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Original subtitles

Zentropa Entertainments 14 apresenta...

Um filme de Susanne Bier

Eu irei amar-te sempre.

Essa � a �nica verdade que permanecer�.

Nada na vida � certo ou errado, bom ou mau.

Mas eu amo-te.

� tudo o que sei.

IRM�OS

Partimos dentro de horas.

Esta � a �ltima vez que vos falo em solo dinamarqu�s.

Eu sei que para alguns esta � a primeira vez.

Voc�s n�o v�o encontrar nada para o qual n�o tenham treinado.

Se algum de v�s duvida que isto � a coisa certa a fazer, esperem at� chegar l�.

Ent�o saber�o que vamos fazer o que � correcto. Est� bem?

Vemo-nos � noite.

Ol�.

N�o fa�as isso. P�ra.

�s c� um chato, p�!

Novas jantes.

Ficam bem.

- Posso conduzir? - N�o.

- Posso fumar no carro? - Fumar...fuma l� fora, p�.

Fumar, fumar.

- Ent�o h� jantar logo � noite? - A m�e e o pai chegam �s cinco.

Ela hesitou entre pato assado para ti e rolo de carne para mim.

N�o entendo. Onde � que ela foi buscar a ideia de que pato � o meu prato favorito?

Ou que rolo de carne � o meu? Eu detesto aquilo.

- Por isso concord�mos que fosse pato. - Por que � que ela n�o faz esparguete?

Julgo que h� uma coisa que deves pensar quando tiveres tempo.

O qu�?

- Que � isto? - � a mulher que assaltaste.

- Eu sei. Para que quero o cart�o dela? - Ela j� regressou ao emprego.

N�o quero saber. Onde raio � que arranjaste o cart�o dela?

Eu falei com ela algumas vezes. Pedi-lhe desculpas em teu nome.

Quem � que tu pensas que �s? Isso n�o te diz respeito.

Ela n�o p�de ir trabalhar durante 6 meses. Arruinaste a vida dela.

Jannik, fica aqui. Jannik!

Jannik, que raio est�s a fazer? Jannik!

- N�o pode estacionar aqui. - Desculpe. Erro meu.

Jannik!

Desculpa.

Idiota.

- O pai est� c�? - Sim.

- S�o muito bonitas. - Vai-te lixar.

Ol�, m�e.

- Est�s t�o magro. - J� ganhei algum peso.

Que tolice. Ainda bem que assei dois patos enormes.

- Ah...Vamos comer pato assado? - Claro. � o teu favorito.

- Tudo pronto aqui? - Trazes o pato?

- Ol�. - Ol�.

- Obrigado. - S�o da esta��o de servi�o.

- Ol�, pai. - Ol�.

"Como te podes preocupar com algu�m t�o feio e est�pido?"

- Tenho que comer batatas? - Come duas. Pai, d�-lhe duas.

Aqui vai. Duas pequeninas.

Quero tirar um foto disto. � t�o raro estarmos todos juntos.

Sorriam para a av�. Tu tamb�m, Jannik.

- A que horas partes? - Ao meio dia.

Quer�amos levar-te a almo�ar.

- Dev�amos estar mais tempo juntos. - Estamos aqui agora, n�o estamos?

A tua m�e ainda acha estranho nunca ver os dois filhos juntos.

- N�o tenho culpa que ele v� embora. - Embora? Ele vai trabalhar.

H� alguma diferen�a entre reconstruir um pa�s e a cadeia.

De que est�s a falar? Eles disparam contra tudo que mexe.

- Um grupo de mulheres outra vez, n�o �? - Elas parecem todas iguais.

-Com aqueles vestidos que usam. - Burkhas.

Certo, certo. Mais...?

Por isso a Sarah usa cal�as. O Michael dispara contra tudo que use vestidos.

- Eles s� disparam contra os maus. - Sabes qual � a diferen�a, Natalia?

Eles s� disparam contra os maus, certo, Jannik? Tem calma.

- A cozinha ainda me preocupa. - N�s sobreviveremos.

Queria acab�-la antes de ir embora. Est� uma confus�o.

N�o se consegue cozinhar em condi��es nessa cozinha.

- Encomendamos pizza. - Pizza todos os dias durante 3 meses?

� claro que sim.

Calem-se com isso da cozinha!

Sa�de. Bom viagem, meu filho.

Ah, claro, boa viagem. - Sa�de, querido.

� um dos bons. Mesmo bom.

- Aqui est�o elas. - Detesto quando vais embora.

Vais ter a casa s� para ti. Podes fazer toda a confus�o que quiseres.

N�o podes ficar em casa?

Eu amo-te.

O pai j� vai embora.

N�o v�s.

� frio ou quente no Afeganist�o?

- � um bocadinho frio. - Da �ltima vez era quente.

Quente aqui significa quente l�. Frio aqui significa frio l�.

N�o vais estar c� para o meu anivers�rio?

Isso � s� em Fevereiro. D�-me um beijo.

- N�o! - Natalia...!

Vai-te embora. N�o quero saber.

- D�-me um abra�o. - N�o.

- Um beijo na cara? - Quero ver a televis�o.

- Dois beijos na cara. - Vai embora.

- Tr�s beijos? Cem? - P�ra.

Isso s�o duas contra um.

Ai n�o. N�o � justo.

Que se passa?

O Kanstrup e os seus homens foram atacados durante uma miss�o.

O operador de radar foi deixado para tr�s.

Niels Peter Johansen.

O gajo nem o c� � capaz de limpar sozinho.

Instala-te primeiro. Vou mandar-te � procura dele logo � noite.

� bom ver-te.

- Ol�, Sarah. - Ol�. Estou?

- Ol�. J� cheguei. - J� tinhas ligado?

N�o consegui liga��o. Vou ser r�pido.

S� para dizeres que me amas. Que sentes a minha falta.

Com todas estas enfermeiras novas aqui? Est�s maluca?

D� um abra�o �s mi�das por mim. Estou...

Sarah, est�s a�?

S� quis dizer que � uma merda, n�o �?

- J� percebi, Faborg. Muda o disco. - Deve haver algumas prostitutas l�.

N�o posso estar sem foder durante 6 meses s� porque eles s�o mu�ulmanos.

P�ra com essa treta ou as prostitutas v�o ser o teu menor problema.

Faborg at� � uma grande terra.

- Eu � que decido isso. Entendido? - S� estava a dizer que...

- Ol�. A tua m�e est� em casa? - Est� a tomar banho.

- M�e! - Podemos entrar?

- Umas pessoas querem falar contigo. - J� vou.

Andem meninas. V�o ver televis�o.

Ok, tem calma.

Desculpa, desculpa. Eu sei, eu sei.

Esqueci-me completamente. Eu tive um furo...

...ou pelo menos achei que tinha.

Est�s b�bedo? Andas a conduzir por a� b�bedo com o nosso carro?

Tem calma. N�o � assim t�o importante, ou �?

Por que � que ainda est�s acordada?

J� falaste com o Henning e a Else?

N�o, desde que deixei a escola, mas aquelas eram conversas boas.

Calma a�. O Michael emprestou-me o carro.

N�o precisas de ficar a� de p� com esse ar de zangada.

Ou ainda pareces uma... Tu sabes o que eu quero dizer.

- O meu t�xi vai chegar daqui a pouco... - O Michael morreu.

- Qu�? - Despenharam-se.

O qu�...?

Que est�s a...?

Que est�s a dizer-me?

Ele est� morto, Jannik.

Queres entrar?

N�o, n�o quero entrar.

Desculpa, mas...

Mas que...?

Eu vim aqui para deixar...

Por que � que n�o me ligaste?

Tent�mos ligar-te o dia todo.

Eu vou para casa, para a minha m�e.

Jannik.

- Que est�s a fazer? - Estou a organizar estes discos.

Encontrei um disco dos Beatles dentro de um concerto de piano do Mozart.

N�o admira que n�o consiga encontrar nada.

O Michael morreu.

Sim.

Natalia, est�s pronta?

Natalia, est�s pronta?

- Onde est� o teu vestido? - � feio.

Veste-o Natalia. Temos que ir.

N�o quero.

Ent�o tamb�m n�o quero vestir o meu. Pica muito.

Anda c�.

O pai est� mesmo morto como a tua m�e e o teu pai?

Sim.

N�o quero vestir esta porcaria.

Sarah.

S� quero que saiba que se houver alguma coisa que eu possa fazer...

Eu sabia que podia acontecer. Sempre soube.

Fal�mos disso muitas vezes,

mas n�o acredito que ele esteja morto.

N�o o sinto. N�o acha que o sentiria que alguma forma?

Venham, meninas. Vamos.

- Pai, n�o devia ser eu a conduzir? - Entrem, meninas.

- E porqu�? - Estiveste a beber.

Quem achas tu que �s, seu mimado? Venham, meninas.

- Deixa-me. - Desde quando � que �s respons�vel?

Deixa o Jannik conduzir.

Quando conseguires arranjar um emprego, ent�o ter�s dinheiro para comprar um carro.

A� j� podes conduzir sempre que te apetecer. At� l�, quem conduz sou eu.

Ser� que n�o consegues deixar de um filho da m�e, nem que seja s� hoje?

Aquilo ali...

...era o meu rapaz. Agora foi-se.

Fiquei sem nada. Entendes isso?

Entendes?

Jannik...

- �s palerma ou qu�? - Ele est� s� a fazer a fitas do costume.

- Vamos embora. - D�-me as chaves, eu conduzo.

D�-me as chaves!

N�o percebo que raio deu em toda a gente.

Certo, cheguem-se para l�, arranjem espa�o para o av�.

Niels Peter?

Chamo-me Michael Lundberg, sou Major.

Est� tudo bem? Est�s bem?

Trataram-te mal?

- Estou. - Estou, � o Jannik.

Ol�...desculpa ligar-te �s 2 da manh�.

S�o 4 horas.

Certo.

Estou num bar sem dinheiro.

Acontece que bebi umas cervejas e...

Querida...vou ter que sair.

Tu �s um tipo inseguro porque tens um nariz do tamanho do mundo.

Ol�, Sarah. Diz ol� ao Narigudo. O Narigudo fechou o bar.

- Quanto � que ele lhe deve? - 59 euros. E dois copos partidos.

- Guarde o troco. - Leve-o daqui, antes que chame a pol�cia.

Relaxa! S� est�s de mau humor por causa do teu grande nariz.

- J� chega. - O qu�, vais espirrar agora?

� melhor cobrir o bar com um imperme�vel. Vai sair espirro. Isto pode ficar feio.

Se tornares a aparecer por aqui, ponho-te l� fora.

- Deixa-me tocar-lhe. - Fora daqui!

�s c� um palerma.

O tipo n�o tinha um narig�o? N�o era enorme?

Tens que admitir. Era gigantesco.

Quando er�mos mi�dos, o Michael batia sempre naqueles que eu chateava.

Telefonaste por causa da d�vida no bar, ou porque sentes saudades do Michael?

Nunca senti saudades de ningu�m antes.

Tenho saudades dele. Tenho mesmo.

Tantas que me d�i o est�mago.

Que merda!

Desculpa...

O sem�foro est� verde.

Oh, n�o. Deixei-a cair. Vou fazer outra...

- Tenta outra vez. - Tens que fazer assim.

Vou atir�-la � m�e.

Quase que foi parar ao quarto.

- Ol�. Por que � que dormiste aqui? - � dif�cil apanh�-las.

Estamos a fazer panquecas para a m�e para que ela n�o esteja t�o triste.

- � por causa do nosso pai ter morrido. - Ele sabe. � irm�o dele.

- Bateu no tecto. - Basta espalhar a compota no tecto.

N�o bebas do pacote!

- Cala-te e faz as tuas panquecas. - Queres uma?

- Eu n�o gosto de paquencas. - Como � que sabes?

- Come essa porcaria. - Bom dia.

- J� a p�? - Estamos a fazer panquecas.

Uma panqueca aterrou em cima daquela prateleira.

O av� est� aqui!

Av�!

H� panquecas, av�!

- Ol�, Henning. - Bom dia, Sarah.

Vamos, meninas. O av� est� � espera.

- Ol�. - Ol�.

- Est�s a comer panquecas? - N�o. Queres uma?

N�o, obrigado. Ouve...

Fui um bocado est�pido no outro dia, mas eu estava em condi��es de conduzir.

F�mos os dois um bocado...

Tudo bem. Foi bom falarmos as coisas como deve ser, de qualquer modo.

H� caf�?

Pai...

Eu sei que o Michael sempre foi melhor do que eu, naquilo que os homens devem ser.

- Futebol e todas essas coisas. - Sim, ele era bom nisso.

Mas porque tu sempre desistias. O Michael nunca desistiu.

N�o, eu sei isso. Eu sempre admirei o Michael,

mas ele foi-se e isso n�o � culpa minha. Tenho pena que tenha acontecido.

Sim, mas as coisas s�o assim. N�o h� caf� nenhum?

- Meu Deus, pai... - N�o comeces como a tua m�e!

N�o podes mudar o passado. N�o podes chorar sobre leite derramado.

Eu s� quero paz e sossego! Percebes?

N�o quero ouvir mais tretas!

Se queres fazer alguma coisa de jeito,

come�a por consertar esta maldita cozinha. Est� uma desgra�a.

- Hora da cozinha! - Que cores t�o chatas!

Olha para isto.

- � bem grande, Preben. - J� n�o se v� muito disto por a�.

Aposto que o dono j� fez um an�ncio de televis�o aqui.

Ol�.

Este � o Preben Um... Preben Dois.

Este � o Slobodan.

- Vou mudar para Preben. - Caf�?

- N�o, obrigado. Talvez uma cerveja. - Come�amos com algumas cervejas.

Tirem os casacos, meninas.

- Posso ajudar? - O qu�?

- Posso ajudar? - Porque n�o vais antes ver televis�o?

- Por favor! - Est� bem. Podes pintar ali em cima.

Sobe para ali.

Merda! Que raio est�s a fazer?

- Desculpa. - Estragaste as minhas cal�as.

Rais'te parta.

- Que aconteceu? - Deixei cair a tinta.

- Onde � a casa de banho? - S� um segundo, por favor.

Est�s a rir de qu�? Estragaste-me as cal�as todas.

- Mal se nota. Nem se v�. - � claro que se v�.

- Para onde est�s a olhar? - Tens um corpo bonito, Preben.

Cala-te.

Fazes exerc�cio?

As tuas meias tamb�m s�o bem bonitas.

- �s um gajo com muita piada. - Aqui est�o. Acho que devem servir.

Uma t-shirt e umas cal�as chegam.

Podes ficar com tudo.

- N�o preciso disso tudo. - H� mais.

N�o tens que fazer isso. Ela n�o tem que me dar isto tudo.

Porque n�o ficas com tudo? Por favor, leva-as.

- N�o tenho que traz�-las? - N�o, leva-as.

- Porque n�o tiramos o resto do dia? - Sim, claro.

Sabes do banco, certo...?

Sabes acerca do assalto?

O Michael queria que eu fosse ver a mulher e lhe pedisse desculpa.

� mesmo dele.

Bem, no dia a seguir ao funeral dele,

eu fui ter com ela e pedi-lhe desculpa.

A princ�pio ela estava assustada e tentaram p�r-me de l� para fora.

Depois, deixaram-me falar com ela.

- Que disse ela? - N�o disse muito.

Ela teve acompanhamento psicol�gico e n�o dormiu bem durante 3 anos.

Ela sonhava que eu regressava e que a matava.

Quando lhe disse que n�o precisava ter medo de mim

e que eu n�o lhe queria mal, come�ou a chorar.

Estava t�o contente que at� me abra�ou.

At� abri uma conta com ela. � verdade.

Eu sei que ele foi-se.

Eu sei que ele nunca mais volta.

Parab�ns � m�e...

- Obrigado. - Agora apaga as velas.

- N�o consigo. - Quatro namorados!

Muito bem. Foram voc�s que o fizeram?

- A av� ajudou-nos. - N�o ajudei, n�o.

- N�o mintas � frente delas, Else. - Vais trabalhar a tempo inteiro?

- Oh, sim. O Jannik arranjou um emprego. - Um emprego?

Vou ajudar o Preben Dois a consertar umas coisas...

- Conseguiste um emprego? Isso vai durar pouco.

Preben Dois? Isso � o nome duma empresa? Preben dois?

- Quem sussura mente... - N�o queres bolo primeiro?

- M�e, anda c�. - N�s partimos uma coisa.

Eu estava a brincar com ela, e pisei-a sem querer.

- Bem, bem... - Ent�o vou eu comer esse bolo todo.

A av� vai certificar-se que ele n�o lhe toca at� voc�s virem.

- Parab�ns! - Uma bicicleta!

Foi ideia das raparigas.

- N�o � bonita? - � linda.

Tem uma girafa a�, foi a Camilla que escolheu.

- S�o uns amores, meninas! - Podemos comer o bolo agora?

- Muito obrigada. - De nada.

- Ol�. - Ol�.

Vim s� para p�r estes �ltimos filetes.

Est� bem.

- Onde est�o as raparigas? - Est�o a dormir.

Sabes que...desculpa... Eu n�o devia ter-te beijado.

- N�o, fui eu... - Foi uma estupidez.

N�o te preocupes...

Est� bem...

Eu vou s� colocar estes no lugar.

N�s apenas sentimos muita falta do Michael.

Os outros tamb�m sentem falta dele. Claro que t�m saudades dele, mas...

Claro...

Sempre pensei que fosses est�pido filho da m�e.

E eu pensava que tu eras uma cabra chata da classe m�dia.

Eu n�o quero estragar nada. S� quero continuar a vir at� aqui.

Podes vir aqui sempre que quiseres. Podes at� ficar com a chave de casa.

Preferia a chave do carro.

- Que se passa? - N�o fales.

Mostra-nos como se arma isto.

- Eu disse, mostra-nos como se arma isto. - Eu n�o percebo nada disto.

Tens a certeza que n�o sabes?

Eu sei faz�-lo. Posso mostrar-te.

Deixa-o ir e eu mostro-te.

Deixa-o ir e eu mostro-te.

Faz isso outra vez, mas mais devagar desta vez.

Deixa-o ir.

E d�-lhe �gua. Ele precisa de �gua.

Precisamos os dois.

Talvez ele queira tamb�m uma coca-cola e ar condicionado, n�o?

Ele precisa de �gua. Precisamos os dois de �gua.

Encaixas a bateria...

Tiras a tampa de protec��o... abres a mira,

soltas a patilha de seguran�a.

Soltas o girosc�pio. Vai ouvir um som agudo,

e quando ficar est�vel, levantas,

e carregas no gatilho.

- Eles vir�o resgatar-nos? - Eles ir�o tirar-nos daqui.

Ent�o porque n�o v�m?

P�ra de chorar.

S� fazes com que percas l�quidos. Est� bem?

Eles v�o matar-nos.

Se eles nos quisessem matar, j� o teriam feito h� muito.

Porque � que nos mant�m aqui?

Estou na sempre a pensar na Ditte.

E no pequeno Gustav.

Eu s� quero...

Eu s� quero abra�a-lo outra vez em breve.

- Eu n�o quero morrer. - N�o vais morrer.

- Ent�o porque n�o nos encontram? - Ele v�o encontrar-nos.

- Tens que manter a cabe�a fria. - Eu n�o sou como voc�s.

Eu n�o fui treinado para nada disto. Sou s� um t�cnico de radar.

N�o aguento isto tudo.

N�s vamos sair daqui. Prometo.

N�o acredita que vamos morrer?

Acredito, sim.

Mas n�o aqui.

Olha para mim.

N�s vamos conseguir. Vamos conseguir.

Vamos conseguir.

Vamos conseguir.

Para viver, devemos ser �teis. Ele n�o � �til.

Mata-o.

Tu �s um homem corajoso. Mata-o.

- Mata-o ou morrem os dois. - Michael...!

Queres viver?

Sim. Quero viver.

Mata-o.

Mata-o agora!

Mata-o agora!

Mata-o!

Anda!

Agora!

Mata-o.

Outra vez! Mata-o agora!

Mata-o!

Outra vez!

Outra vez!

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