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A BALADA DOS DALTON
Volte para seu buraco.
- Deixe-o cantar. -N�o, queremos as garotas.
- N�o vai deix�-lo cantar? -N�o, quero as dan�arinas.
Vamos, Bill, cante!
Vou contar uma hist�ria E n�o � mentira
Sobre o melhor caub�i Que o Velho Oeste j� vira
Devagar no falar E r�pido no gatilho
Eles o chamam de Lucky Luke Defensor da lei
Quando Lucky Luke Est� por perto
Os vil�es t�m de se cuidar
Ou acabar�o na cadeia Por certo
Os Dalton s�o presos Mas eles n�o ligam
Ou�am a Balada dos Dalton
Maldito seja, droga.
Abram, por favor. Vamos!
Tamb�m fui condenado, n�o fui? Tenho o direito de ser preso como voc�s!
A gangue ficar� presa De l� n�o os tiram
Lucky Luke � o homem Que os mocinhos elogiam
O c�o que vigia Todo Desperate Dan
� um �timo c�o de ca�a Chamado Rantamplan
Os Dalton aplicam os golpes Mais sujos que se v�
Qual deles � o pior Voc�s podem escolher
Eles planejam seus golpes Enquanto quebram as pedras
Ou�am a Balada dos Dalton
Lucky Luke! Lucky Luke! Lucky Luke!
Joe, voc� n�o vai ter um dos seus ataques?
�, voc� n�o vai ter um dos seus ataques, Joe?
Quando eu sair daqui vou pegar o Lucky Luke.
Se n�o morrer antes.
4200 anos de trabalho duro, foi o que o tribunal disse.
Nada mau, n�o �?
Com tr�s refei��es por dia, com certeza vamos engordar.
Idiota, vou colocar um pouco de ju�zo na sua cabe�a.
Daltons, h� algu�m aqui que quer falar com voc�s.
Conosco?
- Quem ia querer falar conosco? - N�o conhecemos muitas pessoas.
E aquelas que conhecemos n�o s�o amig�veis.
Na verdade, s� conhecemos uma pessoa que n�o foge quando estamos por peno...
- Lucky Luke. - Lucky Luke!
Deixem-no comigo! Deixem-no comigo!
Onde est� voc�? Apare�a!
Estou aqui.
Sou Augustus Betting...
advogado, a seu dispor.
- Certamente s�o os irm�os Dalton? - Isso mesmo.
Meu primeiro nome � Joe. Este ao meu lado � William.
- E este � Jack. - Sim, isso mesmo.
Ent�o, s� sobra Averell. Averell, isso mesmo.
Senhores, tenho duas not�cias.
Uma � m� e a outra � boa.
Vou come�ar com a m� not�cia, se nao se importam.
Tenho o triste dever de lhes informar o falecimento do seu tio, Henry Dalton.
Ouviram isso, rapazes? O tio morreu.
�Animam-
Ele foi um exemplo para n�s.
Parece que o �o Henry era dur�o, nada podia date-k).
P�"'..�.9.'.:"��l.
Como o tio Henry morreu?
Enforcado. - Morte natural, que consolo.
Trouxe a �ltima foto dele. Achei que gostariam de ver.
- Ele n�o se parece com o papai? - Com certeza.
Que homem bonito.
Agora podemos ouvir a boa noticia que voc� trouxe?
Antes de deixar este vale de lagrimas, Henry Dalton fez um testamento...
no qual os nomeia como �nicos herdeiros.
F'�'�:3"�l
- Deus o aben�oe, tio Henry. - Mas ele fez isso sob uma condi��o...
que se tornem o instrumento da vingan�a de seu tio.
- O que isso quer dizer? - Em palavras simples...
Henry Dalton deseja que voc�s...
eliminem o juiz e o j�ri que o condenaram.
O legado vai ficar retido at� que comcluam essa pequena...
-formalidade. - S� isso?
Matar alguns coiotes? Sem problema!
D�-nos os nomes e em breve vamos ficar com o saque.
Esperem. Seu tio queria ter certeza de que seus �ltimos desejos...
[m . .$373. manu
que vai analisar se a opera��o foi corretamente executada.
S� com o testemunho dele, eu poderei entregar a voc�s...
a soma consider�vel que seu tio lhes deixou.
Certo, certo. Quem vai nos supervisionar?
O nome dele � Lucky Luke.
Lucky Luke! Lucky Luke!
Lucky Luke!
- Calma, Joe. Acalme-se. - Sim, por favor, acalme-se.
Vou deixar a lista da pessoas que devem eliminar.
Se n�o tiverem sucesso, toda a fortuna de Henry Dalton vai para a caridade.
PERIGO DALTON
Cem), vamos capturar Lucky Luke.
Precisamos ter certeza de que ele vai estar l�...
quando come�armos a apagar os coiotes da lista do tio.
Ele nunca vai concordar.
Ofereceremos a ele uma pane da heran�a.
Mas isso n�o � justo, Joe. � nosso tio.
Se ele quiser uma heran�a, que um tio dele seja enforcado.
Claro, mas quando tivermos a heran�a do tio Henry a salvo em nossas m�os...
apagaremos Lucky Luke.
Mas se ele estiver mono n�o poderemos pagar sua pane.
Exatamente. Deixe-me explicar...
N�o h� tempo para isso. Temos de fugir!
Esconderam as picaretas? Vamos, ent�o.
Vamos cavar um t�nel.
- Joe, voc� disse um t�nel? - N�o deveriam ser quatro, Joe?
Se vamos cavar s� um t�nel, vamos tirar � sone.
Todos n�s vamos sair pelo mesmo t�nel. Voc�s entenderam agora?
S� um t�nel. Eu disse...
-um para todos! - E todos para um.
N�o dev�amos ter feito um plano, Joe?
Bem, acho que � s� continuarmos cavando em frente.
N�o h� outro modo. Em frente e em frente, n�o importa para que lado vamos.
Temos de ultrapassar os muros.
Agora temos de cavar para cima.
Chegamos � superf�cie, Joe. Mas aqui est� escuro.
Deve ser noite.
Esperem, vou acender um f�sforo.
PERIGO NAO FUME
Joe, acho que estamos no dep�sito de dinamite.
Guarda!
Todos est�o presentes, menos os Daltons.
Gra�as a Deus, sem baixas humanas.
Sim, mas Rantamplan tamb�m sumiu, senhor.
Senhores...
vamos saudar o desaparecimento do servo da justi�a mais fiel e nobre.
Todos n�s admiramos sua intelig�ncia, devo��o...
o instinto natural da ra�a dele que chegou � perfei��o.
Senhores, vamos saudar a mem�ria de Rantamplan...
que tombou, ou melhor, explodiu...
v�tima do zeloso senso de obriga��o.
A pris�o? Onde � a pris�o?
A pris�o desapareceu. A pris�o foi roubada.
Viu, Joe? Eu tinha raz�o. Era um dep�sito de dinamite.
Tenho certeza de que v� esses rapazes na pris�o.
Talvez sejam os ladr�es. Acho melhor segui-los.
Joe, estamos sendo seguidos.
Aquele maldito c�o da cadeia. J� est� atr�s de n�s.
Rantamplan? Tudo bem, ele � tolo.
Finjam que ele n�o est� l�.
O que vamos fazer agora, Joe?
Arranjar uns trabucos para pegar Lucky Luke.
Www-m�.
Mas estamos aqui para realizar os �ltimos desejos de tio Henry.
Sim, e ele est� nos vigiando l� debaixo e vai nos ajudar.
Aleluia!
Armas � venda!
Armas a venda! De excelente qualidade.
Tobias Wills tem o melhor estoque de todo Oeste.
Precisamos de quatro armas. Conseguiu um bom neg�cio, senhor.
Est�o com sorte. Recebi um carregamento da melhor qualidade.
N�o h� nada que atire melhor.
Com isso qualquer um acerta o alvo. At� um idiota.
Era extamente o que procur�vamos, n�o �, Joe?
Averell, cale-se!
- Est�o carregadas, eu presumo? - Sim! E levam as cintas de gra�a.
US$12 cada arma.
- Ent�o, s�o US$38. - S�o US$62.
Nada disso. V� andando!
N�o se esque�a de que disse que n�o h� nada que atire melhor.
Sim, at� um idiota pode...
Averell, cale-se!
Isso sempre acontece. Vou largar esse neg�cio.
Vou vender outra coisa, talvez cavalos.
�. N�o poder�o atirar em mim com um cavalo.
Parece que e Tobias Wills, o vendedor ambulante de armas.
- N�o parece nada bem. - Pode apostar que n�o.
Fui assaltado novamente com minha pr�pria mercadoria.
Assaltado por quatro bandidos na estrada de Bend Gulch.
QUI!? Jill.
Um se chamava Joe, outro Averell. Achei que eram parecidos com...
- Os Daltons! - Os Daltons!
Mas eles foram modos na explos�o do dep�sito de dinamites.
- Ningu�m encontrou os restos. - Ent�o, s�o fantasmas.
Fui assaltado por fantasmas. Fui assaltado por fantasmas!
Fantasmas ou n�o, vou investigar isso.
Tenho certeza de que vai gostar.
S�o ferraduras modernas, leves, elegantes.
� sempre assim, mostramos tudo e n�o levam nada.
As mulheres s�o piores, chefe, tem mais a escolher.
Ou�am!
Algu�m est� vindo.
Escondam-se!
Voc�, venha aqui.
Ouviu? R�pido.
Rantamplan!
Sobreviveu � explos�o tamb�m? O que faz na estrada sozinho?
- Talvez esteja machucado. - O que ele quer?
- C-:I-I-.
N�o viu os Daltons por acaso?
Os Daltons est�o aqui!
Peguem-no, coiotes!
Temos uma surpresa para voc�, caub�i. N�o queremos mat�-lo
Ao contr�rio, queremos fazer um acordo com voc�.
A lua estava alta Naquela noite trai�oeira
Os Daltons conversavam Ao redor de uma fogueira
A discuss�o era calorosa Embora a noite fosse fria
Estavam persuadindo Lucky Luke A aceitar uma parte do ouro
Podem j�lga-lo Que id�ia precipitada � a sua
Como coiotes uivando para a lua
Luke foi mordido Por L�cifer, a serpente
Ou�am a Balada dos Dalton
Se recusar, vai levar uma bala na cabe�a.
Se aceitar, vai receber uma pane da heran�a.
Cedo, caub�i, o que diz?
Se eu receber uma pane da heran�a, tudo bem.
N�o s� serei uma testemunha, provarei que sou honesto...
e os ajudarei a eliminar os coiotes que condenaram seu tio.
Ele tamb�m me enganou.
O primeiro da lista � um coiote chamado Ming Li Foo.
� dono de uma loja em Grass City.
Joe, estou ficando muito faminto.
Cale-se, o que precisamos agora � de cavalos.
Sim, eles s�o gostosos.
Cavalos a venda! Cavalos a venda!
Os fantasmas! Eles voltaram!
- Ele estava morrendo de medo de n�s. - Ele viu que voc�s s�o fortes.
Sim e n�o se esque�a, caub�i.
BEM-VINDO A GRASS CITY
Parece que aqui � Grass City.
Sim, e l� est� nosso primeiro fregu�s.
Se quiser, irei l� primeiro e cuidarei dele.
Acha que somos novatos, caub�i? Ou�a, ainda n�o confiamos em voc�.
Voc� s� precisa testemunhar.
�timo!
Nobre estranho, voc� bebeu a �gua de lavandeira de Li Foo.
Eu o qu�?
N�o, e uma lavanderia excelente como pode ver na minha humilde placa.
B M...
que voc�s aparentemente precisam de meu humilde servi�o.
Se quiserem entregar suas roupas a Li Foo...
N�o estamos aqui para lavar roupa!
Voc� � um dos coiotes na lista do nosso tio Henry.
Esperem . Espere um pouco.
Podemos lavar a roupa enquanto estamos nessa excelente lavanderia.
N�o entendo, Joe. Por que n�o o matamos logo?
Precisamos lavar a roupa, n�o discuta.
Vamos mat�-lo assim que tivermos nossas roupas de volta...
o chin�s vai trabalhar de gra�a para n�s.
Joe, seu senso de humor � demais!
Cuidado, l� est� ele.
- J� terminou? - Ainda n�o.
Li Foo pede desculpas, nobres clientes.
A paci�ncia vai ser recompensada.
- Ele est� fugindo! -O que faremos?
Vamos peg�-Io!
Esperem, rapazes, n�o podem sair assim...
ou todos v�o olhar para voc�s.
�.
Bem, voc� est� vestido. Voc� pode ir. V�!
Vamos encontrar algo para vestir aqui na lavanderia.
Ming Li Foo! Espere um pouco!
Tudo bem, Ming Li Foo. S� quero conversar com voc�.
� s� uma conversa!
Pode me ouvir?
Vamos conversar.
S� queria conversar.
N�o vou ter f�lego se n�o me soltar.
Droga, quando isso vai acabar?
- Ceno, onde est� o chin�s? - Foi encontrar seus ancestrais.
- Gostaria de checar mesmo assim. - Li Foo levou um tiro!
Vamos! A cidade toda esta� a nossa ca�a!
Meu Deus, quem vai lavar nossa roupa agora?
Essa cidade n�o � mais segura! Vamos!
O que est� havendo? Para onde foram aqueles quatro presidi�rios?
Bem, vou seguir os outros.
Precisamos encontrar outras roupas. N�o podemos continuar vestidos assim.
Sim, essa coisa floral que estou usando n�o � meu estilo.
Pare�o mais gordo!
Vamos encontrar uma loja quando chegarmos � pr�xima cidade.
TOBIAS WILLS ROUPAS
Estou cansado de ficar na estrada, acontecem muitas coisas assustadoras.
Acho que seus primeiros clientes chegaram.
Cedo, cedo, j� vou!
Somos n�s de novo.
� aqui'
- Parece uma cadeia. - Claro que � uma cadeia.
O segundo jurado que temos de apagar � Thadeus Collins, o diretor da cadeia.
Mas, Joe, n�o podemos entrar na cadeia! N�o v�o nos deixar sair de novo.
N�o precisamos ter nos preocupado em fugir se vamos entrar novamente.
N�o estou propondo que entremos pela poda, vamos cavar um t�nel.
Acho que n�o vai funcionar, Joe.
Sabemos fazer t�neis para fugir da cadeia, mas para entrar...
Tem raz�o, Averell.
J� sei! Vamos mand�-lo, caub�i.
Entre na cadeia e saia com o diretor.
E assim que ele sair, vamos atirar nele.
Certo. Mas se qusier posso mat�-lo na cadeia mesmo.
N�o! Traga-o para fora, � s� o que tem a fazer.
Cada homem faz seu trabalho e o diretor da cadeia vai ser bem protegido.
H� algu�m a�?
H� algu�m a�?
H� algu�m a�?
Voc� � Thadeus Collins, o diretor desta cadeia?
Sou Thadeus Collins...
mas n�o sou mais o diretor da cadeia, porque n� h� mais cadeia.
Muito estranho, porque esse lugar parece muito uma cadeia.
N� � uma cadeia porque n�o ha prisioneiros...
e uma cadeia sem prisioneiros e como arroz sem feij�o...
uma crian�a sem o amor da m�e...
uma rosa sem perfume.
N�o tenho mais cadeia!
Mas onde est�o os prisioneiros?
Fugiram! Todos fugiram!
�ramos como uma fam�lia aqui.
Eu cuidava deles como se fossem meus filhos!
Eu os mimei, mas acha que mostraram gratid�o por isso?
U V.�
Eles cavaram t�neis por toda pane.
Sabia que at� subornaram os guardas para que os ajudassem a cavar?
� claro que eu demiti os guardas.
Os �ltimos prisioneiros tiveram de cavar sozinhos.
Foi bem feito para eles.
S� preciso recolher essas coisas que sobraram e ir embora...
sozinho.
Vai sair pela poda?
Sim, se� que n�o � comum nessa cadeia, mas...
� melhor eu explicar.
- H� um t�nel por aqui? - Sim, embaixo desse tapete.
O prisioneiro destacado para limpar minha sala decidiu cav�-Io.
Um homem em quem eu confiava completamente.
Ou�a, vou lhe explicar porque ter� de sair por esse t�nel.
Ele est� demorando para sair da cadeia.
Acha mesmo? papai levou 40 anos para sair.
Obrigado, Lucky Luke.
S� uma coisa me entristece...
que algu�m vai se sentar �quela mesa...
Seja fone, Sr. Collins, n�o haver� outro diretor nesta cadeia.
L� vem Lucky Luke!
Mas ele est� sozinho.
Onde est� o diretor?
- Ele se recusa a sair. - Recusa-se a sair?
Sim, ele se recusa a deixar seu posto.
Ent�o, o que vamos fazer?
Ele disse que se qusierem tir�-lo de l� ter�o de explodir o local.
Tive uma id�ia!
Vamos explodir a cadeia e o diretor junto!
- Essa e uma boa ideia, Joe. - Mas como pretende fazer isso?
�.
Para explodir a cadeia precisaremos de dinamites e p�s.
Dinamite e p�s! Dinamite e p�s!
Ele � uma criatura muito estranha.
Parece que n�o h� jeito de conversar com ele.
Tem raz�o! Assim que v� um cliente, ele sai correndo...
J� chega de conversa!
Vamos trabalhar!
Acho que temos de ir para l�.
- Pegou a dinamite? Peguei, Joe.
Peguei um estopim longo para detonarmos l� de fora.
- Voc� pegou, Jack? -N�o, Joe, estava com voc�.
N�o sei onde est�. Como vou encontr�-lo no escuro?
Espere, Joe, tenho um f�sforo.
Bom trabalho! Voc�s conseguiram!
Procurei nos escombros, mas n�o h� sinal de vida em lugar algum.
A pris�o desapareceu e o diretor sumiu com ela!
Eles fizeram de novo! � a segunda cadeia que eles roubam!
Incorrig�veis!
Eles s�o incorrig�veis!
O pr�ximo coiote se chama Pena de Cobra.
Um curandeiro ind�gena.
Ele vive no meio do Deserto da Sede.
O Deserto da Sede?
Seria pior se fosse o Deserto da Fome.
A Campina est� verde E o pasto est� bom
Onde as borboletas ficam sonolentas No calor dos raios de sol
E o riacho corre tranq�ilo Onde as gramas sussurram
Onde as cascatas caem Das montanhas por onde passam
�Oh *
� mais quente do que um forno O calor � uma amea�a
E assa os abutres Para ficarem mais saborosos
Ou�am a Balada dos Dalton
O sol abate E dos ossos muda a nuance
De um ianquel magricela Chamado Jones Ultima Chance
Os acampamentos S�o como estacionamentos antigos
O sol do deserto seca E os neg�cios est�o falidos
&mai;
Lutaria pelo deserto Onde os terrenos erodidos est�o
'Onde a sede por �gua E uma ang�stia torturante
Ou�am a Balada dos Dalton
Esta ficando s�rio. Agora algu�m roubou o cen�rio!
- Sobrou �gua? -N�o , Joe .
Voc� n�o me ouviu. Eu disse que n�o havia o suficiente antes de sairmos.
Ele tem raz�o, Joe, voc� devia t�-Io ouvido.
- estamos tostando, Joe! - Ou�am, eu sou o chefe aqui, n�o ele!
Como n�o h� �gua, pensem em outra coisa.
Vamos cantar!
Tragam-me cerveja Cerveja, cerveja
Que seja gelada Por favor, que seja gelada
Averell, cale-se!
Vejam, � a cabana dele.
Pena de Cobra.
Espere, estou no banho.
No banho?
O que os caras-p�lidas querem?
Mesmo no deserto, assim que entramos em uma banheira, algu�m nos chama.
- Precisamos de uma bebida. - Uma bebida!
Esperem. Voc� � um dos coiotes que se meteu com tio Henry.
- Bem, viemos mat�-lo! - Mas precisamos de uma bebida, Joe!
Joe, estou torrando!
Os neg�cios em primeiro lugar. Vamos mat�-Io e depois bebemos.
Mate Pena de Cobra e n�o "ter bebida.
Aqui, Deserto da Sede.
Cara-p�lida deve ser fraco da cabe�a de achar que encontraria �gua aqui.
�? E a banheira?
Mim, xam�. Fa�o muita m�gica poderosa.
Se Pena de Cobra morrer, voc� n�o ter �gua.
�gua vem com m�gica.
Ent�o, primeiro d�-nos uma bebida bem grande...
depois, n�s o mataremos. Parece sensato para mim.
� muito sensato.
'Voc�s esperar aqui."
Cara-p�lida, voc� n�o ter sede?
Sim, mas primeiro eu e voc� vamos conversar.
Sem querer ofender irm�o pele-vermelha, eu desconfio dessa �gua.
"Cara-p�lida ter c�rebro embaixo do escalpo...
e n�o estar errado em desconfiar, �gua muito forte.
Agora que j� bebi, cara de lama, vou...
Mim colocar cogumelo venenoso em p� na �gua.
Cogumelo venenoso no deserto?
Pena de Cobra ter caverna �mida tamb�m.
. 0-"' ganda?"?
O que seu cogumelo venenoso em p� far� a eles?
Eles ter�o lindos sonhos. Agora temos bastante tempo para conversar.
Ou�a isso. J� est� dormindo.
Somos como os dedos da m�o
Estamos sempre juntos
sozinhos jamais ser�amos nada
Todos sabem, somos os belos irm�os Conhecidos como Dalton
Dan�ando como marionetes Presas aos nos
Belos e charmosos E muito elegantes
Devem concordar que ningu�m E t�o interessante
Quanto os belos irm�os Danton
Nada � melhor do que um banco banco, banco
Nada � mais seguro Do que nosso cofre
Voc� ter� uma vida sossegada Sem nenhuma preocupa��o
Se confiar em nosso banco
Averell, cale-se!
Eu estou cantando na chuva
Apenas cantando na chuva
Que sentimento glorioso
Estou feliz novamente
Estou rindo nas nuvens
T�o escuro, acima
O sol est� em meu cora��o
Eu estou pronto para amar
PROCURADO
Dando tiros Dando tiros
Dando tiros o tempo todo
� t�o divertido Ouvi-los correr
Dos tiros das armas
Dan�ando como marionetes Presas aos nos
Belos e charmosos E muito elegantes
Devem concordar que ningu�m E t�o interessante
Sou um estranho na noite
Procurando por voc� E querendo seu toque
Quando a seguro Em meus bra�os
E sinto seu cora��o tocar o meu
Joe?
Joe?
Joe!
Joe, acorde.
Onde est� Pena de Cobra?
- E ent�o? - Voc� o matou, Joe. N�o se lembra?
� mesmo?
- Sim! - Por que n�o pegamos a estrada?
- N�o h� mais nada a fazer aqui. - Sim, tem raz�o, caub�i.
Levantem-se, rapazes.
N�o se preocupe com a viagem de volta, amigo.
Acenei tudo com Pena de Cobra. Ele disse que n�o ficar�amos sem �gua.
- Que clima! - Nunca sabemos o que vestir.
Quando vamos comer?
RESTAURANTE LOS TANALES
Chiuahua!
O que h� de errado com seu dedo, Pancho?
- Ele quase o arrancou, Carmen! - O c�o?
N�o, o c�o, n�o, caramba! O mais alto dos cinco.
Tem de tirar a m�o r�pido quando for lhe entregar um prato.
Gar�om!
Ouvimos dizer que o Dr. Aldous Smith estava nesse territ�rio.
O Dr Smith? Sim, eu o conhe�o bem.
Ele passou aqui essa manh�, depois pegou o trem para o Norte.
-Logo v�o alcan��-Io. - Otimol Vamos, ent�o!
Senhor...
-antes de irem... - Eu cuidarei disso.
Cedo, se prefere assim.
Amigo, parece que conhece o Dr Smith.
,Sim, muito bem. E um bom amigo.
� um pouco... Como se da, senhor?...
Ele � meio charlat�o, mas n�o faz mala ningu�m.
As garrafas dele est�o cheias de �gua.
A n�o ser a garrafa pessoal dele, que � cheia de licor de cacto.
E sou eu quem fornece a ele. O doutor s� usa �gua para lavar.
Estamos esperando, caub�i.
Estou indo.
- Gostaria de experimentar, senhor? - Da pr�xima vez que vier � cidade.
Adeus, amigo!
� querida, � querida
� querida Clementina
L�, l�, l�, l� Etcetera
� querida Clementina
Sa�de, Asclepius!
Vou lhe dar um bom gole na pr�xima parada.
Acho que h� pacientes chegando. Vamos aguard�-los, sim.
- E o Dr. Aldous Smith? - A seu dispor, senhores.
Presumo, por sua pressa, que precisam de mim com urg�ncia.
Sim, claro. Ou�a...
Eu lhes asseguro que n�o poderiam escolher melhor.
Sou formado em diversas universidades famosas demais para contar.
Nas minhas garrafas tenho algo que vai restaurar sua sa�de e vigor.
Ou�a, n�o viemos aqui para...
Sim, no que diz respeito � sua sa�de, amigos...
n�o quero preocup�-los indevidamente, mas est�o em pessimo estado.
Vejo em voc�s os sintomas mais graves de definhamento e enfermidade.
R E �bvio a olho nu que sofrem do f�gado, do est�mago...
t�m olhos melanc�licos, pulm�es fracos, m�sculos fl�cidos.
O mais alto...
voc� a�, a condi��o do seu c�rebro me causa grande preocupa��o.
J� aquele animal, que lembra vagamente um c�o...
ele me parece um exemplo incr�vel de senso de humor demasiado...
't' 'f'
Isso poderia ser tr�gico se n�o tivessem a chance de conhecer Aldous Smith.
Sou de fato o inventor... N�o, o que estou dizendo?
O benfeitor da humanidade. Depois de longos anos de estudo...
- Finalmente aperfei�oei o elixir que... - Poderia se calar?
Um elixir que cura a todos, homem e animal!
E n�o vendo esse elixir por US$100, nem por US$50...
nem mesmo por US$20. Eu o vendo por uma ninharia.
Vendo por US$5 cada garrafa.
N�o fa�o isso pelo lucro, mas para que possa continuar minha pesquisa...
da qual toda a humanidade se beneficiar�.
Certo, j� que ele se recuas a ouvir.
Espere, Joe, estou me sentindo p�lido talvez o elixir pudesse...
Joe, tamb�m n�o me sinto bem.
Por que n�o tomamos o elixir primeiro e depois...
Claro que n�o!
Embora que mesmo n�o me sinta pronto para lutar...
Doutor, e essa mistura, � outro elixir?
N�o, isso n�o � rem�dio. E n�o est� � venda!
- � perigoso? - Muito perigoso.
- Por outro lado, meu elixir... - Pode ser venenoso?
Exatamente. � um veneno muito poderoso.
H� o bastante aqui para eliminar uma tribo de apaches...
um regimento da cavalaria, ou um irland�s no vigor da juventude.
Sei o que est� pensando, Joe.
Com certeza � uma id�ia diab�lica.
O qu�? Eu?
Sim! Sua id�ia de o doutor beber o pr�prio veneno...
e poupar algumas balas.
Cururu-PF"?
Uma id�ia diab�lica, e tenho v�rias delas.
- Beba seu veneno, charlat�o! - Beber meu... Para qu�?
Porque voc� era um dos jurados que se meteu com tio Henry, por isso!
Beba, vamos ou vou desperdi�ar uma bala!
Bem, s� me resta obedecer.
Um homem de conhecimento deve desaparecer, uma v�tima da ignor�ncia.
Mas antes de minha morte prematura, gostaria de lhes contar...
alguns dos epis�dios instrutivos da minha longa e variada vida.
Em�
Adeus, a humanidade viver� para se arrepender desse ato!
N�o h� rem�dio Assim disse o pastor
Para o homem com a febre E a sede por ouro
Ele cava e procura At� que seu corpo sofra
Mas o que ele vai colher Ser� uma amarga safra
Para Yukon E sua jornada
Porque est�o com a febre amarela Da rocha dourada
Eles garimparam o ouro At� as colinas reverberarem
Ou�am a Balada dos Dalton
Voc� conhece Tom O'Connor?
Tom O'Connor? Claro, ele trabalha naquela colina.
Tom nunca encontrou ouro, embora tenha cavado a montanha em todas as dire��es.
Acho que ele ficou louco. Puxa a arma para todos que se aproximam.
Faz tempo que n�o e visto. Talvez esteja mono, quem sabe?
Tom O'Connor � o proximo da lista. Vamos!
Essa entrada da mina de O'Connor n�o parece nada convidativa.
� melhor terem cuidado. Se quiserem, irei na frente.
N�o ir�, n�o! Eu irei, eu sou o chefe!
- Claro que �... - Nenhum de voc�s ir� na frente.
Rantamplan ir� na frente.
O que � isso? Espero que seja um jogo.
O que devo fazer?
H� uma coisa que sempre os agrada. Vou me sentar e suplicar.
Um momento, pensando bem, caub�i...
v� na frente e veja se est� tudo limpo.
O'Connor?
O'Connor?
O'Connor?
Pare um pouco.
Voc� atirou no cano do meu rifle?
Isso foi maldade. Deve t�-Io entonado.
Certo. Mate-me e acabe com isso.
N�o queria mat�-lo, vim aqui para conversar e temos de falar r�pido.
Pau-g�strica...
- Ser� que levou um tiro? - Isso seria ruim...
para receber a heran�a precisamos que ele testemunhe.
E n�o quero ser privado do prazer de eu mesmo mat�-Io.
Veja, Joe!
Onde est� Tom O'Connor?
S� tinha isso, quando finalmente entrei na mina, n�o havia ningu�m.
S� esse velho rifle flutuando no ar e disparando sozinho.
- Do que est� falando? - Foi assim que aconteceu!
Estou avisando que n�o gosto disso. E fantasmag�rico l� dentro.
- Pode ser que ele tenha raz�o. - O cara l� atr�s...
disse que Tom O'Connor n�o � visto h� muito tempo.
- Talvez esteja mono. - Ele estava especulando.
"B".
Vamos entrar.
- Voc� vem, caub�i? - N�o, eu n�o vou entrar a�.
Luto com bandidos quando quiser, mas n�o contra algo que n�o entendo.
Bobagem, sempre tenho de lutar contra coisas que n�o entendo.
Esque�a, Averell.
Nosso her�i � um covarde.
Espere por n�s a�, caub�i.
Vamos entrar e procurar O' Connor.
Quer dizer que v�o se lan�ar no desconhecido neste vag�o?
Vag�o?
Sim, boa id�ia.
Entrem, rapazes.
Joe, n� � melhor eu ficar com Lucky Luke?
B. apatia?
V�o dar um passeio do qual n�o se esquecer�o t�o cedo.
Eu mesmo coloquei os trilhos.
Isso � demais.
R-w-:mm-w-w
At� mais!
PARE!
Quem se atreve a perturbar meu descanso eterno?
N�o t�nhamos a inten��o de perturb�-lo, Sr. Fantasma.
Procuramos algu�m chamado Tom O'Connor.
- E o que querem com Tom O'Connor? - Nada.
S� quer�amos mat�-Io, se n�o for inc�modo.
Isso j� foi feito. Eu sou Tom O'Connor.
Fiquei maluco e morri procurando ouro.
Lamento desaont�-los, mas n�o podem matar um fantasma.
Por outro lado, eu me pergunto se n�o deveria lev�-los comigo...
para a Mina do Dem�nio!
Vamos, pegue.
Pegue.
O que esse cara est� aprontando?
Isto � est�pido.
- Voc�s o mataram? - Ele est� morto. J� estava morto.
F"'"?-'�?�"�l
Acredito na sua palavra.
- Aumento para US$100. -Estou nessa.
Tente vencer isso. Quatro ases.
- O que vai ser? - Uma informa��o.
Estamos procurando um homem chamado Sam Jogo.
Soubemos que ele vem aqui.
Sam, o Jogador? Ele n�o vem mais.
N�o era saud�vel para ele jogar nessa cidade.
Um dia ele finalmente viu a luz e se arrependeu.
Hoje ele e conhecido como Reverendo Sam.
Ele se tornou pastor. Podem encontr�-lo na igreja no final da rua.
Agora. o que querem?
- De onde veio isso? - S�o cinco ases no jogo!
Obrigado, at� mais.
Rantamplan, aqui!
Aleluia!
Nosso Pastor nos guia
Para verdes pastos
Onde seus cordeiros Em seguran�a sejam s� alegria
E sobre o verde
Eles d�o cambalhotas de prazer
Aleluia!
Luz am�vel que nos faz ver
Percebam que n�o � com cartas marcadas, irm�s...
que conseguir�o um lugar no eterno jogo de p�quer...
nem mesmo se �verem quatro asas.
N�o esque�am que satan�s pode retirar um royal flash...
de sua manga infernal e lev�-Ias direto para...
Sam jogo! Quero falar com voc�!
- Sil�ncio! - Infame.
- Mas n�s s�... - Sentem-se!
Tirem os chap�us!
Seu chap�u.
Como eu ia dizer, queridas irm�s e irm�os...
imaginem que o orgulho � um full house de ases e reis.
Mas essa full house ainda pode ser vencida por quatro iguais.
Lembrem-se irm�s, sempre apostem na mod�stia e na virtude...
assim v�o assegurar uma vida com potes de outro.
Am�m.
- Certo, agora eu vou... - Sente-se!
Agora, como fazemos toda semana, vamos jogar bingo.
Quero lembrar que cada cartela custa US$5...
e s�o vendidas em benef�cio de institui��es de caridade locais...
pelas quais sou respons�vel. Srta. N�o-vale-um-centavo...
poderia distribuir as cadeias para mim?
N�mero 2.
N�mero 27.
N�mero 41.
Isso, ganhei!
Que maravilha, reverendo. Parece que ganha toda semana.
� um milagre!
O c�u o protege, reverendo.
Aleluia!
Na vida e na roleta
Recebe o pr�mio maior
Quem aposta mais alto
As rodas da fortuna giram
Para fazer e quebrar a banca
Aleluia!
A Ti n�s agradecemos
Aleluia!
Aguardo ansiosamente o pr�ximo domingo, quando nos reuniremos novamente.
Devemos ter uma roleta, gra�as � sua generosidade.
V�o em paz.
Queria falar com voc�,, reverendo.
Saia do caminho, caub�i. Esse cara � meu!
Devo alert�-lo de que � pecado mortal roubar as oferendas.
� melhor vencer em um jogo de dados, senhor. O dobro ou nada.
Calado!
Sam Jogo, voc� est� na lista dos coiotes que condenaram o tio Henry Dalton.
E viemos aqui para mat�-Io.
Joe, deixe isso comigo, podem esperar l� fora.
Ele � meu, eu j� disse! Comece a rezar, pastor.
- Mas, Joe, eu posso... - N�o precisam brigar, amigos.
Estou pronto para encontrar o Grande Crupi�...
e estou disposto a entregar meu destino � Sua Roleta Divina.
S� pe�o um favor, a chance de jogar mais uma vez antes de partir.
- E que jogo seria? - Roleta-russa.
Uma �nica bala no tambro de minha rma. Eu vou girar...
at� que o Grande Crupi� chame Concorda?
Ele merece, Joe.
- Conceda-lhe o desejo. - � o seguinte, eu aposto US$10...
- Que no primeiro disparo, ele perder�. - Certo, certo. Vamos jogar.
Vou checar para ter certeza. Afinal, tenho de testemunhar.
Depressa, n�o quero me distrair com essas senhoras de novo.
N�o se preocupe, est�o todas vazias. Um milagre!
Aposto que sim, reverendo.
Eu tamb�m apostaria, amigo.
- Pare! Aqui est�! - N�o vejo nada, Joe.
- N�o h� nada aqui. - Sim, h�. Aqui est�.
O pr�ximo na nossa lista � Bud Bugman, um engenheiro ferrovi�rio.
Toda semana ele pilota o trem que sai de Flagstaff Bend...
e vai para Rock River Depot. Ele passa por aqui.
Tudo o que temos a fazer � esperar.
- Joe? - Sim.
J� pensou em como vai par�-Io?
Poder�amos construir uma barricada com troncos de �rvores.
Mas n�o h� arvores aqui, nem pedras.
- Podemos explodir uma ponte. - N�o h� ponte.
Podemos construir uma.
Acho que s� podemos descarrilar o trem.
Nunca descarrilamos um trem antes.
H��u�
Certo, levantem!
Ergam!
Ergam!
Ergam!
Ergam!
N�o pod�amos descarrilar o trem torcendo s� um dos trilhos?
Talvez pud�ssemos, mas torcendo os dois teremos o dobro de chance.
� verdade.
Acho que est� vindo.
Voc� � Bud Bugman?
---..-'::::.;.":--
Estou tentando parar meu trem.
Continue, aumente a velocidade. D� tudo o que puder.
- Esta louco? - Fa�a o que eu digo, entendeu?
Est� bem, Walt, voc� o ouviu! Atice o fogo!
- Mas, Bud, vamos morrer! - Se n�o fizer o que ele manda...
eu vou morrer. � pior.
Pare! Pare! Vou reclamar a companhia.
Minha cesta! Minha cesta de ovos!
- Socorro! - Algu�m viu meus quatro reis?
- Socorro! - Pare!
Pepe!
Um c�o passou correndo como se o diabo estivesse atr�s dele.
Por que acha que ele fez isso, Juan?
Vai demorar para explicar, Pepe.
Vamos voltar para nossa siesta.
N�o h� como saber onde esse caminho vai dar.
Continue! Preciso lhe explicar umas coisas.
Ombro!
Armas!
Tenente, destaque seis homens para reconstruir a pris�o.
O trem n�o passou por aqui, passou?
� nosso trem.
J� deixei o trem passar. � a primeira vez que o trem me deixa passar.
- Isso � pior do que um cavalo selvagem. - Vou processar a companhia.
Onde est� o maquinista? Onde est� Bud Bugman?
Era ele ou eu, Joe. O desgra�ado tentou me empurrar para fora da cabine.
Isso mesmo, ele o matou! Depois ele o jogou para fora.
Ele o matou a sangue-frio.
Prenda-o, senhor, quem quer que voce seja.
Cedo, vamos continuar.
Bud! Enganamos os caras, n�o foi?
Isso n�o � motivo para assoar o nariz no meu quepe.
MATHIAS OSSOS FUNERARIA
Bom dia, belezinha.
L� esta ele, Mathias Ossos, o �ltimo jurado.
- Vou peg�-Io! - Ou�a, Joe!
� sempre voc� ou Lucky Luke que matam os caras!.
N�s somos s� coadjuvantes.
Isso mesmo, Joe. Esse � o �ltimo jurado, nossa �ltima chance de nos divertirmos.
O '
Pela primeira vez, uma boa id�ia.
Ouviram isso?
Pela primeira vez, uma boa id�ia.
Bem, eu n�o o mataria na cidade, pois conhe�o Tumble Weed Springs.
Eles mant�m lei nessa cidade.
XERIFE
Nada para mim hoje, xerife?
Com certeza n�o, Ossos. Os rapazes est�o comportados.
N�o h� lugar para fora-da-lei em Tumble Weed.
Se algum passar por aqui uma houra ou outra...
eu posso acomod�-Io para voc�, xerife.
At� mais!
Bom dia, doutor. Como v�o as coisas hoje?
J� lhe disse para n�o falar comigo em p�blico, Ossos.
Venha comer, Jake, est� pronto.
J� vou, papai.
BARBEARIA
Omaha. !Dilma-atenuar
Ele vai sair da cidade cedo ou tarde.
Posso checar que dire��o ele vai pegar...
e voc� pode preparar uma emboscada para ele.
Cedo, caub�i. Mas vigie-o!
N�o coloque as m�os. Ele � nosso!
O que vai ser hoje?
N�o ligo, desde que seja frio e forte.
- Posso (abr com voc�? -Precisa de meus servi�os, senhor?
- N�o, agora n�o, mas... - Temos um estranho na cidade, n�o �?
Se quiser, posso tirar suas medidas agora.
Facilitar� quando chegar a hora.
Tamb�m (a�o reservas, ent�o. se quiser...
Sr. Ossos, estou aqui para impedi-Io de se tornar seu pr�ximo cliente.
E ent�o, caub�i?
R--m-:m--W
O servi�o dele est� muito fraco, ent�o, ele vai sair para procurar mais.
Ele vai pegar uma velha estrada que passa ao sul da cidade.
O melhor lugar para preparar uma emboscada � nessas rochas vermelhas.
Cedo, caub�i.
Espere-nos em Palomino City, nosso pr�ximo ponto de encontro.
EST�BULO
Cedo, � entre as rochas vermelhas.
Sabe o que deve fazer.
Flu-IO�.
Quem diria? O cavalo branco foi roubado tamb�m.
N�o deve demorar muito agora.
Certo, vou ficar atr�s dessas rochas com William.
Jack e Averell, fiquem atr�s das rochas do outro lado.
Assim que ele passar por n�s...
Conseguimos!
� divertido trabalharmos juntos como uma familia!
Temos de fazer isso mais vezes.
Papai e mam�e deviam ter nos visto.
Ta...
e eles nos levavam junto quando iam assaltar bancos?
Claro que sim.
E quando volt�vamos para casa, todos n�s cant�vamos juntos.
Quero um lar
Onde o b�falo vagueia
Onde o veado E o ant�lope brincam
Onde raramente ouvimos
Uma palavra desanimadora
E no c�u n�o h� nuvens O dia todo
RODEIO
PIRULITOS
Para onde foram todos nessa cidade, caub�i?
� isso. Est�o todos no rodeio, divertindo-se.
� mesmo? Estamos aqui para trabalhar, n�o esque�a.
Acabamos com os jurados, ent�o agora s� resta uma pessoa, o Juiz Groovy.
Foi ele quem ordenou que o enforcamento prosseguisse.
Quando ele morrer, a heran�a ser� nossa.
Isso n�o vai ser f�cil e vou lhes mostrar porqu�.
L� est� o Juiz Groovy, presidindo o rodeio.
N�o h� como se aproximar dele.
Ent�o, o que vamos fazer?
Depois do rodeio, o juiz vai oferecer uma festa para todos que participaram.
Poderia se aproximar dele l� e atirar nele.
Se voc� se inscrever no rodeio, ser� convidado para a festa.
- Boa id�ia. - Muito boa id�ia.
Muit�ssimo boa id�ia.
O pr�ximo evento ser� o La�o do Bezerro.
Que modo estranho de passar a tarde.
Cachorros me mordam, parece que perdi meus prisioneiros.
Eles est�o do outro lado.
� preciso ter instinto e um bom faro.
O que � isso que eu peguei?
N�o parece esperto o bastante para ser um bezerro.
- � nosso, senhor. - Bem, n�o largue lixo por aqui.
N�o precisa vencer nada, s� precisa participar.
Rantamplan nos deu um exemplo.
E agora, amigos...
o �ltimo evento...
ser� Montaria em Cavalo.
Caub�i, acha que � boa id�ia participarmos do evento?
Precisamos, se quiserem se aproximar do juiz esta noite.
Talvez nem todos n�s precisemos participar.
William, voc� ficou reclamando que eu fazia tudo sozinho, ent�o...
Espere, espere!
Espere! Sabe muito bem que tenho problema de coluna.
Jack, no entanto...
Sempre fui delicado. Sempre que sa�amos para assalatar...
Parece que foi ontem.
Jack, vista seu casaco. Jack, vista seu casaco.
Por que est�o amando para mim?
Averell, pensamos em uma surpresa para voc�.
�Mu!
� urna surpresa, n�o �?
Acho que sim.
�timo! Ent�o, Averell cuidar� disso.
Luke, voc� deve participar tamb�m...
porque precisa testemunhar que o juiz foi morto.
V�, Averell.
Para onde?
Temos dois competidores de �ltima hora.
Averell Smith.
E Lucky Luke.
Primeiro, Averell Smith.
Mudei de id�ia, n�o quero ir.
N�o quero ir!
V�, Averell. Voc� o vencer�!
- Vamos l�! Um belo gancho de esuqerda. - Use seus p�s.
Edil-
Lucky Luke!
Ele � o meu caub�i. Ensinei tudo o que ele sabe.
Lucky Luke...
eu o declaro o campe�o!
Lamentamos interromper, mas � hora de encerrarmos.
Lembro a todos os participantes...
que os aguardo essa noite no meu rancho.
Averell est� pronto? r E hora de ir.
Desde o rodeio, ele tem andado meio estranho.
Parece que n�o nos conhece. Na verdade, ele n�o sabe nada sobre nada.
Mas n�o podemos culpar o cavalo por isso.
Averell!
- Acorde! - Voc� est� bem Averell?
Quem s�o voc�s?
Voc�s parecem engra�ados.
Viu? Disse que ele n�o est� bem para matar um juiz.
Francamente, n�o vejo diferen�a do estado normal dele...
e n�o temos escolha.
Eu irei com ele. Esperem por n�s aqui.
Tem certeza de que n�o se lembra de nada?
Ou�a, quer sabe de uma coisa? Voc� est� engra�ado.
Cedo, espere aqui. Preciso cuidar de um assunto.
Depois vamos beber, est� bem?
J# �T�M-
- Tome, acabou de sair da prensa. - N�o, quero uma edi��o especial.
Est� sem sone, senhor, n�o h� edi��o especial desse jornal hoje.
Eu vou lhe dizer o que imprimir.
Espero que ele acene.
Groovy e o �ltimo obst�culo antes de recebermos a heran�a do tio.
Assim que o recebermos...
poderemos nos livrar de Lucky Luke.
Averell conseguiu, pessoal. Um belo trabalho!
�'
Not�cias excelentes sobre o assassinato cruel do Juiz Groovy.
� verdade, ele conseguiu! Ou�am.
"O juiz foi assassinado durante a recep��o...
que merecia aos participantes do rodeio.
O assassino, um certo Averell Smith, ainda esta foragido.
- Muito bem, Averell. - Voc� � sensacional!
Um verdadeiro her�i!
Agora vamos voltar para Nothing Gulch.
Temos um encontro urgente com a heran�a no escrit�rio de Augustus Betting!
Bem-vindos, senhores.
Presumo que tenha dado tudo certo como o planejado.
&menu;
- N�o �, caub�i? - Foi tudo como planejado, Joe.
Ent�o, � isso. N�o temos mais utilidade para voc�, caub�i.
S� um momento.
Ainda ha uma formalidade...
Ou�a, prefiro pular as formalidades...
mas vamos fazer as coisas de acordo com as regras.
L"�"'�-�-"-T"'"l.
N�s os est�vamos esperando.
O j�ri teve tempo de considerar o veredicto.
Enfrentam o tribunal sob a acusa��o de tentativa de homic�dio...
e comos abem, Lucky Luke pode testemunhar.
O veredicto, por favor, membros do j�ri.
- Culpados, sem d�vida! - Eu concordo.
- Eles perderam o jogo! - Eu digo o mesmo.
Sim, muito culpados.
- Culpados. -Culpados, juiz.
Homens maus! Lavei a roupa. Li Foo quer US$6.
Voc�s quatro devem retornar � cadeia, onde permanecer�o para sempre.
Lucky Luke, seu coiote!
Foi voc�! Voc� planejou tudo isso!
Eu escaparei e irei atr�s de voc�, caub�i.
Tome cuidado!
Prestem aten��o, amigos Se um pecado cometerem
Ser�o os perdedores Pois os mocinhos sempre vencem
E o plano dos Dalton Acabou fracassado
FUNDA��O HENRY DALTON
Os �rf�os ficaram com o dinheiro E o bando foi capturado
Voc� n�o � santo, tio Henry, E verdade
Mas foi perdoado E � amado pelas crian�as da cidade
E belos s�o os louvores Que os �rf�os cantam
Ou�am a Balada dos Dalton
Cantem em louvor ao tio Henry
Deixem essa hist�ria ser contada
Pois o crime n�o compensa
E somos t�o bons quanto o ouro
Bem, � isso.
Encontrei a cadeia de novo.
E capture� os bandidos que a tinham roubado.
Ainda est�o faltando dois...
mas tenho certeza de que os pegava� um dia.
Os quatro vil�es Foram presos novamente.
Os Daltons ficar�o l� Por um ano... n�o somente
Eles planejam mais uma vez Como escapar
As dilig�ncias v�o parar E os bancos, roubar
Pedindo que Lucky Luke Fosse seu c�mplice
Ent�o, foram presos Porque os jurados cantaram
O fim da balada dos Daltons
� o fim da balada dos Daltons
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