All language subtitles for Yellowneck ( 1955)

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Original subtitles

Esta � a hist�ria de cinco homens,

produto de uma longa e sangrenta guerra.

Cinco homens que deram as costas � confedera��o para fugir.

A Hist�ria tem um nome para quem foge no meio da batalha.

Desertor.

Mas para os oficiais e soldados nas linhas confederadas...

chamava se...

Onde est�o os outros?

N�o h� ningu�m mais.

Onde est�o seus homens, Coronel?

Seu batedor disse a verdade. Estou

sozinho.

N�o est� sozinho. veio atr�s de n�s.

At� o ultimo de n�s.

Vejamos, Sargento, que podemos lhe tirar.

calma, Johnny. Como � que nos encontrou?

Acho que isso � assunto meu.

Nestas circunst�ncias, Coronel, ou

quem quer que seja...

acho que tamb�m � assunto nosso.

Um oficial inteligente sempre se d� conta

das vantagens de uma retirada a tempo.

Estou aqui para encontrar a quem foi escrita esta carta.

Espero que algum de seus homens

saiba ler.

O que disse, Sargento? Para que

est� aqui?

'O sem�nole chamado Yellowcat!'

'O sem�nole chamado Yellowcat!'

Bem, n�o � engra�ado?

Sargento, suponho que h� uma raz�o para esta risada.

Aqui est�o seus motivos, Coronel.

O sem�nole chamado Yellowcat.

N�s somos obcecados com esta carta desde que chegamos.

N�o h� nenhum rumo ao oeste atrav�s

destas regi�es conhecidas como as Everglades.

At� um ponto marcado pelo mar.

Coloque seu distintivo, a bordo do

corredor bloqueio brit�nico...

HMS tem�vel para as ilhas de Cuba.

A salvo dos destro�os da guerra...

...entre a Confedera��o e os Estados Unidos da Am�rica.

Como n�s! � o mesmo que n�s

Ele � um coronel, fugindo das filas, como n�s!

Agora que j� riram, n�o vejo necessidade de que continue aqui.

Vou procurar o meu guia.

Vamos, procure. Mas n�o o encontrar�.

J� procuramos todos, Coronel.

N�o h� nenhum Yellowcat.

Seus pap�is valem t�o pouco como os meus.

Quatrocentas milhas.

Quatrocentas milhas, para isso!

Eu precisava deste neg�cio.

A passagem que paguei n�o inclu�a esc�ria desertora.

Se comprou de uma companhia, um contrabandista

ou um r�bula isso j� n�o importa, Coronel.

H� muitas classes de esc�ria.

Eu vou deixar voc�s, cavalheiros.

Eu prefiro ir s� at� o mar.

Espere, Coronel.

Voc� e suas maneiras arrogantes.

Acredita que � algu�m!

Seus pap�is est�o em ordem.

Como os nossos!

Bem, eu posso dizer. N�o acredito

em uma palavra!

Eu n�o gosto como cheira!

Mova um m�sculo, respire, e lhe abrirei

de cima abaixo.

Eu conhe�o os de sua classe.

Conhe�o suas cartas, e vi como correm.

Barganha miser�vel para a Confedera��o!

Um estrangeiro, hein?

Sim, ingl�s. Mercen�rio.

Luto onde quero.

E corre quando quer.

Covardes, todos voc�s!

Levando seus traseiros para longe da batalha.

Mantendo-se alimentados e despreocupados.

Bem, v� e corra. � melhor sem voc�.

� isso que eu digo.

Espere um minuto, Coronel.

Pense o que quiser de n�s, mas h� maior seguran�a no n�mero.

Ate onde acredita que pode chegar

nesta bagun�a?

N�o pode voltar atr�s.

Sargento, somos suficientes sem ele.

Deixe-o ir, Sargento.

Deixe ele morrer neste monturo.

Aqui est� seu guia, Coronel.

Os sem�noles o mataram.

Quem nos levar� at� o navio?

Como iremos at� Cuba e

esperaremos at� que esta guerra acabe?

Teremos que tentar sozinhos.

Vamos.

Ei! voc�s da frente esperem!

Olhem.

Abutres.

Acho que estamos loucos tentando atravessar

esta selva por nossa conta!

Ningu�m te obrigou a vir conosco.

Acha que ficaria para atr�s sozinho?

N�s n�o temos nenhuma chance! Eu sei!

Volte.

Que volte? Voltar para que os abutres comam meus ossos? Est� louco?

Ent�o fique e cale a boca!

Agora olhe aqui, Coronel.

O que faz voc� acreditar que � um pav�o, hein?

N�o � voc� melhor que o resto de n�s, nem sequer um pouco.

Se formos receber ordens, eu digo

o mesmo pode voltar e lutar nesta maldita guerra.

E se quis�ssemos isso, agora n�o estar�amos aqui, certo?

A meu ver, a minha posi��o � igual ou t�o boa quanto a sua.

E o mesmo para o resto de n�s.

N�o � assim?

Bem, n�o � assim?

� um desertor como n�s!

Querendo nos dar ordens? Eu digo que n�o.

Eu digo que sim.

Voc� diz o que?

Eu digo que sim. Precisamos de um

chefe...

N�o podemos vagar por estas selvas e

esperar sair vivos se n�o nos organizarmos.

precisamos de um l�der para isso.

Ser� capaz?

- No que for preciso, eu sou. - � voc� nosso chefe!

O que voc� disse, Plunkett? N�o � o sargento nosso chefe?

Temos que ter um, n�o �.

Cockney tem raz�o. Voc� � nosso

chefe, Sargento.

O que � que eu disse? E voc�, garoto?

O que disse que o sargento deve nos

guiar?

Certo! N�o seguirei ningu�m exceto

o sargento.

Agora, o que voc� acha?

Loucos! Cabe�as de chorlito!

Querem viver? Suando e tremendo com o simples agitar de uma folha!

S�o muito grandes para ter um chefe?

Bem, me deixem diz�-lo. E lhes colocar isto em

seus c�rebros de esponja...

ir�o ter um chefe.

E o coronel ser� nosso chefe e v�o seguir ele, porque eu o digo.

Porque quero sobreviver a este desastre!

E para termos uma chance.

Isso � tudo!

J� est� feito, Coronel. Voc� � o chefe.

S� um minuto, Sargento Todd.

Admiro seu manejo dos homens.

N�o tive a sorte de ter a um sargento como voc� sob meu comando.

Voc� esqueceu um pequeno detalhe.

Eu n�o quero ser o chefe.

Voc� n�o quer mandar?

Acho que falei claramente.

Direi de outra forma. Se quisesse mandar,

estaria lutando na guerra.

Se quisesse mandar, n�o ia querer miser�veis,

covardes, piolhentos como estes sob meu comando.

Oh, v� e dirija os homens, Sargento Todd.

Eu irei por minha conta.

Prefiro assim.

Ficaremos aqui por esta noite.

Olhando suas fotos de novo, hein?

Sim. Quer ver algumas?

N�o, j� vi o suficiente.

N�o � que eu n�o goste das mulheres tanto como voc�

mas ver fotos s� de mulheres satisfaz-me at� certo ponto.

Estas fotos s�o francesas.

Est� louco.

Ei me deixe estar!

Fique com suas fotos de tias? S�o as �nicas que vai ter.

Quer saber o que voc� vai ter de mim?

Esta bem, n�o h� raz�o para ficar assim.

N�o vim para te falar de suas fotos.

Est� bem.

Sobre o coronel...

Sim?

Notou algo especial sobre ele,

companheiro?

Tudo o que sei � que eu gostaria de tirar seu cora��o

e jogar na sua cara!

Seu h�lito cheirava a u�sque.

Pode apostar que � um b�bado.

Est� louco!

Te digo que � um b�bado!

Provavelmente � o coronel mais b�bado de

Murphysborough.

Para mim, um b�bado n�o � um bom chefe.

Ladr�o, saqueador, inclusive assassino...

Nada � pior que ser um b�bado quando � um l�der.

N�o � assim, Plunkett?

N�o � assim, Plunkett?

Pestilento rato pestilento!

Me diga o que est� procurando em

meu cintur�o!

Vai me dizer isso porque sabe que te cortarei

a garganta se n�o o fizer.

Vamos, fale!

Eu sei o que procurava, mas quero te ouvir dizer!

Diga!

Amaldi�oarei voc�.

Agora escute. N�o passei por tudo isso para

roubar esse ouro do ex�rcito confederado...

...ser a�oitado por toda Virginia, e

acossado todo o trajeto at� a Florida...

...para que me roube isso na minha

frente.

A pr�xima vez que te veja tentar um

de seus truques...

N�o precisara de nenhum ouro quando acabar contigo.

Agora, v�!

V�, vamos!

Ei, Plunkett!

Sou eu, Cockney.

Ainda n�o sa�mos desta, Plunkett.

A partir de agora, � melhor ter os olhos

bem abertos o tempo todo.

Em todos os momentos.

Porque n�o saber� que dire��o chego na pr�xima vez.

Agora, escute isso.

N�o te segui at� aqui para me render t�o facilmente.

Preste aten��o a meu conselho, Plunk.

Vigie seu ouro.

Ou eu ficarei com ele antes que tenha uma oportunidade de gast�-lo!

Tente ficar com este ouro.

E obter� isso!

N�o vejo sinais de chuva, nem carne fresca.

E ainda veremos menos com todo o barulho que estamos fazendo

atrav�s do p�ntano.

Mas vi sinais de que podemos ter uma boa ca�a.

E sabe como ca��-los sem atirar?

Eu aposto que poderia conseguir uma boa pe�a Sargento.

N�o provou uma carne em toda Ge�rgia como a que eu preparo.

Deixe o rapaz tentar sargento.

Se houver seminoles perto sabem que estamos aqui.

Assim um tiro n�o far� muita diferen�a.

Se houver seminoles perto, porque n�o nos atacaram?

Para que tentar nos matar quando toda criatura vivente

a nosso redor pode fazer por eles.

S� t�m que esperar e ver como fazem.

E est�o nos observando.

Observando cada passo que damos.

Cinco bravos soldados

lutando contra um peda�o de terra.

Deve ser para eles um bom entretenimento.

Est� b�bado.

Cuidado com o que diz soldado!

Minhas desculpas Coronel.

O Coronel b�bado do Murphy's Burrow"

Isso foi toda uma carga, n�o � assim Coronel?

E se bem me lembro, n�o havia uma certa confus�o

quanto � dire��o da carga?

A menos que o soldado raso saiba algo sobre t�ticas militares

sugiro que mantenha sua pestilenta boca fechada.

O suficiente para saber quando um soldado deve

de avan�ar em vez de retroceder

e n�o ser ferido.

H� outras maneiras de acabar com uma bala.

Parece que o garoto conseguiu algo.

O melhor � continuar.

Gosta dessa can��o, Sargento?

Sim, claro.

Todos sab�amos quando deixamos a Ge�rgia.

Quando sa�mos, todos cantavam.

Quantos havia em seu grupo?

Oh, uns cem, eu acho.

Cem rapazes sangrando sangue da Ge�rgia

na Virginia.

O que?

Nada.

Lembrava quando morreram.

�ramos um bom grupo.

Jackson diz que t�o bom como qualquer um.

Eu, estava a maior parte do tempo

de sentinela.

Mas ouvi falar de como eram valentes.

N�o h� muito tempo para ser valente entre

o disparo e o tempo que demora para te alcan�ar.

Eram valentes, sei que eram!

De acordo, foram valentes.

Carregaram e quebraram mais de um nariz yankee

antes de que estourassem suas cabe�as.

Ser valentes n�o lhes manteve vivos, certo?

Adoece-me ouvir falar de valentes.

Cansado de ouvir como morreram.

Cansado de ouvi-los gritar e v�-los cair.

Pode ser que tamb�m doente de matar.

Por isso desertou, certo?

Vamos dormir um pouco.

Sargento, �s vezes o que diz n�o

tem sentido!

Quero dizer que ouvi contarem como

foi valente e...

Bem, � por isso que eu o segui, mas...

Ah, eu acho que se isso faz sentido.

Mas esta tudo muito confuso!

Basta! N�o podem ver que est� morto

de medo?

Voc� poderia t�-lo matado.

Alguns nunca ir�o substituir essas coisas.

Agora deixe ele sozinho.

Obrigado.

Obrigado, governador.

Olhem.

Seminoles.

Vamos sair daqui.

Sargento, n�o vamos enterrar eles?

Estes homens morreram recentemente.

Isso significa que os sem�noles n�o podem

estar muito longe.

Tem raz�o, Sargento. Estes homens merecem um enterro.

Acho que devemos sair daqui.

Eu tamb�m. Vamos.

N�o h� nenhum regulamento militar que diga que devemos lhes enterrar.

Mas h� um c�digo.

Um c�digo de dec�ncia comum.

Especialmente entre soldados

companheiros.

Ent�o quem nos enterrar�?

Al�m disso, j� n�o somos soldados.

Somos desertores, e tamb�m eles. Cada homem

por si, nestas circunst�ncias.

Acho que � assim como deve ser, Coronel.

Correr por suas vidas.

Ficarei e farei o que � decente.

Bem, rapaz, vamos. Em frente.

Sargento! Sargento!

N�o � correto o que estamos fazendo. N�o me

sinto bem com isso.

Ent�o volte com o coronel e conseguir�

uma faca em suas costas.

Quero enfrentar algo pior que uma faca.

E Plunkett, re�na os outros.

Melissa!

Melissa!

Melissa!

Est� delirando outra vez.

Deixem ele.

A febre est� piorando.

Vamos deixar ele para atr�s. Atrasar-nos-� e

morrer� um pouco mais adiante.

Enquanto possa caminhar, vir� conosco.

Corre��o, Sargento. Ele vai com voc�.

Eu n�o quero saber nada de ningu�m que j� est� quase morto.

Uivando como um animal.

Estou apavorado!

Vai morrer.

Eu sei.

Uma vez que a febre se mete no seu sangue, n�o

demora muito que te mate.

Nunca chegar� a Cuba.

�s vezes me pergunto...

...quem conseguir� chegar at� o mar.

Eu.

Eu chegarei �s ilhas.

E come�arei uma nova vida la.

Com todas essas garotas espanholas.

Garoto!

Ser� algo grande.

Reconhe�o que com o que tenho, viverei

muito bem por muito tempo.

Isso � o que est� esperando, Plunkett?

Vai gastar isso sozinho.

Que pena.

Ainda n�o estamos la, n�o �?

N�o ainda.

Ainda temos muito, voc� e eu? N�o � assim.

Escute. Ouviu?

N�o ouvi nada.

Est� no vento.

Ouviu?

O que �, Sargento? O que faz esse som?

Est�o nos atacando, rapazes! Atacam-nos!

Todo este inferno verde esta sobre nos!

Esta ouvindo? Cada �rvore! Cada n�, raiz

e ramo!

Se escondam!

N�o corram!

Vamos ficar aqui! � melhor que ir

em frente!

Vamos!

Voltem!

N�o deixem dominar voc�s!

Rapaz! Rapaz!

Sargento! Sargento!

Ah! Aqui est�!

Morto como um prego.

Um velho e gordo porco!

Roubaram sua velha alma.

� uma verdadeira l�stima.

Deus tenha piedade de seu gordo e

velho cora��o.

Oh, recordar-te, farei-o..., farei-o...

com todas essas damas espanholas.

N�o est� morto!

N�o,n�o estou morto!

Mas parecia que tinha morrido.

Foi sua �ltima chance. � a minha vez!

Sem�noles.

Podem ser sem�noles.

Pode ser que sejam desertores como n�s.

Eu vou descobrir.

Fiquem aqui. Vou explorar.

Eu gostaria de saber onde est�.

Faz muito tempo que se foi.

Se me perguntar, acho que os sem�noles

pegaram ele.

E quando voc� esta pagando, n�o h� motivo

para esperar.

Olhe la. Essa fuma�a entre n�s e onde estamos indo.

Talvez a gente possa seguir seu curso por um momento.

Vamos pelo caminho certo.

Deixe que ele fique.

� uma boa tumba para ele.

Adeus, sua Excel�ncia.

Parece deserto.

� um desses velhos truques �ndios.

T�m algu�m ai sargento. Eu sei!

Se tiver, est� tudo muito silencioso.

Digo que j� acabaram com ele. J� n�o podemos fazer nada. Vamos.

N�o! Vamos ficar.

Se pegaram o Todd, quanto antes come�armos a

nos mover, melhor ser�o nossas chances.

- Eu n�o vou. Eu vou ficar! - Ent�o fique!

Se esse � o inimigo, por isso

ficamos aqui?

Roscoe!

Ataquem contudo!

Disparem o canh�o!

Em frente!

Morram!

Voc� est� ouvindo?

N�o cumpriram minhas ordens!

fracassaram!

Nos tome pelo que parecemos!

Renda-se ao que n�o seremos nunca!

Se abaixem!

Se abaixem, idiotas!

Cubra-o! Cubra-o!

Aqui estamos, lutando em outra guerra.

Cuidado, Sargento! Cuidado!

Maldito...

Acho que podemos ganhar.

N�o parece haver mais le�es por perto.

Bem, devemos ir.

Voltar�o quando escurecer.

N�o vai morrer. Ainda est� vivo.

Eu n�o posso. Tirem ele daqui, Plunkett.

Ah, j� est� quase morto!

Disse que tirem ele daqui.

Rogo a Deus que n�o o vejam.

Estar� morto se o fizerem.

J� estamos mortos sem lutar, Sargento.

Morreremos todos de febres nestes

p�ntanos.

Mova o coronel um pouco mais para perto.

J� est� bastante perto.

Tentado respirar um homem morto.

Esta n�o � a forma como ele queria morrer.

N�o sei porque estamos carregando um cad�ver,

de qualquer maneira.

N�o vale muito.

Tem raz�o.

Acho que espera uma medalha ou duas.

Uns poucos d�lares verdes, uns dez.

E um bom rel�gio de ouro.

Muito bonito, n�o �, companheiros?

Maldito ladr�o.

Rouba inclusive aos mortos.

Ainda n�o est� morto. De resto, n�o acredito

que o Coronel me negue o rel�gio, como lembran�a.

Agora?

Deixou o ouro de seus dentes?

Esse � um coment�rio desagrad�vel,

Sargento.

Desnecess�rio, tamb�m.

Tem um bonito conjunto de dentes naturais.

Odeio v�-lo morrer.

Nada aqui � normal.

� o mesmo, garoto.

Cair a um atoleiro, que te

arrebente o rancor...

ou morrer e apodrecer-se em uma selva pestilenta.

N�o h� diferen�a.

Escutem, por favor.

Eu me pergunto o que est� pensando.

Eu me pergunto se sabe que est� morrendo.

Pensamentos profundos para voc�, Plunkett.

Essas quest�es me preocupam, eu reconhe�o.

Ele e suas maneiras de oficial de

sangue azul!

Eu me pergunto se seus pensamentos

se parecem com os meus.

N�o est� morrendo nos imundos bra�os de uma jovem,

como voc�.

Motivo para ter mais pena dele.

Motivo para ter mais pena.

Nunca tinha visto um coronel morrer.

N�o parece muito dif�cil, n�o �?

� como se fosse um de n�s.

N�o � f�cil, rapaz.

Luta por sobreviver, como todos far�amos.

Luta por cada respira��o.

Luta contra o frio em suas veias.

Odeia morrer, como todos.

Certo, cavalheiros. T�m raz�o.

N�o queria interromper voc�s,

cavalheiros. Por favor.

As vozes dos mortos!

Se n�o for incomodo, poderia me

matar a sede.

- Sargento? - Sim.

Eu lhe agradeceria se trouxesse uma

garrafa?

De minha mochila.

Ouviu-me, sargento?

Estou aqui, senhor!

Aqui.

Ao diabo com voc�, sargento! Onde � o fogo?

O que est� queimando?

Meu u�sque, maldito seja!

Estou ferido, certo?

Sim.

Onde foi? Uma bala? "Shrapnel?

Onde foi?

Nas costas.

Nas costas.

Um oficial, sargento, n�o deve ser

ferido nas costas.

Um oficial n�o...

Onde est� o armeiro, doutor?

Ordem! Traga esse pestilento

cirurgi�o, maldita seja!

Qual foi o resultado? Fugiram?

� muito satisfat�rio, cavalheiros, ver

os yankees executados.

Houve prisioneiros?

O que?... nenhum, Coronel.

Matamos todos esses narizes azuis, hein?

Nem um s� prisioneiro!

Voltem ao trabalho, cavalheiros, vamos.

Fomos valentes, n�o � verdade?

S� precisa um do sul para bater dez yankees, hein, sargento?

Fa�a um relat�rio a meu ajudante.

Diga voc� ouviu?

Sim, senhor. Farei um relat�rio.

Coronel, quer deitar-se?

Sargento... Sargento.

Sargento, como se chama este

maldito lugar?

Como se chamam essas fortifica��es?

- Bem? - � Murphrysborough, Coronel.

Murphrysborough!

N�o �!

Aqui, aqui, Sargento. N�o �!

Cavalheiros do Estado Maior, houve

um engano.

Ordenaram me retirar! Foi uma ordem, ouviu?

Eu n�o corri, cavalheiros, n�o fugi!

Tirei os homens dali. Tirei-os

dali, eu digo.

Tinha que faz�-lo! Estavam nos

fazendo picadinho!

Estavam usando canh�es e metralhadora!

Calibre doze!

Era um a�ougue, cavalheiros.

Um a�ougue!

� uma verdadeira honra, senhor.

Em nome de meus valentes rapazes, cavalheiros do Sul...

...eu aceito.

Sabe que ser� duro, General.

As escaramu�as nas que estive at� agora...

...n�o foram importantes.

Esta � minha primeira companhia.

Eu estive esperando por isso.

Vou levar na camada Marino.

Um mont�o de bons homens vieram de

la, General.

Homens orgulhosos.

� uma verdadeira honra, General L�.

Obrigado, senhor.

Bom, acaba de ver morrer um

coronel, rapaz.

Agora, vamos. Os Sem�noles devem estar nos procurando.

Devemos chegar at� o mar r�pido.

A partir daqui, � cada homem por si mesmo.

N�o arriscarei meu pesco�o nem uma

vez mais.

O rio! O rio!

Sargento! Sargento!

� salgada! Eu provei!

� salgada!

- Pode ser que nos leve at� o mar! - Sargento! Sargento!

Talvez dev�ssemos descansar. atravessamos

um lugar muito desagrad�vel e duro.

Claro, um descanso. Fa�am todos um descanso se quiserem.

Fa�am o que quiserem. Eu continuo.

Sargento!

Olhe, Sargento, o rio se alarga!

Pode ser que nos leve at� o mar!

Sim, parece.

Acreditarei quando o vir.

Acha que isso � o oceano?

O que te aconteceu? J� n�o � capaz de ler uma b�ssola?

O que tenta fazer, nos guiar ao redor pela ponta de seu nariz?

N�o. Pelo sol, quando o vir.

Eu n�o tenho uma b�ssola. Perdi.

Tenta nos guiar atrav�s desta selva sem uma b�ssola?

Maldito est�pido, deveria...

Cascav�is.

Um ninho delas.

Vamos.

Vamos!

Vamos!

Por favor, Sargento, por favor.

Talvez seja o caminho de volta para as cobras.

Talvez � pelo que havemos estado passando tudo isto.

Pode ser esta sinistra, amea�adora selva ao redor nosso...

Mas n�o suporto mais!

Sargento! N�o, Sargento! n�o sei o que h� a�,

mas tenho medo.

Tenho tanto medo que acho que

ficarei louco!

Se pensa me pedir que cuide de voc�, n�o fa�a isso.

- Fique aqui, com seu medo. - N�o, n�o, Sargento!

S� me deixe seguir voc�, nada mais!

S� me deixe seguir voc�! Isso � tudo o que pe�o!

- Atravessaremos. - Sargento!

Olhem esses crocodilos.

Nadem devagar.

Sem barulho.

Comecem a nadar.

Sargento, Sargento! foi fant�stico

cruzar o rio!

Rapaz, sabe como atravessar esta selva.

N�o ter�amos conseguido sem voc�!

N�o, n�o. Quero que saiba que devo-te minha vida.

Nunca teria conseguido sozinho.

Foi voc�, Sargento. foi voc�.

Por favor. N�o me deixe sozinho.

Por favor, Sargento, por favor!

Se voltarem atr�s, ir�o por sua conta!

N�o, n�o. Me agarrar�o, Sargento. H� um mont�o de coisas

horr�veis, arrastando-se, matando ao nosso redor!

Eles est�o com medo, mas sabem que estou assustado

e me pegar�o, Sargento!

Olhe, Sargento, tenho um segredo.

N�o quero que ningu�m saiba, exceto voc�.

Tenho ouro, um mont�o de ouro.

Roubei do ex�rcito.

Voc� ser� rico, Sargento. Ser� muito rico!

N�o quero seu ouro.

Voc� ser� rico, Sargento. Sim, senhor!

N�o quero nada disso. � todo seu!

Sim, senhor, todo seu!

S� me deixe viver, � tudo o que pe�o.

S� me ajude. E olhe...

As fotos de minha noiva. As aut�nticas e genu�nas,

fotos de minha noiva francesa.

Olhe este ouro, Sargento! Olhe, �

todo seu!

Pedras!

Pedras!

Onde est� meu ouro?

Onde est� meu ouro?

Cockney!

Cockney! Cockney tem o ouro!

Eu... Eu n�o posso...

Sargento, voc� nunca se cansa de correr?

Sim, estou cansado.

Estou t�o cansado de correr, que

estou doente!

Doente do est�mago!

N�o sabe, chor�o.

N�o faz o suficiente para fugir.

N�o deveria ter me seguido, rapaz.

N�o deveria ter come�ado a correr.

Comecei a correr desde que soube

como faz�-lo.

Correr. Sempre que algo que eu n�o

gostava.

E acredito que n�o h� muito que eu goste

neste mundo!

Tenho estado correndo ha tanto tempo que

n�o sei como parar.

N�o � bom quando p�ra e se pergunta porqu� estava correndo.

Sempre te apanham.

Nunca pode correr e escapar de voc� mesmo.

N�o fuja de nada, rapaz.

N�o te far� nenhum bem.

Cansa-te tanto, que quer morrer.

Ei, rapaz!

Areias movedi�as, pra tr�s! Pra tr�s!

Vamos, me alcance algo!

Vamos l�.

Vamos, rapaz, me d� um galho ou algo!

Tire-me daqui.

V� em frente, me tire!

Fora daqui!

Sargento! Sargento!

Oh, Sargento.

N�o!

Porqu� tenta nos matar?

- Cada coisa, cada ser vivo aqui.. - N�o, n�o!

Me agarrar�o, Sargento! Todas essas horr�veis, rastejantes,

coisas assassinas ao nosso redor, Me agarrar�o!

...ou apodrecer-se nesta pestilenta selva. N�o h�

nenhuma diferen�a.

Oh, n�o!

...at� que comecei a correr...

N�o pode fugir de si mesmo.

N�o fuja por nada, rapaz.

� t�o f�cil que voc� n�o pode parar.

Acaba t�o cansado, que s� quer morrer.

Tradu��o Elton Agosto 2010

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