Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Boa.
As patas de galinha.
Obrigada.
Desfrutem.
Obrigado.
TRÊS HORAS ANTES
Olá, jovem.
- Olá. - Como estás, jovem?
- Agentes. - Vem cá, jovem.
- O que foi? - Então?
Querem comer? Vão revistar-nos?
Vou ver o que se passa ali.
Reviste à vontade.
- Preciso de permissão. - Nem pensar.
- De que tens medo? - Quer pap?
- Espinafres? - O que é isto?
É um telemóvel. Quer um?
Jovem!
O que vem a ser isto? O que é isto?
O que é isto?
- Que merda é esta? - Não, meu!
- Não, por favor! - Sphelele!
- O que é isto? - E agora?
Já disse que não é meu!
- É teu! Isto é teu! - Não é meu!
O meu sangue…
… é o do meu irmão!
O IMPÉRIO DA LEI
Então, de quem é?
Talvez não tenha medo de ir presa, mas…
… e a sua família?
Imagine o Sphelele na prisão.
E todos os reclusos sabem de quem ele é irmão.
Têm o Moses detido há anos!
Não precisam de mim.
E não precisam do Sphelele.
A Gaz’lam é problemática!
Uma ameaça do caralho!
Como uma serpente venenosa cuja cabeça tem de ser cortada,
e a cabeça da merda da serpente é o Scarra e o Moses.
Ponto final.
O seu problema é o Scarra, não é?
Não é assim?
E se…
E se eu encontrasse o Scarra?
Bem, a doutora é uma boa negociadora.
Encontre-me o Scarra.
Desgraçado!
Desculpe, chefe.
Foi um acidente. Já resolvemos.
Foi por pouco.
Salve-se quem puder!
- Dinamite! Rápido! - Vamos.
Despacha-te!
Abriguem-se!
Abriguem-se.
Dá-me isso!
- Vai-te lixar! - Eu tentei.
Tentaste como, se nem explodiu?
Scarra.
É demasiado. Vai queimar o dinheiro.
Vai-te lixar. O que sabes sobre bombas?
Uma bomba deve ter aquela coisa especial.
Não podes fazer isso. Vai explodir.
- E depois? - O Moses não faria esta merda.
Não sou o Moses.
Sou o Scarra, sou quem manda nesta merda.
Abriguem-se.
Despachem-se!
Foda-se!
Eu disse-te, burro do caralho.
Vamos!
Anda!
Inacreditável!
Para ser sincero, estamos a atrair atenção indesejada.
Não, David! Não é isso.
Ninguém se magoou até este merdoso sair da prisão!
Achas que gerias melhor as coisas?
Ninguém te perguntou nada, está bem?
E tu, atenção indesejada?
Somos criminosos!
Somos os maiorais!
Maiorais?
Longe disso! És um burro do caralho!
Ninguém morre. Não matamos ninguém.
És um burro do caralho!
Ouve lá!
A quem estás a chamar burro?
Estás a chamar-me burro?
Vai-te lixar! Isso é treta!
Calma! Acalmem-se.
Acalmem-se, porra!
Acalmem-se, está bem? Respirem!
Isso.
Pronto, relaxem.
Baixem as armas. Isso.
Se há algum culpado, sou eu. Está bem?
Na ânsia de arranjar dinheiro, talvez nos tenhamos precipitado.
Porra! Como consegues beber isto?
Caramba, chegou a hora do Moses.
Olá, Borboleta.
- Borboleta. - Olá.
As borboletas.
Aqui têm.
Para a próxima, pagam com o cu.
Chupo-te tudinho como a este sumo Oros.
- Tenho medo de me desgraçar. - Precisas de Jesus.
Jesus, abençoa-me.
És um merdas.
Desculpe, chefe.
Estamos a tentar ajudar-te.
Mas não paras com esta merda.
Desculpe, chefe.
Temos de te vigiar.
E garantir que não metes mais droga no teu sistema.
Falta-te disciplina.
Ouçam! A disciplina é para todos.
- Baza. - Entendido?
Põe-te a andar.
Têm visitas?
Temos de organizar uma visita para venderem aos guardas.
Sim.
Líder.
Estive a pensar.
E se fôssemos buscar mais daquela mistura que o Scarra levou?
Cinquenta ambulâncias! Saímos todos ao mesmo tempo!
Porque não fechas essa matraca?
As tuas ideias são sempre parvas.
- Não vai resultar, irmão. - Claro.
As emergências médicas são tratadas cá dentro.
Claro.
Zola!
Não és perito em demolições?
- É por isso que estou cá. - Preciso de ti.
Ouvi dizer que houve grande confusão lá fora.
Explosão. Confusão!
Porquê?
Alguém fez asneira e metade do dinheiro ardeu.
Arruma as tuas coisas.
Mbali, anda cá.
Mbali, aqueles desgraçados tramaram-no!
Aqueles sacanas incriminaram-no!
Raios.
Não, isto não está certo!
Lamento muito.
Desculpa.
Ouve, Mbali,
consegues resolver esta situação?
Porque eles falaram em 15 anos.
Não sobrevivo 15 anos na prisão.
Darei o meu melhor. Vou resolver isto.
Eu resolvo isto.
Vão para dentro.
Olá!
Podias ter ligado.
Eu sei. Mas…
Sou da velha guarda, quis fazer isto pessoalmente.
Importas-te de entrar?
Só um segundo. Não preciso de muito tempo.
Por favor.
Eu…
Eu queria agradecer-te.
Nunca ninguém fez aquilo que tu fizeste pelo teu irmão.
Mbali, tiraste o teu irmão do Buraco.
Agradecemos o que fizeste por nós.
Pela Cici.
Cici, cumprimenta a tua tia.
Olá.
Olá, Cici.
- Ela tem os olhos do Moses. - Eu sei.
É igualzinha ao pai.
Quero vê-lo.
- Tão bom. - Tau.
Sim, querida.
Devem estar a pagar-te muito bem.
Olha só. A minha advogada preferida.
Pronto, querida. Dá dois minutos ao papá. Volto já.
- Mas, papá… - É rápido. Vai.
Sim.
David Schultz? Esse homem dá má fama aos advogados.
Os advogados dão má fama aos advogados.
É ele…
Ele é que impõe a agenda da Gaz’lam.
Quanto mais depressa começares,
mais depressa voltas à tua vida. - Por favor!
Sim.
Os advogados usam dictafones.
Mathebula, deixa-as entrar.
Sigam-me, por favor.
Não tenho tempo a perder. Tire a roupa.
Vim cá em trabalho. Sou advogada e estou…
Não, estou a ser testada.
Os advogados vêm aos dias de semana.
Como está aqui agora, é como todos os outros.
Por isso, dispa-se.
Dispa-se.
O que é isto?
É um dictafone.
Vim ver o meu cliente. Como disse, sou advogada…
É? Vejo que é muito convencida.
Olha o que encontrámos.
O que faço? Dou-lho?
- Pai. - Filho.
Chefe, este é o meu filho Jabu. Olha como ele cresceu.
- Cresceste. - Está a estudar para ser médico.
Querida! Meu Deus! Tive saudades tuas.
Espírito Santo, expulsa o demónio da cabeça desta criança.
Em nome de Jesus, queremos que ele volte para casa.
O que temos aqui?
Ouve.
Não vou deixar que a mãe da minha filha arrisque a vida num assalto.
Vais deixar o Scarra fazê-lo sozinha?
Sabes como ganhei o Ziggy?
Sim, diz ao papá como ganhaste o Ziggy.
Porque recebi uma estrela na escola.
O Ziggy também deve estar feliz.
Então?
- Mexe-te. Para trás, recluso. - Relaxa, meu.
ZONA DE VISITAS
Caramba.
- Coisa linda. Foda-se. - Porra.
Os miúdos estão mais felizes.
Porque demora tanto?
Saudação. Respeito, meu.
O papá teve tantas saudades tuas.
Eu conheço-te. És a tia.
Querida, vamos brincar para ali, sim?
Dá-lhe uma oportunidade.
Irmão.
Moses, não sabíamos.
O pai disse-nos que tinhas morrido.
Não sabíamos que ainda estavas vivo.
Pensei que nunca mais te veria.
O que fazes aqui?
Pensámos que te tínhamos perdido.
O irmão que conhecias
já não existe.
Morreu.
O teu pai tinha razão.
Ainda bem que a Crystal me encontrou. Tinha de fazer alguma coisa.
Folgo em ouvir isso.
Mas eu não te conheço.
E não confio em quem não conheço.
Está bem.
Por onde começo?
Fui procuradora. E tenho de te agradecer por isso.
És a razão pela qual me tornei defensora.
Sempre acreditaste em mim.
Sempre foste inteligente, Mbali.
Só fiz o que me competia. Queria que fosses bem-sucedida.
E também há o Sphe.
Ele já deve ser crescido.
E bem crescido.
Anda na escola.
Está a estudar para ser chefe.
Eu tento apoiá-lo, Moses. Mas já não trabalho.
Como assim?
Moses, fui despedida por te tirar do Buraco.
Ninguém quer trabalhar comigo.
Foi por isso que vieste?
Queres um emprego?
Quero ajudar.
Está tudo bem? Estamos bem?
Onde está a minha filha?
Com o Jabu e a Valaza.
A Crystal acha que posso ajudar.
Não somos uma caridade.
Ela é boa, amor.
Ela é boa.
Precisamos dela.
Quando trabalhares com ela, verás.
Em nome do Pai.
Rapaz.
Diz-me que a minha filha está bem.
- Sim. Ela está bem. - Meu Deus!
O que quer este inútil da minha igreja?
Haverá alguma forma de eu corrigir as coisas?
Tretas! Não podes fazer nada.
Não pertences aqui. Profanaste a minha filha, engravidaste-a!
Ouve, rapaz. Primeiro, não te chamámos.
Apareceste aqui a dizer que querias resolver as coisas.
Vais resolver as coisas pagando pelo que fizeste.
Posso pagar, não tenho problemas com isso.
Pagar não chega. Tens de casar com a minha filha.
Ouviste? Não admito nenhuma Jezebel em minha casa.
Vais casar com a minha filha
porque não o conseguiste manter nas calças.
Andaste por aí a inseri-lo…
- A inseri-lo em todo o lado. - Amor!
Estamos numa casa de culto.
Isto não é uma casa de culto, marido.
Estamos debaixo de uma árvore.
Já acabámos? Está muito frio, padre.
Em nome do Pai.
Olá, senhor.
O que eu ouvi é verdade?
O meu pai disse que disseste disparates.
Querida, pensei que estava a fazer a coisa certa.
A coisa certa, Sphelele? Como pudeste achar isso?
Nem consegues sobreviver sozinho.
E estás a dizer… Por favor, explica-me isto.
Não me apontes o dedo quando falas comigo!
Calma.
Fui pagar os danos ao teu pai para lhe dar graxa.
E agora ele diz que temos de casar.
- Não entendo. - Casar?
Que sabes tu de casamento?
Com quem casarias?
Escondes-me debaixo da cama. Casarias com quem?
Ouve, vês esta rapariga?
- Ela não quer casar. - Não.
- Não. - Querida…
Deixa-me em paz.
Já não percebo nada.
Com a declaração, deve demorar duas semanas.
Conheces a minha irmã?
Sim, claro que conheço.
Em lados opostos do tribunal.
É interessante vê-la neste mundo.
Vamos ver o que ela faz para libertar os rapazes.
O primeiro está a quatro cabinas.
Boa sorte.
Como disse, temos a declaração. Deve estar tratado em quatro semanas.
Quem gritou a noite toda?
Tens uma visita.
Sr. Zola Zondi?
Olá.
Olá, menina.
Porque está surpreendido? Esperava um homem?
Não, de todo. É só que… Ninguém me disse que…
Ouça, se preferir homens, posso…
Não, de todo.
É que uma beleza como a menina não é muito comum por aqui.
Então?
Posso dizer que o meu advogado era aquele ali.
A menina é uma grande melhoria.
Talvez seja melhor falarmos do seu caso.
Claro.
Vejo aqui que o senhor e o seu parceiro
gostavam de rebentar multibancos.
Sim, nós…
Adorávamos dinheiro, como toda a gente.
Foi assim que começámos.
Sim, é bom no que faz.
Tanto que um segurança se magoou.
É um erro do qual não me orgulho.
Posso traçar um plano para si.
Mas o seu parceiro tem um mau registo.
Não entendo.
O acordo não era tirar-nos aos dois daqui?
O que estou a tentar fazer precisa de muitas autorizações.
E o sistema não é bom para liberdade condicional.
Optou pela condicional?
Já cumprimos metade da pena.
Além disso, fazemos terapia laboral.
Parece conhecer a lei.
Não há muito para fazer atrás das grades.
E sim, gosto de ler.
Respondendo à sua pergunta, não.
Temos de recorrer da sentença e depois pedir liberdade condicional.
Mas não será fácil.
Nunca tive uma vida fácil.
Mas há esperança, certo?
Sempre.
Sim, isso mesmo.
Há mesmo. Talvez por bom comportamento.
Bom comportamento?
Bom…
Não brinquem comigo.
Está bem. Ouve, Aggie. Pensa nisso.
Não, pensa nisso. Nós…
Se isto correr bem, eles vão confiar-lhe mais coisas.
É a solução, confia em mim.
E entramos no círculo deles.
Vamos deixar os criminosos andarem soltos pelas ruas?
Sabes o que me apetecia fazer?
Mandar o Moses de volta para o Buraco.
- Não queres o Scarra de volta? - Quero.
Quero a Gaz’lam fora daqui.
Pronto.
Calma. O que foi? Queres desfazê-la agora?
Mbali, senta-te.
Calma.
Porque gostas tanto de discutir?
Senta-te. O que foi?
Esquece. Está bem. Não precisas de te sentar.
Mas confia em mim, por favor. É a única maneira.
Não temos uma toupeira na Gaz’lam.
- Pensa bem. - Porque a libertaste?
Eu teria saído na mesma.
E vou libertar estes reclusos. Por favor.
Sei o que faço. Confia em mim.
Maioral.
Tens muita confiança, não é?
O excesso de confiança pode magoar-te, sabias?
Digamos que concordo com isto.
Posso traçar um plano para o Zola, mas o Oros…
O Oros é problemático. Está sempre bêbedo.
O que fazemos com ele?
Eu convenço o tribunal e a comissão de liberdade condicional.
Ninguém notará na tua assinatura.
Não te atrevas…
… a foder-me.
Eu trato-te da saúde.
Dra. Dlamini.
Nós…
Já nos enfrentámos em tribunal, mas nunca nos conhecemos.
Eu pago-lhe o almoço. Agora.
Venha.
Ouça, princesa. Deixe-se de conversa fiada.
Quer substituir-me?
Que coincidência. Aparece um parente do Moses.
Podemos trabalhar juntos?
Há pessoas tão poderosas como ele
que confiam em mim.
Por isso, não. Não preciso da sua ajuda.
Mas prometo-lhe uma coisa.
Juro por tudo o que é sagrado,
se ameaçar o meu negócio, arranco-a pela raiz.
Como um tumor cancerígeno maligno.
Mas faço-o com um escopro e um martelo.
Estamos entendidos?
Empregada.
A conta, por favor.
Paga a princesa.
Querida.
Vais ficar zangada comigo o dia todo, amor?
Vais, amor?
Olha, amor…
Sei que fui atrevido por falar com os teus pais sem avisar,
está bem?
Queria pedir-te desculpa, meu amor.
Também peço desculpa por gritar contigo, amor.
É só que, com tudo o que se passa,
com o bebé, e os meus pais,
estou a dar em doida.
Pois.
Eu sei, amor.
Mas já não importa, não é?
Que tal um beijinho?
- Lá estás tu. - Anda cá.
Não, querido.
Amor.
- Não. Nem pensar. - Anda cá.
Nem pensar. Queres fazer outro bebé?
- Para! - Não, amor.
O DAVID SCHULTZ AMEAÇOU MATAR-ME… ACHO QUE NÃO CONSIGO FAZER ISTO.
NÃO ME SINTO SEGURA!
Vá lá.
Mas que merda?
Sphe!
Sphe.
Sim.
- Já vou. - Estás bem?
Sim, eu…
Estou bem. Ia agora deitar-me. O que se passa?
O que se passa aqui?
Nada.
- Porque perguntas? - Abre!
Então?
E aquele pelo?
Não, mana, não há pelo nenhum. Vês algum pelo?
Nem pensar. Não, estou farta disto.
Estou farta de me esconder.
Não. Diz-lhe.
Dizer-me o quê?
Fala, Sphe!
Estamos grávidos, Mbali.
Sphe, não sei o que dizer.
Parabéns, talvez?
Mais para o fim, a memória do pai não andava boa.
Às vezes pensava que eu era a mãe.
Mas, a dada altura, a memória dele voltou.
Sphe, o pai deu-me a mão,
olhou-me nos olhos e pediu-me para cuidar de ti.
Pediu-me para fazer um trabalho melhor
do que ele tinha feito comigo.
Lamento se nunca fiz isso.
Mbali…
Mana, para, por favor.
Porque te sobrecarregas tanto?
Sobrecarregas-te com os problemas em casa e no trabalho.
Até assumes os meus erros como teus.
A responsabilidade é minha, mana. Deixa-me tratar disto.
E sabes que mais?
Para ser sincero, eu amo a Ntombi.
E ela também me ama.
E, como podes ver, vamos ter um bebé.
Mas a família dela quer que eu case com ela.
Vais-te casar?
É uma situação difícil, meu Deus.
Sim, isso também.
Está bem.
E outra coisa…
Os pais expulsaram-na de casa.
Ela pode ficar connosco, certo?
Mas vai lavar a loiça.
Porque tenho de lavar a loiça?
Vamos sair?
Vamos.
- Vamos sair? Vamos sair. - Vamos sair.
Vamos sair!
Vamos sair, meu!
- Sabem que mais? - Vamos.
Ouçam.
Demito-me!
Ouviste, mano?
Demito-me.
Vamos!
Credo, Sibalukhulu!
Não sei como o fizeste, mas os rapazes estão muito agradecidos.
Esperávamos que nos dissesse como o fez.
Há muitas pessoas curiosas por saber como o fez tão depressa.
- A sério? - Sim.
Pedindo a suspensão e saída precária, centrando-me numa coisa.
Os advogados recorrem atirando tudo o que puderem à parede,
na esperança de que algo pegue.
Concentrámo-nos numa única coisa.
Uma única sentença: tentativa de homicídio.
Ar puro.
O ar da liberdade.
E uma salsicha.
- Meu irmão. - Olá.
- Quanto custam? - Vinte rands.
- Vinte rands? - Vinte rands.
Estás louco?
Não sei o que dizer.
Fiz o trabalho do Senhor.
Leram-lhes a disposição errada no julgamento.
Deram-lhes 15 anos em vez de 10,
sem circunstâncias excecionais para o excesso.
Como cumpriram 8 anos, era mais fácil conseguir a condicional aos 10.
Há uma lista de condições.
Isso inclui jantar consigo?
O seu amigo pode precisar da lista.
Irmã…
Obrigado. Adoro-a. Muito obrigado.
MaZet, olha só.
Arranjaram-nos um motorista. Um motorista!
- Almoço? - Entre no carro.
Mbali, dá-nos um momento.
Ouve.
O que ela disse não acontece de um dia para o outro.
Mas tenho de falar contigo sobre uma coisa.
Vou ter com o Scarra amanhã.
A casa fica atrás da igreja da Rua Loveday, em Yeoville.
Vai ser à mesma hora da missa.
Estás mesmo a agradar ao teu irmão, não estás?
Bom trabalho! Sim.
- Está na hora de… - A criminalidade satisfaz-me.
- E agora? - Vou fazer o meu trabalho.
Se tudo correr bem amanhã, estarás livre! Sim.
Um brinde.
A ti, campeã!
A heroína da história.
Não estou aqui para brincar.
É a minha vida e quero-a de volta.
Meu Deus.
Por amor da Santa.
Vá lá. Vamos festejar!
Merda.
Apanhei-te.
Apanhei-te, maldito.
Sim.
- A água está mesmo fria. - Disseste que querias estar bonita.
- Sim. - Lava-o bem. Não, querido!
Espera. Vais ficar com o cabelo todo lambidinho.
- Estás a brincar comigo. - Sim, meu chocolate negro.
Tanto sabonete.
- Vamos limpar deste lado. - Como estás?
Estou bem, Mbali.
Sinto que tenho um menino saudável.
Precisas de alguma coisa? Exames, medicamentos?
Estou bem, Mbali. A clínica já me deu tudo o que preciso.
Mano, toma isto.
Para quê?
Aceita e diz: "Obrigado, mana."
Obrigada, irmã.
Olá. Princesa!
Não.
Volto já.
Não, David.
Em minha casa, não.
Não depende de mim.
Ordens do teu irmão. Vamos ter com o Scarra.
Não posso. Hoje não.
Gostes ou não, princesa, vens comigo.
- Vamos ter com o Scarra. Agora. - Mana, o que se passa?
Sphe, está tudo bem. É só um caso do trabalho.
Porque parece que os teus casos se estão a complicar?
Vai para casa, Sphe. Já volto. Vai correr tudo bem.
Eu sei que está aqui. Está aqui algures.
Sim.
Põe isso. Mantém a cabeça baixa.
Muito bem, meninos e meninas.
A partir de hoje, podem tratar-me por sargento.
E refiro-me a todos.
Estás a gabar-te.
Idiota.
Vamos.
Vamos, princesa.
Onde está o outro? O do sumo de laranja…
O Oros. Perdeu a noção do tempo.
Raios.
Advogado presente.
Estão a subir.
Estás a ver, rapaz? Já não é preto, é azul-marinho!
Raios.
Raios.
Até o teu penteado faz parecer que tens cabeça de grão de arroz.
Quem vem lá?
Olá.
- Olá… - Davido!
Scarra!
Davido. Figurões.
- Boa. - Foste cuidadoso?
Sim, claro.
Quem é esta beldade?
É a irmã do Moses.
Ele disse que era filho único.
Seguimos caminhos diferentes.
Sim, há 20 anos. Agora, ela é a nova advogada da Gaz’lam.
Vês o que tenho de aturar?
Veem?
Um erro e volto para a prisão.
Eu disse-lhe claramente que não queria falar com a mulher dele
e agora manda-me a irmã mais nova!
Senta-te, estás a empatar-me!
Isto é sério, pessoal.
Está na hora de ganharmos dinheiro.
Memoriza isto.
Caramba! Davido!
Adoro este tipo.
Muito bem, meninos e meninas.
Preparem-se para entrar.
Preparem-se para entrar!
Conta, meu!
- Obrigado. - Obrigado.
Todos em posição.
Repito, todos em posição.
Alvo na mira. Repito, alvo na mira.
Merda. Toparam-nos.
Pessoal, toparam-nos.
Vem aí merda.
Tu aí!
A sério, Scarra, segui todos os protocolos.
Juro, tirei-lhe o telemóvel.
Se perder a calma, perco uma bala.
- Estou a dizer-te, segui… - Vai-te lixar! Tu!
Não sei de nada.
Vá lá. Arranca!
Arranca, vá lá!
Foda-se! Arranca!
Sim!
Aí vem.
Merda!
Merda.
Merda!
Aonde vais? Baixa-te!
Meu Deus.
Céus!
Credo! Merda!
Então? Não vês que está a haver um tiroteio?
Anda. Ou dão-te um tiro na cabeça!
Entra.
Deus é bom
Pirem-se!
Não olhem para mim!
Para onde olhas?
Vai-te lixar! Baza!
O que se passa?
Será acusado de tentativa de homicídio. Sabe quem eu sou?
- David Schultz, advogado! - Caluda!
- O Scarra? - Não está aqui. Procurámos tudo.
- Vai ficar liso! - Caluda!
Mexe-te!
Merda!
Vigarista de merda.
Meu Deus.
Conduz! A chave está debaixo do carro.
Merda!
Despacha-te!
Foda-se!
Saiam da frente! Saiam.
Ele foi por ali, senhor. Por ali!
- Por ali? - Por ali.
Aleluia!
Acelera!
Há um bufo. E eu vou encontrá-lo.
Ouve, rapaz. Há um bufo.
E eu sei quem é.
Legendas: Nuno Oliveira
www.tvsubtitles.net
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.