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Original subtitles

Pelo tamanho dessa pedra

-ainda n�o falou para o Ethan. -N�o, n�o falei,

e agradeceria se n�o mencionasse de novo.

Mencionasse o qu�?

Quero que tentemos ficar gr�vidos de novo.

Propus abrir uma cl�nica para inje��es aqui no hospital.

Prevenir mortes

pouparia dinheiro ao hospital com o tempo.

Permitir o uso de drogas aqui?

Seria um pesado de RP, � o que acho.

-H� outro jeito. -Uma cl�nica clandestina?

S�o ilegais. Poderia perder sua licen�a.

-Est� dentro? -Estou dentro.

Conseguiu dormir?

N�o, ficou corrido por volta da meia-noite e n�o parou.

Fiz aconselhamentos e marquei consultas.

Que bom. Falei com meu contato sobre agulhas limpas.

D�-me o inalador de Narcan.

Ela teve overdose.

Aguenta firme.

Est� tudo bem. Voc� est� bem.

O qu�...

Teve uma overdose. Mas ficar� bem.

Overdose...

Meu Deus, meu Deus, meu Deus.

N�o.

Qual � o seu nome?

Val.

Certo, Val.

Vamos te dar uma cama,

e, depois conversamos.

T� bem.

Certo.

� por isso que estamos aqui.

Sabe que posso fazer isso sozinha, n�?

Sei, mas o dr. Patchefsky disse

que FIV � trabalho em equipe.

Teve algum efeito colateral dos horm�nios?

Dores de cabe�a, mudan�a de humor?

Conta o desejo crescente

de aplicar horm�nios no meu parceiro?

Espero que n�o.

-Estou bem, querido. -Que bom.

Maggie, bom dia.

-Acho que sim. -Qual o problema?

Minha oncologista.

Ela disse que n�o estou repondendo � radia��o

como ela esperava.

Terei que fazer terapia hormonal.

Maggie.

Tudo bem. Essas coisas s�o assim.

Ligarei para algu�m. Tire o dia de folga.

-N�o, � s�rio, estou bem. -� s� um dia. Haver� outros.

Sim... N�o!

O que foi?

-Acidente de �nibus escolar. -Grave?

Precisam de m�dicos l� agora.

Dr. Marcel, Dr.� Manning, v�o com a ambul�ncia,

houve um acidente em massa com um �nibus escolar.

-Quanto passageiros? -De 30 a 35.

Vou pegar os kits.

Ficarei aqui por um tempo.

-Mantenha-me informada. -Pode deixar.

Natalie!

-Preciso de voc�s aqui. -O que houve?

Duas crian�as no banco.

-Ser� dif�cil tir�-los. -O que houve?

Vergalh�es deslizaram do caminh�o

E entraram no �nibus.

Por sorte, a maioria estava no fundo.

Socorro. Nos ajude.

Nos ajude. Nos ajude, por favor.

Aguenta firme, amigo. Estamos indo.

Meu Deus.

Nos ajude, por favor. Tira a gente daqui.

CHICAGO MED - 5x12 LEAVE THE CHOICE TO SOLOMON

Equipe Queens Of The Lab -Diabolicamente Majestosas-

Isa | mah | Thales | Talyta

AmandaMasc | BabyQueen

Ressincs: hugota

Certo.

-Estou com frio. -Eu sei.

Vamos tir�-los daqui.

-Tudo bem? -Sim.

Est� indo muito bem.

Volto j�, tudo bem? Aguenta firme.

Tenente, uma palavrinha.

O Henry tem bom pulso no pesco�o,

mas a Kate est� sangrando na barriga e muito.

Normalmente, cortaria a barra no meio,

-mas est�o muito pr�ximos. -O que faremos agora?

Pux�-la um pouco para ter um espa�o?

N�o, ela j� est� muito fraca.

Mov�-la poderia romper um vaso.

Falem o que acharem melhor. O que for preciso.

Pode nos dar um momento?

Ele est� certo, n�o h� como mov�-los.

H� sim. Damos mais sangue do que precisam

-e tiramos os dois juntos. -O qu�?

N�o sabemos onde a barra est� no pesco�o de Henry.

Se errarmos, podemos romper um vaso.

Se puxarmos a Kate, a perderemos com certeza.

Est� apostando a vida de uma crian�a em um milagre.

Natalie, temos duas crian�as aqui.

Se h� a chance de salvar os dois � o que farei.

Certo.

Doutor.

Tem algu�m que precisa dar uma olhada.

Preciso ir trabalhar.

Certo.

-Qual o problema? -Ele est� com febre,

p�lido, falta de ar.

Oi. Sou m�dico.

Mike.

H� quanto tempo est� com febre, Mike?

N�o sei. Alguns dias.

Voc� tem um sopro card�aco bastante significativo.

� muito prov�vel que tenha algo chamado endocardite.

D� um tempo, cara.

-J� teve isso? -Sim, j� tive.

Minha v�lvula foi substitu�da no ano passado.

-Preciso lev�-lo ao hospital. -N�o.

Vou voltar para c�.

Podemos tratar o seu v�cio.

Esquece. Nada ajuda.

Temos recursos para ajud�-lo.

Querido. Por favor.

Mike, sabe melhor do que qualquer um.

Se n�o corrigir sua v�lvula, vai morrer.

Deixe-me lev�-lo.

Primeira onda de crian�as chegando.

-Dr. Choi, sua vez. -Pode deixar.

Alice Winston, 12 anos, falta de ar e trauma no peito.

Frequ�ncia respirat�ria 24,

frequ�ncia card�aca 83 e satura��o em 92%.

Oi, Alex, sou o dr. Choi. Voc� ficar� bem.

Vamos cuidar bem de voc�, tudo bem?

Vamos tranferi-la na minha contagem.

Certo, devagar e firme. Prontos?

1, 2, 3.

Bom.

Parece que est� doendo.

Alice?

Sente tontura, n�usea ou vis�o emba�ada?

-N�o. -Isso � bom.

Sente dor em outros lugares?

Alice, querida, voc� est� bem?

Acho que ela quebrou algumas costelas.

-� grave? -Vamos tirar raios-x agora,

mas al�m da respira��o pesada do estresse,

-ela parece bem. -Certo.

-Gra�as a Deus. -Alice.

Vou dar medica��o para a dor. Tudo bem?

Boa menina. Volto logo.

April, o dr. Marcel est� trazendo dois traumas.

-Fique a postos. -Dr. Marcel?

N�o pode ser outra pessoa?

April.

Por favor, eu...

estou muito confusa.

N�o quero,

mas n�o paro de pensar nele.

Tudo bem, mas seja l� o que estiver sentindo,

precisa se controlar.

-Entendeu? -Eu sei.

Obrigada.

Gary.

-Pensei ter reconhecido voc�. -Maggie, certo?

Taxotere, adriamicina e...

-citoxan, certo? -Isso!

Minha prescri��o de quimioterapia.

Nos conhecemos no centro de infus�o.

O que houve? Lembro que estava tendo dificuldade

para achar um doador compat�vel.

Demorou 8 meses, mas consegui.

Uma mulher, agendado para semana que vem.

Que maravilha!

-O que houve hoje? -Ele desmaiou.

Est� com anemia severa por causa da leucemia,

e est� lhe dando disritmias intermitentes.

Vou te dar um pouco de sangue,

e veremos como responde.

�timo. Obrigado.

At� mais.

Com licen�a, dr. � Reid.

Qu�o grave �?

Precisamos adiantar o transplante

para o mais r�pido poss�vel.

Ligarei para a doadora. Pedirei para vir hoje.

Pe�a para ela vir na pr�xima hora.

Dr. Halstead.

Avaliei o seu paciente com endocardite

e decidi n�o substituir a v�lvula.

Mas ele tem regurgita��es a�rticas.

N�o sobreviver� sem uma nova.

Mas ele est� infectado e j� destruiu 2 v�lvulas.

Tudo indica que ele destruir� outra.

N�o se ele parar de se drogar.

N�o vejo evid�ncias disso,

e v�lvulas card�acas custam muito tempo e recursos.

E h� crian�as do acidente de �nibus

que precisar�o de aten��o.

Dr. Latham, acho que por tr�s do v�cio,

Mike est� depressivo. Se trat�ssemos isso,

ele pode voltar ao caminho certo e se livrar das drogas.

Ent�o a v�lvula nova seria segura.

Dr. Charles.

Dr. Halstead tem um paciente que � viciado em hero�na.

Gostaria que o avaliasse para cirurgia.

-Ser� um prazer conhec�-lo. -Obrigado.

Se o Dr. Charles liberar o seu paciente,

agendarei o procedimento.

Obrigado.

Outra coisa,

voc� n�o encontrou esse paciente

na cl�nica de inje��es seguras do seu amigo, encontrou?

Encontrei, e sei que acha ser uma m� ideia.

� ilegal, amigo.

Estamos ajudando bastante por l�.

Mas n�o ajudar� em lugar algum

se perder sua licen�a e for preso.

Conversamos sobre isso mais tarde.

Por favor, v� falar com o Mike.

A transfus�o acabou.

Fique comigo, est� bem? Aguente firme.

Precisa que ve�culos de civis

saiam do caminho?

Ainda d� tempo de mudar de ideia.

N�o. Vamos nessa.

Oi. Est� preparado?

-Est�? -Estou.

Temos que manter essas crian�as perfeitamente im�veis.

N�o h� movimento, balan�adas, nada, certo?

Certo.

Voc� est� indo bem.

-Vamos tir�-los. -Devagar.

-Preparado? -Devagar. L� vamos n�s.

Cuidado. Lentamente.

Voc� est� bem?

Vamos tirar voc�s daqui, est� bem?

-Pronto? -Pronto.

Obrigada.

Espero que esteja certo sobre isso.

Abra a sala h�brida. Estamos entrando.

Preciso de uma maca extra.

-Como est�o? -Ele est� est�vel.

A menina tomou 3 unidades,

ECG 11, PA em 80 � palpa��o.

Transfus�o em massa. 4 de plasma, 4 de sangue.

-Certo. -Vamos fazer duas ultrassons.

Voc� est� bem, amigo.

Voc� est� bem.

O que est� fazendo?

Apenas dando uma olhadinha, certo, amigo?

N�o consigo uma passagem. Deve estar no rim.

Ela tem bastante fluido livre l� dentro.

-E ele? -Rebar pegou a jugular.

-Est� brincando. -Qu�o mal est�?

S� saberemos quando o tirarmos.

Que jogada, traz�-lo como um espetinho.

Precisamos de um pouco de Betadine e muita gaze.

Dr.� Manning.

Kate? Kate, fique comigo.

-Ela est� bem? -Est� inconsciente.

-Precisamos mov�-los. -Certo, amigo.

Vamos tirar voc� dessa coisa. Pronto?

-Eu vou morrer? -N�o, n�o.

Tem um monte de gente no hospital

para cuidar de voc�, est� bem?

-Est� bem. -Beleza.

Certo. Na minha contagem.

1, 2, j�.

-Isso d�i. -Est� indo muito bem, Henry.

Mantenha-o firme.

Tudo bem, amig�o. Voc� vai ficar bem.

-Um pouco mais. -Ele saiu. Gaze.

Traga-me gaze.

�, ele ainda est� sangrando.

Vamos fazer TC para ver a gravidade.

Se for apenas a veia, ele poderia ficar bem.

Vai ficar tudo bem. Certo? Certo.

Dr. Marcel, prepare-se para a cirurgia.

Teremos muito trabalho.

Doutor.

O que voc� acha?

Bem, � complicado, voc� sabe,

porque o v�cio ativo tende a mascarar

qualquer patologia subjacente que esteja presente.

Claro.

Ele poderia estar se automedicando, mas para qu�?

Depress�o, transtorno bipolar ou, voc� sabe...

Sim, eu sei.

E podemos descobrir isso depois, mas agora,

um diagn�stico � o que salvar� a vida dele.

Mas n�o � t�o simples assim.

Sabe que o cora��o dele � uma bomba-rel�gio.

A cada minuto que passa aumentam as chances

-de ele morrer na nossa frente. -Tamb�m quero ajud�-lo,

mas para que a cirurgia seja um sucesso,

ele tem que estar disposto a ficar limpo

e, agora, n�o estou vendo evid�ncias

de que ele queira fazer isso.

Estamos fazendo o que podemos.

Os m�dicos est�o examinando as v�timas.

E meu filho, Henry Chase?

Ele foi trazido com a Kate Lawson.

Ela � nossa filha. Eles s�o melhores amigos.

Henry est� sendo avaliado na radiologia.

E Kate ainda est� na SO.

Ainda est�o operando? Meu Deus.

Pode avisar quando sa�rem? Queremos v�-los.

Sim, claro. Avisarei assim que souber de algo.

Obrigado.

Dr.� Reid.

Voc� agendou o transplante?

A doadora de Gary est� gripada.

Ela est� com 37,9�C.

Mas isso n�o deveria afetar a medula �ssea dela.

O ponto de corte � 37,7�C.

Mas Gary tem um tipo raro de HLA.

Ningu�m mais no sistema � compat�vel.

Bem, tomara que a doadora melhore logo.

Quanto mais esperamos, mais inst�vel o ritmo dele fica.

� menos de meio grau.

N�o podemos abrir uma exce��o?

Sinto muito, mas n�o. N�o podemos.

Maggie, temos mais dois vindo do �nibus.

Est� bem.

O que foi?

A garota com as costelas quebradas, Alice.

A dor est� sob controle, mas a respira��o s� piora.

Algo anormal nos exames?

N�o. Os raios X mostraram opacidades leves,

mas nada que causaria isso.

Sim, oi.

-Alice teve febre recentemente? -Corrimento nasal,

-dor de garganta? -N�o, n�o.

Alguma hist�rico de asma ou pneumonia?

-N�o, nada. -N�o.

A satura��o caiu para 87. Quer que coloque m�scara?

Sim, pe�a um nebulizador tamb�m, por garantia.

Qualquer coisa que cause problemas respirat�rios?

Hist�rico familiar, exposi��o ao amianto, mofo?

Ela fumou cigarros no ano passado.

Mas s� por um tempo. N�s a pegamos e a fizemos parar.

Isso � verdade?

Sim.

De todo o modo, isso n�o � o que normalmente vemos

de uma doen�a relacionada ao fumo.

-Continuaremos investigando. -Certo.

Se aquela fosse nossa filha,

o hist�rico com fumo seria a 1� coisa

-que eu diria ao m�dico. -Devem estar envergonhados.

Devem ter achado que esta tudo sob controle.

�, talvez. Fico me perguntando

se h� algo mais que n�o est�o nos contando.

Dr. Halstead.

Taquic�rdico em fibrila��o.

Doutor, meu peito est� me matando.

-Quer que aplique Cardizem? -A press�o est� caindo.

1mg de Morfina e Midazolam, carregue as p�s para 50.

Mike, o dano na sua v�lvula est� se estendendo

para o sistema el�trico do cora��o.

Preciso redefinir seu ritmo. Certo, vamos l�.

Carregado a 50.

Afastar.

O ritmo voltou. Comece com Esmolol.

V�o me dar uma nova v�lvula?

Estou trabalhando nisso.

S� est� demorando um pouco.

Doutor.

O que for preciso.

Por favor. N�o quero mais viver assim.

Est� vendo isso?

O tempo est� acabando e precisa de ajuda.

E acredite, Will, quero ajudar.

-Ent�o ajude. -Como?

Voc� quer que eu invente algo?

Olha, sei que o tempo est� passando.

Se quiser, eu falo com o Dr. Latham...

E falar o que a ele?

Quer saber? Esquece.

Tudo certo. O rim est� livre.

Cara, afetou o c�rtex lateral

e 3cm dentro do hilo.

Talvez dev�ssemos salvar.

Sofreu muito dano.

Teremos que tirar a coisa toda.

Espero que estarmos desperdi�ando nosso tempo.

Dr. Marcel, h� uma emerg�ncia no tom�grafo.

� seu outro paciente do �nibus.

Eu cuido do rim, est� bem?

V� checar o garoto.

A satura��o caiu para 81.

O hematoma expandiu. Deve ter come�ado a sangrar.

Est� comprimindo as vias a�reas, vamos entub�-lo.

Pegue Etomidato e Succinilcolina.

Estou sentindo muita resist�ncia.

A satura��o dele caiu para 72.

N�o est� passando.

68, kit de traqueostomia.

N�o colocarei outro buraco no pesco�o dele.

Crockett.

Consegui.

Certo.

Ele ainda est� sangrando muito.

Droga.

Avisarei a Sala de Opera��o.

Dr. Halstead.

-Estou intrigado com isso. -E?

Seu paciente foi prescrito com antidepressivos

n�o por um psiquiatra, mas por voc�.

Esqueci totalmente de te dizer.

Dr. Charles ia prescrever,

mas precisou sair numa emerg�ncia.

Com o acidente do �nibus, isso aqui est� uma loucura.

Claro. Muito bem, ent�o. Avisarei a Sala de Opera��o

que o sr. Monroe chegar� imediatamente.

Obrigado, dr. Latham.

-Maggie. -Oi.

Quer alguma coisa?

S� esqueci de perguntar

se ainda est� com aquele cara.

Oncovin... Leucovorin...

Ben.

-E sim, estou. -Parece um bom sujeito.

De qualquer modo, s� queria agradecer.

Sei que est� lutando por mim.

Bem, pode me agradecer depois do transplante.

-Ainda n�o parei de lutar. -Tenho certeza que n�o.

Mas sabe como isso �.

Um dia, os n�meros est�o ruins e voc� arrasado.

No outro, est�o bons e voc� pode ganhar o mundo.

Para cima e para baixo, de novo e de novo.

Mas dessa vez...

parece direfente.

N�o sei se resta outro "para cima" em mim.

Gary.

N�o fale assim.

Pode n�o saber isso sobre mim,

mas quando tenho algo em mente, vou at� o fim.

Ent�o, voc� fica comigo.

Para onde eu vou?

Certo.

Doris.

Como est�o os exames do Gary?

Mais baixos do que quando chegou.

-Vem c�. -O qu�?

-Vou tirar seu sangue. -O qu�?

-Ela n�o pode respirar! -Satura��o est� em 74.

Vamos entub�-la. 15 de etomidato, 70 de suxamet�nio.

Alice, querida, irei lhe sedar

para colocar um tubo que te ajude a respirar.

Espere, a m�quina respirar� por ela?

Ela n�o pode fazer isso sozinha. N�o temos escolha.

Medicamentos aplicados.

-Vamos l�. - Alice?

Pronto.

Satura��o est� em 83.

-Por que isso est� acontecendo? -N�o sei.

Pe�a uma nova rodada de exames.

Preciso tomar um ar.

Como ela se saiu?

A cirurgia correu bem, foram 8 unidades de sangue,

ent�o ela pode ter sequelas ou nem acordar.

Vamos esperar pra ver.

Garanto-lhe que assim que tivermos alguma resposta

-voc�s saber�o. -� o dr. Marcel?

Por que n�o separou Henry e Kate para traz�-los?

Meu irm�o � m�dico e disse que n�o se move pessoas juntas.

Kate n�o estava bem. N�o tivemos escolha.

-O que quer dizer? -Bem, mant�-los juntos era

o �nico modo de salv�-la. Ela ia morrer.

Ent�o colocou nosso filho em risco?

-Como p�de? -N�o tinha escolha.

N�o se os dois tivessem a chance de viver.

N�o, voc� tinha escolha. N�o o direito de faz�-la.

Eu compreendo. De verdade.

Falarei com voc�s ap�s a cirurgia do seu filho.

Tudo bem?

Se me d�o licen�a.

-Tentei acalm�-los. -Sim.

N�o, eles est�o certos. Responderei eles assim

que a car�tida do Henry for suturada.

O que? Vai sutur�-la? N�o ter� fluxo sangu�neo normal

para o c�rebro o resto da vida. Por que n�o reconstruir?

Reconstru��o � demorada e arriscada.

Ele j� perdeu muito sangue.

-E da�? -E da� que isso o torna

um mau candidato para anestesia longa.

Sei o que significa. S� n�o entendo porque

de repente optou pela seguran�a.

Porque j� causei dano suficiente por hoje.

E n�o quero causar outro.

Crockett.

Aquele garoto merece sair dessa

com o melhor resultado poss�vel.

Ent�o v� l� e fa�a tudo que for poss�vel

para que isso aconte�a.

Entendeu?

O que est� acontecendo aqui?

Estou fazendo exames em nossa equipe,

para saber se h� um doador para o Gary.

Maggie, temos um PS cheio de crian�as machucadas.

-Precisamos da equipe l�. -Sei disso.

Por isso estou sendo bem breve.

Maggie, n�o podemos fazer isso.

Mas se n�s...

Se n�o encontrarmos um doador para ele hoje,

ele vai morrer.

Ap�s lutar diariamente contra o c�ncer por um ano,

e depois de ter a cura bem nas m�os dele,

vai ter isso tomado dele?

Tenho um hospital cheio de pacientes

que precisam de cuidados.

Todos, voltem ao trabalho.

Com licen�a.

Meu filho est� l� dentro. Ele estava no �nibus escolar.

E eu gostaria que algu�m fizesse isso por ele.

Onde quer que eu fique?

Por aqui.

O que h� de errado com voc�? O que voc� fez?

Dr. Charles, eu j� perdi uma viciada.

Algu�m que ajudei a se viciar.

-N�o perderei outro. -Isso est� muito pessoal, Will.

-Nunca � uma boa ideia. -Mas isso n�o � pessoal?

Voc� perdeu um irm�o para as drogas.

-O que isso tem a ver? -Voc� passou por isso.

Voc� deveria saber que n�o podemos

ficar discutindo cada paciente.

J� chega!

� muita aud�cia sua citar o meu irm�o.

Mas j� que tem coragem,

sinto falta dele todos os dias,

e penso no que podia ser diferente.

Mas nunca trago isso para o meu trabalho

e deixo afetar meu profissionalismo.

Kay, como estamos?

Car�tida mobilizada e pronta para sutura.

Fio de seda para sutura.

Dr. Marcel.

Pegue um enxerto.

Faremos uma reconstru��o.

Tem certeza? Ele � coagulop�tico.

Tenho certeza.

Ajustando a pin�a superior.

Ele est� braquic�rdico.

-Crockett. -D�-me o Shunt de 3".

Dr. Marcel, se suturarmos a car�tida...

D�-me o Shunt.

Vamos, vamos. Quero o shunt.

Shunt.

Frequ�ncia card�aca caiu para 42 bpm.

36 bpm.

Crockett.

Consegui.

Frequ�ncia card�aca subiu para 63 bpm.

Vamos come�ar com esse enxerto.

Sr. Walker, n�o � permitido vape no hospital.

Desculpe, eu n�o sabia.

Deixe me perguntar: sua filha usa vape?

O qu�? Claro que n�o.

Quero dizer, ela usou, mas para se livrar dos cigarros.

Sabe como �.

Doutor?

-O que foi? -Ela anda usando vape.

-Posso olhar a mochila? -Pode.

Acho que n�o vai encontrar nada.

-Ela parou h� 6 meses. -Ela tem 12 anos.

Tem no��o do perigo disso?

-N�o causa c�ncer como fumar. -Ela s� usou 3 semanas.

-Ela conseguiu at� parar. -Isso � seguro.

Vape n�o vicia como os cigarros.

Meu Deus. Esses s�o os seus?

N�o.

Ela deve ter pego isso na escola, ou com uma amiga.

N�o faz�amos ideia.

Meu Deus.

Vamos esperar e ver o que diz os �ltimos testes.

Voltaremos daqui a pouco.

-Ronnie? Alguma sorte? -N�o.

Voc� percebe que achou quase 40 doadores em potencial?

Normalmente n�o recebemos tantos em um m�s.

Espera. � compat�vel.

Temos um compat�vel.

Voc� tem certeza?

Maggie, � esse.

Meu Deus. Muito obrigada, Ronnie.

-Temos um compat�vel! -Afastar.

Meu Deus. Gary?

Doris, eu assumo. Vamos, Gary.

-Carregar para 200. -Vamos l�, Gary.

-Ajudaremos a superar isso. -Afastar.

Vamos l�. Vamos!

Carregar para 200!

Vamos, Gary.

-Sinto muito, Maggie. -Carregue!

-Maggie. Maggie. -N�o.

Hora da morte � 17h36.

Voc� ficar� bem, rapazinho.

Dr. Marcel, desculpe pelo que aconteceu.

Obrigado por salvar nosso filho.

Sim, claro.

Como est� Kate?

Ainda n�o sabemos.

Crockett. Kate est� acordando.

Kate, querida, lembra de onde me viu pela primeira vez?

No �nibus?

Sim, bom. Muito bom.

Pode mexer os dedos dos p�s, querida?

Isso � bom. Isso � bom.

Voc� pode apertar meu dedo? Apertado.

Desse jeito?

Sim, assim mesmo.

-Oi. -Recebeu os outros exames?

Infelizmente todos foram negativos.

Ent�o foi o vape.

Chamamos isso de EVALI.

Les�o pulmonar associada a cigarro eletr�nico ou vape.

Ela j� tinha,

mas o acidente a empurrou para o limite.

Ent�o, quanto tempo at� que ela melhore?

Eu gostaria de poder dizer,

mas n�o sabemos se ir�.

O que quer dizer?

Essa condi��o � t�o nova

que ainda estamos descobrindo.

Sua filha pode voltar a respirar sozinha, mas pode n�o voltar.

Nunca?

� poss�vel.

Mas a verdade � que...

algumas pessoas n�o sobrevivem.

Meu Deus.

Eu sinto muito.

Coitados dos pais.

E da Alice.

Durante todo o dia, eu s�...

Tinha a sensa��o de que n�o diziam a verdade.

Desculpe-me por hoje.

E por mencionar seu irm�o.

Mas quer saber?

Foi tudo por isso.

Acabei de...

pegar a namorada dele tentando passar isso.

Agora mesmo? Aqui?

Sim.

O qu�...

Meu Deus.

� um longo caminho, Will. Sem atalhos.

-Oi. -Oi.

-Um dia e tanto. -Sim.

Decis�o arriscada.

Mas voc� conseguiu.

Sim, bem, n�o fiz aquilo sozinho.

Crockett.

Voc� foi t�o inflex�vel esta manh� no �nibus.

Nunca vi voc� assim antes.

O que estava acontecendo?

Nada. Foi uma escolha.

Bem, uma escolha que ningu�m mais teria feito.

Por que voc� fez aquilo?

Porque ningu�m deveria ter que perder um filho.

N�o, claro que n�o, mas ainda foi...

Vejo voc� de manh�, dr.� Manning.

-Maggie? -Oi.

Eu ouvi sobre o Gary. Eu sinto muito.

E sinto muito por fazer um dia dif�cil ainda pior.

Tem algo que quero te mostrar.

Venha comigo.

O que � isso?

Conseguimos combinar alguns dos doadores que voc� encontrou

com outros pacientes da lista de transplantes.

Todas essas pessoas?

Sim.

E h� mais a caminho.

Voc� salvou muitas vidas hoje, Maggie.

Oi. Pronto para fazer isso de novo?

Ou�a, Sean, desculpe, mas acho

que n�o posso mais fazer isso.

O que est� acontecendo?

Apenas n�o fui feito para isso.

Will, todos n�s j� tivemos esses momentos.

Doutor, tem algu�m aqui para v�-lo.

Oi.

-Oi. -Eu te conheci esta manh�.

Quando eu estava espumando no ch�o.

Sim, eu me lembro.

Eu sou nova aqui e...

Este lugar � uma d�diva de Deus.

Enfim, eu s� queria agradecer

por salvar minha vida.

Vou tentar mudar de vida.

Que bom.

Fico feliz em ouvir isso.

�.

Certo.

Oi, tio Dan.

O treino sempre termina tarde assim?

Quando voc� faz li��o de casa, cara?

Estudo psicologia.

Voc� pode basicamente inventar tudo.

Que engra�ado.

Voc� est� com fome?

Isso � uma pergunta?

Venha comigo.

Certo.

Ent�o, voc� veio tomar conta de mim?

N�o. Na verdade n�o.

Talvez. Tipo isso. Eu n�o sei.

N�o se preocupe. Eu ainda estou limpo.

A equipe verifica meu xixi todos os meses.

Eu amava o meu pai,

mas n�o vou acabar como ele.

Sabe o quanto tenho orgulho de voc�, certo?

-Sim. -Sabe mesmo?

-Sim. -Que bom.

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