All language subtitles for Sasquatch.Mountain.2006.jirienazka

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Original subtitles

- O que se passa aqui? - Estou � espera do reboque.

- Problemas com o carro? - Sim.

O que faz uma menina bonita numa estrada destas � noite?

Estou a gelar.

Sara Jackson, rep�rter de investiga��o.

Tem o tubo da �gua furado, menina.

- � muito caro? - Olhe, sabe que mais?

Acho que pod�amos chegar a um acordo.

Isto n�o me parece �tico.

Essa palavra � de mais. Pensei numa troca de servi�os.

- Pagamento em g�neros? - Sim.

O que tem em mente?

Chase, n�o acredito que me mandaste trabalhar

com o tubo da �gua furado, obrigadinha.

Est� bem.

Quem est� a tomar conta da Raquel?

Sabes duma coisa?

Quando tinha 15 anos conseguia p�r e tirar um motor no mesmo dia.

A Raquel sabe tomar conta dela.

- Sabes uma coisa? - O qu�?

Aos 15 anos apaixonei-me por um mec�nico, e casei-me com ele.

- Tu �s um resmung�o. - Est�s a divertir-te?

Um resmung�o, teimoso,

que n�o admite ser a pessoa que realmente �.

Continua.

Algu�m que se preocupa tanto com a vida como nunca vi.

Continua, estou a gostar.

E que olha sempre pela sua fam�lia, que trabalha at� ao tutano

e aparece sempre a brilhar.

� verdade! Senhoras e senhores...

Sou resmung�o, rabugento, tudo isso, mas Merit�ssimo, tenho de admitir,

eu amo a minha mulher.

Boa resposta.

- Queres vir de t�xi comigo? - Vamos.

Est� algu�m no r�dio.

Caramba, aquela coisa era enorme. E voava como o vento.

Daqui fala o Chase Jackson, transmita.

Viu aquilo? � enorme e vai na sua direc��o.

- O que vem na minha direc��o? - Viu aquilo? Nem percebo o que era!

O que vem na minha direc��o? Sai da estrada, querida.

O que vem na minha direc��o?

Meu Deus, aquela coisa era enorme! Responda...

O meu c�o, o meu c�o foi atr�s dele.

Volta, idiota. Oh, meu Deus!

P�ra, filho da m�e! P�ra!

Meu Deus, querida. N�o te mexas, vou buscar ajuda.

Chase, n�o v�s.

Querida... Meu Deus, o qu�?

- A Raquel... - O que foi?

Raquel...

Viste-o?

Era maravilhoso.

Querida, n�o v�s, por favor.

Eu vi...

O DEM�NIO DA MONTANHA

- Zeff, vais terminar por hoje? - Recebi uma chamada da Mrs Star.

Doze anos depois Uns mi�dos entraram-lhe no quintal e pintaram-lhe a galinha de azul.

Vamos tentar descobrir se foram os mi�dos Picket.

Xerife, n�o me importo de tratar disso por si,

al�m do mais j� cumpriu as 4 horas de servi�o.

Sei que as companhias de seguros n�o querem que fa�a mais horas,

mas ainda sou o Xerife, Ken, fazer 70 anos n�o � morrer.

N�o o quis ofender.

Sei que � capaz. Apenas queria ajudar.

Ken, os teus motivos t�m sido todos bons.

Podes ajudar-me, apoiando-me.

A Mrs Star consegue ser bastante violenta com aquela bengala.

� verdade.

Devo estar a perder o ju�zo.

Tens de te misturar na cultura, Wade.

Cultura de quem?

Digo-te mais, se este s�tio � um exemplo da tradi��o Americana

n�o sei como nos roubaram tudo.

O que est�s a dizer? A Am�rica nunca foi Inglaterra.

Detesto desiludir-te, amigo.

Est�s a dizer que fal�vamos como tu?

N�s fal�vamos como voc�s at� ficarmos mais inteligentes.

Diz-me que n�o te esqueceste de tomar os medicamentos.

Por acaso esqueci-me.

Achas que ao menos me aviam uma receita nesta cidade?

Onde j� se ouviu falar duma farm�cia que n�o tem Prozac,

mas que serve pastilhas el�sticas e gelados em cone, por favor.

Talvez as pessoas de c� n�o fiquem deprimidas.

Est�s a gozar comigo? J� olhaste para esta cidade?

Gostava que fossem sempre t�o ariscos na hora da verdade.

Tenho de atender.

Ol�, Tim.

Est� bem. Compra mil ac��es a 750.

N�o quero saber do pre�o/lucro. Compra simplesmente.

Estou com pressa, tenho de desligar. Ligas-me antes do toque?

Adeus, amigo.

Alice no Pa�s das Maravilhas.

Desculpa ter-te feito esperar, Sirom. Aqui est� o teu caf�.

Posso fazer mais alguma coisa por ti?

N�o, isto chega-me. Priscilla, tens mais daqueles Muffins?

Sim, tenho mais Muffins. Mas se continuas a com�-los assim

qualquer dia a tua mulher atira-te aos lobos.

D� cumprimentos meus � Krista.

Desabotoa isso.

Avental.

Oh meu Deus!

- Tenho clientes para atender. - Eles podem esperar um segundo.

Um segundo? N�o vais esperar por amanh�, pois n�o?

Vin, lembras-te da conversa que tive ontem contigo sobre casamento?

Quando disseste que casavas com uma rapariga como eu?

- Era a s�rio? - Nunca te menti.

Pelo menos nos 4 dias desde que te conhe�o.

Quero construir uma casa grande e branca

com uma daquelas piscinas muito grandes.

Uma daquelas coisas azuis?

- N�o, mais do tipo rosa. - Com peixes l� dentro?

Se ficares comigo, dou-te duas piscinas para condizerem.

� uma da tarde, a clientela vai aumentar.

O qu�? Oh merda! Querida, tenho de ir.

Quando voltas?

A tempo de transformar a minha princesa em rainha.

Toma o meu n�mero, n�o te preocupes se a minha m�e atender.

Diz que andas a recrutar mi�das para escolas de beleza na cidade.

Ela ainda acha que tenho um futuro � minha frente.

Uma mi�da linda como tu merece um lindo futuro.

At� depois, linda.

No ch�o!

Querida, como vai isso? Que contas?

O �nico pol�cia da cidade tinha de estar aqui.

Onde � o Festival do P� Grande de que tanto oi�o falar?

- Onde h� algod�o doce. - Est�s no lado errado da cidade.

�ptimo. Obrigado, meu.

Rapaz, acho que deixaste isto no restaurante.

- Pois deixei, obrigado. - Calma a�.

Nesta cidade isso significava uma multa por polui��o.

- E se me der um aviso? - Hoje n�o, tenho pena.

- Vai, vai, vai! - Tamb�m eu.

- Entrem no carro, agora! - O que est�s a fazer, Wade?

Sou eu o condutor. Sai, eu conduzo.

- Vamos embora! - Alto!

Hoje fechamos mais cedo. Fa�o-te um grande neg�cio.

Encontraste a cassete especial. Sou a Raquel.

Ol�, sou a Erin.

Ent�o... O que tem isto de t�o especial?

Chamam-lhe a Filmagem de Jackson.

Para o bem ou para o mal p�e esta cidade min�scula no mapa.

Deves ter visto pe�as disto na televis�o num programa cient�fico.

Foi a �ltima coisa que a minha m�e viu antes de morrer.

- C�us, eu... - N�o faz mal.

S� dura uns segundos e � um bocado dif�cil de ver.

- Mas h� algo. - O qu�? O que �?

Um urso, algu�m num fato... Quem sabe?

- Queres que ateste? - Sim, por favor.

- Est�s a fugir para onde? - Fugir?

Sei que estou a ser intrometida, vejo muitas s�ries policiais.

Mas vi aquelas caixas empacotadas t�o � pressa,

e o carro est� t�o arranjadinho...

Levou-me a pensar que devias estar apressada.

Muito bem.

Pode dizer-se que estou com pressa.

Estou a tentar, come�ar uma nova vida, acho eu.

Estou um pouco ansiosa.

- S�o 40 d�lares. - Claro, aqui tens.

- Obrigada. - Obrigada.

Quero que fiques com isto.

N�o, n�o acho que seja a pessoa mais indicada para isso.

N�o sei por quanto podia t�-la vendido.

Teria sido por demasiado ou por muito pouco.

Decidi que a melhor pessoa para ficar com ela

ser� algu�m com uma vida nova.

O que fizeres com ela ser� a coisa certa.

- Bem, obrigada. - Acredita, o prazer � meu.

Conheces alguma estrada bonita que siga para Este?

Sim, apanha a estrada estatal 29.

Come�a com um caminho de terra, mas depois � muito bonita.

Est� bem, adeus.

- Adeus. - Adeus.

Oh, meu Deus.

Meu Deus.

Gra�as a Deus pela lei do cinto de seguran�a.

Bela condu��o, Wade.

Caramba... agarra no dinheiro!

- Wade! - Ajuda-me com o dinheiro, Kayla.

- Agarra o dinheiro, Wade. - Est� bem, est� bem.

- Tens seguro? - Sim.

Isso � bom, porque n�s n�o temos.

Vamos.

Wade.

Estou muito magoado, meu.

- Wade, ajuda-me. - Olha para mim. Est�s �ptimo.

N�o consigo levantar-me, Wade. Ajuda-me.

Meu Deus.

Voc�s est�o bem?

Sim, estamos �ptimos. Obrigada.

Calma, Kayla. Parece simp�tica. N�o era preciso dar-lhe um pontap�.

- Est� tudo bem. - Kayla, ela vem connosco.

Levanta-te, Wade.

Apanha o dinheiro, antes que percamos metade com o vento!

- �s um sacana muito frio, sabias? - Vamos!

Levanta-te.

Deixa as tuas merdas. Vai para ali.

O John Wayne est� a chegar.

Raios, est�o a chegar. Vamos l�, escondam-se.

Quem s�o voc�s?

Os teus amigos assaltantes de bancos. Vamos.

- Caramba, ali est�o eles. - Mant�m a calma, Chris.

Foram eles que mataram o Sirom!

- Ken, viste o que eu vi? - Sim, parecem ser mais de 4.

Est�o armados e podem ter uma ref�m.

Daqui fala o Xerife Harris Zeff,

atirem as vossas armas e libertem a ref�m.

Vamos evitar derramar mais sangue!

S� vi 3, s�o s� tr�s.

� uma linda carrinha, com 20 cm de eleva��o, bacano.

O que temos? Qual � o pre�o agora?

Compra 2 mil ac��es.

Desculpa amigo, tenho de ir. Adeusinho.

Muito bem, pessoal, carreguem as armas.

Tentem acertar apenas neles, vamos!

Ripostar!

N�o queremos mais mortes.

Do que raio est�o eles � espera? Continuamos a disparar?

Xerife, acho que dev�amos chamar refor�os agora mesmo.

Chamar a Pol�cia estatal. Eles podem estar a encaminhar-se para a fronteira.

Xerife, estamos a falar de assaltantes de bancos.

- Xerife, por favor. - Cobre-me.

O que � que? Xerife? Espere!

Chris, cobre-o!

Est�o na floresta.

Encontr�mos uns mauz�es de primeira. Vamos apanh�-los.

Espera, Chris.

Diz ao Bernardo e � Britt para vestirem os uniformes.

Depois liga ao Eli.

Ele que traga os c�es e o equipamento para aqui.

Entraram num p�ssimo pa�s.

Tens raz�o. E n�s vamos entrar tamb�m.

P�e-me no ch�o!

- P�e-me no ch�o. - Est� bem, est� bem.

Vamos, Kyle. Caramba...

Eram s� mais dois trabalhos e acab�vamos de vez, lembras-te?

- Caramba, est� um gelo. - Pronto, amigo.

Temos de deix�-lo, Wade. Ele n�o se vai safar.

Cala-te, Travis. Ele ainda respira.

Olha para ele, est� acabado.

N�o vamos conseguir sair desta floresta

com dinheiro roubado e um tipo morto.

Ele arrisca-se a levar balas por ti e queres deix�-lo aqui?

Ele n�o se arriscou por mim,

arriscou-se pela mesma raz�o que n�s, pelo dinheiro.

Ele aceita qualquer trabalho arriscado que tu lhe proponhas.

Admira-te bastante. Nunca te questiona.

Ele tamb�m n�o vai questionar isto, est� bem?

- Precisas dos teus medicamentos. - Parem com isso, v� l�.

Os pol�cias j� t�m companhia. � melhor pisgarmo-nos daqui.

Caramba, ele n�o parece bem.

Pai Nosso que est�s no c�u...

Caramba.

�men. Vamos. Temos de ir, vamos!

Est� tudo bem, meu.

J� estou morto. Eu j� estou morto, v�o.

- Desculpa. - Anda, Wade!

Est� tudo bem.

- H� cerveja? - Chegaste c� muito depressa.

Sabes como �, estava preso na lama quando recebi a chamada.

Da pr�xima vez que te referires a mim como hemorr�ida pr�-hist�rica

atrav�s do r�dio dou-te um tiro no p�.

Mas � essa a tua alcunha, n�o te lembras?

No trabalho, sou Eli.

A minha mulher tem os ouvidos apurados todos os dias.

N�o a quero em cima de mim.

- S�o os tipos que mataram o Sirom? - Sim.

- Quatro homens e uma ref�m. - Onde est�o os c�es?

Tive de lev�-los ao veterin�rio para uma limpeza aos dentes.

Devem estar mocados com alguma droga para c�es.

Mas n�o te preocupes,

n�o h� nada que n�o consigam farejar que eu n�o consiga.

Muito bem.

Estas duas pernas aqui v�o comer o meu p�.

Estar�o ensacados e etiquetados antes do jantar. Vamos, rapazes.

Parece que estamos num territ�rio negro.

Telem�veis e r�dios v�o durar apenas 800 metros.

Eli, tu conheces esta �rea. H� rastos?

Isto � o "Mal Pais", pa�s mau.

Nem o velho Chase Jackson conhece este territ�rio.

Eli, esse velho j� nos protegeu em duas miss�es no Vietname.

Devemos-lhe as nossas vidas.

Mas ele j� n�o � a mesma pessoa, Sargento.

Quando ele veio pedir-te trabalho o Sargento reparou nisso.

Bem que gostava que ele estivesse connosco agora.

Sou o �nico homem de que ir�s precisar.

Aguenta os cavalos, filho.

"Aguenta os cavalos? Quem julgas que �s, � velho?

- Bohica. - Bohica?

- O que significa isso? - "Dobra-te, l� vem ela outra vez."

Aquilo � uma pessoa?

Calminha, rapazes. Est� morto.

Mantenham as armas em seguran�a. N�o vamos piorar a situa��o.

Um morto. Temos aqui um morto a s�rio.

Ken, comunica com o Stanley.

Pelo r�dio.

Pergunta onde est�o os refor�os.

- Stan, est�s a�? - Sim, daqui fala o Stan.

Stanley, onde est�o os nossos refor�os? Over.

Estamos com um problema.

Os helic�pteros s� nos podem ajudar amanh� de manh�. Over.

Estamos por nossa conta? Over.

Stanley?

Stan?

Vamos dar uma vista de olhos.

Suas lesmas, estou a dez minutos dos vossos vil�es.

Aquele "petisco" que t�m com eles � bem jeitoso.

Gostava de prov�-la.

Eli, n�o te estiques. Qual � a posi��o deles? Over.

Dez minutos para Este.

Harris, acho que dev�amos chamar refor�os para apanhar estes tipos.

Estamos com problemas graves. Estou outra vez com aquela sensa��o.

Acho que vou terminar a comunica��o por r�dio. Over.

Aqueles idiotas est�o a ir direitos � boca de Satan�s.

Meu Deus!

Repito, n�o voltem a esta �rea.

Aquilo n�o soa muito bem.

Recuem, recuem!

Responde, Eli. Eli, responde!

Aquilo n�o era um coiote. �amos na sua direc��o.

Bem visto, Kayla.

Esperemos um bocado. Preciso de orientar-me.

Arranjaste um homem?

- Uma mulher? - Isso gostavas tu.

N�o tens de ter vergonha. Na verdade, irei ao casamento.

At� vou � lua-de-mel.

Deixa-me esclarecer uma coisa. H� algo que n�o percebo.

Arrastas-me para o meio da floresta sob amea�a de arma.

Amea�as-me se n�o for convosco e depois tentas seduzir-me?

Sim.

Onde � que vais?

Como correu a tua venda de garagem?

Vendeste tudo o que precisavas?

Que n�s precis�vamos, pai. T�nhamos um acordo, certo?

Sim.

- Ouviste falar do assalto? - Sim, o telefone n�o p�ra de tocar.

Alvejaram-no no meio da rua.

O Harris deve ter tudo sob controlo.

O Zeff? Sim...

Est�o todos no restaurante. Agora j� t�m tema de conversa.

Coitado do Sirom.

Isto est� muito bom. Qual � a ocasi�o?

C�us, esqueci-me. Desculpa.

Desculpa.

Raios.

Chris, tentei avisar o Stanley sobre o Eli, mas n�o consigo comunicar com ele.

Tenta tu.

Eles estiveram aqui.

Raios, Robinson, at� eu sei isso e n�o sou nenhum Injun.

Chris, tens alguma coisa nessa cabe�a para al�m dum estere�tipo?

Tenho muita coisa na cabe�a.

N�s os pac�vios temos tanto ju�zo como voc�s, peles vermelhas.

Peles vermelhas? Muito bem, abre caminho.

Com prazer.

Estava a s� a recuperar o f�lego. Vamos subir.

Ainda est�o na floresta.

Na �ltima comunica��o por r�dio disseram que algo aconteceu ao Eli.

Estamos posicionados em Grizzly Peak.

Precisamos desses helic�pteros logo de manh�. � poss�vel? Over.

Estamos a fazer o melhor que podemos, Stanley.

- Entendido. - Filho da m�e.

- Pregaste-me c� um susto! - Desculpa.

D�-me isso.

Podes pregar um susto do cara�as ao velho doido do teu pai quando quiseres.

- N�o acho que sejas doido, pai. - Est�s a dizer que sou velho?

Sim.

N�o me esqueci dos teus anos.

Sabia que n�o ias esquecer-te. Apareces sempre a brilhar, pai.

- � maravilhoso. - A tua m�e costumava dizer isso.

Sabes o que era maravilhoso? Voltares � escola e acabares o curso.

O Ver�o acabou.

Bem, ao menos n�o est�s a pedir-me para casar.

Adoro o que fizeste com o lugar, mas quero a minha casa de volta.

N�o, pai. Eu n�o quero sair.

- Quero ficar aqui contigo. - N�o preciso duma m�e.

- J� sou um menino crescido. - Eu sei, mas agora n�o.

Agora n�o.

- N�s quer�amos uma rapariga, sabias? - Sim.

A tua m�e esteve em trabalho de parto durante 14 horas.

Tremia que nem varas verdes.

Levei-te comigo e deitei-te no peito dela

e ambas adormeceram num instante.

Vim para casa e plantei uma �rvore. N�o dormia h� 48 horas.

- � uma bela hist�ria, pai. - Sim.

- Vais dormir um bocado? - Sim. Abro isto depois, est� bem?

- Adoro-te. - Eu tamb�m te adoro.

Bernardo, v�o ter com a Krista. Contem-lhe do Sirom. Over.

- Sirom... - Entendido, � paraj�.

Que porcaria, � suposto teres rede a n�vel nacional.

Vinnie, e se nos desses a �gua da tua namorada antes que desmaiemos?

Tens hamb�rgueres aqui?

- Tenho barras de cereais. - Comida saud�vel?

� claro que n�o gostas de coisas que te fa�am bem.

- Pornografia! - Sim, pornografia.

Porque n�o a p�es naquele v�deo que est� ali?

Vin, porque n�o paras de brincar e tiras a �gua de dentro do saco?

Est� bem, afoga-te.

- Robinson. - Diz?

Achas que os teus antecessores nos dar�o uma b�n��o tribal

l� do grande c�u brilhante?

V�o proteger-nos?

Sou mexicano, idiota.

O �nico �ndio que conheci era o dono da tabacaria em Alvarado.

Sempre julguei que eras �ndio.

Mas o que raio?

Que coisa nojenta � essa? � sangue?

Foi o nascimento de alguma coisa.

J� verific�mos tudo. Ningu�m esteve aqui.

Parece que o Eli esteve.

Achas que lhe deram um tiro? Quero dizer, achas que o mataram?

- Que cheiro esquisito. - O que vamos fazer, Harris?

Eles est�o a matar-nos.

Tem calma, rapaz. Concentra-te no que temos de fazer.

Pensa no nosso objectivo.

Vamos preparar-nos para encontrar esta gente

antes que voltem a fazer isto.

Anda, filho.

De onde �s, j� agora?

Bem-vinda ao meu mundo.

- Achas que te devem alguma coisa. - Sim, algu�m me deve algo.

Olho para ti e vejo que tamb�m achas que te devem alguma coisa.

Pode n�o ser dinheiro, mas � alguma coisa.

- Travis, ela est� a atrasar-nos. - Wade...

Se calhar vamos ter de us�-la para negociarmos, est� bem?

Do que est�s a falar?

Se n�o fosse ela, j� estar�amos bem longe.

E se n�o fosse por ti n�o estar�amos nesta alhada.

Se o Vin tivesse conduzido tal como eu planeara

por esta hora j� n�o estar�amos aqui.

Agora a culpa � minha? Onde � que ele est� sempre metido?

Cuidado. O ch�o aqui � trai�oeiro.

Meu Deus. Ingleses.

Tem calma.

- Parem com isso, suas crian�as. - Est� bem.

Muito bem, rapazes.

Caramba, sabes quantas balas gastaste?

- O que raio era aquilo? - Bem...

Vais ficar bem, amigo? Vamos l�.

Eles estavam a disparar contra quem? Contra um ex�rcito?

Caramba, acertaram mesmo nalguma coisa.

- Santo Deus, isso � muito sangue. - � humano?

- Parece que apanhaste um urso. - Cala-te, Travis.

- N�o me chateies outra vez, Vin. - V� l�, estava a meter-me contigo.

Muito engra�ado. Sabes qual � o teu problema?

Para ti � tudo uma brincadeira.

�s tu no teu jardim a fazer de Jesse James para impressionar as mi�das.

Metes-me nojo.

- O tipo precisa de Viagra. - � mais Prozac.

Seja o que for... Merda!

Corres bem depressa para uma rapariga.

Eu sabia que essas tuas pernas tinham de valer alguma coisa.

N�o dev�amos estar aqui, mas tu n�o percebes isso, pois n�o?

Caramba, que belo murro. Onde aprendeste a fazer isso?

- Num col�gio com lutas em jaulas? - Quieto!

Pare imediatamente!

Muito bem. Vamos manter-nos calmos.

Cala-te, cabr�o.

Temos aqui uma coisa a que chamamos de confronto mexicano.

J� alguma vez disparaste contra algu�m?

Como tu disparaste contra o Sirom? N�o.

�s um her�i virgem, ent�o.

Quieto a�, sen�o mato-te.

Estava s� a brincar.

Mant�m-no aqui. Onde est� o Harris?

N�o sei. Come�ou a desbobinar aquelas tretas do Vietname e fugiu.

Raios, Chris! O que foi que te disse?

N�o deves deix�-lo sozinho.

Muito bem, vou atr�s da rapariga. Manda o sinal de aviso.

Tens um cigarro?

Tenho pois. Ser� o teu �ltimo cigarro.

Vieste assaltar o raio do banco para a cidade errada.

Raios! E disparaste contra o pol�cia errado.

Isso s�o muitos "raios".

Podes crer, raios.

No liceu nunca gostava de raparigas como tu.

Formavam-se com grandes notas.

Tinham os rapazes, o dinheiro, a sorte e ningu�m vos devia nada.

Nunca me formei...

Cabra!

Meninas, chega de explos�o de estrog�nio por hoje.

Larguem as vossas armas!

D�em-mas.

Deixo-o ver o que est� dentro da minha. Parece-lhe bem?

N�o brinques, rapaz.

Neste momento estou disposto a colocar-vos num saco preto.

Relaxe, General Jackson. Isto n�o significa nada.

Vamos dar uma voltinha e depois libertamos a senhora.

Tal como libertaram o Eli?

Quantos homens tens ali fora?

Quantos homens tens tu?

Paneleiro, vem at� aqui. Mostra a tua cara.

Wade, o que est�s a fazer?

Vamos.

- Ol�? - Entra.

Ol�, est� algu�m em casa?

N�o. Excelente.

- Onde est� o Vin? - Quem sabe?

Desaparece como de costume. O que foi aquilo?

Harris! Verifica as janelas. V� se vem a� alguma coisa.

Que cheiro pestilento � este?

- Est� alguma coisa l� fora? - N�o vejo nada.

- Esta � a casa do velho Harmonica. - Pois �.

- O Chris est� l� fora. - Cuidado!

Largue a arma, General. Largue a arma.

Sim, e a outra tamb�m.

- Nem sequer tente. - A outra. Agora!

Muito bem, Stonewall. Esta unidade vai ter um comandante.

E visto que sou o �nico registado serei eu, est� bem?

Tu, vai ver como ele est�. V� se ele vai morrer. Vai!

- Ele est� a sofrer. - Quem diria. "Ele est� a sofrer".

- Achas que sou idiota? - N�o sou m�dico.

�s pol�cia. Sei o que tu sabes.

Parece que tem um traumatismo.

� capaz de ter uma hemorragia interna.

Vai precisar de cuidados m�dicos. Isso � certo.

Bom diagn�stico. E que s�tio � este?

- � um antigo hotel de esqui. - Est� bem.

Enfermeira, arranja um quarto para ele.

As pieguices dele est�o a dar comigo em doido.

Vamos!

Fa�o-te um buraco na cara se te mexeres.

Muito bem.

Agora, algum de voc�s pode explicar-me o que aconteceu ali fora?

Ora, ora. O que temos n�s aqui?

Ajuda-me...

- Claro. - Obrigado.

Como me encontraste?

N�o h� muitos gigol�s a passear por aqui.

�s algum bom samaritano?

N�o, se eu fosse a ti escolhia bem as palavras, rapazinho.

Devias ter cuidado, porque se espirras...

Eu diria: Beija-me o cu, limpa-me o nariz e pisga-te.

L� se vai a hospitalidade desta cidade.

Manchas a nossa cidade, assaltas o nosso banco

e matas um amigo meu.

Isto � a hospitalidade que a cidade te d�, filho da m�e.

Est� bem, est� bem.

O que fazias na �rvore?

Foi aquela coisa... Seja l� o que aquilo for.

Coisa?

Aquela coisa. Um gorila mutante, sei l�.

Gorila? Do que est�s a falar?

Tenho a cabe�a avariada. Sei que n�o � uma Angelina Jolie.

Acho que me mordeu. Acha que me transformo num?

�s muito engra�ado, n�o �s?

- Veio de que direc��o? - Dali.

Muito bem, levanta-te. Mexe-te!

- Tem calma, Paul Bunyan. - Tens o tempo contado, rapaz.

Sabes o que � perder algu�m que se ama? Sabes?

Mexe-te, vamos l�.

- Vai ajudar-me? - Sim, ajudo-te. Vamos.

Mataste um pol�cia.

P�ra, senta-te.

Eu sabia que t�nhamos visto alguma coisa, querida.

Quem me dera que estivesses aqui para ver isto.

Est�s a falar com quem?

Cheira a doninha e leite de m�e.

N�o encontraste esta coisa por acaso.

Enquanto vagueava deves t�-lo amea�ado de alguma forma.

Ameacei o qu�, meu? Nem sei o que se passa aqui.

N�o fazes ideia.

N�o fazes ideia.

Amigo.

Vamos procurar os teus amigos. Vamos.

Na verdade, foi o meu irm�o mais velho que esteve no Vietname.

Companhia do Golfo, Segundo Batalh�o, Marines.

Rebentaram-lhe os tomates em batalha.

Mas assim que ele recuperou voltou para outra miss�o.

Filho da m�e orgulhoso.

Ent�o h� uma linhagem de homens com princ�pios na tua fam�lia.

Sim. Ou � isso ou � estupidez.

Fui atr�s dele para a tropa, mas nunca fui para o Vietname.

Um problema nas unhas impediu-me de ir.

Lamento que n�o tenhas tido a hip�tese de ir para l�.

� claro que quando o meu irm�o voltou era o menino dos olhos do meu pai.

Eu podia ter queimado a casa do vizinho que ele nem olhava para mim.

Sabes o que � rezar � noite para que o nosso pai se importe

ao ponto de nos dar uma tareia de vez em quando?

Bem, estou certa de que agora estaria muito orgulhoso de ti.

Kayla, tu e eu vamos abandonar esta posi��o

e levar a artilharia connosco.

Vamos l� para fora sem o Wade e o Vin?

Queres ficar aqui a brincar �s escondidas com estes dois?

O que � aquilo?

Isto � rid�culo, d�em-nos uma arma.

Vin?

Obrigado por me deixares l� fora, meu.

� selvagem, porque n�o entras pela porta como uma pessoa normal?

� por isso.

J� pass�mos por isto e n�o vou repetir-me.

Ouve-me, cabe�a ab�bora,

podemos come�ar a matar-nos uns aos outros a decis�o � tua.

A decis�o � vossa.

Zeff.

- Robinson, est�s bem? - Estou, onde est� o Chris?

Est� l� fora.

N�s somos a �nica hip�tese de voc�s sa�rem daqui.

N�o creio que seja verdade, Raymond Ray.

Acho que h� um carro algures na propriedade

e sairemos daqui rindo dos vossos cad�veres a apodrecer no ch�o.

Porque n�o vais l� fora ver por ti pr�prio?

- Vai tu l� fora! - Eu sei o que anda l� fora.

Achas que � o qu�? O Abomin�vel Homem das Neves?

Na verdade o Abomin�vel Homem das Neves, Yeti, vive nos Himalaias.

No Tibete.

� um animal com parecen�as humanas.

Este tipo � um enciclop�dia sobre estas coisas.

Seja o que for... Para ser sincero, n�o me interessa o que �.

Deix�mo-lo a uns quil�metros l� atr�s.

- Est�s a ver as pegadas, Zeff? - Podes crer.

Est�o � volta deste lugar.

Este tipo guiou-o direitinho at� � porta.

Kayla? Porque n�o verificas esta mentira?

O qu�?

Vai verificar a porta da frente, querida. Por favor.

Travis! Est� aqui!

Est�s satisfeito?

S� os que est�o em frente a isto � que devem preocupar-se.

Porque n�o te calas? Francamente!

Estamos aqui, dispara!

Estou em frente � tua grande arma. V�, dispara.

- N�o o provoques. - N�o me provoques, do�ura.

Julgas que n�o te conhe�o, Travis? Deixa-me dizer-te uma coisa.

N�o tenho medo de ti.

Deixei tudo o que tinha para me livrar dum homem como tu.

O que mais vais tirar de mim? O que vais fazer?

Est�s a dizer que consegues tirar-nos daqui vivos?

Disse que somos a vossa �nica hip�tese.

- � pegar ou largar. - Eu dava-lhe ouvidos.

Trav, somos capazes de precisar da ajuda deles.

Ele vai ficar bem?

Talvez, se sairmos daqui rapidamente.

Que nojento!

Aqui est� o mau cheiro.

� o Harmonica. N�o o via h� algumas semanas.

Coitado. Que maneira de morrer.

Tal como o Rei.

� como ir deitar o lixo fora, mas � mil vezes mais pesado.

N�o � exactamente o meu momento mais divertido.

N�o � assim t�o mau l� fora.

O foi aquilo?

Neste momento bem que pode ser um grande tubar�o branco.

Deus do c�u! Morre!

Espera!

Est� a usar pedras?

Isto � uma loucura. Esta situa��o � de doidos.

Isto est� a deixar-me maldisposto.

O que �?

Aquele velho tinha um telem�vel aqui?

N�o, sempre disse que n�o precisava de um.

Chegou � cidade h� um m�s. Comprou alguns mantimentos.

Parecia alimentos para um cavalo. N�o sei bem porqu�.

Nunca teve cavalos. Porque seria?

- Queres chamar a Pol�cia? - Muito engra�ado.

N�o, estou a tentar contactar o Tim. O meu bolsista do mundo real.

Ele tinha um grande neg�cio para mim.

O que se passa?

Afinal existe uma rapariga por a� algures?

O modo como olhaste para o Travis.

O tipo que deixaste devia ser um grande filho da m�e.

Mas isso � bom.

O casamento � sobrevalorizado.

Sabes porque � que o div�rcio � t�o caro? Porque compensa.

N�o percebes, pois n�o? Olha-te ao espelho, Vin.

Mas olha bem, ignora o sorriso convencido e os olhos verdes.

Se conseguires.

S� estou a tentar ser simp�tico.

Sim, o Sr. Simp�tico.

Desculpa. Estou apenas a dizer-lhe coisas para que se sinta melhor.

E tu �s bom nisso, n�o �? Lembras-te da Priscilla?

Aquela mi�da gira do restaurante.

Que sonha com o homem que vai regressar e lev�-la dali.

Seja qual for a mentira que lhe contaste.

Ela disse a todos da cidade que n�o fizeste parte do assalto.

Chase, n�o me queiras irritar.

N�o sou encantador quando me irrito.

Vem c�.

Os teus dias a apanhar boleia acabaram-se, rapaz.

Ter�s de ser um homem ou a morrer a tentar ser um.

Isso � garantido.

Sabes que mais? N�o te devo explica��es.

N�o deves explica��es a ningu�m.

Mas agora n�o est�s a enganar ningu�m, pois n�o?

Desculpa, rapaz. N�o queria dar-te a vantagem.

N�o faz mal, Zeff.

Como � que est�s?

Estou bem.

Parece que estamos de volta ao Vietname, n�o �?

Agora me dou conta

que devia ter dado uma segunda hip�tese � tua hist�ria.

E quando todos duvidaram de ti eu devia ter-te defendido.

H� muito que esqueci isso, Zeff. Nem penses nisso, por favor.

Quando vieste ter comigo � procura dum emprego, desiludi-te.

Desiludi-te.

Zeff, que tipo de pol�cia eu teria sido?

L� est� aquele tipo.

� pol�cia. O pol�cia Big Woolly.

Amigo, o que se passou realmente l� em cima?

Lembro-me claramente de que era 20 de Outubro, 22h.

Recebi um telefonema da Sara, ela estava em Hatchard Road,

ve�culo avariado.

Tinha um tubo de �gua avariado que eu devia ter consertado h� uma semana.

Sabes, n�s...

Bem, ali estava ela. Linda como um anjo.

Tinha uma c�mara que eu lhe tinha comprado.

Parecia uma crian�a a tentar filmar tudo.

A tentar gravar tudo como se fosse a �ltima vez.

Depois houve um sil�ncio aterrador. Chegou a magoar-me os ouvidos.

E depois ouvi um som.

Metal e carne.

De repente tinha-a nos bra�os

e os seus olhos estavam perdidos no bosque, nas montanhas.

Ela dizia-me: "Agora eu vejo."

Agora eu compreendo.

Adiante...

- Hoje est�s rabugento. - Continua.

�s um tipo rabugento

e teimoso que n�o admite quem realmente �.

Continua.

Algu�m que se preocupa com a vida como mais ningu�m.

Continua, estou a gostar.

Que est� sempre a olhar pela fam�lia

e que trabalha no duro e quando os tempos s�o dif�ceis...

O meu pai contou-me uma coisa que acabou por ser verdade.

Por muito que se tente, por mais alto que se chegue na vida

haver� um dem�nio na montanha � espera para nos atacar.

Ele disse que nada seria f�cil. Ele estava certo em rela��o a isso.

Nada de fotografias.

Est� a� algu�m?

Daqui fala o Chase Jackson. Comunique.

- Vai na vossa direc��o. - O que vem na nossa direc��o?

Sai da estrada, querida. O que vem na minha direc��o?

J� o viu? N�o sei que coisa era aquela.

Meu Deus! Era gigantesco.

Volta aqui! O meu c�o foi atr�s dele.

P�ra, filho da m�e. P�ra!

Olha para isto.

Estava a ir para o quarto, onde...

Decidi olhar-me bem ao espelho tal como tu disseste.

A ironia � que o espelho estava rachado.

Est� bem, falamos depois.

Porque n�o vamos p�r um pozinho de arroz?

O que aconteceu � animosidade do liceu.

Anda, vamos.

Acho que n�o era suposto termos as luzes acesas.

Bem, eu fa�o o que quero.

Nunca te deram muito na vida, pois n�o?

N�o.

O que tenho, trabalhei para o ter.

O que eu tenho, roubei.

N�o tenho fotografias de ex-namorados arrumados na carteira.

Aquilo s�o as minhas lembran�as.

O Vin?

Pois, o Vin quebra cora��es e n�o ossos.

Todos n�s temos cicatrizes.

Mas muito de n�s n�o podemos esconder-nos atr�s dum rosto bonito.

Ficas muito melhor de boca fechada. Vem comigo.

Bom dia.

N�o consigo tirar da cabe�a

que se n�o fosse por tua causa n�o estar�amos aqui.

Se n�o fosse por vossa causa, eu n�o estaria aqui.

N�o me respondas!

J� causaste demasiados problemas.

Um m�sero instante e alguns metros.

Era s� isso que se intrometia entre sermos ricos

e estarmos aqui contigo.

Talvez possamos fazer alguma coisa.

Vamos?

P�ra com isso, Wade.

Agora!

Ken!

Ken!

Eu vou, Zeff. Continua a gui�-los para Este.

Muito bem, vamos embora.

Vamos, querida.

Onde est� o morto da sanita?

Esperem, onde v�o todos? N�o, dev�amos ficar aqui.

� mais seguro c� dentro.

Kayla, temos de sair daqui. N�o � seguro.

Sabes que mais, Trav? Fica com a minha parte.

� mais seguro c� dentro. � mais seguro ficarmos aqui.

O pior est� l� fora e n�o aqui dentro.

Homens est�pidos.

O qu�?

Meu Deus. Estavas a aliment�-lo.

Caramba.

Oh, n�o.

Agora �s um her�i, amigo.

Muito bem.

Eli!

Chase, pousa a espingarda.

Pensei que tinhas comprado a quinta.

N�o vou deixar que um roedor gigante me arru�ne isto.

Tive de passar aqui a noite. Fiquei com mau aspecto.

Como tens estado, Chase?

L. T, velho de mais.

Tem sido um dia interessante, Eli. Como vamos sair daqui?

Se a minha mem�ria militar n�o me falha

devemos chegar � estrada n�o tarda muito.

Temos de encontrar umas pessoas.

Olha, vou dizer-te uma coisa.

Se alguma vez me disseres que viste o Monstro do Lago Ness

eu estarei l� para te apoiar.

Estou farto desta terapia de grupo. � cada um por si.

- Tu vens connosco, Travis. - Sim, est� bem...

Agora tenho de fazer o que vos apetece?

Se eu tivesse sido teu pai

tinha-te dado muita tareia at� te pores na linha.

Mas se agora for preciso uma bala, que assim seja.

Se tenciona premir o gatilho outra vez ponho-lhe uma bala no cora��o.

Quando disse que n�o voltava para a pris�o, falei a s�rio.

Se quiseres ficar aqui comigo a ter esta conversa, tudo bem.

Mas estas pessoas e o dinheiro v�o sair daqui.

Quer dividir o dinheiro por dois?

Ou tu gostavas de dividi-lo por tr�s?

Xerife!

Meu Deus.

Respire.

Vai para ali.

- Querida... - Afasta-te!

Madre Teresa, eu posso ajud�-lo.

Lembro-me de quando atingi a idade para beber

e eu e o meu pai a imensos concursos de bebida.

Um dia ele foi at� aos limites. Sabia que o seu ego ia dar cabo dele.

And�vamos a cambalear pelas docas de Chesapeake Bay

e vi-o a respirar sofregamente.

Julguei que queria respirar ar salgado para ver se ficava s�brio,

mas depois caiu de cara no ch�o.

Abanei-o, gritei e chorei.

Tentar manter o seu cora��o a bater.

V� l�, seu cora��o velho. Bate!

Filho dum raio, vive!

Mas o seu cora��o nunca mais voltou a bater.

Mas ele era um dur�o. Um homem mesmo duro.

Vin, Vin!

- Obrigado. - N�o tem de qu�.

� bom v�-Io de volta. N�o conte aos meus amigos, est� bem?

Kayla?

Travis?

N�o dev�amos estar aqui. Esta � a casa dele.

Anda, vamos sair daqui.

Vai-te embora.

Vai esconder-te. Deixa-me tratar disto.

Chega. J� n�o me podes escapar.

N�o!

Kayla?

Ela � a minha fam�lia, sua bola de queijo fedorenta!

Seu filho da m�e!

Suas lesmas, vamos a apressar o passo.

Eli, Chase.

Temos de dividir-nos em grupos mais pequenos.

Dividir-nos? Mas somos mais fortes juntos.

N�o. A quest�o � essa. Podemos estar a amea��-lo.

O Chase tem raz�o.

Oi�am-me, princesa do liceu e trafulha. Sigam o sol at� chegarem � estrada.

O que � que voc�s v�o fazer?

Vamos manter o grandalh�o longe de voc�s.

V�o.

Ainda estamos aqui, Zeff.

Armadilhado e pronto para arrasar.

Muito bem, cavalheiros.

� dif�cil quebrar os velhos h�bitos?

Estava a pensar se me farias um favor.

Mal posso esperar.

No caso de ser preciso.

N�o �s assim t�o duro. Pois n�o, Vin?

Wade, queres o dinheiro?

Julgas-te muito esperta?

Las matar-nos a todos e ficar com o dinheiro, eu sei.

Mas n�o contaste comigo, pois n�o?

O mais fraco acabou por se tornar o mais forte.

D�-me o que me pertence. D�-me.

Esperem, esperem.

Muito bem.

Vai, leva a rapariga.

D�-lhe a m�o.

Responda, Xerife.

Xerife, � o Stanley. Est� a ouvir-me?

- Xerife, por favor. - Stanley, est�s a�?

- Caramba! Xerife, � o senhor? - Sim, sou eu.

Desculpe a linguagem. Qual � a sua localiza��o?

Volt�mos ao s�tio do acidente.

Acho que complet�mos um c�rculo.

A filha do Mr Jackson, a Raquel, esteve aqui a noite toda.

- Quer falar com ele. Over. - Ele est� mesmo aqui.

- Quem �? - A Raquel.

- Fala o Chase. - Pai? � a Raquel.

- Diz, querida. - Est�s ferido?

N�o, estou bem. Tivemos de tratar dumas coisas.

Em breve estarei em casa. Adeus, querida.

Adeus, n�o te demores.

"Assaltantes mortos atacados por um urso"

- Ol�. - Ol�.

- �s a Priscilla? - Sou eu.

Uma pessoa quis que te desse isto.

Para mim? O que �?

� muita esperan�a.

"Aproveita a viagem para o teu lindo futuro. Vin."

Bem, l� vai ela.

Est�s preparado, rapaz?

Sim, obrigado por me deixar ficar at� ao grande final.

Sei que n�o querias que ela te visse assim.

As algemas.

Isto � porreiro.

Estas roupas � que me deixam embara�ado.

� bom que te habitues a roupas esquisitas.

Boa.

Harris, acha que eu teria dado um bom Xerife?

Bem, achas que eu teria dado um bom assaltante de bancos?

Acho que tem raz�o.

Algumas pessoas s�o simplesmente diferentes.

Acho que sim.

911, qual � a emerg�ncia?

Anda algu�m ou alguma coisa a rondar por aqui.

Viu o que era? Uma pessoa, ou um animal...

N�o consigo perceber.

O meu sensor de luz activou e vi uma coisa a correr pelo quintal.

Um homem grande. Parece-se com um homem.

N�o sei o que era. Correu pelo quintal.

J� teve problemas desses no bairro anteriormente?

O meu c�o foi morto recentemente.

N�o sei o que foi nem quero ir l� para fora.

Meu Deus! Mandem algu�m para c�.

O que se passa?

Aquele filho da m�e deve ter uns dois metros.

- Est� a v�-lo agora? - Sim, estou a olhar para ele.

- Ele est� mesmo... - Est� no seu quintal?

- C�us, ele � enorme! - O que faz ele no quintal?

- Est� a olhar para mim. - Ele est� a p�?

N�o sei. � uma pessoa muito grande.

� tudo o que sei dizer. � grande, � grande.

Tradu��o e Legendagem Helena Rodrigues / Digital K.

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