All language subtitles for The Originals S01E20 A Closer Walk with Thee-por

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Original subtitles

Anteriormente...

Se não podemos criar uma comunidade, para que serve tudo?

Matem-se uns aos outros e acabem lá com isso.

Se não há paz entre nós, como esperas que haja com outros?

Os habitantes da cidade não cumprirão o acordo.

O tipo da mota, o bombista, devia dinheiro aos casinos.

Acima de tudo, aos humanos que os gerem.

-Dizem para te deixar viver. -O que quer que seja, arranjá-lo-ei.

Querem que matemos o filho do Klaus.

Fui enfeitiçado e não sei quanto tempo tenho.

Estou a ligar-te para te dizer que o padre está morto.

O teu exílio está suspenso durante as próximas 24 horas.

Podes regressar ao Bairro para enterrar o teu amigo.

Olá.

Saudações, rapaz.

Nova Orleães está cheia de fantasmas.

Os nossos mortos estão sempre aqui. A pairar.

Quando as criaturas sobrenaturais morrem,

estão condenadas a passar a eternidade

sozinhas, a ver o mundo continuar sem elas.

Claro que não é esse o caso das bruxas ancestrais.

Nós ficamos por cá de uma maneira diferente.

Consagradas na terra, reabastecendo o seu poder.

E os humanos?

Alguns encontram a paz, outros não.

Tenho de ir ao velório do padre.

Vocês três voltem para o lycée.

Aproveitem para pensar nos espíritos que podem ainda caminhar ao vosso lado.

Não sei porque devemos ralar-nos com o Kieran O'Connell.

Ralamo-nos porque, quando um pilar da nossa comunidade falece, Monique,

declara-se um cessar-fogo e presta-se-lhe homenagem.

Ou só queres ver o Klaus.

Estão a tornar-se íntimos.

Preciso que os Mikaelsons confiem em mim,

-para poder aproximar-me o suficiente... -Para matar o bebé?

Para cumprir a minha obrigação para com os nossos antepassados.

Vai para casa, Monique.

Ei, a Terra chama-te.

-A tua cara... -Há de sarar.

Ouve, queria agradecer-te.

A menos que venhas equipada com meios para encher isto,

não são necessárias outras banalidades.

Está bem.

Estou de péssimo humor porque o meu tio morreu

e as pessoas divertem-se como se fosse o Mardi Gras. Qual é a tua desculpa?

-Klaus, a sério... -Tenho tido sonhos

sobre o meu pai morto.

Não é necessário diagnóstico, querida. Já decifrei este.

Os meus medos da paternidade, de traumatizar

a minha filha com o meu pai me traumatizou,

manifestam-se na forma de sonhos.

É horrivelmente clichê.

Para ser sincera, surpreende-me ouvir-te reconhecer em voz alta que vais ser pai.

A mãe da tua filha vive no bayou há meses.

Não é propriamente o What to Expect When You're Expecting.

Sei mais sobre as dificuldades da paternidade

do que possas imaginar, Camille.

E correu tão bem para ti, na primeira vez. Para quê mudar alguma coisa?

Bom, vejo que veio devolver propriedade roubada.

Pelo contrário. Decidi que o rapaz ficará comigo.

Infelizmente, não está à venda.

Não desejo comprá-lo.

Vai conceder-lhe a liberdade.

E se eu recusar?

Parece achar que a questão está aberta a discussão.

Tudo bem. Leve-o.

Não valia nada para mim, de qualquer forma.

Disseram-me que ele é teu pai.

É verdade?

Sabes, o meu pai também me odiava.

A verdade, Marcellus,

é que a família pode ser mais do que aqueles com quem temos laços de sangue.

Podemos escolher.

Sei que não tenho aparecido por aqui, ultimamente.

Diz muito sobre o Padre Kieran,

o facto de podermos reunir-nos e partilhar uma bebida

e uma história ou duas.

O Kieran chegou à cidade num velho carro,

depois da morte do pai dele, há 25 anos.

E, caramba, aquele tipo sabia divertir-se.

Claro que isso foi antes de fazer os seus votos.

Mas, mesmo nessa altura, era dedicado ao Bairro.

Sabia que esta cidade precisava dele.

E ainda precisamos.

-Ao Padre K. -Ao Padre K.

Parece que tivemos a mesma ideia.

Cami, certo?

Informaram-me de que o colar do Kieran desapareceu.

Sabes a chave que ele usava sempre?

Presumo que a tenha deixado para mim.

Desculpa?

Que indelicada.

Sou a Francesca Correa.

Substituí o teu tio como representante da fação,

quando as faculdades mentais dele ficaram comprometidas.

As faculdades dele não foram comprometidas. Foi enfeitiçado.

Enfeitiçado por um dos nossos inimigos.

Ouve, estou empenhada em proteger as pessoas desta cidade

e, para o fazer, preciso da chave.

Deve ter caído, durante os acontecimentos

que levaram à sua morte prematura. Lamento.

Parece pouco civilizado

rir e dançar à volta do corpo de um ente querido.

Sim, é muito melhor praticar o teu processo de luto com um copo.

Negação, raiva e juntar caixões em caves.

Devo avisar-te, Hayley, o Niklaus está de péssimo humor, hoje.

Vai-te lixar.

Que história é esta dos anéis de luar?

O Oliver está a tentar começar uma revolução,

as pessoas estão com medo, zangadas e, sinceramente, estou farta de empatar.

É um dia de paz, Hayley. Tenta aproveitá-lo.

E, entretanto, com todo o tipo de inimigos desconhecidos

a conspirarem contra a nossa família, vais voltar para nossa casa.

Fabuloso. Assim, podes fazer aquilo em que me prendes na torre,

eu fujo, há drama e, depois, vocês os dois percebem

que sou bem capaz de cuidar de mim.

Os anéis estão a avançar.

Cumprirei a minha palavra. Encontraremos e castigaremos

quem vos atacou,

e vais regressar ao complexo para tua segurança.

Mas, agora, vou terminar esta garrafa e a próxima,

na esperança de afogar o demónio que decidiu assombrar-me, hoje.

Saúde, Mikael. Impecável sentido de oportunidade freudiano.

Desenvolve.

Tens sonhado com o nosso pai?

Força, ri-te à vontade.

Garanto-te que não há nada nisto que ache minimamente engraçada, Niklaus.

Especialmente tendo em conta que também tenho sonhado com ele.

-O quê? -Se também o vês...

Talvez os nossos inimigos desconhecidos estejam a orquestrar outro ataque.

Então, haverá melhor maneira de assinalar um dia de paz

do que matando alguém?

LOJA DE VUDU

Desapareceste da festa.

Importas-te de explicar

porque decidiste atormentar-nos com visões do nosso pai?

O vosso pai?

-Não o fiz. Não o faria. -Claro que não, que tolice a minha.

Deve ter sido a outra bruxa que tem desfilado pela nossa casa em rendas.

Sei como és talentosa com a língua, Genevieve.

Posso recomendar que a uses para dar respostas?

Detestaria arrancar-ta da boca.

Por muito que aprecie as insistentes acusações de maldade,

não sei do que estão a falar.

Mas, se ambos têm visto o vosso pai morto, posso tentar obter respostas.

Ótimo. Vai.

-Niklaus, não te atrevas... -Vai.

Não confias nela, e fazes bem.

Só um tolo confiaria. Mas ela quer muito que confiemos, não quer?

Deixa-me adivinhar: tens algo a ganhar com isto.

Preciso de uma bruxa para fazer os anéis para os lobos.

E talvez consigamos tanto respostas como colaboração.

Não sei se os antepassados gostariam que nos metêssemos com o mundo espiritual.

É só uma sessão espírita.

As falsas bruxas fazem-nas para impressionar os turistas.

Não são reais.

-Para que é isso? -É do meu amigo Tim.

De que serve sermos bruxas, se não podemos usar a nossa magia para coisas assim?

Tim?

Que música maravilhosa.

Então, o Klaus dá-te 24 horas no Bairro e passa-las num velório comigo?

Não há preparativos para a guerra nem peças de xadrez para movimentar?

Estamos a homenagear o Kieran.

Até nós, os vilões, podemos tirar folga.

Talvez tu possas. Não sei se os humanos estão a portar-se bem.

Esta tal Francesca encurralou-me, há pouco, a perguntar-me por uma chave.

O que lhe disseste?

Não importa, não a tenho.

E sabes disso, senão, terias perguntado: "Que chave?"

Pedi ao Josh para a roubar para mim.

Do corpo do meu tio doente e moribundo?

Estou a tentar fazer-te um favor.

Confia em mim, não queres envolver-te nisto.

-Confiar em ti? Estás a brincar? -Cami, isto é superior a ti.

Não sejas condescendente. Sabes o que é superior a mim?

O meu tio perdeu o juízo, deu-me uma tareia e, depois, morreu.

E, agora, tenho de velar o corpo dele...

Eu fico contigo.

Não estou a mentir, estou a tentar proteger-te.

Tens de ir. Agora mesmo.

-Eu falo-te da chave. -Não quero saber!

Não quero saber nada disso.

-Genevieve... -Perguntei por aí.

Não é só o teu pai.

O purgatório onde as almas sobrenaturais estão presas está a desintegrar-se.

-Como assim? - Ela tem razão, mais ou menos.

Na verdade, está a implodir.

Liguei a uma bruxa Bennett relutante, em Mystic Falls,

que disse o mesmo: os mortos estão a ser arrastados para o nada,

e não estão interessados em ir pacificamente.

Estás a dizer que o nosso pai, perante a extinção permanente,

decidiu passar o tempo que lhe resta a atormentar-nos? Que maravilha!

Pela positiva, em breve nos livraremos da sua alma odiosa para sempre.

E que bom que vai ser.

Então, estou ilibada, Elijah?

Ou há alguma conspiração nova pela qual me queiram ameaçar?

Não me lembro de nada, neste preciso momento.

Obrigada.

Tenho de voltar para junto das raparigas.

Talvez, amanhã, depois do funeral, tu e eu pudéssemos

passar algum tempo juntos. A sós.

Acho que logo se verá.

Diz-me que tens um método mais forte

para controlar a bruxa do que fazendo-te de difícil.

Bom, sempre gostei dos clássicos.

Hayley, certo?

Suponho que não estejas aqui por quereres fazer uma nova amiga.

Não considero terroristas minhas amigas.

Já fui acusada de tudo, desde roubo até chantagem,

mas terrorista? Esta é nova.

Um humano chegou de mota à nossa casa no bayou e mandou-se pelos ares.

Eu soube. Horrível.

Boa noite.

O que consta nas ruas é que ele devia 100 mil dólares ao Casino Palace Royal.

E, depois da morte dele, a dívida foi apagar.

Como que por magia.

O Jeff era presença habitual nas minhas roletas.

Umas vezes ganhava, outras vezes perdia.

Absolvi a família da dívida dele por pura bondade.

Fica à vontade para farejar.

Tenho as mãos limpas.

E aconselho-te a teres boas maneiras.

É uma sorte estares viva.

É sobre ti que os lobos sussurram como se fosses realeza.

Se eu estivesse interessada em fazer mal aos lobos,

serias tu o meu alvo.

E, quando vou atrás de alguém...

não falho.

A tua leitura foi muito bonita.

Ataque à traição. Não é justo. Ainda estou chateada.

Fala-me da chave.

Não disseste que não querias saber?

Gostava de dizer que dormi sobre o assunto.

Mas fiquei acordada, junto do corpo de um padre enfeitiçado,

só para vir a um funeral cheio de vampiros, por isso, acho...

que devias falar-me da chave.

O Kieran disse-me que a chave conduz a algo que pode ser usado

contra os sobrenaturais, se passarmos demasiado das marcas.

Ele e eu tivemos os nossos altos e baixos, mas

confiávamos um no outro. Então, deixei estar,

porque sabia que, se ele usasse a caixa de Pandora que aquela chave abre,

seria porque não tinha alternativa.

Podias ter-ma pedido.

Ter-ma-ias entregado?

-Então, o que abre? -Não sei.

Virei a cidade do avesso, ontem à noite, a tentar descobrir.

A igreja, o presbitério, até procurei no túmulo da tua família.

É difícil encontrar uma agulha num palheiro,

quando nem se sabe como é a agulha.

E queres saber se tenho ideias. É por isso que estás aqui.

Estou aqui porque o meu amigo morreu

e a minha outra amiga está a sofrer.

Podes questionar as minhas intenções à vontade, Cami.

Estou aqui pelo Kieran e por ti.

Estás bem? Estás...

Grávida de cem meses e ainda chateada com o mundo?

Ia dizer que estás muito bonita.

Achas que eu era o alvo daqueles ataques?

Claro.

Se eu entrasse em guerra com os lobos, serias o meu primeiro alvo.

Enforcava-te, para todos os teus adoradores te verem.

Acho que isso foi o meu irmão a dizer que

gostaria que voltasses para casa connosco.

Devias tentar uma abordagem diferente, Niklaus.

Menos referências a homicídio.

Por muito que detestasse pôr-te ao ombro e arrastar-te,

aos coices e aos gritos, para o complexo, ambos sabemos que o farei.

Pelo bem da minha filha.

Um pesadelo e, de repente, queres ser um pai responsável.

Deixa-me pôr isto em perspetiva.

O meu pai vivia para me atormentar.

Não tenciono tornar-me como ele.

Este ciclo de sofrimento termina com a minha filha.

Esqueceste-te de uma coisa, na tua tentativa de defender o teu caso.

Ela não é tua filha. É nossa.

Muito sentido, Niklaus.

Odeio funerais.

Cami.

-Hayley. Olá. -Olá.

Eu sei que não me conheces. Só queria dizer que lamento pelo teu tio.

Ele foi muito bom para pessoas como eu, durante a tempestade,

e fiquei-lhe muito grata por isso.

Obrigada.

Queres alguma coisa, não queres?

Peço desculpa pela escolha do momento.

Perguntava-me se, antes de morrer,

ele disse alguma coisa esquisita sobre a Francesca Correa.

Acho que ela pode ter estado envolvida num ataque no bayou.

Se souberes alguma coisa...

Ouve, Hayley, estou a tentar, sem sucesso, não me envolver em nada disto,

mas ela é uma grande cabra, por isso, se souber alguma coisa, eu digo-te.

-Obrigada. E, mais uma vez, lamento. -Eu também.

Klaus.

Hayley!

-Posso ajudar. -Não lhe toques

Deixa-a, Elijah. Ela era enfermeira.

Há um feitiço que posso fazer. Klaus, traz camomila da despensa.

Ela está a tremer. O teu casaco, Elijah.

Ela não está a respirar.

Ouço o coração da bebé, mas não o dela.

Quem é você?

Suponho...

que seja da família.

"No princípio existia o Verbo. E o Verbo era Deus.

No princípio Ele estava em Deus.

Nele é que estava a vida.

E a Vida era a Luz dos homens.

A Luz brilhou nas trevas.

E as trevas não a dominaram."

Cami?

O Sean não teve funeral.

Os nossos pais não queriam nada com ele, e o município sepultou-o aqui,

com os criminosos e os zés-ninguém. Os não amados.

Disseste que procuraste no túmulo da minha família, mas estive a pensar.

Perguntei-me porque não teria o Kieran enterrado o Sean onde era o lugar dele,

junto da família.

Mas, depois, percebi: e se tivesse visto nisso uma oportunidade

para esconder algo que não queria que mais ninguém encontrasse?

Cami, podemos fazer isto noutra altura.

O mau sentido de oportunidade é o tema do dia.

Vou precisar de uma marreta.

Vá lá.

Continua a não respirar.

Não está a resultar.

Presumo que a minha reputação me preceda.

Isto é um pesadelo. Estou a sonhar.

Pelo contrário, minha querida.

Isto é muito real.

Bem-vinda ao meu inferno.

Preso numa eternidade a ver aquela criatura

hedionda a que os meus filhos chamam irmão.

Mas está morto. Como posso estar aqui?

Meu Deus! Não!

-Não! A bebé! -A bebé?

Essa criança nunca teve hipótese.

E, como se a tua linhagem não fosse suja o

suficiente, misturaste-a com a do Klaus?

O canalha imortal, a imaginar-se como pai.

Ela não está morta.

Não estou morta. Se estivesse morta, não estaria a tentar matar-me.

Vou levá-la a um médico a sério.

Se a deslocares, o meu feitiço vai quebrar-se.

Não haverá tempo para a levar a um hospital.

A bebé sobreviverá, se for tirada agora?

-Eu mesmo lha arranco. -A Hayley esvair-se-á em sangue.

-Não vou perder essa bebé. -Eu não perderei nenhuma das duas.

Sei o que fazer. Tragam a minha mala. A bolsa de vudu. Já!

Está morto, Mikael. O seu filho já o venceu.

Ele não é meu filho.

É um flagelo.

Um símbolo andante de fraqueza.

Não há como salvar essa atrocidade que supura no teu ventre.

O Klaus irá destruí-la, de uma forma ou de outra.

Mais vale que morra já.

E tu juntamente com ela.

A minha filha tem uma vantagem que o Klaus nunca teve.

Nunca o conhecerá.

Hayley.

Estás bem, querida. Estás bem.

Vi-o. Ele tentou matar-me.

Vi o Mikael.

Revelaste-te muito resistente, lobinha.

Lutadoras, as duas.

Acho que tivemos de ser.

Especialmente nos últimos tempos.

Decidi que vou voltar para cá.

Fico aliviado.

Mas nada de guarda-costas estúpidos, nada de me dares ordens.

Só peço que a criança seja mantida em segurança.

E eu?

O que acontece, depois de ela nascer? Se tentares tirar-ma...

Vem comigo.

Por favor.

Quero mostrar-te uma coisa.

Por incrível que pareça, Hayley, gostaria que ficasses aqui.

A nossa filha deveria ser criada pelos pais.

Na casa da sua família.

Tu, eu, o Elijah e a bebé milagrosa todos sob o mesmo teto.

Parece um reality show péssimo.

Disseste que viste o meu pai.

Porque lhe chamas isso?

Ele não é o teu verdadeiro pai.

Fez estragos que só um pai poderia fazer.

O que te disse ele?

Nada que fosse verdade.

A Hayley e a bebé estão bem.

Eu levava-a a um médico, depois de ela descansar,

se quiserem, mas está livre de perigo.

Eu saio sozinha.

Genevieve.

Obrigado pela tua ajuda.

De nada.

Arrancaste a minha irmã à minha família.

Não posso perdoar-te isso.

No entanto, talvez me sentisse inclinado a ser um pouco mais gentil,

se me ajudasses com um pequeno problema.

-O que quiseres. -Quando a bebé nascer,

a Hayley voltará a transformar-se na Lua cheia.

Gostaria de criar uma prenda para ela.

Um anel de empoderamento é algo para controlar esta maldição.

-Que tipo de feitiço...? -Um feitiço da minha mãe.

Do Livro das Sombras dela.

Que, segundo sei, tens estado desejosa de obter.

Alguém o deve ter encontrado.

Não me parece.

O meu irmão ensinou-me este código há 15 anos. Nunca soube como o aprendeu.

Podes dizer-me o que diz?

Posso. Mas não direi.

-Lamento. -Cami...

-Isto é demasiado... -Perigoso. Sim, já percebi.

Mas, se o Kieran ensinou isto ao Sean...

sempre houve a intenção de envolver o meu irmão nisto.

Isso faz com que, agora, seja responsabilidade minha.

Goste ou não.

Que raio fizeste à Hayley?

Estava a tentar fazer o que os ancestrais pediram.

Aquele bebé tem uma parte de bruxa.

Os ancestrais querem-na consagrada à terra

para que a magia dela possa alimentar a nossa

comunidade. Ela tem de nascer primeiro,

antes de poder morrer.

Vai-te embora. Não quero olhar para ti.

Miséricorde, não me obriguem a fazer isto.

É uma bebé.

Não me tornem um monstro.

Por favor.

Não.

Não. Não.

Desculpem. Desculpem.

Desculpem, eu faço-o.

Farei o que quiserem.

A Hayley concordou voltar para nossa casa.

Por vontade própria.

Quando o Mikael desaparecer de vez...

achas que, nessa altura, encontrarei a paz?

Espero bem que sim.

Embora não seja só o nosso pai a assombrar-te, Niklaus.

Talvez queiras fazer as pazes com os vivos.

Exijo saber porque não lhes foi concedida a liberdade.

Todas as autoridades competentes decidiram a favor deles.

Achas que não me lembro de ti, rapaz?

Já te transformaram num deles?

Bem me parecia que não.

-Toma. Deixa-me curar-te. -Não.

Sempre disseste que escolhemos a nossa família.

Então, o que sou eu para ti, Klaus?

Fizeste-me uma promessa, quando apunhalaste a tua irmã.

Está finalmente na altura de fazer uma escolha.

Transforma-me agora.

Ou deixa-me morrer.

Não sabes o que estás a pedir-me.

Tornares-te como eu...

roubar-te-ia tudo aquilo que te torna bom.

Eu sei o que és. Quem és.

É isto que quero.

Por favor.

A tua licença termina quando o relógio der as horas.

Eu sei. Não te preocupes.

Tenciono estar bem longe daqui, nessa altura.

Mas, lá por estar no outro lado do rio,

não significa que esteja fora do jogo.

A Lua cheia aproxima-se.

Sei que andas a tramar alguma com os lobos.

E estou farto de dar voltas à cabeça a tentar perceber o que é.

E, dê as voltas que der, acaba comigo e com os meus rapazes mortos.

Ou talvez devamos pôr-nos em fila.

Jurar-te a nossa lealdade mais uma vez.

Assim, se formos mordidos,

talvez te dignes a curar-nos.

É isso que pretendes?

Porque não vai acontecer.

Isso será uma escolha tua.

Tal como escolheste trazer o meu pai para a cidade.

Tu, que conheces melhor do que ninguém o sofrimento que é o ódio de um pai.

-Klaus. -Passei décadas

a tentar compensar o que o teu pai fez.

Como falhei?

Talvez as cicatrizes fossem demasiado profundas.

Boa noite, Marcellus.

Não me deixaste ficar mal.

Criaste-me.

Ensinaste-me tudo o que sei.

Ensinaste-me que não posso dar-me ao luxo de ser fraco.

Não quando os meus inimigos são mais fortes.

Por isso, seja o que for que estás a preparar com os lobos,

fica sabendo que vou lutar pelos meus rapazes.

Vou lutar pela minha cidade, e lutarei até morrer.

Não esperaria menos do que isso.

Se eu morresse e alguém desse uma festa, ficaria tão irritada.

Quase morreste.

Em mil anos, não me lembro de nenhuma vez em que me tenha sentido tão...

assustado.

Elijah.

Tim, és tu?

Quem é você?

O teu amigo Timothy seguiu em frente, Davina.

Lamento muito pelo que o meu filho lhe fez.

É o pai do Klaus?

E sou o único que te pode livrar dele para sempre.

Mas, primeiro, minha bruxinha, preciso de ti.

O que posso fazer?

Podes ressuscitar-me.

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