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Xhosa
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Zulu
OS NOMES DE ALGUNS INDIVÍDUOS FORAM ALTERADOS POR PROTEÇÃO.
Uma unidade das forças especiais.
E uma equipe internacional de investigadores disfarçados.
Com sorte, acabaremos com eles.
Unem forças para derrubar uma rede de tráfico sexual.
O que quer?
Quer sexo?
Sua missão é salvar mulheres forçadas a serem escravas sexuais.
Não sabem que vão apanhar, que podem morrer.
Não sabem que podem ser estupradas.
O alvo...
Vai escapar. Atrás dela!
...é uma rede de exploração sexual que ganha milhões de dólares
traficando mulheres da Ásia central.
Uma rede que matará para sobreviver.
ESCRAVAS SEXUAIS DO SÉCULO 21
Bangkok, Tailândia.
A cidade dos anjos do oriente.
Um centro econômico...
e o lugar onde há mercadorias de todo o mundo.
Mas à noite, Bangkok se transforma.
O sexo é um dos produtos mais lucrativos da cidade.
Muitos homens vem pra cá a procura disso.
A maioria das mulheres estão lá por conta própria.
Mas há um mercado negro sexual em Bangkok.
A cada minuto, uma mulher ou menina é levada ao tráfico.
Muitas delas vêm pra cá.
Seve Galster dirige a Fundação Freeland.
Seu trabalho de caçada aos traficantes de animais
o trouxe a Bangkok há uma década.
Hoje, seu alvo é outro.
As redes de tráfico sexual com base na Tailândia.
O tráfico sexual é a escravidão moderna.
A questão é, se está numa situação e quer sair...
FUNDADOR DA FREELAND
...se não pode, perde o livre arbítrio, você é um escravo.
Há 1,5 milhão de escravos sexuais no mundo de hoje.
Metade deles estão na Ásia, muitos aqui na Tailândia.
Uma das redes mais conhecidas é gerenciada por uzbeques.
Eles atraem mulheres de países mais pobres
com a promessa de um trabalho legítimo.
Logo são forçadas a ir para as ruas.
Esta noite, Galster está indo a uma reunião
com um informante confidencial que observa a rede.
Galster não pode ser seguido.
É uma indústria de 35 bilhões de dólares no mundo.
Os traficantes querem proteger seus custos de qualquer jeito.
As apostas estão na mesa para todos da operação.
Os mais importantes da cadeia já perderam a humanidade.
Adoraria vê-los atrás das grades.
Por isso estou envolvido. É loucura.
Estamos no século XXI e ainda tem muita escravidão.
Galster está com o informante na zona vermelha.
Obrigado por vir.
Há muitas meninas uzbeques aqui.
Gostaria de saber...
sabe quem comanda a quadrilha?
Não sei se a pessoa é homem ou mulher.
Há muitos grupos.
Mesmo correndo perigo,
o informante quer continuar informando sobre a rede.
Não podemos fracassar nesta operação,
pois estão achando que são os "Intocáveis".
Se conseguirmos, criaremos uma rede anti-tráfico
e perceberão que a situação mudou na região.
Preparar, apontar!
Steve não está sozinho na caçada à rede uzbeque.
Com ele está uma equipe especial,
treinada para lutar contra o terrorismo.
Não sei quem são,
pois é uma unidade do governo tailandês
que faz as operações acontecerem.
Eles se infiltram e tentam derrubar os bandidos,
e as organizações.
Trabalhar com eles é uma honra.
Há cervejarias, stripclubs, e muitas garotas por lá.
Há duas décadas,
o General Charnwut liderou a operação contra máfia russa.
Agora... talvez em 15 minutos...
Depois, seguiremos nosso alvo.
Hoje, a divisão de combate ao tráfico na Tailândia
pediu para que ele ajudasse a derrubar a rede uzbeque.
Acha que esses psicopatas devem viver...
GEN. CHARNWUT VAJARAPUK ASSESSOR, POLICIA DA TAILÂNDIA
...da mesma forma que pessoas normais?
Precisamos acabar com eles.
Não acha?
Imagine se essas meninas fossem suas filhas ou parentes.
A rede uzbeque tem relações tão boas,
que fazem negócios abertamente no centro de Bangkok.
-Quer sair? -E quanto custa?
Se for rápido, 2000 bahts. Se não, 6000 bahts.
As mulheres são tão vigiadas por seus mandantes
que só há como filmá-las com uma câmera escondida.
-Quanto? -Se for rápido, 3000.
E a noite toda?
Seis mil.
De acordo com o General Charnwut,
a sede de operações fica num hotel chamado Grace.
Na nossa frente fica o hotel Grace.
Está claro que é lá.
-É aqui? -É aqui.
O General Charnwut acredita que a rede está aqui,
porque o hotel hospeda clientes do Oriente Médio.
Ele descobriu que, se querem sexo comercial,
oferecem uma mulher muçulmana ao invés de tailandesa.
Tá vendo as luzes dos restaurantes? São todas do oriente médio.
Há meses, o General e sua equipe observam o Grace.
Assim eles podem controlar de perto.
Esta noite, ele segue uma pista.
Um infiltrado ficou sabendo que uma uzbeque apanhou
por não ganhar dinheiro o suficiente.
Há a notícia de que Galster pode ajudar.
Demora dias, mas a mulher entra em contato com ele.
Ele, secretamente, a traz a um lugar seguro.
Seu apelido é "M", ela está assustada.
Os traficantes estão com seu passaporte,
ela não pode sair da Tailândia.
Se descobrirem que está falando com Galster,
eles podem machucar ela e sua família no Uzbequistão.
Não consigo dormir.
Só penso no passaporte, na passagem, nas fotos.
Para ajudar a polícia a capturar os traficantes,
Galster reuniu uma equipe internacional de investigadores
chamada de "Operação Graceland".
Sua primeira tarefa será ajudar a "M".
Onkuri Kumar é a chefe de inteligência,
responsável por analisar as descobertas sobre a rede.
Doug Peters é um ex-agente especial dos EUA.
Por 20 anos, trabalhou disfarçado
para prender os bandidos mais perigosos dos EUA.
Seu rosto é familiar.
Natasha Ivanova é a tradutora da equipe.
É fluente em Russo e Alemão.
Tenho muitos problemas, quero acabar com eles.
Eu entendo.
Galster descobre que "M" é divorciada.
Ela tem um filho, mas não tem condições de criá-lo.
Vamos ver as fotos.
Desesperada por trabalho,
ela foi enganada e enviada para Bangkok,
e recebida por uma mulher chamada Rano.
Pensei que fosse trabalhar como pintora,
ficando em Moscou.
Até trouxe meu uniforme de pintora.
Quando cheguei, Rano disse...
"Para quê trouxe o uniforme?"
Eu não sabia que trabalharia como prostituta aqui.
"M" acha que Rano faz parte da rede uzbeque.
A equipe a ajuda a recuperar seu passaporte e escapar,
mas ela precisa ajudar com informações internas,
além de ajudá-los a encontrar a Rano.
Não acho que levará mais do que uma hora.
"M" sabe que Rano trabalha em uma boate famosa.
A segurança lá é grande,
mas Doug Peters acredita que entrará com Galster
usando câmeras escondidas.
A segurança é pesada.
Se descobrirem as câmeras, eles estarão em perigo.
Agora, eles precisam agir rapidamente.
Têm que encontrar Rano antes de desmascararem a "M"
e descobrirem que quer escapar.
Doug e Steve estão filmando secretamente na boate,
perto da zona vermelha de Bangkok.
O alvo deles é uma mulher uzbeque chamada Rano.
Eles sabem que ela frequenta muito aqui.
Querem encontrar Rano para organizarem sua prisão,
e ajudarem a vítima "M" a escapar de seu controle.
Na Tailândia, o lucro de uma escrava sexual
pode ser de mil dólares por dia.
Os traficantes não têm custos.
É o crime perfeito.
A "matéria prima" paga por seus próprios gastos,
pagam aluguel, a comida, até pelo direito de trabalhar.
Peters e Galster percorrem a boate.
É aqui que homens do Oriente Médio e Índia
vêm conhecer mulheres.
O lugar perfeito para Rano.
Ela é amiga de Nargiza, Grace e Rano?
Na casa segura,
"M" identifica membros chave da rede uzbeque.
-Tem certeza? -Tenho.
-É Zamira? -Isso.
Queremos saber quem são os soldados e os coronéis, os chefões.
Queremos traçar o padrão da rede,
até chegarmos a Rano, que bateu nela e pegou o passaporte,
dinheiro, fotos e a passagem.
Também queremos encontrar sua ligação com a rede no Grace.
Eles. São eles! Eles mesmos.
-É ele! -O cara calvo e gordo.
Foi fácil.
Também encontram Rano.
É a Rano.
-Mesmo? -É.
-É ela? -É.
Então, achamos.
Mostramos as filmagens e a "M" confirmou que era ela.
Vamos chamar a polícia, voltar à boate e prender Rano.
A polícia local não quer fazer alarde
para evitar confronto.
Peters concorda em entrar na boate e tirar Rano de lá.
Finalmente, no fundo do bar, lá está ela.
Ali! É a Rano, logo ali.
Nós te daremos acesso justo à justiça.
Na delegacia, "M" diz querer confrontar a mentirosa,
aquela que a prendeu aqui em Bangkok.
Vou arrancar seus olhos!
Tome cuidado, vou matar você!
Você vai apanhar.
-Cale a boca. -Cale a boca, você!
Você é uma vaca, olha só pra você.
-Vamos. -Você é a real prostituta.
Você também é prostituta!
Você é uma prostituta!
Rano será solta.
A polícia acha que não há evidências para prendê-la.
Para a "M", a operação foi um sucesso.
Pelo menos agora ela tem uma ficha na polícia.
Conseguiremos um passaporte temporário para a "M",
e dinheiro suficiente para ela voltar pra casa.
"M" também ajudou a equipe.
Com sua ajuda, construíram o perfil da rede.
Isso pode ajudá-los, e a polícia,
a descobrir pontos vulneráveis da rede.
A "M" foi ótima, muito corajosa.
Ela nos infiltrou no mundo, apresentou pessoas,
as boates, quem é quem e como tudo funciona.
Montamos várias peças do quebra-cabeça.
Embora "M" tenha escapado,
muitas mulheres nas ruas de Bangkok ainda estão presas.
Nem todas as mulheres são forçadas a se prostituírem.
Na Tailândia, sem uma melhor forma de ganhar a vida,
milhares delas escolhem essa vida.
Isso é algo que Anne Dieselberg sabe muito bem.
Ela dirige uma organização internacional, a Night Light.
Sua função é ajudar prostitutas a sair das ruas
e esquecer o passado.
Essas jovens acham que não têm mais opções.
Queremos que tenham a liberdade de escolha,
de ter uma vida melhor, de ir atrás dos sonhos.
Escolhas que ela quer oferecer às escravas uzbeques.
Ela se uniu à equipe para fornecer proteção às mulheres resgatadas.
Hoje, Dieselberg vai à zona vermelha,
como tem feito nos últimos 17 anos.
Para ajudá-las, precisamos saber de suas histórias.
Senão, só teremos fragmentos de informações.
Dessa vez, será diferente.
Hoje, ela levará um membro da força-tarefa
ao coração das operações uzbeques.
Ali está uma garota uzbeque que foi traficada.
Matt Friedman é o diretor de um projeto institucional
das Nações Unidas contra o tráfico humano.
Ele luta contra a escravidão sexual há 25 anos,
por conta da memória de uma garota de 15 anos no bordel.
Uma vez, uma garota viu que eu estava ali,
veio até mim e me abraçou.
Ela disse: "Preciso de ajuda, eles fazem coisas terríveis."
Eu estava com um policial e decidi resgatar a garota.
E o policial não deixou.
Não nos deixarão ir embora com ela.
Mas eu insisti.
Nós fomos embora, voltamos com reforço e ela havia sumido.
No fim das contas, ela só queria ajuda.
E eu não ajudei.
Ali ficam as mais novas.
A menor é quem controla.
Por isso ela nos ignorou.
Hoje, Friedman veio junto, porque Dieselberg descobriu
que a rede uzbeque está crescendo rapidamente.
Há dez anos, eu caminhava por aqui
e via cinco ou seis meninas em um só lugar,
mas há quatro anos, contava 80 meninas em duas horas.
Ela já foi ameaçada de morte pela rede uzbeque.
Mas ela e sua equipe continuaram a caminhar por lá,
oferecendo ajuda para quem quiser.
Hoje, ela fica sabendo de uma notícia.
Uma mulher uzbeque está tentando fugir dos traficantes.
Friedman concorda em usar seus contatos para procurá-la.
Pode ser a descoberta que a equipe vem precisando.
Há dias, a operação Graceland procura por Bangkok
mulheres uzbeques tentando escapar de seus traficantes.
O que descobriu?
Usando seus contatos na ONU,
Matt Friedman acredita tê-la encontrado.
Recebi uma ligação ontem.
Uma jovem uzbeque, forçada a se prostituir.
Ela está sem documentos, foi ameaçada,
ela quer escapar e está desesperada.
Ela será a "Anna",
e ela parece não ser a única vítima controlada pela rede.
A força-tarefa está em alerta.
Uma mensagem é enviada para a Anna.
O plano é simples.
Galster fará com que Anna fique na rua.
Depois, um agente, disfarçado de cliente,
trará Anna para a casa segura.
Perto do hotel, Galster flagra três jovens uzbeques.
Olá.
Uma delas é Anna, vigiada por um homem.
Quer sexo?
-Quanto é? -Custa 1500.
-Por quanto tempo? -Uma hora.
Tudo bem.
Vamos para um hotel?
Depois de confirmar que Anna está disponível,
Galster chama o agente disfarçado.
-Olá, fala inglês? -Falo.
Seis mil por duas ou três horas?
Quer ir comigo?
Três horas?
Falei com meu chefe, ele quer 5000.
Ela precisa pedir para o chefe se pode ir por três horas,
-por 5000. -Tudo bem.
Na casa segura, apesar do medo,
Anna decide falar.
Como suposto, ela está sob controle da rede uzbeque.
Do Uzbequistão, mas também de Moscou.
Eles também estão na Turquia.
A máfia está por toda a parte.
Anna foi trazida pela rede à Tailândia.
Alguém descobriu que era divorciada e tinha um filho,
e ofereceu um trabalho em Bangkok como acompanhante.
Desesperada, Anna aceitou.
Pensei que chegaria aqui,
se não gostasse, poderia ir embora.
Ela achava que poderia ir embora.
Eu quis ir embora, mas disseram que eu não podia.
Eles disseram...
Elas não sabem que ficarão presas durante o dia.
Elas não sabem que não poderão negar
fazer os atos sexuais exigidos.
Não sabem que vão apanhar.
Não sabem que podem morrer, ou ser estupradas.
Não sabem onde estão entrando.
Anna estava presa.
Mesmo vindo por vontade própria,
de acordo com a lei internacional,
ela se tornou traficada assim que perdeu a liberdade.
Eu fico irritado.
Soubemos que Anna costumava fazer uma coisa,
ela carregava um vídeo do seu bebê no telefone,
assim, ela sabia que havia luz no fim do túnel, que ia voltar.
Amanhã será um problema.
Mas há uma pergunta que Anna não sabe responder.
Ela não sabe onde fica seu cativeiro.
A força-tarefa precisa descobrir.
Rápido.
Ela ficou sabendo que as meninas serão trocadas
por outras meninas da Malásia.
Terão menos chances de escapar lá.
É a única oportunidade dela.
Para descobrir o esconderijo uzbeque,
todos vão atrás de fontes.
Eles descobrem meia dúzia de possibilidades.
A melhor é um prédio não muito longe do hotel Grace.
A divisão contra o tráfico começa uma vigia de 24 horas.
Precisam de novidades.
Os uzbeques não operam sozinhos.
Atrás deles estão figuras sombrias do Oriente Médio,
eles podem estar envolvidos em mais do que tráfico humano.
Algumas das mulheres contratadas para controlar as jovens
muitas vezes têm namorados iranianos.
Eles parecem estar envolvidos com tráfico de metanfetamina,
outras drogas e sabe-se lá no que mais estão envolvidos.
Com o Toon vindo também, talvez dividiremos as tarefas.
Há uma possibilidade que faz da descoberta de Charnwut
ainda mais terrível.
Os uzbeques aumentaram sua rede.
A gangue não opera apenas em Bangkok.
Estenderam a rede e têm mulheres em Pattaya também.
Pattaya é outro destino favorito de turistas sexuais.
E o próximo alvo do General Charnwut.
Pattaya, a cidade do pecado,
localizada 160 km ao sul de Bangkok.
No centro, um quilômetro de bares,
clubes de Strip-tease e sexo à venda.
Há 27 mil comerciantes sexuais concentrados aqui.
A maioria está aqui por conta própria.
É o disfarce perfeito para os uzbeques,
e suas escravas sexuais.
Ele vai até o Uzbequistão e Rússia.
O General e sua equipe sabem que os traficantes uzbeques
estão trazendo garotas menores de idade.
O General vai montar uma armadilha
para pegar a rede em flagrante.
Só precisamos que consiga conversar com os cafetões.
E qualquer informação visual ou sonora que conseguir.
Um agente disfarçado trará uma jovem uzbeque ao hotel.
Seu trabalho é filmar a garota e seu cafetão.
Só ligue se tiver problemas, estaremos observando de longe.
Certo.
Do outro lado de Pattaya,
os parceiros da força-tarefa, uma equipe especial tailandesa,
também está em ação.
O de vermelho é um deles.
Estão vigiando um hotel próximo do centro da cidade.
Aquele do lado do carro, quem é?
Segundo eles, aqui é a sede uzbeque em Pattaya.
A equipe especial descobriu que daqui,
os aliciadores transportam mulheres para outros hotéis.
Um deles é o hotel do General Charnwut,
onde ele já começou a vigiar.
Aqui estão.
Pois é.
É o cafetão com a garota.
-Olá. -É ela?
-É. -Custa 1500?
-Isso. -Pago agora?
Isso.
O agente consegue boa imagem do cafetão.
É o mesmo homem filmado pela equipe especial.
De volta ao quarto, ele consegue filmar a garota.
-De onde é? -Da Índia.
Você não é indiana!
Com o trabalho feito, ele diz que mudou de ideia.
Aqui está, mais um dinheiro.
Que bom, obrigada.
Ele dá um dinheiro extra e a manda ir embora.
Na base dos uzbeques,
a equipe identificou o homem responsável pelas entregas.
Um tailandês chamado de "M1".
Eles fazem outra descoberta.
Filmam a jovem uzbeque no comando da organização.
A equipe tem mais evidências para prender os uzbeques.
De volta à Bangkok,
a divisão anti-tráfico humano confirma,
este é o apartamento onde Anna está sendo mantida.
Pela primeira vez,
a operação poderá salvar mais de 12 uzbeques de uma vez.
No hotel, eles se preparam para atacar os uzbeques
e reunir evidências que podem ajudar a acabar com a rede.
O ataque está a caminho.
A divisão anti-tráfico segue para o esconderijo uzbeque.
Anna já está a salvo.
A polícia temia que ela fosse enviada à Malásia,
então um agente disfarçado a resgatou.
-Está escapando! -Atrás dela!
O ataque pega a rede de surpresa.
A polícia descobre 13 mulheres apertadas em um quarto.
Espero que nada de mal aconteça,
ela é muito jovem.
Os policiais entraram no quarto para a operação de resgate,
a divisão anti-tráfico analisará quem está aqui por tráfico.
Em meio a confusão, as mulheres decidem contar suas histórias.
Tenho um filho e marido.
Crianças. Posso fazer uma ligação?
A polícia se nega,
mas os traficantes conseguem controlá-las
ameaçando em uzbeque.
Entende o que vai dizer? Que trabalha por conta própria.
Quero falar com meu bebê,
ele é pequeno, ainda amamento.
Na delegacia, as mulheres ainda podem ficar juntas,
e a confusão continua.
-Cheguei aqui sozinha. -Disse que veio sozinha.
As mulheres mantêm a história,
muitas delas têm medo de admitirem o tráfico.
Quero saber quem é o chefe.
Quero saber se foi forçada a vir pra cá...
Não, não tenho um chefe.
Vim sozinha.
-O que faz no Hotel Grace? -O que faço?
Eu conto, sou uma empresária.
Mas a polícia confirma que elas são parte da rede.
Trabalho por conta própria, entende?
Trabalha em que?
Quem faz a prostituição? Somos prostitutas.
Eu sou prostituta, estou dizendo a verdade.
Vim pra isso, não vou mentir.
Por fim, depois de dez horas de interrogatório,
duas mulheres, "N", e "D",
admitem que são vítimas do tráfico.
Elas vão apontar quem é a chefe.
Elas concordam em revelar o nome do "chefão".
Elas identificam uma mulher com apelido de Shahlo,
a mesma que tentou fazer uma ligação a noite toda.
"N" e "D" não devem ser as únicas vítimas aqui.
Mas são as únicas que pedem ajuda.
Annie Dieselberg concorda em colocá-las em um abrigo
para protegê-las da rede de tráfico.
Não demora muito para a rede se vingar de "N" e "D".
Recebi uma ligação e as meninas podem estar em perigo,
há alguém atrás delas agora.
"N" e "D" são uma grande ameaça aos uzbeques.
Se prestarem depoimento, vão destruir a rede.
Ouvi dizer que um homem árabe
estava procurando por duas garotas uzbeques.
Suas vidas estão em perigo...
eles querem saber onde estão.
-Procuravam por duas garotas? -Isso mesmo.
Bom, se vê-lo de novo,
tente tirar uma foto ou descobrir seu nome?
Vou tentar.
Mas ele já deve estar esperto.
A força-tarefa está em perigo.
Duas testemunhas chave temem por suas vidas.
Se não prestarem depoimento, Shahlo será libertada.
Depois de quase seis meses de trabalho,
a Operação Graceland pode não dar certo.
Sem novas provas, Shahlo é libertada.
Ela é a "chefona".
Mas a força-tarefa consegue uma pista.
Alguém que eles conhecem aparece.
Seu codinome é "Mo At".
Ele é o homem que está atrás de "N" e "D".
Galster acha que ele é o marido de Shahlo,
e o chefe da rede.
Uma das figuras sombrias por trás dos uzbeques.
Daqui ande mais 300 metros.
A equipe tem procurado por "Mo At" há meses.
Agora estão prestes a rastreá-lo.
Ele volta ao Hotel Grace.
A equipe descobre que "Mo At" age na cafeteria do hotel.
Durante a ação,
o grupo nota que ele tem ligações com outros dois homens.
Para saber qual o papel deles,
a equipe os vigia intensamente.
Depois de semanas operando em Bangkok e Pattaya,
a equipe convoca reunião com Galster em um hotel vazio.
-Olá. -Oi.
Ele também não pode ver seus rostos.
Essas são as jovens.
-Garotas uzbeques? -Certo.
Galster descobre que a equipe sabe quem é o chefe em Pattaya,
e seu fornecedor na Ásia Central.
Ela recruta as mulheres,
da Rússia e outros lugares, para trabalhar em Pattaya.
E temos o...
Quem gerencia as garotas.
Ele também confere as gravações da vigilância em Bangkok.
Em Soi Nana...
-Aquele não é o Hotel Grace? -É.
E os homens ligados a "Mo At"
e a rede uzbeque.
De acordo com a vigilância, eles gerenciam as mulheres.
Esses dois, quem são?
São eles que tomam conta das garotas.
-Tomam conta? -Isso.
-Não são tailandeses? -Não.
Belas informações.
Sabemos quem é o chefe, quem comercializa,
quem cuida do dinheiro.
Muito impressionante.
Para a equipe especial, é algo muito pessoal.
De acordo com as investigações,
o grupo está traficando humanos ilegalmente.
São uns babacas, pioram a sociedade.
Se conseguirmos, a sociedade ficará mais limpa.
Bem mais limpa.
Em Bangkok, Shahlo volta ao tribunal.
"N" e "D" chegam pela primeira vez.
As duas estão sob pressão.
Sob ameaças dos traficantes uzbeques,
"N" e "D" repensam.
Foi um dia ruim para o caso contra Shahlo,
as meninas que testemunharam contra ela
mudaram suas histórias, mentiram.
Depois de meio ano de trabalho,
o caso contra Shahlo e a rede uzbeque está desmoronando.
E o estresse aumentando.
Galster acha que, ao invés de estar ajudando as mulheres,
está arriscando mais suas vidas.
Elas podem prender alguém por um tempo.
Mas qual o preço?
É difícil prender traficantes sem o testemunho das vítimas.
Temos que tentar.
Temos agentes implantados e eles não sabem,
não há vazamentos.
Por isso temos a equipe especial para derrubá-los.
A equipe especial já trabalha em uma nova pista.
Souberam que um membro da rede pode estar vulnerável.
E o treinamento para uma invasão começa.
O sucesso da operação Graceland depende deles.
Pega, pega. Por ali, pelo dois.
Limpo!
Em uma base secreta,
a equipe se prepara para o alto risco.
Mantenha para o alto.
Houve um avanço na operação Graceland.
De costas.
A equipe tem evidência para atacar um membro da rede.
Agora é a hora da decisão, os últimos momentos.
Estamos prontos para derrotar os traficantes por trás da rede,
os uzbeques.
A equipe especial planeja um ataque funcional.
SITUAÇÃO AÇÕES
O alvo é um dos principais comandantes da rede.
É o M7. É ele que estamos seguindo.
Ele é muito perigoso, a equipe não pode arriscar.
Vamos ter atiradores na retaguarda,
caso a operação não saia como o planejado.
Os atiradores ajudarão a unidade de resgate.
Vinte homens abordarão M7 em seu carro,
e utilizarão a ameaça de prisão para fazê-lo confessar.
Eles vão utilizá-lo para obter informações sobre os chefes.
É a tarefa mais difícil e longa, mas a mais importante.
Estamos indo,
a equipe recebeu uma ligação,
um dos membros da rede foi identificado e localizado.
Estamos em operação de busca e captura.
Galster precisa seguir um dos veículos da equipe
e esperar pelo sinal para participar.
Sim?
Sim.
Certo, pode deixar. Certo.
Disseram para irmos reto uns 500 a 700 metros,
depois virar à esquerda.
Quando virar, diminua.
Os atiradores estão lá.
Aqui.
Em breve, vamos começar.
Da estrada, ele vê dois veículos.
-Então, a equipe de invasão começa. -Vá.
Vá, vá! Vamos logo.
Capturaram o M7 e outro membro da rede.
Foi tudo como o planejado.
Já vão levá-lo, foi tudo muito rápido.
Eles conseguiram.
Primeiro carro, limpo!
A cada minuto, a equipe especial fica mais vulnerável.
Algemado.
O cara tá limpo! O carro também! Tudo limpo!
Acabam em minutos.
Os traficantes são presos e a operação termina.
Não demora para a equipe interrogar M7.
Esse cara foi preso.
A operação Graceland tem agora informações sobre o tráfico.
E uma oportunidade única de acabar com a rede.
É nossa responsabilidade
ajudar mulheres abusadas.
Quero ver esses bandidos na cadeia.
A operação Graceland ainda não acabou.
Precisamos expor e acabar com a rede.
Penso que o que fizemos foi começar
a acabar com a cadeia desse tipo de crime organizado.
Pode parecer que nada aconteceu.
Mas se continuarmos aos pontos, e é o que faremos,
vamos conseguir acabar com o tráfico.
Temos que continuar.
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