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CAVALEIROS DOS MONTES
Bem, esse parece um bom lugar para tomarmos um caf�.
�.
- E caf� � tudo que temos. - Caf�?
Quero algo para comer. Estou com fome.
Pee Wee, estou envergonhado de voc�. Aqui est� voc�,
supostamente um membro destemido dos Patrulheiros do Arizona.
E est� sempre reclamando sobre o seu est�mago.
Mas n�o posso viajar de est�mago vazio.
Na minha opini�o, � melhor viajar a cavalo.
Al�m do mais, voc� � um patrulheiro agora.
Parem de discutir. Vamos acender uma fogueira.
� uma emboscada!
Olhem.
Os covardes sujos est�o levando nossos cavalos.
Bem, ao menos, pegamos dois deles.
Vamos.
Parece que chegaram na hora certa.
Muito obrigado por assustarem os foras da lei.
- S�o patrulheiros, n�o? - Sim, senhor.
Me chamo Tex Rand e...
- Esses s�o meus amigos. - Sim.
- Tex, Doc... - E Pee Wee.
Prazer em conhec�-los.
Me chamo Louise Rogers. Gostaria de agradec�-los, tamb�m.
Est� tudo bem, Srta. Rogers.
S� est�vamos cumprindo nosso dever.
- Para onde v�o? - Para o posto dos patrulheiros
em Desert Wells.
Mas aqueles homens fugiram com nossos cavalos.
Talvez seja melhor viajarem conosco.
Parece que teremos que fazer isso, se n�o se importar.
Somos �timo patrulheiros. Perder nossos cavalos.
Aposto que seremos motivo de chacota do novo posto.
Entrem na dilig�ncia. Vamos seguir em frente.
Tudo bem.
POSTO DE DESERT WELLS PATRULHEIROS DO ARIZONA
� uma pena n�o descer aqui, Srta. Rogers.
- Aonde voc� vai? - Vou a Tecate,
- do outro lado da fronteira. - Tecate?
Ei, aquele lugar s� tem um saloon e um po�o de �gua.
Mesmo assim, � para l� que vou.
Bem...
- Espero voltar a v�-la. - Eu tamb�m.
Todos n�s esperamos.
- Adeus, rapazes. - Adeus, Srta. Rogers.
Obrigado novamente, rapazes. At� mais.
At� mais.
- Adeus, Srta. Rogers. - Adeus.
Adeus.
Bem...
Parece que os homens vieram nos receber.
�.
Se ajeite, Pee Wee.
Aqueles devem ser os 3 novos homens.
Eles n�o parecem certos para o servi�o.
Parecem encrenqueiros.
- Capit�o Hayes? - Sim.
- Me chamo Rand. - Doc Thornton.
Pee Wee McDougal.
- Somos seus 3 novos patrulheiros. - Foi o que pensei.
- Mas, cad� seus cavalos? - N�s...
Os deixamos em Tucson.
- E viemos de dilig�ncia. - Entendo.
Rankins, mostre o dormit�rio a esses homens.
Certo, homens.
Se aqueles s�o os melhores homens no servi�o,
pedirei baixa.
N�o os julgaria com tanta pressa, Beef.
Rand tem uma �tima ficha no servi�o.
E os outros dois sempre trabalham com ele.
O que achou da m�sica?
Soaram como coiotes uivando.
- Boa noite, capit�o. - Boa noite, Rand.
Gostei da m�sica. Fico feliz em t�-los conosco.
Obrigado.
Sabe, a situa��o na fronteira n�o est� boa.
H� uma gangue de ladr�es de gado do outro lado da divisa.
At� agora, n�o conseguimos captur�-los.
Sim, senhor. Fiquei sabendo no quartel-general.
Tenho um plano que acho que funcionar�.
- Mas levar� tempo. - Certo.
- Conte-me. - Bem, capit�o...
Ei, Dick.
Mande os homens se prepararem para treinar a mira.
Sim, senhor.
Certo, homens. Praparem-se para treinar a mira.
Capit�o Hayes. Capit�o Hayes.
- Qual � o problema, Gibson? - A gangue da fronteira
- roubou nossa manada. - Mande os homens montarem.
Certo, homens. Adiante!
Bem, eles atravessaram a fronteira. Mas acabaremos com isso agora mesmo.
Colocaremos guardas em todas as passagens.
Rand, pegue seus dois rapazes e cuida da passagem local.
- Sim, senhor. - Dickson, pegue os homens
e v�o cuidar da passagem a leste daqui.
Sim, senhor.
Devem ser os homens do rancho Walker.
Fiquem aqui de olho enquanto dou uma olhada ao redor.
Bem...
Foi por pouco.
O que � isso, senhor? O que aconteceu?
Algu�m atirou em voc� e seu cavalo perdeu o controle.
- Eu s� estava por perto. - Obrigado, senhor.
Ainda bem que estava.
Voc� ficar� bem. S� pegou de rasp�o.
Sou agradecido, meu amigo.
- Voc� � um patrulheiro? - Sim, senhor.
Me chamo Tex Rand.
Sou o capit�o Mendoza, dos rurales mexicano.
- Bem, � um prazer conhec�-lo, senhor. - A hospitalidade deste lado da fronteira
pode ser muito melhor.
Bem, comecei a trabalhar neste territ�rio hoje.
Voc� deve saber o que enfrentar�, mas fico feliz que tenha aparecido.
E se puder ajud�-lo um dia, � s� pedir.
Bem, obrigado, capit�o.
Lembrarei disso.
Agora, � melhor eu te ajudar a chegar no seu quartel-general.
N�o � necess�rio, senhor. Estou bem agora.
Obrigado.
- At� mais, amigo. - Adeus.
- Est� tudo certo? - Sim, o peguei.
Isso � �timo. Agora, nos livraremos dos patrulheiros.
V�, Pete.
Problema. Problema.
Depressa. Sigam-me.
Talvez seja melhor segu�-lo.
Funcionou direitinho.
Vamos pegar aquela manada, depressa.
Aonde ser� que ele foi?
Ele devia estar com pressa.
Olhe.
Ele deixou a carteira cair do bolso. Talvez seja melhor levarmos.
Sim.
Bem, n�o acredito.
- A manada se foi. - Sim.
Estaremos acabados quando descobrirem que a culpa � nossa.
Bem, vamos voltar e aceitar nossa puni��o.
Te digo, capit�o, nunca ficamos t�o surpresos na vida quanto
quando voltamos e descobrimos que tinham levado a gado.
Aonde voc� estava quando isso tudo aconteceu, Rand?
Bem, estava vigiando o outro lado do vale.
Tem algo a dizer, Pee Wee?
- Bem, eu... - N�o precisam dizer nada, capit�o.
Est� claro como o dia. Eles s�o covardes ou...
- Ora, seu... - Lembre-se, Rand.
Voc� � um patrulheiro.
- Me desculpe, capit�o... - Espere.
O que � isso?
"Obrigado, rapazes. Essa � a parte de voc�s. "
Isso � o suficiente para mim. Prenda esses dois homens.
D�-me suas armas.
Certo. Andando.
Me parece uma arma��o.
Me surpreende o capit�o Hayes n�o perceber isso.
Eu devia dizer a ele o que penso.
N�o, Tex. N�o fa�a isso.
Ele pode prend�-lo conosco. E voc� � nossa �nica chance de sair.
Mesmo assim, acho que Ihe direi uma coisa ou duas.
Ele devia saber que nenhum patrulheiro faria isso.
J� basta.
Esses homens s�o culpados e n�o h� d�vidas disso.
- E eles ser�o julgados. - Eu digo que n�o s�o culpados.
- E s� quero a chance de provar isso. - S� um instante, Rand.
Me parece que voc� � culpado por n�o ter impedido o ataque.
Bem, sinto muito, rapazes.
S� resta uma coisa a se fazer.
Vou desertar e atravessar a fronteira.
- Esperem at� eu vir tir�-los daqui. - Mas, Tex, voc� n�o pode fazer isso.
- Isso n�o � certo, Tex. - Mesmo assim, farei isso.
- Ele n�o pode desertar. - N�o, temos que par�-lo.
- Como sa�remos daqui? - Deixe-me pensar.
Eu n�o sei.
Ora, Sr. Rand. O que faz aqui?
Pensei em visit�-la.
Mas esse lugar � perigoso para patrulheiros.
- � melhor partir imediatamente. - Mas...
N�o sou mais um patrulheiro.
Entendi.
Bem, tenho que fazer meu n�mero agora. Te vejo mais tarde.
- Voc� trabalha aqui? - Sim.
- Por que? - Eu n�o sei.
Voc� parece deslocada num lugar desses.
Voc� tamb�m parece deslocado.
Eu gostei daqui. Ei...
Talvez eu consiga um trabalho e me estabele�a.
Acha que o chefe pode gostar da minha voz?
- Voc� canta, tamb�m? - Um pouco.
- Bem, talvez possamos fazer um dueto. - N�o, acho que n�o conseguiria
- cantar com algu�m. - Vamos.
- Esse � o Tex Rand. - Como vai?
Ei, aquele homem n�o � um patrulheiro?
N�o, aquele � o Tex Rand, o desertor.
N�o leu sobre ele?
Talvez haja uma recompensa por ele.
- Acha que podemos entreg�-lo? - N�o sei.
Podemos ser capazes de us�-lo. Ele sabe como os patrulheiros trabalham.
- Cham�-lo para a gangue? - Claro, isso mesmo.
E nos livraremos dele quando chegar a hora.
Acho que est� cometendo um erro. N�o gosto do jeito dele.
S� est� chateado por que ele est� de papo com sua garota.
Ei, eu conhe�o essa.
�timo. Os rapazes tamb�m.
Song of the Open Range, rapazes.
Quando acabar de cantar, traga-o aqui.
- Voc� se chama, Rand? - Sim, senhor.
Aquele homem quer v�-lo.
- Me d� licen�a? - � claro.
Ol�, Rand. Me chamo Jeffries.
Como vai, senhor?
- Sente-se. - Obrigado.
Soube que teve um probleminha com os patrulheiros.
- Isso mesmo. - O que te traz ao sul da fronteira?
Eu...
Queria acertar algo, ent�o...
Pensei em ficar por aqui.
Voc� veio ao lugar certo. Quer ganhar um dinheiro f�cil?
Claro. Sempre que puder.
Um homem que sabe tanto sobre os patrulheiros quanto voc�,
pode ajudar bastante a atravessar o gado pela fronteira.
Qual � sua proposta?
Te daremos uma parte do lucro. O que acha disso?
- Aceitou sua proposta. - �timo.
Seu trabalho ser� evitar que nos encontremos com os patrulheiros.
Deve haver 500 cabe�as naquela manada.
Esperaremos se aproximarem para atacarmos.
Preparem-se, homens.
Capit�o, l� est� aquele desertor traidor.
Reconhe�o seu cavalo.
Fujam, homens. � uma armadilha.
Disse para n�o disparar at� eu dar as ordens.
Quero peg�-lo com vida.
Esperem, homens. N�o podemos peg�-los agora.
Aquele tiro os avisou.
Ainda pegarei aquele can�rio.
Te digo, Jeff.
Esse tal de Rand � um traidor.
S� h� uma pessoa no nosso bando que avisaria os patrulheiros...
Ele.
Todos os ataques que tentamos desde que ele apareceu, n�o deram certo.
E teriam nos pego hoje se n�o tivessem disparado aquele tiro.
Qual � o problema com voc�? Chateado por ele roubar sua garota?
N�o acho que isso fez diferen�a por que n�o tinha chance com ela.
Isso n�o me preocupa.
Por que ningu�m roubar� nenhuma garota de mim.
N�o?
� o que parece que ele est� fazendo.
Cuidarei daquele can�rio traidor.
Rand, voc� n�o engana ningu�m.
Voc� tem azarado esse bando.
Est� na hora de partir. As coisas n�o s�o as mesmas
desde que chegou aqui.
Ent�o cuidarei para que a paz e tranquilidade sejam restauradas.
- Ser� preciso mais que voc� para isso. - Tex, por favor.
Est� tudo bem, Louise. Posso cuidar disso.
Ent�o � melhor come�ar.
Obrigado.
Estou t�o preocupada, Tex. Ele se vingar� de voc� por isso.
Ficarei de olho nele.
Um can�rio, heim? O que acha dele agora?
Ainda digo que ele est� nos enganando.
Sim, senhor. Ele te enganou direitinho.
Jeffries, aqueles s�o os dois patrulheiros
para quem armamos quando roubamos a manada do Walker.
- � melhor peg�-los. - Devagar, Regan.
Vamos ver o que querem.
Ol�, Tex.
Bem...
N�o est�o cometendo um erro?
Nunca os vi antes.
Ora, Tex. N�o lembra dos seus amigos?
- Sou o Doc e ele � o Pee Wee. - Claro, voc� se lembra.
Tex, Doc e Pee Wee.
Receio que estejam falando com o homem errado.
Tex, n�o � certo nos tratar assim.
Aposto que est� com "ambrosia". Talvez algu�m tenha acertado sua cabe�a.
Algu�m mais ser� acertado na cabe�a se n�o pararem de me incomodar.
- Agora, saiam daqui. - N�o, Tex.
N�o seja t�o apressado.
Vamos ao m�dico e voc� voltar� ao normal.
Pensei ter dito para sa�rem daqui.
Estou pensando em ench�-los de chumbo.
Agora, saiam daqui!
Pobre Tex.
Ele est� louco.
- Ei, Doc, o que disse que ele tinha? - "Ambrosia".
- N�o, amn�sia. - O que � isso?
Acho que significa que ele est� perdido.
- Como assim? - N�o sei, li num livro uma vez.
� melhor sairmos daqui e esperarmos o Tex l� fora.
Mas � claro que se lembra daqueles dois homens.
Lembro sim. Eles s�o patrulheiros.
Est�o aqui tentando coletar a recompensa pela minha captura.
- Mas eles n�o se safar�o. - Oh, entendi.
Se me d� licen�a, ficarei de olho neles.
� claro.
Pegue alguns dos rapazes e sigam-nos.
Certo.
Bom trabalho.
Voc�s entraram num lugar onde patrulheiros
s�o t�o bem-vindos quanto var�ola.
O que querem fazer? Ser massacrados?
Se lembrou de n�s?
� claro que sim.
Tive que fazer isso para evitar que aquela gangue suspeitasse.
- Espero que tenha funcionado. - Eles s�o patrulheiros mesmo.
Todos os tr�s. Vamos.
- Ent�o voltar� conosco, Tex? - N�o, eu n�o posso fazer isso.
Sabe, voc�s n�o deviam ter fugido. Eu os inocentaria em alguns dias.
Mas, Tex, queremos lev�-lo de volta para os patrulheiros.
M�os ao alto!
Peguem as armas deles.
Bem, ele escapou. Mas n�o se distanciar�
enquanto estivermos com esses dois.
Levem-nos para o esconderijo.
Vamos.
Capit�o, algu�m est� a caminho.
Sr. Rand. Ent�o, nos reencontramos.
Ainda bem.
Sabe, voc� me disse que se eu precisasse de ajuda, era s� pedir.
- Bem, eu preciso agora. - Mas � claro, senhor.
Estou ao seu disp�r. O que podemos fazer?
Sabe, me infiltrei numa gangue de ladrr�es de gado
que vem trabalhando do seu lado da fronteira.
Mas eles capturaram meus dois amigos. E se n�o trabalhamos depressa,
algo pode acontecer com eles.
Os rurales tamb�m trabalharam neste caso.
Mas n�o conseguimos provas o suficiente at� agora.
- Ser� um prazer ajud�-lo, senhor. - Obrigado.
Tex, ainda bem que o encontrei. Est�o levando seus dois amigos
para o esconderijo deles, nas montanhas. Acho que sei onde fica.
Como saberei que isso n�o � um truque?
- Achei que andasse com aquela gangue. - � claro que n�o.
Estava investigando-os para o governo mexicano.
Sim, senhor. Isso � verdade.
N�s pensamos que causaria menos suspeita se contrat�ssemos uma agente americana.
O que estamos esperando?
- Bem, o que faremos com eles, Pete? - Acho melhor cortarmos suas gargantas.
N�o, isso � muito complicado.
Balas s�o mais r�pidas. Ou talvez possamos enforc�-los.
Enforcamento � r�pido demais.
Primeiro, dev�amos cortar as orelhas deles.
Essa � uma boa ideia.
- Posso fazer isso com um corte assim. - Espere um pouco.
O que quer fazer? Mat�-los de susto?
Espere o Rand chegar para participar da divers�o.
Tex Rand est� liderando um bando de rurales.
- Est�o vindo para c�. - O que eu te disse?
Regan, diga-o que � melhor ele vir sozinho se quiser v�-los com vida.
Homens, posicionem-se nos dois lados do cani�n.
N�o arriscarei desta vez.
Pete, fique aqui vigiando estes dois.
Sim.
Talvez eu termine esse trabalho agora.
Jeffries disse para deixar os rurales aqui e vir sozinho
- se quiser voltar a ver seus amigos. - N�o fa�a isso, Tex.
Isso � imposs�vel.
Meus amigos correm perigo e os ajudarei.
Voc� n�o pode fazer isso. Eles te matar�o.
Terei que arriscar.
Capit�o, se ouvir um disparo, venha depressa.
Certo, senhor.
Essa faca n�o est� afiada o suficiente para cortar a orelha de ningu�m.
Essa � a faca mais afiada em todo o M�xico.
- Logo te mostrarei. - Ela sequer cortaria queijo.
Se vai me cortar, quero um trabalho limpo.
Claro.
Est� dizendo que essa faca n�o presta?
- Ela corta qualquer coisa. - Ela sequer corta uma corda.
- Corto qualquer coisa assim. - Isso n�o � nada.
Deixe-me v�-lo cortando uma corda de verdade.
Pegue a arma de Pee Wee.
Peguei.
Eu sinto muito.
- Se sente melhor agora? - Sim, senhor.
Homens, cubram o cani�n.
Voc� dois v�o l� para cima.
Cuidem do Rand e n�o acertem o Regan.
Vamos.
A� vem ele.
Lembrem-se, rapazes, n�o acertem o Regan.
Tex, isso � uma emboscada!
A� est� o sinal.
Avante.
Cuidado.
Eles n�o vir�o por aqui. Eles foram pegar os cavalos.
Amigo.
Pegaram seus cavalos. Vamos, em frente.
M�os ao alto!
Bem, Jeffries...
Voc� voltar� ao posto.
O que � isso?
Certo, seu desertor traidor, agora voc� n�o escapa.
- Voc� est� preso. - Espere um pouco, Beef.
Voc� est� cometendo um erro. Criamos esse esquema
para capturar aquela gangue.
- O que? - Isso mesmo.
- Bem, vejo que pegou um deles, Rand. - Sim, senhor, o l�der.
Acabamos com a gangue toda com a ajuda dos rurales mexicanos.
Isso � �timo.
Capit�o Hayes, quero que conhe�a a Srta. Rogers.
Ela nos ajudou na captura.
- Ol�, Srta. Rogers. - Como vai, capit�o?
Prenda-o, rapazes.
Vamos. Andando.
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