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Original subtitles

Sabe que n�o fiz isto.

O que sei � que ocultaste factos importantes para este caso.

Olhaste-me nos olhos e mentiste.

Porque eu sabia

o que aconteceria se n�o mentisse.

N�o me culpes por isto, maldito mesti�o.

Levem-no l� para baixo.

Certo.

Regista-o. Ex-inspector Rycroft Philostrate.

Onde o devo p�r?

Com os malditos Critch, onde ele pertence.

Pensando melhor...

Ponham-no aqui,

com estes distintos cavalheiros.

�s bom demais para n�s, n�o �s?

- O que se passa? - Mesti�o.

Tem-se passado por um de n�s.

N�o me digas.

Certo.

Vamos fumar um cigarro?

- E eles? - V�o ficar bem.

Philo! Atr�s de ti!

V�o-se lixar!

- Fergus. - Senhor.

Obrigado.

Por aqui.

Mna. Imogen, para mim,

foi uma noite memor�vel.

Para mim tamb�m foi.

Percebi hoje que n�o gosto muito da Louisa Pembroke.

Por acaso, acho que n�o gosto da maioria das pessoas que conhe�o.

Gra�as ao M�rtir, voltou.

Afissa, estou bem.

Afissa.

O que � que te deu?

A pol�cia esteve aqui.

- O qu�? - O seu irm�o est� nervos�ssimo.

- O qu�? - Aonde quer que v� � um esc�ndalo.

Como se n�o fosse suficientemente mau

a minha irm� andar em p�blico de bra�o dado com um Fauno,

agora descubro que o meu pai deu ref�gio

a uma Pix gr�vida nesta mesma casa.

N�o posso fazer nada a respeito deste �ltimo, porque � misericordiosamente passado.

Mas quanto ao teu problema, querida, posso e vou interceder.

Temos de falar disto outra vez?

O nosso destino est� nas m�os dele. O pre�o � ser vista de bra�o dado.

Tem de haver um limite para o que te pode pedir!

Amanh�, tenciono negociar o fim desta loucura em teu nome, querida.

Claro.

E por isso, ficaria muito agradecida.

Fico contente por ouvir isso.

Se n�o te conhecesse bem,

come�aria a pensar se n�o gostas da companhia dele.

O que �?

Nada, Menina.

Vamos subir estas escadas. Tir�-la desse vestido.

Acho que vais gostar disto.

Anda c�.

Vai para ali, com a tua pr�pria esp�cie.

J�.

Rapazes.

Muito bem, amigo.

Obrigado...

por me teres avisado.

N�o te queria ver j� morto.

O que est�s a fazer aqui?

Ia perguntar-te a mesma coisa.

Tenho novidades.

H� um rumor de que algu�m foi preso pelos homic�dios.

N�o me diga!

Pensei que gostarias de saber.

Est�s segura, agora.

Estou?

A menos que ele consiga controlar o Darkasher da pris�o.

Ou tenham prendido o homem errado.

O que te faz dizer isso?

Tudo o que sei � que o vi vir por mim.

E que no momento da minha morte, entenderei quem a convocou.

Ent�o temos de rezar para que a tua vis�o...

esteja errada.

Tenho de ir.

Ifa...

O seu marido vai voltar para casa em breve.

Tem cuidado.

Senhor, tenho 47 stivers. At� onde � que me levar�?

S� at� Keranganz, se tiver mais cinco stivers.

Runyan?

Runyan Millworthy?

Horatius Symes, seu velho malandro.

Quanto tempo passou?

N�o sei, mas foi h� uma era.

Olha s� para ti. Diz-me, ainda cantas por dinheiro?

Falas do palco? N�o.

Sou muito mais respeit�vel hoje em dia.

Educo o filho do Chanceler em Balefire.

O que est�s a fazer aqui?

Acabei de voltar de Hullsbay.

Uma tentativa in�til de contratar um professor de Artes e Letras.

- Espera a�. - O que �?

N�o te formaste em Appidian?

Horatius, isso foi h� muito tempo

e soube que o jovem Breakspear � um pesadelo.

Runyan.

� muito dinheiro.

Se soubessem o mal que se desenrola debaixo dos seus narizes.

Entre uma Longerbane e um Breakspear.

A cidade irromperia espontaneamente em chamas.

E decidir�amos o que ressuscitaria das cinzas.

Mais conversa sobre uma alian�a?

Os meus conselheiros pressionam-me para pedir um voto de desconfian�a

contra o teu pai dentro de quinze dias.

E qu�?

Queres que o avise?

Quero avisar-te.

O regime do teu pai est� a diminuir.

N�o h� nada que possas fazer.

Tens de ver o teu futuro agora.

E o que queres que eu seja?

Um espi�o?

O que gostarias de ser?

N�o tenho interesse na pol�tica.

Mas a pol�tica � o pre�o.

De qu�?

De momentos como este.

Por mais bela que sejas,

posso ter momentos assim com quem quiser.

Sabes o que � isto?

Tens alguma ideia do que te estou a oferecer?

Momentos como este s�o os que mudam tudo.

Se n�o tiveres cuidado,

eles passam-te ao lado.

Bom dia, Mestre Jonah.

A tua m�e. Tenho muita pena.

E sei o quanto a biblioteca significava para ti.

N�o consigo imaginar.

N�o podem pensar que a mataste.

Para esconder o meu segredo.

N�o posso dizer que os culpo. Faz sentido se pensarmos nisso.

O Mestre, o m�dico que me operou, sabiam a verdade sobre mim.

Ainda assim, trabalhando contigo este tempo todo, deviam conhecer-te.

Eles pensavam que sim.

Menti-lhes.

�s vezes n�o h� como voltar atr�s.

"O Cisne"?

Gosto.

Pode chegar a dez n�s a todo vapor.

Sim, e como pode ver, o por�o � bastante espa�oso.

A 50 guilders por cabe�a, paga-se sozinho.

Depois de tr�s travessias,

o resto ser� lucro.

Posso perguntar-lhe uma coisa, Sr. Agreus?

Claro que sim.

Trabalhou como contratado?

Durante cinco anos.

Para um dono de fundi��o em New Freehold.

O trabalho era dif�cil, mas ele era justo.

E como fez a sua fortuna, vindo de uma situa��o t�o humilde?

Guilder a guilder.

Como toda a gente.

Sabe o que dizem, o primeiro guilder � sempre o mais dif�cil,

principalmente para...

Um Fauno.

Principalmente para um Fauno.

Diga-me,

o que faz um skipjack, exactamente?

Vejo que fez algumas perguntas.

� preciso saber com quem se est� a fazer neg�cio.

O skipjack � quem localiza trabalhadores que fugiram.

Est� a dizer que...

perseguiu a sua pr�pria esp�cie?

Assinaram o mesmo contrato que eu assinei.

Mesmo assim.

� a sua pr�pria esp�cie.

N�o vou negar, Sr. Spurnrose, que em todos os anos nesse ramo

nunca encontrei um skipjack, que n�o fosse da sua esp�cie.

Mas percebi h� muito tempo

que, se quisesse ter sucesso no mundo dos homens,

teria de seguir as regras dos homens.

H� outro assunto que gostaria de discutir consigo, sobre a minha irm�

e as condi��es do seu acordo com ela.

O que � que ele disse?

� como disseste no outro dia.

S� quando o tiveres ajudado a estabelecer

uma base no nosso c�rculo social

� que estar�s livre das tuas obriga��es para com ele.

Bem,

a julgar pela reac��o � presen�a dele no leil�o,

isso pode demorar muito tempo.

Por acaso,

ficar�s feliz por saber

que o Sr. Agreus recebeu um convite

para tomar ch� em casa dos Tripplethorns esta tarde.

A s�rio?

Aparentemente, insistiram em entregar o quadro que licitou pessoalmente.

Parece que est�o muito curiosos para saber mais sobre o nosso misterioso vizinho Fauno.

Muito em breve,

os teus servi�os deixam de ser necess�rios.

Talvez para sempre, querida.

S� podemos ter esperan�a.

Podemos.

Podemos mesmo ter.

Cuidado!

Fleury.

Viste a Vignette?

Algum problema?

N�o voltou para casa ontem � noite.

Ent�o est� sob cust�dia?

Foi o que acabei de dizer.

Est� metida em sarilhos?

Isso � com o juiz.

Se estiver de mau humor, ela ser� reportada.

Mas, se tiver sorte,

s� ser� multada.

A multa � grande? Eu pago.

Assim n�o ter� de incomodar o juiz.

Volte amanh� com 50 guilders.

Cinquenta?

Vou ver o que posso fazer.

Ora a� est�.

Sargento, vou fumar um cigarro.

Est� bem.

Boa tarde, Sra. Fyfe.

Vim saber do Philo.

Por aqui.

Asseguro-lhe

de que o Inspector Philostrate foi preso e acusado.

N�o disse nada sobre acus�-lo quando fal�mos.

Passar por humano � crime.

N�o � a primeira cidad� decente a ser enganada assim.

Al�m disso, � s� a ponta do icebergue.

Tamb�m o acus�mos pelos homic�dios.

O qu�?

O Sr. Philostrate n�o � um assassino.

N�o preciso de lhe dizer isso.

Trabalha com ele h� anos.

Como saber, quando se trata de um Critch?

Foi a sua pe�a que montou o puzzle.

Tudo se encaixou

quando nos contou que ele era um mesti�o.

Foi mentira.

- Repita isso? - Tivemos uma desaven�a.

Inventei tudo para o magoar.

Philo.

A tua senhoria acabou de prestar uma declara��o

que pode livrar-te desta confus�o.

Disseste que n�o cometeste estes homic�dios.

Sabe que n�o.

Nem do Morange?

N�o.

Nem do Mestre?

N�o.

Nem da Pix, Aisling Querelle?

N�o.

Ent�o n�o � verdade que �s filho dela?

Isso foi inven��o da Fyfe

por causa de uma desaven�a?

Tenho de ouvir da tua boca.

Que �s humano

e n�o um mesti�o mentiroso.

Anda l�.

Responde-me.

Aisling Querelle era a minha m�e.

Sou o que sou.

O Darkasher continua por a�...

Chega de conversa fiada!

Confiei em ti!

Acreditei em ti!

Soube que o Mestre Symes o deixou

no cap�tulo 39 de Elomia.

Abra e vamos come�ar.

Acho que n�o estou com disposi��o.

Seja como for,

fui trazido para lhe dar explica��es e receio ter de insistir.

N�o est� em posi��o de insistir sobre nada.

Percebo pelos seus sapatos.

Precisa deste emprego.

Muito.

O que significa que vai confirmar a minha presen�a ao Mestre Symes,

e informar que estou a fazer um progresso espl�ndido.

E se n�o fizer?

Digo ao Symes que � um mau professor e para me arranjar outra pessoa.

Estamos esclarecidos?

�ptimo. Vemo-nos aqui amanh�.

N�o fique t�o abatido.

Seja o que for que estejam a pagar, pago o dobro.

Conhe�o o teu tipo.

Vives �s custas da riqueza e reputa��o do pap�,

sem pensares em como essa hist�ria ir� acabar.

Fui trazido para te dotar de um pouco de sabedoria

para que te tornes um ser humano mais toler�vel.

� pegar ou largar.

Mas n�o penses que me podes pagar

para mentir por ti.

Porque n�o me importo com o teu pai.

E n�o tenho medo de pobreza.

Mas acho que tens.

Ent�o,

est� na altura de te preocupares com o teu futuro, rapaz.

Se queres ter um.

N�o � como os meus outros professores, pois n�o?

Se soubesses

o que j� vi

e fiz.

�ptimo. Cap�tulo 39.

S� estou a dizer que nos faz parecer mal.

Um de n�s, um assassino.

Imaginem o julgamento.

V�o arrastar-nos a todos pela lama por n�o o apanharmos mais cedo.

Exacto.

N�o sei quanto a voc�s,

mas trabalhei muito, por muito tempo,

para ver a minha reputa��o desfeita por uma ma�� podre.

N�o h� nada a fazer, pois n�o?

- O homem tem de ir a tribunal. - Tem?

Onde quer chegar?

E se,

digamos, ele tentar fugir for alvejado pelos seus problemas?

Est� bem...

Talvez...

o horror do que ele fez o afecte,

e ele enforca-se na cela. Podia acontecer.

De qualquer forma, n�o haveria julgamento.

Pensem nisso.

Considerem.

Philo.

S� queria dizer

que fizeste a tua m�e orgulhosa.

Quem me dera ter-lhe feito justi�a.

Estava a chegar t�o perto.

Sempre quis saber quem era o meu pai.

Se era um soldado ou um poeta. Agora sei que � s� um peda�o de merda.

Achas que o teu pai cometeu os homic�dios?

� a �nica coisa que faz sentido.

Todos sabiam de mim.

O bastardo meio-fada dele.

N�o digas isso.

Ele � que � um bastardo.

Algu�m com tanto a perder, que se disp�s a matar tr�s inocentes,

s� para proteger a reputa��o.

O que n�o percebo

� porque � que ele n�o veio atr�s de mim primeiro.

Porque � que aquela coisa n�o me matou no t�nel na outra noite?

A n�o ser...

A n�o ser o qu�?

A n�o ser que n�o saiba quem eu sou.

� por isso que precisava dos f�gados.

Para que pudesse ler os segredos e segui-los at� mim.

Ent�o ainda n�o acabou.

Mais cedo ou mais tarde, tamb�m vai mandar essa coisa atr�s de ti.

A n�o ser que me enforquem primeiro.

Philo.

Berwick.

Tenha cuidado.

O Dombey quer ter a certeza de que n�o v� a julgamento.

Vai tentar alguma coisa.

�s um bom homem.

Desculpe n�o poder fazer mais por si.

Eu sei.

A Ascens�o.

O que achas disto, Fergus?

N�o era assim que gastava 300 mil guilders.

Mas � o mestre aqui, n�o eu.

Muito bem.

Onde � que o penduro?

Talvez uma opini�o feminina ajude.

Sa� para dar um passeio e vi-o a trazer o quadro.

Uma opini�o feminina seria muito bem-vinda.

Levante um pouco � direita.

Perfeito.

Obrigado. Est� perfeito a�.

Eu penso que sim.

O que estava a tentar dizer, pergunto-me?

O pintor.

Que estamos todos posicionados entre o C�u e o Inferno, suponho.

Acha que ela est� destinada a ser um anjo?

Ela tem asas para isso.

E ele � um dem�nio?

Ele tem chifres para isso.

Mas ele � um tipo estranho de dem�nio, n�o �?

A puxar para o c�u.

Est� de cabe�a para baixo, n�o est�?

Talvez n�o seja um dem�nio.

Mas esses chifres...

O que mais poderia ser?

Um salvador?

De qu�?

Da mediocridade.

Como se a Mna. Spurnrose, soubesse algo sobre ser med�ocre.

O que � aquilo?

Isto? � outra das minhas estimadas posses.

Uma l�mpada el�ctrica.

Como � que funciona?

Permita-me.

O que est� a fazer?

Chama-se bateria.

� apenas �gua que foi destilada do vapor,

mas este � o ingrediente m�gico.

BATERIA

Sulfato de cobre.

E agora?

Paci�ncia.

N�o consegui parar de pensar em ti.

Disse a mim mesmo que eras apenas outra conquista,

como qualquer outra.

Mas fui-me embora a sentir como se fosse eu que tivesse sido conquistado.

E passei o dia todo a perguntar-me porqu�.

Alguma coisa mudou em mim.

Levaste-me ao limiar de algo que j� n�o posso ignorar.

E o que �?

O futuro.

Nunca me tinha dado ao trabalho de o imaginar antes.

Ele n�o me pertencia. Pertencia

a profecias e a promessas n�o cumpridas...

At� o dia em que uma estranha veio ao Parlamento.

Ela n�o era nada quando entrou.

Ningu�m esperava nada dela.

Mas, em cinco minutos,

ela colocou o meu pai,

o Chanceler do Burgo,

de joelhos.

E?

N�o vais perguntar?

Perguntar o qu�?

A pergunta que vieste aqui fazer-me.

Porqu�?

Caos.

Caos?

Sim.

O caos � a grande esperan�a de quem espreita nas sombras.

O caos para homens como o teu pai

cria oportunidades para pessoas como tu e eu.

Governos caem.

Mundos antigos ardem.

E decidimos o que ressurge das cinzas.

Um passo de cada vez.

� muito bonito.

Mas, honestamente,

uma l�mpada a g�s n�o faz o mesmo, mas com menos rebuli�o?

Pode ser o caso agora, mas,

quero dizer,

um dia, as ruas estar�o cheias de fios,

a trazer electricidade de centrais distantes.

N�o haver� fumo, nem inc�ndios acidentais.

Vamos ligar um interruptor,

e a luz vai acabar com a escurid�o.

Ou, pelo menos, gosto de pensar que as coisas v�o ser assim, um dia.

Pensar no futuro � uma coisa boa.

�s vezes, � uma coisa necess�ria.

� assim que faz?

Ignora os olhares e os insultos

a imaginar o dia

em que a vis�o de um Fauno em Finistere Crossing atraia aten��o,

n�o pelo estilo do seu casaco,

mas pelo seu cora��o?

E pensava eu que me considerava f�til.

At� rid�culo.

N�o.

No in�cio, sim, admito.

Mas agora vejo como estava enganada.

� muito diferente de todos

que j� conheci, Sr. Agreus.

Isto foi trazido de Puyan

pelo Prior que fundou este lugar.

Ele salvou-o de Great Hoff,

quando o Ex�rcito do Burgo o destruiu.

Queria ter a certeza de que os velhos costumes nunca seriam esquecidos aqui.

O Escondido trouxe-o a este lugar porque Ele tem um prop�sito para ti.

Diz-me.

Primeiro, tens de lhe provar o que vales.

Levantaram as m�os contra n�s durante demasiado tempo.

Agora � a nossa vez.

Sangue por sangue.

N�o, por favor.

Por favor!

Eu tenho fam�lia.

Por favor.

N�o.

Por favor! Tenho mulher.

Tenho filhos!

Os trabalhadores agr�colas de Allora entraram em greve.

Enviem a Guarda, que mais?

As sondagens do terceiro distrito mostram Wootenvale a uma boa dist�ncia.

Marquem-me uma apari��o no pr�ximo com�cio dele.

Ver se conseguimos reduzir a diferen�a. Que mais?

- A alian�a de Longerbane �... - Boas not�cias, Winetrout!

Se houver alguma.

A pol�cia tem um suspeito sob cust�dia pela recente s�rie de homic�dios.

A� est�. V�s? N�o foi assim t�o dif�cil.

O culpado � um mesti�o.

As mortes foram para manter o segredo dele.

O Pix assassinado era a pr�pria m�e, segundo me disseram.

Que coisa s�rdida.

Aisling qualquer coisa. Parece que era cantora.

� a primeira vez que ou�o falar de um Pix assassinado.

Porque saberia?

Sim, de facto.

Quando ser� enforcado?

Quanto antes, melhor.

Sentia-me como se tivesse finalmente encontrado um lugar nesta cidade.

Foi quando vi o cartaz. "Tesouros de Tirnanoc."

Tudo o que tinha vivido e respirado,

que tinha passado toda a minha vida a tentar tanto proteger,

colocado em caixas de vidro para um bando de idiotas verem

como a porcaria de um espect�culo de circo.

Nunca pensas em Tirnanoc?

O tempo todo.

Quem me dera nunca te ter deixado.

Philo.

Como � que nos perdemos tanto?

N�o nos perdemos.

Encontr�mo-nos.

Ordem de transfer�ncia

para Rycroft Philostrate.

Eles v�m buscar-te.

Eu sei.

- Philo. - Fica comigo.

- N�o. Philo... - Fica comigo.

Fica comigo.

Fica comigo.

Larguem-no!

- Larguem-no! - Fica comigo.

Larguem-no! Por favor...

Amo-te.

Tirem as m�os de cima dele. Volta.

Esperem. Por favor.

Para onde o est�o a levar? Philo!

N�o...

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