All language subtitles for Black Daisies - Czarne stokrotki S01E07

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Original subtitles

Que treta.

És tu?

Vai lavar as mãos, o almoço está pronto.

O que aconteceu?

Meu Deus...

Eva...

Eva!

- Bom dia. - Bom dia.

Liguei a perguntar pelo meu pai.

Sra. Opalinska, não se preocupe.

O Sr. Zdenek está bem e consciente. Inalou algum fumo.

Demos-lhe oxigénio e ficou bem.

O seu pai é muito precavido.

As pessoas mais velhas demoram a reparar em incêndios.

- Ele tem de ficar aqui? - Não, pode ter alta hoje.

Não deve estar sozinho, deve ter alguém de olho nele.

Sra. Lena Opalinska?

A própria.

- Venha connosco à esquadra. - Ainda não vi o meu pai.

Se não resistir, não precisaremos disto.

É suspeita de fogo posto.

- Não estou a perceber. - Falamos na esquadra.

Os eventos de ontem deixaram a Polícia em choque.

Três agentes morreram devido a uma intoxicação de gás.

Outros agentes envolvidos lutam pela vida.

Está prestes a começar uma cerimónia de homenagem na esquadra.

Que apodreçam todos.

Escumalha.

- Não digas isso. - Porquê?

Porque eu não deixo.

Donka.

Quem te fez isso?

Disse a uma branquelas que deviam matar mais polícias.

- É isso que ensinas? - Quem lhe ensinou a bater em miúdas?

- Bateste-lhe de volta? - A mãe vai falar com a diretora.

O teu irmão vai falar. Ele protege-te.

Não é, Luka?

A menos que já tenhas esquecido o teu pai.

O que estás a dizer?

Luka, vem cá.

À vontade!

Sentido!

Erguer estandarte!

Direita, volver!

Marche!

Destroçar!

Dispersar!

A Czarnecka tinha um motivo para os envenenar.

Ela rebentou com um túnel debaixo do Túnel da Raposa.

Não queria ninguém a meter-se lá.

Que treta é essa?

Zbyszek, vem cá.

- Toma lá. - O que faço com ele?

Vais safar-te.

O Majcher reunia provas

daquilo que os homens da Czarnecka faziam nos túneis.

Ela está a passar-se, não esperava que os miúdos sobrevivessem.

- Tem-nos presos no sanatório. - Porque faria mal a crianças?

Talvez esteja na altura de questionar isso.

Devemos-lhes isso.

Tens dois dias. As provas têm de ser irrefutáveis.

Parece que queres prender a Virgem Maria.

- Vai buscar a arma e o distintivo. - Ótimo, obrigado.

Está a brincar? Não fumo desde o secundário.

Devia estar nas minhas coisas antigas.

Isto estava fora de casa.

Na entrada da garagem.

Parecia lá deixado por alguém que queria fugir.

Vamos lá repetir.

Saiu de casa do seu pai às 20h e foi ao orfanato.

Foi onde a minha mãe cresceu.

- E não combinou isso? - Não.

- Falou com alguém de lá? - Não.

- O seu pai viu-a a sair? - Claro. Pergunte-lhe.

Os médicos dizem que ele estava sob o efeito de marijuana.

Os nossos colegas de Walbrzych

disseram que sofre de doença de Wilson

e que tem surtos de insanidade.

Chegou a tentar matar a sua filha.

- Que medicação toma? - A doença está controlada.

E sigo todas as ordens do tribunal. Os seus colegas não falaram disso?

Não respondeu.

Tenho a medicação na mala que me tiraram.

Quero fazer uma chamada.

Tenho esse direito.

Começo a duvidar que consigas dar-me aquilo que prometeste.

Só queres saber das tuas memórias.

Até parece que não quer saber do seu passado.

Adorava libertar-me disso, mas tens de fazer o que prometeste.

Desculpe.

- Está tudo bem? - Sim, Grzegorz.

Vai ver as crianças.

Não percebo ao certo, mas acho que é muito importante.

A Ilse Grunn e o Strughold trabalharam juntos.

O trabalho do Strughold não era muito.

Ele estava quase a perder a sanidade.

Sem o laboratório dele, não teríamos chegado aqui.

Se calhar, devíamos investigar a Ilse.

Ela também falou da pedra nas notas que escreveu.

Ilse Grunn...

É possível.

A Lena procurou-a no sanatório. Desmaiou ao ver a foto dela.

Ela era sacerdotisa da sociedade Vril.

Dizia que havia um portal debaixo da cidade.

Esta pedra deve estar relacionada.

Segundo a Ilse,

o mundo de Vril é energia pura.

É um poder imenso.

Pode até ressuscitar mortos.

É isso que distingue o sangue dos nossos caranguejos

do sangue dos caranguejos do mar.

Pode estar relacionado.

Temos de analisar isto.

Onde está o meu filho?

Devolvam-me o meu filho!

Onde está o meu filho?

Onde está o meu filho?

Quero o meu filho de volta, cabrões!

Um misterioso fenómeno assola Walbrzych desde ontem,

trazendo consigo a aurora boreal.

- Raios. - O que foi?

- Avariou outra vez? - Sim.

Não.

Não.

Não me ouviram?

O gajo entrou no meu gabinete e mostrou um cartão qualquer.

Um pouco mais redonda.

Que porcaria.

É ele.

Vamos lá, porra!

- Bom dia. - Bom dia.

Procuro o Smolarz.

Não o vejo desde ontem.

Sra. Opalinska, tem uma visita.

Liguei ao meu pai.

E ele ligou-me a mim.

Porque não disseste que dormimos juntos?

Teve sorte.

Por favor, tome a medicação e não se esqueça de onde anda.

A Sra. Opalinska está livre,

mas tem de se manter contactável até resolvermos o caso.

Não pode sair da República Checa.

Está bem. Ela vai portar-se bem, prometo.

Paizinho.

- Não tiveste alta cedo de mais? - Estou como novo.

Porque haveria de apodrecer no hospital?

Metade da casa ardeu. Só fiquei com isto.

Vou dar-lhe uma mãozinha.

- Obrigado, Marek. - De nada.

É nestes momentos que vemos o que tem valor.

- Peguei logo nos livros de BD. - Livros de BD?

Os preferidos da Ada.

Pensei que...

O que importa é que estás bem.

Eles acham mesmo

que deitaste fogo à casa?

Isto cheira a esturro.

Tenho de mudar de roupa e tomar um banho como deve ser.

Encontraram o meu isqueiro e o agente sabia muitos pormenores...

Isso não é connosco.

Não é a melhor altura, mas descobri algo sobre a mãe.

Lembras-te da mulher por quem perguntámos em Broumov?

A Ilse Grunn?

Era minha avó.

A mãe sabia que era filha de uma alemã?

O marido dela chamava-se Helmut. Viviam em Broumov durante a guerra.

Acho que a tua mãe não investigou o passado dela.

- Vá-se lá saber. - Ela não se abria muito.

Se calhar, não ouvi com atenção.

Habituei-me às esquisitices dela.

Mesmo assim, eu estava em casa naquele dia.

Graças a Deus que te mandei ir lavar as mãos.

- Teria ido na mesma. - Digo o mesmo da Ada.

Não tinha reparado em nada de estranho nela.

Promete-me que nunca vais desaparecer de repente.

Não te vais livrar de mim com tanta facilidade.

- Não posso sair do país. - Estou a falar a sério.

Vamos procurar um hotel, tens de descansar.

Não, leva-me a casa do Vasek.

Se ele te der mais algum charro,

vou obrigá-lo a correr pela Antártida todo nu.

Credo.

Agora gostas de caminhar na natureza?

Não, queria estar a sós contigo.

Gostava de te pedir...

Tenho de falar com o Adrian.

- Ele dá-se com a Czarnecka. - Achas que ia falar com um bófia?

Acho que podes convencê-lo.

Tenho de o convencer?

Há poucas pessoas em quem posso confiar.

O Smolarz deve estar envolvido na morte de um dos nossos agentes.

E talvez no caso das crianças. O Adrian deve saber alguma coisa.

Os vossos agentes...

... mataram o meu pai.

O Blazej foi suspenso e os outros não têm culpa.

O que sabes, Raf?

Vocês perdem três gajos e a cidade não descansa.

Há música e televisão em direto. E vens ter comigo do nada.

Quando um cigano morre,

é sempre um acidente.

Nem imaginas o que é estar no meu lugar.

E amar alguém como tu.

Obrigada pelo álibi.

O teu pai pediu-me.

Senão, ele ia dizer à Ada que não te ajudei.

Ela nunca recuperou.

Depois de te perder.

O que procuras em Broumov?

A forma de a reaver.

E essa tua avó...

Ilse, correto?

Ela tem que ver com isto?

Não tens de voltar para a Maja e para o Ignas?

Liguei-lhe, mas ela não atende.

Ela precisa de tempo, e eu também.

Ela mora em Broumov?

Quantos anos tem?

A tua mãe nasceu depois da guerra.

Acho que a Ilse sabe o que aconteceu à Ada.

O meu cota ia ver jogos ali.

Sabias que o Hitler discursou ali uma vez?

A sério?

Foi-se logo embora, ninguém queria saber.

Isso mesmo.

Pensei que tinhas parado.

Foi pelo polícia, não te esqueças.

Quanto?

Digamos que é uma prenda. Quero pedir-te um favor.

Podes falar com o Rafal?

Eu sei, são só cinco minutos. Ele está em apuros.

Ele viu os polícias a serem envenenados.

Devias ir ao psiquiatra.

- O Smolarz teve mão nisso. - Tento ficar longe desse bandido.

- Toma. - Já disse que é uma prenda.

Estou sempre a vê-la em sonhos.

Parece que me guia.

Eu sei que parece estranho.

Pior do que isso, não me lembro de nada da minha mãe.

Do seu aspeto, do cheiro, da voz...

De coisas do quotidiano, como jantarmos juntas.

Só agora percebo como ela se sentia perdida.

E agora?

Já não faço ideia.

O saco.

O teu pai esqueceu-se do saco.

Ainda não percebo porque salvou a BD primeiro.

Porque lhe relembra a Ada.

Um, dois, três, quatro, cinco, seis.

Já sei aonde ir.

Ela desenhou ao pormenor, mas não há indicações claras.

Se procuraram a porta para Vril, o portal deve ser subaquático.

Num lago subterrâneo?

Ou num poço inundado?

Veja isto. É uma descoberta.

Já vi centenas desses tubos.

Este é diferente, graças à Opalinska.

Descobri o elemento que faltava, Marta.

Fêmeas de caranguejos-ferradura.

A Lena tem o sangue dessas fêmeas.

Injetei-o em mim.

Finalmente, lembrei-me de tudo. Está a perceber?

Sabe o que isso significa?

Estamos a um passo de atingir o nosso objetivo.

Não acredita?

Garanto que o efeito é muito mais duradouro.

- Quem vejo com estes olhinhos? - Olá, Ewa.

Pensei que tinhas ido para debaixo da terra,

mas parece que tiveste um acidente grave...

Com o chão.

Mas o tio Luka está cá quando precisam dele.

Vim tocar para as crianças, a pedido da Czarnecka.

Está bem, vou ligar-lhe.

Não precisas de chamar essa magrelas. Já estou atrasado. Onde é?

No último andar. Depois, sobe as escadas para a torre.

Obrigado.

Restrito

Só apanhámos machos até agora?

É o que parece.

É possível que só os machos venham à superfície.

Lâmpadas, tochas, uma rede subterrânea...

Se fosse em Walbrzych, já saberíamos.

Espere, mostre-me esse desenho.

É em Walbrzych.

No Mausoléu,

havia uma coluna decorada com relevos de leões.

Sustentava uma tocha alimentada a gás.

Tem de ser isto.

Tem de ser aqui.

Ouvi dizer que a Polícia está à minha procura.

Não vão procurar no Mausoléu.

Há lá pessoas nossas.

Se precisares de mais pessoas, pago a dobrar.

Ou a triplicar.

O que fazes aqui?

Tem calma, meu!

A Sra. Czarnecka pediu-me para tocar para as crianças.

- Olá. - Olá.

Que bela ideia.

Animaria os pais dos nossos pacientes, sem dúvida.

Tenho coisas urgentes para fazer e gostava de falar contigo.

Espero que possas passar a noite aqui.

O teu telemóvel.

Os telemóveis interferem com o equipamento.

Prepara um quarto para este cavalheiro, Grzegorz.

Rafal.

O último registo do telemóvel do Smolarz foi na República Checa.

Em Martinkovice. E depois...

Bolas.

Vou falar com os checos.

Édipo, por amor de Deus!

Estava a começar a engraçar contigo.

Porque soltaste o caçador de ratazanas?

Estão a pressionar-me por não termos suspeitos.

Temos.

Temos um suspeito e estamos a ver se o encontramos.

Veja isto.

Obrandydo pai da Lena. Uma vez, ofereceu-mo nos anos.

Antes de a Lena...

Pronto, veja isto.

É o retrato-robô segundo o técnico de desinfestação.

É o homem que lhe roubou o material.

E o Smolarz foi à República Checa.

Tenho a certeza de que incendiou a casa da família da Lena.

- Pode ter usado obrandy. - E onde entram as crianças nisso?

O Smolarz roubou equipamento de desinfestação!

Está a apagar o seu rasto.

Está a fazer a folha a quem investiga o que a Czarnecka fez às crianças.

Para apanharmos a Virgem Maria, uma garrafa vazia não chega.

O que estás a fazer?

Lena.

Lena, vamos.

Vamos lá. Deixa estar.

Lena.

Já chega. Vem comigo.

Vá lá, vamos. Vem comigo.

Lena!

Lena...

Lena!

Tens de te despachar.

Lena!

Tens de te despachar.

Lena!

Olá. O Luka está?

Ele não me atende e já o procurei por toda a parte.

Talvez não queira ser encontrado.

Bem, é uma coisa...

... importante.

Deixa-o em paz.

Além de bófia, és...

O que queres dizer?

Maricas?

Que corajosa.

- Querias chamar-me maricas? - Cala-te.

Maricas, larilas.

Espero que morras longe.

Que bela merda que fiz.

Há aqui alguma coisa! Escavem mais!

Que explosão do caraças.

Escavem mais.

Encontrei uma coisa.

Levantem-se!

Já! Depressa!

E agora?

Bolas.

Tymek.

Sabes onde guardam os telemóveis?

O que estão a fazer?

Mas que raio?

Meninos.

O que estão a fazer?

Tymek.

Ada!

Esperem!

Merda.

O cigano roubou o diamante!

Chama toda a gente e procurem as crianças!

Estás lixado!

Rafal, sou eu, o Marek.

Passa-se algo com a Lena. Ela teve visões.

Pegou no meu carro e deixou-me em Broumov,

sem documentos nem telemóvel.

- Só consegui... - Que visões?

Não sei, Rafal.

Acho que enlouqueceu.

Dei-lhe um álibi.

- Pensei que... - Qual é a tua matrícula?

Lena!

Lena!

Lena! Não!

Lena!

8 maio 8h11

8h12

Tradução e Legendagem PEDRO MARQUES RTP - Produção

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