All language subtitles for Garringo - 1969

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Original subtitles

Fuja... papai... agora!

Os soldados v�o te matar!

N�o pode continuar fugindo.

Renda-se!

Como se atreve falar assim com um superior?

Porco imundo, qual � a acusa��o?

De trai��o.

Pois vou te mostrar quem...

-O que ele tem, pai?

Veremos filha, mas penso que n�o seja nada.

Est� ferido?

Os soldados pai, v�o te matar!

Calma rapaz somos amigos.

N�o sei.

Sou um bandido e vou te matar!

Eu me rendo, mas n�o atire.

Oh Julie...

Que bonita cidade! O que est� escrito ali?

� uma placa de aviso que quer dizer...

...que s� pode entrar na cidade quem ouvir o barulho do sino...

...mas muitos n�o entendem, que o sino s� toca...

...quando se acerta um tiro atrav�s do buraco da placa.

Empresta tua pistola que vou tentar.

Tem cuidado Johnny, pode matar algu�m.

Consegue acertar tio Clauss?

Em cheio, formid�vel.

Me solta, vai me sufocar.

Quero saber atirar assim!

Quem sabe um dia.

Tio Clauss, eles v�o se matar?

Vamos, � melhor n�o vermos.

Johnny?!

Quer matar algu�m?

N�o tem perigo, eu j� sei atirar.

Onde encontrou essa arma?

Bem, no outro duelo...

Me ensina atirar?

Primeiro voc� deve aprender que um homem s� � homem...

quando a usa para se defender respeitando os direitos dos outros.

Deve sempre apontar o cano da pistola no alvo.

A mira n�o serve para nada.

Um d�cimo de segundo pode valer tua vida.

A m�o nunca pode estar abaixo da cintura.

Deixa eu tentar!

Assim?

� tua �ltima chance. Quando passar� a dilig�ncia?

Passa dentro de um dia.

Urgente... para o forte Grant.

O tenente est� morto. Sauda��es. John.

O mesmo de sempre, senhores.

Trata-se sem d�vida de um man�aco assassino!

Cujo �nico objetivo � matar quem usa nosso uniforme.

Exato, pra ele � uma quest�o pessoal...

...e por isso devemos responder pessoalmente.

Perd�o, Coronel, mas n�o acha um pouco absurdo...

....mandar o ex�rcito contra um s� homem?

N�o disse que mandaria o ex�rcito,

mas um dos nossos homens com ordem para captur�-lo.

N�o teria chance, pois nem o xerife consegue peg�-lo.

-Depende de quem seja este homem. -Tem algu�m em mente?

Sim!

O Tenente Garringo.

Senhor Tenente.

O Coronel, quer lhe falar.

Coronel.

Quero que encontre este homem.

-Agora? -Imediatamente!

Coronel, pelo que sei estou detido, sendo assim n�o posso sair.

Deixe estar, o isolamento n�o � necess�rio ser cumprido agora.

Deve prend�-lo, n�o mat�-lo.

Mas um assassino vivo � sempre um perigo para a sociedade.

Minha ordem � trazer ele vivo.

Morto, apenas em �ltimo caso.

Acredito que cuidar� bem desta miss�o.

S� existe um motivo para eu aceitar esta miss�o.

Quero minha liberdade em troca.

-Provis�ria! -Entendo Coronel.

Antes de morrer o tenente foi visto com uma mulher chamada Sara.

Investigue tamb�m o posto telegr�fico de onde passaram esta mensagem.

Conhece o homem que mandou esta mensagem?

N�o senhor.

Ele estava s�? -Ele e mais tr�s.

Quais tr�s?

N�o conhece nenhum deles.

N�o senhor.

-Tem a certeza? -Sim, eu juro!

Sim, eu juro. Nunca os vi. Eram forasteiros.

Est� bem.

Certo. Esta noite vamos dar uma volta pela cidade.

Mas senhor, n�o posso fechar o posto, estou de servi�o.

Vai fechar.

-Onde est� a Sara? -L� em cima.

Espere aqui! -� muito tempo? -Um pouco.

Beba, eu pago, mas se n�o der nada, voc� paga.

Ei, mas que atrevimento � este?

Eu fa�o as perguntas.

E quem responde � ele!

-Este imbecil t� falando merda. -Fora daqui!

-Estou a procura de um homem. -E o que me interessa?

N�o ouviu? Falei para voc� dar o fora!

Seu bruto!

Conhecia o Tenente Johnson?

Me deixa em paz.

Responda, conhecia?

Sim, maldito!

E o homem que o matou?

N�o... n�o... me solte.

Tem certeza que n�o conhecia?

N�o sei de nada, n�o, por piedade n�o aguento mais.

Na verdade, n�o sei grande coisa...

...o Tenente disse apenas que ia encontrar um tal de Johnny.

Encontraria ele aqui?

Sim, sim.

Qual �?

Aquele de costas.

-Largue este homem! -N�o se meta!

Onde esta o outro? Onde esta o Johnny?

O que voc� est� pagando...

...� s� uma pequena parte...

...pelo assassinato de um oficial do ex�rcito.

Primeiro vai me dizer onde est� teu c�mplice.

Tudo bem digo tudo.

Deve estar pensando o que vou fazer com esta corda.

Venha.

Quem diabos � voc�? Do que est� falando?

Vou refrescar tua mem�ria.

Ponha os p�s aqui.

Chega de amea�as. Saia das minhas terras!

N�o me fa�a repetir. Ponha os p�s aqui.

-E agora? Sabe sobre o que estou falando? -N�o estou entendendo nada.

Palavra de honra.

Onde est�o os outros assassinos?

Eu n�o sei de nada! N�o sei de nada!

J� refrescou a tua mem�ria?

Eu n�o sei de nada. Eu juro, n�o sei nada.

Est� bem. Eu digo tudo, solta-me.

Onde est�o?

De qualquer maneira n�o deixar�o de avis�-lo.

John, nesse aspecto � cuidadoso, confia em mim.

O teu companheiro vai confirmar o que est� me dizendo.

J� descubro se est� mentido.

N�o se mexam!

Sou eu, Bent, tenha calma.

Quem � que est� contigo?

-� um amigo. Est� bem.

-E este quem �? -J� te disse, � um amigo.

O meu nome � Garringo.

E se interessa sou Tenente do Exercito Americano.

Companheiro de todos aqueles homens que tem assassinado.

-Onde se encontra esse Johnny? -N�o � da sua conta.

N�o saber� nada.

Acredita? Eu n�o teria tanta certeza.

-Prova. -Pegue a pistola!

Vou te dar uma chance.

Que voc� n�o deu aos outros. Pega na pistola.

Descansaremos aqui.

Bem ent�o finalmente, eu vou-te dizer onde est� o Johnny.

-Tudo o que queres saber. -Vem.

S� quando eu achar que fala a verdade.

Levanta as m�os!

Estou desarmado.

O que faz nesta casa?

Mudei assim tanto em 24 anos?

Johnny...voc� me assustou!

Mas estou muito contente.

-Deixe-me te abra�ar meu rapaz. -� pr� j�.

Quanto tempo j� passou Johnny

J� est�vamos achando que tivesse acontecido alguma coisa.

Chegou na hora do jantar, preparo tudo num minuto.

Est� bem.

Agora vou servir um vinho, que eu reservo para grandes ocasi�es.

Est� na mesma, n�o � tio Clauses?

O tempo n�o passa em v�o.

-� a s�rio? -Sim.

Sim, parece estranho, n�o �?

Um tipo como eu.

N�o imaginava o senhor xerife.

Johnny, no fim de contas � praticamente s� um cargo.

� um servi�o muito tranquilo.

E agora, diga, vai ficar conosco definitivamente?

N�o.

Por motivos de for�a maior, s� vou ficar poucos dias.

Espero uns amigos, combinei com eles de me encontrar aqui.

Ganhou muito dinheiro?

Trabalhou num bom rancho, n�o?

Tenho certeza que n�o h� um cowboy como voc�.

Bem, tio Clauses, eles chegando n�s partimos.

Poderia me dar mais um gole de vinho?

Um caf�?

Vamos partir agora.

N�o atire, n�o atire, n�o atire.

-Ol� Bob. -Ol� Julie, como est� o velhote?

Procuras por mim por acaso?

-Desculpe Sr, Clauss, n�o falava de ti. -Anda. anda.

Ajude, a Diligencia est� a chegar.

-Mas que cheiro � este? -N�o sinto nada.

Colocou �gua de col�nia.

Notou?

-O que foi? Est� passando mal? -Nada, s� � engra�ado.

Se esta Diligencia vem com o doutor. e a filha, quero mostrar que...

...aqui se trabalha bem para receber as pessoas.

Voc� acha que a filha � jovem e linda, n�o �?

Certo, mas que exagero!

Vai, que eu n�o vou me meter.

-A Diligencia. -Sim!

Dorminhoco!

-Que horas s�o? -Quase dez.

Julie...

...veio algu�m a minha procura?

N�o.

-� estranho, j� deviam ter chegado. -Quem?

Uns amigos que estou esperando.

-De longe. -Esperemos que n�o tenham se perdido.

Assim, ficara mais conosco.

-Ol� Don. -Ol� Julie.

Estou com uma fome.

Bom dia Senhores e senhoras, ver�o que tenho do melhor para comerem.

-Obrigado. Vamos, vamos, n�o temos muito tempo.

Julie.

Pra mim s� sobram os coiotes, os cavalos gostam mais de voc�.

Sempre de brincadeira.

-Ei, tu Bob, vem c�. -J� vou.

-Pronto. -Muito bem.

-Correu tudo bem? -Sim senhor. -Bem vindo Benty City.

-Esta � a minha filha Nercy. -Muito prazer menina.

Doutor, deixe-la ir que eu lhe fa�o companhia.

-Pode ir, Nercy. -Meus cumprimentos.

-Obrigado Senhor... -Clausses.

Sou o Xerife de Benson City, se precisar de alguma coisa.

-� voc� que esta com este cheiro? -Sim, porque?

Nada amigo n�o fique chateado, estamos num pa�s livre.

Se n�o for se sujar, poderia levar os cavalos para beberem?

Com licen�a?

-Posso oferecer-lhe um caf�? -N�o obrigada,

-Pode deixar que seguro minha mala.. -N�o leve a mal, aqui somos cavalheiros.

Largue, fa�a o que digo.

Eu disse pra largar.

Me solte!

Que bruto! Me solte, me solte...

Viu? � melhor ajud�-la.

N�o me toque! Selvagem!

-� o meu filho Johnny.

Acho que minha filha n�o vai se adaptar.

N�o acredito, � corajosa.

-Ainda � muito longe daqui? -N�o, n�o muito.

Com o sr. Potter e eu acordamos com uma condi��o...

...de eu comprar o rancho dele.

N�o lhe disse nada?

O sr. Potter vender� por um d�lar a cura que pode salvar sua vida.

Quando quiser, vamos.

Cavalheiro, queira cumprimentar os cavalos.

Pelo contr�rio Senhor!?

Adeus pessoal, e n�o mude de �gua de Col�nia.

N�o ligue, � um prazer estar ao lado de algu�m cheirando assim.

� verdade Julie?

-Custou um d�lar. -Ah sim?

Johnny, vem depressa!

Vamos lev�-lo para casa!

Johnny, ajuda-me.

� um dos teus amigos?

N�o.

O que houve?

Quero saber quem �.

Porque interessa tanto?

Porque est� t�o preocupado?

Saia!

-Quem diabos � voc�?

Pare, n�o v� que ele n�o tem condi��es de falar.

N�o se meta, saia daqui.

Quero saber o que ele tem pra contar.

Foi voc� quem matou o Beny? Foi voc�?

Deixa ele em paz! Saia daqui agora!

Fique fora disso.

� um assassino, matou um dos meus companheiros!

E suponho que pode fazer a qualquer outro.

Espera que ele possa responder.

Johnny! N�o v� que ele n�o pode falar?

Nunca te achei truculento, por�m como est� agindo...

Tudo bem, agora tu tens raz�o.

Entregaremos �s m�os do tio Clausses.

Ele � a lei.

-Precisa de alguma coisa? -N�o obrigada.

-Bom dia, chefe da Lei. -Policia.

� um rapaz magn�fico, n�o �?

Sim, magn�fico.

Mas, como amigo.

-Demon, esta aqui? -Demon?

Est� fora da vila. Aconteceu algo de grave?

N�o. Somos velhos amigos.

Vemo-nos de vez enquanto.

Nos davamos-nos muito e agora queria v�-lo.

-Uma garrafa especial. -Sim Johnny, te ofere�o.

E beba tudo se conseguir.

Como est� Doutor?

-Bem. -Boa tarde Menina.

Perdoe-a, ficou chateada esta manh�.

-Posso convid�-la? -Com certeza.

J� se instalou bem?

Ainda n�o fiz nada, tenho que encontrar uma resid�ncia.

N�o comprou o Rancho do Potter?

Ia comprar mas ele mudou de id�ia.

Meu amigo Potter n�o cumpriu a promessa?

-Conhece-o? -Sim.

-Como? -Bem somos como uma fam�lia.

-N�o posso ficar contente. -Nancy por favor.

Deixe, n�o me ofendo.

D�-me o contrato que eu cuido disso.

Porque faria?

Sr. Gray, falarei com o sr. Potter...

...e tenho a certeza que conseguirei convenc�-lo.

Pensa que sim? Olhe que n�o � um tipo f�cil.

D�-me o contrato.

Pai!

Sim, Julie o que passa?

Nada, venho chamar o m�dico, mas primeiro quero falar contigo.

-N�o te sentes bem? -N�o, estou bem.

Olha estou como uma Grega.

Estava com o Johnny esta manh� quando chegou o estranho.

Estava moribundo, n�o esperei que ele se importasse.

Por�m se importou mais do que eu pensava.

-Porque n�o veio antes? -N�o podia deix�-lo s�.

Est� bem, vai ver com o m�dico.

Se vai falar com aquele homem � melhor esperar por amanh�.

Posso saber porque?

Johnny estava querendo saber alguma coisa dele.

Perdeu o controle... n�o era certo agir daquela maneira.

Compreendo, olha como � esse estranho?

Bem � um homem...

...jovem...alto...

olhos azuis... um verdadeiro...

-Do que est� falando, Julie? -Falo de um...

N�o falo de nada.

Quem � voc�? Quem te autorizou a entrar?

N�o escutou?

Para concretizarmos o acordo perante este documento...

...no qual ambas as partes declaram...

Anulamos isso.

Entramos na parte que declaram...

assinar este acordo segundo as condi��es.

V� Potter, fez um acordo.

E deve confirmar aqui.

Eu n�o assino nada, o meu Rancho vale o dobro!

� um roubo descarado, e amea�as n�o servir�o de nada.

Mas quem te falou em te amea�ar? N�o estou aqui para isso.

Por que agora?

-Porque vou te obrigar! -N�o, n�o pode fazer.

Depois de morto, saber� se n�o posso fazer.

Espera, espera...

Ser� meu s�cio, te dou metade do que ele pagar.

Assine aqui, j�!

Tenho que fazer agora? N�o tenho caneta.

Pode ser essa?

Mas... mas n�o tenho tinta.

Meu nome � Clausses amigo.

Me chamo Garringo, sou oficial.

Agora esta melhor, e minha casa estar� sempre � sua disposi��o.

Espero n�o ter vindo trazer muito incomodo.

Amanh� j� saio.

N�o � poss�vel, o Dr. disse que tinha descansar durante alguns dias.

Mas aquilo que o Dr. ordena, n�o � poss�vel.

Quando estiver mais forte, espero que possa responder a uma pergunta minha.

Pode fazer agora xerife.

-O meu filho Johnny disse... -� o pai do Johnny?

Por que? Conhece-o?

Bem...direi...

Indiretamente.

-O que lhe disse? -Que assassinou um amigo seu.

Mas espero que seja um engano.

Sim, deve ser um engano.

Desgra�adamente n�o deve ser.

O que quer dizer?

Que alvejei os dois homens que o Johnny esperava.

Confessa ser autor desses delitos?

N�o tive a for�a de cumprir normalmente aquilo que era legal.

N�o tinha alternativa, em disparar ou deix�-los fugir.

N�o fui muito bem, sim eu sei, mas n�o conseguiria parar.

-Por que... -Por que?

Por que disparaste contra um homem indefeso.

....porque era um assassino.

Que jamais deu a algu�m a possibilidade de se salvar.

Sabe xerife, o que � para gente honesta um assassino em liberdade.

Deve provar o que diz.

Johnny n�o anda com assassinos.

N�o gostaria de falar isso...

...mas estou convencido que Johnny � um deles.

E � o pior de todos.

Pe�o, Sr. Clausses, que o prenda antes que eu o apresente � Lei.

N�o � poss�vel. N�o � poss�vel!

Deve ser um engano.

Johnny n�o � como diz.

N�o pode ser.

Fa�a ele agir e ver� o que ele faz, corra o risco.

Mas n�o se deixe enganar. Voc� como xerife representa a Lei.

Posso n�o querer acreditar, mas...

...se for necess�rio, espero ter a for�a necess�ria para cumprir o meu dever.

Boa noite.

Me desculpe.

Boa noite.

Viu ele?

Em lugar nenhum.

-Deixou o rancho de manh�zinha. -Disseram para onde foi?

N�o, perguntei aos empregados, mas ningu�m sabe.

O mais certo � ter deixado a cidade.

� alguma coisa grave?

N�o...

Mas assim que o ver, diga pra vir falar comigo urgente.

Olhe xerife.

-Qual � a casa? -Aquela!

Estamos quase chegando.

Seria melhor, que o velho Potter tivesse deixado o Rancho.

Tenha aten��o sen�o pode cair.

-Falta muito? -Uns cem metros.

N�o, eu dizia outros m�veis.

Trouxemos s� o indispens�vel.

Indispens�vel?

Isso � s� para alguns meses.

S� uns meses e dai voltar�o?

Porque diz isso?

Por nada menina. Por nada.

O que quer de mim?

Quero algu�m que mate 4 homens sem terem tempo de atirar.

Fez bem ter pensado em mim.

- Estou sempre pronto. -Certeza?

-Voc� bebe demais. -J� bebi mais...

...estou muito melhor agora.

Se quiser posso provar.

Bem, quantos seremos?

Tr�s, como j� disse. Ainda n�o est� tudo certo.

Dessa parte eu cuido.

-E quatro pra cada um? -Isso mesmo.

-Ficamos assim, vou ver o outro. -E quem ser� o outro?

Avise o Fredy, espero voc�s no bar, daqui a dez dias � noite.

N�o est� de conversa comigo?

Tr�s partes, e tantos d�lares como nunca viste.

E n�o posso saber do que se trata?

O importante j� sabe, ser� quatro para cada um.

Ser� mais f�cil dividirmos, n�o acha?

Os outros detalhes veremos logo.

Certo, voc� manda, avisarei o Fredy!

Obrigada por tantos dias de paci�ncia.

-N�o esquecerei. -Nem eu.

N�o � a vida do Johnny que me incomoda, Julie.

Mas a de muita gente, que corre perigo com ele vivo.

Desculpe, pelo teu pai e por ti.

Farei o poss�vel para que seja um tribunal a decidir.

N�o posso te reprovar.

Olha este espelho.

� como se fosse a nossa parte do acordo.

Esperaremos aqui.

Benson City � um lugar arriscado esperamos num ou noutro lugar.

Sim, eu sei.

Que n�o devo ir contra a sua id�ia.

Compreendo tudo de que o acusam.

Eu assim que poss�vel, cuidarei da situa��o.

Espero que sim, xerife, mas se eu encontrar o Johnny, o prenderei.

Eu sou o respons�vel por todos os delitos que ele cometeu.

Porque? Conhe�o a hist�ria, Julie me contou.

O seu Johnny � um covarde, que s� se sente forte com uma arma na m�o.

Ensinei ele atirar.

Parece que estou vendo. Era fr�gil.

Vinha atormentado, uma crian�a que tinha o terror da morte.

Sua vida foi ingrata e dif�cil.

S� a bravura com que pegava na arma lhe dava alegria.

-Sabe quando ele volta? -N�o sei.

Bem, esperarei.

Vou procurar tir�-lo de fora de tudo isso.

N�o, n�o � virando as costas que se resolvem as coisas.

S� h� lugar para ele... a pris�o.

E neste caso, � melhor a pris�o.

Ouviu o sino xerife?

Eu ouvi.

Isso quer dizer que estamos por ai.

-Boa dia xerife. -Bom dia. -Pra mim tamb�m lindona!

Desculpe, bom dia a todos.

Assim, � melhor.

-Agrada-me este lugar. -Pensam ficar muito tempo?

Somos pessoas pacificas, xerife.

-Demoram muito? -Ficaremos o tempo que quisermos.

Acho melhor amigo seguir o teu caminho.

-Por favor...! -Andem!

-Se lhes conv�m. -Vamos, n�o queremos confus�o.

-N�o gosto de amea�as. -Vamos, Petter.

Nos veremos, amigo.

-Quer estragar tudo? -N�o gosto que falem assim.

Tamb�m fiquei puto com as amea�as.

Deixo mat�-lo, mas s� depois de acabarmos o trabalho.

Reconhece que me enganou?

� f�cil, se n�o fosse assim, estaria morto.

S� tem que me dar aquilo que eu quero.

Mas o dinheiro � meu!

-Nisso concordo contigo. -Me devolva agora!

Nisso j� n�o estamos tanto de acordo.

Eu j� expliquei...

N�o fique chateado, voc� tem muito e eu pouco.

Veja que eu nunca tive tanta sorte.

Devolva meu dinheiro!

Est� no meu bolso, venha pegar.

Vem amigo, tenta, n�o � dif�cil.

S� precisa ser mais r�pido.

Corajoso ele, n�o �?

N�o posso indicar outro.

-Fica muito longe daqui? -Um dia de viagem.

Olhe, sabe se o Johnny disse se voltava?

N�o me lembro se disse algo, mas penso que sim.

Adeus.

-Quanto te devo? -Quarenta e cinco d�lares.

Quem disse?

Eu disse.

A conta � clara, cinco pelo o wisky ...

....e o restante que roubou daquele homem.

Ou � isso ou vai pra cadeia.

Tenta a sorte.

N�o d� nem mais um passo.

Deixa o dinheiro na mesa e vai.

N�o acho que a vida de um homem possa valer 45 d�lares.

Nem a tua?

Vamos tirar a d�vida!

Pode sacar, n�o vou me aproveitar da vantagem.

Pelo contr�rio.

N�o h� qualquer possibilidade.

Agora pague os cinco d�lares pelo wisky.

Que na pr�xima que ele seja um bom jogador.

-Boa noite, posso ajud�-la? -Obrigada mas n�o preciso de ajuda.

-Espera, onde vai? -Deixe-me n�o me fa�a mal.

-S� lhe quero dar uma palavra. -Queira deixar-me..

-N�o temos nada para falar. -N�o sou o que lhe parece.

-Deixe-me sair daqui. -Vem aqui!

Pode ter dar uma coisa boa.

-Voc� � muito gostosa! -Deixe-me ir.

N�o.

Pode ir, senhorita.

At� entendo, mas n�o gosto de deixar as coisas no meio.

Agora espere!

Chegou tarde...como v� estou sendo gentil.

Primeiro a senhorita.

Fica calminha.

-O que voc� quer aqui? -Venho te prender.

E eu te matar.

Xerife, quer falar comigo?

Sim!

-Senhor? -Harryman.

Sr. Harryman, queria lhe perguntar uma coisa.

Suponho que j� sabe o que aconteceu ao seu companheiro.

-Sinto por ele. -E agora?

Tenho pensado...

...e vida � assim, o mundo d� muitas voltas.

Sei...

...mas o que veio fazer aqui nesta cidade?

Xerife... eu n�o fiz nada.

Ent�o n�o sou obrigado a responder essa pergunta.

Isso � o que pensa, eu aqui sou a Lei.

Est� bem, trabalho com bandidos.

Num certo sentido.

O que significa?

Um certo sentido.

Vou lhe dizer, ca�o bandidos, digamos, n�o oficialmente.

Entendi.

E se for amigo do bandido, ter� um problema na cabe�a.

Certo xerife, mas n�o deixa de ser um meio honesto de ganhar a vida.

Est� procurando algu�m em particular?

Tem algum interesse pessoal em saber?

N�o.

Sendo assim reservo o segredo.

Entenda xerife, meu trabalho deve ser muito discreto.

Uma imprud�ncia e posso perder um monte de d�lares se outro aparecer.

Qual o espanto, Julie?

-Porque voltou? -N�o quer me ver?

Vim para te abra�ar, pensei que ficaria contente.

Por favor, Johnny escute o que vou dizer...

...Garringo contou tudo.

-E quem � Garringo? -N�o tente nos enganar, voc� sabe...

...aquele homem que socorremos. -Est� aqui?

Est� na cidade, te esperando, fuja!

-O que te contou? -Coisas que preferia n�o saber.

E voc� acreditou...? Ele � um mentiroso covarde.

Matou meus dois amigos, sem nem poderem se defender!

Voc� � como um irm�o para min, tenho medo...

...e te aviso porque... porque... no tribunal eles v�o te enforcar.

Tem que fugir, eu te pe�o!

Ningu�m me impedir� de ir.

Tenho uma entrega.

O primeiro vitelo do rancho.

Diga-me, o que fa�o com este vitelo?

Pode aliment�-lo e cuidar dele.

Pode cuidar dele?

� muito querido, gostoso de abra�ar.

-Gostou mesmo? -Porque fez isso?

Bem, na verdade n�o sei dizer.

Estava pensando que... ia gostar.

S� que para cri�-lo, tenho que ter primeiro um rancho.

-Ele gostou de voc�. -Verdade?

-� muito pequenino. -Anda caminha.

-Que teimoso. -Obedece.

Se mexa!

Coitadinho.

Vamos.

Quem � voc�?

Te vi de longe e pensei, que fosse uma ilus�o.

N�o est� pensando... ....em morrer tamb�m?

N�o penso que isso possa acontecer.

Acho melhor ir embora, pois n�o h� outra possibilidade.

Lamento te contrariar, mas ter� que vir comigo.

Estou perdendo a paci�ncia!

J� perdi muito tempo com voc�.

Discutiremos outra hora.

N�o. Agora!

Est� bem. Vamos resolver j�.

-Escolha o lugar onde quer morrer. -Chega de palha�ada.

N�o existe nenhuma chance de escapar.

N�o!

Chega Johnny!

Saia daqui!

Tenha cuidado, posso n�o te dar tanta vantagem.

Chega Johnny, n�o vou permitir continuar.

Prefiro enfrentar a morte do que te ver assim.

Pare, n�o me obrigue e lhe enfrentar.

Me d� as pistolas!

-Agora! -N�o tente.

N�o tente!

Me d�!

Est� bem.

Vou me lembrar disso.

O que vai fazer comigo?

O Tenente Garringo.

Entendeu agora?

Companheiro daqueles homens que voc� matou!

Dei todas chances de se defenderam, o que n�o deram ao meu pai.

Nenhuma! Entendeu?

Nenhuma! Entendeu? Entendeu?

Voc� matou, Johnny!

Xerife, voltarei mais tarde.

Quanto tempo Julie, deveriamos ter combinado alguma coisa.

S� queria que reconsiderasse um pouco.

Eu sei.

Eras apenas um menino.

Quando tomei a responsabilidade de fazer de ti um homem.

Lembra?

Pedia para te ensinar a atirar.

E ensinei.

Sim... para o meu desgosto.

Te sente respons�vel? N�o � verdade?

Creio que nos conhecemos.

Posso?

Pode.

Fiquemos � vontade, n�o sou da Lei.

Como me conhece?

Voc� est� sendo procurado. Est� com a cabe�a a pr�mio.

Sente-se, � uma mis�ria, muito pouco.

-Ent�o agora deixa-nos em paz. -S�o amigos do Johnny, isso?

-Do Johnny? -S� que ele est� preso.

E eu vou arriscar.

E porque?

Por um motivo particular.

Se voc�s querem ajud�-lo, escutem-me.

Espere xerife, n�o v� at� a porta.

Pode ser uma armadilha.

Aquele homem est� ferido.

Tenho que ver o que aconteceu

Me d� cobertura.

Xerife! Largue a pistola se quer continuar vivo.

Voc�, vem pra fora!

N�o, Garringo.

Larga a pistola!

E agora liberta o prisioneiro.

Parem, eu ordeno!

Vamos. Liberta o prisioneiro!

Ou teremos que te obrigar?

Ouviu?

Descansemos um pouco.

P�e-no no ch�o.

� um homem duro, n�o?

Deixamos ele aqui, Johnny?

N�o.

Quero que veja uma coisa.

Queria uma prova para me condenar, e vou lhe dar.

Est� vendo Garringo? Voc� criou este jogo.

Que tal a experi�ncia?

Voc� n�o tem coragem, � apenas um covarde.

J� que � militar, vou te dar a chance de se defender.

Se bem que o resultado ser� o mesmo.

Se acha superior, n�o �?

E isso te d� for�a? Conhe�o a sua hist�ria.

Quieto Tenente!

Tenente.

Vai ser punido por nossa culpa, e � uma esp�cie de culpa.

Tudo por ter conseguido escapar, n�o � verdade?

Olha Johnny, ouro � tudo quanto n�s queremos.

Percebeu? Vai!

De que est�s � espera? N�o acredita?

Monta o cavalo.

Vai!

Sauda��es.

Aqui h� para todos os gostos.

Para ti.

E para ti.

-Fizemos um acordo em tr�s partes. -E fizemos em tr�s.

A diferen�a � que n�o s�o iguais.

N�o achei bom neg�cio, � melhor dividir certo.

Explica voc� que ele n�o entendeu.

Sem problemas, Johnny, eu estou de acordo.

Mas eu n�o, larga todo o dinheiro que tem na m�o.

Isso n�o � justo, est� me obrigando a te matar.

-N�o acredito que consiga. -Tudo bem.

N�o vamos discutir.

-Tem raz�o. -Se afaste da bolsa.

Demon, se n�o est� de acordo, fale agora.

J� disse Johnny, para mim est� bem assim.

O melhor lugar � aquele que se v� pela ultima vez.

Tem raz�o, � assim mesmo.

Pegue um cavalo.

Vou embora, o nosso acordo acabou.

Boa sorte.

SINCERAMENTE JOHNNY

Tenente, vim ajud�-lo...

...no mesmo campo de batalha.

Tem dez segundos para largar as armas.

Escute Garringo, te dou dez segundos para morrer aqui.

Ser� que fui claro?

� um tolo, n�o tem nenhuma possibilidade contra voc�.

Vou arrumar uma maneira dele ficar totalmente parado.

N�o pode ir longe ferido, o �nico lugar para ele � Benson City.

-Eu sei. -Me desculpe...

...mas eu vou s�, n�o preciso mais de voc�.

-E como pensas me impedir? -N�o me importo em te matar.

Larga a pistola.

Sim.

Doutor.

Nancy...Doutor.

Abra a porta Doutor.

Algu�m quebrou teus bra�os, n�o � verdade Johnny?

� um cara dif�cil de morrer, Johnny, mas assim fica um pouco mais f�cil.

V� em frente, tenta!

Vou te dar as mesmas chances que voc� deu para os outros.

N�o, n�o, Demon.

N�o fa�a isso...escute...

Te dou todo ouro e o dinheiro.

N�o atire, n�o atire, Demon!

Eu n�o quero nada, te dou tudo, � tudo teu Demon...

Tudo teu, n�o, n�o atire...

Espera, Demon, n�o, n�o...

N�o atire Demon, n�o, n�o...

...n�o atire, n�o atire, n�o atire..

...Demon, n�o atire!

-Sinto muito. -Eu sei...

Tradu��o: Leninn

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