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SOMERSET, VIRG�NIA OCIDENTAL 22h23
Fiquem juntos!
Est� tudo bem. Calma, Ranger.
Fiquem juntos!
Calma, meu amor, j� estou indo.
Abram espa�o para ele!
Em ordem, cavalheiros! Olhem para a esquerda e direita!
- V�! - Aqui.
Deixem-no ir. Deixem-no ir.
Deixem-no ir. Deixem-no ir.
- Calma, calma. - Em frente.
Aqui.
- Parem. - Aqui! � aqui!
Eu vi as fichas que me enviou
e consultei outro neurologista pediatra que trabalha aqui.
HOSPITAL OUR LADY OF SORROWS 8H25
- Duas coisas nos preocupam. - Metabolismo lip�dico deficiente
- e baixa transmiss�o de enzimas. - Exatamente isso.
Ambos indicam falha no armazenamento lisoss�mico.
Voc� � a m�dica do garoto, doutora�
Scully. Dana Scully.
Testou as fun��es lisoss�micas dele?
Est� com todos os meus resultados, doutora.
Meu medo � que seja uma doen�a cerebral degenerativa,
como a doen�a de Sandhoff.
As enzimas dele n�o degradam os lip�dios do c�rebro, causando atrofia.
Se suspeita de Sandhoff, analise o n�vel de hexosaminidase dele.
J� fiz isso. Estou procurando por um meio de tratamento.
N�o existe tratamento para Sandhoff.
Oi, Christian. Como est�?
Bem, Dra. Scully. E voc�?
Eu? Eu estou bem, obrigada.
Ouviu outras opini�es?
Sim, n�s faremos mais alguns exames.
Dana Scully?
Dra. Scully, estou procurando Fox Mulder.
Com licen�a.
- Agente Especial Drummy com� - Imagino com quem esteja.
O FBI precisa falar com Fox Mulder.
Eu n�o trabalho mais com Fox Mulder ou com o FBI.
Se pudesse contat�-lo,
isso poderia salvar a vida de uma agente do FBI.
E a�, doutora?
Ficou muito confiante, Mulder,
para um homem procurado pelo FBI.
Tenho olhos na nuca, Scully.
"Auf einer Wellenl�nge", como dizem os alem�es.
Um estado pr�-cognitivo geralmente confundido com intui��o,
no qual o c�rebro capta a l�gica
da exist�ncia humana transit�ria sem ajuda da mente consciente,
materializando-se como voc� fez agora.
Mas se voc� se materializasse, rapidamente se desmaterializaria.
Mas quem ainda acredita nessa bobagem?
Aparentemente, o FBI. Eu recebi uma visita hoje.
Princeton fecha laborat�rio
O FBI quer a sua ajuda. Uma agente est� desaparecida.
Espero que tenha dito para eles se ferrarem.
Eles disseram que tudo estaria perdoado.
V�o retirar todas as acusa��es contra voc� se ajud�-los.
O FBI vai me perdoar?
Me julgaram por acusa��es falsas
e tentaram desacreditar uma d�cada de trabalho.
Eles deveriam pedir o meu perd�o.
Acho que eles v�o. Desesperadamente.
Como posso ajudar essas pessoas?
Algu�m apresentou um ind�cio promissor.
Um m�dium, segundo ele.
� um truque, Scully, para me expor.
Se o FBI quisesse peg�-lo, eles pegariam.
Eles est�o felizes de n�o t�-lo no p� deles.
�timo. Tamb�m estou feliz de n�o t�-los no meu.
A vida de uma jovem agente corre risco.
Mulder, sei que n�o preciso dizer isso, mas poderia ter sido voc�.
Ou eu.
A verdade � que eu me preocupo com voc�
e com os efeitos do isolamento prolongado.
Eu estou bem.
Extremamente feliz.
Direi a eles a sua resposta.
Droga.
Tudo bem, eu vou.
Mas com uma condi��o.
WASHINGTON, D.C. 21h24
Obrigado pela carona.
N�o me agrade�a. N�o fui eu que mandei.
Esperem aqui.
Entrem.
Com licen�a. Eles chegaram.
Obrigada por terem vindo. Sou a Agente Especial encarregada Whitney.
- Dana Scully. - Fox Mulder, creio eu?
Seja bem-vindo. Minha equipe e eu agradecemos a confian�a.
Mas e se eu n�o puder ajud�-los?
E se sua agente estiver morta?
Passado � passado.
Sei que trabalhou nos Arquivos X.
� a melhor chance de Monica Bannan.
- H� quanto tempo est� desaparecida? - Desde domingo � noite.
Quase tr�s dias.
Mas ap�s 72 horas,
- � improv�vel que ainda esteja viva. - Temos raz�es para crer que ela est�.
At� agora, n�o temos ind�cios do contr�rio,
e os fatos d�o esperan�a.
Logo que ela desapareceu, encontramos isso. Um bra�o arrancado.
- Onde? - A cerca de 15km da casa dela.
N�o entendo. � o bra�o de um homem.
Corresponde aos vest�gios encontrados na cena do crime.
- Sangue ou tecido? - Sangue.
Na garagem dela e na ferramenta do ferimento.
- E como chegaram at� ele? - Como uma agulha em um palheiro.
Algu�m alegando ter poderes ps�quicos.
Joseph Fitzpatrick Crissman.
- E acham que ele � uma fraude. - Por que diz isso?
M�dium.
- O Padre Joe era� - Padre?
- Ele � um padre? - Cat�lico.
Ligou seis horas ap�s o desaparecimento de Monica Bannan,
dizendo que teve uma vis�o. Uma liga��o ps�quica.
- E ele disse que ela est� viva? - Exatamente.
Alguma outra liga��o?
- Com Monica Bannan? - N�o, por isso mandei procur�-lo.
N�o quero perder tempo.
Ele � um homem religioso. Obviamente, educado.
Agiu r�pido, n�o disse nada que levantasse suspeitas,
sem liga��o com o crime. Voc� est� perdendo tempo.
O meu e de seus agentes.
Tem uma quest�o de credibilidade.
Se n�o duvida do homem, por que duvida de suas vis�es?
Ele n�o nos levou � Bannan, s� a um bra�o na neve.
Isso n�o � uma ci�ncia exata. Eu o vigiaria 24 horas por dia.
Ficaria na cama colado no traseiro santo dele.
O Padre Joe � ped�filo condenado.
Talvez eu fique longe da cama dele.
RICHMOND, VIRG�NIA 1h01
ADAPTA��O | REVIS�O | SINCRONIA: E-MAIL | loschulosteam@gmail.com
O que � isso?
- Dormit�rios para criminosos sexuais. - Dormit�rios?
Eles administram o complexo e vigiam uns aos outros.
O Padre Joe mora aqui voluntariamente com seu colega de quarto.
Joe?
Diga para eles entrarem.
Padre Joe?
Desculpem a bagun�a. N�o tenho dormido.
Padre Joe, esse � Fox Mulder.
- Certo. - Ele tem algumas perguntas.
Na verdade, eu gostaria de perguntar algo.
Para que estava rezando, senhor?
- Para a salva��o da minha alma imortal. - Acha que Deus ouve suas preces?
- Acha que Ele ouve as suas? - Eu n�o molestei 37 coroinhas.
- Jeito bonito de dizer. - Tenho outra palavra, se quiser.
Eu sei que tem.
Tenho de acreditar que Ele ouve. Por que Ele mandaria essas vis�es?
Talvez n�o seja Deus que esteja mandando.
Voc� chama de vis�es. Voc� as v�?
Vejo a pobre garota ser agredida.
Vejo-a lutando.
- Ou�o c�es latindo. - Onde?
N�o sei dizer.
- Mas voc� a v� viva. - N�o, mas eu�
sinto que ela est�.
Pode nos mostrar como faz isso?
N�o sei se consigo fazer agora.
Talvez fosse melhor se ela n�o estivesse aqui.
Talvez voc� veja uma maneira de fazer as pessoas esquecerem
o que voc� �.
Jesus, Mulder.
Soltou os cachorros contra ele.
Desculpe.
Faz tempo que estou longe desse trabalho� Ou n�o o bastante.
N�o, voc� foi boa l� dentro.
Eu s� tinha perguntas. Voc� o pressionou,
como nos velhos tempos.
Ele � um imprest�vel. E mentiroso.
Ele sabe quem fez isso. Est�o passando informa��o para ele."
E o bra�o que encontraram?
N�o foi arrancado numa luta. Certamente foi cortado.
Como ele p�de lev�-los at� ele
e n�o ter a m�nima ideia de onde a v�tima est�.
Voc� descobrir� duas coisas nas pr�ximas 24 horas:
uma agente morta e que esse Padre Joe � uma grande fraude.
Talvez esteja certa, Scully.
Pode ter raz�o.
Mas e se estiver errada?
- O que est� fazendo? - Vamos lev�-lo para um passeio.
Ver o qu�o m�dium ele realmente �.
Bem, est� sendo divertido.
Scully? Ningu�m far� voc� sentar do lado dele.
J� acompanhei demais. E ele n�o me quer presente.
SOMERSET, VIRG�NIA OCIDENTAL 5h02
- Estamos chegando? - � voc� quem diz.
Tudo bem. Cada um trabalha de um jeito.
N�o conhe�o essa garota. Essa Agente Bannan.
N�o fa�o ideia da liga��o.
Sempre tem alguma coisa. Mesmo que seja pequena.
Quem o transformou em especialista?
Aqui que ela foi levada.
Sua agente. Aqui que ela foi agredida.
Quero que veja a cena do crime.
N�o, �
Isso n�o est� certo.
Trouxeram-me na casa errada.
Tirou essa da cartola.
N�O ULTRAPASSE
Havia rep�rteres aqui.
Ele pode ter reconhecido da TV.
Sim, mas por qu�?
- Por qu�? - Por que isso?
Por que criar uma fic��o elaborada?
Penit�ncia. Perd�o de seus pecados.
Ele escreveu repetidas vezes ao Vaticano implorando para voltar.
Jeito estranho de impressionar a Santa S�.
Deus falando atrav�s de um homem? Acho que j� teve outros.
- Ent�o voc� o considera culpado. - Ele � um suspeito.
Sem liga��o com o crime.
Meus homens continuam procurando e acham que encontrar�o.
Voc� n�o, ou eu n�o estaria aqui.
Digamos que n�o sou a garota mais popular no FBI por t�-lo chamado.
Eu tamb�m n�o era a Miss Popularidade no FBI.
Mas lidou com m�diuns antes.
Luther Lee Boggs, Clyde Bruckman, Gerald Schnauz.
Eu examinei esses casos. O trabalho foi impressionante.
Bem, eu sou apenas metade da equipe.
Mas preciso de suas observa��es.
Ela fugiu. Tentou escapar. Havia dois homens.
Mas ela n�o p�de.
Ele a empurrou. Foi aqui, bem aqui.
Da�, colocaram-na na parte de tr�s.
- De onde? - De um carro. N�o.
Uma caminhonete com algo.
Ela est� sofrendo muito.
- Diga onde. - N�o sei. N�o consigo ver.
- Temos que encontr�-la. - Eu n�o consigo ver.
Porque ele est� inventando.
Padre Joe?
Oi, Christian.
Parece bastante atento esta manh�.
- Eu estava pensando. - Pensando em qu�?
Em como vou sair daqui.
Estou pensando exatamente a mesma coisa.
Posso sair daqui logo?
O que houve? Alguma coisa o assustou?
O jeito que o homem olha para mim.
Que homem?
PARTE RASA
NATA��O MACLAREN
PISCINA
Ei, ei! Ei!
Eu estou bem.
Estou bem.
Espere, espere.
Havia algo estranho no relat�rio toxicol�gico do bra�o arrancado.
Eu analisei as evid�ncias do FBI de novo.
No tecido havia tra�os de uma droga
normalmente dada a pacientes que s�o tratados com radia��o
e tra�os de uma droga chamada acepromazina.
O que tem de estranho?
Acepromazina � tranquilizante para animais.
Agora eu n�o consigo dormir.
Mulder?
O que um tranquilizante para animais faz no tecido de um bra�o arrancado?
Nem comecei a especular.
Ele disse que ouviu c�es latindo.
- Quem? - O Padre Joe.
O que est� fazendo?
� um tranquilizante que voc� daria para um c�o?
Ele � uma fraude, Mulder. Ele aparece com essas vis�es do nada,
e voc� est� tentando conect�-las.
Quando vejo um homem chorar l�grimas de sangue na cena do crime
que ele reconhece sem ter visitado, eu preciso fazer isso.
L�grimas de sangue?
Algum truque? Como ele faria isso?
- Al�? - Dra. Scully?
- Sim. - Dakota Whitney para voc�.
Pode esperar um segundo?
Desculpe ligar a essa hora.
- Descobriram algo? - Quem �?
Encontraram-na?
- Temos outra pista. - Alguma fonte?
A mesma fonte, outras novidades.
� aqui. � aqui.
Na dire��o do celeiro.
TR�S HORAS DEPOIS
Mais uma vez. Dez minutos!
- Encontrou-a? - N�o.
Voc� disse que havia novidades.
Nosso m�dium nos levou ao mesmo local de antes.
- Pode confirmar? - Voc� vai encontr�-la.
Voc� s� diz isso.
Encontrar�o um corpo.
- Fica dizendo que ela est� viva. - Ela est�.
Ficar�amos aqui a noite inteira.
Eles n�o podem fazer nada.
Encerre. Finalize por aqui.
Desculpe por cham�-los aqui.
Vamos, pessoal! Vamos embora!
Hora de ir para casa!
Conte para mim.
Conte o que voc� v�.
Eu vejo um rosto.
Vejo olhos espreitando.
Quem?
Quem �?
Est� confuso.
Parece um vidro sujo.
Est� a�. Eu sei.
Como assim, "parece um vidro sujo?"
- Mulder. - O qu�?
Pare.
Est� bem, desista como os outros.
Esse n�o � mais o meu trabalho.
Tem raz�o. Est� parecendo a minha empres�ria agora.
Tem raz�o.
- A culpa � minha. - O que quer dizer?
Por envolv�-lo nisso.
N�o, voc� fez a coisa certa, Scully.
Mas n�o a coisa certa para voc�, Mulder.
Mulder, eu passei por isso durante anos com voc�
Preciso desses homens de volta!
- O que est� fazendo? - Tentando ignor�-la.
� aqui! Aqui est�!
� aqui.
Precisamos de p�s.
� puro gelo.
N�o, � vidro sujo.
Lanterna?
Precisar� de recursos.
Traga serras e escavadeira. Agora.
Voc�s fiquem aqui. Voc�s dois venham comigo.
N�o desista.
Acho que podemos resolver de consci�ncia limpa
transferir o paciente para uma unidade de acordo com sua condi��o.
Sinto muito.
Como n�s conversamos, Dra. Scully, eu informei � equipe
a decis�o do hospital sobre Christian Fearon.
Que decis�o?
Transferir o paciente para um centro que administre seu caso terminal.
Foi uma conversa, n�o uma decis�o.
Bem, j� foi discutido aqui, sem obje��o de seus colegas.
Eu fa�o obje��o.
Voc� tem um paciente com uma doen�a incur�vel.
� triste e lament�vel. Ningu�m discorda disso.
- Mas ele � meu paciente. - Se n�o trouxe
uma cura para a doen�a de Sandhoff,
pediremos para deixar o garoto ir em paz.
Obrigado.
Gostaria de finalizar para retomarmos as obriga��es do dia.
O �ltimo assunto � um paciente na UTI,
o paciente do Dr. Willard, suponho�
Admitido ap�s sofrer infarto do mioc�rdio�
- H� um tratamento. - A quest�o est� resolvida, doutora.
N�o, n�o est�.
A doen�a pode ser curada com um implante de c�lulas-tronco.
N�o est� falando s�rio. N�o fa�a o garoto sofrer assim.
- E se fosse seu filho? - Ele n�o � filho dela, nem seu.
E a decis�o n�o cabe � administra��o do hospital, e sim � m�dica dele.
Se quiser desafiar isso,
leve o caso para uma autoridade superior.
Eu o levei para a maior das autoridades, Dra. Scully.
Como deveria fazer.
QUANTICO, VIRG�NIA 10h20
Vamos, atenda.
Vamos.
Responda.
Pesquisa Google
implante de c�lulas-tronco
Aqui � Dana Scully, por favor, deixe uma mensagem.
Scully, sou eu. J� deixei mensagens
e quero dizer o seguinte:
A cabe�a daquela mulher no gelo n�o � de Monica Bannan.
N�o sabemos quem � ela, mas at� agora
encontramos 11 partes de corpos no gelo e ainda n�o acabamos.
Cada uma com um corte preciso,
correspondente � amputa��o anterior, que voc� observou, Scully.
Parece que algu�m est� jogando partes de corpos no gelo h� meses,
possivelmente anos. E essas partes n�o parecem ter um padr�o.
Homens e mulheres, todos saud�veis, sem tecidos doentes,
de acordo com a per�cia, o que sugere que s�o v�timas.
Mas escute o que eu preciso que voc� saiba.
Encontramos mais tra�os de tranquilizantes, acepromazina.
N�o sei o que quer dizer. Espero que me diga.
- Algo? - N�o consegui falar com ela.
Mas agora � s�rio. Estou sentindo.
Esse � um caso em s�rie. Desvendar� d�zias de assassinatos.
Mas n�o estou perto de achar a minha agente.
Voc� vai encontr�-la. Eu sei.
Eu vejo o rosto de uma mulher.
Outra mulher, tirada de um carro.
Ela est� presa�
em uma caixa, eu acho.
Ela est� com Monica Bannan?
N�o sei.
Os mesmos homens a pegaram?
Acho que sim. Sim, s�o os mesmos homens.
Est� vendo isso ou s� est� dizendo o que eles querem ouvir?
- N�o. - N�o, voc� n�o v�.
N�o, s�o os mesmos homens.
- Eu quero um carro pronto. - Para ir aonde?
Ainda n�o sei.
N�o acredito nisso.
� o seu problema desde o come�o.
- Eu arrumarei um carro. - E uma lista de desaparecidos
na �rea, nas �ltimas 48 a 72 horas.
SOMERSET, VIRG�NIA OCIDENTAL 14h08
Cheryl Cunningham, 34, n�o chegou no trabalho ontem,
nem voltou para casa.
N�o tem sangue nos airbags. O vidro do passageiro foi quebrado.
Chaves na igni��o. Acidente com prov�veis sobreviventes.
Ela sai, pega um atalho,
fica cansada, senta e dorme. Acontece o tempo todo.
Dif�cil pegar um atalho em uma estrada interiorana t�o reta.
Mas de que serve minha opini�o?
Desculpe, n�o estou vendo nada.
Que surpresa. Que surpresa.
- Acabamos com o Padre Joe. - Sim.
- N�o acabamos ainda. - O que � isso?
Pulseira de identifica��o m�dica. Sua agente tamb�m usava uma.
- No que est� pensando? - Abra o porta-malas.
- Isto n�o servir� muito. - Mochila de academia.
Trajes de banho. Totalmente congelados.
- Cloro. - Onde tem uma piscina p�blica?
Oi. Espero que possa nos ajudar.
Querem arm�rios?
N�o, somos do FBI. Se importaria de ver uma foto?
Por que me importaria?
- Conhece essa pessoa? - Deixe-me ver.
Os jovens parecem todos iguais.
- Tem um livro de entradas? - Mantenho um todos os dias.
- Gostaria de ver o de ontem. - Eu joguei fora.
Com licen�a, senhor. Ele n�o sabe que aquele � o lado das mulheres?
Ol�. Tem algu�m a�?
Estou entrando.
Por favor! Tirem-me daqui!
Socorro! Socorro!
Tirem-me daqui!
Por favor. Por favor. N�o vou contar.
N�o vou contar a ningu�m. S� me deixe ir embora. S� quero ir embora.
Desculpe. N�o foi a minha inten��o. Por que n�o me escuta?
Posso me comportar. N�o! N�o!
Espere. Pare! Espere.
Espere!
Por favor!
Que lugar � esse? Quem s�o voc�s?
Pode me ouvir? Por favor, me tire daqui.
Levante-se.
Eu posso ajud�-lo.
Oi, Christian.
Tem muita gente cuidando bem de voc�, est� bem?
Disseram que eu me escondia.
Desculpe, Mulder.
- Tenho que me concentrar aqui. - � o garoto, n�o �?
�.
Achei que nada pudesse ser feito.
Estou correndo um risco muito grande.
Um novo procedimento radical e extremamente doloroso.
Ontem � noite, disse que n�o era uma op��o.
Ontem � noite n�o era.
O que a fez mudar de ideia?
Quando saber� se deu certo?
H� uma s�rie de procedimentos.
N�o saberemos at� que todos acabem.
Mas voc� n�o veio conversar sobre isso.
Outra mulher desapareceu.
Ela nos deu algo para continuar.
Ela e a agente desaparecida nadavam na mesma piscina.
A agente tinha um arm�rio. Achamos que elas foram seguidas.
Ambas usavam pulseiras m�dicas
e tinham o mesmo tipo de sangue raro: AB negativo.
�rg�os para transplantes. Por isso elas foram escolhidas.
Doadores e receptores devem ter o mesmo tipo sangu�neo.
Algu�m que usa a piscina sabe disso.
Mercado negro. Algu�m fez pedidos.
Eles t�m acesso. Receptores, hospitais.
Esse � o seu mundo. Seu conhecimento nos poupa tempo.
Comece com os transportadores. Ligue pra promotoria de Richmond.
N�o, preciso de voc� comigo.
N�o. N�o, Mulder.
Voc� pediu para eu me envolver. Agora estou pedindo para voc� se envolver.
Mulder. J� resolveu o caso para eles.
- Por que n�o deixa o FBI ir atr�s? - Estamos t�o perto agora.
- Esque�a esse caso. - N�o � t�o simples assim.
N�o, � complicado.
O que quer dizer?
Algo que eu sabia que ia acontecer e tinha medo�
O qu�? Diga.
Eu sou m�dica, Mulder.
- Minha vida n�o � mais essa. - Eu sei disso.
N�o est� entendendo.
N�o posso mais olhar para a escurid�o com voc�, Mulder.
N�o suporto o que ela faz com voc� ou comigo.
Eu n�o ligo, Scully. Na verdade, estou bem.
� isso que me assusta.
Para onde mais quer que eu olhe?
Estou pedindo para olhar para si mesmo.
Por qu�? N�o fui eu que mudei.
N�o somos mais do FBI, Mulder.
Scully, eu sou assim.
Sempre fui. Antes mesmo de conhec�-la.
- � o que fa�o. Tudo o que sei. - Ent�o, escreva um livro.
Est� me pedindo para desistir?
N�o.
N�o posso pedir para fazer isso, Mulder.
Por favor, Scully.
Mulder, eu tenho os meus pr�prios conflitos.
- N�o fa�a isso. - Por favor, n�o discuta comigo.
N�o fa�a isso agora.
N�o sei mais o que fazer.
Bem�
Ent�o, boa sorte.
Para voc� tamb�m.
HOSPITAL MANNERS-COLONIAL 17h01
Est�vamos quase aterrissando,
quando, de repente, o avi�o acelerou,
e n�s voltamos para o ar.
Eu disse: "Querido, n�o � fant�stico? Vamos morrer juntos."
� que havia outro avi�o na pista,
e n�o colidimos com ele por quest�o de segundos.
�RG�O HUMANO PARA TRANSPLANTE
Mas est�vamos t�o apaixonados. Foi rom�ntico.
Dra. Scully?
Uma palavrinha, se for poss�vel.
Senhor? Com licen�a, senhor? Podemos conversar um minuto?
Estou transportando �rg�o vital.
- � sobre isso que queremos conversar. - Tenho que transport�-lo r�pido.
N�o tenho muito tempo.
Por favor, senhor. Venha para c�.
N�s mudamos de ideia�
sobre seguir com este novo tratamento.
Mas ainda n�o sabem se est� funcionando.
Achamos que Christian j� sofreu demais.
Queremos deixar nas m�os de Deus.
- Entendi. - N�o � nada pessoal.
- Eu sei. - Se fosse m�e, voc� entenderia.
Falaram com o Padre Ybarra?
Sim, mas a decis�o � nossa.
E se desse certo?
E se descobrirmos que interromper o tratamento foi a decis�o errada?
Meu nome � Robert Koell, trabalho na promotoria de Richmond.
- Posso ver sua licen�a? - Eu tenho green card.
- O que est� transportando? - F�gado humano para transplante.
Licen�a, por favor.
Onde vai entregar?
Hospital Memorial de Willow. Tem um paciente esperando.
J� obteve ou transportou um �rg�o de maneira ilegal?
Ele est� doente. Tem c�ncer.
Eu n�o perguntei isso.
Estou sob algum tipo de suspeita?
Parece at� uma vis�o.
Posso falar com voc�?
Quer entrar?
Fique � vontade.
N�o vou demorar.
Veio sozinha?
Vim.
Sente-se.
Por favor, eu insisto.
Voc� veio perguntar alguma coisa.
Estamos sozinhos, livres para falar em particular.
Voc� me disse uma coisa, naquela noite, na neve.
- Sim, eu disse: "N�o desista." - Por que disse isso?
N�o fa�o a menor ideia.
- Esperava outra resposta? - Voc� sabe algo sobre mim?
Al�m do fato de me odiar?
- Voc� sabe o que eu fa�o? - N�o.
Vejo que � uma mulher de f�, mas n�o como o seu marido.
- Ele n�o � meu marido. - Quer me falar sobre voc�?
- N�o. - Fazer uma confiss�o?
- N�o acho que est� - O qu�?
Em posi��o de julgar? Voc� me julgou. N�o?
- Voc� merece ser julgado. - Sabe por que moramos aqui?
Neste lugar que os homens chamam de casa de monstros?
Porque odiamos uns aos outros, odiamos a n�s mesmos
- por nossos desejos doentios. - Isso n�o os torna menos doentios.
E de onde v�m esses impulsos incontrol�veis?
- De Deus, n�o �. - Nem de mim.
Eu me castrei aos 26 anos.
E as vis�es tamb�m n�o foram ideia minha.
- Prov�rbios 25:2. - O qu�?
"A gl�ria de Deus � encobrir as coisas,
mas a gl�ria dos reis � esquadrinh�-las."
- N�o me venha citar as escrituras. - O que faz aqui?
- Do que tem medo? - "N�o desista." O que quis dizer?
- N�o sei. - N�o acredito em voc�!
- Falo a verdade. - Foram as suas palavras.
- N�o sei por que as disse. - Disse na minha cara!
Eu s� quis servir a Ele.
Eu s� quis servir a Deus.
Pode pedir a piedade d'Ele, mas n�o espere a minha.
Pode parar de fingir.
Olhe para mim.
Os param�dicos chegaram h� sete minutos.
Ele est� estabilizado. Press�o sangu�nea normal. Agora, est�o o levando.
- O que aconteceu? - Obrigada. Ele teve uma convuls�o.
- Quem a chamou? - Ningu�m.
O que estava fazendo aqui?
Precisamos conversar com o Padre Joe.
- Isso n�o vai acontecer. - Temos um suspeito.
Um imigrante russo que transporta �rg�os.
- Em cust�dia? - N�o.
Ele foi interrogado sobre tr�fico de �rg�os hoje,
mas foi liberado. N�o tinham provas para prend�-lo.
Uma testemunha disse que ele nadou na piscina das mulheres.
Agente Whitney?
O que isso tem a ver com o Padre Joe?
- � o homem nas vis�es dele. - Quem?
- O suspeito. O homem nesta foto. - Est� desperdi�ando o tempo deles.
Diga por que est� aqui.
Eis uma vis�o para voc�s. Meus homens acabaram de receber.
- Quem � esse? - O empregador do suspeito,
e velho amigo do Padre Joe.
- Ele o conhece h� 20 anos. - Conhece como?
Ele foi um dos 37 coroinhas dele.
Adivinhe com quem ele est� casado em Massachusetts?
Com nosso suspeito.
Temos um mandato para revistar o escrit�rio deles.
Mulder.
Acabou.
- Ei, ei! - O qu�?
Mulder!
Por que n�o espera?
Vasculhem este andar.
Deixe-os trabalhar.
N�s fomos enganados. Eu tamb�m queria acreditar.
N�o preciso de bajula��o.
- Voc� nos trouxe aqui. - O Padre Joe nos trouxe.
Agente Especial Drummy, do FBI.
Temos mandatos para revistar esses escrit�rios.
Quem estiver a� dentro, identifique-se e abra a porta.
Eu o chamei porque achei que podia ajudar.
- Valorizo suas cren�as em fen�menos. - E agora, o que acha?
No ch�o! Todos aqui no ch�o!
Est�vamos empacados, e voc� nos deu um empurr�o.
Ei!
Ei!
Voc� � louco?
Ei!
Detenham-no!
Ei, n�o pode�
- Aonde eles foram? - Por ali.
- Mulder! - Aqui em cima!
Mulder!
Ele est� indo na sua dire��o.
Ei!
Mulder!
- Sim? - Onde voc� est�?
- Aqui. - Onde?
Fox.
- Voc� o pegou? - N�o, eu o perdi.
Eu o vi.
Onde?
Elas est�o mortas.
Monica Bannan e Dakota Whitney.
Eu soube.
Acho que me esqueci de como tudo muda t�o r�pido.
Sinto muito.
- Pensei que est�vamos vencendo. - Sei que pensou.
Vim ver o Padre Joe.
Quero mostrar as fotos desses homens para ele.
Ainda quer acreditar nele.
Saiba que ele foi diagnosticado com uma doen�a terminal.
C�ncer pulmonar em estado avan�ado.
S� quero ter certeza.
Ent�o, deixe que eu pergunte.
N�o vai acreditar.
Eu estava pensando em voc�.
Tive uma vis�o que pode achar interessante.
De um homem falando uma l�ngua estrangeira.
Ele se parecia com esse?
Sim, � esse homem.
Achamos que ele sequestrou a agente,
a segunda mulher que voc� diz que viu,
e, possivelmente, mais.
E achamos que ele foi ajudado
por esse homem.
- N�o sei quem �. - Tem certeza?
Certamente. Eu n�o o conhe�o.
Conhece, sim.
Conhece desde que ele era garoto.
Ah, n�o.
N�o pode ser verdade.
Ele era a minha liga��o com a garota.
Minhas vis�es eram para salv�-la dele.
Isso � obra de Deus.
Isso � obra de Deus.
Deixe-me perguntar mais uma coisa, Padre Joe.
A agente do FBI,
a primeira mulher que viu, Monica Bannan�
ainda est� viva?
Eu a sinto.
Sim.
Ela ainda est� viva.
- Mulder. - A segunda v�tima pode estar viva.
Todos desistiram dela, mas eu n�o.
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Ei, espere.
- Ei, desculpe incomod�-lo. - Estou fechando.
- S� preciso de um minuto do seu tempo. - O tempo est� piorando.
Melhor chegar ao seu destino r�pido.
Do que precisa?
Tem um tranquilizante de animais chamado acepromazina?
- Tem a receita? - N�o.
Ent�o n�o posso vender.
Pode me dizer se j� vendeu para esse homem?
- N�o vou conseguir ir embora. - Eu s�
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J� estou fechando e depois irei peg�-lo.
Sim, tchau.
- Cad� o outro cara? - Quem?
O cara que estava aqui.
Preciso que recarregue isto.
Est� bem.
�em animais de laborat�rio, particularmente c�es.
�aplicados no pesco�o,
�sobreviver durante v�rias semanas�
Impressora parada. Verificar a impressora.
- �, sou eu. - Droga.
Devo estar ocupado. Deixe um recado.
Mulder, encontrei algo na minha pesquisa de c�lulas-tronco.
Experi�ncias feitas com c�es, na R�ssia, Mulder.
Acho que o suspeito est� fazendo isso, mas em humanos.
Voc� precisa me ligar.
- Agente Especial Drummy. - Estou atr�s de voc� h� horas.
N�o consigo falar com Mulder.
Dra. Scully, sugiro que ligue para a pol�cia.
Isso n�o � assunto do FBI.
Escute-me.
Eu preciso da sua ajuda.
Desculpe, n�o posso ajud�-la.
Ent�o deixe-me falar com algu�m que tenha coragem.
N�o toque em mim!
N�o!
N�o toque em mim!
Voc� vai ficar bem.
Estou cuidando de tudo. Eu estou cuidando de tudo.
N�o precisa mais desse.
Olhe para mim. Voc� vai sobreviver.
Ter� um corpo bom e forte.
- Para baixo. Para baixo. - Aqui, � esquerda.
Com licen�a.
- Sou Dana Scully. Aquele carro � meu. - Certo.
Falei com um figur�o do FBI. Ele ligou de Washington.
Sim, � ele.
Walter Skinner.
Algum ind�cio do que aconteceu? Alguma pegada?
Encontramos isto. Talvez queira entregar a ele.
Com licen�a.
O celular dele est� com sangue.
Calma. Ele est� bem. Ele conseguiu sair de algum jeito.
Provavelmente, ele subiu.
Parem.
Afastem-se. Saiam.
Afastem-se!
Fala ingl�s? Vou tir�-la daqui.
Retirem os tubos e costurem o pesco�o dela. Vamos!
N�s vamos encontr�-lo.
Conhe�o o Mulder. Ele nos ligaria primeiro.
N�o faria nenhuma loucura.
Nenhuma loucura absurda.
Pare. Volte um pouco.
Pare. Volte.
Pare.
O que foi?
Prov�rbios, 25:2.
"A gl�ria de Deus � esconder as coisas."
Achei. Um recibo de suprimentos m�dicos para um Dr. Uroff-Koltoff.
Endere�o na Estrada Bellflower.
- Ou�a. - O qu�?
C�es. C�es.
Ei!
Mulder.
Pode me ouvir?
Sinto muito pelo seu carro.
A garota ainda est� l� dentro.
M�os ao alto!
M�os ao alto!
Solte esse bisturi! Solte!
Solte, ou eu vou atirar na sua m�o!
V� para l�!
Deus, o que voc�s fizeram?
O que voc�s fizeram?
Mulder precisa de roupas quentes e �gua.
Meu Deus.
Tenho trabalho a fazer.
Entre a�! Entre a�!
Mulder.
- A garota l� dentro� - Scully est� com ela. Est� em boas m�os.
- Skinner? - Sim.
Estou com frio.
Eu estou com voc�.
Estou com voc�.
Mulder?
E a�, doutora?
O Padre Joe morreu.
Ele era um homem muito doente.
Leu a reportagem?
O FBI disse que o Padre Joe era c�mplice.
Nenhuma palavra sobre sua liga��o ps�quica.
Ele morreu, Mulder.
- Nunca saberemos. - Eu sei, Scully. E posso provar.
O Padre Joe morreu de c�ncer no pulm�o, a mesma coisa que o homem
ao qual o Dr. Frankenstein tentou dar um corpo.
Que horas tirou os tubos do pesco�o da mulher?
E cortou o fornecimento de sangue para a cabe�a dele?
Foi quando o Padre Joe morreu. Mostre-me a certid�o de �bito.
Levarei para o FBI e mostrarei para eles.
Acha realmente que ouvir�o?
� uma injusti�a com o padre.
Considerando os crimes dele contra aqueles garotos,
- quem vai se importar? - Achei que tamb�m acreditasse nele.
Eu queria acreditar nele.
Eu acreditei nele. Agi por causa disso.
Por que n�o me conta o que ele disse para voc�?
FBI prende dr. Frankenstein dos tempos modernos
Ele me disse:
"N�o desista."
E eu n�o desisti. E isso salvou sua vida.
Mas eu fiz aquele garoto sofrer.
E tenho outra cirurgia marcada para esta manh�
porque acreditei que Deus estava me guiando.
Atrav�s de um padre ped�filo.
Ent�o as preces do Padre Joe foram ouvidas?
E se foram perdoadas?
Porque ele n�o desistiu.
Tente provar isso, Mulder.
Estarei no hospital.
Scully?
Por que ele diria isso?
"N�o desista." Por que diria isso para voc�?
Acho que era para voc�.
Ele n�o disse para mim.
Disse para voc�.
Se o Padre Joe era o diabo,
por que dizer o oposto do que o diabo diria?
Talvez essa seja a resposta.
A resposta mais ampla.
O que quer dizer?
N�o desista.
Por favor, n�o torne isso mais dif�cil do que j� �.
Tudo bem.
Se tem qualquer d�vida,
qualquer d�vida mesmo,
cancele a cirurgia desta manh�.
E daremos o fora daqui.
S� eu e voc�.
O mais longe poss�vel da escurid�o?
N�o sei se funciona assim.
Talvez a escurid�o encontre a voc�
e a mim.
Sei que encontra.
Mas vamos tentar.
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Pronta para come�ar, Dra. Scully?
Sim.
Em Mem�ria de RANDY STONE
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