All language subtitles for Shark - 1x14 - Starlet Fever.DVDRip.GoTV.pt

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Original subtitles

- Anteriormente em Shark: - Est�s a�.

- Esta � a Sarah. - Ol�.

- Que bom. - � muito bom.

Estou?

Que horas s�o?

Espera, onde est�s?

Certo, acalma-te. Vou j� para a�.

Stark, vamos.

Obrigado, Debbie. Fico a dever-te uma.

Podes lev�-la, mas n�o posso fazer desaparecer a acusa��o.

Est�s bem?

� excep��o da pior dor de cabe�a do mundo, sim.

- Obrigado por teres vindo. - O teu pai?

Tive medo de lhe ligar.

- Vai matar-me. - N�o o podes censurar.

- J� sei, fiz asneira. - Sim, fizeste.

Tens sorte, tenho aqui amigos. Foste libertada sem cau��o.

- E o meu carro? - Foi confiscado.

- Vais ter de pagar dois mil d�lares. - Raios.

Acredita, Julie, o dinheiro � o de menos.

E n�o � algo que possas esconder do teu pai.

Eu sei. S� preciso de encontrar o momento certo para lhe contar.

Sim, boa sorte com isso.

O normal seria estar a sair do hotel.

Estou contente por te ver.

N�o posso dizer o mesmo. S�o quatro e meia da manh�.

Eu sei. Desculpa.

Isto j� � um clich�. Foi uma festa e peras.

- Obrigado pelo convite. - Tenho um problema.

Meu Deus.

Heather Spaulding. � estagi�ria na firma.

Mas ela... Acho que sofreu uma overdose.

Conhecia-la? Pessoalmente?

N�o and�vamos juntos.

Est�vamos a festejar a fus�o com a Tessler e Brock.

Ia a caminho de casa, mas esqueci-me do casaco.

Encontrei-a assim.

- O que vais fazer? - Vou chamar a pol�cia.

N�o, o esc�ndalo arru�na-nos. Dirijo uma empresa.

Tenho de gerir o dinheiro das estrelas de Hollywood.

E n�o dar festas loucas onde morrem jovens.

Sebastian, est� em jogo tudo aquilo porque trabalhei.

Conhecemo-nos h� muito.

- Sou padrinho da Julie. - E eu sou um procurador.

Enquanto estiver aqui sem comunicar este crime

tamb�m estou a cometer um.

Juraste que se precisasse de algo, me ajudarias.

- Chris. - Preciso de ti agora.

Pela vida da Julie. Lembras-te?

Vai pelas escadas.

Evita as c�maras e as pessoas.

Tapa a cara.

Vai para casa. N�o mudes a rotina.

- E nunca vieste buscar o casaco. - Est� bem.

- E ela? - A empregada vai encontrar o corpo.

Precisas de um advogado, precisas de um �libi.

Sebastian, lamento envolver-te nisto.

- S� confio em ti. - Chris, nunca estive aqui.

Preciso dum adiantamento no meu cart�o de cr�dito.

Tenho 16 anos. Sim. N�o, eu compreendo.

- Muito obrigada. Adeus. - Quem era?

A empresa de telem�veis. Preciso de mais minutos.

� humanamente imposs�vel falar mais do que tu falas ao telefone.

Sa�ste ontem � noite.

- Est� tudo bem? - Espero que sim.

Pap�, emprestas-me o jipe? Deixei o carro na Megan.

N�o vais dar cabo da camada de ozono?

Eu arrisco.

Montanhistas ligaram h� uma hora. Parece abandono de cad�ver.

O carro parou aqui e atiraram o corpo fal�sia abaixo.

- Sabe-se quem �? - Ainda n�o.

Mas aparentemente, o av� dela chama-se Banyati.

- Arthur Banyati? - Sim.

� um grande mafioso de leste.

Come�ou em Jersey e acabou aqui.

- Vai querer vingan�a? - N�o, acalmou h� dez anos.

� o que d� cinco balas na cabe�a.

� estranho um Banyati n�o ter atra�do os abutres.

Mas ela n�o tem Banyati no nome.

Tem o apelido da m�e, Spaulding.

Heather Spaulding.

Deixa-me ver.

Bom dia, Hotel La Marsien.

Queria atrasar o check-out da suite, por favor.

- N�o quero ser incomodado. - Com certeza.

- Obrigado. Ol�. - Que se passa?

- Preciso de um favor. - Fala.

Preciso que fiques invis�vel e arranjes algu�m de confian�a.

Faz a an�lise forense da suite do La Marsien.

Sabes alguma coisa?

Desejava n�o saber.

Porque nunca tivemos nada, Fran?

Casei com o teu melhor amigo, lembras-te?

Seria embara�oso. Mas estou divorciado.

E eu sei bem porqu�.

- Ol�. - O que nos trouxeste?

Estou tramado. Imaginava-vos na escola.

� dia de viagem. Nunca vamos � escola nesse dia.

- Dia de viagem? - A It�lia. Queres vir?

- Podem dar-nos um minuto? - Ol�.

Vemo-nos na Piazza Novano. Ciao.

- Meninos, vamos l� para fora. - Viagem?

� bom ver-te. Est� em todos os notici�rios.

E decides ir visitar a Tosc�nia?

Sigo o teu conselho. Mantenho a rotina.

- Planeei esta viagem h� meses. - Cancela-a.

Est� bem. Se achas melhor.

- Quem mexeu no corpo? - N�o sei.

Quem a matou, deve ter voltado l�.

Isto � a s�rio, Chris. Tens de ser sincero.

Juro pela vida dos meus filhos que nunca lhe toquei.

- N�o acreditas? - Claro que sim.

Mas �s suspeito de homic�dio.

E eu sou teu c�mplice.

Se nos descuidarmos,

partilharemos uma cela nos pr�ximos 30 anos.

Vou � pol�cia. Conto-lhes o que sei.

- N�o falo no teu nome. - N�o.

Com sorte, apanha-se o culpado e ficamos � margem.

Ouve.

Obrigado, p�.

Ainda n�o agrade�as.

O que temos?

Heather Spaulding ou Banyati,

25 anos, UCLA, estagi�ria na Kilpatrick-Chambers.

Gerem o dinheiro das estrelas.

Vista pela �ltima vez � uma da manh� numa festa no Le Marsien.

O corpo foi encontrado cerca das sete da manh� numa ravina em LA.

E a aut�psia?

Hora da morte entre as tr�s e as tr�s e meia.

Havia s�men, ecstasy e quetamina em dose de cavalo.

Isso indica viola��o. Causa da morte?

Asfixia por overdose ou sufoca��o.

- Danos similares. - Efeito igual.

- Falamos com as testemunhas? - A pol�cia faz isso.

Foca-te no s�men e na quetamina. At� no dinheiro, s�o do mesmo tipo.

Ele � o assassino.

Mr. Stafford, era o supervisor

da Heather Spaulding?

N�o cheguei a conhec�-la. Parecia inteligente, esfor�ada.

Sabe alguma coisa da sua vida pessoal?

Acho que n�o tinha namorado fixo.

- Foi o que deu a entender na festa. - O que quer dizer?

Estava muito �ntima dum cliente.

Temos regras contra esses comportamentos,

mas o B n�o aceita um n�o como resposta.

O B tem apelido?

Mas n�o fui eu que lho disse.

Penso que h� algo na �gua

- Ben Melvin? - Estou a meio de uma sess�o.

Viemos do MP. Para falar de Heather Spaulding.

- J� falei com a pol�cia. - � s� um segundo.

Se n�o tiver de ir � esquadra.

Mal conhecia a rapariga.

Andavam juntos?

Juntos? Conhecemo-nos numa festa. Gostou da m�sica.

Sabem como �.

Pode dar-nos uma amostra de ADN?

Falem com o meu advogado.

- N�o faz mal. - J� a tenho.

- N�o podem fazer isso. - O juiz n�o se vai importar.

Ainda mais, se for corresponder ao s�men encontrado.

Est� bem.

Eu e a Heather sa�mos duas vezes.

Sim, fomos para cama.

- Mas n�o lhe fiz mal. - E � Rebecca Knight?

Jill Stampler? Carrie Hall?

Todas apresentaram queixa por ser um bocado bruto.

A s�rio? Essas queixas foram arquivadas.

Elas n�o lhe podem dizer n�o, n�o �, Ben?

E da� injectou a Heather com quetamina.

- N�o falo mais. - Isso � o que vamos ver.

Vamos embora.

O Ryan viu o Melvin e a Heather

na festa � uma e quarenta e cinco, logo, foi o �ltimo a v�-la com vida.

O Melvin tem um hist�rico de viol�ncia contra mulheres.

Exacto. Enche-a de Special K, viola-a, ela sofre uma overdose.

� o ideal para a People Magazine. Mas sem mais provas...

Podem alegar que ela se drogou para melhorar o sexo.

Isto pode ajudar. Verifiquei as queixas de ass�dio sexual

contra o nosso rapaz por onde passou.

Uma jovem de San Jose diz que ele lhe deu um roofie

- e que a violou. - Bingo.

A mesma t�ctica e temos mandato para revistar a casa.

- J� tenho resultados. - E?

Nada invulgar. Cabelos, impress�es dissonantes.

Temos algo.

�, sem d�vida, quetamina.

- Queres que veja as impress�es? - N�o.

J� temos o nosso homem.

Obrigada pela ajuda, Megan.

N�o h� problema. Assim faltei a c�lculo.

T�o cedo n�o devemos estar juntas,

quando o meu pai souber que fui presa castiga-me at� � faculdade.

- N�o lhe contes. - Vou a tribunal, Megan.

O meu pai conhece todos os advogados e ju�zes de L.A.

- Qual de voc�s � Sebastian Stark? - � o meu pai.

- S� entrego o carro ao dono. - Mas o carro � meu.

- N�o segundo o estado da Calif�rnia. - Tem aqui o cheque...

- S� quero o carro de volta. - Lamento, regras s�o regras.

Senhor?

Precisamos mesmo do carro.

Por isso, e se ficasse com estes duzentos e n�s com as chaves?

Fa�a de conta que foi o pai dela que aqui esteve.

Lamento, mas n�o pode ser.

Chuck,

acho que pode.

Conduza com cuidado.

- Tens de me deixar pagar-te. - Esquece.

A minha m�e tem montes de dinheiro na mesa-de-cabeceira.

- Roubas dinheiro � tua m�e? - Como se ela n�o soubesse.

A nossa rela��o baseia-se na nega��o.

Se n�o souber o que fa�o, n�o tem de lidar com isso.

Devias experimentar.

Dr. Alvarez, compare o grau de quetamina na casa do r�u

com aquele presente no sangue da Heather.

A composi��o qu�mica � igual.

- S�o do mesmo lote. - Obrigado, doutor.

Disse que a quetamina pode n�o ter matado Miss Spaulding.

A overdose de quetamina � similar � asfixia.

Com outra causa que n�o a quetamina?

- Sim, mas n�o h�... - Pedimos dispensa imediata.

Com que base? O r�u sufocou-a ou envenenou-a. Est� morta.

O mandato baseou-se na morte por quetamina.

- Se a v�tima foi sufocada, h�... - Boa tentativa. Indeferido.

- Chamo uma testemunha. - � uma audi�ncia preliminar.

- Darei cabo delas em tribunal. - Est� a abusar, Mr. Hairston.

Ela tem informa��es relevantes para esta audi�ncia.

Levante-se, por favor.

- Diga o seu nome. - Chamo-me Britney Forrest.

- Merit�ssimo... - A objec��o foi anotada, Mr. Stark.

Tem algo pertinente para dizer?

Dan�o no Clube Foreplay.

Nessa manh�, o Ben estava comigo.

- Tem provas disto? - Sim, cerca de 1200 d�lares.

Em notas de um d�lar.

Estive com ele das tr�s �s seis da manh�.

Merit�ssimo, a Britney vale cada centavo,

mas a sua credibilidade tem de ser avaliada por um j�ri.

Concordo. Vai a julgamento.

A sess�o est� encerrada.

O Hairston pensou mesmo que arrumava isto agora?

Valeu a pena tentar. O Melvin tem concertos.

A discogr�fica precisa dele livre.

Felizmente para n�s, o Hairston exp�s a estrat�gia.

O Ben noutro lugar � hora do homic�dio.

Eis a tua frase de sonho. "Vou mandar-te para um bar de strip."

E tu tamb�m.

- H� que admirar a forma f�sica. - Por favor.

A Madeleine nunca viria aqui.

- Nunca mais sa�a daqui. - Diz-me l�.

Como podem ter uma rela��o e trabalhar juntos?

F�cil. N�o temos rela��o. S� existe sexo.

- Sim, juro. - Britney.

- N�o posso falar. - Conhece a pena por perj�rio?

Conhe�o o sistema legal.

Fez um dep�sito de cinco mil d�lares na sua conta esta manh�.

Ou est�o a suborn�-la ou teve uma boa noite.

Esta na hora de repensar o seu testemunho.

Sabe uma coisa? Tenho uma mesa � espera.

Aposto que sim.

- Tem recibo? - Sim, est� aqui.

Se h� coisa que detesto, � uma stripper teimosa.

- O recibo marca a hora? - Sim.

Sim.

O recibo prova que o Melvin estacionou o carro �s quatro e doze.

Uma hora depois do que Britney disse. E saiu �s cinco e quarenta e sete.

O porteiro diz que chegou a casa �s seis da manh�.

N�o pode ter tratado do corpo depois de sair do clube.

Mas teve tempo suficiente

para o fazer, entre as tr�s e as quatro, antes de ir para o clube.

N�o t�m de qu�.

- O que se passa aqui? - N�o posso dizer.

Est�s em sarilhos?

- Preciso que vejas uma coisa. - S� quando tiver respostas.

- Est�s envolvido na morte da Heather? - N�o.

- N�o? - N�o.

Ent�o, como � que encontrei as tuas impress�es no local?

Est�s aqui por v�rias desobedi�ncias ao tribunal.

- N�o � isso, Isaac. - Sabes o que penso?

Algo se passou naquela festa.

E tu est�s a ocultar provas num homic�dio.

Ou pior.

Re�ne todos em minha casa. S� conto esta hist�ria uma vez.

O Melvin n�o se livrou do corpo entre as tr�s e as quatro da manh�,

porque eu estava com o corpo na suite do hotel �s quatro e meia.

Desculpem.

- Estava a ajudar um amigo. - � essa a explica��o?

- Ajudar um amigo? - Que pode ter matado esta rapariga?

- Eu sei que n�o foi o Chris. - Para isso temos os julgamentos.

Admito. Fiz asneira. Mas devo muito a este tipo.

- Porque nos contas isto? - T�m o direito de saber.

- Temos de falar ou seremos c�mplices. - Eu sei.

Se fosse um de n�s, fuzilava-nos no momento.

Mas pedes-nos para infringir a lei para te manter fora da cadeia.

N�o, n�o pe�o.

A partir de agora, est�o oficialmente afastados do caso Spaulding.

Se me afundar,

afundo-me sozinho.

Ser afastados n�o nos iliba.

Somos eticamente obrigados a denunciar o Stark.

- Vamos pensar. - O que h� para pensar?

Est�s disposto a destruir a tua carreira por ele?

A Raina tem raz�o. Ficamos numa posi��o imposs�vel.

Arriscou-se por um amigo.

Quando fiz o mesmo, o Stark protegeu-me.

- Infringiu a lei. - Tens raz�o!

Mas todos metemos �gua. E o Stark safou-nos.

Eu nunca o colocaria nesta situa��o.

Nenhum de n�s o faria.

Ele precisa da nossa ajuda. Digo para o ajudarmos.

Estou fora.

Espera.

N�o sei se confio no Stark.

Mas respeito o que faz. Ele n�o deixava escapar um assassino.

Ou ficamos todos ou n�o fica ningu�m.

Eu fico.

Posso sempre ir para medicina.

Est� nas tuas m�os.

Portanto, mexeram no corpo depois das quatro e meia.

Falei com a manuten��o do hotel.

Os elevadores pararam entre as dez para as seis e um quarto para as sete.

- N�o t�m de fazer isto. - Tens raz�o.

Agradecemos e vamos ganhar.

Quem moveu o corpo f�-lo entre as quatro e meia e as dez para as seis.

O que nos leva de novo ao teu amigo, Chris.

Talvez nos tenha escapado o elo de liga��o.

Um caso amoroso? Drogas?

N�o. Se ele estiver envolvido, s� h� uma raz�o. Dinheiro.

Temos de investigar os registos financeiros da firma.

- N�o temos mandato. - N�o preciso dum.

S� de um computador.

Entr�mos?

Estou a usar a pesquisa da Heather para aceder � base de dados.

Mas o antiv�rus � muito bom.

- Entr�mos. - Obrigado.

- Nunca duvidei de ti. - Prepara-te para me amar.

- Primeiro, os mimos. - Sei quem moveu o corpo.

Isso � que foi um mimo.

Verifiquei os cart�es de cr�dito de todos na festa.

�s quatro e quarenta e tr�s, compraram uma mala grande

numa loja de conveni�ncia perto do hotel.

Foi paga com o cart�o do Ryan Stafford.

O chefe da Heather?

N�o v�o acreditar nisto.

O que se passa?

Acedemos ao computador da Heather.

- Certifica-te de que... - Deixa-te de tretas.

Ela descobriu que o Stafford desviava milh�es da tua empresa.

- Por isso, foi morta. - N�o fazia ideia...

Basta. Est�s a usar-me para proteger o Stafford.

Presta aten��o. N�o sabia o que Ryan fazia.

Descobri e confrontei-o. Ficou furioso.

Prometeu que restitu�a o dinheiro.

E n�o fizeste nada para manter as apar�ncias.

O desvio de fundos n�o transmite confian�a aos clientes ricos.

Tudo corria bem at� ela descobrir a conta privada do Ryan.

- N�o pensei que a matasse. - Tra�ste-me, Chris.

Estava desesperado. N�o sabia o que fazer.

Experimenta dizer a verdade.

Eu queria, mas dediquei a vida �quela firma.

N�o ia v�-la cair por causa dum canalha.

E mentes-me? Colocas a minha carreira em risco?

- Deitas fora 30 anos de amizade? - Tenta compreender.

Se a fus�o n�o for avante, a empresa desmorona-se.

N�o tenho nada. Frannie, os mi�dos.

Mas foste capaz de p�r este traste � frente do teu melhor amigo.

Por falar em amizade? Esqueceste-te que bateste no fundo.

N�o foi assim h� tanto tempo, amigo.

Div�rcio conflituoso, fingias estar em Vegas.

Podia ter ido preso por falsifica��o.

Mas fi-lo. O que conseguiste? Tr�s, quatro milh�es?

Assim e ficaste rico. Os teus colegas, a tua fam�lia...

Nunca souberam o qu�o perto estiveste.

- Se est�s aqui, � por mim. - Engan�mos o sistema.

N�o olh�mos a meios para atingir um fim.

Mas foi mesmo � tangente.

Tu quebraste a regra principal.

A �nica que importa:

Nunca traias os teus amigos.

Quanto isto tiver acabado,

ficamos quites.

E ficamos assim.

O homic�dio de Heather Spaulding teve uma reviravolta chocante.

As acusa��es contra Ben Melvin foram retiradas

e apresentadas contra Ryan Stafford,

um s�cio minorit�rio da Kilpatrick e Chambers.

Foi uma semana negra para a firma

que viu a sua fus�o milion�ria falhar,

j� que o s�cio maiorit�rio Christian Chambers, vai testemunhar.

- Julie, a Megan est� aqui. - Obrigada.

Recebeste uma encomenda, est� junto com o correio.

- Adeus. - Chegas �s dez?

- Da manh�? - Que engra�ada.

Foram tiradas pelo telem�vel do Stafford.

Ele devia estar escondido no arm�rio.

O CD foi gravado no computador dele.

No dia do homic�dio.

Agora seria a altura ideal para me p�r daqui a andar.

Se te despedir, ele divulga as fotos � mesma?

Provavelmente.

Sempre soube que darias cabo deste cargo e de mim.

Pensei que fosse suborno do j�ri, talvez falsifica��o de provas.

Lamento muito, Jess. Muito mesmo.

- Ent�o, porque est�s aqui? - Para te avisar, caso...

N�o, Sebastian. Porque est�s aqui?

N�o precisas do dinheiro, nem da publicidade.

- Queria come�ar de novo. - Poupa-me. N�o mudaste.

Escolhes o caminho mais f�cil.

- A desafiar a lei. - N�o � verdade.

S� vieste ter comigo quando te chantagearam.

Quando n�o tinhas sa�da.

Deixaste-nos � deriva.

E agora quero uma resposta.

Que raio est�s aqui a fazer?

Costumava ser o melhor advogado da cidade.

Ainda sou.

Mas agora � diferente. N�o tem que ver comigo,

mas com o trabalho.

Quando chego a casa � noite e estou com a minha filha,

falo sobre o meu dia,

e pela primeira vez na vida

sinto orgulho no que fa�o.

Certo, queres este trabalho?

Faz o que for preciso para resolver isto.

LOS ANGELES TWIN TOWERS RECEP��O DE RECLUSOS

PASSAGEM PROIBIDA PROPRIEDADE PRISIONAL

D�-nos um minuto?

Sebastian Stark.

O Chris n�o p�ra de falar em si.

Porque o fizeste, Ryan?

N�o percebo. Estou inocente.

E a chantagem � s� por gra�a?

- Falo para o microfone? - N�o trago nenhum.

Podes revistar-me, se quiseres.

Recebeu o meu presente. N�o apanhei o seu melhor lado.

- O que queres? - Que retire as acusa��es.

Vou-me embora livre, com o dinheiro e as fotografias.

Mais valia anunciar a chantagem aos quatro ventos.

Dava menos nas vistas.

Estou aberto a sugest�es.

Se eu fizer isto,

tem de parecer que foste mais esperto que n�s e ganhaste.

Muito bem. Desde que o Chris nunca deponha.

No caso do Povo vs. Ryan Stafford

a mo��o para excluir as provas inform�ticas foi negada.

- Mais alguma coisa, Miss Restin? - Sim, Merit�ssimo.

Somos da opini�o que Ben Melvin

deve ser responsabilizado.

Est� relacionado com ataques a mulheres envolvendo drogas.

- Protesto. N�o admiss�vel... - A acusa��o n�o protesta.

S� pode estar a brincar.

- H� algum protesto na mesa? - Sim.

N�o. Desculpe, Miss Troy esqueceu-se da hierarquia.

Retiramos o protesto.

Muito bem.

Garante-se a mo��o para admitir os crimes anteriores de Ben Melvin.

Obrigado.

O Stafford quer tramar o Melvin e o Stark abriu a porta.

Mesmo depois de o termos apoiado.

� preciso denunciar o Stark antes que seja tarde demais.

Isto tem piada?

- �s o maior. - � a verdade.

O teu desempenho foi brilhante. Ri, chorei.

- N�o, foi f�cil. - A discuss�o foi um esquema?

N�o dava para omitir o passado do Melvin.

Encenaste tudo para o Stafford achar que estavas a desistir.

- Nada mau. - Prestes a trair-me?

N�o duvidei de ti um segundo.

Onde est� o Isaac?

A verificar todos os servi�os postais de L.A.

Foi um estafeta que entregou as fotos.

E ser� outro a torn�-las p�blicas.

�s sete da tarde, o Chris vai a minha casa.

Se ele testemunhar antes de termos as fotos...

Apanhamos o Stafford, mas teremos de arranjar outro emprego.

Mais algu�m sabia que o Stafford estava a roubar a empresa?

- N�o, queria abafar o caso. - N�o queria um esc�ndalo.

- Mas a Heather descobriu. - Sim.

O Ryan tentou suborn�-la. Mas ela amea�ou denunci�-lo.

- Sim? - Ent�o, ele matou-a.

Ela fez-lhe uma n�doa negra ao tentar resistir.

- Obrigado. - E quando l� cheguei

ele estava junto � Heather.

Ela estava morta.

E foi quando pediu a minha ajuda.

N�o tenho mais perguntas.

Como � que me sa�?

Bem.

- Muito persuasivo. - Assim vamos ganhar.

O Stafford est� feito.

Talvez n�o. Falei com o Isaac. Ele encontrou as fotos.

Mas o tipo disse que n�o foi o Ryan quem as deixou l�.

Sebastian.

Trazia presentes.

Tomei a liberdade de levar o CD que me coloca no local do crime.

Como descobriste?

O estafeta identificou a tua fotografia.

- N�o devias ter continuado a escavar. - Estava a escavar para sair.

� uma reac��o natural quando te querem enterrar.

- V� l�. Conheces-me. - Pensava que sim, Chris.

Pensava que te conhecia.

N�o foi o Ryan que lutou com a Heather.

Foste tu, meu amigo.

A Heather viu algo de errado na factura��o, falou com o Ryan

tentando marcar pontos e apert�mos com ela.

Mas ela continuou a vasculhar.

Na noite da festa, a Heather abordou o Ryan.

Estava farta do Ben Melvin, mas estava drogada.

E parecia que tinha decidido fazer o mais correcto.

Dar � l�ngua.

Quando cheguei � suite, o Ryan estava passado.

A Heather estava a dizer que ia notificar o SEC, o Procurador-Geral.

- N�o podia permiti-lo. - Por isso, mataste-a.

N�o vais virar a cara, em nome dos velhos tempos?

Digo-te uma coisa.

Se confessares, Chris,

retiro a pena de morte da mesa,

em nome dos velhos tempos.

� tentador.

Mas acho que dispenso.

Em 30 anos de amizade, n�o conheci ningu�m

que gostasse do que faz mais do que tu.

Se publicar as fotos, n�o voltas a exercer.

Sa�ste c� uma pe�a, p�.

Faz de mim a tua melhor testemunha.

E esquecemos isto tudo.

Diz � Julie que lhe mando um beijo.

O Stafford aceitou o acordo?

Rejeitou-o prontamente.

N�o faz ideia de que o Chambers o est� a tramar.

N�o e n�o lhe posso contar. Mas posso fazer uma coisa.

Se for dinheiro pela dor causada, precisas de um envelope maior.

� a minha demiss�o. Sou um fardo para voc�s.

Anda da�.

Tens de terminar isto. P�e o Chambers a depor.

Condena o Stafford.

Extors�o, fraude, conspira��o. Condena-o por qualquer coisa.

- Apanha o Chambers depois. - N�o est� certo.

N�o. � o melhor que podemos fazer.

Mr. Stark, a sua pr�xima testemunha?

O povo chama Christian Chambers.

No interesse da boa-f�, qual a natureza da nossa rela��o?

Somos amigos h� 30 anos. Sou padrinho da tua filha.

Foste meu padrinho, duas vezes.

Como s�cio maiorit�rio da Kilpatrick-Chambers

� superior do r�u, correcto?

Sim, o Ryan era meu protegido.

At� eu descobrir que desviava fundos.

- Mais algu�m sabia disso? - Sim.

Heather Spaulding.

Ela descobriu e amea�ou denunciar o Ryan.

Mr. Chambers, quem matou a Heather?

Ryan Stafford.

- Sufocou-a com uma almofada. - Como sabe?

Entrei na sala pouco depois dele a ter matado.

Ele confessou o crime.

- Protesto. Boato. - Indeferido.

Solicitamos um intervalo para falar com a acusa��o.

A acusa��o n�o tem interesse em dialogar com a defesa.

Continue.

Mr. Chambers,

depois de Ryan Stafford confessar o crime, o que fez?

Disse-lhe que n�o me podia envolver. E fui-me embora.

Volto a perguntar-lhe:

Ap�s encontrar Heather Spaulding morta no quarto do hotel,

o que fez?

Como disse, fui-me embora.

Ent�o, como explica isto?

Merit�ssimo, tiraram-me estas fotos

no local do crime na noite do homic�dio.

Fotos que a testemunha est� a usar

para tentar chantagear o Minist�rio P�blico.

- Proponho que sejam a Prova J. - Sil�ncio.

Mr. Stark, pode autenticar as fotos?

N�o. Mas o r�u pode.

Sim, posso.

O meu cliente pode autentic�-las, Merit�ssimo.

Muito bem. Continue, Mr. Stark.

Ap�s encontrar Heather Spaulding morta no quarto, o que fez?

Telefonei-te.

E para que fique registado, quando cheguei

a v�tima j� estava morta, correcto?

Sim, estava. Mas...

Pediu que o encobrisse, certo?

- Sim. - E � verdade ou mentira

que matou Heather Spaulding, e n�o o Mr. Stafford?

Mr. Chambers, n�o responda.

A testemunha tem o direito de evitar a auto-incrimina��o.

Com todo o respeito, deixe-o decidir.

Quero que pense bem, antes de responder.

Ryan Stafford aceitar� um acordo com a acusa��o de fraude.

E em troca testemunhar� contra si no caso de homic�dio.

Volto a perguntar-lhe, Mr. Chambers, matou Heather Spaulding?

Quero falar com o meu advogado.

Terminei.

Pedimos que se retire a acusa��o contra Ryan Stafford

e � luz de provas materiais,

que Mr. Chambers seja mantido sob cust�dia.

Assim seja.

Uma �ltima quest�o:

Mr. Stark, est� suspenso de exercer advocacia,

durante a investiga��o �s suas ac��es.

A sess�o est� encerrada.

N�o acredito no que fizeste.

Sempre quis cometer suic�dio profissional em tribunal.

Voc�s estiveram sempre do meu lado.

Nunca o esquecerei.

N�o relatar um crime

d� expuls�o imediata e investiga��o criminal.

Compreendo.

Estava preparado para o fazer,

at� Miss Devlin me informar da investiga��o federal por fraude.

Investiga��o?

Disse que o Tesouro n�o queria arriscar a nossa investiga��o

atrav�s da tua exposi��o, a n�o ser em �ltimo caso.

Sabes como s�o os tipos.

Devido ao seu envolvimento,

Mr. Stark n�o p�de revelar a sua presen�a no local do crime.

Quando nos demos conta da ilegalidade do acto,

sentimo-nos obrigados a exp�-lo.

- Foi o mais correcto a fazer. - N�o desculpa o seu comportamento.

Mas como trabalhei nos narc�ticos sob disfarce como procurador,

compreendo o seu imbr�glio.

- Muito obrigado. - � de novo admitido na ordem.

- Obrigado, Merit�ssimo. - Obrigado.

Desculpe. J� nos conhec�amos?

Felizmente para si, h� uma investiga��o em curso.

Tenho um amigo no Tesouro. Pedi-lhe um favor.

N�o acredito que se colocou em risco.

- Gosta mesmo de mim. - N�o se gabe.

Tive de manter a reputa��o do MP.

Agora tenho algo para lhe cobrar.

Pare�o um disco riscado, mas desculpe.

Nunca a quis colocar em risco, Jess.

Deixe l�. Ter� muito tempo para me compensar.

Gostei da forma como o disse.

Fizeste um �ptimo trabalho com as fotos.

Um jornalista fez perguntas sobre a deten��o da Julie.

Tratei disso. Achei que devias saber.

A Julie o qu�?

- Ela n�o te contou? - Contou-me o qu�?

- Talvez devesses falar com ela. - Isaac?

- Foi presa por conduzir embriagada. - O qu�?

Ligou-me e tirei-a de l�. Prometeu que te ia contar.

Onde estavas com a cabe�a? � a minha filha.

- S� queria ajudar. - Ocultando-me as coisas?

Alto a�. A Julie ligou-me.

Pois. Esse � que � o problema.

Ol�.

Vi o tio Chris nas not�cias.

Porque � que ele fez aquilo?

�s vezes, as pessoas desiludem-nos.

Vou-me deitar.

A quest�o �...

Se o tio Chris tivesse sido sincero comigo,

eu t�-lo-ia ajudado.

Mas n�o teve coragem para admitir o erro.

Adoro-te.

Tamb�m te adoro.

Legendagem: SDI Media Group

Ripadas e sincronizadas por: PT-Subs Rips

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