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Anteriormente, em Legacies...
Se vou ser um vampiro, d�-me sangue.
D�-me o que for preciso.
Isso mesmo. MG, o tipo � pequeno. J� chega.
Um estripador � um vampiro que se deixa levar pela obsess�o.
Sabes que tipo de vampiros s�o suscet�veis?
Diria um rapaz impression�vel e impetuoso como o Milton Greasley.
- Quem s�o os teus pais? - A minha m�e chama-se Seylah.
Deu-me para ado��o quando era pequeno.
Querias encontrar respostas sobre quem ou o que �s.
Eu tamb�m quero essas respostas.
Obrigado mais uma vez por ter vindo ajudar-me.
Lamento n�o termos encontrado a tua m�e.
De que querias falar comigo?
Estou muito feliz por estares de volta.
- Queres namorar comigo? - Gostava muito.
- Dr. S. - Kaleb.
Acab�mos de matar uma m�mia e fizemos seis horas de viagem...
- N�o encontro o MG. - Como assim?
Perguntei ao monitor, mas ele faltou ao recolher.
O monitor disse que tentou ligar-lhe.
O tipo das Ind�strias Tr�ade ficou com o meu telem�vel.
Pronto, tanto faz. Temos de o encontrar.
N�o � uma boa noite para os vampiros andarem por a� sem supervis�o.
Viu o Landon?
Pensei que podia estar aqui a dar apoio moral ao Raf.
- O Raf n�o est� aqui. - O qu�?
O supervisor disse que ele n�o deu entrada.
E o MG tamb�m desapareceu.
Mas hoje � noite de lua cheia.
Oh, c�us...
N�o sei porque � que o feiti�o localizador n�o funcionou.
Se n�o os encontras, est�o ocultados.
- Ou est�o mortos. Eu sei. - Porque � que sa�ram da escola?
- Porque foram t�o irrespons�veis? - Deve ter acontecido alguma coisa.
Hope.
Raf? Raf!
Ent�o, est�s bem?
MG. Landon.
O que � que se passa? Onde est� o Landon?
N�o me lembro.
- Psicose lunar. - Isso existe?
N�o falem. N�o fa�am barulho.
Existe.
- O que � que lhe fez? - Est� tudo bem.
Estou s� a abrandar-lhe o cora��o. Isso vai acalm�-lo.
O que est� a acontecer-me?
Estou a ter...
...lapsos de tempo. - Como eu disse, � a psicose lunar.
O que quer dizer que a tua mente est� em mudan�a.
Est� entre os teus estados de lobo e humano.
Torna-se mais dif�cil do que o normal colmatar lacunas e aceder a mem�rias.
� muito raro.
S� ocorre depois de uma revers�o prematura.
Ent�o, alguma coisa fez o teu corpo voltar ao normal
antes do fim da lua cheia e deixou-te assim.
- Que tipo de coisa? - Normalmente, � um trauma.
Aconteceu algo mau.
- N�o sabemos. - Sa�ram tr�s e s� voltou um.
- Aconteceu algo mau. - Hope...
Podes dar-nos um minuto? Vai ver como est�o os outros lobos.
- Estou preocupada com este. - Hope... Por favor.
Qual � o risco de voltar a transformar-se em lobo?
Esta ala est� cheia de vampiros a dormir.
N�o te preocupes, eu mantenho-o aqui.
A mente dele agora precisa de se rodear de coisas familiares,
do que o liga � sua humanidade, n�o � sua licantropia.
Rafael, vamos fazer tudo para te ajudarmos,
mas tens de nos dizer exatamente o que aconteceu.
Ias passar as f�rias de primavera na escola com o Landon e o MG.
E agora n�o encontramos nenhum deles.
Estava todos a ir-se embora.
Iam passar as f�rias a casa.
Muito bem, oi�am todos.
Ningu�m pode sair da escola sem estar com o seu tutor.
E com a lua cheia a chegar, esta regra aplica-se especialmente
aos nossos lobos. J� sabem como �.
Vampiros nos dormit�rios e lobos nos abrigos.
Sem qualquer exce��o.
Temos uma cura para as mordidas de lobisomem,
mas nem por isso deixam de doer como tudo.
Ora, para os que v�o ficar c�, temos atividades para que...
...as vossas f�rias sejam...
"...as mais brutais e espetaculares de sempre." Muito bem.
Eis o MG, malta.
Os vossos pais est�o mortos?
N�o t�m lugar na sociedade humana? Estarem sozinhos deixa-vos agitados?
Se responderam "sim" a alguma destas perguntas,
n�o faz mal. O comit� de f�rias est� convosco.
Ouve, mano.
Preciso que me fa�as um favor.
Podes cuidar dele enquanto estou fora com o Dr. S.?
O MG est� a fingir que est� feliz, mas fica muito estranho nas f�rias.
- Porqu�? - � a fam�lia dele. Eles...
Nunca o convidam para ir a casa.
Por isso, vai aos eventos dele e...
V� l�, meu. � o m�nimo que podes fazer.
Sobretudo depois de te teres enrolado com o amor da vida dele.
Sim, toda a gente sabe.
Sim, eles tamb�m sabem.
- Por isso... - Est� bem. Como queiras, meu.
Eu e o LAN vamos passar tempo com o teu amigo, est� bem?
Tamb�m n�o temos mais nada para fazer.
O inqu�rito diz que voc�s perderam.
N�o fiquem chateados, isto est�-me no sangue.
O meu pai � o rei dos jogos, fazemo-los muitas vezes.
Bem, faz�amos. Sabem, antes de...
Deixa-me ver se percebi.
Tu morreste, tornaste-te vampiro e o teu pai saiu da tua vida?
Basicamente.
A minha m�e manda not�cias. Diz que ele est� ocupado.
- Seja como for, n�o falamos. - Se calhar, deviam.
Ou se calhar h� coisas que � melhor n�o serem ditas, certo, LAN?
Claro. Mas a ideia de ter uma fam�lia � poderem ser uma fam�lia.
Poderem falar das coisas. Ouve, se quiseres respostas,
eu ajudo-te a obt�-las. Fa�o tudo para n�o jogar mais.
N�o.
Por favor, diz-me que n�o levaram o MG a casa.
N�o ach�mos que fosse assim t�o grave, Dr. Saltzman.
Vivem na fronteira com Maryland.
- �amos voltar antes da lua cheia... - Pois, mas n�o voltaram.
- E agora estamos aqui. - Ric.
A disciplina pode vir depois de estarem todos aqui e a salvo.
Rafael, desculpa. N�o estou zangado contigo.
Estou zangado comigo.
- Porqu�? - Tenho de ir.
Tenho uma embrulhada para desembrulhar. Hope, fica com a Emma
e diz-me o que v�o descobrindo, sim? Vou levar o telem�vel da escola.
O que se passa?
O que foi?
- Encontrou o meu amigo? - N�o.
Pensei que tinha dito, passo a citar: "Vai ficar tudo bem. Eu trato disso."
Sim, � por isso que estou aqui.
Preciso da tua ajuda. E o MG tamb�m precisa.
- Para que s�o as seringas? - S�o sedativos.
- Dormir n�o � uma prioridade. - Mas a seguran�a �.
O Rafael disse-me o porqu� de n�o os conseguires localizar.
A Penelope Park fez-lhes um feiti�o de oculta��o antes de ir de f�rias.
Disse que era um presente por ter deixado a Lizzie nos anos dela.
�timo. E o que aconteceu a seguir?
Para que conste, n�o sabia que roubar um carro estava no plano.
N�o � roubar se o devolveres.
Diz isso ao Dr. Saltzman.
Tens por aqui gangues de rua perigosos.
Porque achas que estacion�mos num beco?
Todos pensam que estou morto, n�o posso ser visto.
Nunca tinhas dito que o teu pai era pol�tico.
E n�o �. Pelo menos, n�o era.
Est� a concorrer para a C�mara?
Talvez o Raf tenha raz�o. Talvez isto seja um erro.
N�o. A verdade nunca � um erro.
Demorei muito a perceber isso.
Landon. N�o!
Est� a repetir-se. D�-me a seringa.
Espere, ele ia dizer o que aconteceu ao Landon.
E se ficar mais tempo neste estado, ser� muito mais dif�cil tir�-lo.
Landon! Corre!
Raf, est� tudo bem. Diz-me quem est� atr�s do Landon.
Por favor! Quem est� a perseguir o Landon?
- Um monstro. - Um monstro?
Isto n�o faz sentido nenhum. A Tr�ade tem a urna.
N�o devia haver mais monstros, muito menos a ir para Maryland.
� �bvio que ele est� confuso.
- Temos de o acordar. - Dormir � o mais seguro para ele.
Quando sair deste ciclo lunar, ser� mais f�cil recalibrar-lhe o c�rebro.
Mas ele � o �nico que sabe onde est�o o Landon e o MG.
- E h� um monstro! - Eu ouvi.
Mas sou o mais pr�ximo de um psiquiatra que temos,
a minha responsabilidade � para com ele.
E para contigo.
J� fal�mos muito do que o trauma pode despoletar.
N�o preciso de terapia, Emma. Preciso de respostas.
E vais t�-las quando eu tiver.
Causando o m�nimo poss�vel de danos ao Rafael.
Desculpem, quem s�o voc�s e porque � que est�o aqui?
- Ol�, m�e. - Milton!
- N�o estava a contar contigo. - S�o as f�rias da primavera.
Eu sei, mas t�nhamos combinado que era melhor ficares na escola.
Sra. Greasley, ol�. Chamo-me Landon Kirby.
Eu e o meu irm�o Rafael somos novos na escola
e n�o t�nhamos para onde ir nas f�rias, por isso...
...convencemos o seu filho a fazer uma viagem de carro espont�nea.
O que agora parece ter sido uma decis�o precipitada.
� �bvio que viemos em m� altura.
Vou s� dizer ol� ao pai e vamos embora. Onde est� ele?
O teu pai n�o est� aqui. Est�...
A concorrer para presidente da C�mara?
O governador acha que tem muitas hip�teses de ganhar.
Agora conhecem o governador?
Mudou muita coisa desde que tu...
...morreste.
Pois. Estou a ver que sim.
Tu sabes que te amamos muito, Milton. Mas o mundo pensa que morreste.
- Se te virem por aqui... - Ent�o, deixa-nos entrar.
S� quero ver o pai.
O teu pai n�o te quer ver.
A f� � tudo para ele e tu sabes bem
que na cren�a dele n�o h� lugar para pessoas que morrem e voltam � vida.
Tirando Jesus.
E L�zaro.
Ele vai mudar de ideias.
S� vai levar algum tempo para se habituar � ideia.
Ele � que fica a perder, ent�o.
Vamos embora, meu. Anda l�. Anda l�.
VOTE EM GREASLEY PARA PRESIDENTE
Bolas.
Quando me disse que o MG vir a casa seria catastr�fico,
estava � espera de Chernobil, n�o Wisteria Lane.
Pois, mas as apar�ncias iludem.
Deixa-me ser eu a falar.
- Dr. Saltzman. - Veronica.
- Kaleb. - Suponho que venha pedir desculpa
por o meu filho ter aparecido c� ontem.
Na verdade, estamos aqui porque ele n�o voltou para a escola.
Ele desapareceu
e receamos que tenha contactado o pai.
Posso garantir-lhe que isso n�o aconteceu.
Veronica, quem est� a�?
� um vendedor, querido. Eu j� vou.
- Ent�o, para onde foi o MG? - N�o sei.
Mas vai encontr�-lo. N�o podemos t�-lo c� connosco,
mas ele devia estar seguro na sua escola.
T�nhamos um acordo. Espero que cumpra a sua parte.
Um acordo, �? Ainda bem que isso n�o � nada suspeito.
Ent�o? Para que � que me trouxe, se � para n�o me contar nada?
- Encontraram-no? - Ainda n�o.
- O que � que descobriram? - O Raf diz que um monstro os atacou.
- Isso � imposs�vel. - Ser�?
- Onde e quando? - N�o sei. A Emma sedou-o.
Est� a dormir h� horas.
Mas tenho uma ideia.
� uma receita da minha fam�lia materna, da Alcateia Crescente.
Como controlavam as transforma��es,
tinham acesso aos dois lados das suas mentes.
Est� bem, faz o que tiveres de fazer.
Tenho de encontrar o MG antes que o pai dele o veja.
Nem pensar!
Este elixir est� h� anos na minha fam�lia.
- O Dr. Saltzman disse que eu... - O Dr. Saltzman n�o � m�dico.
Nem eu. E tu muito menos.
A divis�o da mente do Rafael existe por algum motivo.
- Para proteger a sanidade dele... - Emma, por favor.
� �bvio que aconteceu algo terr�vel. O Landon e o MG andam por a�.
Achas que n�o estou preocupada?
- � claro que estou. - Ent�o, temos de fazer alguma coisa.
Hope, eu disse que n�o. E n�o te vou deixar...
Lamento, Emma. Mas a Hope tem raz�o.
Faz o que tens de fazer.
Toma.
� s� beber.
D�-me. Pronto.
Pronto.
Disseste que viste um monstro.
- Disse? - Sim.
- N�o me lembro disso. - Est� bem.
Diz-me do que te lembras.
Sei que pensas que est�s a ajudar, mas n�o est�s.
Olha s� para ele.
Acredita em quem viveu a vida toda na ignor�ncia.
- Pelo menos, ele sabe a verdade. - �s vezes, a verdade magoa.
Sabes isso melhor do que ningu�m.
Ouve, o pai dele � religioso.
Se o Hector e a Maria nos ensinaram alguma coisa, foi o qu�?
Os religiosos n�o s�o muito flex�veis quanto �s suas cren�as.
Ei, o Raf tem raz�o.
O meu pai n�o vai querer um vampiro na fam�lia.
- � o que �. - � o que �?
Ou talvez seja pior. Olha.
Tirei isto da caixa de correio dos teus pais.
O teu pai passou a ser uma figura proeminente
quando deu um serm�o que se tornou viral.
Um serm�o em que disse que daria tudo para te ter de volta.
Uma coisa � excluir-te da vida dele,
outra � usar a tua mem�ria para conquistar votos.
Podemos voltar noutra altura.
Faltam poucas horas at� a lua nascer.
Podemos fazer as duas coisas.
O teu pai vai fazer outro discurso esta noite.
- E fica a caminho de casa. - Landon, para de pressionar.
- Landon, n�o sei se... - Ouve-me.
Eu daria tudo para perguntar aos meus pais porque me abandonaram.
Tu tens a oportunidade de o fazer.
Quando o meu filho se metia em sarilhos, dizia sempre:
"Pai, est�s a esquecer-te das coisas boas que fiz hoje."
Depois de o perder, tudo no mundo me parecia mau.
Mas n�o vou deixar o desespero ganhar.
Estou a concorrer para presidente porque o meu filho
me ensinou uma li��o valiosa.
Porque n�o quero que nos esque�amos de todo o bem
que ainda podemos fazer.
Est�s � espera de qu�?
Para come�ar, n�o sinto as pernas.
Est� a� algu�m?
Se est�s t�o preocupado com fazer o bem,
talvez queiras arranjar tempo para veres o teu filho.
Milton?
- �s tu? - Sou. Obviamente.
Meu Deus.
Os meus olhos devem estar a pregar-me uma partida.
Sou eu.
O mesmo filho sobre quem est�s a pregar
e que parece que vai fazer com que ganhes as elei��es.
N�o me ligas...
...h� quase um ano.
Senhor, se isto for um teste, limpa os meus olhos
e deixa-me ver a verdade. - Pai?
J� n�o me amas?
Meu filho!
Meu lindo filho!
Eu rezei tanto!
E o Senhor trouxe-te de volta para mim.
Rezar tamb�m � bom, mas podias ter atendido o telefone.
Eu vi-te naquela noite horr�vel.
Com os meus pr�prios olhos. Eu vi-te.
E agora est�s aqui. Ressuscitado.
� um milagre.
Mandado at� mim por Nosso Senhor, no c�u.
Espera, espera, espera.
Ent�o, est�s a dizer que o pai do MG n�o sabia que ele era vampiro?
Estou a dizer que o pai do MG pensava que ele estava morto.
N�o quer�amos deixar o MG ficar, mas estava a fazer-se tarde.
E sab�amos que eu tinha de voltar antes de me transformar e...
O qu�?
N�o conseguimos voltar a tempo, Hope.
Pronto. Achas que isto vai funcionar?
Sinceramente, nunca fiz isto, mas se tiveres uma ideia melhor,
sou todo ouvidos. - Melhor era n�o ter sa�do da escola.
Bem, pe�o desculpa por querer ajudar o MG.
- Ou a ti. - Sim e agora estamos tramados.
E porqu�? Como n�o encontraste os teus pais,
for�aste-o a obter respostas dos dele? N�o est� certo.
Respostas que melhoraram a vida dele.
E isto vem do tipo que nem sequer quer ter a conversa?
- Qual conversa? - A conversa...
...que tens passado a semana a evitar.
Olha, tenho a chave do cadeado, por isso vamos conversar.
N�o sei do que est�s a falar.
Raf... V� l�, meu.
- O que foi? - Ouve...
Ambos sabemos que tens sentimentos pela Hope.
Aquilo foi por causa da lesma.
A lesma diminuiu as tuas inibi��es.
Mas n�o te p�s a fazer nada que j� n�o quisesses fazer.
Quer eu tenha sentimentos ou n�o, n�o importa.
- Porque nunca faria nada, nunca. - Eu sei.
Claro que eu sei isso.
- Mano! Porque me fizeste diz�-lo? - Porque, Raf...
...eu j� vi o que acontece quando guardas coisas a� dentro.
Mais tarde ou mais cedo, v�o ter de sair.
E odeio ver-te a sofrer.
O que � que fa�o? O que � que fa�o?
Tens de sair daqui.
Pega no MG e fiquem longe da floresta at� amanhecer.
N�o, nem pensar, vou ficar aqui contigo.
Vamos ultrapassar isto juntos, como sempre fizemos.
Que raio foi aquilo?
N�o sei.
LAN. LAN, olha para mim. Tu tens de fugir.
N�o vou sem ti.
Eu disse para fugires!
Raf, Raf! Aqui tens. Bebe isto. Bebe isto.
Pronto.
Ent�o, o que viste?
- O que viste? Fugiram de qu�? - N�o sei.
Raf, foi o que viste que te deixou assim.
- O monstro fez mal ao Landon? - N�o sei.
- O Landon est� bem, Raf? - N�o sei, Hope. N�o sei, n�o sei.
Muito bem. Lembras-te de onde era a floresta?
Acho que sim.
- Sim, lembro-me. - Est� bem. Est� bem.
Vou buscar uma das g�meas para te tirar daqui, vamos procur�-lo.
Foi deste s�tio que a Hope falou.
Falou do acordo com a Sra. Greasley, quando ela ligou?
A m�e do MG inscreveu-o na Escola Salvatore
sem o pai dele saber que ele ainda estava vivo.
Achou que ele n�o ia saber lidar com o facto de o MG ser vampiro.
O nosso acordo foi manter isso em segredo.
Que manhoso!
- � manhoso ter aceitado. - Eu n�o queria.
Mas tamb�m n�o queria mandar o MG embora.
- Digamos que � uma zona cinzenta. - N�o, n�o �.
A vida � a preto e branco.
�s um adolescente, Kaleb. E �s inteligente.
Demasiado inteligente, �s vezes.
Mas quando tiveres passado pelo que eu passei
e tiveres visto o que eu vi,
vais descobrir que a vida raramente � assim t�o simples.
Sente este cheiro?
Diz l�. O que �?
Sangue.
MG!
MG? MG!
MG! MG!
- Raios! - Est� tudo bem, est� tudo bem.
- Meu Deus! - V�, com cuidado.
Afaste-se de mim, Dr. Saltzman. N�o consigo controlar.
Est� tudo bem, estamos aqui. Diz-me o que aconteceu.
H� dem�nios � minha volta. Chifres de feras e l�nguas do diabo.
- Que raio se passa com ele? - Est� a delirar.
Isso s� pode significar uma coisa.
Foi mordido.
- Ele � vampiro! N�s � que mordemos. - Por um lobisomem.
O qu�?
O Rafael.
Ele disse que viu um monstro. Ele � que � o monstro!
Meu Deus...
A infe��o est� a chegar ao cora��o dele.
Se tiver sido mordido ontem � noite, tem cerca de uma hora.
- Duas, no m�ximo. - O qu�?
A cura.
- D�-lhe a cura de que falou. - A cura � o sangue da Hope.
O sangue de um tr�brido.
Vamos esperar que ela chegue em breve.
Fica connosco, MG. Est� bem?
Estamos contigo, estamos contigo.
- Porque � que n�o atendem? - N�o sei, j� devem ter sa�do de l�.
E o telem�vel da escola est� comigo.
� a altura perfeita para acrescentar o uso de telem�veis
�s muitas coisas que precisam de mudar na escola.
N�o digas isso.
- Pai, porque � que dizes isso? - Ent�o, MG? Fica comigo.
Fica comigo, est� bem? Fica comigo, meu.
- S� quero dormir. - N�o, isso n�o � uma op��o.
Est� bem? Fala mais comigo sobre o teu pai.
Fala comigo.
Ele ficou mesmo feliz por me ver, n�o sabia como � que eu estava l�.
E eu n�o sabia como lhe dizer.
Vamos.
Temos de ir para casa e dizer � tua m�e.
Ela sabe. Eu disse-lhe.
Ela quis que eu passasse algum tempo a s�s contigo.
Ent�o, vamos at� ao restaurante do outro lado da rua conversar.
Torta de am�ndoa? Duas bolas de baunilha,
como faz�amos todos os domingos, depois da missa?
Sim...
Eu at� estou cheio de fome, mas algu�m pode ver-me.
Eu quero que o mundo inteiro te veja.
Quero gritar bem algo que o meu filho est� de volta.
Pela gra�a de Deus.
Sim, mas...
...a tua campanha.
Ningu�m vai acreditar, v�o achar que mentiste para conquistar votos.
Bem...
Se perder as elei��es por causa disso, que seja.
A verdade � a verdade.
Quanto a isso...
Tenho uma coisa para te mostrar.
E acho que n�o vais gostar,
mas ensinaste-me a viver segundo a minha verdade
e eu quero honrar isso.
- Pronto, tu consegues. - Filho, o que se passa?
N�o me odeies por isto, pai. Eu j� n�o sou humano.
- Desculpa. - Santo Deus.
Est� tudo bem, estou a aprender a controlar isto.
- Estou numa escola... - Em nome de Jesus todo-poderoso,
sai daqui. Desaparece!
- Pai, sou eu. O Milton. - Tu �s um dem�nio.
Para.
Eu sou um vampiro e sei que n�o entendes isso,
nem eu entendo muito bem, mas n�o quer dizer que seja mau.
S� tenho de me esfor�ar mais para ser bom.
At� pedia para dizeres a tua verdade, mas digamos que tenho superpoderes.
Por isso n�o tens escolha.
E eu quero saber.
Diz-me.
Como te sentes em rela��o a mim neste momento?
A mim, o teu filho.
O meu filho est� morto.
Ele j� n�o me queria.
Ouve, � preciso tempo. Alguns pais demoram a entender.
Eu vou voltar l� e vou compelir esse intolerante.
N�o � preciso.
Eu tratei disso.
Continuo a ser o teu menino, pai.
O menino que vinha para aqui ver-te praticar os serm�es.
O menino que ainda tem muito bem para fazer.
Mas a m�e tinha raz�o.
� melhor para ti pensares que estou morto.
Por isso, n�o me viste aqui hoje.
Mas vais sempre acreditar...
...que vais ver o filho que amavas...
...outra vez.
Sabes que mais? � melhor assim, meu.
Ele tinha motivos para ter medo de mim.
- Porque n�o consigo controlar-me. - Claro que consegues, est� bem?
Tens-te esfor�ado muito e vais continuar a faz�-lo na escola...
N�o posso voltar para a escola, Dr. Saltzman.
- N�o depois do que fiz. - Tu n�o fizeste nada.
S�o os teus malditos pais, est� bem? Eles � que s�o maus, n�o tu.
Est�s enganado. Sou um assassino.
De que � que ele est� a falar?
Dr. Saltzman.
- Hope, ainda bem que chegaste. - O que � que se passa?
O MG foi mordido por um lobisomem. N�o lhe resta muito tempo.
Meu Deus!
Bem...
Eu mordi-te.
Isto � tudo culpa minha.
- Raf, desculpa. - O qu�? Desculpa?
Est�s a pedir desculpa porqu�? Ele � que devia pedir.
- Ele � o idiota que te mordeu. - N�o, n�o, n�o. Para.
Ent�o, o que se passa? O que foi? O que se passa?
O que �?
Agora j� me lembro.
O elixir.
A cara dele.
Voltar aqui.
J� me lembro de quem era o monstro.
Eu disse para fugires.
J� te disse, n�o te vou deixar sozinho.
Caramba, MG!
Assustaste-me.
MG, n�o podes estar aqui. Estou prestes a transformar-me.
- N�o � seguro. - Para quem?
Porque estou prestes a dar cabo dele.
O qu�? Porqu�?
Isto � tudo culpa tua.
Tu fizeste-me vir aqui, tu tocaste �quela campainha,
mostraste-me aquele jornal e projetaste as tuas tretas em mim.
LAN, LAN, tira-me estas correntes.
MG, desculpa. O que aconteceu...
- N�o! LAN! - Eu mereci isso. Agora, acalma-te.
Olha para mim.
MG!
N�o.
MG, tu consegues lutar contra isso. Tens de lutar, por favor.
Voc�s n�o entendem.
N�o tenho mais nada por que lutar.
O meu pai tinha raz�o.
- Sou um monstro. - N�o �s...
MG, n�o!
MG!
Eu fi-lo, fui eu.
Eu sou o monstro.
Quando te transformaste, soltaste-te e mordeste o MG.
Ver o Landon morrer foi demasiado traum�tico, demasiado humano,
por isso reverteste e isso afetou-te a mem�ria.
- N�o me quero lembrar de nada disto. - Raf, aonde vais?
Vou afastar-me do MG, antes que acabe o servi�o.
Espera!
O corpo do Landon est� por a�.
Vou procur�-lo.
Eu estava t�o furioso!
Queria magoar o Landon.
N�o queria o sangue dele, precisava dele.
Precisava do sangue todo, porque sou um monstro.
Sou um dem�nio, h� tantos dem�nios no inferno...
Pronto. Est� bem, est� bem.
Dr. S.
D�-lhe s� um minuto.
- Mas e se ela n�o... - Ela ajuda-o. Ela ajuda.
Preciso da sua navalha.
Eu estava...
...a tentar perceber o porqu� de hoje o Dr. S. precisar de um ajudante.
Agora j� sei.
Foi porque ele sabia que tu ias precisar.
Ouve, MG, ser vampiro...
...n�o � tudo o que eu digo que �.
N�o tem que ver com poder,
sangue ou ser melhor do que os outros.
Acho que s� digo essas coisas para me sentir bem com o facto...
...de as pessoas como eu e tu...
...terem uma grande luta pela frente.
Uma vida dura.
Mas podemos estar nisso juntos.
E n�o importa que a tua fam�lia n�o entenda.
N�o � assim t�o a preto e branco.
Talvez venham a entender, talvez n�o.
Mas ouve isto, irm�o.
Agora, eu sou a tua fam�lia.
Eu.
Est� bem?
Pronto, vamos...
Vamos ajud�-los a levar o Landon para casa.
Todos...
Todos v�o odiar-me, agora.
V�o ter de passar por mim.
Raios.
Raf.
Raf. Raf, Raf!
O Landon n�o ia querer isto.
Ia querer que f�ssemos melhores. Faz isso por ele.
Faz isso por ele.
Ainda estou a delirar ou voc�s tamb�m veem isto?
Tira-o dali, Hope.
N�o est� a funcionar. O que � que se passa?
N�o sei, nunca vi nada assim.
Caramba.
N�o. Espera.
- Acho que ainda n�o acabou. - O que � que n�o acabou?
Temo-nos perguntado se ele � sobrenatural.
Eis a nossa resposta.
O qu�?
O que � que se passa?
J� ouviste falar da lenda da F�nix?
Tradu��o e legendagem Cinem�gica, Lda.
Resync Missy
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