All language subtitles for Stuart Fails to Save the Universe - 1x01 - Episode 1.WEB.FLUX.pt

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Original subtitles

BEM-VINDOS A PASADENA

BANDAS DESENHADAS, CROMOS E ARTIGOS DE COLEÇÃO

- Olá, Stuart. - Bert.

Tens alguma novidade?

Nunca perde a graça.

Acho que estou pronto para comprar oBatman n.º 608.

Excelente escolha. O que me ofereces?

Que tal uma lata de feijoca?

Caramba, Bert, vá lá. Isto está quase novo.

Consigo duas latas de carne enlatada nas calmas.

E... creme de milho.

Estava a guardar isto para os anos, mas acho que posso incluir.

Comida para gatos.

- Qual é o sabor? - Salmão.

Negócio fechado.

Estás doido? O Gavião Arqueiro não merece ser um Vingador.

Calma lá. Não vás por aí.

É um arqueiro. Achas que devia estar na equipa

de um tipo com um fato de ferro com um arqui-reator

e do deus do trovão?

Isso cabe na cabeça de alguém?

Não sei... Isto cabe na cabeça de alguém?

Acabei de passar a esfregona! Já falámos sobre isto, Kyle.

- À terceira é de vez. - Desculpa.

Mas ouviste bem?

Desculpa. Foi ele que começou.

- Inacreditável. Ajudas-me? - Claro.

Sinto o mesmo em relação ao Arqueiro Verde.

Tu e todos. Agora, matar pessoas...?

Adeus!

Já te perguntaste para onde isto vai dar?

- Não. - Fazes bem.

Stuart?

Temos de conversar.

Agora a coisa ficou estranha.

NÃO SALTAR

A COISA VAI FICAR AINDA MAIS ESTRANHA

NEM PENSEM EM SALTAR O GENÉRICO

NINGUÉM VOS IMPEDE, MAS QUEM PERDE SÃO VOCÊS.

PARA JÁ, MÚSICA DE DANNY ELFMAN. NÃO É ORELHUDA?

E ESTE GRAFISMO?

E OLHEM QUE NÃO HAVIA ORÇAMENTO

ENFIM, GENÉRICO FEITO

CONTAMOS MELHORAR A CADA EPISÓDIO OU QUE BAIXEM AS EXPECTATIVAS

SPOILER: O GARY MORRE

Tens um irmão gémeo verdadeiro?

- Não. - Então, tenho duas perguntas.

Só duas?

Só tenho alguns segundos para explicar isto, concentra-te.

- Quem és tu? - Primeira pergunta.

Sou tu, vindo de uma realidade alternativa.

Está respondido. Segunda pergunta.

Presta atenção.

Este pesadelo apocalíptico em que estás a viver

não tem de acontecer.

Pronto, agora tenho umas seis perguntas.

- Não pode ser eu... - É parecido contigo.

Baile de finalistas. Emily Manhart. Schnapps de pêssego.

Ela queria festa e vomitaste-lhe no colo.

Parece coisa tua.

- Pelo menos, eu fui ao baile. - Eu apanhei mononucleose!

Não tenho muito tempo.

Leonard Hofstadter, Sheldon Cooper, Howard Wolowitz.

- Lembras-te deles? - Sim. Uns totós.

- Diz o roto ao nu. - É justo.

Seja como for,

eles inventaram uma espécie de entrelaçamento quântico,

e tu estavas lá quando deu para o torto.

- Nós os dois? Ou só ele? - Não importa!

Para mim, importa.

A questão é que isso alterou a realidade.

- Nada disto devia existir. - E por "nada disto", queres dizer...

Nada!

A violência, a devastação, as fendas dimensionais!

- Fendas dimensionais. - Agora, sabemos.

Nada disto é normal.

- Muito menos isto. - A traça gigante?

Sim! A traça gigante.

Desliga as luzes que eles vão-se embora.

Podes emendar isto e fazer com que volte a ser como era.

- Só tens de encontrar o... - Espera aí.

Se és eu de outra realidade, como podes estar nesta?

Não sei. Não sou físico quântico.

Estudei Design.

- Não sabia disso. - Sim, tirei Belas Artes.

E porque nunca fizeste nada com isso?

Ia ensinar putos a desenhar frutas?

Pessoal, por favor! A máquina ainda está na Caltech.

- Escuta... - Espera, deixa-me anotar.

Como... Caraças!

- Desde quando abanar ajuda? - Para de falar e ouve.

Acho que tenho um marcador. Com licença.

Ouçam!

Quando chegarem à máquina...

- Raios! - O que se passa?

Não sei! Estou a passar por uma espécie de portal.

O importante é...

E, quando o encontrares...

E isso vai resolver tudo.

Percebeste alguma coisa?

Percebi o essencial.

- Bem apanhado, Steve. - Como estão as coisas por aí?

Está frescote. Agasalha-te.

Vamos?

Não sei. Estou a ter dúvidas.

Como assim? Deram-nos uma missão.

- Sim, mas acreditamos naquele tipo? - Aquele tipo eras tu.

Aí é que está. Desde quando começámos a dar-me ouvidos?

Podemos emendar o mundo.

Acho que é importante perguntar: "Será esta realidade assim tão má?"

Acho que pode melhorar.

O que estás a fazer?

Estou a procurar o caminho até à Caltech.

Com um mapa de papel?

Teria usado o GPS do meu iPhone,

mas parece que a civilização entrou em colapso.

Olha ali.

PENN & TELLER ATUAM A TROCO DE COMIDA

Fazer malabarismo com duas criaturas esfomeadas...

... como podem ver, não é difícil.

Mas fazer malabarismos com três é...

... uma parvoíce pegada!

Vi-os em Vegas. Foi uma noite tão divertida.

Sabes quem adorei em Vegas e não pensava que fosse gostar?

A Céline Dion.

Desculpa.

Pronto.

Obrigado! Somos o Penn e o Teller

e vamos ficar aqui até à nossa morte!

Traça!

Meu Deus, olha.

- Fio dentário. - Despacha-te. Está a escurecer.

Sim, sim. Com licença.

- Quanto custam 30 cm? - De menta ou normal?

Pode ser normal.

Obrigado. Olha só para isto.

Gengivas saudáveis não têm preço.

Isto sabe tão bem.

Não te estiques, vamos partilhar isso.

Este som não é bom.

Stuart?

- Denise? - Pensei que estivesses morto!

Pensei o mesmo de ti!

- O que tens feito? - Gamanço, sobretudo.

- Ainda estou de volta do meu guião. - Olha que bom.

- E tu? - Estou bem. Ainda tenho a loja.

- Isso é ótimo. - O que se passa?

Calma, Gary. Eu conheço-os.

Se não é para roubar ou matar, é para quê?

- Lembras-te de ter falado do Stuart? - Claro. Que tal vai isso? Gary.

Olá.

Então, vocês os dois...

Lembra-te que pensei que estavas morto.

Sim, claro, claro.

É curioso: o Gary andava com a minha amiga Lisa...

Miúda porreira. Judia.

A Lisa foi devorada por canibais em Sherman Oaks.

- Não me digas! - A carne humana não ékosher.

Mas acho que isso só importa se os canibais também forem judeus.

Enfim, consolámo-nos um ao outro.

- A menina sabe umas coisas. Verdade? - Ora...

Bom, eu estava mais concentrado no meu desempenho...

Enfim, temos de ir.

Sim. Caltech. Estamos numa missão.

Já não há Caltech. O que resta é uma armadilha mortal.

Não temos escolha.

Uma versão alternativa de mim veio de outro universo

e explicou como posso reverter o apocalipse.

- Foi muito fixe. - Uma versão alternativa de ti?

Sim. A mesma cara pálida e a mesma voz de choninhas.

- Foi como olhar-me ao espelho. - Bem, boa sorte.

- Sim. Foi bom ver-te. - A ti também.

Diverte-te com os saques e afins.

Adeus.

- Eles vão morrer. - Podes crer.

- Isto não parece nada bom. - Por causa das armas?

Sim. Por causa das armas.

- Denise, o que estás a fazer? - A tentar manter-te vivo.

Não quero saber de ti, só quero dar uma, mais logo.

Gary...

- És muito amável. - Qual é o teu plano?

Na verdade, não tenho. Sou novato no género de ação.

Fazemos assim: Eu vou criar uma distração no portão principal.

Vocês avançam pelo lado onde entram os camiões.

- E depois? - Quando os camiões pararem,

rebolam para debaixo deles, agarram-se ao chassis e entram.

Vê-se que já fizeste isto.

Fiz parte das Forças Especiais do Exército.

Fixe. Eu fui geólogo.

- Estamos prontos? - Sim.

Calma... É rebolar, correr, agarrar?

Correr, rebolar, agarrar.

Desculpa, preciso de auxiliares visuais.

Vou contar até três. Um, dois, três!

Meu Deus, Gary!

Não se mexam! Mãos ao ar!

Conta-lhes sobre a tua versão alternativa.

Caluda!

- Meu Deus, Gary! - Que horror...

Mas sabes que mais? Vais encontrar outra pessoa,

talvez mais cedo do que pensas.

Entrem!

O que foi?

Esta era a minha sala de Geologia.

- Abri tantas mentes jovens aqui. - Pouco barulho!

Raj?

Talvez. Quem sabe?

Quem quer saber?

Raj, sou eu, o Stuart, da loja de banda desenhada.

- Stuart? - Sim.

E o Bert Kibbler. Conheces o Bert.

- Bert? - E a Denise. Lembras-te dela?

Isto não é real. Isto é uma alucinação!

Não, não, não. Estamos aqui. É real.

Isso é o que uma alucinação diria.

- O que estás a fazer aqui? - Não é óbvio?

Estou aqui trancado, não mudo de cuecas há anos

e faço as necessidades num balde.

- Então, és prisioneiro? - Andei de elefante no meu casamento.

- Agora cago num balde. - Parabéns.

- Pelo casamento. - Ela foi comida por uma traça.

Seja como for, tive tempo para refletir

e sem dúvida que há algo de errado com esta realidade.

Estão a ver? Posso prová-lo. Aqui e aqui.

E os números não mentem.

- Então, estavas a dizer a verdade? - Não acreditaste?

Que um Stuart alternativo te disse como salvar o universo? Claro que não.

Prestem atenção! O Leonard, o Sheldon e o Howard

construíram um dispositivo de interferência quântica variável.

Teria sido o meu palpite.

Avariou e mudou tudo!

O universo, a história... a realidade.

Sim, sim, ótimo. Como emendamos isto?

Essa é difícil. Porquê, perguntas tu?

Perguntaste? Presumo que sim.

É difícil porque somos todos prisioneiros do Maléfico.

E o Maléfico gosta das coisas tal como elas estão.

Quem é o Maléfico?

Não posso dizer o nome dele. Se disser, acontecem coisas más.

- Desculpa, é o Voldemort? - Antes fosse.

Com esse dá para argumentar.

E com o dispositivo consegues repor o universo?

Zás, trás, pás! Mas é inútil.

O dispositivo está sempre rodeado por guardas armados.

Não, não é inútil.

O meu eu alternativo disse que sou o escolhido.

- Ele não disse "escolhido". - Mas deu a entender.

Não fiquei nada com essa ideia.

Ajoelhem-se diante do Grande Califa de South Pasadena,

Flintridge e Monrovia.

O Governante Supremo do Vale de San Gabriel.

Não me ajoelho diante de ninguém.

Pronto, pronto.

Ora viva, prisioneiros.

- Kripke? - Diretor Kripke.

Não é diretor, é lorde.

- O que é que eu disse? - Disseste diretor.

Este é que é o Maléfico? O Barry Kripke?

Ele lamenta. Por favor, ele não sabe.

- Tem dó. - Dó?

Se há coisa que eu tenho é dó.

Os trovadores louvam a minha misericórdia.

Podemos levantar-nos?

Ninguém se levanta na presença do diretor.

Pela última vez, é lorde, não é diretor.

- Podem levantar-se. Não importa. - Com todo o respeito, senhor...

- Como te tornaste o Grande...? - Califa.

... Califa de South Pasadena?

Acho que temos tempo para contextualizar.

Peço desculpa, vocês já ouviram isto.

Quando tudo deu para o torto

e a civilização tal como a conhecemos entrou em colapso,

criou-se um vazio de liderança na universidade

e, como todos sabemos...

- A natureza abomina o vazio. - Nem mais.

Tomei o poder, fiquei com a comida, as armas e as miúdas.

- E é este o contexto. - Mas este mundo é um pesadelo.

- Não queres pôr as coisas em ordem? - Não estavas a ouvir?

Fiquei com as miúdas todas. A propósito...

Andas com alguém?

- Ela está comigo. - Não estou nada.

Estou a tentar proteger-te.

Levem a rapariga. Lavem-na e levem-na para o meu quarto.

- Prefiro morrer. - Compreendo.

- Lavem-na e matem-na. - O quê?

Não, não, não.

- Larguem-na! - Soltem-me!

Tirem-lhe as manápulas!

Stuart, por favor, volta.

Ou avança em direção à luz!

- Não. - Vá lá, acorda. Tenho uma ideia.

O quê? A Denise. Onde está a Denise?

- Levaram-na. - Não! Tenho de fazer alguma coisa!

- Ou então... - Ou o quê?

Conheces outra miúda e uma traça devora-a na lua de mel.

- Desculpem, tenho uma ideia. - Diz.

Como eu disse, esta costumava ser a minha sala de aulas de Geologia.

Está cheia de todo o tipo de amostras de rochas.

Vamos atirar pedras a homens armados?

É que a pedra vence a tesoura, não a arma.

Não vamos atirar pedras. Vamos fazer bombas com elas.

- O quê? - Contemplem!

Potássio e um pouco de água.

É melhor recuarem um pouco.

Fixe, não é?

Sim, se quiseres dar banho aos guardas.

Não. Vamos fazer granadas.

- Como é que nunca pensei nisso? - Não te recrimines.

A maioria das pessoas subestima o portento que é a geologia.

Desculpem, rapazes. Está na hora de morrer.

Concordo. Apanha.

Mas que...?

- Adoro-te. - E eu a ti.

Vamos!

- O que fazias antes disto? - Sem conversa.

Vá lá. Vou morrer seja como for.

Eu tinha umpodcast. Vitaminas, saúde intestinal.

- Boa! - Entrevistei a Gwyneth Paltrow.

Meu Deus, acho que ouvi isso.

Prevenir a demência com a flora intestinal.

Sim! Obrigado. É exatamente isso.

Minha querida, mudaste de ideias?

A escolha continua a ser sexo contigo ou a morte?

Não sou um monstro.

Só quero que tenhamos um jantar agradável,

vejamos um filme e depois logo se vê.

Mata-me.

Dá-nos um minuto.

Ouve, ser o governante de um feudo pós-apocalíptico

pode ser muito solitário.

- E o teu harém? - Elas estão-se nas tintas para mim.

Só querem a comida, os medicamentos e os cuidados infantis gratuitos.

Sabes que mais?

Está bem, aceito jantar contigo.

- Maravilha. - Tens de me soltar primeiro.

Uma relação a sério baseia-se na confiança.

Isso tem de começar agora.

Está bem.

Gostas de carne de caça?

Cozinho com molho de cereja.

O segredo é reduzir em lume brando.

És um homem mesmo muito estúpido!

Mantém-te saudável.

Tu também.

Stuart! Que bom que estás bem.

Digo o mesmo!

Desculpa, estou coberto de gente.

Pronto, estamos todos bem...! Vamos!

Graças a Deus pela geologia!

Eu agradeço todos os dias.

- Ali está. - A sério?

Parece uma máquina de fazer pão das antigas.

É um dispositivo de interferência quântica variável!

Pode ser as duas coisas.

- Consegues repará-lo? - Acho que sim.

A calibração está desajustada. Vou reconfigurar...

- Alterar as entradas... - O que devia acontecer?

- O mundo volta a ser como era? - Façam figas.

Voltaríamos a estar juntos.

Aguenta os cavalos, campeão. Ainda estou de luto.

Acho que já está!

Não está nada.

Barry! O que fizeste? Estamos a tentar emendar o universo!

Não quero emendar nada. Gosto dele assim como está.

Nós não.

- Raj! Fala comigo, amigo. - Estou bem.

Talvez não.

Raj?

Como reparamos a máquina?

Olha. É a minha avó Ambulu,

a acenar-me para me juntar a ela.

Ela pode esperar um nadinha?

Parece que não.

- O que fazemos? - Ajusta a impedância para 0,7.

O quê?

Desliga o atenuador.

- Já está. - Ativa a válvula principal.

- Está feito! - Mas primeiro...

"Mas primeiro"?! Como assim?!

Isto é perturbador.

Aquele brilho é normal?

Bert, para!

Nada dezombies ou traças.

Nada de apocalipse.

Resultou!

É tão bonito.

Bolas. O meu reinado chegou ao fim.

- Os teus hematomas desapareceram. - Sim.

Estás com bom aspeto.

Quer dizer, sendo quem és.

- Onde está a Denise? - Não sei.

- Não posso perdê-la outra vez. - Não te preocupes.

Ela está algures e vamos encontrá-la.

Tudo voltou ao normal.

Tradução e Legendagem: Pedro Póvoa / Cinemágica, Lda.

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