All language subtitles for Lucky S01E04

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian Download
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

O teu pai está em perigo.

Agente especial Billie Rand, FBI.

Não falo com polícias.

Vão matá-lo, Lucky.

Eis o que sei.

A Priscilla compra petróleo, por atacado.

Não paga impostos ao Estado.

Depois, revende-o por empresas fictícias pelo valor integral.

É o que sei.

Só não tenho algo que a ligue à fraude.

Mas ela é muito boa a fazer com que outros fiquem com a culpa.

Adivinha quem será.

Tenho o suficiente para prender o Cary e o John pelos próximos dez anos.

Se fosse verdade, já o teria feito.

A menos que haja razões de contrário.

Está bem, só quer a Priscilla.

E o Whittaker.

E sei que queres o mesmo.

Não sabe nada do que quero.

Sei que, antes disto,

tu e o teu pai cometiam pequenos delitos.

Sei que tu sabes que o teu pai teve mais olhos que barriga com a Priscilla.

E sei que a queres tirar da vida dele.

Então, o que quer que faça?

Ajuda-me a retirar o foco do teu pai.

Prender a Priscilla pode ser a única forma de o deixar seguro.

Não pode garantir isso.

Não, mas posso mantê-lo em liberdade…

… se me ajudares a apanhá-la.

Não posso.

Não.

De certeza?

Pois, tenho perseguido a Priscilla, mas andei a observar-te.

Toda a tua vida jogaste…

… com as cartas que tinhas disponíveis.

Esta é uma oportunidade para saíres desta merda.

Jogares com um baralho novo.

E o Cary?

Depende do quanto se envolver.

Imunidade total.

Para o meu pai e o Cary, senão nada feito.

Menina.

Pedes muito.

A agente também.

DO ROMANCE DE

Estás vivo.

Que bom para ti.

- Lucky. - Dá-me a frase.

Lucky, tens de me ouvir.

Não. A frase. Por favor.

FRASE DE 12 PALAVRAS

Lucky. Ouve, tenho de me explicar, está bem?

Posso… explicar?

Não!

Foda-se.

Não, não quero o raio do gelo.

Desculpa. Sabia que me encontrarias, mas não tão cedo.

Parece que vivemos o tempo de forma diferente.

Pronto, lamento pelo que aconteceu. Entendo, está bem?

O quê? Não… não o faças.

- Não. - O quê?

Não faças aquilo que fazes para me tentar acalmar,

sem saberes a merda que fizeste.

- Sei que merda fiz. - Nem sonhas.

- Lucky… - Tornaste-me um alvo, Cary!

- Não foi isso que aconteceu. - Treta!

- Não tive escolha. - Outra treta!

Posso explicar-me?

Não, não quero ouvir.

Sei que não, mas tens de ouvir agora.

Não. Tiveste tanto tempo para ensaiar este momento

como eu para o imaginar.

De certeza que tens uma ótima história pronta para ação, mas não quero…

Bato-te outra vez!

Está bem. Foda-se.

Escolhe então uma zona mais suave.

Estás mesmo a tentar ser charmoso agora?

Não. Também é duro para mim.

Claro, isto é duro para ti.

Sim, quem importa és tu…

- Não quis dizer isso. - … e a tua desgraça.

Fiquei aterrorizada, Cary.

Não sabia se tinha de te odiar

ou de chorar por ti ou de te salvar de alguma forma.

- Desculpa. Desculpa. - Não!

Sabes, primeiro, achei que, talvez, algo se tivesse passado connosco.

Talvez tivéssemos sido drogados e estivesses magoado ou pior,

e teria de passar o resto da vida sem saber o que se passara.

Mas, depois, percebi que a única hipótese que podia mesmo aceitar

era que estarias morto.

Pois, pelo menos contigo morto, não me terias feito isto.

Mas aqui estás tu vivo e bem numa casa de praia,

e fizeste-me isto.

Identificámos a matrícula e o Masterson numa casa em La Jolla.

A polícia local vai a caminho,

mas quero todos os agentes federais na área.

Unidades disponíveis, voltem à esquadra

para ajudar na busca de um fugitivo do FBI.

Por favor, avisem e mudem para o quatro.

Fugitivo? Achas que é ele?

Saberemos em breve.

Que trapalhada.

Já lidámos com pior.

Lembra-se de Temple City?

Céus. Acho que bloqueei isso.

A questão é que nos safámos.

Nós os dois safámo-nos de muitos sítios onde isso parecia impossível.

Pois, mas este é o Cary, está bem? Ele não é como nós.

Ainda mato aranhas por ele.

Vai mais rápido, por favor.

Sei o que parece, está bem?

E parte do motivo para parecer assim é porque é assim. Não nego isso.

Não me vou sentar aqui a tentar justificar o que fiz.

Mas tive algum tempo para pensar nisso, e mesmo agora…

… mesmo aqui, contigo,

não sei se faria as coisas de outra forma, está bem?

E, acredita, por muito que me odeies

agora, neste momento,

nem sequer… nem se compara com o tanto que me odeio por isso.

Acho que me estás a subestimar, querido.

- Não digas isso. - Bem, não te conheço.

- Claro que me conheces. - Cary, não.

Quem conheço não faria isto.

- És a única que me conhece, Lucky. - Nota-se.

Ouve, cometi um erro.

Sei que errei.

Mas não me vais convencer de que o que temos não é real, está bem?

Apaixonei-me por ti mal te vi.

- Pedir-te em casamento… - Quando começaram as mentiras?

- O quê? - Antes do casamento?

- Não, foi tudo real. - Depois?

Sei que pode ser complicado especificar datas,

mas quero saber quando a minha vida se tornou mentira…

Ela ia matar-te!

Meu querido menino.

Olá, mãe.

- Olha para ti. - Olá.

Tive saudades tuas.

Vem.

Ter-te-ia visitado, se me deixasses.

Não podia deixar que me visses lá.

Pois, mas detesto que tenhas estado lá e não o Wayne.

Não faz mal.

Faz, sim.

Bem, ouve.

O que interessa é que estou aqui agora.

Senta-te.

Como é que saíste?

Bom comportamento.

Os advogados do Wayne?

O que ganha ele?

Bem, soube que desapareceu dinheiro.

Isso tem que ver comigo?

Bem, o John rouba-me há anos.

Pequenas quantias.

E a única pessoa que sabe do dinheiro

é a tua namoradinha.

- Esposa. - O quê?

Casaste-te?

Não me contaste?

Não me recebias.

Ouve.

Sei que tem sido difícil, está bem?

Fizeste o que foi preciso para sobreviver.

Mas estou livre agora.

Vamos regularizar o negócio, e tudo voltará ao normal.

Amo-a, mãe.

Por favor. O que te aconteceu?

Estive longe dois anos e nem te reconheço.

Estou feliz. Se calhar, é por isso que não me reconheces.

- Não estás feliz. - Estou.

Estás aborrecido.

Trabalhas pelo ordenado mínimo e brincas às casinhas com a miúda.

És capaz de muito mais.

É uma vida boa.

- É? - Sim.

É o que queres?

Uma vida boa?

Homem, tens uma palavra a dizer.

O Wayne vai incluir-te no grupo.

O Wayne não… O Wayne não quer saber de mim, está bem?

E, com certeza, não quer saber de ti.

Pois, se trouxeres o dinheiro, prometo-te que isso muda.

Não vou fazer isto pelo Wayne, mãe.

Não, não, fá-lo por ti.

Estou a dar-te uma prenda. A oportunidade para uma vida melhor.

Como a tua?

Acabaste de sair da prisão, mãe.

Prisão.

Adoro ter esta conversa agora. Adoro!

Ouve.

Podes fazê-lo com a miúda, está bem?

Só precisas que ela mo traga.

E estamos despachados.

Podes viver a tua vida.

Podes…

… mudar-te para Fresno e trabalhar no Starbucks.

Não sei. A porra que quiseres.

Então, estás a recusar?

- Estou. - Porquê?

Estou apaixonado, mãe.

Estou apaixonado e sei que não entenderias isso.

Então, estás a sacrificar tudo por uma miúda que te mente?

De que falas?

A miúda por quem estás perdidamente apaixonado.

Foste apanhada pelos agentes federais, mãe.

Sim, como achas que isso aconteceu?

Não. Mentira.

É mentira. O pai dela também foi preso.

E ela também, certo? Foi algemada, não foi?

Mas nunca foi acusada nem interrogada.

Não, não. Porque ela mal esteve envolvida, mãe.

Ela era cúmplice, Cary. Sabia da organização.

E deixaram-na ir.

Nunca te ocorreu perguntar-lhe o porquê?

És mesmo assim tão ingénuo?

A Lucky sabe onde está o meu dinheiro, e vais trazer-mo.

Sabes o que o Wayne me fará se não lhe devolver o dinheiro?

Vais mesmo deixar isso acontecer?

Mãe.

É a minha vida.

Houve uma altura em que isso significava algo para ti.

Não o fazes por mim, a tua maldita mãe.

Fá-lo pela tua mulher, se a amas como dizes amar.

Sabes o que lhe vai acontecer, se eu tiver de resolver isto.

Pronto, e não te lembraste de me contar isto?

Contar-te? Contar-te?

- Estás a gozar comigo? - Está bem. Nós…

- Não queiras dar a volta. - Dar a volta?

Trabalhaste com os agentes e não me contaste.

Ela foi presa por tua causa.

Já andavam atrás dela.

- Tretas. - Não tive escolha.

Disse o mesmo há pouco e era treta.

Quando o disseste, era.

Podes dizer a ti mesma o que quiseres, mas sabes que tenho razão.

Mentiste-me.

Queria contar-te…

- Mas não contaste. - Mas…

Tiveste anos para me contar a verdade.

Anos.

Quando estivemos casados, sempre que falei da minha mãe,

nunca te ocorreu mencionar que tu a denunciaste.

- Não podia. - Agora, chegas aqui

a tentar reclamar superioridade moral

- e a dizer que sou… - Fiz tudo por nós, está bem?

Estava a tentar proteger-nos.

Estava a tentar proteger-te.

Deixar-me à morte num hotel não é me proteger, Cary!

Se não lhe desse o dinheiro, ela matava-te.

E vai matar.

Que parte disso é que não entendes?

Ela foi, é e sempre será mau sinal.

Estás demasiado próximo para o ver.

Ela não teria parado até nos ter matado, e tive de tratar disso.

Estava demasiado próximo?

Em que difere de ti e do John?

O meu pai não é um bandido.

Acho que estás a ser picuinhas.

Sabes que mais?

Não fales do meu pai.

Não falo… Estás a gozar comigo? Estás no gozo?

Foi tudo obra dele.

Ele fez isto.

Lixou-nos quando roubou ao Wayne.

A razão pela qual estamos agora nesta posição é o teu pai.

Ele.

E, mesmo agora, não o vês de todo.

Quero agentes entre Ocean e Magnolia,

a 90 metros da casa. Sem intervenção.

Repito, sem intervenção.

Não os deixem ver os carros.

Apenas intercetem.

Apenas intercetem se ele tentar fugir.

Nunca houve um avião de carga a sair de Vegas, nem Dominica.

Desde que decidimos levar o dinheiro, sabias que o ias tirar de mim.

Soube um dia antes de irmos, quando vi a minha mãe.

Quando não dormiste.

Logo vi.

Porque não…

… lhe deste o dinheiro?

Não sei.

Não sabes?

Estava a tentar proteger-te.

É lindo.

Não te queria trair.

É mesmo.

Estava dividido.

À nossa vida antiga.

À nossa vida antiga.

Tinha tido a pior noite da minha vida, mas fiz o que devia fazer.

Cheguei ao sítio de entrega do dinheiro.

Era num restaurante à saída da autoestrada, e estava para entrar,

trocar de carro, executar o plano, ela teria o dinheiro, e tudo acabava.

Observei-a pela janela do restaurante

a tomar café com o Dutch,

calmamente à espera que lhe deixasse o dinheiro aos seus pés,

sem ter dúvida de que o faria, porque ela é ela e eu sou eu,

e sempre foi assim toda a minha vida.

E eu…

Estou sentado no carro e consigo ver a cara dela.

E ela…

… ri.

Não sabia do que se ria, mas não importava. Não importava.

Ela destruiu a única coisa que eu amava na vida,

e estava ali sentada a rir-se.

E algo em mim, só…

Não ia ser mais o peão dela.

Vivi toda a minha vida por ela e, naquele momento, eu…

Odiava tudo nela. Por isso… fugi.

Teria sido bom que tivesses essa epifania antes de me tramares.

Não me digas.

- Podias ter voltado. - E voltei.

Mas… não me podia aproximar. Era demasiado tarde.

Então, continuaste.

Céus.

Não podia fazer nada.

Pronto, sabia que fugirias, mas tinha de tratar do dinheiro.

Obrigado.

FRASE DE 12 PALAVRAS

O que achaste que me ia acontecer?

- Disse-te… - Sim, sim, eu sei.

"Fugiria." Ótimo. E depois disso?

O que achaste que a tua mãe me faria?

Pensei que ela viria atrás de mim.

Sabia que tinha o dinheiro, achei que ficarias bem…

Ela meteu-me numa bagageira, Cary.

- Foda-se. - Pois.

Achou que estávamos juntos.

Os homens dela iam desfazer-me para te descobrir.

Olha, juro por Deus… Juro por Deus, não pensei que te perseguisse.

Ela não deve ter pensado que me trairias.

Devia ter percebido, mas não tive tempo de pensar bem.

Fiz borrada aí. Ela sabia que tu a tinhas denunciado,

claro que te iria perseguir.

Culpa minha. Vamos tentar perceber porquê.

Porque o farias? Porque trabalharias com a polícia?

Não vi outra forma de nos proteger.

Então, decidiste os destinos de todos?

Não, fiz o que tinha de fazer.

Talvez a Rand te manipulou. Pensaste nisso?

- Não. - Porque não?

- Não o fiz pela Rand. - Porque…

Fi-lo pelo meu pai, por ti,

e tu fizeste o que fizeste por dez milhões de dólares.

Nunca foi sobre o dinheiro. Nunca foi sobre o dinheiro, está bem?

Foi sobre ti.

Amo-te.

- Sei que ainda me amas. - Não, não amo.

Não acredito. Não é uma escolha.

Bem, não importa em que acreditas.

Não digas que não me amas. Sei que mentes.

Sabes que mais? Estou farta desta conversa.

Dá-me a frase.

- Não. - Não?

Não. Digitalizei o dinheiro para ninguém lhe meter as mãos, nem tu.

- Não é teu. - Também não é teu.

E não é do John.

Não passei por esta merda toda para lho dar.

Dá-me agora.

Não me vais alvejar.

Drogaste-me, roubaste-me, deixaste-me para morrer,

e não fazes puto ideia do que passei desde então.

Por isso terás de acreditar em mim, quando digo que te alvejo, sim senhora.

O problema é que a frase está aqui,

por isso, se atirares, morre comigo.

Bem, quem falou em te matar?

Desafio-te.

Cary Masterson, FBI.

Sabemos que estás aí.

Sai lentamente com as mãos no ar.

Vou ao bolso. Não cometas uma loucura.

Não quero feridos.

Não nos faças entrar.

Sempre conduziste melhor.

Vamos entrar.

Sala de estar, nada. Cozinha, nada.

Primeiro andar, nada.

Mas que raio?

Que diabo?

Bronco azul! Bronco azul! Vão, vão!

- Vamos. - É a Lucky.

É a maldita Lucky.

Todas as unidades atrás deles.

Bloqueiem as autoestradas.

A unidade aérea que não os perca de vista!

Por momentos, achei que ias disparar.

Pois, ainda o posso fazer.

Carro.

Sim, tenho olhos!

Merda, merda, merda.

- Estamos na faixa errada… - Eu sei.

… Lucky, anda lá.

O quê?

- Esquerda. - Merda.

Velocidade alta. Trânsito médio, a intensificar.

Aproximam-se de La Jolla Village.

- Para onde vai? - Merda.

Roberts, manda quatro agentes

- para a fronteira mexicana. - É já.

Acha que ela tentaria a fronteira com tanta polícia?

Não quero saber isso a mal.

Trânsito a intensificar, suspeitos serão bloqueados.

Vamos. Não têm saída.

Temos de sair daqui e ir para o México.

- "Temos"? Não vou a nenhum lado contigo. - Está bem. Agora não é bem uma opção.

Foda-se! Ainda nos matas.

Queres sair? Posso deixar-te aqui.

Não te peço que me perdoes, mas agora queremos a mesma coisa.

Preciso que confies em mim dez minutos, sim?

Bem, não vamos a lado algum sem despistarmos o helicóptero.

Pois, e como é que vamos fazer isso?

- Como é que raio fazemos isso? - Estou a pensar.

- Em que pensas, Lucky? - Confia em mim.

Daqui Heli, seguimos veículo errado que saiu do viaduto.

Não vemos o Bronco azul.

Repito, perdemos o contacto.

Vou avançar.

Lado do passageiro, visto.

Nada.

Muito bem, para onde vamos?

Para onde nos integremos.

Roberts.

O que se passou?

- Largaram o carro. - Jura.

Estão ali em cima.

Estão ali a pé.

Quero que os carros circundem por cima e os encurralem.

- Suspeitos a pé. - Estão perto.

Formem um perímetro. Vamos!

Posso perguntar-te algo?

Não é a melhor altura.

O John pediu que movesses o dinheiro por ele. Porque o farias?

Tínhamos os pais presos, a vida que sempre quiseste,

eras feliz, o John liga, e desistes de tudo por ele?

- Viriam atrás de nós na mesma. - Quem?

O Whittaker. A tua mãe.

Ou pensariam que eu estaria envolvida

ou usar-me-iam para o John falar.

Essa vida acabara.

- Sabes o que acho? - Não.

Acho que não sabes dizer "não" ao teu pai.

Estão juntos?

Entra. Não temos tempo.

Querido, perdoo-te.

Mas entra!

Idiota.

Parvo!

Desculpe! Por favor, ajude-me.

Vê aquele homem? Está atrás de mim.

Não me sinto segura. Não me sinto segura com ele…

Deixe-me em paz.

Não estou segura.

Que merda foi essa?

Têm de estar aqui.

- Se ainda estiverem a pé. - Ela pode ter roubado um carro.

Se é o caso, não fazemos ideia do que procuramos.

Vamos para o interior.

Há milhares de rotas que podemos seguir e desaparecemos.

Não queres ir para sul e esperar na fronteira?

- Esperar na… - Sim.

Eles estão à espera disso.

É o escape mais rápido, Lucky.

- Espera, o que… - Lucky.

- Estão a olhar? - Não sei.

Mas não olhes.

Não olhes, Cary.

Cuidado.

Certo. Milhares de rotas,

não sei o que significa. Temos de escolher uma.

Estou a conduzir agora. Dás-me as indicações, por favor?

- Se conduzires, é o dia todo. - Merda!

Céus.

Eram eles.

Pronto, pronto, pronto.

Vou fazê-lo.

Merda, merda, merda.

- Foda-se! Não! - Merda.

Vai… Fica com eles. Fica com eles.

- Rápido, Lucky. Anda! - Estou a tentar…

Merda.

Muito bem.

Apanha-os do outro lado.

Estamos fodidos. Lixados.

- Lucky, para. - Trava.

C'um caraças!

Isto é de loucos.

- Cary? - Eu sei.

Não nos lamento.

Nem eu.

O que estás a fazer?

A dar-nos algum tempo.

Merda.

Foda-se!

Cary?

Acabou, Lucky.

Para onde ele vai?

Não o consegui safar.

O quê? O qu…

- Lamento. - Não. Do que está a falar?

Estava mais envolvido do que pensei, e já não era comigo.

Não, não. Prometeu-me.

Fiz o que podia.

- Lamenta? - Lamento.

Não, não pode fazer isso.

Já não era consigo?

Usou-me!

- Lamento. Vamos. - Não.

Espere. Não, não. Não pode fazer isso.

Está bem? Tínhamos um acordo.

Prometeu-me! Ajudei-a!

Entende que isto é a minha vida?

O que se passa consigo? Mentirosa!

Mentiu-me!

Atingiram-me.

Cary!

Cary, Cary. Desculpa.

Desculpa. Querido, não olhes para baixo, não olhes.

Olha para mim. Para mim.

Está tudo bem. Está tudo bem.

Caramba.

Está tudo bem. Vai… vai ficar tudo bem.

A arma foi uma má escolha.

Querido, não olhes.

Olha para mim. Concentra-te.

- Cary, concentra-te. - Sim.

Concentra-te. Olha para mim. Olha para mim. Respira, amor, respira.

Sim, isso mesmo. Muito bem, querido.

Vai correr tudo bem. Vai correr tudo bem. Vai correr tudo bem.

Acho que vou morrer.

Não, querido. Não. Não, amor.

Está tudo bem. Está tudo bem.

Então? Então?

Cary? Cary?

Foste… foste feliz.

Foste feliz…

Cary?

Cary, abre os olhos. Olha para mim.

Olha para mim, Cary! Não me podes deixar!

Cary!

Acorda, porra! Não me podes deixar.

Não!

Acorda, porra!

Vá lá!

Por favor.

Espere.

Rand, espere!

Para onde ela foi?

Rand!

Agente ferida!

Rand!

Não!

Não!

Não! O meu bebé!

- Não, não pode. Não pode. Vamos. - Não! Larga-me. Larga-me.

Não! Não!

Não! Não!

O meu bebé!

Legendas: Maria Joaquina Marques

www.tvsubtitles.net

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.