All language subtitles for The Originals S01E17 Moon Over Bourbon Street-por

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Original subtitles

Anteriormente...

Esta cidade era o meu lar. Quero reavê-lo.

És livre. Vai para longe e nunca mais voltes.

Cada lobisomem será um monte de pelos e dentes afiados,

enquanto o amaldiçoado Clã Crescent será... humano.

Apenas por algumas horas, e serão novamente até a próxima lua cheia,

-Sou o Jackson. -És o lobo que me tem observado.

Era suposto seres a minha esposa.

Ervas trituradas.

Na próxima lua cheia, eles tornam-se humanos.

Dá-lhe isso e a maldição é quebrada.

Eu fui enfeitiçado.

Não sei quanto tempo tenho.

As ancestrais disseram que me castigavam se usasse mal a minha magia outra vez.

Marcellus, estás banido daqui.

Se encontrar o teu rasto, não vai acabar bem para ti.

Muito bem, irmão. Estás a começar a parecer-te comigo.

Dizem que o tempo tudo cura.

Mas quanto maior é a perda...

mais profundo é o golpe.

E mais difícil o caminho para a cura.

A dor pode desaparecer...

mas as cicatrizes relembram-nos o que sofremos.

Fazem-nos determinados

a nunca voltarmos a ser feridos.

À medida que o tempo passa...

distraímo-nos.

Temos atitudes que resultam da nossa frustração.

Reagimos com agressividade.

Cedemos à raiva.

Continuando sempre...

a planear enquanto esperamos por nos tornarmos mais fortes.

Sem darmos conta, o tempo passa.

Estamos curados.

Prontos a recomeçar.

Falaste como alguém que apaziguou os seus demónios.

Os meus demónios estão mortos.

Ou foram mandados embora.

Fica só um monstro persistente com quem partilhas uma cama.

Acredito que encontrarás as tuas roupas e a porta.

Lembras-te de que aquela mulher torturou a nossa irmã?

Também revelou a verdade acerca da traição dela.

E a Rebekah desapareceu para sempre.

Aparentemente, ela já o desejava há algum tempo.

Niklaus, já passou um mês.

Tal como tu, sinto a perda da nossa irmã.

Tens de parar de te distrair com comportamentos ridículos e agir.

Exatamente porquê?

Porque durante o mandato do Marcel a cidade acostumou-se a ter um rei.

Tu querias este trono.

Tens de aceitar a responsabilidade que o acompanha.

Peço desculpa.

Porém, estou concentrado noutras atividades.

Se consegues negligenciar o teu lar com tanta facilidade,

pergunto-me o que será da tua filha.

Esqueceste-te de como era viver sob a ameaça da violência?

Temos de trabalhar juntos, Niklaus.

Vamos limpar esta cidade.

Talvez esteja demasiado corrompida para ter emenda.

Se não fizeres nada, farei eu.

St. Anne tem sido território neutro na nossa cidade.

É muito apropriado que nos reunamos aqui, a pedido de Elijah Mikaelson,

para trazer harmonia a este local que chamamos lar. Obrigado por terem vindo.

Sim, obrigado.

E bem-vindos.

Estas são as regras da cidade, segundo Marcel Gerard.

São agora inválidas, claro, porque sou eu quem manda.

Disseste que se viéssemos, teríamos nós o controlo.

Nunca referiste de todo que te farias rei.

Cada um de vós foi selecionado para representar a sua comunidade.

Cumprirei isso. No entanto, tratarei dos problemas entre fações.

De certa forma somos todos responsáveis pelo atual caos na cidade.

Contudo, vocês têm uma simples escolha pela frente.

Podemos cooperar uns com os outros, ou podem sair.

Vês, Davina? É fácil. Só é preciso tentares.

Estou a tentar.

A tentar e a falhar. Desde que regressaste.

Monique, quando deixas de ser tão má para mim?

Quando deixares de ser fraca.

Supostamente, és uma rapariga da Colheita,

mas talvez não pertenças aqui.

Talvez nunca tenhas pertencido.

Não devias estar ali a brincar ao Clube de Combate com os meninos?

Não, é só para estabelecer hierarquia.

Eles já sabem quem é o alfa.

-A seguir, vamos. -Vá lá.

Tens de experimentar o entrecosto do Tucker.

E depois vamos atirar ferraduras?

-Não gozes com a vida do campo, querida. -Desculpa.

Não estou habituada a tantas atividades de família.

Talvez te possa ajudar a habituares-te.

A única coisa que temos de fazer é esquecer

que passou metade da vida com humanos

e a outra metade com vampiros.

-Ollie, afasta-te. -Não há problema.

Se o mais fraco tem algo a dizer, deve dizê-lo.

Diz-se por aí que o teu Elijah está a ter uma reunião importante.

Adivinha quem não foi convidado.

-Onde ouviste isso? -Não interessa.

A questão é estarmos presos a viver num pântano,

enquanto o teu namorado vampiro decide quem manda na cidade.

Imagino que isso mostre o respeito que ele tem pelos lobisomens.

Nem penses. Esta cidade também é nossa. Devíamos poder ir.

Seria um ato de guerra.

-O Marcel lançou uma maldição... -Criaturas reles não podem decidir...

Padre, acalme-se, por favor.

Obrigado.

Voltando à questão das fronteiras, obedeceremos todos ao seguinte...

Estás a falar a sério? Divides a cidade e os lobisomens nada têm a dizer?

-Que raio faz ela aqui? -Senta-te, Diego.

Não estamos a dividir a cidade, estamos a...

Não, Elijah.

Não haverá paz, se os lobisomens forem excluídos.

Eles também querem negociar.

Se não o conseguirem, garanto que todos se arrependerão.

-De forma nenhuma. -Lobisomens?

Começaremos uma guerra inigualável nesta cidade.

Fazes ideia do que custou reunir aquelas pessoas?

Na verdade, não.

Nem sequer sabia o que estavas aqui a fazer até alguém me dizer.

Diz-me uma coisa, Elijah.

Puseste os lobisomens de parte por minha causa?

Porque eles já não vivem no Bairro Francês.

O que quero é terminar este conflito galopante.

Asseguro-te de que, depois deste acordo, incluirei o teu grupo.

E até lá, o que lhes digo? "Senta"? "Fica"? "Rebola"?

Preferia que não te envolvesses de todo.

Hayley, tens a certeza de que não queres regressar ao recinto?

Achas que o bebé pertence ali?

Achas que aí estará em segurança?

O pântano é melhor?

Eles merecem ter voto na matéria.

Dá-lhes isso.

Sabes que é a decisão correta.

Devias ter visto a cara do teu irmão, quando a Hayley chegou.

A maldição das Crescentes acabou, então.

Achas que isto vai mesmo resultar?

Que encontraremos finalmente alguma paz nesta cidade?

Vi luz no pátio e achei que...

não estarias com uma bruxa psicopata seminua. Achei mal.

Há dez minutos, estava completamente nua.

Cumpriste o teu propósito. Não te prendas aqui.

Vocês realmente adoram irritar bruxas.

A mulher tentou chantagear-me para que eu te esfaqueasse

com a faca mítica de dor insuportável.

Nova Orleães está sempre a criar amantes improváveis.

Mas suponho que não estás aqui para questionar as minhas ações.

Estou aqui por causa do meu tio.

Está a piorar.

Os comprimidos e a meditação não resultam. Perde a lucidez a cada dia.

Uma bruxa fez isto e pode desfazê-lo.

Pareces muito amigo da Genevieve. Talvez a convenças a ajudar.

Não servirá de nada.

Estas bruxas começam a magia,

mas quando se enraízam, alteram a química do cérebro.

Desculpa, Cami.

O mal está feito.

Não aceito isso.

Também não devias aceitar, se a família te fosse importante.

Josh.

Davina, que fazes aqui? Iria ter contigo a qualquer local que dissesses.

Não onde o Klaus ou o Marcel estivessem,

o que seria qualquer local, mas tu entendes o que quero dizer.

Estás bem?

É a Monique.

Não faz ideia do que passei quando estava morta.

Os antepassados odiavam-me por causa do que fiz com a magia.

Não posso retomá-la.

Não devia ter confiado no Marcel quando me disse que regressasse.

Não sei se aguento muito mais.

Novamente zangado com a bruxa?

Tudo sob controlo.

O que era tão importante para me arrastar até aqui?

Tenho uma proposta. Quero que tu e os que abandonaram Klaus se juntem a mim.

A fazer um exército?

Sem isso, não consigo recuperar a cidade.

Não tens nada.

Não tens armas, nem aliados.

Aproximas-te sequer do Bairro e o Elijah mata-te. Ou o Klaus fá-lo-á primeiro.

Talvez deva esconder-me em Bucktown como tu.

Penso que estás aqui porque não queres abandonar a tua casa.

Eu não quero abandonar a minha.

Está a preparar-se uma batalha, T.

Enquanto todos estão ocupados a escolher o seu lado, recuperarei a nossa cidade.

Estás comigo?

Sempre foste ótimo com palavras, Marcel.

Mas desta vez será necessário mais do que um discurso.

Isso é mesmo necessário?

O enjoo está a acabar com o meu espírito benevolente.

Tenho um pensamento que mal pude conter.

Matá-los a todos.

Havemos de resolver o assunto.

Tentei resolvê-lo com o Sean.

Mas concentrei-me demasiado nisso, em vez de tentar impedi-lo.

Não deixarei que isso me aconteça.

És uma O'Connell.

Vão pedir-te que fiques com o meu lugar.

Não o faças.

Vai. Recomeça.

Não vou a lado nenhum, enquanto houver uma hipótese.

Quantas vezes tenho de te dizer que não tenho cura?

Quantas vezes tenho de te dizer que não vou parar de tentar?

Isso é a mesma teimosia de quando eras pequena.

Tinhas sempre de ter razão.

Nunca ouvias.

Teimosa.

Rezei por ti.

Não obtive resposta.

Só há escuridão.

Só há morte.

A minha...

e a tua.

Não, não, não.

Não.

-Mr. Mikaelson. -Ms. Correa.

Chame-me Francesca.

Podemos dispensar as formalidades, Ms. Correa. Sei exatamente quem é.

É dona do casino Palace Royale. Uma das maiores filantropas da cidade.

Segundo as minhas fontes, é a matriarca de um enorme

império de tráfico de drogas.

Então, porque estou aqui?

O que quer que pense de mim, a minha família

tem feito parte da fação humana há anos.

O que me qualifica a tomar o lugar do Padre Kieran.

Tratará comigo de hoje em diante.

Está a dar-me um mandato?

Não.

Estou a dar-lhe um aliado.

Quero paz tal como o senhor.

O meu estilo de vida, de que gosto muito, depende disso.

Sim, consigo ver que está muito motivada.

Eu devia mencionar que já falei com o novo mayor da cidade,

com o chefe da Polícia e com outros interessados.

Eles concordam comigo.

Penso que achará benéfico ter-me do seu lado.

Mesmo que seja para prevenir que os meus irmãos menos civilizados

se vinguem de forma que lhe pode ser dolorosa.

Tenha uma boa noite.

-Não és fã de azul-celeste? -Não sou fã da tua indiferença.

É difícil tentar unir uma comunidade com historial de desprezo mútuo.

-Poupa-me essa sensaboria. -Perspetiva, então.

Se queres paz, tens de começar com os lobisomens.

Há cem anos, eles tiveram hipótese de mandar nesta cidade.

Ultimamente, apenas veem os seus inimigos a destruir o seu legado.

Mais uma razão para que os inimigos não os queiram na mesa de negociações.

Aprende com Bienville, irmão.

Se as negociações são um obstáculo, retira-as.

Lembras-te de que em 1720

o governador pediu desesperadamente a nossa

ajuda para construir os primeiros diques?

Sentámo-nos com ele e recusámos a sua oferta.

E ele encheu-nos de vinho,

de mulheres de corpete, de camaradagem barulhenta,

até que obteve o seu sim.

Sugeres que façamos uma festa?

Estou impressionado, irmão.

Sim, agora é ver se consigo impedi-los de se atacarem uns aos outros.

Para teu bem, brindo a uma noite sem qualquer interesse.

O que é, pequeno?

Nem vale a pena.

Já que está preocupado com algo, imaginarei o seu elogio.

Obrigada, também acho que estou um espetáculo.

Imagino que tenha passado tanto tempo a fortificar as suas alianças,

como a escolher esse vestido.

Então, reparou em mim.

Sim, já resolvi a questão das docas.

Pacifiquei as bruxas, aumentando os seus lucros das visitas aos cemitérios.

Dei às Crescentes um presente por as ter de volta à humanidade.

Fichas de cem dólares para jogarem no meu casino.

Penso que mereço champanhe, não acha?

Tendo em conta o estado deteriorante do Kieran,

os outros aceitaram a sua proposta.

Irá representar a fação humana até que ele a possa retomar.

Sugiro que aproveitemos ao máximo o pouco tempo que temos juntos.

Que susto.

Se estás à espera que implore pela minha vida, já não sou assim.

Pensas que estou aqui para te matar.

Estou aqui por causa da Davina.

Soubeste da reunião?

Se falhar, cada fação procurará apoio contra as restantes.

A Davina tem de conseguir defender-se.

Se necessário, da sua própria gente.

Tem de recomeçar a fazer magia.

-Porque mo dizes? -Porque alguém tem de lho dizer.

E ela não me dá ouvidos.

E depois? Digo-lhe e tentas que ela te apoie?

Voltas a usá-la como tua arma pessoal?

Não me interessa o lado em que ela acaba, mas sim que esteja segura.

Porque ambos sabemos que agora não está.

Diego.

Serás bem-educado e acolhedor.

A tribo dele matou a minha família toda.

A minha irmã esvaiu-se em sangue, mesmo ao meu lado.

A única razão pela qual sobrevivi

foi o Marcel ter-me transformado antes que também me esvaísse em sangue.

Digo-te agora,

não posso ser bem-educado, nem acolhedor com aquilo.

Diego, entendo a tua raiva.

Porém, há certos procedimentos necessários, caso queiramos alguma paz.

Bem-vindos a minha casa.

Não estaria aqui, se não fosse a Hayley.

É improvável que experienciem grandes delicadezas aqui.

Em particular, os vampiros veem-te como...

um bárbaro.

A Hayley disse que este tratado de paz é importante para ti.

Sim, certamente.

De tal forma, que se alguém ameaçar desfazer o que estou a construir,

eu acabaria com ele.

Tem uma excelente noite.

Procuras a tua psiquiatra?

Não me digas que tens ciúmes da Cami, amor.

Curiosa em saber porque procuras a companhia dela.

Parece tão vulgar.

Às vezes, o vulgar é um descanso.

Achei que eu era o teu descanso.

Sim, és.

És.

Promete-me que não pensas novamente na Cami.

Estou tão contente por teres aceitado o meu convite.

É agora que o grande Klaus Mikaelson diz algo profundo e parte-me o pescoço?

Não estou aqui para te matar.

Estou aqui para te fazer uma oferta.

Vinda da bondade do teu coração de vampiro?

Os nossos corações são mais parecidos do que imaginas.

Sabes, antes de eu evoluir, o meu coração batia como um lobisomem.

Conheço o teu poder.

Conheço o teu fardo.

Estou aqui para te aliviar deste último.

Queres transformar-me em híbrido?

Em primeiro lugar está o meu grupo.

E não vou deixar que algo comprometa a minha descendência.

Especialmente, algo vindo de um vampiro, parasita e sedento de sangue.

Esse orgulho...

essa lealdade...

É exatamente por isso que eu ainda não te parti o pescoço.

Se não me vais matar, o que queres?

Quero devolver-te a cidade que te foi retirada.

Que tal esta pungência?

Porque acreditaria em alguém que conspira nas costas do próprio irmão?

Não estou a tentar sabotar o projeto do Elijah.

Estou a apoiar a sua visão.

Vampiros destroem vida para viverem. O poder das bruxas limita-se ao dos mortos.

Os lobisomens prosperaram, porque a sua força vem da união familiar.

A segurança dessa união é o que eu quero para o meu futuro filho.

A verdade dolorosa é que...

os vampiros são a antítese da união.

Depois de mil anos,

estás finalmente pronto a abraçar a outra metade da tua família?

Talvez a outra metade não te queira.

Sim, vão querer.

Quando regressarem ao Bairro.

Tens um plano para isso?

A minha mãe era uma bruxa muito poderosa.

Vi-a preparar todo o tipo de artefactos mágicos.

Mas aquilo que ela mais valorizava

era este anel.

Não o via há mil anos,

e depois apareceu ao pescoço de um lobisomem.

Um descendente direto do meu pai biológico.

Acredito que ela lhe deu este anel,

para o libertar.

Como assim?

Os anéis de dia protegem os vampiros do Sol,

porque não um anel de luar para proteger lobisomens da maldição?

Pensa nisso.

Não se partem mais ossos.

Não se perde o controlo para o animal interior.

O que tenho de fazer?

Olá.

-Estás... -Nervosa?

Fora de sítio? Mal vestida?

Ia dizer bonita.

Sou o Oliver.

Como se chama a rapariga a quem vou pedir uma dança?

Chama-se Monique.

Queres dançar?

Esforçaste-te bem.

Até conseguiste que o Klaus se juntasse a nós.

Ultimamente, parece que só uma noite assim

pode distrair o meu irmão das suas pinturas.

Não é bom sinal.

O Klaus uma vez disse-me que pintar era uma metáfora para controlo.

Para alcançar uma visão, através de força de vontade.

Ficaria chocado se ele não tivesse pelo menos uma dúzia de visões

no interior daquele cérebro insidioso.

Espero que a tua filha herde...

Tudo o que é teu.

É estranho voltar aqui.

Espero que não seja desagradável.

Não completamente.

Tens a certeza de que não queres ficar connosco?

Porquê, Elijah?

Não achas que é seguro estar em território do lobo mau?

Não ficarei sentada a tricotar, não percebes?

-Posso ter um minuto, Hayley? -Mais tarde.

Na verdade, pode dançar agora.

- Tudo bem? - Sim, ótimo.

Estávamos a debater o futuro desta cidade.

Como podem pensar na cidade agora?

Ele devia ter-te dito como estás bonita.

Calma.

Calma.

É julep, sem o açúcar e sem a menta.

Acabei de ver o Kieran. Não te magoará novamente.

Na realidade, não deixará o sótão de todo.

Fiz um feitiço para o prender.

Conseguiste ajuda de uma bruxa?

-Achei que te detestavam. -Por ti, encontrei uma que não.

-Que se passa? -Nada.

És o primeiro que me ajuda num mês.

O Kieran é a única família que ainda tenho. Sem ele...

estou sozinha.

Sim.

Sim, também tenho pouca família hoje em dia.

Cami, se puder ajudar, diz-me.

Há uma coisa.

Estamos sem bourbon.

Lobito, devo colocá-los numa tigela para ti?

Se quiseres que te parta o crânio.

Por favor, rapazes, pelo menos lutem por algo interessante.

Por mim, talvez?

Querida, não te envolvas com estes tipos.

Eles têm o mau hábito de se passarem e desfazerem pessoas.

Não, não, não. Pronto, olha,

se a minha gente te fez mal,

aceita as minhas condolências, está bem?

Mas surpreender-me-ia que a minha gente conseguisse engolir algo tão feio.

Isto acaba agora.

-Não pedirei novamente. -Acabaremos tudo, sim.

O que te impede?

Mata-o.

Força, Elijah, faz isso.

Ele merece morrer.

-Não devias intervir? -Porquê? Acabou de ficar interessante.

O Oliver entregou a Rebekah às bruxas para ser torturada.

Por outro lado, não foi o Diego

que liderou o massacre de lobisomens no mês passado?

As bruxas amaldiçoaram os lobos e os humanos nada fizeram,

por isso, pensem nisso. Todos aqui merecem morrer.

Estás a chegar a algum lado?

Elijah, se não aprendemos a dar-nos bem,

se as nossas famílias não criarem uma comunidade, para que serve tudo?

Matem-se uns aos outros e acabem lá com isso.

Sabes que só uma vez na vida recebi rosas?

-Nem pude ficar com elas. -Porquê?

O meu primeiro e único namorado

deu-mas no Dia dos Namorados, quando era finalista do liceu.

Tentei escondê-las no meu quarto, mas os meus pais encontraram-nas.

Podes não saber, mas as rosas encravam mesmo os melhores trituradores de papel.

Não tenho um lar para onde voltar.

Nem uma família.

Costumava detestar-me por isso.

Mas a questão é que...

já não me interessa o que pensam.

Se a tua família não gosta de ti como és, que se danem.

Tens-me a mim.

À Cami.

Mesmo o Marcel, se quiseres.

O Marcel usou-me.

Ele usou-te para lutar contra aqueles que tentavam matar-te.

Ele também te salvou. Por isso...

Não tens de confiar nele, mas ele ama-te.

E P.S...

eu também.

Mesmo se eu não tiver nenhuma magia?

Todo o meu poder era das outras raparigas da Colheita.

Nem sei o que tenho sem ele.

Não deves a ti mesma descobri-lo?

És uma bruxa, Davina.

Nós não podemos mudar a nossa genética.

Mais vale aceitá-la.

Raios.

Estás bem?

Umas nódoas negras. Ainda tenho nódoas negras.

-Vamos. -"Nódoa negra" é cómico.

Parece póvoa negra.

-Ainda temos álcool? -Não, acho que bebemos tudo.

És um bom amigo, Marcel.

Devias deitar-te.

Estou cansada de estar sozinha.

Eu também.

Mesmo tendo valido a pena, isto não pode voltar a acontecer.

E se um de nós quiser muito?

O Klaus confia em mim.

Tu és aquele que ele mais odeia agora. Ele acharia que isto é uma traição.

Isso não seria bom para nenhum de nós.

Marcel.

Valeu mesmo a pena.

Sim, valeu.

Disseste que eu não tinha nada.

Estavas enganado.

Tenho o mesmo que tinha quando reconstruí esta cidade pela primeira vez.

Tudo a ganhar e nada a perder.

Estou a fazer progressos, a ganhar aliados, como a Davina.

E não vou sair daqui até poder contar contigo também.

Para além disso, sejamos sinceros, T.

Sou tudo o que tens.

Sei que os vampiros não desapareceram só da casa.

Deixaram Nova Orleães.

Então, somos nós contra o mundo?

Conseguiremos um terceiro.

E um quarto.

Em breve, teremos aquele exército.

Toda a mudança começa com um plano.

Nova Orleães Tratado de Paz

O sucesso depende de vários fatores.

O nível de empenho.

A paixão pela causa.

À Hayley!

À Hayley!

A disponibilidade para embarcar num novo caminho.

A determinação para vencer qualquer obstáculo.

E, nalguns casos, fazer alianças pouco naturais.

Fizeste um acordo com o Klaus Mikaelson?

Preferia transformar-me a cada Lua cheia.

Se o Klaus tiver razão, esta magia pode fazer

mais do que impedir que nos transformemos.

Poderíamos finalmente controlar quem somos.

Poderíamos juntar toda a nossa força, velocidade e poder.

A nossa dentada seria sempre letal para os vampiros.

Os humanos que nos perseguem,

as bruxas que nos amaldiçoam, os vampiros que nos odeiam,

não seríamos apenas os seus iguais.

Seríamos os seus superiores.

-Assina. -Porquê?

Já o fizeste em nosso nome.

Irmão, não sou um tolo.

É óbvio que não estás assim tão desinteressado. Assina, por favor.

Se não há paz entre nós, como esperas que haja com outros?

Está bem, se te satisfaz.

Mas asseguro-te de que os habitantes da cidade não cumprirão o acordo.

Podes apostar contra mim.

Perderás.

Veremos.

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