela Inglaterra, Alec.
- � muito f�cil. - Metade de tudo � sorte, James.
E a outra metade?
� destino.
- Marcar seis minutos nos cron�metros. - Seis minutos. Certo.
Disparar.
- Est� na hora de fechar, James. - Paga-me uma cerveja.
Fala o Coronel Ourumov. Saiam com as m�os no ar.
Que original.
Fecha a porta, Alec. Faz corrente de ar.
Alec?
Saia. Atire a arma para o ch�o e dirija-se a mim, devagar.
- James. Rebenta com eles. - Tem dez segundos.
Dez,
nove, oito,
sete, seis,
cinco, quatro,
- tr�s, dois... - Pela Inglaterra, James.
N�o disparem ou rebentam com os dep�sitos de g�s.
Esta � a sua �ltima oportunidade. Saia com as m�os...
Esperem.
N�o tem hip�tese.
L� para fora. Mexam-se. Vamos.
N�o disparem.
Esperem.
NOVE ANOS DEPOIS
- James, � preciso ires t�o depressa? - Mais do que pensas.
Eu gosto de velocidade como qualquer outra rapariga, mas...
- Quem � aquela? - � a outra.
James, p�ra com isto. P�ra.
- Sei o que est�s a fazer. - Sim? O que �, querida?
Est�s a tentar pavonear o tamanho do teu...
- Motor? - Ego.
Estamos a dar um agrad�vel passeio e tens logo de falar em psicologia.
- S� fui enviada para te avaliar. - Esque�amos isso, sim?
Primeiro as senhoras.
James, quero que pares o carro.
- A s�rio? - P�ra j� o carro.
Como podes ver, n�o me importo de receber ordens de mulheres.
James, �s incorrig�vel.
Que hei-de fazer contigo?
Brindemos � tua avalia��o, est� bem?
Uma avalia��o muito pormenorizada.
Ganha a senhora.
Aposta, mademo�selle? Non?
Apostas, senhoras e senhores?
- N�o h� jogadores? - Banco.
Parece que temos paix�es em comum.
Pelo menos tr�s.
S� conto duas - autom�veis e baccarat.
Sete. Ganha a senhora.
Espero que a terceira seja onde se encontra o verdadeiro talento.
Responde-se sempre a um desafio.
A senhora fica com cinco cartas.
Seis. Perde a senhora.
- Goze, enquanto dura. - Esse � o meu mote.
E qual � o seu?
- O truque est� em sair antes de perder. - Nunca aprendi esse truque.
Talvez me possa mostrar como se faz.
Vodka martini. Batido mas n�o mexido.
E para si?
O mesmo.
Como � que gosta dele?
Simples, com uma rodela de lim�o.
Obrigada, Sr...
O meu nome � Bond. James Bond.
Xenia Zaragevna Onatopp.
- Onatopp? - Onatopp.
- O seu sotaque... � georgiano? - Muito bem, Sr. Bond.
- J� esteve na R�ssia. - Recentemente n�o.
�s vezes ia l�. Para umas escapadelas.
Agora est� diferente. � uma terra de oportunidades.
Com um Ferrari novo em cada garagem?
Nem tanto assim. Aquele pertence a um amigo.
Um conselho: As matr�culas francesas para este ano come�am por "L".
Mesmo as falsas.
E qual � a sua patente na Direc��o Geral de Via��o, Sr. Bond?
Comandante.
Vamos?
Este � um almirante.
Aprecio as mulheres que puxam pelos gal�es.
Foi um prazer, Sr. Bond.
O prazer foi todo meu.
Transmiss�o de Moneypenny.
Identifica��o confirmada: Onatopp, Xenia. Ex-piloto sovi�tica.
Suspeita de liga��es ao grupo criminoso Janus, em S�o Petersburgo.
O iate "Manticore" est� alugado a uma conhecida empresa do Janus.
M autoriza-te a vigiares a Miss Onatopp,
mas estipula que n�o haja contacto sem consentimento pr�vio.
Fim de transmiss�o. Moneypenny.
Boa noite, James. Espero que permane�as "por cima" em tudo.
Xenia, n�o consigo respirar.
Sim. Sim.
Os meus cumprimentos, Almirante.
Um prazer t�-la a bordo.
Senhoras e senhores,
queiram ir para os vossos lugares para a demonstra��o dos avi�es.
O que v�o ver � a resposta europeia em termos de guerra electr�nica:
O primeiro prot�tipo funcional do helic�ptero Tiger.
F�cil de manobrar, o Tiger n�o s� usa tecnologia Stealth,
como est� apetrechado contra todas as formas de interfer�ncia electr�nica,
de r�dio e de radia��o electromagn�tica.
Tenho uma pequena surpresa dos seus amigos l� das casernas.
Parece que estou no c�u.
Ainda n�o.
Saudemos os pilotos.
O Tenente-Comandante Bernard Jaubert e o Tenente Fran�ois Brouse.
CENTRO DE CONTROLO DE ARMAS ESPACIAIS DE SEVERNAYA, R�SSIA
Seleccionar Mir.
Projec��o ortogr�fica.
Calcular intercep��o poss�vel com o geo-sat�lite dois.
INTRODUZIR SENHA
Anna.
Ele nem dava por uma mulher se ela se sentasse ao colo dele.
Boris.
O que �?
Pensei que a tinhas posto na Internet, n�o?
- Qual � a senha? - Fiz uma mais f�cil desta vez.
At� tu a podes decifrar, cabe�a de alho chocho.
Pronto. Eu dou-te uma dica.
Est�o mesmo � tua frente e podem abrir portas muito grandes.
MAMAS
- �s t�o parvinho. - Sim. J� consegui entrar.
Conseguiste entrar no Dept. De Justi�a dos EUA.
Sabes o que acontece se eles te localizarem?
O chefe de inform�tica dir� que sou um g�nio, manda-me para Moscovo
e d�-me um milh�o de d�lares.
N�o creio.
Al�m disso, os americanos s�o tontos. Nunca me ir�o detectar.
ACESSO N�O AUTORIZADO
Dizias tu que eram tontos?
Ningu�m brinca com o Boris Grishenko.
ENVIAR V�RUS V�RUS ENVIADO
- Infectei-os. - V�, Boris. Desliga.
Nem pensar. Infectei-os.
- Bem. Qual � a senha? - N�o te vou dizer.
OK. Deixa adivinhar.
N�o est� � minha frente?
Sentas-te nela, mas n�o a podes levar contigo.
O meu programa detecta a linha de quem tente localizar-me
e bloqueia o modem deles e assim n�o podem desligar.
Agora o ca�ado passa a ca�ador.
DIVIS�O DE FRAUDE INFORM�TICA DO FBI
"Melhor sorte para a pr�xima,
tontos. "
Bang. Sou invenc�vel.
Gozaste tanto como eu?
Vou buscar-te caf�.
Eu vou fumar.
General Arkady Grigorovich Ourumov, chefe da Divis�o Espacial.
- General, se soubesse... - Estaria preparado.
Este � um teste n�o-programado de Severnaya, Major. Simula��o de guerra.
Vamos testar o GoldenEye. Relate a sua situa��o.
Dois sat�lites, Petya e Mischa, em �rbitas de 90 minutos a 100 km.
�ptimo.
Eis o c�digo de autoriza��o.
O GoldenEye e os n�meros de acesso de hoje para o sat�lite Petya.
Estou a cronometr�-lo.
�ptimo. Obrigado, Major.
� minha contagem.
Tr�s, dois, um...
Fixar alvo. Severnaya.
Preparar a arma.
INTRODUZIR C�DIGO DE DISPARO
ARMA ACTIVADA
V� ver.
O melhor tempo de resposta � 19 minutos. V�o chegar atrasados.
Est� tudo limpo. Tive de ventilar algu�m.
LOCAL: ALVO:
- Boa noite, Moneypenny. - Boa noite, James.
M vai ter � sala de reuni�es. Eu acompanho-te.
- Nunca te vi de noite. Est�s bonita. - Obrigada, James.
Vais sair em miss�o? Vestida para matar?
Sei que vais achar isto perturbante, 007,
mas n�o fico em casa a implorar que ocorra algum incidente internacional
s� para poder vir para c� vestida para impressionar o James Bond.
Sa� com um cavalheiro. Fomos ao teatro.
Moneypenny, estou arrasado.
Que seria de mim sem ti?
Tanto quanto me lembro, James, nunca tiveste nada comigo.
A esperan�a � eterna.
Sabes, este comportamento pode considerar-se ass�dio sexual.
Sim? Qual � a pena?
Um dia ter�s de pagar pelas tuas insinua��es.
- Faz favor, Moneypenny. - N�o, insisto. Faz favor.
- Boa noite, 007. - Tanner. Que se passa?
H� 16 minutos, intercept�mos uma chamada de socorro
de uma esta��o de radar abandonada em Severnaya. Veja a imagem de sat�lite.
- Condiz tudo. O Tiger desaparecido. - Bem no norte da R�ssia?
Tinha raz�o. Pena que a Rainha dos N�meros n�o o deixe jogar.
- Que estava a dizer? - N�o, n�o. Eu estava... a...
�ptimo. Porque quando quiser sarcasmo falo com os meus filhos, obrigada.
- Boa noite, 007. - Boa noite, M.
O primeiro-ministro aguarda por uma actualiza��o.
Continue a dar instru��es, Sr. Tanner.
Obrigado.
Sim, ap�s o sinal de socorro, o seu helic�ptero descolou
e os russos interceptaram-no aqui com tr�s MiGs.
Para que acha que os russos est�o a usar a base?
Suspeit�vamos que pudesse ser uma esta��o terrestre
para uma arma espacial secreta chamada GoldenEye, mas...
Na nossa an�lise estat�stica eles n�o t�m dinheiro nem tecnologia para tal.
Os n�meros nunca foram o meu forte.
Estas imagens s�o em directo?
Ao contr�rio do governo americano, n�o queremos receber m�s not�cias pela CNN.
At� agora negat�vo. Parece tudo normal.
TEMPO AT� AO ALVO
Que diabo foi aquilo?
Natalya Fyodorovna Simonova.
Boris. Boris.
Obrigado.
O nosso sat�lite foi eliminado. Tal como dois dos americanos.
Temos outro, ao nosso alcance. Agora.
Meu Deus.
Foram abatidos dois MiGs.
Parece que o terceiro se despenhou na antena.
Que acha?
N�o h� luzes. Nem uma sequer num raio de 48 km.
- Onda magn�tica? - Isso explicaria os MiGs e sat�lites.
- E o apag�o. - Um impulso electromagn�tico.
- Arma de sat�lite desenvolvida pelos... - Por americanos e sovi�ticos durante...
a Guerra Fria. Eu li o relat�rio.
Descoberta depois de Hiroshima. Activa um dispositivo nuclear na estratosfera.
Gera um impulso, uma vaga de radia��o, que destr�i tudo o que seja electr�nico.
A ideia � eliminar as comunica��es do inimigo antes deste poder retaliar.
Ent�o, o GoldenEye existe.
Sim.
- Isto ter� sido um acidente? - N�o. O helic�ptero.
Para roubar o GoldenEye, era o ve�culo perfeito para desaparecer.
A explos�o era a melhor maneira de limpar qualquer vest�gio do crime.
- O grupo de Janus? - Pode estar ligado ao helic�ptero.
Conhe�o os sistemas russos de seguran�a.
N�o basta ir l� e pedir a chave. S�o precisos os c�digos de acesso.
Tinha de ser algu�m l� de dentro.
Pelo menos h� uma pessoa que talvez saiba quem �.
Muito bem. Obrigada. Boa noite.
O primeiro-ministro falou com Moscovo. Foi "um acidente num exerc�cio".
Os governos mudam. As mentiras s�o as mesmas.
Que mais sabemos sobre o Janus?
Negociantes em armas, sedeados em S�o Petersburgo.
Forneceram os iraquianos na Guerra do Golfo.
N�o h� descri��o fi�vel do chefe. Nem fotografias.
Uma mulher, a Onatopp, � o nosso �nico contacto.
- Quer tomar uma bebida? - Obrigado.
- O seu antecessor tinha conhaque no... - Prefiro u�sque.
- Gelo? - Sim.
J� temos os ficheiros de quem pudesse ter acesso ou autoridade em Severnaya.
O primeiro nome da lista � um velho amigo seu, creio eu.
Ourumov. Foi promovido a general.
Acha-se o pr�ximo "homem de ferro da R�ssia".
Por isso os nossos analistas pol�ticos dizem n�o ter perfil de traidor.
S�o os mesmos analistas que negaram a exist�ncia do GoldenEye?
Que disseram que o helic�ptero n�o era amea�a e n�o valia a pena segui-lo?
N�o gosta de mim, Bond. N�o gosta dos meus m�todos.
Acha-me uma contabilista sem interesse pelos seus instintos.
- J� pensei nisso. - �ptimo.
Porque eu acho que n�o passa de um dinossauro mis�gino e sexista,
uma rel�quia da Guerra Fria, que desperdi�a o seu charme juvenil comigo,
ainda que tenha agradado �quela jovem que mandei para o avaliar.
- Recado recebido. - Ainda n�o, 007.
Se acha que n�o tenho coragem para mandar um homem para a morte,
os seus instintos est�o errados.
N�o me vou arrepender nada de o mandar para a morte.
Mas n�o o fa�o por capricho, apesar da sua atitude arrogante.
Quero que encontre o GoldenEye.
Que descubra quem o levou, que planeiam fazer e que os detenha.
Se encontrar por acaso o Ourumov, culpado ou n�o,
nada de vingan�as. Vingar o Alec Trevelyan n�o lhe restitui a vida.
- N�o foi respons�vel pela morte dele. - Nem voc�. Nada de levar isto a peito.
Nunca.
Bond...
Volte vivo.
S�O PETERSBURGO, R�SSIA
Bom dia, General Ourumov.
Ministro da Defesa Mishkin... meus senhores.
Por favor, apresente o seu relat�rio.
Como sabem, h� 72 horas, um sistema de armas secreto, denominado GoldenEye,
foi detonado sobre Severnaya.
Como chefe da Divis�o Espacial, eu pr�prio efectuei a investiga��o.
Conclu� que o crime foi cometido por separatistas siberianos que
procuram criar instabilidade pol�tica.
Infelizmente, o trabalho pac�fico e as receitas advindas de Severnaya
sofreram um rev�s de v�rios anos.
Por isso, apresento a minha demiss�o.
Parece que o Conselho n�o quer a sua cabe�a, Arkady Grigorovich.
S� a sua garantia que n�o existem outros sat�lites GoldenEye.
Posso garantir-lhe isso, senhor Ministro da Defesa.
E em rela��o aos dois t�cnicos desaparecidos em Severnaya?
S� sabia de um. Boris Grishenko.
Havia tamb�m uma mo�a, cujo corpo n�o estava entre os mortos.
Natalya Fyodorovna Simonova. Programadora de n�vel dois.
Vou investigar de imediato.
Parece presun�oso culpar os separatistas siberianos pelo incidente
antes de se determinar o paradeiro da sua gente.
- Concorda? - Sim, senhor Ministro da Defesa.
Obrigado por me chamar � aten��o para isso.
� tudo.
Bom dia, Q. Sinto muito pela perna. A esquiar?
A ca�ar.
Ora bem. Presta aten��o, 007.
Primeiro, o teu carro novo.
Um BMW. �gil, cinco velocidades, radar em todos os pontos.
Sistema de auto-destrui��o. E, claro, todas as afina��es do costume.
Mais, estou especialmente orgulhoso por isto.
Por detr�s dos far�is, m�sseis Stinger.
Excelente. Algo para soltar ap�s um dia dif�cil no escrit�rio.
007, s� tens licen�a para matar, n�o para violar o c�digo da estrada.
- Nem por sonhos. - �ptimo.
Ora bem. Passemos �s quest�es mais pr�ticas.
Um cinto normal de cabedal. Tamanho 34, fivela, furos.
J� acabaste?
- Sim. - �ptimo.
- Um cinto normal... - Q, j� conhe�o isso.
N�o o de cabo de rappel com 23 metros incorporado na fivela.
Dispara, e sai um espig�o,
seguindo-se um fio tensor concebido para suportar o teu peso.
Estou a ver. E se precisar de mais suporte?
Foi testado s� para uma pessoa, 007.
Voo 878 para S�o Petersburgo.
Scanner de documentos por raios X.
Uma caneta. Granada de Classe Quatro.
Tr�s cliques activa o detonador.
Mais tr�s desactiva-o.
Quanto tempo demora a detonar?
Toma ju�zo, 007.
- "A caneta � mais forte que a espada. " - Gra�as a mim, eles tinham raz�o.
Olha, vamos pedir aqui ao Freddie para nos demonstrar.
Ora j� est�. Desculpa l�, Fred. Um, dois, tr�s.
- N�o digas nada. - Ficam avisos na parede?
Assim como o que resta dele.
Ora, 007, tenta trazer de volta...
Tenta por favor trazer de volta este equipamento em bom estado.
N�o toques nisso. � o meu almo�o.
Em Londres, Abril � m�s de Primavera.
Oh, sim? Voc� � algum meteorologista?
Por amor de Deus. Mais um ingl�s arrogante,
com c�digos secretos e senhas.
Um destes dias v�o ter de aprender a deixarem-se disso.
Ora bem. O meu carro est� ali.
- Fa�a favor. - Obrigado.
- Como disse, deixe-se disso. - Est� bem.
Em Londres, Abril � m�s de Primavera. Em S�o Petersburgo, gelamos de frio.
- J� chega de trabalho governamental? - N�o.
- Mostre-me a rosa. - Por favor, n�o.
Est� bem, est� bem, est� bem.
- "Muffy"? - A minha terceira mulher.
- Jack Wade, CIA. - James Bond, ingl�s arrogante.
- Essa foi boa. - Belo carro.
Ainda n�o me deixou mal. Feio, mas leva-me onde quero.
Ei, Bond. Faz jardinagem?
O expresso de S�o Petersburgo acaba de chegar � Plataforma 3.
Passa-me essa chave de porcas, Jimmy?
- Que sabes acerca do Janus? - Nada. Pevas.
Nunca ningu�m o viu. Mas o homem est� ligado � alta roda.
KGB, militares. Chave de parafusos.
Diz-se que vive naqueles velhos comboios de m�sseis sovi�ticos.
Aquelas coisas blindadas que andavam pelo pa�s para n�o os podermos atingir.
Passa-me esse martelo, Jimbo?
N�o, o maior. O ma�o.
Mas, para dizer a verdade, n�o o encontras. � ele que te encontra a ti.
Raios, � tudo M�fia Russa.
O melhor que posso fazer � indicar-te a direc��o da concorr�ncia.
- Quem � a concorr�ncia? - Um tipo ex-KGB. Dur�o.
Coxeia da perna direita. Chama-se Zukovsky.
- Valentin Dimitreveych Zukovsky? - Sim.
- Conhece-lo? - Fui eu quem o p�s a coxear.
Diga?
- � tudo o que tem? - Quantos quer?
24 para a escola americana, 11 para a sueca.
Compat�veis com a IBM, disco de 500 MB, CD-ROM e modems de 14.4.
- Paga em d�lares? - Claro.
Se a senhora desejar uma demonstra��o...
A senhora quer uma demonstra��o e um lugar sossegado para a testar.
A RECEBER E-MAIL
"URGENTE CHAMA NATALYA"
Natalya.
PENSEI QUE ESTIVESSES MORTA
"O OURUMOV MATOU TODOS,
DISPAROU O 'P ETYA' - LEVOU O GOLDENEYE."
- Est� tudo bem? - Tudo excepto a interrup��o.
CORRES PERIGO. DESCONFIA DE TODOS.
ENCONTRO DENTRO DE UMA HORA EM NOSSA SENHORA DE SMOLENSK.
Deixa-me clarificar isto, Jimmy.
Deste-lhe um tiro na perna, roubaste-lhe o carro e a mo�a.
E agora queres que o Zukovsky te leve ao Janus?
- Sim. - Vais falar-lhe ao cora��o?
- N�o. � carteira. - Isso talvez resulte.
Bem. Vamos a isto.
O Valentin opera a partir do edif�cio n� 23.
Tens a certeza que queres fazer isto?
O �ltimo tipo a aparecer sem convite voltou para casa em pacotes.
Certifica-te que me enviam por correio azul.
Natalya. Sou eu. O Boris. O Boris. � o Boris. Ol�.
Mais uma manh� �s moscas.
Economia de mercado! Juro que � o meu fim.
Uma Walther PPK, 7.65mm.
Apenas tr�s homens sabem usar essa arma. Julgo que matei dois deles.
- Sorte minha. - N�o me parece.
James Bond.
Agente secreto sofisticado e encantador.
"Batido, mas n�o mexido. "
Vejo que n�o perdeu o seu delicado sentido de humor, Valentin.
Nem a sua necessidade de p�blico.
- Quem � que est� a esganar o gato? - A esganar um gato?
Aquela � a Irina, a minha amante.
Uma mo�a de muito talento.
Irina. Vai dar uma volta.
Ent�o, Sr. Bond, o que o traz c�?
Ainda trabalha para o Ml6, ou juntou-se ao s�culo XXI?
Soube que o novo M � uma mulher.
Quero que me fa�a um favor.
Ele quer que lhe fa�a um favor.
O meu joelho d�i-me todos os dias. E mais ainda quando faz frio.
Sabe quanto tempo dura o Inverno neste pa�s?
- Diz-lhe, Dimitri. - Depende...
Sil�ncio.
Para um ex-agente do KGB, voc� surpreende-me, Valentin.
Uma pessoa do seu tamanho saber� que n�o era para o atingir no joelho, mas para
n�o atingir o resto do corpo.
- Ent�o porque n�o me matou? - Chame-lhe cortesia profissional.
Ent�o devo conceder-lhe a mesma cortesia.
Na ag�ncia funer�ria do Kirov, �s quatro da tarde.
Noventa quilos de explosivos C4 escondidos num caix�o.
O seu homem entra com o carro funer�rio, troca-se o dinheiro,
o homem deles sai com o carro.
O homem deles � preso com os explosivos.
E o seu homem escapa milagrosamente com o dinheiro.
Com o seu dinheiro.
E quanto � que lhe pago por um tal obs�quio?
Quero que me leve ao Janus.
- Que fez ele para o merecer? - Roubou um helic�ptero.
- Eu tenho seis. - Tr�s. Nenhum que voe.
- Quem � que conta? - N�o s�o s� criminosos, s�o traidores.
Usaram o helic�ptero para roubar uma arma nuclear. Mataram russos inocentes.
- Que � que espera de um cossaco? - De quem?
Este Janus, eu n�o o conhe�o, mas sei que � um cossaco Lienz.
O grupo que lutou pelos Nazis, na II Grande Guerra.
Sabe de hist�ria. No final da guerra,
os cossacos Lienz renderam-se aos brit�nicos na �ustria,
julgando que se juntariam a eles na luta contra os comunistss.
Mas os brit�nicos trairam-nos, recambiando-os para Estaline,
que os abateu a todos de imediato.
Mulheres, crian�as, fam�lias.
N�o propriamente um dos nossos melhores momentos.
Seja como for, � gente cruel. Tiveram o que mereciam.
Quero que me leve ao Janus. Fale-lhe sobre o helic�ptero.
- Encontramo-nos � noite no Grand Hotel. - E depois estamos quites e
- ele fica a dever-me uma. - Exactamente.
N�o precisa da arma, Comandante.
Isso depende da sua defini��o de sexo seguro.
Anda l� perto.
N�o daquilo que tenho em mente.
Acha que me pode magoar?
Acha que me pode fazer falar?
Sim. Sim. Sim.
N�o, n�o, n�o.
Acabaram-se os preliminares.
Leve-me ao Janus.
- � aqui? - �.
Devo dizer, tive uma bela noite.
- Voc�? - Mais uma vez, o prazer foi todo seu.
- Compreende se eu n�o voltar a ligar. - Isso n�o me far� perder o sono.
Sonhos cor-de-rosa.
Viva, James.
- Alec? - Ressuscitado dos mortos.
N�o mais uma estrela an�nima no pante�o do Ml6.
Ent�o, James? Nem um coment�rio? Nem um abra�o en�rgico?
Porqu�?
Uma pergunta hilariante. Particularmente vinda de ti.
J� alguma vez te perguntaste porque derrub�mos aqueles ditadores e regimes,
s� para nos dizerem " Muito bem. Bom trabalho, mas desculpa l�. "
"Tudo aquilo por que arriscaste a vida mudou. "
- Fomos escolhidos para isso. - Claro que tinhas de dizer isso.
James Bond, o terrier fiel de Sua Majestade, a defensora da chamada f�.
Por favor, James, deixa-te disso.
� um insulto pensares que n�o antecipei os teus movimentos.
Sim.
- Confiei em ti, Alec. - Confian�a. Que ideia t�o estranha.
Como � que o Ml6 n�o soube que os teus pais eram cossacos Lienz?
Mais uma vez, �s demasiado cr�dulo. Eles sabiam.
Somos os dois �rf�os, James.
Mas enquanto os teus pais tiveram o luxo de morrer numa escalada,
os meus sobreviveram � trai��o brit�nica e aos esquadr�es da morte de Estaline.
Mas os meus pais n�o conseguiram sobreviver � vergonha.
O Ml6 achou que eu era demasiado jovem para me lembrar.
E numa daquelas ironias da vida,
o filho acabou a trabalhar para o governo cuja trai��o
levou o seu pai a matar-se a si e � sua esposa.
Da� surgiu o Janus, dando vida ao Deus romano com duas faces.
N�o foi Deus que me deu esta face.
Foste tu, que regulaste os rel�gios para tr�s minutos em vez de seis.
- Isso � para ter d� de ti? - N�o. Tens de morrer por mim.
A prop�sito,
pensei em pedir-te que aderisses ao meu plano, mas sabia que
a lealdade de 007 era sempre para com a miss�o, nunca para com o seu amigo.
Hora de fechar, James. �ltima caneca.
Pela Inglaterra, James.
Acorde!
Acorde, por favor. Acorde!
Estou aqui. Estou aqui.
Depressa. Despache-se. V�.
Preste aten��o ou morremos.
- Fa�a algo. Tire-nos daqui. - Estou um tanto atado.
N�o faz mal.
TEMPO PARA O LAN�AMENTO:
EJECTAR
As coisas que fazemos para acumular milhas a�reas.
Ora. Deixe-me ajud�-la.
J� est�. Cuidado com a cabe�a.
Largue-me.
Quem � voc�?
- Ou�a. Estou do seu lado. - N�o sei de nada.
- N�o acredito em si. - N�o me importa.
Olhe, eles podem voltar em breve.
Ou confia em mim, ou nos que mataram toda a gente em Severnaya?
Nunca estive em Severnaya.
O seu rel�gio esteve. Congelado pela explos�o do GoldenEye.
E aposto que foi voc� quem trepou pela parab�lica para escapar.
- Quem � voc�? - Trabalho para o governo brit�nico.
Quanto mais me ajudar, mais eu a posso ajudar a si.
- Mas n�o sei nada. - Ent�o comece pelo que sabe.
Chamo-me Natalya Simonova.
Era programadora de sistemas em Severnaya at�...
Continue.
...at� eles matarem todos. - Quem? O Alec Trevelyan?
- N�o. N�o sei quem ele �. - Quem era o infiltrado? O traidor?
O Boris. Boris Grishenko.
- KGB ou militar? - Programador inform�tico.
- N�o havia mais ningu�m? - N�o.
Eles v�o matar-me, n�o v�o?
Confie em mim.
Confiar em si? Nem o seu nome sei.
Bom dia, Sr. Bond. Sente-se.
Sou o Ministro da Defesa Dimitri Mishkin.
Ent�o, como � que o vamos executar, Comandante Bond?
O qu�, n�o h� palavreado?
Nem conversa fiada?
� um problema de hoje. J� ningu�m tem tempo para interrogat�rios sinistros.
- � uma arte que se perdeu. - O seu sentido de humor n�o me atinge.
- Onde est� o GoldenEye? - Presumi que o tinha.
Tenho um espi�o ingl�s, uma programadora e um helic�ptero roubado.
- Isso � o que o seu traidor quer. - Quem decidiu o ataque a Severnaya?
- Quem tinha os c�digos de acesso? - A pena por terrorismo � a morte.
- E por trai��o? - Parem, os dois. Parem.
Parecem rapazes com brinquedos.
Foi o Ourumov. O General Ourumov disparou a arma.
Eu vi-o faz�-lo.
- Tem a certeza que foi o Ourumov? - Tenho.
Ele matou toda a gente e depois roubou o GoldenEye.
E porque havia de fazer isso?
H� outro sat�lite.
Outro GoldenEye.
Obrigado, Menina Simonova.
Que disse acerca da arte perdida do interrogat�rio, Sr. Bond?
Senhor Ministro, tenho de protestar. Esta investiga��o � minha.
Voc� est� a infringir os limites.
Daquilo que ou�o, foi o senhor quem os infringiu.
J� vi esta arma na m�o do inimigo.
- Largue-a, General. - Sabe quem � o inimigo?
- Sabe? - Guarda.
O Ministro da Defesa Dimitri Mishkin,
foi assassinado pelo agente brit�nico James Bond,
ele pr�prio abatido ao tentar fugir.
Guardas.
Vamos.
Eles est�o no arquivo.
Para baixo.
Espalhem-se. Cubram o outro lado.
Confie em mim.
Agora siga.
Mais depressa.
Bolas.
Pela viela.
Use o p�ra-choques. � para isso que serve.
Que foi aquilo?
V� pela esquerda.
Saia.
Ou me trouxe a prenda perfeita, ou fez de mim um homem infeliz.
O Mishkin apanhou-os antes de mim.
O Bond est� vivo?
- Ele escapou. - Ainda bem para o Bond.
Mau para si.
Sente-se, minha cara.
Sabe, James e eu partilh�vamos tudo.
Mesmo tudo.
O vencedor fica com os despojos.
Vai gostar do s�tio para onde vamos.
At� pode aprender a gostar de mim.
Fique com ela.
Bond. S� o Bond.
Ele vai fazer-nos descarrilar.
A toda a velocidade.
A toda a velocidade. Abalroem-no.
Adeus.
S� um bom rapaz e morre.
Tu primeiro.
Voc� a seguir.
Levanta-te.
An�lise da situa��o: Nada a fazer.
N�o tens refor�os, nem por onde fugir.
E eu tenho a �nica moeda de troca.
- Onde � que ela est�? - Ah, sim. A tua fraqueza fatal.
Ourumov, traga-a.
Bela rapariga.
Sabe... a morangos.
- N�o sei. - Sei eu.
Ent�o, de volta ao princ�pio, James.
A tua amiga, ou a miss�o?
Larga a arma. Eu deixo-a viver.
Ourumov, o que � que este cossaco lhe prometeu?
Sabia, n�o sabia? Ele � um cossaco Lienz.
- Isso � passado. - Ele vai tra�-lo. Tal como a todos.
- Isso � verdade? - O que � verdade � que em 48 horas
teremos mais dinheiro que Deus,
e aqui o Sr. Bond ter� uma missa por alma
s� com a presen�a de Moneypenny e de alguns donos de restaurantes.
Ent�o, qual � a escolha, James?
Dois alvos, o tempo s� chega para um tiro.
A mo�a, ou a miss�o?
Matem-na. Nada significa para mim.
Vemo-nos no Inferno, James.
- Blindagem de 2,5 cm. - Estou bem, muito obrigada!
Boris. Sim.
- Que est� a fazer? - O Boris est� a copiar ficheiros.
Se lhe puder mandar um v�rus, talvez descubra para onde v�o.
- N�o fique a�. Tire-nos daqui. - Sim senhora.
Boa sorte com a blindagem, James.
Marquei seis minutos no rel�gio - os mesmos seis minutos que me deste.
Era o m�nimo que podia fazer por um amigo.
- Que quer isso dizer? - Que temos tr�s minutos.
INTERRUP��O DAS COMUNICA��ES ENVIAR V�RUS
V�RUS ENVIADO
INTRODUZIR SENHA
N�DEGAS - REJEITADO CU - REJEITADO
BILHA - REJEITADO TRASEIRO - REJEITADO
- Que mais chamam ao traseiro? - O qu�?
A senha do Boris. Um jogo de palavras. "Aquilo em que me sento mas n�o levo. "
- Cadeira. - Como eu disse...
CADEIRA INICIAR PESQUISA
30 segundos.
Ele n�o est� na R�ssia, Alemanha, Paris, Londres, Madrid...
- 25 segundos. - Nova Iorque, Toronto, Chicago,
- S�o Francisco... - 20 segundos.
Cidade do M�xico, Rio, Miami...
- V�. - Espere. Est� em Cuba. Havana - n�o.
DESLIGADO
Agora.
Voc� destr�i todos os ve�culos em que entra?
Procedimento operacional normal.
Rapazes com brinquedos.
Talvez eu devesse tratar da nossa viagem a Cuba.
A nossa viagem?
Sabe como desactivar a arma?
Suponho que isso depende do tipo de arma que queira desactivar.
Ent�o, diga-me. H� outros procedimentos operacionais normais
que deva conhecer, Comandante?
Milhares.
Mas n�o os levo a peito.
Sempre sonhei em vir �s Cara�bas.
� t�o belo.
Nem um ser humano � vista.
Que se passa contigo e os ve�culos a motor?
Trouxe uma prenda do fulano? T? Z?
- Q. - Sim.
- Que faz aqui, Wade? - Vejo as �rvores.
N�o estou c�. A CIA n�o sabe, n�o h� envolvimento.
Nada a ver com a sua inser��o em Cuba, se me est� entender.
Sim, entendo.
Pedi o avi�o emprestado a um amigo na DEA.
A Guarda Costeira e a FAA tamb�m est�o metidos nisto.
O nosso radar d�-lhe 6 horas.
Eis as �ltimas imagens de sat�lite do Langley.
- Permane�a abaixo dos 183 m. - 152 m.
- Quem � ela? - Natalya Simonova.
- Sim-yo-nova. - A Ministra dos Transportes da R�ssia.
Verificou quem ela �?
- Da cabe�a aos p�s. - Muito bem...
Ent�o, procuram uma parab�lica gigante? N�o existe.
- Conseguimos ver tudo em Cuba. - Sei que est� l�.
Uma r�plica de Severnaya, como os vossos transmissores na Nova Zel�ndia.
Nunca l� estive. Como � que ela sabe disso?
- E se eu precisar de refor�os? - Pegue no r�dio. Mando-lhe os fuzileiros.
Vire � esquerda ao fundo da pista.
- Cuba fica a 130 km � direita. - Wade.
S� uma coisa. N�o carregue em nenhum dos bot�es desse carro.
- Ia s� pregar a fundo. - Exactamente.
James. Tenho f�, mas cuidado.
Ele sabe que voc� vai aparecer.
Ele era teu amigo, o Trevelyan.
E agora � o teu inimigo e vais mat�-lo.
� assim t�o simples?
Numa palavra, sim.
- Salvo se te matar primeiro a ti. - Natalya...
Achas que me impressionas? As armas, as matan�as, a tua morte. Para qu�?
Para que possas ser um her�i?
- Todos os her�is que conhe�o morreram. - Natalya...
Como podes agir assim? Como podes ser t�o frio?
� o que me mant�m vivo.
N�o. O que te mant�m s�.
James...
Sim?
No comboio,
quando lhe disseste que me matasse e que eu n�o significava nada para ti,
estavas a falar a s�rio?
Sim.
Regra b�sica: Desmascar�-los sempre.
N�o.
Virar dez graus a sul, posi��o 1-8-4.
Sim senhora.
Nada. N�o h� nada aqui.
Passemos mais uma vez.
Talvez o Wade tenha raz�o. N�o h� parab�lica nenhuma.
Natalya.
Desta vez, Sr. Bond, o prazer ser� todo meu.
Espere pela sua vez.
Ela gostou sempre de um bom apert�o.
- O sat�lite est� ao alcance? - Seis minutos.
- Prepare a parab�lica. - N�o. � cedo demais.
- N�o estou pronto. - Fa�a o que mando.
N�o admira que n�o a v�ssemos.
Venha.
O maior cart�o multibanco do mundo.
Espero que n�o seja rejeitado.
- O Mischa est� em linha. - Chefe.
Matem-no.
Este tipo nunca faz o que lhe mandam.
- Coordenadas do alvo? - O alvo � Londres.
Est� pronto a enviar o sinal para o sat�lite.
- Como o detemos? - O transmissor acima da antena.
A antena est� em posi��o.
� minha contagem.
Tr�s, dois, um.
ARMA ACTIVADA
Que Deus proteja a Rainha.
- O computador central. - N�o se mexa.
AZOTO L�QUIDO
James. Que desagrad�vel surpresa.
- Tentamos agradar. - Onde est� a mo�a?
Encontrem-na.
Ent�o, como est� o velho Q?
Sempre com os mesmos truques?
O rel�gio.
Um modelo novo. Carrego aqui, �?
Um plano interessante, Alec.
Entras no Banco da Inglaterra atrav�s do computador,
depois transferes o dinheiro por via electr�nica
apenas alguns segundos antes de disparares o GoldenEye,
que apaga qualquer registo das transac��es.
- Inteligente. - Obrigado, James.
Mas resume-se apenas a um mero roubo.
Afinal, n�o passas de um ladr�o de bancos. Um ladr�o de delito comum.
ENCRIPTA��O EM CURSO
Sempre tiveste uma mente pequena, James.
N�o � s� apagar registos banc�rios. Mas todos os computadores de Londres.
Registos fiscais, a Bolsa de Valores, avalia��es de cr�dito, registo predial,
cadastros criminais.
Em 16 minutos e 43... n�o, 42 segundos,
o Reino Unido vai voltar � Idade da Pedra.
Um colapso financeiro mundial.
E o maluco do Alec vinga-se do mundo cinquenta anos depois.
Por favor, James. N�o me venhas com o Freud. Tamb�m te podia perguntar
se todos os teus vodka martinis calaram os gritos dos homens que mataste.
Ou se te sentes perdoado nos bra�os de todas essas mulheres dispon�veis
por todos os mortos que n�o conseguiste proteger.
A Inglaterra vai conhecer agora o custo da trai��o,
com uma infla��o ajustada desde 1945.
- Bem-vinda � festa, minha cara. - Natalya.
N�o voltes a fazer isso.
Isto n�o � um dos teus jogos, Boris. Ir�o morrer pessoas.
Seu verme pat�tico.
Ela esteve no computador. Verifique-o.
Ela � uma idiota. Uma programadora de segundo n�vel.
Trabalha no sistema direccional.
Nem sequer tem acesso aos c�digos de disparo.
Disparar retro-foguetes.
DISPARAR RETRO-FOGUETES
- Que diabo se est� a passar? - Temos de reentrar em 12 minutos.
MISS�O ABORTADA
Vai arder algures sobre o Atl�ntico.
- Trate disso. - Ela mudou os c�digos de acesso.
Ent�o ela pode reparar isto.
V�. Mate-o. Ele n�o significa nada para mim.
Eu consigo faz�-lo. Posso decifrar os c�digos dela.
Ent�o m�os � obra.
Diga-lhe. J�.
D�-me os c�digos, Natalya. D�-mos.
- Boris vai decifrar os c�digos? - Talvez.
Possivelmente?
Temos de destruir o transmissor.
A prop�sito, estou bem, muito obrigada!
Sabes como usar isto?
Sim.
�ptimo. N�o te exponhas.
- Quanto tempo? - Dois minutos.
- Um minuto. - Guarda.
- Estou a repar�-lo. - Se ele se mexer, mate-o.
TEMPO PARA RE-ENTRADA
ENVIAR COMANDO
Sim. Sou invenc�vel.
RE-POSICIONAMENTO DA ANTENA
AVARIA DA ANTENA
Sabes, James?
Sempre fui melhor.
Alpha Um para a Canhoeira.
Alpha Um para a Canhoe�ra.
Falem comigo.
Pela Inglaterra, James?
N�o.
Por mim.
Sim. Sou invenc�vel.
James.
Est�s bem?
Sim, estou �ptimo. Obrigado.
E se algu�m estiver a ver?
N�o h� ningu�m no espa�o de 40 km, acredita.
Jimbo.
� esta a sua ideia de "interromper uma pega"?
S�o plantas de tabaco.
Disse que estaria aqui, huh?
Fuzileiros.
Talvez queiram acabar a vossa reuni�o em Guantanamo?
- Pronta? - N�o entro num helic�ptero contigo.
Avi�es, comboios, nada que se mova.
Querida, o que � que podia dar para o torto, h�?
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