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Zulu
Hanna Svensson ser� um problema.
Ela se infiltrou na fam�lia atrav�s de seu filho, Christian.
Farei tudo para mant�-lo a salvo.
Sabe quem atirou?
Eu fiz isso. Eu atirei no Stefan.
- Quer ficar com Christian? - Isso precisa acabar.
Bj�rn, Davor sabe que Christian est� conosco.
Davor sabia o tempo todo.
Christian est� preso. Ele sabe que eu sei.
- Ele sabe quem sou eu? - N�o.
- Pare, Christian! - Parado! Solte a arma!
Precisa ir embora. N�o mande e-mails, nada...
- N�s temos um informante? Quem? - N�o sei.
Sua tarefa � descobrir quem �. Isso fica entre n�s.
EPIS�DIO 11 SEIS MESES DEPOIS
- O que est� fazendo? - Me solta!
No que anda metida, Hanna?
Minha irm� est� de anivers�rio. Quer ir junto?
A irm� est� de anivers�rio?
E o presente?
Ingressos para o cinema, Hanna. Ingressos...
2� TEMPORADA - EPIS�DIO 1 - Legenda por Frederic -
N�o encontrei nenhum dep�sito estranho
no velho Departamento.
N�o � poss�vel.
Tem certeza de que temos um informante?
� claro que eu tenho.
E vai seguir procurando? Por quanto tempo?
Avise assim que encontrar alguma coisa.
Droga!
Muito bom.
Logo teremos uma nova entrega.
- Quando? - Em uma semana.
Em torno de cinco quilos, talvez mais.
Com essa quantidade, terei que contratar mais gente.
Ou assar menos pizzas, o que seria um sacril�gio.
Precisa abrir uma filial.
Iremos hoje � noite.
Arranje uma bab�!
- Queremos aumentar nossa parte. - Por qu�?
Aumento de despesas... equipe nova.
Aumente o pre�o. Seu lucro na rua n�o nos diz respeito.
Queremos continuar sendo o melhor e mais barato.
Voc�s podem diminuir seu lucro.
5%.
3%. Mas ter� um custo.
Voc� tem algo que eu quero.
Com licen�a, pode passar o sal?
Satisfeita?
Agora chega de sacanagem, certo?
Vamos ver. Talvez tenha que entrar, na pr�xima.
- Poderia process�-la por isso. - Volte para a sua filha.
- O que est� fazendo? - Est� vendendo hero�na tamb�m?
N�o...
Imagine o que Dubravka iria pensar.
Est� assumindo um grande risco.
Est� vendo? A vi�va motoqueira.
- Isso n�o � nada. - Era casada com Peter Hill.
L�der dos Mobsters. Construindo um novo cartel de drogas.
- Ela s� pediu sal. - Sal?
Dubravka pensar� que roubou dela e dividiu o lucro com a Monica.
- Mostre a foto a ela, ent�o. - Farei isso.
Ent�o direi onde escondeu os 275 gramas.
Plantou coisas na minha casa? Plantou?
- O que diabos voc� quer? - O informante.
Quem �?
N�o fa�o ideia.
Tem at� a meia-noite. Nem um minuto a mais.
Ent�o direi � Dubravka.
Esqueceu a terceira de novo. Medelpad, N�rke, e...?
Voc� consegue. Medelpad, N�rke e...?
- Eu vou lembrar. - Mas...
- Tchau. - � �ngermanland...
N�o esque�a, �ngermanland.
Que bom que tenhamos podido nos encontrar aqui.
Quem � voc�?
Sou advogado.
Minha cliente quer lhe dar uma informa��o.
- Se � pista, pode ligar... - N�o � pista.
Minha cliente quer que saiba
que n�o pertence mais � fam�lia Mimica.
Voc� foi vendido.
- Voc� � propriedade dela. - Do que voc� est� falando?
Minha cliente est� ciente de suas habilidades como policial.
Nada de inesperado ir� acontecer.
Voc� receber� novas instru��es.
At� l�, aja normalmente,
mas n�o contate Dubravka Mimica.
Tenha um bom dia.
N�o se preocupe, � um passo � frente.
- Pol�cia! - Pro ch�o!
Pol�cia!
Pol�cia! De joelhos!
- O que diabos est�o fazendo? - Tem mais?
GHB, ecstasy... tudo o que tem direito.
- Pare! - Quieta!
Dois quilos.
Bem-vinda. Servirei algum vinho, por enquanto.
Obrigada.
Desculpe o atraso...
- Me desculpe. - Tudo bem.
Na verdade, acho que estou um pouco nervoso.
- N�o achei que ficaria assim. - Nem eu.
Nunca menti para voc�.
O fundamental � ter cuidado, ou tudo vai para o inferno.
Mas voc� tem.
Ou n�o sou feita para isso.
Tenho dores de est�mago.
- Pessoas cautelosas t�m. - Voc� est� nisso h� um temp�o.
- N�o sei como aguenta. - Tenho est�mago de a�o.
- Mas eu n�o. - Tem sim.
Voc� n�o sabe de nada.
Escuta...
N�o estou dizendo que � f�cil, porque n�o �.
Mas se eu puder compartilhar isso, voc� e eu...
n�o poderemos ser mais perfeitos.
Como est� indo?
Voc� n�o plantou drogas aqui em casa.
- Voc� n�o procurou direito. - Ou�a...
n�o sei quem � o policial, eu nunca soube de tudo.
- Ent�o descubra... - N�o d�!
Tudo o que sei � que Dubravka vendeu o policial.
Vendeu?
Como assim, "vendeu"?
Para outra quadrilha, por muito dinheiro.
- Que quadrilha? - Eu j� te ajudei...
Quero saber que quadrilha comprou o informante!
Est� perdida?
O que est� fazendo?
Registrando policiais da narc�ticos que...
se aposentaram nos �ltimos 5 anos.
N�o pergunte por qu�.
- Christian? - Nada.
�timo.
O informante foi vendido...
para outra quadrilha.
O pagamento ser� feito hoje. Jovan receber� o dinheiro.
Quero estar l�.
Voc� tem dormido pouco, Svensson.
Bj�rn?
Preciso de sua ajuda.
Vamos ca�ar outra quadrilha?
Christian precisa voltar. Temos que encontrar o informante.
- O que diabos � isto? - Uma c�mera.
Precisamos da foto e de um nome.
Ela tem um microfone, estaremos ouvindo.
N�o haviam drogas na minha casa, certo?
Certo, vamos l�.
Plantou drogas na casa dele?
Est� blefando?
- Ele s� vai pegar o dinheiro. - Ent�o est� blefando.
Ele se vira.
- Voc� est� bem? - Estou...
- Tem um cigarro? - N�o.
Obrigado.
Precisa da permiss�o do Pawel para fumar.
Exato!
- Ent�o, aonde vamos? - Pra�a de Sk�rholmen.
Quem vamos encontrar?
Uma mulher... com sacola de farm�cia.
Diga seu nome, receba e entre no carro.
- Certo? - Certo.
Sk�rholmen?
Aquela conversa sobre a creche era s�ria?
- J� trabalhou com crian�as? - N�o.
Crian�as s�o incr�veis.
- E o sal�rio? - O que tem?
Como assim "o que tem"? Voc� n�o ganha nada.
- Para com isso. - Creche, qual �...
Vou conseguir me manter, gra�as a Dubravka.
Acha que ela a deixar� sair, sem mais?
Veja s�... Esque�a.
Jovan?
- Como est� sentindo? - Bem...
Voc� parece p�lido.
Me sinto bem, do que est� falando?
Voc� est� mesmo p�lido.
O qu�? N�o, n�o estou! Do que est� falando?
- Est� suando. - N�o � nada!
Voc� est� vendo, eu estou bem!
- Mas est� suando. - Mas est� tudo bem...
- Voc� est� muito p�lido. - Pawel, diga a ela!
- Por que o estresse? - N�o estou estressado.
Droga, senta a� e cala a boca!
Isso n�o parece bom.
Pare o carro.
Pare aqui.
Por que n�o continuamos?
Temos companhia?
- Pawel, eles est�o esperando... - Temos companhia?
- Est�o esperando! - O que estava olhando l� atr�s?
Est�o esperando, Pawel!
- Por que olhou para tr�s? - Est�o esperando!
Uma c�mera.
Est� grampeado.
Voc� se vendeu para quem?
Que droga...
Isso n�o � meu, Pawel, eu juro!
- O que voc� fez? - N�o � meu, Pawel!
Vamos ligar para Dubravka?
- Pawel, por favor... - Cale-se!
Vamos, dirija!
Temos que saber quem v�o encontrar.
Eles pegaram Jovan, dirija, diabos!
- Cale-se! - Pawel, por favor!
Eu vou para a pra�a. � bem aqui.
- Pawel? - Ligamos para Dubravka?
Temos que ir para Sk�rholmen, Pawel!
- Pawel! - Esque�a Sk�rholmen!
- Eu n�o queria, Pawel! - Cala essa boca!
Maldito rato!
- Foi Hanna Svensson... - Eu juro que n�o sei!
N�o sei, Pawel!
Hanna Svensson...
- Dobre aqui! - Dobre... onde, onde?
- Diabos! - Eu n�o queria! N�o...
N�o! Minha fam�lia...
Pawel! Pawel!
N�o! Pawel!
Soou como se ela tivesse uma faca.
Sabe quem ela era?
Nem ideia...
- Ele tinha 20 anos sequer? - N�o fomos n�s, Bj�rn.
N�o teria sido executado na cadeia.
Esqueceu quem persegue quem.
Ainda estamos vivos.
Porque os Mimica n�o pegaram Christian.
Espere... Aqui.
Uma sacola de farm�cia.
Que diabos, � uma colega.
Ela pode estar l�.
L� est� ela.
- Onde? - L�.
- Ent�o era uma colega? - Cecilia Ottosson.
- Podia estar l� a trabalho. - Ela estava com a sacola.
Podia ser trabalho.
N�o h� ningu�m infiltrado em Sk�rholmen, no momento.
- O motorista... - Lasse Wiking.
� da narc�ticos do centro.
Jovan devia encontrar algu�m da quadrilha.
Ent�o ela estava l� para entregar o dinheiro.
Ele � s�cio de v�rias companhias...
com muito dinheiro circulando. Muito.
Temos que prosseguir,
ent�o focaremos em Cecilia e... Lasse Wiking.
E veremos...
- Vamos atr�s de Cecilia. - Certo.
Podemos atingi-la.
Oi.
Ele n�o apareceu porque foi morto enquanto voc� o esperava.
- Quem s�o voc�s? - Quanto tinha na sacola?
Est�o de brincadeira?
Ou � uma entregadora lidando com criminosos, ou � um membro.
Podemos incrimin�-la com as fotos.
Entendi. Est�o falando de Sk�rholmen.
Mas entenderam errado,
- estava l� a trabalho. - Que trabalho?
Eu preciso de sinal verde para falar a respeito.
� uma opera��o extremamente delicada.
- Mas eu dou retorno. - Senta. Senta a�, diabos!
Fa�a um esfor�o. Pessoas morreram a sua volta!
Voc�s s�o retardados?
Se v�o continuar com isto, eu vou gravar.
Sabemos sobre Wiking, e que voc�s est�o trepando.
Sabemos sobre as companhias dele.
Voc�s dividem, ou ele leva 80 e voc� 20?
N�o finja ser mais est�pida que j� �.
- Policial corrupto n�o dura... - Acabou?
Agora vou levantar e sair da sala. Apenas afaste-se...
Voc� n�o � t�o est�pida
para achar que vai sair e tudo vai se resolver, certo?
Vamos estar na sua cola at� que caia, eu prometo.
Voc� vai cair.
Diga alguma coisa.
Afaste-se.
- O que faremos? - N�o sei.
H� uma esp�cie de grupo de policiais e ex-policiais.
O �nico que eu conhe�o � Lasse, que me escolheu,
mas h� muitos outros.
S�o bem organizados e ganham muito dinheiro.
Ficam com parte da droga, quando fazem grandes apreens�es.
Se encontram cinco pacotes, eles ficam com dois.
Acho que fazem o mesmo com armas.
Roubam de criminosos que sabem que n�o ir�o denunci�-los.
N�o � s� em Estocolmo. Eles t�m um c�rculo.
� como se intitulam.
Um c�rculo?
Por todo o pa�s?
Ela pode ficar infiltrada at� encontrarmos o informante.
- O que ela quer em troca? - Nada.
Ela s� quer sair.
Vamos... prend�-los, todos eles.
Temos que descobrir cada nome.
Cada maldito nome!
Isso � bem maior do que os Mimica.
- Pode lidar com isso? - Voc� pode?
Voltou l� alguma vez?
Sim.
Os t�mulos est�o cobertos.
E?
O que voc� sente?
Nada.
Se � assim, pode precisar de ajuda.
- Voc� tamb�m. - Somos diferentes.
N�o estou sozinho.
Nos vemos amanh�.
Para quem voc� me vendeu?
- O que faz aqui? - Para quem me vendeu?
O que faz aqui?
Queremos a mesma coisa.
Hanna, Bj�rn e Christian representam uma amea�a...
Uma amea�a a voc�.
Para mim � pessoal.
Ainda queremos nos livrar deles.
Se pegar Hanna e Bj�rn agora, Christian jamais voltar�.
Tenho que sentar e esperar por um sms...
sobre coisas que eu devo extraviar?
� o que faz melhor.
O que diria se eu encontrasse Christian?
N�o pode encontr�-lo.
Voc� � muito obediente, Magnus.
Muito fraco.
- Como voc� est�? - Quer mesmo saber?
Quero que se sinta bem.
- Muito bem. O que voc� quer? - Preciso de um guarda-costas.
Ele fica na sua casa, ent�o poderei control�-lo.
Nem um Ministro da Defesa tem algo assim.
Nem um Ministro da Defesa pode se safar disso.
� importante que entenda isso.
Preciso usar seu computador, de vez em quando.
- Ele quer que conhe�a algu�m. - Do c�rculo?
Acho que s�o os l�deres.
Estamos por perto. Se acontecer algo, entramos.
Ele ir� descobr�-los antes.
- N�o pode ir sozinha. - N�o farei de outro modo.
Precisa ser exatamente como de costume.
Ele me apanhar� dentro de uma hora.
Concentre-se nos nomes e n�o fa�a perguntas.
Fique com a conta para sabermos o tamanho do c�rculo.
Vai dar certo.
Se esfor�ou mais hoje? Diabos, j� vi tudo!
N�o fique muito perto sem deixar espa�o.
Aonde estamos indo?
Vamos ver aquela esp�cie de seita?
Todos de capuz, falando com voz baixa e mon�tona.
Voc� ver�.
Resolvi o caso da sacola, mas voc� ser� questionada.
- Que tipo de perguntas? - Algo saiu errado.
Perguntar�o se voc� errou?
Eu sei que n�o errou. S� responda honestamente.
Voc� esperou, ningu�m apareceu, e voc� voltou para o carro.
- E se n�o acreditarem em mim? - N�o se preocupe.
Diga...
O que aconteceria se n�o conhecesse essas pessoas?
N�o sei o nome de ningu�m.
N�o sei nada a respeito de nada.
S� conhe�o voc�...
e o amo.
Eu nunca o machucaria.
Quero uma vida t�o simples quanto poss�vel,
e n�o quero perd�-lo.
� tarde para isso?
Lasse?
Lasse?
Espere... Retorne.
E agora?
E agora? Nada...
S� precisamos dizer que n�o vamos.
- � claro. - Escute...
- Quer alguma coisa? - Estou bem, obrigada.
- Um ch�, ou sandu�che? - N�o, n�o aguentaria.
- Um ch� voc� quer, certo? - Certo...
Vou dar um jeito.
"N�o posso lidar com isso. Lamento."
Diabos...
O que disseram?
Ah, sim...
N�o foi uma maravilha, mas disse que estava tudo bem.
Est�o com medo que eu denuncie voc�?
Sim.
N�o vou.
Nunca trairia o pai do meu filho.
� verdade? Est� brincando?
- Ficou feliz? - � claro que fiquei. �timo.
- Tem certeza? - Tenho.
Obrigada.
- Sa�de. - Sa�de.
Eu te amo.
Cecilia? Cecilia?
Cecilia?
Ele voltou. Vou peg�-lo quando entrar.
E o informante? E o c�rculo? Perderemos tudo.
Eu vou peg�-lo quando entrar!
Mas vamos perder tudo sobre o c�rculo, Bj�rn!
Bj�rn, escute...
Vamos perder tudo, se peg�-lo.
Bj�rn... N�o fa�a isso.
Eu te levo para casa.
- Estamos deixando uma colega. - Uma colega corrupta.
Nunca se apaixonou pelo idiota errado?
N�o.
- Isso � fodidamente errado. - Diga isso ao Christian!
� melhor ele viver na selva que mais pessoas morrerem.
Cecilia sabia no que estava se metendo.
N�o...
Nem Jovan sabia. Eles n�o faziam uma puta ideia de nada.
Por que acha que n�o sente nada?
- Cale-se! - Voc� se perdeu.
Voc� cruzou a fronteira. N�s cruzamos a fronteira.
D� a volta, ent�o! Fa�a isso!
- Volte! - Voc� s� vai seguir, certo?
Por quanto tempo?
At� que Christian esteja seguro.
Bj�rn?
Bj�rn?
Droga!
Droga...
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