All language subtitles for Riders of the Rockies (1937) Port. Br.

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Original subtitles

CAVALEIROS DOS MONTES

Bem, esse parece um bom lugar para tomarmos um caf�.

�.

- E caf� � tudo que temos. - Caf�?

Quero algo para comer. Estou com fome.

Pee Wee, estou envergonhado de voc�. Aqui est� voc�,

supostamente um membro destemido dos Patrulheiros do Arizona.

E est� sempre reclamando sobre o seu est�mago.

Mas n�o posso viajar de est�mago vazio.

Na minha opini�o, � melhor viajar a cavalo.

Al�m do mais, voc� � um patrulheiro agora.

Parem de discutir. Vamos acender uma fogueira.

� uma emboscada!

Olhem.

Os covardes sujos est�o levando nossos cavalos.

Bem, ao menos, pegamos dois deles.

Vamos.

Parece que chegaram na hora certa.

Muito obrigado por assustarem os foras da lei.

- S�o patrulheiros, n�o? - Sim, senhor.

Me chamo Tex Rand e...

- Esses s�o meus amigos. - Sim.

- Tex, Doc... - E Pee Wee.

Prazer em conhec�-los.

Me chamo Louise Rogers. Gostaria de agradec�-los, tamb�m.

Est� tudo bem, Srta. Rogers.

S� est�vamos cumprindo nosso dever.

- Para onde v�o? - Para o posto dos patrulheiros

em Desert Wells.

Mas aqueles homens fugiram com nossos cavalos.

Talvez seja melhor viajarem conosco.

Parece que teremos que fazer isso, se n�o se importar.

Somos �timo patrulheiros. Perder nossos cavalos.

Aposto que seremos motivo de chacota do novo posto.

Entrem na dilig�ncia. Vamos seguir em frente.

Tudo bem.

POSTO DE DESERT WELLS PATRULHEIROS DO ARIZONA

� uma pena n�o descer aqui, Srta. Rogers.

- Aonde voc� vai? - Vou a Tecate,

- do outro lado da fronteira. - Tecate?

Ei, aquele lugar s� tem um saloon e um po�o de �gua.

Mesmo assim, � para l� que vou.

Bem...

- Espero voltar a v�-la. - Eu tamb�m.

Todos n�s esperamos.

- Adeus, rapazes. - Adeus, Srta. Rogers.

Obrigado novamente, rapazes. At� mais.

At� mais.

- Adeus, Srta. Rogers. - Adeus.

Adeus.

Bem...

Parece que os homens vieram nos receber.

�.

Se ajeite, Pee Wee.

Aqueles devem ser os 3 novos homens.

Eles n�o parecem certos para o servi�o.

Parecem encrenqueiros.

- Capit�o Hayes? - Sim.

- Me chamo Rand. - Doc Thornton.

Pee Wee McDougal.

- Somos seus 3 novos patrulheiros. - Foi o que pensei.

- Mas, cad� seus cavalos? - N�s...

Os deixamos em Tucson.

- E viemos de dilig�ncia. - Entendo.

Rankins, mostre o dormit�rio a esses homens.

Certo, homens.

Se aqueles s�o os melhores homens no servi�o,

pedirei baixa.

N�o os julgaria com tanta pressa, Beef.

Rand tem uma �tima ficha no servi�o.

E os outros dois sempre trabalham com ele.

O que achou da m�sica?

Soaram como coiotes uivando.

- Boa noite, capit�o. - Boa noite, Rand.

Gostei da m�sica. Fico feliz em t�-los conosco.

Obrigado.

Sabe, a situa��o na fronteira n�o est� boa.

H� uma gangue de ladr�es de gado do outro lado da divisa.

At� agora, n�o conseguimos captur�-los.

Sim, senhor. Fiquei sabendo no quartel-general.

Tenho um plano que acho que funcionar�.

- Mas levar� tempo. - Certo.

- Conte-me. - Bem, capit�o...

Ei, Dick.

Mande os homens se prepararem para treinar a mira.

Sim, senhor.

Certo, homens. Praparem-se para treinar a mira.

Capit�o Hayes. Capit�o Hayes.

- Qual � o problema, Gibson? - A gangue da fronteira

- roubou nossa manada. - Mande os homens montarem.

Certo, homens. Adiante!

Bem, eles atravessaram a fronteira. Mas acabaremos com isso agora mesmo.

Colocaremos guardas em todas as passagens.

Rand, pegue seus dois rapazes e cuida da passagem local.

- Sim, senhor. - Dickson, pegue os homens

e v�o cuidar da passagem a leste daqui.

Sim, senhor.

Devem ser os homens do rancho Walker.

Fiquem aqui de olho enquanto dou uma olhada ao redor.

Bem...

Foi por pouco.

O que � isso, senhor? O que aconteceu?

Algu�m atirou em voc� e seu cavalo perdeu o controle.

- Eu s� estava por perto. - Obrigado, senhor.

Ainda bem que estava.

Voc� ficar� bem. S� pegou de rasp�o.

Sou agradecido, meu amigo.

- Voc� � um patrulheiro? - Sim, senhor.

Me chamo Tex Rand.

Sou o capit�o Mendoza, dos rurales mexicano.

- Bem, � um prazer conhec�-lo, senhor. - A hospitalidade deste lado da fronteira

pode ser muito melhor.

Bem, comecei a trabalhar neste territ�rio hoje.

Voc� deve saber o que enfrentar�, mas fico feliz que tenha aparecido.

E se puder ajud�-lo um dia, � s� pedir.

Bem, obrigado, capit�o.

Lembrarei disso.

Agora, � melhor eu te ajudar a chegar no seu quartel-general.

N�o � necess�rio, senhor. Estou bem agora.

Obrigado.

- At� mais, amigo. - Adeus.

- Est� tudo certo? - Sim, o peguei.

Isso � �timo. Agora, nos livraremos dos patrulheiros.

V�, Pete.

Problema. Problema.

Depressa. Sigam-me.

Talvez seja melhor segu�-lo.

Funcionou direitinho.

Vamos pegar aquela manada, depressa.

Aonde ser� que ele foi?

Ele devia estar com pressa.

Olhe.

Ele deixou a carteira cair do bolso. Talvez seja melhor levarmos.

Sim.

Bem, n�o acredito.

- A manada se foi. - Sim.

Estaremos acabados quando descobrirem que a culpa � nossa.

Bem, vamos voltar e aceitar nossa puni��o.

Te digo, capit�o, nunca ficamos t�o surpresos na vida quanto

quando voltamos e descobrimos que tinham levado a gado.

Aonde voc� estava quando isso tudo aconteceu, Rand?

Bem, estava vigiando o outro lado do vale.

Tem algo a dizer, Pee Wee?

- Bem, eu... - N�o precisam dizer nada, capit�o.

Est� claro como o dia. Eles s�o covardes ou...

- Ora, seu... - Lembre-se, Rand.

Voc� � um patrulheiro.

- Me desculpe, capit�o... - Espere.

O que � isso?

"Obrigado, rapazes. Essa � a parte de voc�s. "

Isso � o suficiente para mim. Prenda esses dois homens.

D�-me suas armas.

Certo. Andando.

Me parece uma arma��o.

Me surpreende o capit�o Hayes n�o perceber isso.

Eu devia dizer a ele o que penso.

N�o, Tex. N�o fa�a isso.

Ele pode prend�-lo conosco. E voc� � nossa �nica chance de sair.

Mesmo assim, acho que Ihe direi uma coisa ou duas.

Ele devia saber que nenhum patrulheiro faria isso.

J� basta.

Esses homens s�o culpados e n�o h� d�vidas disso.

- E eles ser�o julgados. - Eu digo que n�o s�o culpados.

- E s� quero a chance de provar isso. - S� um instante, Rand.

Me parece que voc� � culpado por n�o ter impedido o ataque.

Bem, sinto muito, rapazes.

S� resta uma coisa a se fazer.

Vou desertar e atravessar a fronteira.

- Esperem at� eu vir tir�-los daqui. - Mas, Tex, voc� n�o pode fazer isso.

- Isso n�o � certo, Tex. - Mesmo assim, farei isso.

- Ele n�o pode desertar. - N�o, temos que par�-lo.

- Como sa�remos daqui? - Deixe-me pensar.

Eu n�o sei.

Ora, Sr. Rand. O que faz aqui?

Pensei em visit�-la.

Mas esse lugar � perigoso para patrulheiros.

- � melhor partir imediatamente. - Mas...

N�o sou mais um patrulheiro.

Entendi.

Bem, tenho que fazer meu n�mero agora. Te vejo mais tarde.

- Voc� trabalha aqui? - Sim.

- Por que? - Eu n�o sei.

Voc� parece deslocada num lugar desses.

Voc� tamb�m parece deslocado.

Eu gostei daqui. Ei...

Talvez eu consiga um trabalho e me estabele�a.

Acha que o chefe pode gostar da minha voz?

- Voc� canta, tamb�m? - Um pouco.

- Bem, talvez possamos fazer um dueto. - N�o, acho que n�o conseguiria

- cantar com algu�m. - Vamos.

- Esse � o Tex Rand. - Como vai?

Ei, aquele homem n�o � um patrulheiro?

N�o, aquele � o Tex Rand, o desertor.

N�o leu sobre ele?

Talvez haja uma recompensa por ele.

- Acha que podemos entreg�-lo? - N�o sei.

Podemos ser capazes de us�-lo. Ele sabe como os patrulheiros trabalham.

- Cham�-lo para a gangue? - Claro, isso mesmo.

E nos livraremos dele quando chegar a hora.

Acho que est� cometendo um erro. N�o gosto do jeito dele.

S� est� chateado por que ele est� de papo com sua garota.

Ei, eu conhe�o essa.

�timo. Os rapazes tamb�m.

Song of the Open Range, rapazes.

Quando acabar de cantar, traga-o aqui.

- Voc� se chama, Rand? - Sim, senhor.

Aquele homem quer v�-lo.

- Me d� licen�a? - � claro.

Ol�, Rand. Me chamo Jeffries.

Como vai, senhor?

- Sente-se. - Obrigado.

Soube que teve um probleminha com os patrulheiros.

- Isso mesmo. - O que te traz ao sul da fronteira?

Eu...

Queria acertar algo, ent�o...

Pensei em ficar por aqui.

Voc� veio ao lugar certo. Quer ganhar um dinheiro f�cil?

Claro. Sempre que puder.

Um homem que sabe tanto sobre os patrulheiros quanto voc�,

pode ajudar bastante a atravessar o gado pela fronteira.

Qual � sua proposta?

Te daremos uma parte do lucro. O que acha disso?

- Aceitou sua proposta. - �timo.

Seu trabalho ser� evitar que nos encontremos com os patrulheiros.

Deve haver 500 cabe�as naquela manada.

Esperaremos se aproximarem para atacarmos.

Preparem-se, homens.

Capit�o, l� est� aquele desertor traidor.

Reconhe�o seu cavalo.

Fujam, homens. � uma armadilha.

Disse para n�o disparar at� eu dar as ordens.

Quero peg�-lo com vida.

Esperem, homens. N�o podemos peg�-los agora.

Aquele tiro os avisou.

Ainda pegarei aquele can�rio.

Te digo, Jeff.

Esse tal de Rand � um traidor.

S� h� uma pessoa no nosso bando que avisaria os patrulheiros...

Ele.

Todos os ataques que tentamos desde que ele apareceu, n�o deram certo.

E teriam nos pego hoje se n�o tivessem disparado aquele tiro.

Qual � o problema com voc�? Chateado por ele roubar sua garota?

N�o acho que isso fez diferen�a por que n�o tinha chance com ela.

Isso n�o me preocupa.

Por que ningu�m roubar� nenhuma garota de mim.

N�o?

� o que parece que ele est� fazendo.

Cuidarei daquele can�rio traidor.

Rand, voc� n�o engana ningu�m.

Voc� tem azarado esse bando.

Est� na hora de partir. As coisas n�o s�o as mesmas

desde que chegou aqui.

Ent�o cuidarei para que a paz e tranquilidade sejam restauradas.

- Ser� preciso mais que voc� para isso. - Tex, por favor.

Est� tudo bem, Louise. Posso cuidar disso.

Ent�o � melhor come�ar.

Obrigado.

Estou t�o preocupada, Tex. Ele se vingar� de voc� por isso.

Ficarei de olho nele.

Um can�rio, heim? O que acha dele agora?

Ainda digo que ele est� nos enganando.

Sim, senhor. Ele te enganou direitinho.

Jeffries, aqueles s�o os dois patrulheiros

para quem armamos quando roubamos a manada do Walker.

- � melhor peg�-los. - Devagar, Regan.

Vamos ver o que querem.

Ol�, Tex.

Bem...

N�o est�o cometendo um erro?

Nunca os vi antes.

Ora, Tex. N�o lembra dos seus amigos?

- Sou o Doc e ele � o Pee Wee. - Claro, voc� se lembra.

Tex, Doc e Pee Wee.

Receio que estejam falando com o homem errado.

Tex, n�o � certo nos tratar assim.

Aposto que est� com "ambrosia". Talvez algu�m tenha acertado sua cabe�a.

Algu�m mais ser� acertado na cabe�a se n�o pararem de me incomodar.

- Agora, saiam daqui. - N�o, Tex.

N�o seja t�o apressado.

Vamos ao m�dico e voc� voltar� ao normal.

Pensei ter dito para sa�rem daqui.

Estou pensando em ench�-los de chumbo.

Agora, saiam daqui!

Pobre Tex.

Ele est� louco.

- Ei, Doc, o que disse que ele tinha? - "Ambrosia".

- N�o, amn�sia. - O que � isso?

Acho que significa que ele est� perdido.

- Como assim? - N�o sei, li num livro uma vez.

� melhor sairmos daqui e esperarmos o Tex l� fora.

Mas � claro que se lembra daqueles dois homens.

Lembro sim. Eles s�o patrulheiros.

Est�o aqui tentando coletar a recompensa pela minha captura.

- Mas eles n�o se safar�o. - Oh, entendi.

Se me d� licen�a, ficarei de olho neles.

� claro.

Pegue alguns dos rapazes e sigam-nos.

Certo.

Bom trabalho.

Voc�s entraram num lugar onde patrulheiros

s�o t�o bem-vindos quanto var�ola.

O que querem fazer? Ser massacrados?

Se lembrou de n�s?

� claro que sim.

Tive que fazer isso para evitar que aquela gangue suspeitasse.

- Espero que tenha funcionado. - Eles s�o patrulheiros mesmo.

Todos os tr�s. Vamos.

- Ent�o voltar� conosco, Tex? - N�o, eu n�o posso fazer isso.

Sabe, voc�s n�o deviam ter fugido. Eu os inocentaria em alguns dias.

Mas, Tex, queremos lev�-lo de volta para os patrulheiros.

M�os ao alto!

Peguem as armas deles.

Bem, ele escapou. Mas n�o se distanciar�

enquanto estivermos com esses dois.

Levem-nos para o esconderijo.

Vamos.

Capit�o, algu�m est� a caminho.

Sr. Rand. Ent�o, nos reencontramos.

Ainda bem.

Sabe, voc� me disse que se eu precisasse de ajuda, era s� pedir.

- Bem, eu preciso agora. - Mas � claro, senhor.

Estou ao seu disp�r. O que podemos fazer?

Sabe, me infiltrei numa gangue de ladrr�es de gado

que vem trabalhando do seu lado da fronteira.

Mas eles capturaram meus dois amigos. E se n�o trabalhamos depressa,

algo pode acontecer com eles.

Os rurales tamb�m trabalharam neste caso.

Mas n�o conseguimos provas o suficiente at� agora.

- Ser� um prazer ajud�-lo, senhor. - Obrigado.

Tex, ainda bem que o encontrei. Est�o levando seus dois amigos

para o esconderijo deles, nas montanhas. Acho que sei onde fica.

Como saberei que isso n�o � um truque?

- Achei que andasse com aquela gangue. - � claro que n�o.

Estava investigando-os para o governo mexicano.

Sim, senhor. Isso � verdade.

N�s pensamos que causaria menos suspeita se contrat�ssemos uma agente americana.

O que estamos esperando?

- Bem, o que faremos com eles, Pete? - Acho melhor cortarmos suas gargantas.

N�o, isso � muito complicado.

Balas s�o mais r�pidas. Ou talvez possamos enforc�-los.

Enforcamento � r�pido demais.

Primeiro, dev�amos cortar as orelhas deles.

Essa � uma boa ideia.

- Posso fazer isso com um corte assim. - Espere um pouco.

O que quer fazer? Mat�-los de susto?

Espere o Rand chegar para participar da divers�o.

Tex Rand est� liderando um bando de rurales.

- Est�o vindo para c�. - O que eu te disse?

Regan, diga-o que � melhor ele vir sozinho se quiser v�-los com vida.

Homens, posicionem-se nos dois lados do cani�n.

N�o arriscarei desta vez.

Pete, fique aqui vigiando estes dois.

Sim.

Talvez eu termine esse trabalho agora.

Jeffries disse para deixar os rurales aqui e vir sozinho

- se quiser voltar a ver seus amigos. - N�o fa�a isso, Tex.

Isso � imposs�vel.

Meus amigos correm perigo e os ajudarei.

Voc� n�o pode fazer isso. Eles te matar�o.

Terei que arriscar.

Capit�o, se ouvir um disparo, venha depressa.

Certo, senhor.

Essa faca n�o est� afiada o suficiente para cortar a orelha de ningu�m.

Essa � a faca mais afiada em todo o M�xico.

- Logo te mostrarei. - Ela sequer cortaria queijo.

Se vai me cortar, quero um trabalho limpo.

Claro.

Est� dizendo que essa faca n�o presta?

- Ela corta qualquer coisa. - Ela sequer corta uma corda.

- Corto qualquer coisa assim. - Isso n�o � nada.

Deixe-me v�-lo cortando uma corda de verdade.

Pegue a arma de Pee Wee.

Peguei.

Eu sinto muito.

- Se sente melhor agora? - Sim, senhor.

Homens, cubram o cani�n.

Voc� dois v�o l� para cima.

Cuidem do Rand e n�o acertem o Regan.

Vamos.

A� vem ele.

Lembrem-se, rapazes, n�o acertem o Regan.

Tex, isso � uma emboscada!

A� est� o sinal.

Avante.

Cuidado.

Eles n�o vir�o por aqui. Eles foram pegar os cavalos.

Amigo.

Pegaram seus cavalos. Vamos, em frente.

M�os ao alto!

Bem, Jeffries...

Voc� voltar� ao posto.

O que � isso?

Certo, seu desertor traidor, agora voc� n�o escapa.

- Voc� est� preso. - Espere um pouco, Beef.

Voc� est� cometendo um erro. Criamos esse esquema

para capturar aquela gangue.

- O que? - Isso mesmo.

- Bem, vejo que pegou um deles, Rand. - Sim, senhor, o l�der.

Acabamos com a gangue toda com a ajuda dos rurales mexicanos.

Isso � �timo.

Capit�o Hayes, quero que conhe�a a Srta. Rogers.

Ela nos ajudou na captura.

- Ol�, Srta. Rogers. - Como vai, capit�o?

Prenda-o, rapazes.

Vamos. Andando.

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