All language subtitles for Texas masquerade (1944) PORTUGUÊS1a.cób

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Original subtitles

O IMPOSTOR DO TEXAS

- Cad� o Sam Nolan? - N�o fa�o id�ia.

Voc� mandou o Nolan marcar o gado.

Ele n�o est� l�. H� algo de estranho nele.

� melhor atravessar a manada.

Mas teremos que bloquear a estrada por meia hora.

- O que tem isso? - A dilig�ncia do sul est� chegando.

Talvez seja melhor esperar.

Ainda quero saber o que aconteceu com o Nolan.

- O que aconteceu? - Um deslizamento, Sr. Corwin.

� melhor sair para esticar as pernas enquanto tempo limpar a estrada.

Eu te ajudo.

N�o h� por que continuar esperando, Hoppy.

Talvez a dilig�ncia tenha passado mais cedo.

Claro que n�o, sen�o haveria marcas novas por aqui.

� melhor sairmos daqui. Traga a manada!

M�os ao alto.

D�-me seus pertences. N�o tenho tempo para desperdi�ar.

- Isso � tudo? - N�o, isso n�o � tudo.

Como ele est�?

- Ainda respirando, Hoppy. - Bom.

- Ent�o � isso que faz, Nolan? - Te pegarei por isso, Cassidy.

Da pris�o estadual de Albuquerque?

Eles n�o me manter�o preso por muito tempo.

S� o suficiente para enforc�-lo.

Nos reencontraremos. E na pr�xima vez, ser� diferente.

Fico com isso tamb�m. California, amarre-o.

Andando.

Se chama Corwin. Advogado de Boston.

- Ei, � um homem muito importante. - O que ele faz aqui?

N�o sei. Verei o que mais encontro aqui.

- Ele est� indo para Glenby. - Aonde fica isso?

No sudeste do Texas.

O que um homem como ele faria num lugar como aquele?

Eu n�o sei. Fique aqui com ele, Jimmy.

Tudo bem, Hoppy.

California...

Se escapar disso, ele poder� escapar da cadeia.

Isso deve segur�-lo.

Vou chamar o Dr. Evans.

Ajude o Jimmy a levar aquele homem ao BAR 20,

e descobriremos o que est� havendo.

Certo, Hoppy.

N�o fuja.

Bem... Ol�, John.

Ol�, Emily. Como v�o as coisas no rancho?

N�o t�o bem depois que aqueles Cavaleiros da Noite nos atacaram.

Mataram nossos animais e incendiaram nosso celeiro.

Isso � um absurdo.

N�o sei o que far�amos se n�o tivesse sido t�o bom,

em nos emprestar aqueles quinhentos d�lares.

Bem, um homem deve sempre ajudar seus vizinhos nos seus problemas.

Temos boas not�cias para voc�, Sr. Trimble.

- � mesmo? - Acabamos de receber essa carta,

da companhia de seguros. Cobrir�o os preju�zos que tivemos.

Te pagaremos assim que recebermos.

Disseram que o cheque chegar� no in�cio do m�s que vem.

Bem, isso � �timo, John. � �timo.

N�o precisam ter pressa.

Nunca devemos nada a ningu�m. Queremos pagar nossa d�vida.

� assim que se mant�m sua independ�ncia.

Pagando suas d�vidas corretamente.

- Bem, no in�cio do m�s ent�o. - Isso mesmo.

- Adeus. - Adeus.

- Ol�, Trimble. - Ol�.

Ele � muito amig�vel, n�o?

Sim, sempre alegre, sempre sorrindo.

Quando ser� que o Hoppy chegar�?

Ele disse que chegaria em duas semanas.

- Ent�o ele deve estar chegando. - Ficarei feliz em v�-lo.

Eu tamb�m.

Olhem isso.

Quem fez isso?

Ace, deixe-me em paz.

Ol�, bonit�o.

Como vai esse bigode, meu velho?

Mantenha suas "patas" longe do meu bigode.

Esse "porco espinho" n�o aguenta uma piada.

Voc�s s�o os novos empregados do Lazy W, n�o?

- � uma pena. - Qual � o problema com o Lazy W?

Bem, n�o � um lugar seguro para se trabalhar.

Muito envenenamento por chumbo naquele lugar.

- O que acham de trabalhar para mim? - Fazendo o qu�?

Posso usar alguns cavaleiros.

Sabe, � capaz de n�o serem pagos no Lazy W.

Arriscaremos.

Mais do que imaginam. Bem, fique atento, meu velho.

Queria dar uma li��o neste palha�o para ele aprender.

Chegar� a hora dele.

- Vou jogar, Joe. - Tudo bem.

- Cartas? - Tr�s.

- Uma bebida, por favor. - O que vai querer?

- Leite. - S� leite?

Bebida alco�lica faz aparecer todos os males,

que permeiam a natureza do homem.

Leite.

Se o cliente quer leite, d� leite a ele.

Tudo bem, chefe.

- Obrigado, senhor. - Como vai, estranho?

Estou bem, obrigado.

Me chamo Ace Maxson. Este lugar � meu.

Oh, belo lugar!

- Esta bebida � por minha conta. - Obrigado.

- O que est� vendendo? - Vendendo?

- Voc� � um vendedor, n�o? - Caixeiro viajante?

Nossa, n�o. Nada t�o plebeu.

- De onde �? - Boston.

- Voc� fala de Boston? - � assim que eles pronunciam.

Boston, a capital da cultura.

Por aqui, chamamos de cidade do feij�o.

- Adequado. Adequado. - � sua sa�de.

Certo.

- Por que Hoppy n�o acaba com ele? - Ele far� isso logo.

Voc� parece ser um piadista, Sr. Maxson.

- Voc� fez isso de prop�sito. - N�o, me desculpe.

- Se desculpe enquanto dan�a. - Mas n�o dan�o.

Bem, voc� ter� que aprender agora.

V� com calma. O Hoppy sabe o que faz.

Se intrometer pode estragar tudo.

- Como vai, Srta. Curtis? - Ol�.

Me permita.

Veio aceitar minha oferta pelo seu rancho?

Ainda n�o. Estou esperando algu�m, e estou muito atrasada.

Voc� viu um estranho vestido com roupas da cidade?

Cavalheiros, eu disse que n�o dan�o.

Primo Jimmy. � voc� mesmo?

Sim, o que sobrou de mim.

Seu valent�o imprest�vel.

Por que n�o implica com algu�m que possa se defender?

- Eu... - N�o se atreva a me responder.

- Isso � um absurdo. - N�o sab�amos quem ele era.

- � assim que mant�m a lei e ordem? - S� est�vamos brincando.

- Obrigado, Sr. Trimble. - � sempre um prazer.

Ajudar uma senhorita por quem tenho muito respeito.

Este � meu primo, Sr. Corwin. Sr. Trimble.

- Como vai? - Prazer, Sr. Corwin.

Ent�o voc� � a Virginia? Nossa, como mudou com os anos.

Voc� tamb�m.

S� recebi sua carta de Twin River esta manh�.

- � uma pena que tenha se atrasado. - Sim.

- Vamos sair daqui. - Bom dia.

- Estavam aqui o tempo todo? - Sim, senhora.

Ficaram parados olhando enquanto meu primo era abusado?

Como saber�amos que esse tolo � seu primo?

- Sim... - Calem-se.

Carlson e Rogers trabalham para mim no rancho.

- Parecem ter problemas mentais. - Eu precisava tanto de ajuda,

que tive que contratar qualquer coisa parecida com um homem.

Saiam daqui!

- Voc� est� bem? - Sim.

- Problemas mentais. - Voc� n�o tem?

- Posso ter um pouco, mas... - S� um instante.

- Cad� sua bagagem? - Deixei na esta��o.

Peguem a bagagem do meu primo e a carro�a no est�bulo,

para levar o Sr. Corwin para o rancho.

- Sim, senhora. - Se apresse, Carlson.

Sou o Rogers.

Voc� pode me ajudar com as minhas compras.

Se importa se eu ficar aqui? Aquela dan�a acabou com meus p�s.

- Eles est�o me matando. - Bem, j� volto.

N�o tenha pressa.

- Sr. Corwin, voc� est� aqui. - Sim, meus p�s.

- Os seus j� te incomodaram? - Eu sempre olho onde piso.

Imagino que deva fazer isso no seu neg�cio.

Nesta parte do pa�s, um homem deve sempre ter cuidado.

Sim.

Soube que � dono da metade do Lazy W.

� mesmo? Onde conseguiu essa informa��o?

A Srta. Virginia me disse quando me ofereci para comprar seu rancho.

- Entendo. - Que tal negociarmos?

- Isso depende. - Do qu�?

Bem, posso decidir me estabelecer aqui,

se gostar do povo e da companhia.

- Mas aquela terra n�o vale nada. - � mesmo?

- Ent�o por que quer compr�-la? - Eu quero ajudar sua prima.

Rancho n�o � neg�cio para uma garota como a Virginia.

Desde que seu pai foi morto pelos Cavaleiros da Noite,

ela vem tendo dificuldades. Esperarei pela sua decis�o.

Sim.

E se decidir vender, voc� ver� que � f�cil fazer neg�cio comigo.

Imagino que sim. Adeus.

- Obrigado, Rogers. - Sou o Carlson.

Sim. Posso ajud�-la?

N�o se incomode. N�o demorou para fazer amizade com o Trimble.

Ele parece ser t�o legal.

Parece? Por favor, suba.

- N�o vai conosco? - N�o, obrigado.

Te vejo no rancho.

O que fiz para deix�-la chateada?

Voc� falou por muito tempo com a pessoa errada.

O que est� havendo, Hoppy?

- Me chamo Corwin. - Sim, e eu sou o Rogers.

Quero dizer, ele � o Carlson. N�o... N�o... n�o.

Essa farsa me deixou confuso. Como o Sr. Corwin est�?

Ele est� bem.

Ele ter� muitos problemas quando chegar aqui.

Ele est� no BAR 20 aprendendo a montar e atirar.

Estar� pronto quando precisarmos. Vamos sair daqui!

Se esse cavalheiro de Boston n�o gostar daqui,

ser� f�cil comprarmos o Lazy W.

Mas o Corwin s� � dono da metade.

Se bater na metade de um cavalo, a outra metade tem que seguir.

- Rowbottom. Sim?

Tenho um trabalho para voc� e o Sykes.

- N�o outro despejo. - Do Martindale.

Sr. Trimble, ele � um homem honesto. Ele te pagar� tudo que deve.

Esse � o problema.

Mas aquele rancho n�o vale nem o que o emprestou. Eu n�o entendo.

Sr. Rowbottom, voc� � pago para trabalhar, n�o para pensar.

- Tome uma bebida. - � claro.

- Estou feliz em v�-los. - Quase n�o te reconhecemos.

- Eu n�o queria. - O que descobriram?

Muito pouco.

Por que acham que o Trimble quer o Lazy W?

� isso que queremos saber.

Tem ideia de quem esteja � frente dos Cavaleiros da Noite?

Qual � o problema?

Hoppy, as pessoas s� falam deles atr�s de portas fechadas.

- N�s os ouvimos. - �?

- Tomei um susto quando aconteceu. - Queremos te mostrar algo.

- Est� vendo ali? - Sim.

Aquele � o Jardim do Diabo. � o nome certo para ele.

O que tem ele?

� de onde os Cavaleiros da Noite atacam.

- J� esteve l�? - Eu?

N�o entraria ali por um milh�o de d�lares depois do que ouvi.

Vamos sair daqui!

- S�o eles. - O que quer dizer?

- Os Cavaleiros da Noite. - Sim, � o barulho que fazem.

- Isso � s� um coiote. - Isso � o que voc� acha.

O que quer que seja, assustou voc�s.

Esse jardim pertence ao rancho Lazy W?

- Ele toma quase metade da terra. - Esperem!

Se estava discutindo meus assuntos com empregados, primo Jimmy,

te agradeceria se esperasse para ouvir de mim.

- Cad� o seu cavalo? - Senhora, s� pensei...

N�o culpe eles. A culpa � minha.

Bem, se apressem para chegar ao rancho.

Sim.

Entraremos no Jardim do Diabo logo pela manh�.

Vamos?

- Rogers. - Sim, senhora?

- Viu meu primo? - N�o, senhora.

- Bem, sim, senhora. - Bem, decida-se.

- Viu ou n�o? - O Sr. Corwin foi cavalgar.

Voc� n�o devia ter dado um cavalo a ele.

Bem, como ele � dono da metade do rancho,

isso faz dele o chefe tamb�m.

Ele n�o � nem metade de um homem.

- Isso � o que acha. - O que disse?

S� disse que ele se veste como um coveiro.

- Para onde ele foi? - Para a cidade.

E o deixou ir sozinho?

N�o, Carlson o acompanhou para que n�o ca�sse do cavalo.

Bem, o encontrarei.

Srta. Virginia, esse n�o � o caminho para a cidade.

Voc� n�o est� acostumado a mentir, Rogers.

Ele nem montar direito sabe.

N�o sei por que o Sr. Corwin iria querer esse lugar.

N�o queria. Ele emprestou dinheiro aos seus parentes,

e ficou com metade do rancho como garantia.

- Bem, ele foi prejudicado. - � o que parece.

Se ele n�o...

S�o eles, Hoppy. Os Cavaleiros da Noite.

- Cavaleiros da Noite? - Sim.

- Eles s�o peludos? - Peludos?

Esse � o coiote mais ousado que j� vi.

Maldito seja. Cuidarei dele por me assustar.

- Voc� est� atrasado. - N�o estou, n�o.

- H� uma recompensa de $5 por ele. - � mesmo?

Se trouxer o coiote que vimos, te dou mais $5.

- Dar�? - Sim.

Espere aqui. J� volto com este coiote.

Tome cuidado.

Volte aqui!

Certo. M�os ao alto, rapazes.

E mantenha para o alto.

Largue seu rifle. Obrigado.

J� que uivam como coiotes, devia arrancar suas peles.

- Coiotes? - Coiotes n�o uivam de manh�.

Suponho que n�o saibam do que estou falando?

N�o sabemos, n�o.

- Bom dia. - O que acha que est� fazendo?

Esses dois cavalheiros tentaram me matar.

- Talvez os conhe�a. - Eles trabalham para mim.

Trabalham?

Jeff e Al tem ordens para atirar,

em qualquer invasor nesta parte do Lazy W.

Como n�o te conheceram ontem a noite,

eles n�o poderiam saber quem �.

Bem, eu sinto muito.

Empreste o cavalo para ao meu primo e v�o em dupla para o rancho.

Sim, senhora.

- Isso � pegajoso, n�o? - Com certeza.

N�o parece querer sair.

- O que aconteceu com voc�? - Eu ca�.

- Pegou aquele coiote? - Ele quase me pegou.

Aquele lugar est� cheio de coiotes.

- � uma pena, Rogers. � uma pena. - Carlson.

- Sim. - Primo Jimmy.

- Sim? - Entre.

Vamos conversar sobre algumas coisas.

Mas, Virginia, n�o acha que devo tomar um banho antes?

Bem, tudo bem. Mas se apresse, por favor.

Sim.

- Banho? - Sim.

Aquela coisa que voc� toma na banheira.

- Banho? - Sim.

D�-me esse querosene.

Bem, me sinto melhor. Aquilo foi um erro.

Sente-se!

Sim.

J� esqueceu por que veio aqui?

N�o, espero resolver isso com voc� em alguns dias.

Agora mesmo, se n�o se importa.

Por sinal, como est�o as coisas em Boston?

- Bem. Muito bem. - De fato.

- E como est� a fam�lia? - Excelente.

- Eles nunca estiveram melhor. - E a querida tia Abigail?

- Est� espl�ndida. - Est�?

Exceto pelo reumatismo. Ele a incomoda de vez em quando.

Se a tia Abby tem reumatismo, � na suas asas.

Sim, a querida tia Abby � um p�ssaro.

Um anjo, espero. Ela morreu quando eu tinha 9 anos.

Ela morreu? Algu�m devia me contar essas coisas.

Agora, j� que � um impostor, quem � voc�?

Sabe, eu realmente acredito que usaria essa coisa.

A n�o ser que sua explica��o seja satisfat�ria.

Ent�o talvez seja melhor ler esse recado.

Tenho certeza de que reconhecer� a caligrafia do seu primo.

- Ele foi ferido? - Sim, num assalto � dilig�ncia.

Ent�o essa farsa foi ideia dele?

Ele achou que eu poderia saber mais sobre esse lugar, fingindo ser ele.

Ent�o voc� � o Hopalong Cassidy? Todos j� ouviram falar de voc�.

- S�o t�o not�rio? - T�o famoso.

Afinal de contas, voc� fez muito pelo povo.

Sabia que n�o era meu primo no minuto em que te conheci.

Quando tantas coisas terr�veis acontecem,

seu pai � morto na sua frente, voc� n�o sabe em quem confiar.

� por isso que mandei chamar o Jim Corwin.

E esses dois rapazes que trabalham para voc�?

O Al e o Jeff?

Foram os �nicos que ficaram ao meu lado quando tive esses problemas.

- Voc� n�o acha... - N�o sei o que pensar.

H� algu�m por aqui disposto a matar para ficar com essa terra.

O Sr. Trimble te pareceu confi�vel?

N�o exatamente.

Por que � injusto suspeitar de algu�m sem provas,

mas trag�dias similares aconteceram com tantas pessoas neste vale.

Pessoas tem sido aterrorizadas, torturadas, incendiadas.

Aqueles Cavaleiros da Noite horr�veis.

Eu sei.

Como conectou o Trimble aos Cavaleiros da Noite?

Ele sempre compra as propriedades das v�timas.

E nada parece acontecer com ele. Estranho, n�o?

E ele vem tentando comprar este lugar desde que seu pai morreu.

O qu�? Como sabe disso?

Ele tentou comprar a metade do Corwin de mim.

Foi isso que pensei quando te vi conversando com ele.

Diga-me...

para quem mais ele emprestou dinheiro por aqui?

Ao Sr. Martindale, um vizinho a algumas milhas ao oeste.

Martindale. Come�arei com ele.

Por sinal, voc� tem alguma roupa que eu possa usar para cavalgar?

N�o quero usar essas.

H� algumas roupas que pertencia ao meu pai.

Acho que ele ficaria orgulhoso se o Cassidy do BAR 20 as usasse.

Obrigado.

Aqui, John.

Voc� n�o pode me expulsar da minha pr�pria terra, Sykes.

- Essa terra n�o � mais sua. - Sinto muito, John, mas � a lei.

O Sr. Trimble disse que poder�amos pag�-lo quando pud�ssemos.

O pagaremos na pr�xima semana.

Se n�o podem pagar os $500, mais juros de 12% agora,

� melhor tirarem suas coisas desta terra.

- Mas aonde ir�amos? - N�o vamos sair.

Ent�o os tirarei daqui. Suas coisas tamb�m.

Ou�a, se...

Talvez isso o ensine a ficar calado. E a obedecer uma ordem judicial.

Sinto muito por ter que fazer isso, John.

Sr. Sykes.

M�e. M�e.

- Est� ferida, m�e? - N�o, estou bem.

Voc� age como um dos Cavaleiros da Noite sujos que nos atacaram.

N�o atire, Sykes.

N�o atire, Sykes.

- Saia da nossa terra, Jake. - Voc� n�o pode fazer isso.

John... John!

Veio do rancho.

- Ele est� sempre no saloon. - � mesmo?

Est� tudo bem, querida. Tudo bem.

V� com calma, querida. V� com calma.

S� n�o pude evitar. Tive que fazer isso.

Eu sei, querido. Eu sei.

- Fiquem parados. - V� com calma, Sr. Martindale.

- Quem � voc�? - Sou o Corwin, do Lazy W.

- O que quer? - Te ajudar, se poss�vel.

J� tivemos ajuda o suficiente. Foi nisso que deu.

Por favor, John. Abaixe essa arma.

O que aconteceu aqui? Quem � aquele?

Sykes, sub-xerife. Tentou nos despejar.

Limpamos esta terra antes de voc� nascer, senhor.

Lutamos contra �ndios e secas para mant�-la.

Criamos nossos filhos aqui. Os enterramos aqui tamb�m.

Ela n�o vale muito, mas � nossa.

Estranho como um homem acha algu�m para mat�-lo,

e arranja sempre algu�m para o trabalho.

S� que n�o era o Sykes que precisava morrer.

- Foi o Trimble. - Trimble?

- Qual � o problema? - Lou Sykes foi morto.

- Quem o matou? - John Martindale.

- Vou contar ao Ace. - Tudo bem.

Tentava cavar esse po�o quando aconteceu.

- Teve problema para cavar? - Sempre.

Esse neg�cio preto fica saindo do buraco.

� por isso que o Trimble quer seu rancho e todas as terras no vale.

- Por causa dessa coisa? - Para que isso serve?

H� um jovem no leste que pode dizer a voc�s.

Ele est� prestes a se tornar o homem mais rico do mundo por causa disso.

Ele se chama Rockefeller John D.

Vamos entrar. Quero falar com voc�s.

Vamos.

- Voc� sabe o que fazer. - Deixe comigo.

Lou Sykes era meu cunhado. E o melhor homem que t�nhamos.

N�o sei quem ficar� no lugar dele.

Por que n�o trouxe aquele assassino?

- Meus nervos est�o a flor da pele. - Uma �gua viva com nervos.

Pensar que o Martindale sacaria uma arma contra um velho amigo como eu.

Entendi. Voc� levar tiro do que atirar.

V� para o Lazy W e conte a Virginia o que aconteceu.

Ela cuidar� de voc� at� chegarmos l�.

- Mas, meu marido... - N�o acontecer� nada com ele.

- Prometo. - Estava certo, Hoppy. A� vem eles.

� melhor nos afastarmos r�pido.

Adeus.

Fa�a exatamente o que eu disse.

� o Lou Sykes mesmo. Ele est� morto.

Traga o Martindale aqui. Temos um trabalho a fazer.

Jogue sua corda sobre aquele tronco.

Amarre as m�os dele.

Certo. Puxe.

Esperem um pouco. N�o faria isso se fosse voc�, Sr. Maxson.

Seu entusiasmo excede sua descri��o. Me sinto obrigado a protestar.

Bem, se n�o � o Sr. Corwin.

N�o te reconheci com essa roupa de defunto.

Ent�o, voc� reconheceu estas roupas?

Talvez as tenha visto sob circunst�ncias similares.

Soube que isso acontece por aqui, mas geralmente protegido pela noite.

Se pretende ficar aqui, Corwin. Fique na sua terra.

Voc� n�o pode cuidar dos assuntos dos seus vizinhos e sobreviver.

Puxe.

Voc� fez isso?

Meus amigos dizem que sou impulsivo.

N�o posso acreditar que fez isso.

As pessoas do oeste parecem achar,

que s�o as �nicas que sabem usar essa coisa.

Devia me ver atirando em Boston.

Numa tarde, ganhei tr�s charutos.

� mesmo? Esse foi um tiro de sorte.

Voc� deve estar certo. N�o repetiria isso em cem anos.

Nossa Senhora. Esse gatilho � muito leve.

Sabe, acredito que essa coisa seja realmente perigosa.

N�o acha melhor abandonar essa ideia?

Vou levar aquele assassino para a cadeia.

Entregarei o Martindale na cadeia. Sabe, sou advogado dele.

Advogado?

O'Brien, Kevin e Corwin, advocacia. Boston, rua 4, n� 14.

N�o fa�a isso.

Sr. Corwin, pode sair da frente? Podemos precisar atirar.

N�o acham melhor irem embora? Essa coisa me deixa muito nervoso.

Minha nossa, como � leve.

Sr. Maxson, dan�o como amador comparado a voc�.

Andando!

Sempre acontece algo para deixar a vida menos divertida.

- Meus p�s. - Aquele homem n�o � advogado.

� o que diz esse cart�o, mesmo assim.

Sabe, se ele � advogado do Martindale,

o que acontecer� conosco quando ele for julgado?

Agiremos com seguran�a.

Cuidaremos do Corwin como sempre fazemos.

Sem o Lou Sykes? Como?

Esse � mais um problema. Ser� dif�cil substituir o Lou.

Ent�o?

Sr. Trimble, n�o conseguimos descobrir nada.

Corwin est� fazendo todos voc�s de tolos.

- Aonde ele est� agora? - No tribunal.

Descobrirei se � advogado mesmo. Ele n�o me far� de tolo.

- Por que n�o olha aonde vai? - Com quem acha que est� falando?

- Com voc�. - Nolan, venha c�.

- Ol�, Ace. - Ol�.

- D� onde veio? - De longe.

- Estou sedento e quebrado. - Bem, cuidaremos disso.

Jack! Vamos, sente-se.

- O que houve? - Um homem me feriu no norte.

- Espero encontr�-lo um dia. - Parece que tem dado azar, Sam.

Bem, esperavam me enforcar em Albuquerque, mas enganei eles.

Eles n�o puderam me manter preso. Tenho amigos.

Claro que tem.

- Quer um trabalho? - Fazendo o qu�?

Trabalho noturno.

Voc� me conhece. Fa�o qualquer coisa,

se pagarem o valor certo.

- Como vai, Srta. Curtis? - Ol�.

- Cad� o seu primo? - Conversando com seu cliente.

Soube que ele tem cavalgado bastante por este vale.

Ele tem checado as propriedades executadas.

Descobrindo quem as comprou, por que e como.

Bem, tenho neg�cios a tratar com ele.

- Como vai, advogado? - O qu�?

- Eu disse "advogado". - Estou bem, obrigado.

Bem, passar bem.

Por sinal, soube que est� representando o Martindale.

Sim, caso muito interessante, com grandes possibilidades.

Nos enfrentaremos no tribunal.

- S�rio? - Sim.

- Ent�o ser� o promotor? - Sim.

Isso ser� muito conveniente para a corte.

- Est� insinuando algo? - N�o.

Cuidarei disso quando nos enfrentarmos no campo de batalha.

Sr. Corwin, estou cuidando de um caso,

e agradeceria a opini�o de um colega do leste.

- Sim? - Como interpretaria um embargo?

- Embargo? - Sim.

- Pesquisarei. - N�o sabe?

Bem, quase todos advogados sabem definir um embargo.

Fa�a isso ent�o.

- Agora? - Por que n�o?

Sim.

Embargo! Embargo.

Oh, sim...

como � f�cil esquecer essas coisas da faculdade.

Sim.

Embargo � quando a parte impede a posse de algo,

que estava em lit�gio, que perdeu durante uma a��o.

Com uma condi��o, se perder o embargo ter� que devolver a posse.

N�o podendo retornar com uma a��o na disputa desse embargo.

Nossa firma acabou de ganhar uma a��o dessas na Pensilv�nia.

Referente a uma terra com petr�leo.

- Voc� disse petr�leo? - Sim, o que usam em lamparinas.

- � claro que depois de refinarem. - Ent�o sabe sobre petr�leo?

S� o que aprendi para representar um homem chamado Rockefeller.

Ele � um dos meus melhores clientes.

Bem, obrigado. Adeus.

Te vejo no tribunal, advogado.

- Achei que ele tinha te vencido. - Eu tamb�m, por um minuto.

- Como sabia a resposta, Hoppy? - Sim, como sabia?

Lembram do processo do BAR 20 h� cerca de dois anos?

- Sim. - Foi a mesma a��o.

- Bem, vamos para o rancho. - Vamos.

- Estava te procurando, Trimble. - Sim.

Encontrei o homem para substituir o Lou Sykes. o Nolan aqui.

- Demos sorte. - Nem tanto.

- Venha c�. - Voc� parece assustado.

Voc� tamb�m estaria vendo um milh�o escorregando pelos seus dedos.

Quem � aquele?

O advogado de Boston que vem dificultando nossa vida.

Aquela roupa n�o me engana.

Ele � o Hopalong Cassidy, encarregado do BAR 20.

Voc� est� enganado.

N�o sobre o homem que fez isso comigo.

- � ele quem chamam de Hoppy? - Ele mesmo.

E prometi algo a Hopalong Cassidy.

Voc� ficar� com o trabalho do Lou Sykes e cavalgar� esta noite.

Vamos.

Ol�, homens.

Ol�.

Ol�.

- E o Cassidy? - Ele est� l�.

Ele s� est� com as mulheres.

Quando chegarmos, s� ataquem quando eu der o sinal, entenderam?

Antes do dia nascer, acabaremos com a farsa do Sr. Cassidy.

Vamos.

Rowbottom emitiu mandados para n�s.

E o Cassidy foi juramentado para servi-los.

- Como sabe disso? - O atendente ouviu e me avisou.

Cuidaremos do Rowbottom.

Vamos para o esconderijo. Nolan deve se reportar ao amanhecer.

Voc� trabalhou a noite toda.

Bom dia. Tinha que terminar esse trabalho.

Agora seu primo ser� capaz de libertar o Martindale.

Tudo aqui. As compras das terras e os ataques dos cavaleiro da noite.

Isso deve facilitar para o Corwin.

Por sinal, o Jimmy deve estar chegando.

- Aposto que ficar� feliz em v�-lo. - Com certeza.

O que s�o isso?

Mandados de pris�o para o Trimble e seus homens.

O delegado n�o se atreveu a servi-los,

ent�o me juramentou para formar uma posse.

California est� reunindo os homens agora.

Voc� � um homem estranho, Bill Cassidy.

Apesar do que faz pelos outros, voc� n�o quer nada para si mesmo.

Eu n�o sei. Ganho algo com isso.

Entendo, Hoppy. Sempre lembrarei e serei agradecida.

Aposto que n�o dormiu nada.

Bem, nunca se sabe quando os Cavaleiros da Noite atacar�o.

O que acha de esquec�-los? Podemos cuidar deles se vierem.

� melhor descansar um pouco.

L� est�o eles. Os Cavaleiros!

Veja se as cortinas est�o fechadas.

Est�o.

- Isso est� vazio. - Olhe, de festim.

Jeff estava por aqui enquanto se lavava para o jantar.

Se eu tivesse te ouvido.

- Abra, Cassidy. - Sam Nolan?

Sim, sou eu, Cassidy... Sam Nolan.

Achou que eu estaria preso em Albuquerque, hein?

Talvez enforcado. Eles n�o puderam me manter preso.

Eu tenho amigos. Abra a porta!

Vamos. Guardem essas coisas!

N�o importa o que aconte�a, entregue isso ao seu primo.

Isso � tudo. Aqui.

Derrubem a porta.

- Hoppy. - Ele s� quer a mim.

- N�o deixarei voc�... - Vamos, por favor. Se apresse!

M�os ao alto.

Voltem. Eu cuido dele. Ser� eu ele. Mais ningu�m.

Saiam!

Coloque as m�os para tr�s.

O bra�o que uso para atirar n�o est� bom.

Voc� fez isso. Lembra?

- Voc� mereceu. - Que te disse no dia que me baleou?

- Que nos encontrar�amos novamente. - Bem, aqui estamos.

- Est� suando, Cassidy? - Bem, vamos...

Fique parado e coloque as m�os para tr�s. Para tr�s.

Bem, por que n�o acaba logo com isso?

Estou esperando que implore para eu n�o te matar.

Isso n�o faria muita diferen�a agora.

N�o tenho certeza disso.

Quando um homem morre, nada mais d�i.

Deve haver algo que doa mais do que a morte.

Cassidy, logo vamos parecer g�meos,

com um tiro no mesmo lugar do bra�o.

Agora, se quiser viver, levante o bra�o direito.

Vamos! Ataquem-no de novo!

Temos que peg�-lo agora.

Hoppy...

- Ol�. - Ol�.

Hoppy... voc� est� bem?

- Claro. Mas olhe quem chegou. - Virginia.

Jimmy.

- Parece que chegamos tarde demais. - Nossa, n�o aconteceu nada ainda.

O homem por tr�s disso ainda est� solto.

E parece que nossa chance de peg�-lo � muito pequena.

Ele ir� para a fronteira depois de saber o que aconteceu aqui.

- Sr. Cassidy! Sr. Cassidy! - O que foi?

- Algu�m me d� uma bebida. - O que houve?

Trimble e Ace est�o esperando pelo Nolan no Jardim do Diabo.

Eles quase me pegaram. Voc� pode peg�-los se for depressa.

Bom trabalho, delegado.

Agora descobriremos o que aprendeu no BAR 20.

Vamos!

Obrigado.

�gua?

- Cad� o Sam Nolan? - Cassidy o pegou.

- E eles sabem de tudo. - Ent�o vamos sair daqui.

- Leve alguns homens e d� a volta. - Certo, Hoppy.

Voc� aprendeu bem.

M�os ao alto. Vamos!

D�-me essa arma. Cavaleiros da Noite, hein?

Um bando de coiotes. M�os ao alto!

M�os ao alto! Ol�, Corwin.

Trimble, n�o passe por a�. Trimble!

N�o passe por a�. Trimble!

Trimble!

Socorro!

Socorro!

Socorro!

- Tudo pronto? - Sim, Hoppy.

Bom.

Ent�o, Corwin, voc� decidiu ficar no Texas, hein?

Sim.

At� os engenheiros chegarem para avaliarem o petr�leo da Virginia.

Isso � �timo. Fiquem com essa terra.

Nunca menosprezem o Texas. Sabe, o que h� embaixo da terra,

um dia, pode ser mais importante para a Am�rica do que h� em cima.

- Bem, adeus. - Adeus, Hoppy.

- E obrigado. - N�o h� de qu�.

- At� mais. - Adeus, Hoppy.

- Adeus. - At� mais.

- Adeus. - Adeus.

- Venha, Carlson. - Sou o Rogers.

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