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N�o que eu n�o goste de acordar cedo ou de passear...
Podem me dizer o que estamos fazendo aqui?
Olha.
Esse � o miser�vel que matou o seu tio.
Como voc� sabe?
Eu sei e pronto.
Era um animal.
Quero que voc� veja que se fez justi�a.
Eu n�o preciso mostrar isso nem oferecer trabalho.
- E por que est� fazendo isso? - Pra voc� n�o se enganar comigo.
E pra ficar de boca fechada.
Voc� n�o pode desistir do trabalho.
Que trabalho?
Anda.
Ponha os dois na van.
Vamos, puxe.
Oi. Obrigado.
Voc� n�o disse nada.
Sobre o qu�?
O seu filho, as aut�psias.
Para qu�?
De que adiantaria?
Com licen�a. Posso falar com ela?
Deixe-a descansar. Est� muito fraca.
- Mas continua est�vel? - Continua,
mas � cedo para dizer alguma coisa.
Temos que observar a evolu��o dela.
- Obrigado. - De nada.
Enquanto isto n�o tocar, est� tudo bem. Entendeu?
O laudo do sangue.
Voc� acertou. S�o tr�s tipos, um � do agressor.
N�o usou armas em nenhuma das duas vezes.
Ele n�o premeditou, n�o veio para matar,
mas a explos�o de viol�ncia � brutal.
Como voc� disse, um surto psic�tico.
Bom, eu tamb�m disse que n�o sou psiquiatra forense.
Rastreamos todas as vias entre este lugar
e o local da primeira agress�o.
Talvez ele esteja evitando as vias de prop�sito.
Pode ter cruzado a floresta por aqui. J� rastrearam?
- N�o. - Ent�o rastreiem.
Se ele estiver ferido e fugindo a p�,
pode ainda estar na zona de exclus�o.
Inspetor, encontramos uma coisa na casa.
03 para Central,
solicito rastreio priorit�rio
da �rea da floresta de Moal, de Muriella para o norte.
Copiado, 03. Estamos chegando.
E se a pol�cia procurar mais para o norte?
Eles n�o v�m at� aqui.
Saia daqui.
Vamos!
Vai.
L� vem ele.
N�o fique zangado, as crian�as est�o l� fora.
Tom�s.
Calma, Luisa.
Voc� est� segura aqui.
Tudo bem, Ricardo, comece a atend�-los.
Sim, j� vou descer.
Voc� se lembra de alguma coisa?
Na sua casa,
na noite passada?
H�ctor.
Ele ficou para o jantar.
Quem?
Aquele homem?
Sim.
Ele n�o gostou nem um pouco do jantar.
Ele disse o nome?
N�o sei.
N�o me lembro.
H�ctor.
- H�ctor, chega. - Um minuto.
Ele disse
que tinha sangue no balne�rio.
No balne�rio?
- O que mais ele disse? - Tom�s. Tom�s...
- Luisa, o que mais ele disse? - Tom�s!
- Luisa, calma. - Onde o meu Tom�s est�?
- Pare! Pare! Saia! - Tom�s!
Enfermeiro, por favor.
Calma. Calma.
Esta pegada n�o � de nenhum dos nossos?
Ontem, isto aqui parecia a Pra�a de Pamplona
na Festa de San Ferm�n.
- Com certeza, n�o s�o nossas. - Sim, estou aqui com ele.
Alfredo.
Vou p�r no viva-voz.
Oi, H�ctor. Ela disse alguma coisa?
O que ela diz n�o faz muito sentido.
Pode me dar detalhes?
Ela teve uma crise, est� sendo sedada.
Falou de uma pessoa s� ou de v�rias?
De um homem. Por qu�?
Tem pegadas de duas pessoas, al�m das pegadas das v�timas.
- Dois agressores? - � estranho.
Ele agiu sozinho na primeira vez.
J� confirmaram que s�o tr�s tipos de sangue.
Vamos esperar o exame de DNA.
Se coincidir com o das mordidas, o sangue � do agressor.
Ela disse algo mais?
Disse que o agressor falou que tinha sangue no balne�rio.
- E isso faz algum sentido? - N�o sei.
O �nico balne�rio por aqui � o de San Adriano.
Vou dar uma olhada.
O galp�o do Barrero que revistamos fica l�.
E n�o achamos nada.
Tudo bem. Depois das buscas, vamos ao hospital
ver se ela diz mais alguma coisa.
At� mais tarde.
Familiares de Antonio Meana,
aguardem na espera do centro cir�rgico.
Desculpe. Como ela est�?
Est� est�vel, mas n�o a incomode.
- Tudo bem. - Depois, v�o dar not�cias.
Tudo bem.
Quantos voc� tomou?
- N�o quero falar disso agora. - Quem receitou?
O que est� fazendo?
- O que � isso? - Vamos conversar.
Voc� vai se medicar, mas sou eu que vou receitar.
Bom dia a todos.
Voc�s j� v�o ouvir o boletim m�dico detalhado,
mas antes quero passar uma mensagem de tranquilidade
e de absoluta confian�a nas for�as de seguran�a.
J� sabem quem � o agressor?
- Marisa. - Eu queria saber a sua opini�o
sobre os supostos erros nas aut�psias
das primeiras v�timas da usina.
Vamos analisar os relat�rios,
mas, neste momento, o governo est� concentrado
em uma opera��o de prote��o dos cidad�os
e na busca de um criminoso perigoso.
Se n�s os seguimos, S�rvia,
qualquer um pode segui-los.
Temos que ser r�pidos.
Sim! Sim!
N�o. Fique quieto.
Fique quieto.
Mantenha-nos informados sobre a evolu��o dela.
Falamos com a fam�lia...
Julia.
- Esther. - Tudo bem?
- Ele acabou de ir embora. - Eu o vi sair.
- Eu queria falar com voc�. - Pode falar.
Voc� esteve no Pavilh�o K quando fizeram as aut�psias.
Vai haver um julgamento.
Voc� est� na lista de testemunhas e vai depor.
N�o sou m�dica legista,
s� ajudei no protocolo de seguran�a.
Sim, mas voc� esteve l�.
Aquilo foi um caos.
- Est� dizendo que foi malfeito? - Sim, foi.
- Havia pressa e muito medo. - Vai dizer isso no julgamento?
Contou ao meu pai?
Contou que viu os restos mortais do Fede?
CIGANOS RADIOATIVOS APODRE�AM EM SAN ADRIANO
Espere!
S�o todos da mesma zona, do bairro Espinar,
e apresentam sintomas similares.
Eu trouxe os relat�rios dos trabalhadores da usina,
voc� tem que assinar.
Sim. J� vamos atend�-los.
Bom dia.
- Bom dia. - Como vai? O que voc� tem?
Estou com dor de cabe�a h� tr�s dias
e meu nariz est� sangrando. Estou preocupada.
Est� vomitando, tem diarreia?
Estou com diarreia,
indisposta, como se estivesse de ressaca.
- Voc� mora no bairro Espinar? - N�o, mas trabalho l�.
Tudo aconteceu quando muitas fam�lias voltavam para casa.
A pol�cia informou que est� procurando o agressor.
Esse crime causou grande como��o,
principalmente nos moradores da localidade...
Uma cerveja.
N�o lembro h� quanto tempo eu n�o via este bar assim.
N�o sei, n�o sou daqui.
Juliana.
Vou deixar aqui.
- Voc� tamb�m n�o parece daqui. - Mais ou menos.
Sou de Santa Olalla.
Lamento pelo que aconteceu l�.
Quem diria que este vilarejo voltaria � �poca da minera��o?
A empresa de limpeza que comprou as casas dos mineradores
a pre�o de banana. Comprou o vilarejo todo, na verdade.
Voc� me parece conhecido, mas n�o sei de onde.
Tom�s e Luisa tinham voltado para casa fazia poucos dias,
com o primeiro grupo autorizado pelo governo.
Precisou aparecer um doido e sair mordendo as pessoas
para saberem o que acontece aqui.
- Por que est� dizendo isso? - Porque isto � uma guerra.
Apesar de n�o vermos o inimigo.
Veio procurar trabalho?
Se eu beber, talvez consiga alguma coisa.
Me sirva uma dose, por favor.
- E eu pago esta rodada. - Obrigado.
Esse trabalho � t�o ruim assim?
Deveria ter se informado antes.
Aqui se faz o que ningu�m quer fazer.
Somos o batalh�o de choque.
Meu pai � liquidador.
N�o vou limpar bosta contaminada.
J� comi muita merda na vida.
N�o se preocupe, mulher.
Voc� n�o vai trabalhar com isso.
Voc� est� mal da cabe�a.
Estou ferido, querem nos matar. Temos que nos entregar.
E o que vai dizer a eles?
Estamos aqui porque voc� � um depravado asqueroso.
Tem raz�o.
N�o estar�amos aqui, estar�amos mortos.
N�o s�o os policiais.
Eu deveria deixar voc� aqui.
Me espere.
406 falando, encontramos alguma coisa na beira do rio,
a uns 2km da Ponte de Ventanueva.
Copiado, 406.
Tenham cuidado, a radia��o est� em 11,3.
Tiramos os c�es daqui.
- O que foi? N�o vamos at� l�? - Vamos.
Como este neg�cio n�o tocou...
Mas vai tocar.
Ou trocou de roupa, ou est� andando nu por a�.
Poderia ser da primeira v�tima.
N�o.
A garota disse que o tio usava uma camisa xadrez.
Talvez o assassino tenha vestido a roupa do morto.
Temos que verificar se o sangue bate com o de alguma v�tima.
O que � isso?
� uma placa.
Parece de chumbo. Imagina o que pode ser?
N�o fa�o ideia.
Devem estar muito contaminados para terem deixado aqui.
"Com voc�, at� o fim do mundo."
Publicidade, puro marketing.
Voc� gasta 30 mil euros em um carro desse
para ir at� o fim do mundo com Claudia Schiffer ao lado...
e bum!
O mundo cai, e voc� n�o pode mais sair.
E voc� vai a p� com a sua mulher, que � feia e gorda.
Voc� se fode. Se fode!
- Fala baixo! - Por comprar tecnologia alem�
e acreditar no maldito marketing deles.
Computador de bordo.
Este carro est� novo.
Quem comprou ainda deve estar pagando.
E o que ele tem agora?
Um carro radioativo,
uma bosta mutante.
Est� fodido.
Fa�a um an�ncio com isso.
"Voc� est� fodido, o seguro n�o cobre carros radioativos."
Que merda � essa que est� dizendo, Krusty?
Que merda voc� est� dizendo? Por favor!
Que voc� est� fodido.
Escute.
N�o dever�amos estar aqui. Por que n�o nos entregamos?
Corra! Vamos!
Vamos!
Sentiram o cheiro do seu sangue.
Mutante.
Voc� tamb�m, mutante filho da puta!
Filho da puta!
Se quiser s� uma cama, o alojamento � quase gr�tis.
As pessoas v�m e v�o, muitas n�o aguentam.
Mas, se quiser um quarto s� para voc�,
fica um pouco mais caro.
Nosso sal�rio de merda n�o d� para muito luxo.
Voc� sabe, ciganos radioativos.
Aqui tem lugar.
Se decidir ficar, � s� avisar o gerente.
Tem um para cada casa. Ele administra com o capataz.
- Oi. E a�? - Oi.
Com tanta gente, deve ter muita confus�o, n�o?
Se eu dissesse que n�o, estaria mentindo.
Aqui contratam qualquer um.
Gente que saiu da cadeia, quem n�o tem onde cair morto.
Tem muita briga, mas a seguran�a da empresa controla.
- N�o, n�o fumo. - Fala s�rio!
Por acaso � isto que vai nos matar?
N�o vi nenhuma mulher por aqui.
J� viu mulheres trabalhando em obras?
N�o.
Desentulhamos e fazemos um fosso ao redor da usina
para recolher a �gua contaminada do reator.
Estamos absorvendo tanta merda,
que tenho medo de pegar uma l�mpada, e ela acender.
Tem engenheiras, especialistas em meio ambiente,
mas n�o moram aqui.
Se quiser uma mulher, ter� que procurar no balne�rio.
- D�o desconto para a empresa. - O balne�rio est� abandonado.
N�o estou falando desse balne�rio.
Esta maldita m�quina n�o devolveu meu troco!
Para com isso! Sai daqui!
Voc� deve tirar o traje de dentro para fora.
Seu corpo n�o pode tocar a parte externa. Ficou claro?
- Ontem me ajudaram a tirar. - � melhor voc� aprender.
� s� tirar devagar e com muito cuidado.
Imagine que voc� � uma banana
e que precisa se descascar.
Como faria?
N�o. Capuz e m�scara primeiro.
N�o. Curve-se.
� para a m�scara n�o cair em cima de voc�.
Sara.
N�o, n�o precisa chamar ningu�m. Eu pego voc� no hospital.
Mart�n.
Mart�n!
Espere, pare aqui.
Mart�n.
Quem s�o?
S�o trabalhadores.
Liquidadores.
Entram para limpar a zona.
O que � aquilo?
� o ponto de controle.
Verificam os dados e entregam os dos�metros.
Dos�metros?
Todos precisam ter um l� dentro.
E o pessoal da Cient�fica?
Mande trazer a placa de chumbo que achamos.
Vai ser r�pido, nem vamos tirar do saquinho.
O chumbo bloqueia a radia��o.
Deve ser um liquidador.
Devia estar no bolso da camisa.
- Para enganar o dos�metro. - Isso mesmo.
Caramba!
Tem limite de exposi��o para os trabalhadores.
A maioria s� dura nove meses.
Alguns preferem se contaminar a ficar sem trabalho.
Obrigado.
Deveria pedir �s fam�lias que levem os filhos ao hospital.
N�o precisam se alarmar, � um procedimento de rotina.
Se algu�m tiver algum sintoma, levem voc�s mesmas.
- Eu vou dizer aonde devem ir. - Mas o que est� acontecendo?
A radia��o aumentou?
Bom, est� no limite agora.
Mas parece que a exposi��o anda mais alta ultimamente.
N�o tem verificado a leitura dos medidores?
Aqui n�o tem medidores.
O que fazemos?
Mande-os para casa.
O qu�?
- Ent�o vamos fechar? - Sim.
Julia, posso saber o que est� fazendo?
Voc� n�o pode decidir fechar um col�gio sozinha.
Precisa informar primeiro.
Julia.
Como voc� diz a algu�m
que viu os restos do filho espalhados sobre uma mesa?
Me paga uma bebida?
Claro. Ningu�m gosta de beber sozinho.
Voc� trabalha aqui faz tempo?
O bastante pra saber que voc� acaba de chegar.
� do comit� de boas-vindas?
- Sa�de. - Sa�de. Bem-vindo.
Eu n�o sabia se deveria vir.
Agora j� sabe e fez muito bem.
Ouvi dizer que tem havido um pouco de confus�o por aqui.
Aqui?
N�o.
Este trabalho desgasta os nervos.
Talvez algu�m tenha se excedido.
N�o sei de nada.
As pessoas v�m aqui para outra coisa.
Os problemas ficam l� fora.
Aqui s� se passam bons momentos.
Talvez eu tenha bebido demais.
Olhe, se estiver nervoso, podemos resolver isso.
Com licen�a, querido.
J� volto.
O que voc� quer? Temos de tudo.
A Rosa disse que voc� � novo aqui, est� cansado, preocupado.
Estou bem.
A bebida e o comit� de boas-vindas s�o suficientes.
- O turno da Rosa terminou. - Tudo bem.
� s�rio. Temos qualquer coisa que deseje experimentar.
- Qualquer coisa? - Sim. A primeira vez � gr�tis.
Tudo bem.
Bom, n�o sei, vou pensar.
- Vou ao banheiro. - Tudo bem.
- Droga! Um pouco de privacidade! - Saia daqui. Saia daqui.
Saia logo.
Espere.
Vamos ver se entendi.
Est� em condicional e vendendo droga
para quem pode ter matado seu tio?
N�o foi ele.
Isso � o que ele diz.
Ele disse isso e ofereceu um �timo trabalho. � isso?
Se eu prender voc� agora, nem Deus solta voc�.
Tem mais droga aqui?
Zoe, tem mais droga aqui?
- Tem. - Tem certeza?
O que vai fazer?
Poder�amos ficar aqui um m�s, vigiando o bar,
mas sabe de uma coisa? Que se dane.
Inspetor Ur�a, preciso de v�rias viaturas.
Opera��o contra narcotr�fico.
Sim. Estou no lugar, e pode haver problemas.
J� verifiquei.
Sa�da de San Adriano, Estrada de Muralta.
Clube Balne�rio.
Tudo bem.
Agora vamos sair daqui.
Se quiser se livrar da cadeia,
vai fazer exatamente o que eu disser.
Precisamos checar as listas dos trabalhadores.
S�o mais de 350 subcontratados.
No pavilh�o de descontamina��o, s�o milhares de trabalhadores.
A cidade vive dessa descontamina��o.
- Onde o H�ctor est�? - Deve estar em casa.
N�o temos nada para fazer aqui.
Se ela sobreviver a esta noite,
amanh� teremos alguma chance com ela.
- Eu tamb�m j� vou. - Tudo bem.
E parab�ns.
J� pode dizer que sobreviveu um dia todo na zona radioativa.
Idiota.
Oi, Carre�o. O que foi?
Uma batida? Como assim?
Onde?
Me solta!
Calma.
O que est� fazendo?
Voc� disse que n�o ia me prender.
Se ficar quietinha, solto voc�.
Voc� � um babaca mentiroso.
Onde escondem a droga?
Zoe...
Onde a droga est�?
No escrit�rio do andar de cima, sempre trazem de l�.
Fique abaixada.
Mart�n!
Me desculpe por chegar t�o tarde.
Estou cansada.
J� vamos pra casa.
Vou preparar um jantar que voc� vai adorar.
S� posso dizer que o nome � franc�s.
Que sorte a minha...
Na primeira vez que voc� cozinha, s� quero vomitar.
Bom, se vai vomitar, eu preparo um sandu�che.
Que cara de pau!
Ela quis esperar voc�.
Ainda h� pouco, ela desmaiou,
e a deixamos aqui at� voc� chegar.
O m�dico gostaria que ela ficasse em observa��o,
s� por precau��o.
Querem que a gente passe a noite aqui,
ent�o pedi uma su�te.
- A presidencial. - Seu bobo!
Com cama redonda, hidromassagem...
Mart�n, atenda! Vamos.
- J� sei de onde o conhe�o. - Quieto!
Voc� �...
� o policial que resgatou aquela gente toda na usina.
� ele mesmo.
Ele � o policial. Tenho certeza.
Solte a arma! Solte a arma!
Pol�cia! Pol�cia!
Corram!
Pol�cia! Pol�cia!
Vamos!
Pol�cia!
Vamos, pol�cia!
Que droga!
Sai! Sai!
Pol�cia!
Quieto!
N�o se mexa!
- Tudo bem. - Onde fica o escrit�rio?
- � direita. - O escrit�rio!
- � direita. - Quieto!
� direita.
� direita!
� direita.
- Pol�cia! - Calma, sou eu.
- Solta a arma! - Quieto.
Solta a arma!
- Solta a arma! - Solta, por favor!
No ch�o! No ch�o!
- Onde est� o Aurelio Barrero? - N�o sei.
- Onde o Barrero est�? - N�o o conhe�o, n�o sei.
Olha para o ch�o. Olha para o ch�o.
Levanta! Sai!
Solta isso.
Quieto! Quieto!
Deita.
Deita!
Krusty, escute. Temos que sair, n�o podemos ficar mais.
Os lobos continuam a�. N�o vou sair.
Escute.
Escute.
Agora � noite.
Os caras n�o v�o nos seguir t�o facilmente � noite.
E os lobos?
Vai discutir com eles?
N�o passam de uns malditos c�es.
Malditos c�es famintos e mutantes.
Isto aqui. Que bom! Isto vai ser �til.
Vamos.
Eu vou ficar.
� s�rio?
Tudo bem.
Tudo bem.
Voc� que sabe.
Maldito marketing.
Vamos, alem�o!
Vamos, alem�o de merda!
Ruivo! Ruivo!
Meu Deus! Corra! Entre!
- Vamos! - Vamos sair daqui!
V�o nos matar!
- Meu Deus! - Espere!
- N�o me deixe nervoso! - Vamos!
Vamos! Saia!
Meu Deus!
Vamos! Acelere! Vamos!
Que merda!
O que eu disse, B�snia e Herzegovina do cacete?
O que eu disse? Pra voc� me seguir!
Pra me seguir no meu carro!
"Sigo a p�. Quando a gente se encontrar, me pegue."
D�bil mental do cacete!
Que merda...
- O que aconteceu? - J� tinha ido embora.
- Quem? - O Barrero.
N�o est�, sumiu.
- Que belo favor voc� me fez... - Posso proteger voc�.
Me algemou no carro, poderiam ter me visto.
Voc� n�o pode me proteger.
Meu telefone. N�o apague.
Qualquer problema com esse desgra�ado, me ligue.
Se eu vir voc� contrabandeando outra vez, vai para a cadeia.
Est� avisada.
Bom...
chegamos.
O qu�?
Ao fim do mundo.
Por que estava sozinho l�? Voc� � experiente, caramba!
Isso n�o se improvisa. Ficou louco?
Fui dar uma olhada, me reconheceram, a� complicou.
Sem essa! V� pra casa. Voc� n�o est� pronto.
Que droga! A partir de agora, n�o vai mais andar sozinho.
S� vai sair da delegacia com bab�.
O Carre�o.
Est� muito satisfeito.
N�o me estranha. Eu tamb�m estou.
O balne�rio est� abandonado.
Aquele louco se referia a este prost�bulo.
Como voc� sabe?
A droga que tem a� dentro � do Barrero.
Tenho certeza. Ele estava aqui. Talvez o prost�bulo seja dele.
O galp�o � a duas ruas daqui.
Ent�o, o Barrero...
Talvez o cara que procuramos seja um dos trabalhadores.
Deve trabalhar em San Adriano.
A empresa comprou o vilarejo, talvez at� o prost�bulo.
Se havia sangue no balne�rio, deve ter restado algum vest�gio.
Eu examinaria com luminol.
Pegue a Rua Santa Isabel, por favor.
H�ctor?
Sou a Marta.
- A... - Sim, eu sei quem voc� �.
O H�ctor n�o est� em casa.
Eu sou a Julia.
Na verdade, eu n�o deveria estar aqui.
- S� vim para... - Eu sei por que veio.
Lamento que o caso do seu filho volte � tona.
Bom, eu...
- Eu j� ia embora. - N�o, n�o v�.
Fique e fale com ele. Vai fazer bem a ele.
S� avise que estive aqui.
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