All language subtitles for Dust Devil 1992 The Final Cut REPACK 2160p UHD Blu-ray Remux DV HDR HEVC FLAC2 0-CiNEPHiLES

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French Download
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American) Download
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Nos primeiros dias, no tempo da luz encarnada,

o vento do deserto era um homem como n�s.

At� que, por m� sorte, cresceu-lhe asas ...

E voou ... como uma ave...

O DEM�NIO DO P� Organiza��o e corre��o por Neurocorpus http://filmow.com/usuario/Neurocorpus/

Foi um ca�ador, e como um falc�o, voava procurando presas.

refugiando-se nos confins da Terra, onde ainda reina a magia.

Mas tendo sido homem,

ainda sofre as paix�es dos homens.

�s vezes voando enfurecido ...

se lan�ando como uma crian�a, a partir do c�u vazio sob a Terra.

Nosso povo da grande Nam�bia ...

temos outro nome para esses ventos violentos que aparecem do nada.

Os chamamos de "Dem�nio do P�"...

Saarke.

Venha a mim, Ben. Venha a mim, Ben.

Ol�? Resid�ncia dos Robinson.

Ol�?

Quem �?

- Quem era aquele? - Ningu�m.

N�mero errado. Durma.

A que horas chegou?

Senhor, oramos para que nos liberte desta seca.

Envie-nos a doce chuva da sua miseric�rdia.

A terra clama por voc�. O gado morre nos campos,

As colheitas murcham na primavera.

Envie-nos paz nestes tempos turbulento.

Envie-nos a paz da sua chuva sobre os nossos rostos.

Proteja-nos do mal e o expulse dos nossos cora��es e almas.

Olhe em dire��o ao oeste para as terras devastadas,

pois � dali que vem o mal

Sua sombra caiu na estrada dos justos e as transformou em p�,

incluindo os inocentes e as criaturas.

O sol deixou seus pastos e tem uma sombra arruinando os.

A sombra da antiga serpente que enganou o mundo ...

e condenou � perdi��o e ao fogo eterno!

Eu n�o posso viver assim. Est� me matando.

E voc� acha que dormir com outro homem vai ajud�-la?

Jack � um amigo. Mete isso na cabe�a!

Est� mentindo, Wendy! Onde voc� estava?

N�o me toque!

N�o mudarei de opini�o. N�o desta vez.

Espere! O que acha que est� fazendo?

- Estou te deixando. - Acha que correr atr�s dele...

solucionar� as coisas?

- Fale comigo! - Deixe-me ir.

N�o. Espere.

Wendy, por favor! Desculpe.

Wendy, n�o fa�a isso.

Voc� sabe que voltar�!

Merda ...

� o Mukurob.

Pegue suas coisas e venha. Preciso de voc� .

Temos algo importante aqui.

Melhor ser importante, Cornelius. N�o tenho dormido muito.

Acho muito estranho, patr�o.

Pode ter sido um homic�dio.

Acho que � muito cedo para outro suic�dio.

Digo, homic�dio.

Os caras da for�a de paz chegaram esta manh� � cidade.

suponho que seja pelo ocorrido.

Agora, Ben.

Sim, estou a caminho.

De onde veio essa coisa poeirenta?

Quero que tirem impress�es digitais. Fechem as estradas.

Algum ind�cio de causas pol�ticas?

N�o, senhor. N�s estamos considerando.

Sugiro proceder como uma investiga��o local...

at� que apare�am algumas provas.

- Colocarei meu melhor homem no caso. - Contanto que n�o seja voc�.

- Sim, senhor. - Me chame depois.

Obrigado, senhor. O tornarei a chamar.

- Que jeito de come�ar o dia! - Maldito pesadelo.

O lugar est� destru�do. A casa est� cheia de peda�os de corpos.

Parece ter sido atacada por uma unidade de elite.

Ben, acho que estamos lidando com terroristas.

N�o h� mais terroristas. Este � um pa�s livre.

- A v�tima era caucasiana? - Provavelmente.

A casa pertence � fam�lia Haarhoff.

N�o sei onde est�o os meninos. Cresceram e se mudaram.

O Sr. Haarhoff trabalha como capataz em algumas minas na �frica do Sul.

Estamos tentando localiz�-lo.

- E a Sra. Haarhoff? - Pode ser que esteja dentro de casa.

- Aten��o! - Descansar.

Esses israelitas perdidos agonizam na areia...

e vem um agente da OLP para mat�-los.

Um diz: "Ei, que diabos � isso, atr�s da �rvore?"

"Ah, � um agente da OLP que est� emboscando-nos."

Ela veio de muito longe ...

� terra brilhante .

�s terras da Nam�bia .

Brilhando como uma flecha ... pelo oeste.

Pelo mar.

Com a id�ia de que o frio e salgado vento limpasse o p� de seus olhos.

No entanto...

O mal deve t�-la chamado, em um sonho .

A atraindo para Bethany...

onde um homem velho, cheio de culpa,

esperava, como ela, pela liberta��o.

Chateado por servir a um pa�s que n�o o queria.

Perseguindo miragens no p�.

- Acha que foi planejado? - N�o temos certeza.

Suponho que umas 12 horas. Devemos revisar?

Sim

As coisas que eu j� vi ... As coisas que eu j� vi, n�o acreditaria.

Esteve na guerra?

At� que aonde vai o trem?

At� o mar.

Qual � a pr�xima parada?

Bethany, ou alguma coisa assim.

Algu�m est� saindo dali?

N�o. Apenas carregando �gua.

As pessoas sobem em Bethany. Ningu�m desce.

O pequeno povoado de Bethany, na fronteira sul da Nam�bia,

est� condenado.

Uma seca de sete anos tem devastado seus rebanhos,

e com o fechamento da mina de ur�nio,

devido a retirada dos invasores Sul Africanos,

Bethany perdeu sua �ltimo fonte de recursos .

E se aproximam as tormentas humanas por almas.

Pode sentir o cheiro de um povo que espera morrer ...

e do homem que est� maltratando a crian�a ...

a milhares de quil�metros de dist�ncia.

Isso � um cheiro doce para ele.

Fogo!

Recarreguem.

Mirem � frente!

Fogo!

O que h� de especial nesta mulher, al�m de ser caucasiana?

Morreu perto de Bethany, Doutora.

Isso n�o significa nada.

Temos quase tudo.

Eviscera��o, crema��o mutila��o sexual ...

e possivelmente canibalismo.

Encontramos... restos de um feto em seu �tero.

Qual � a sua teoria? S� para os registros.

Ela n�o estava amarrada.

Acho que primeiro foi estrangulada, perto desta posi��o.

A medula est� dilacerada entre a primeira v�rtebra e a axial.

Isso � o que sabemos.

S� Deus sabe ... talvez ela o deixou entrar.

Aproveite o sol deste ver�o na nova Nam�bia ...

com o melhor do surfe, compras, areia, mar e saf�ris.

Que isso tudo v� para o inferno. Deveria ver as armas deste ano.

As crian�as precisam serem educadas.

Posso ajud�-lo?

- O banheiro? - Esquerda. Segunda porta.

Obrigado.

Voc� tem que comer algo.

Veja a forma disto.

Sim, � um sonho, n�o?

Veja a forma disto. N�o vou lhe dar a m�o.

Voc� dormiu com ele?

Se o fez, ele n�o apareceu.

A �nica realmente interessante estava nas inscri��es ...

nas paredes.

Mas... precisamos de especialistas se quisermos ir longe.

Adiante.

Meus homens j� viram isso.

Ele misturou outras subst�ncias com o sangue ...

para obter essas cores.

Encontramos vest�gios de �xido de ferro, hematita.

Os brancos e as sombras alvas foram obtidos misturando...

gordura da v�tima com argila e guano.

O cara � um artista. Nem sequer deixou uma marca.

Tudo isto est� relacionado com bruxaria.

Fala s�rio?

Claro. Usar partes de corpos em troca de magia.

Um feiticeiro ou um Sangoma podem saber o que procuravam,

analisando os peda�os do corpo que faltam.

Voc� deveria ver um Sangoma, e perguntar a respeito.

Existe uma possibilidade que Joe Niemand esteja em Bethany.

J� ouvi coisas estranhas antes, mas isso � uma loucura.

Este � o s�culo XX. N�o acredito em algo assim.

Depende do que voc� quer dizer.

Eu acredito em bruxaria.

Cada aldeia tem seu bruxo. Isso todos sabemos.

Mas acredita em magia?

Quer dizer, a forma cl�ssica da magia?

Mudan�a de forma, ressuscitar os mortos e tal?

Eu n�o acho isso poss�vel. E voc�?

Operadora? Gostaria de fazer uma chamada a cobrar.

Sim, Pret�ria. 88-582.

Por favor, n�o desligue.

Wendy e Mark sa�ram. Deixe uma mensagem ap�s o bip.

Ol�, esta � a operadora da Nam�bia chamando a �frica do Sul.

Aceita a chamada?

Ol�? Operadora de Bethany. Ol�?

- Desculpe, n�o respondem. - Obrigado, n�o importa.

Caro Mark...

Tirarei umas longas f�rias. N�o quero ver voc� de novo...

at� colocar meus pensamentos em ordem.

Sei que ainda gosto de voc�, mas tamb�m sei que...

...nunca serei a mulher que voc� quer.

Vamos, me d� um beijo!

Ol�, esta � a operadora da Nam�bia chamando a �frica do Sul.

Aceita a chamada?

Ol�? Operadora Bethany. Ol�?

- Desculpe, n�o respondem. - Obrigado, n�o importa.

Essa noite, Ben Mukurob teve um sonho que lhe era familiar.

Um sonho com sua esposa, que o deixou h� quinze anos,

e com seu filho, morto por sua causa,

em um esquecido mundo de homens brancos.

- Desculpe, � sobre seu filho. - Certo.

� um pouco dif�cil para todos. N�s te procuramos o dia todo.

Sinto muito.

Por sua culpa isso aconteceu. Voc� e seu medo est�pido.

Se pegar esta rocha, tudo se resolver�.

Ol�?

Ol�, algu�m a�?

Ol�, tem algu�m acordado?

Ol�?

- Deus ... - Voc� era o motorista?

Voc� o dirigia?

N�o. . n�o dirijo. N�o este.

Meu carro est� ali.

Acho que estou presa na areia, voc� pode ajudar?

Aonde vai?

- A lugar nenhum. - Eu venho de l�.

Algum lugar onde voc� possa alcan��-lo? Suba a bordo.

Eu o vi ontem no parador.

Tomamos o mesmo caminho, e acredito que era necess�rio o levarem.

- Meu nome � Wendy. - Prazer em conhec�-lo.

- � militar? - Sou turista.

Dos Estados Unidos? Texas, talvez?

Viajo muito. Eu cresci na estrada. � a minha �nica casa.

At� onde ia?

- At� onde voc� vai? - Vou para o mar.

N�o est� fugindo de algo, certo?

- O que voc� quer dizer? - Eu n�o sei.

Eu pensei que estava fugindo de algo. Nada mais.

Talvez cometeu um assassinato e a pol�cia est� lhe perseguindo.

N�o... Quem dera.

- Quer falar sobre isso? - N�o.

Certo. Temos tempo.

Johan, chame Ben pelo r�dio.

Diz-lhe que achamos algo.

lembro do dia em que Mukurob Ben veio me ver.

Ainda trabalhava como operador do projetor do cinema drive in de Bethany.

Estava projetando "O p�ssaro das penas de vidro"...

e "A Lenda dos sete vampiros de Ouro" naquela noite.

Um bom programa duplo. Lembro-me bem.

Ol�, Joe.

Lembra-se de mim?

Voltar�. Ainda funciona.

- E esses cinemas ... - Todos faliram.

O p�blico vai aos teatros e o horror � uma porcaria.

Eu pare�o maluco, n�o?

Trabalhar nisso � algo maluco?

Estive falando com ele.

Digo... que logo acabar� com o mundo.

A terra secar�... at� quebrar.

Eu n�o quero ouvir, Joe.

Diga-me ... quem fez isso.

- Eu entendo seu problema. - Uma noite ...

e outra na noite anterior. Sabe algo sobre isso?

Isto ...

Eu diria que isto... � uma pista para o oficial Mukurob.

Pena que n�o acredite nisto.

N�o importa o que eu acredito.

- Devo saber o que significa. - Cara, isso ...

para saber, tem que acreditar.

Dif�cil para algu�m na sua posi��o e com suas id�ias.

- Entender este ... "num". - O que � isso de "num"?

Amigo, deixe-me dizer. O "num"...

� um poder ... que as pessoas n�o v�em.

Lhes arrancou os dedos. Porque fez isso?

H� muito poder nos dedos. N�s e juntas.

Se voc� quiser ganhar uma guerra, s�o necess�rias muitas juntas.

Voc� ... fuma demais.

Talvez voc� devesse me ajudar com as pedras.

Lhe ajudaria a compreender.

Mantenha os olhos bem abertos, quando se trata de magia.

Sim, Joe. H� ...

- Magia ao nosso redor. - Pode apostar.

Tudo em torno de voc�, amigo.

Tem de acreditar em alguma coisa. Deus? Diabo?

- A alma, pelo menos. - N�o seja bobo.

N�o creio nisso mais do que em... magia ou em Peter Pan

Mas admite que uma for�a superior a guia.

� merda com for�as superiores!

Quando morrer, tudo acaba. Assim.

Mantenha seus olhos na estrada. N�o durma.

- Esse parece... - N�o pare. Dirija.

Que diabos foi isso?

Deus!

Jesus!

Texas!

Texas!

O que est� fazendo?

- Porque fez isso? - O que voc� fizeram?

Nada se compara ao que este fez a Saarke Haarhoff e aos outros.

Nada pior do que nos faria se tivesse oportunidade.

O que quer dizer com "N�s"?

Eu n�o sou como voc�. Ele falaria comigo.

N�s pegamos pesado com ele, e da�?

Ao menos conseguimos algo.

Uma garota caucasiana. Cerca de trinta anos.

Estava na cena do crime.

Ele a ajudou a dar partida no carro.

Um Volkswagen vermelho. Placa local.

- Parece f�cil de encontrar. - � a primeira coisa que temos.

Liberem este homem.

- � uma testemunha. - N�o me importa! Liberem-no.

Deixem-no ir, agentes.

O sargento Mukurob ainda � seu oficial superior.

Sim, senhor.

Eu quero os dois amanh� de manh� em meu gabinete com o relat�rio.

O que fizeram aqui nos custou o testemunho deste homem.

Voc�s entenderam bem?

Sim, senhor.

Ben, precisamos conversar.

Vamos tomar uma bebida.

Voc� deve cuidar disso. Pode se infectar. Voc� pode perder um dedo.

Voc� sabe o que fazem as baleias se manterem vivas, Cornelius?

Bem, nunca ouvi, Ben.

Ouvi dizer que os tubar�es n�o dormem.

Se pararem de se mover, eles sufocam.

N�o, isto n�o � verdade. Entram em uma corrente forte...

e deixam que a �gua flua por suas br�nquias para continuarem respirando.

H� fotos disso.

Voc� sempre gostou do mar, certo?

Que doideira � essa grava��o que voc� sempre ouve?

- O canto das baleias. - Vai � merda.

Katie a deixou por engano.

N�o, n�o sei nada do mar. Eu cresci no deserto.

Katie gostava do mar.

Isso � certo.

Aonde levar minha m�quina favorita?

Se leva em frente.

N�o fale com a velha. Ficaria louca.

Requisitada pelo Estado.

Ben... eu tenho que falar.

Tenho que te tirar do caso.

Eu n�o entendo.

Eu tenho que lidar com algumas quest�es v�o...

toda esta quest�o da anistia.

Estou perto dele, Cornelius. Voc� n�o pode me tirar agora.

S� preciso de fatos.

N�o h� casos semelhantes no norte ou na fronteira.

� em algum lugar do sul. � experi�ncia.

Por que n�o vai perguntar a Pret�ria?

Depois do que aconteceu, est� sozinho.

Por mim j� terminei aqui.

Este cidade acabou comigo.

Sim, o escutei.

Me ofereceram dois anos de sal�rio. O que eu podia fazer?

Voc� fez a coisa certa. Tem filhos para cuidar.

E voc�, Ben? O que te mant�m aqui?

Bem ... talvez eu v�.

Aonde iria?

Onde todos est�o indo.

VIDA LONGA A INDEPEND�NCIA DA NAM�BIA.

Desculpe, n�o queria assust�-la.

Quem diabos � voc�? E como entrou no meu carro?

Como saiu daqui ontem?

Voc� adormeceu.

- Achei que estava ficando louco. - Temos que ir.

Ainda vai pro mar, certo?

O que o deixa t�o seguro que vou lhe levar?

A escolha � sua.

N�o ficarei irritado se n�o quiser me levar.

- Coloque a tampa e gire. - Seu homem est� aqui, Cornelius.

Ben!

At� que enfim... Me alegro que o fizemos. J� quase havia lhe abandonado.

Estive em um funeral.

- Vamos. Adentremos a casa. - Voc� disse que estava pronto!

Espere no carro. Apenas um momento.

- traga tudo o que puder. - N�o esperava tanto.

Aqui, Ben. Olha a data.

� de 1952.

Voltam at� a guerra. Achei uma 1908.

Uma prostituta assassinada na esta��o Karib.

Encontraram uma pulseira de rel�gio em sua vagina.

N�o pode ter sido ele. Foi antes dele nascer.

J� se perguntou quantos assassinos morrem por um raio a cada ano?

Mortos em acidentes automobil�sticos, ou outros atos de Deus?

Muitos, provavelmente.

� uma estat�stica interessante, N�o acha?

Depressa!

- Melhor n�o faz�-la esperar. - Acho que sim.

Isto � tudo o que posso fazer.

Voc� ter� que cuidar de si mesmo, Ben.

Eu fitei os olhos do senhor Haarhoff durante o funeral.

Ele n�o a amava. Ningu�m a amava.

Ningu�m � importante para ele.

Lembre-se de fechar com chave.

Estamos andando em c�rculos. Tenho certeza.

Conseguiu. Chegou ao fim do mundo.

Deus, isso � maravilhoso!

Esta � a casa do Grande Pai Serpente...

Kouteign Kouro.

No in�cio, criaram este lugar com suas al�as.

N�o fale. N�o o estrague.

Voc� n�o entende.

- Bom dia, senhor. - Bom dia.

� s� um procedimento rotineiro. Voc� tem alguma identifica��o?

- Parece-me em ordem. Porta armas? - Sim

- Devo mostrar a licen�a? - Sim, por favor.

Vim dirigindo a noite toda. Desde Johanesburgo.

- At� onde vai? - At� Bethany.

E o que vai fazer l�?

- Visitar meus sogros. - Os seus sogros?

Tenha cuidado.

- Posso seguir direto? - Sim

- Ok. Obrigado. Bom dia. - O mesmo para voc�.

O que foi isso?

Provavelmente um soldado entediado tentando se divertir.

Posso me estabelecer...

e sentir que tudo vai bem.

At� ou�o os trens...

que viajam pela linha.

Quando ou�o os freios...

Vamos dan�ar?

Eu te amo, garota...

mas voc� tem que entender.

Quando o Senhor me criou ...

me fez um aventureiro.

Alguns devem dizer ...

que n�o sou um bom homem.

Que n�o me estabeleceria...

se pudesse faz�-lo.

Mas quando esta estrada...

come�a a me chamar...

O est�o esperando, senhor.

Receio que ter� de explicar-lhe.

Saarke.

Desculpe.

Estou fazendo tudo que posso.

Eu ... estava sonhando.

Isso n�o foi um sonho.

Voc� est� em apuros, amigo.

Venha me ver.

Estou ... acordado?

N�o, amigo. Agora voc� est� sonhando.

Ol�. Desculpe, estou procurando algu�m.

- Perd�o? - Uma dama caucasiana.

Ela se chama Wendy Robinson. Aqui est� uma foto.

Desculpe, n�o sei.

Ela chegou aqui h� dois dias e usou o telefone.

Ele est� aqui dentro. Provavelmente est� perto.

- Acho que errou de porta. - O qu�?

V� at� o outro lado. Ao bar dos brancos.

Ser caucasiana n�o significa que ningu�m a viu.

Ningu�m viu essa pessoa aqui.

Por favor... Estou procurando minha esposa.

Ei, voc�! A reconhece, certo?

Ningu�m a viu por aqui. N�o conseguir� nada.

Parem de brincar comigo!

� o mesmo "flipper" que ouvi quando ela me telefonou!

- Quem � voc�? - Sou Mark Robinson. O marido dela.

- Eu acho que voc� � policial. - O qu�?

- Eu tenho uma loja de esportes. - Por que usa uniforme?

Eu estava no ex�rcito!

- �frica do Sul! - Devolva meu passaporte.

- Voc� acredita em Deus, �frica do Sul? - Claro!

Assim, que Deus te ajude.

Voc� n�o era o marido de ningu�m, �frica do Sul.

Quero minha mulher de volta.

�s vezes ...

o vento ...

explode no interior da minha cabe�a.

Gostaria de viver num lugar calmo da Terra...

Mas esse vento ... continua soprando.

Rumo � beira da eternidade, e mais al�m.

� silencioso a� fora, Wendy.

E brilhante. Muito brilhante.

Mas voc� n�o sabe quem eu sou.

Este � o trabalho de um Dem�nio do P�.

Magia negra.

Muda de forma.

Busca o poder sobre o mundo material...

atrav�s do assassinato ritual�stico.

Um poder de vis�o. De �xtase.

O poder para se proteger de ser encontrado...

e da morte.

Case com ele!

Um passo em falso e eu te mato.

Os fracos ... os sem f� ... s�o atra�dos por ele ...

e absorvidos.

Voc� viu muitos filmes de terror.

Amigo... voc�...

tem que parar de pensar como um homem branco.

Comece a pensar como um homem ...

ou voc� estar� em apuros.

� de carne e osso como n�s. Tem que ser.

N�o se persegue um Dem�nio do P� como um criminoso comum.

� um esp�rito...

Somos coisas que ele usa. N�o temos serventia alguma.

Somos poeira ao vento.

Seus mundos s�o mais velhos que o nosso.

Ele est� aqui desde o come�o. Ele e os seus...

caminhando em nossas sombras.

Absorvendo-nos...

engordando ... com as dores do mundo.

Sentiu que Bethany agonizava...

e veio para procurar almas ... para aumentar seu poder,

para regressar ao reino dos esp�ritos.

at� que o ritual termine, est� preso.

Como n�s, em um mundo material. Limitado pela carne.

Deve caminhar em forma humana ...

enquanto estiver neste mundo.

Por isso, � vulner�vel �s fraquezas humanas.

S� atrav�s de um ritual ...

ganhando poder sobre a carne,

o seu esp�rito pode recuperar a plena consci�ncia.

Para realizar o ritual ...

deve se manter em movimento.

Mas se o engana ...

e atravessa a vara...

pode fix�-lo em um lugar e remover todo o seu poder.

- Eu n�o sei nada sobre isso, Joe. - Voc� ...

voc� deve for��-lo com a vara.

Encare-o. � a �nica maneira. For��-lo com a vara.

Ent�o queime a raiz. Espante sua sombra.

Sen�o usar� voc�, seu assassino...

como seu novo hospedeiro.

Olhe para as aranhas ...

como aguardam pacientemente ...

que a presa caia em sua teia.

Pacientemente. Atentamente.

Pegue-a.

Pegue a vara.

Agora voc� deve sair, Ben Mukurob.

Olhe atentamente.

A morte lhe procura ... Como voc� est� procurando ...

o Dem�nio do P�.

N�o toque nisso!

Por qu�?

Porque, pelo amor de Deus?

Juro por Deus, Wendy. Eu n�o tive outra escolha.

Eles desejavam a morte. S� os livrei de sua mis�ria.

Ah, voc� est� louco! N�o entende?

N�o. Voc� � que n�o entende isso.

Foi escolha deles. Eles vieram at� mim.

Sei quando chega a hora de algu�m.

Quem � voc�?

Voc� sabe quem eu sou.

Voc� n�o � do Texas.

Eu venho do outro lado do espelho.

Venho de ti.

- Por qu�? Por qu�? ... - Porque voc� precisa de ajuda.

Qualquer um pode v�-lo.

Est� na ponta.

Como o c�u do deserto...

� noite...logo depois do crep�sculo.

Ou talvez, logo antes do amanhecer.

Pode escolher: dia ou noite.

Tem uma fa�sca de luz em seu interior.

Eu sou apenas um parteiro

Tudo o que tenho que fazer...

� uma pequena incis�o.

Corta isso fora.

Relaxe. Est� tudo bem.

Tudo est� bem. Eu estou aqui.

Eu devia ter feito h� dias atr�s, mas me senti um solit�rio.

Perdoe-me. N�o lhe farei esperar mais.

N�o h� bem ou mal.

S� o esp�rito e a morte.

Apenas movimentos para a luz ...

ou para fora dela.

Tudo � luz.

Tudo.

Vamos, por favor!

Se enganou de garota filho da puta!

Meu Deus! Eu morro! Maldito est�pido!

Est� louco? � um idiota!

Por Deus! Calma, Andr�. Estou morrendo aqui.

Tire a merda do traseiro da�!

Andr�, r�pido. Vamos!

Corram, meninos! Corram!

� a sua esposa?

� para voc�.

� um bom homem. N�o quero mago�-lo...

nem quero que se machuque...

mas devo deixar voc� e �frica do Sul para sempre.

N�o se culpe. N�o me procure nem tente me seguir.

Tem que ser forte agora. Tente ser am�vel consigo mesmo.

Com amor, Wendy.

Conheci Wendy em um protesto na universidade.

Foi em 1978, quando a �frica do Sul invadiu os pa�ses vizinhos.

A estrada era muito pedregosa, por isso a levei para casa em meus ombros.

E assim come�ou.

Aquele dia havia um olhar especial. Como de desafio.

Tal como um cavalo selvagem que olha para o futuro, sem pestanejar.

Eu tinha o mesmo olhar de quando estava marchando.

Se as pegadas fossem direto... at� o deserto.

Terra de urubus.

Ningu�m tem chance a p�.

N�o pode pedir apoio a�reo? Dois helic�pteros?

N�o h� helic�pteros.

N�o aqui.

N�o iremos encontr�-la daqui. A menos que chame pelo r�dio...

para vir uma dupla de policiais para ajudar a procur�-la.

� um maldito pa�s Terceiro Mundo!

N�o h� mais policiais. S� voc� e eu.

Nenhum pa�s. S� n�s. � um territ�rio de ca�a.

Acha que me importam voc� e sua esposa de merda?

Este � o deserto!

Ou�a Rambo, se fosse com sua esposa sentiria o mesmo.

Minha esposa me deixou quinze anos atr�s, quando o meu filho morreu na fronteira.

Ent�o n�o fale assim. Voc� fala de dor,

O que voc� sabe sobre dor? Vamos.

- Pelo menos tenho uma chance. - Vamos embora daqui!

Deixe a janela fechada.

N�o posso nem respirar!

- Por que est� queimando isso? - Para mant�-lo longe.

- O que est� acontecendo? - Fora do caminho!

Pare de atirar! N�o h� nada ali!

Ou�a...

Baixe a arma ... ou juro que te estouro os miolos!

Falo s�rio!

Lhe tire as balas!

Depois de quinze anos ...

Acha que deixaria algu�m como voc� mexer comigo?

Ponha-as!

Prenda-se ao p�ra-choque!

N�o me deixe assim!

Voc� ainda tem uma chance.

S� se leva os que n�o t�m nada!

Volte aqui!

Por favor!

A cobra orienta a sua presa, encantada,

com os olhos muito abertos, atrav�s do espelho.

Rumo � terra dos mortos .

rumo � resid�ncia do p� ...

onde o ar � espesso e � dif�cil de respirar.

Wendy ...

Quase chegamos.

Deus! N�o!

Por favor, n�o!

Tem que haver algu�m aqui!

Wendy?

Quem � voc�?

Ouviu?

Tome.

Mantenha os olhos abertos.

Espere aqui at� que a chame.

Sim?

Fala Mukurob.

Venha para mim.

Ben? Ben!

Venha para mim. Venha para mim, Ben.

- N�o vou com voc�. - Certo.

Fique aqui. Sei o que devo fazer.

Eu sou policial.

- Isso n�o vai ajudar. - Eu sei.

Joe?

Quem est� a�?

Quem �?

Katie.

O nosso mundo � apenas um intervalo do ser.

Uma imagem projetada num momento ...

� s� uma apar�ncia, depois.

Por sua culpa isso ocorreu. Voc� e seu medo est�pido.

Eu n�o posso corrigir.

Mantenha-se seguro.

A alavanca � perto da ponte.

Pare! M�os pra cima!

Agora!

O que voc� vai fazer? Atirar?

�bvio!

Vem uma tempestade.

Acho que chover�.

Veja minha m�o. Os cinco raios estar�o com voc�.

Voc� tem que confiar em mim, Wendy.

Achei que fosse disparar.

Eu te amo, Wendy.

Wendy? Wendy!

Eu vim para te levar para casa.

Espere por mim!

Wendy!

Wendy!

Agora o deserto j� sabe o seu nome.

Ele roubou seus olhos.

Quando se olhar no espelho, vai ver seu esp�rito,

como uma camada ensang�entada sobre os seus ombros.

E, para al�m do horizonte ...

a tape�aria desenrolando das estradas do mal.

E toda a sua hist�ria ... em chamas

EM MEM�RIA DE INA ROUX. PERDIDA NO CAMINHO. 1992

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.