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Original subtitles

- Christian voltou. - Christian?

Com outra pessoa podemos nos aproximar de Wiking.

Sabemos que o informante foi vendido.

Uma quadrilha ligada a policiais.

- O que querem de mim? - Que se infiltre no C�rculo.

John Sander?

Qual � o plano?

Um palete de ra��o animal chegar� a �rsta,

contendo hero�na.

Entraremos contato.

Voc� tem algo que eu quero.

Minha cliente quer que saiba

que n�o trabalha mais para a fam�lia Mimica.

- Sei onde Christian est�. - Onde?

Primeiro diga para quem me vendeu.

O que diabos faz aqui?

Veio para roubar?

- Vendeu os pacotes? - Tenho uma proposta.

Se quiser, posso torn�-lo rico.

S� quero saber se est� de acordo.

Estou de acordo.

Hannah?

- Christian deu not�cias? - N�o.

Estou gr�vida.

Blanka est� de volta.

Encontre-a.

2� TEMPORADA - EPIS�DIO 3 - Legenda por Frederic -

Pode segur�-la? Tenho a lavanderia.

Raylai?

Raylay? Assuma a lavanderia, por favor.

Ser� que consigo tomar um caf�?

- Consegue fazer isso? - Sim, com certeza.

Vou marcar uma hora com uma parteira.

- Em que semana est�? - N�o sei. Na 12�, eu acho.

Vou resolver isso. N�o pode ficar exposta.

Certo.

Fique aqui.

Ela n�o pode ficar aqui.

- Ela est� gr�vida. - Pode ficar na Costa Rica.

E se come�ar a procurar pelo Christian, como vai ser?

O que eu posso fazer?

Mand�-la de volta com meu neto!

N�o precisa lembrar quem � a outra av�. Eu sei.

Voc� � assim t�o est�pida?

Precisa dizer ao Christian que Blanka est� de volta!

- Tem not�cias do papai? - Est� melhor.

Segue no hospital.

Pode mandar um al� por mim?

Sim?

Blanka voltou.

- Est� na minha casa. - O que disse?

- Por que n�o disse nada? - N�o queria estress�-lo.

Mas me estressa o fato de Blanka estar com voc� e n�o me dizer!

- Ela ir� procur�-lo. - Ela disse isso?

Ela est� sozinha...

e precisa de voc�.

- Por que ela voltou? - Ela est� gr�vida.

N�o pode continuar escondendo essa informa��o!

Eu cuidarei da Blanka.

Lasse Wiking. Ingemarsgatan em 20 minutos. Tenho que ir.

- Vamos segui-lo? - N�o.

� muito perigoso.

Ele precisa fazer isso sozinho.

Como Blanka entrou no pa�s?

Ela tem um passaporte falso.

- Pode ter deixado rastros. - Vou dar uma olhada.

Cheque os dois.

Khaled Amir?

Voc� fez uma corrida h� poucos dias, da Igreja de T�by?

Sente-se.

Farei algumas perguntas, apenas responda honestamente.

- Ol�, John. - Ol�...

Ela foi apanhada por um taxista, e ele lembrou o endere�o.

Bragev�gen, 16.

Claro, Hannah Svensson mora l�. Tenha cuidado.

Ela vai adorar. Vou comprar uma torta como agradecimento.

Por que rouba drogas?

Por dinheiro...

Dinheiro e adrenalina.

Dinheiro e adrenalina?

Como voc� vende?

Tenho vendedores.

Pode-se ganhar desconto em troca de informa��o.

Essa � nova!

Voc� vende drogas e ainda se torna um policial melhor.

Esperto.

Fale sobre a primeira vez que roubou.

Tinha que interrogar uma testemunha.

Ele estava ca�do no ch�o, morto. Overdose...

Haviam alguns pacotes na mesa.

Hero�na. Eu...

n�o pude resistir, e peguei.

J� havia fantasiado: "Na pr�xima eu pego os pacotes"?

� claro...

� assim com todos.

N�o est� sozinho. Quando foi isso?

- H� tr�s anos, talvez. - Talvez?

Era Abril... h� dois anos.

Eu lembro de tudo. Cheiros, sons, e certamente a data.

H� dois anos, em Abril, voc� diz?

Vamos ver...

Aqui, 16 de Abril.

Voc� reportou uma pessoa morta em Huddinge.

- Certo? - Parece poss�vel.

Como "poss�vel"?

Em quantos apartamentos encontrou pessoas mortas?

N�o, certo, deve ser isso.

Foi aqui que se tornou um policial corrupto?

Exato...

- Lembra do nome? - O que...

- Como se chamava? - Kalle Beckman.

Isso, Kalle Beckman.

Encontrou Kalle Beckman ca�do no ch�o.

- Como ele parecia? - Voc� tem a foto...

- N�o! - Mas o que isso importa?

Um policial que vende drogas � uma pessoa falsa.

Eu quero a vers�o honesta.

Era um viciado...

estava ca�do de barriga para baixo, ao p� da mesa.

Eu n�o vi como ele estava, peguei os pacotes e sa�.

- Foi s� isso? - Sim.

E se eu dissesse que ele n�o chamava Kalle Beckman,

que eu inventei?

Ent�o devo ter lembrado errado...

Mas voc� disse: "Isso, Kalle Beckman".

Ent�o voc� mentiu.

Quieto.

- Sobre o que mais mentiu? - N�o menti.

Esteve mesmo naquele apartamento?

Diabos, voc� tem o relat�rio. Abra e veja!

Voc� disse: "Isso, Kalle Beckman!"

Estou estressado com toda essa press�o!

Todos lembram do primeiro roubo, mas voc� n�o.

Voc� vai atirar em mim por isso?

S� quero o nome. Recebeu uma chamada e foi a um apartamento.

Encontrou um homem morto e roubou as drogas dele.

Qual era o nome dele?

- Kalle... - John?

Voc� tem mais uma chance.

Voc� � surda? Ele se chamava Kalle Beckman.

Certo.

Relaxa...

Ele se chamava Kalle Beckman.

Est� com fome?

- Muito obrigada. - Se cuida.

- � o melhor que consegui. - Estou feliz por me ajudar.

Prepare-se para ficar aqui por um tempo.

� muito melhor que na Costa Rica.

O que aconteceu por l�?

Fomos para l� para sobreviver, mas Christian...

Havia um bar que frequent�vamos.

Era frequentado por uma quadrilha.

De repente, ele era amigo deles.

Andava sempre com eles.

�s vezes sumia por dias. Quando voltava, n�o dizia nada.

S� recebia um olhar atravessado.

Eu dizia: "Nunca mais quero essa merda."

Seria muito melhor ter ficado aqui.

Tem um mercado na esquina. V� direto para casa.

N�o entre em contato com velhos amigos.

Se algo acontecer, me liga.

Ent�o ningu�m teve not�cias do Christian?

N�o.

Ele precisa saber sobre o beb�. Ainda � dele.

Em Haparanda, uma gangue roubava carros e mandava para a R�ssia.

Meu Comandante queria que me infiltrasse.

- Por que escolheu voc�? - N�o sei.

Porque gostava de voc�.

Nessas miss�es voc� sempre manda seu favorito.

Ent�o se tornou infiltrado?

- Sim. - Nunca se arrependeu?

Em sua primeira miss�o...

deve ter experimentado uma esp�cie de adrenalina

que jamais experimentou antes ou depois.

A cada nova miss�o, deve perseguir a mesma sensa��o.

- Tem um companheiro aqui. - 15 anos como infiltrado.

Ou 10...

- Grande parte nos anos 80. - No m�ximo 10.

Opera��o Kumla... Conte.

Lasse...

Pegue minha arma. Prefiro um tiro do que ouvir isto.

Ladr�es de banco.

Me designaram como infiltrado.

Seis meses em Kumla. Um verdadeiro inferno.

- Voc� adorava isso. - O papel dele...

se torna mais heroico

- a cada vez que ele fala nisso. - � claro.

� necess�rio para chamar a aten��o da minha esposa.

Eu vejo voc�... o tempo todo.

Gostou dele?

Ele � marcado. Resistiu a muita viol�ncia.

N�o � comum em oficiais t�o jovens.

- J� se infiltrou alguma vez? - N�o.

N�o... Ent�o n�o sabe o que ele passou.

Fazemos o mesmo que voc�, mas n�o estamos sozinhos.

Nos organizamos como um c�rculo.

Roubamos de criminosos e lucramos com isso.

S�o apenas drogas?

Nunca saber� mais do que precisa.

Como nos organizamos, lucros e quantos somos...

tudo permanece invis�vel.

A maioria dos membros sequer se conhece.

Entendi.

Pode continuar no bar de costume,

e em miss�es como infiltrado.

Manteremos contato.

Dubravka? Aquele policial de novo.

V� para casa, Magnus. Voc� n�o tem fam�lia?

Encontrei o Christian.

Endere�o, senha e o nome na porta.

- Onde ele est�? - Primeiro...

- Para quem me vendeu? - Pergunte a eles.

Eles o contataram?

Uma mulher ligou. Quem � ela?

Escute... Diga o nome daquela mulher.

Ent�o eu checarei...

Quando confirmar o nome, voc� consegue o endere�o.

Est� acima de voc�, Magnus.

Hermansson.

Lena Hermansson.

Nem um travesseiro desta vez?

Se tentar nos queimar, voc� morre.

N�o era o que esperava, certo?

N�o pegou nem mesmo os prenomes?

Eles escondem tudo mesmo. Completamente an�nimo.

Como eles eram?

Ele tinha uns 60 anos, talvez. Inteiro.

Trabalhou como infiltrado na pris�o de Kumla.

Kumla? N�o me diz nada.

Ela tem 40 anos, talvez. Loira, inteligente. Ela comanda.

Eles s�o um casal?

Sim. Podres de ricos. Tinha que ter visto a casa.

- Norte ou sul de Estocolmo? - Nem ideia.

Pontos de refer�ncia?

N�o. Havia neblina, n�o se via nada.

Wiking atirou em algu�m. Deviam dar uma olhada.

N�o recebemos nada.

- Ningu�m denunciou nada? - Nada sobre disparos.

- Foram tiros de verdade? - Sim. Dois disparos.

- Partiram do carro? - Sim, de onde mais?

Da sua cabe�a.

Agora esperamos que entrem em contato,

e enquanto isso voc� continua no bar.

Quer alguma coisa?

- H� quanto tempo trabalha aqui? - H� um tempo...

Lugar legal. Ningu�m suspeita de nada?

N�o, claro que n�o.

Dei uma checada na gangue de Haparanda.

Seguiram ativos depois da sua miss�o.

- N�o disse que os desbaratei. - Ou falhou.

Voc� deve ser honrado...

N�o porque ficou quieto a respeito,

mas porque seguiu como infiltrado.

O encanador est� vindo. Pode assumir?

Preciso levar o John Sander aqui para interrogat�rio.

Apenas informa��es.

Exato, eles... encontraram um suspeito da agress�o.

- Certo, tudo bem. - Vamos.

At� logo.

Voc� � o primeiro infiltrado que temos.

Voc� sente falta?

Fui amea�ado de execu��o uma vez. Queriam me testar.

Colocaram uma pistola na minha boca.

N�o h� solid�o mais cruel que viver sob amea�a.

Mas ent�o se torna uma esp�cie de droga,

ent�o certamente devo sentir falta.

Precisamos de um novo entregador.

- Decidimos que ser� voc�? - Seu novo garoto de entrega?

N�o, �... bem mais complicado que isso.

Quando estava no porta-malas, ouvi alguns tiros.

E agora est� se perguntando se n�o foi seu antecessor.

Decore isto, agora.

Voc� come�a hoje.

Blanka estava no apartamento da Hannah, devem ter mudado.

N�o poderia ter contatado algum amigo? Universidade...?

O que Blanka n�o deixaria de fazer?

Ioga. Ela ia numa se��o estranha de Ioga em sauna.

- Bikram Ioga? - Isso.

- ALGUMA NOT�CIA DO CHRISTIAN? - N�O.

TEM FICADO EM CASA?

Quando soube algo dele pela �ltima vez.

H� dois dias.

N�o est� no bar, nem em casa.

Ent�o o C�rculo est� com ele?

Esperamos que sim.

- Ou ele foi descoberto. - Ele � bom demais para isso.

N�o pode ser isso.

Essas eram as regras do jogo, Hannah.

Entrar em contato assim que tiver algo.

Estou procurando uma garota da turma de Ioga.

Queria ligar, mas perdi o n�mero. Voc� a viu?

- Acho que a vi entrar. - Agora?

O escrit�rio de advocacia tem cinco empregados

e pertence a Lena Hermansson,

ex-policial, agora especializada em direito mar�timo.

Como ajudar propriet�rios a lidar com carregamentos...

Liga��es com organiza��es criminosas?

Nada. Nenhuma falha.

Para que quer isso?

Obrigado...

A� est� voc�!

Vou precisar de um quadro.

O que diabos ele est� fazendo?

Acalmem-se. � tempor�rio.

- Depois eu pinto de novo. - Pare...

- Pare com isso... - Deem-nos espa�o.

Imaginem que esta � a superf�cie...

Aqui voc�s ter�o o C�rculo.

- Um cogumelo? - �...

� muito maior do que imagin�vamos,

e eles s�o extremamente organizados.

Logo voltarei ao cogumelo.

Toda a comunica��o

acontece por um aplicativo, WordQuiz. Esse � meu codinome.

- Manmonster? - Tudo precisa ser nomeado.

Eu sou o courier, ent�o escrevem quando algo deve ser pego.

- Pego de quem? - Policiais.

Aqui voc� v� a �ltima retirada.

B�rjegatan, Uppsala, banco preto.

O que escreve como Dragon66, n�o sabe quem �?

Nunca sei quem s�o os policiais, apenas recebo o endere�o.

Ent�o vou at� o endere�o,

pego o pacote, mas n�o encontro o policial.

- E ent�o? - Contato a central.

- E onde fica a central? - Em lugar nenhum.

Eu sinalizo para que fa�am contato.

Diferentes cores significam diferentes lugares.

Em um endere�o pr�-determinado h� um c�digo para onde olhar.

"U" significa um estacionamento em Fredh�ll,

mas os endere�os mudam a cada semana.

A central � um forte sobre rodas, uma van,

com um motorista chamado Ben.

- Quantos? - Um.

Ele se chama Ben, mais o qu�?

Nem ideia, talvez nem se chame Ben.

N�mero da placa?

A placa � trocada todos os dias.

A van � repintada...

- Toda a droga vai para a van? - Exatamente.

Cedo ou tarde eles podem ser roubados.

Para isso voc� teria que encontr�-la.

Sem os c�digos que eu decorei, me parece imposs�vel.

Aquela van � inacess�vel.

Ele estava com as coisas, mas se fazendo de bobo.

Ele se recusou a me pagar...

- ent�o o segurei... - O timer!

Cuidado!

Droga...

Tudo certo?

Uma van que explode se entrarmos nela?

Com quantos policiais fez j� teclou?

Cinco, mas � s� o come�o.

Sob a superf�cie, as ra�zes se espalham.

- Mic�lio. - O qu�?

A ramifica��o de um fungo se chama mic�lio.

Certo. Exato, �...

Abaixo temos os policiais que roubam as drogas,

como o Dragon66.

O que mais voc� tem?

S�o cinco, mas s�o codinomes.

Dragon66, Tingeling, Jana H,

Darknez e Ola51.

Nenhum deles se conhece.

Est�o espalhados ao longo do pa�s,

e s� fazem contato quando algo pode ser apreendido.

Ent�o digamos que o Darknez seja pego,

o C�rculo n�o ser� exposto.

Quantos policiais imagina que possam estar

- envolvidos nisso? - Imposs�vel dizer.

Mas pensando no dinheiro que se concentra aqui,

o mic�lio deve ser enorme.

� como uma met�stase.

E o que temos logo acima?

Aqui temos Wiking,

Ben, que dirige a central. S�o os que eu conheci.

- E John Sander? - Eu tamb�m estou aqui.

Ent�o marido e esposa controlam tudo.

- Estou certo que se chama Jan. - Como?

Ele passou no bar e deixou escapar.

Fez um �timo trabalho.

- N�o tenha d�vida. - Algu�m tinha d�vida?

A energia da paranoia de Lena iluminaria um quarteir�o.

Lena? Quem � Lena?

Bem...

Merda... Lena � minha amada esposa.

- Jan. - Oi, Jan...

- Nenhum sobrenome? - N�o que conhe�a.

Jan e Lena, vamos encontr�-los, certo?

Svensson?

Svensson?

Como encontraremos o informante?

Ningu�m mencionou nenhum informante.

Certamente levar� mais tempo que pens�vamos.

NOVIDADES EM ESKILSTUNA.

CHEQUE HOHOHO70 ESKILSTUNA

N�o aguentou muito.

Ela achou que n�o a encontrar�amos?

Acho que sei por que ela voltou.

Christian, � claro.

Ela est� gr�vida.

Eu a vi comprando uma revista para m�es.

Quer que a pegue?

N�o.

Ela est� gr�vida, e isso muda tudo.

Mas ainda quero pegar Christian.

Sem problema.

HANTVERKARGATAN, 15, �S 19H. JANTAR.

- Sabe quem enviou? - Nem ideia.

- O que eu fa�o? - V�.

- Lena e Jan moram l�. - Como voc� sabe?

Lena e Jan Hermansson. Eles t�m um andar l�.

A casa era a casa de ver�o deles.

Me diga como diabos voc� sabe disso?

Era amiga deles, quando Lena entrou na pol�cia.

Eles j� eram casados.

N�o acredito, voc� os conhece?

N�o tinha como saber, n�o nos vemos h� tempos.

Mas o que diabos acontecer� se os encontrar?

Nada. Vou dizer oi...

N�o v� problema em Hannah Svensson ser chefe do John?

N�o sabia que era corrupto.

N�o sabia que estava no C�rculo, nem que ele existia.

Bj�rn, o que acha?

Sim... Acho que pode funcionar, teoricamente...

Lena � especial.

Precisa tomar cuidado com ela.

Especial como?

Ela...

ela � impiedosa.

Aqui tem uma escuta. Coloque-a num bom lugar.

Por que plantar uma escuta?

Queremos todos os membros do C�rculo.

N�o os nomes dos chats, os nomes de verdade.

Oi, entre.

- Estou atrasado? - N�o... John est� aqui!

Fique � vontade. Vou cuidar da comida.

Venha.

Por que estou aqui?

Reuni�o de desempenho...

- Falei com Ben sobre voc�. - O que ele disse?

- Que fala demais. - Falo demais?

Voc� exagera, pare.

Veja como uma qualidade, quando algu�m n�o gosta de voc�.

Esse Ben, desculpe perguntar...

onde o encontraram?

Ben pertenceu � Legi�o Estrangeira.

No Sud�o, ele matou toda a equipe para escapar.

Estava em frangalhos.

Ofereci a ele uma nova vida tomando conta da central.

Diabos...

- Voc� caiu? - O qu�?

- Como? - Acreditou mesmo nisso?

N�o...

- Foi quase. - Pare, voc� caiu. Deixe-me ver.

Escute... Est� acima de voc�, se mand�-lo calar, voc� cala.

- Certamente. - �timo.

Algu�m ligou, sobre uma busca. Tem um recado.

- Al�? - Aqui � Bj�rn.

Voc� perguntou sobre Blanka Mimica e Christian Pravdic.

Temos imagens dele, de quando entrou no pais, mas...

dela n�o temos nada.

Certo. Obrigado.

O que esse Pravdic fez? Muitos est�o procurando.

Quem mais procurou?

Um da divis�o de homic�dios. Como se chama...

- Wilhelmsson, n�o? - Magnus Wilhelmsson?

- Isso mesmo. Ele. - Certo. Obrigado.

- Tem certeza? - Ele sabe que Christian voltou.

Magnus... Ele � o informante?

N�o estava no topo da lista.

Magnus Wilhelmsson n�o est� aqui?

N�o, acaba de sair.

Fique com Magnus. Tentarei encontrar Christian.

- Ele est� na Hantverkargatan. - Foi na casa de Lena e Jan?

Sim, onde mais?

Conseguiu contato?

Ele n�o atende.

- Ele vai subir. - Mantenha o Magnus longe.

Quando estiver em posi��o, eu o pego.

N�o d� chance, pegue-o na ora.

N�O POSSO VIVER SEM VOC�. SEU PARA SEMPRE, JAN.

- E se n�o fosse policial? - N�o fa�o ideia.

Sempre h� um plano B.

Teria sido s�bio casar com uma mulher rica.

Esse teria sido um p�ssimo plano B.

E voc�?

Devia ter me tornado advogada desde o in�cio.

Nunca gostei de uniforme.

N�o, voc� era muito vaidosa.

Isso foi maldoso...

- E voc�, Jan? - Eu? Padre.

N�o por ser crente, mas porque as almas precisam ser curadas.

Ent�o eu fiz

do C�rculo a minha igreja, e cuido para que esteja bem.

E quem eu seria nisso tudo?

Deus, � claro.

E tem algu�m em busca de Deus.

- Al�? - V� at� a sacada.

Agora.

Agora sabe que eu sei.

V� para casa.

Liberte-me ou denuncio voc�.

Voc� n�o sabe de nada.

Sei o bastante para esmag�-la.

Que diabos... N�o!

- Como est� indo? - Eu o perdi.

O que houve?

- Eu o perdi... - Como assim?

Eu estava a ponto de peg�-lo,

mas uns caras apareceram e o levaram.

E Christian ainda est� no apartamento?

Como diabos eu vou saber?

Voc� me ouviu? Eu o perdi.

Ela vai mergulhar no trabalho.

- Voc�... Fique � vontade. - Certo.

- Boa noite. - Obrigado pela noite.

Pode lavar alguns pratos, se tiver energia.

O que est� fazendo?

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