All language subtitles for Ancient.Aliens.S20E11.Mysteries of the Maya.1080p.WEB.h264-EDITH

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que eles criaram uma região instável

que propriamente levou a deslizamentos, a incêndios,

a inundações,

e que isso levou a um colapso social.

No século 16, conquistadores espanhóis chegaram

nas cidades Maia da Península de Yucatán.

Eles encontraram locais pouco povoados ou mesmo abandonados

com muitas estruturas já em ruínas.

E embora os colonizadores espanhóis terem sido os primeiros europeus

a registrarem seus relatos da cultura Maia,

eles também foram os responsáveis por destruir

muito da história dos próprios Maias.

Quando os espanhóis apareceram,

eles queriam convertê-los ao Cristianismo.

O primeiro passo desse processo

foi separá-los de suas sabedorias tradicionais.

E elas eram escritas em livros.

Então, os espanhóis de propósito queimaram

cada documento que puderam encontrar.

Eles destruíram o máximo que puderam.

Hoje temos quatro livros sobreviventes que

pelo menos deixaram os estudiosos capazes de estudar e aprender.

Provavelmente existem mais, quase que certamente

ocultos nas montanhas da Guatemala.

E os Maias, por uma boa razão, os esconderam.

Os segredos dos Maias

e como construíram uma civilização tão avançada

há mais de mil anos foram perdidos para sempre?

Teóricos do antigo astronauta sugerem

que ainda há respostas a serem encontradas

nos textos Maia que sobreviveram,

e seus relatos de seres poderosos

que desceram do céu.

Los Angeles California. 18 de outubro de 2022.

O Museu Getty abre uma exibição

mostrando o livro mais antigo já descoberto nas Américas,

chamado de Codex Maia do México.

Como outros códices Maia, o texto de cerca de 900 anos

consiste de ilustrações e hieróglifos

escritos em três páginas de casca

que foram unidos como um livro.

Os Maias tinham centenas, milhares de códices que

descreviam a história Maia e os deuses

e tudo mais que eles quiseram escrever.

E quatro códices Maia

sabe-se que existem e que sobreviveram.

Adicionalmente a esses manuscritos,

arqueólogos encontraram hieróglifos Maia

esculpidos em templos que datam bem ao início

do século três aC.

Mas como a grande maioria dos códices Maia

foram perdidos ou destruídos,

estudiosos apenas recentemente começaram a decifrar

esse antigo sistema de escrita.

Tem sido um processo longo para

traduzir os hieróglifos Maia,

e ainda não terminamos.

Especialistas estimam que temos

talvez 80% deles traduzidos,

e ainda há glifos que nos eludem.

Há cerca de 70 anos, arqueólogos Maia

começaram a desvendar o mundo hieróglifo Maia,

e nos anos 70, anos 80,

mais e mais da linguagem

foi compreendida em termos de

sua interface com os glifos.

Enquanto estudiosos aprendem lentamente a ler os hieróglifos Maia,

eles descobriram que os códices contém

cartas astronômicas ricamente ilustradas,

tabelas de adivinhação

e instruções para cerimônias religiosas.

Mas a estória mais importante encontrada nos códices

é o registro histórico conhecido como o Popol Vuh.

A estória da criação deles é chamada Popol Vuh.

E o seu capítulo de abertura delineava que os deuses,

os quais os chamavam de realizadores e modeladores,

constituíram o mundo.

Mas a estória realmente é centrada ao redor de

dois meninos, um par de gêmeos

eram chamados de Gêmeos Heróis, Hunahpu e Xbalanque.

E eles batalharam contra os senhores da morte,

e deixaram o mundo mais seguro

para que a nossa criação, ocorresse.

De acordo com a estória, depois que os Gêmeos Heróis

prepararam a Terra para a humanidade,

eles são seguidos por um grande panteão de deuses.

O início da criação deles, e eles até têm uma data para isso,

que é 11 de agosto de

3114 aC.

O Popol Vuh diz que nesse dia,

a estrada das estrelas desceu do céu,

e os deuses, 13 deles,

desceram dos Céus para a Terra

e transmitiram conhecimento

para a população local.

Embora pesquisadores tenham documentado mais de

250 deuses Maia,

esse panteão original de 13 deuses

ensinou aos antigos Maias agricultura, matemática

e astronomia.

O mais proeminente de todos os deuses Maia

descrito no Popol Vuh

é a serpente voadora Kukulkan.

Pensamento elevado e conhecimento

foi um presente de Kukulkan,

que deu a eles sofisticação,

a arte da linguagem, também a matemática.

Kukulkan era a segunda divindade

do panteão Maia.

E o nome significa ambos "vento" e "doador".

Podemos encontrar Kukulkan conectado com

muitas das coisas que acontecem no céu,

sejam esses, sabe, trovões, relâmpagos,

tempestades, chuvas.

E sua aparência era a de uma serpente,

que é um símbolo muito

comum para sabedoria.

O que teóricos do antigo astronauta acham particularmente intrigante

sobre Kukulkan é que esse deus

não é sempre descrito como uma serpente voadora,

mas às vezes aparece com um rosto humanoide

que emerge da boca da serpente.

Na iconografia Maia,

Kukulkan é mostrado como um ser serpente

com uma cabeça humanoide que voa pelo céu.

E isso faz com que imaginemos o que acontece aqui?

É bem possível que

algum tipo de nave que é interpretada

como uma serpente emplumada

e um ser divino emerge dessa nave

e que é o portador da cultura.

Kukulkan parece como uma cobra disparando através do céu.

Se olhar para um avião moderno,

que parece como uma cobra voadora se você não possui

o vocabulário com o qual descreveria

a fuselagem e as asas, por exemplo.

Então, é claro, temos estórias de cobras voadoras

porque esses eram os melhores termos

com os quais descreveram o que testemunharam.

Seria possível que os deuses

descritos nos escritos Maia eram visitantes de outro mundo

testemunhados pelos seus primeiros ancestrais,

como os teóricos do antigo astronauta sugerem?

O primeiro códice Maia conhecido

contendo o Popol Vuh

é datado ao século 16 dC.

Mas arqueólogos identificaram claramente figuras

do Popol Vuh presentes nos templos Maia

que são centenas de anos mais antigos,

e os teóricos do antigo astronauta sugerem

que esses fornecem mais evidências de influência extraterrestre.

Como as gravuras encontradas nas

ruínas de Quiriguá na Guatemala.

O que é interessante é que

um tema muito repetido

do que parece pessoas com capacetes.

Em Quiriguá, Guatemala,

há essa pessoa com capacete

sentada no que lembra muito de

algo de natureza tecnológica,

que parece ser algum tipo de espaçonave.

Talvez a descrição Maia mais extraordinária

de um ser que desce dos Céus

pode ser encontrada em uma pirâmide

na antiga cidade de Chichén Itzá.

Os Maias disseram que os guardiões do céu desceram.

E eles surgiram em seus templos.

Por exemplo, no templo de Chichén Itzá,

todos os anos em 21 de março,

podemos ver a descida do deus Kukulkan,

a serpente emplumada descer.

O Sol nasce,

e devido à orientação astronômica,

por causa dos degraus,

vemos uma sombra triangular descendo o degrau,

o degrau exatamente no centro da pirâmide.

Essas descobertas apoiam

as lendas Maia de como o deus Itzamná

desceu e, deu o conhecimento da escrita e livros

enquanto a serpente emplumada Kukulkan veio

e deu a eles o conhecimento da astronomia e agricultura.

Temos a impressão de que o cerne do conhecimento Maia

veio desses deuses

que provavelmente eram extraterrestres.

Seria possível que as estórias do Popol Vuh

não seriam mitologia ficcional,

mas que são, de fato, história registrada da

antiga interação Maia

com seres que desceram do céu?

Talvez mais pistas podem ser encontradas ao

examinarmos uma cidade Maia em Honduras

que foi construída literalmente

para refletir o cosmos.

Copán, Honduras.

Esse local antigo,

localizado nas profundezas da selva

serviu como um dos centros mais importantes

da civilização Maia.

No auge do seu poder no século 7 dC,

o reino de Copán tinha uma população de pelo menos

20 mil pessoas e cobria uma área

de mais de 260 km².

Copán é uma cidade Maia Clássica

que fica no extremo oriental do mundo Maia.

A maior parte do mundo Maia é construído de pedra calcária,

e muitos desses monumentos de pedra calcária

não se desfizeram.

Mas a escultura de Copán, devido ao tufo vulcânico,

é linda.

Tem baixos relevos que ainda são bem visíveis.

A cidade de Copán é provavelmente uma das mais

conhecidas e investigadas cidade Maia de hoje.

Essas pedras esculpidas de Copán

evocam a imaginação e o mistério desse local.

Era chamada a Atenas do mundo Maia.

Entre as esculturas mais notáveis descobertas em Copán

estão 15 estátuas de pedra conhecidas como "estelas"

que conectam os antigos soberanos da cidade com os deuses.

A parte mais fantástica de Copán são

os monumentos esculpidos que foram esculpidos ao redor.

Eles não são o que chamamos de plano-convex

como uma placa com uma, sabe,

uma gravura em baixo relevo.

Eles são esculpidos no estilo de Michelangelo

ao redor, e são absolutamente fantásticos.

A estela mais conhecida de Copán

foi feita durante o reinado de 36 anos

do soberano Waxaklajuun Ub'aah K'awiil,

mais bem conhecido por seu apelido "18 Coelho."

Em uma das estelas de Copán,

18 Coelho é auto retratado

como o principal deus patrono de Copán,

o deus abrangente K'intay Ahau.

E na estela,

ele basicamente faz uma dissertação do cosmos.

Para todos os efeitos,

18 Coelho é descrito como os astronautas modernos.

Podemos ver tubos, vemos caixas estranhas,

vemos recipientes estranhos e tanques.

Vemos botas.

São coisas que parecem ser mais de origem tecnológica.

E o que é fascinante é que em Tikal, na Guatemala,

uma das estelas mostra esse ser

com um tubo que desce direto da frente

e que depois vai para a esquerda

e termina em um tipo de tanque.

Tudo parece ser muito de origem tecnológica.

Seria como se esses deuses

dos antigos Maias

fossem seres físicos reais,

e que interagiram com os Maias, dando a eles tecnologia,

e que foram realmente fundamentais na criação

dessa cultura avançada da América Central.

As incríveis ruínas de Copán serviriam para comemorar

as interações dos Maias com extraterrestres?

No que diz respeito aos teóricos do antigo astronauta,

a resposta é um sonoro, sim.

E sugerem que mais evidências podem ser encontradas

ao examinarmos a arte de outro famoso local Maia

a 640 km a noroeste.

Sul do México. 1949.

Sob uma pirâmide chamada de Templo das Inscrições

nas ruínas de Palenque,

o arqueólogo Alberto Ruz Lhuillier

descobre uma misteriosa escadaria subterrânea

obstruída por grandes pedras.

Ao longo dos três anos seguintes,

Ruz e sua equipe cuidadosamente liberam a escadaria

que consiste de 71 degraus.

Quando a porta na base da escadaria é finalmente aberta,

eles encontram recintos e mais recintos de esqueletos e artefatos.

E no recinto final, encontram a tumba

do Rei K'inich Janaab' Pakal.

Um dos mais bem conhecidos ahau Maia

ou "senhor real,"

foi Pakal, que governava no século sétimo dC.

E ele governou por 68 anos neste local,

tornando-o o governante que viveu por mais tempo

nas Américas que temos conhecimento.

Embora Pakal tenha se tornado

um líder famoso durante sua vida

hoje ele permanece como um dos reis Maia mais bem conhecidos

por causa da magnificência de sua tumba e sarcófago.

A tumba de Pakal é uma das peças mais impressionantes

da arte Maia que já encontramos.

Na parte de cima da tampa está uma gravura muito elaborada

que acreditamos ser uma descrição de Pakal

descendo para o submundo após sua morte.

Apesar de muitos historiadores e arqueólogos

interpretarem a gravura na tampa de Pakal

como a descida do rei para o submundo,

teóricos do antigo astronauta sugerem

que ela descreve um tipo muito diferente de jornada.

O sarcófago do Senhor Pakal permanecerá eternamente

como uma das provas irrefutáveis da teoria do antigo astronauta.

Ele está em uma posição reclinada.

Tem um aparato de respiração ligado ao seu nariz.

Suas mãos manipulam alguns botões.

E seus pés estão em pedais.

É como se Pakal estivesse subindo ao espaço

dentro de algum tipo de foguete.

No que diz respeito aos teóricos do antigo astronauta,

a ideia de que a tampa do sarcófago do Rei Pakal

descreve uma jornada ao espaço é apoiada por escritos Maia

que cercam a gravura icônica.

Aqueles glifos Maia dizem

que esse é a jornada do Rei Pakal para Xibalba.

"Xibalba" significa submundo.

Bem, arqueólogos, há cerca de 15 anos,

revisitaram o termo "Xibalba" e concluíram

que, na verdade, "Xibalba" pode também ser traduzido

como "Via Láctea."

E de repente, essa descrição fez sentido

porque o que temos aqui é uma representação

do Rei Pakal em sua jornada para a Via Láctea.

Seria possível que a gravura

no sarcófago do Rei Pakal

descreveria o cockpit de uma espaçonave?

Os artefatos de Palenque e Copán

apoiariam a noção de que os Maias não apenas escreveram estórias

sobre deuses que desceram do céu

mas que tiveram encontros com seres de outro mundo?

Teóricos do antigo astronauta dizem que sim,

e sugerem que mais evidências podem ser encontradas

no local Maia mais antigo já descoberto.

Um local que, até o século 20,

permaneceu oculto nas selvas da Guatemala

por mais de mil anos.

Bacia de Mirador,

norte da Guatemala, 1978.

Uma equipe de arqueólogos Americanos

lança um projeto para escavar um sítio antigo misterioso

que foi descoberto nas profundezas da selva.

Chamado El Mirador, ele apresenta duas pirâmides gigantes

agora conhecidas como El Tigre e La Danta.

A Bacia de Mirador está nas profundezas da selva.

Você pode passar de avião sobre ela,

mas realmente não verá nada.

Tudo está coberto por árvores.

Então, presumimos que,

se humanos estiveram lá,

não teriam construído nada substancial.

Mas quando chegamos no solo e podemos ver

da base das árvores em vez do topo,

percebemos que muitas coisas

que confundimos com montanhas eram de fato pirâmides gigantes.

Arte esculpida nas pirâmides

em El Mirador foram identificadas como pertencentes aos Maias.

La Danta, a maior das duas, é maior em volume

do que a Grande Pirâmide de Gizé no Egito.

La Danta, não é apenas uma pirâmide,

é uma pirâmide com pirâmides em seu topo.

Quero dizer, é uma estrutura massiva

que rivaliza ou é ainda maior

do que qualquer outro complexo de templos Maia.

Pesquisadores do Mirador Archaeological Project,

que durou de 1978 a 1983,

ficaram perplexos ao descobrir

estruturas Maia tão massivas

nessa área remota da selva.

E isso levantou a questão,

esse seria um dos locais Maia mais antigos já descobertos,

construído em um tempo quando o ambiente era mais hospitaleiro?

A resposta seria fornecida pelo arqueólogo Richard Hansen,

que estava encarregado do Complexo do Tigre

na parte ocidental do sítio.

Em março de 1979,

Richard Hansen escavava um recinto dentro de uma estrutura

chamada Templo do Grande Jaguar.

Na época, essas estruturas eram consideradas como

sendo do período que chamavam de Maia Clássico

que datam de cerca de 250 dC a 900 dC.

E isso se deve aos arqueólogos não pensarem

que os Maias seriam capazes de construir

grandes estruturas como essa antes daquela época.

Mas Hansen se deparou com artefatos cerâmicos

que imediatamente os reconheceu como Chicanel,

que significava que eram artefatos de cerca de 200 aC.

E, claro, ele ficou chocado.

Richard Hansen disse que ele rapidamente percebeu

que todo o modelo evolucionário dos Maias estava errado.

E naquele momento, ele era a única pessoa

do mundo que sabia disso.

Desde a descoberta de Hansen,

outros dados científicos revelaram

que El Mirador data a pelo menos 600 aC,

e que poderia ser ainda mais antigo.

Isso é muito tempo antes da Era Maia Clássica,

que é o período quando a maioria dos arqueólogos acreditava

que os Maias começaram a construir estruturas monumentais.

O debate sobre como subdividir a história Maia

tem na verdade durado o mesmo tempo que estudamos os Maias.

Mas por décadas,

havia um entendimento

que, antes do período Clássico,

eles tinham um estilo,

de vida do tipo vila.

Foi nos últimos 50 anos mais ou menos,

incluindo informações de locais como El Mirador,

que temos, como arqueólogos, a entendermos

e compreendermos o fato que uma grande civilização

na verdade pré-data o período Clássico.

Para os teóricos do antigo astronauta,

as descobertas em El Mirador apoiam a ideia

de que as estórias Maia dos deuses do céu são, de fato

relatos históricos de visitações extraterrestres.

Os Maias diziam que estiveram em contato

com os deuses e que receberam conhecimentos

diretamente desses seres extraterrestres.

E o que descobrimos é que as pirâmides

que foram construídas, provavelmente, para honrar

esses seres de outro mundo.

Em 2003, 24 anos

depois da primeira descoberta incrível em El Mirador,

o Dr. Richard Hansen teve a oportunidade

de conduzir uma pesquisa em uma área muito maior da Bacia

usando um método remoto sofisticado de detecção chamado LiDAR.

LiDAR é um dispositivo detector a laser de imagem e alcance.

Ele usa luz da mesma forma que um radar usa ondas de rádio

para detecção e alcance.

Um sistema compacto pode voar

em um avião pequeno.

Em quatro ou cinco horas,

podemos mapear 200 km²

com uma resolução realmente alta,

algo que levaríamos anos ou décadas

para uma equipe de terra usando técnicas tradicionais.

O Dr. Hansen passou quase duas décadas

realizando suas pesquisas com o LiDAR e o que ele descobriu é

que as pirâmides de El Tigre e La Danta fornecem

apenas um pequeno vislumbre

do que está oculto nas selvas de Mirador.

5 de dezembro de 2022.

Após 19 anos do vasto estudo com o LiDAR

da Bacia de Mirador, o Dr. Richard Hansen

e sua equipe arqueológica anunciaram suas descobertas.

Incrivelmente, as pesquisas com o LiDAR que cobriram

1.6 milhões de acres da selva

revelaram quase 1.000 assentamentos antigos Maia

incluindo casas, palácios

e pirâmides colossais.

E acredita-se que eles remontam

a pelo menos 3 mil anos

muito tempo antes do auge da civilização Maia.

Essas são algumas das maiores edificações

já foram feitas pelos Maias.

Algumas dessas edificações incluem

coisas como quadras de bola,

estruturas de templos, estruturas de palácios,

complexos residenciais, grupos de praças.

Isso confunde a mente.

O que é impressionante é que encontramos o que parece ser

toda uma civilização

que rivaliza a civilização Egípcia

que os Maias construíram

há muito tempo e

que nunca soubemos que estava lá.

Existem pirâmide ali

que rivalizam as pirâmides do Egito.

Os resultados do estudo com o LiDAR estabeleceram os Maias pré-Clássicos

como tão avançados

quanto as outras grandes civilizações anteriores

como os Egípcios

e os Gregos.

E os arqueólogos ficaram perplexos

com o quanto que os Maias construíram.

Os dados revelaram que ocultos nas selvas

da Bacia de Mirador

existem mais de 110 mil estruturas antigas.

Arqueólogos descobriram

que essa área foi uma vez

densamente povoada.

E eles construíram cidades de pirâmides imensas.

Haviam centenas de milhares,

se não milhões de pessoas que viviam ali.

É realmente sensacional quando podemos ir

e encontrar uma cidade que é desconhecida da ciência moderna.

Quero dizer, isso é incrível.

E para mim, algumas das,

coisas realmente legais,

é poder na verdade

ver aspectos que nos lembram que os Maias eram

exatamente como você e eu.

E poder de ver coisas como um mercado.

Quero dizer, pensamos em coisas como pirâmides

e, como, templos, e coisas desse tipo,

mas encontrar algumas estruturas

que arqueólogos interpretam como sendo um mercado

onde pessoas vinham de locais diferentes

para trocar bens e serviços, isso é impressionante.

A pesquisa com o LiDAR do Dr. Hansen

produziu uma revelação incrível após a outra.

Mas para os arqueólogos, a mais impressionante de todas

era uma rede elaborada de passadiços

ou estradas elevadas.

El Mirador tem esses passadiços elevados,

super auto estradas é como

arqueólogos os descrevem,

e eles foram na verdade cobertos com gesso branco

para que pudessem refletir a luz da lua

para que pudessem então viajar durante o período noturno.

Esses antigos passadiços Maia são considerados

mais sofisticados do que os das outras civilizações

da época, como os dos Gregos e Romanos

devido ao fato de que eram elevados por muitos quilômetros.

O passadiço mais longo que conhecemos

tem mais de 100 km de comprimento.

A maior parte do passadiço conecta

o sítio de Mirador a outros sítios.

Alguns desses passadiços tinham o tamanho

de uma auto estrada de quatro pistas.

Eles têm provavelmente entre dois a cinco metros de elevação

em relação às terras baixas.

Então isso foi uma tarefa imensa.

Dê o nome de outra cidade em 1000 aC

que tinha estradas elevadas

que são tão largos quanto uma auto estrada de quatro pistas.

Não existe.

As descobertas que continuam a ser feitas na Bacia de Mirador

estão elevando completamente nossa compreensão dos Maias,

e apresentam novas questões

em como essa cultura sofisticada

emergiu aparentemente do nada há mais de 3 mil anos.

O que descobrimos ali

é um capítulo perdido

da história humana.

Porque agora elas determinaram

que mesmo mil anos antes do período Clássico Maia

eles tinham uma rede completa de estradas

com edifícios, com estruturas.

Quero dizer, minha mente explodiu

porque isso reescreve completamente a história Maia.

Temos um cenário todo novo aqui.

A teoria evolucionária de como os Maias apareceram

está errada.

Ela foi completamente abalada por essa descoberta.

Como é que os primeiros Maias desenvolveram

cidades sofisticadas e estruturas

em uma época em que se imaginava

que todo o continente Norte Americano era

povoado por pessoas nômades primitivas?

Seria possível que a estória da criação Maia é, de fato,

um relato histórico de uma visitação extraterrestre?

Teóricos do antigo astronauta dizem que sim, e sugerem que

mais evidências podem ser encontradas

ao examinarmos uma conexão Maia

com o aglomerado de estrelas das Plêiades.

Localizado a 400 anos-luz da Terra,

perto da constelação de Touro,

fica um aglomerado de estrelas conhecido como as Plêiades.

É comumente reconhecido como as sete estrelas brilhantes

referenciadas com as Sete Irmãs.

Mas existem, de fato, ao redor de 3 mil estrelas

do aglomerado de estrelas das Plêiades.

Essa área do céu noturno tinha grande significância

para a civilização Maia.

Os próprios Maias associavam

os seres celestiais que tiveram contato

com seus próprios ancestrais com a constelação de Plêiades.

Nos últimos anos,

isso veio através do trabalho

e ensinamentos

de um escritor e pesquisador

de nome José Argüelles,

que durante os anos 1970

passou muito tempo nas terras Maia,

tendo suas próprias experiências

falando com os próprios Maias,

e chegando à conclusão de

que os fundadores da civilização Maia eram,

de fato, seres estelares que vieram em um passado distante.

Isso deu aos Maias o conhecimento e sabedoria

para criar as fundações de sua civilização.

Seria possível que os Maias identificaram

as Plêiades como o lar dos seus deuses

porque isso foi contado aos seus ancestrais

por visitantes extraterrestres?

No que diz respeito aos teóricos do antigo astronauta,

essa questão foi respondida pelos recentes

estudos com o LiDAR em El Mirador.

Porque o que eles revelaram é que, incrivelmente,

as antigas estruturas de El Mirador

aparentam terem sido intencionalmente posicionadas

para espelhar as sete estrelas mais brilhantes das Plêiades.

Alguns arqueólogos sugeriram que El Mirador está

alinhado com as Plêiades

e que as pirâmides e outras estruturas ali

são de fato uma recriação do sistema estelar das Plêiades

nas terras da Bacia de El Mirador.

Na minha opinião, aquelas estruturas são

cartões de visita dos nossos visitantes de há muito tempo.

A configuração de El Mirador forneceria a prova definitiva

de que a sociedade Maia foi o produto

de uma intervenção extraterrestre?

Embora os teóricos do antigo astronauta achem

essa possibilidade intrigante,

eles acreditam que descobertas ainda mais profundas

ainda serão feitas.

As coisas que pudemos escavar,

é apenas uma fração,

uma subporcentagem do que está de verdade

lá fora para ver.

Posso dizer com confiança que escavamos

menos de um porcento do mundo Maia.

Mesmo nas cidades que conhecemos bem, como Palenque por exemplo,

eu fiz um mapa de Palenque.

Eu mapeei quase 1.500 edificações.

Nós escavamos 33.

E essa é uma cidade bem conhecida.

Mal começamos a arranhar

a superfície do que ainda resta

da antiga sociedade Maia.

Quando um turista ou um arqueólogo vai

para a planície Maia,

é muito extraordinário ver

pirâmides despontando das copas das árvores da selva.

E você fica tentado a pensar,

"Bem, uau, deve haver milhares de sítios

que ainda restam para serem descobertos."

Quando olhamos para o que acontece na nação Maia agora,

é um ressurgimento de uma civilização perdida há muito tempo,

mas que é verdadeiramente a mais magnificente

de toda a história humana.

O Maia moderno deve ter

um orgulho incrível.

Isso é a linhagem deles.

Isso são seus ancestrais

que construíram essas cidades magnificentes

que agora estão sendo reveladas e descobertas.

Acho que encontraremos aqui são

algumas novas descobertas incríveis dos Maias.

E isso finalmente irá apontar para as Plêiades

e extraterrestres como aqueles que foram

os mestres dessa civilização.

As cidades perdidas da Bacia de Mirador,

que os arqueólogos apenas começaram a explorar

conteriam novas evidências incríveis sobre,

não apenas dos Maias

mas das origens da civilização humana?

As selvas da América Central ocultariam

a prova definitiva de uma visitação alienígena?

Talvez enquanto continuamos a desvendar

os mistérios dos Maias,

aprenderemos que as estórias dos deuses do céu deles são,

de fato, relatos históricos

do nosso passado extraterrestre.

Legendas: Gian1107. Julho de 2024.

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