All language subtitles for Forhoeret.S01E05.DANISH.720p.WEB.H264-DoKtor

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Original subtitles

Copenhague Central de Pol�cia

Ah, droga.

Forh�ret - S01E05 "Carro de pol�cia"

legendas @drcaio

� tudo...

� tudo t�o sem sentido.

H� algo que eu possa fazer?

Podemos dar uma volta?

Estou de plant�o. Lassen est� doente.

Mas preciso falar com voc�.

Claro. Saio por um tempo. Vamos conversar.

Nina manda lembran�as.

Est� completamente...

Ela est� com os g�meos hoje. Eles tamb�m n�o entendem nada.

O que disse para eles?

Para os g�meos.

Bem, Nina falou com eles. Eu sa� cedo.

Bem, como se fala de...

que Christina n�o conseguiu...

ter a for�a, de seguir vivendo? N�o sei.

Poderia ter dito que morreu.

Eles j� s�o grandes. Precisam entender.

Ela cuidou deles desde a inf�ncia.

Voc� acha que foi suic�dio?

- Leu o relat�rio da aut�psia? - Falei com Frank.

- H� algo errado? - � o Frank. � um in�til.

Claro, mas foi comprovado.

Quem disse que fala toda a verdade?

- Que verdade � essa? - Christina estava na merda.

Sim.

Voc� sabia?

Sabia que n�o estava feliz,

e isso pode levar a fazer besteira.

Quanto sabia precisamente?

N�o fa�a isto. N�o deveria...

N�o comece a imaginar coisas. V� ver a Susanne.

- Agora precisam um do outro. - Foi a uma festa ontem?

Certo, vamos mudar de assunto.

- Sim, eu fui. - Ficou muito tempo?

- Bj�rn, qual � a sua? - Como assim?

Est� me interrogando. Pare com isso.

- O que faz pensar isso? - Voc� n�o � o �nico abalado!

�s 8:15 esta manh�, Richard me liga e...

me diz...

que Christina est� morta.

E aqui est� voc�, tentando imaginar certas coisas.

- S� perguntei onde esteve. - Questiona seu melhor amigo.

No dia depois do suic�dio da sua filha. Controle-se!

Ent�o pegou mal perguntar?

N�o me interrogue no seu carro!

Quantos anos faz que somos colegas?

- Oito anos. - Sim!

Me ensinou tudo o que sei. Como trabalhar, como pensar.

Convenceu Nina a voltar, quando deixei tudo a perder.

- E outra vez tamb�m. - Sim... eu era seu her�i, n�o?

Esque�a! Todos amamos Christina.

Mas voc� a ferrou.

- Voc� ferrou todos n�s. - Claro, todos voc�s.

Realmente ferrou Susanne. Ferrou a mim e Richard.

Inclusive Nina.

Voc� era insuport�vel.

Sempre que tentava se virar sozinho, fazia besteira.

E quando Susanne finalmente te deixou,

desapegou de tudo completamente.

Pare com isso. V�rias coisas deram errado.

Fui transferido para outro local.

E por que voc� acha que foi?

- Richard teve que reestruturar. - N�o!

- Eu pedi a transfer�ncia. - Por qu�?

Para salv�-lo. Para te ajudar. As pessoas n�o te aguentavam.

A maioria queria voc� fora.

Certo! Agora esquece.

- Quem era? - Qual �! N�o ouve?

Por favor, pare o carro. N�o posso fazer isto.

Pare o carro.

Realmente incr�vel!

Agora � a hora de separar seus amigos de seus inimigos.

Eu sou seu amigo.

Suas l�grimas s�o minhas. Te cuida.

Ei.

Apenas fiz algumas perguntas

tentando saber o que aconteceu ontem.

- Eu sou seu amigo? - Cale a boca.

- Eu sou? - Claro que �.

Qual � a sua? Tento estar do seu lado.

- Algumas coisas n�o encaixam. - Nada encaixa! Christina...

Christina est� morta.

N�o h� nada para descobrir ou resolver.

- Onde te deixo? - Leve-me de volta.

Voc� � meu amigo.

Ainda via a Christina?

Ela deitava no nosso sof� de vez em quando.

- Dormia em sua casa? - Sim.

Talvez precisasse ficar sozinha com pessoas normais.

E Nikki? A mulher de Christina.

Ela � normal?

Ela n�o queria que voc� soubesse,

ent�o, respeitamos seu desejo.

Certo.

- O que fazia na sua casa? - Ela vinha e ia.

Comia, assistia um pouco de TV.

Brincava com as crian�as.

Ela n�o parecia bem. Estressada.

Preferiu n�o me contar isso tamb�m?

Sim, ela n�o queria que lig�ssemos para voc�.

E Susanne?

Eu falei com Susanne.

Na semana passada, n�o a vimos mais.

Nunca?

Bem, eu a vi ontem, mas imagino que voc� sabe.

- Como assim? - Ela estava na festa ontem.

Ela estava exausta. Estava com...

Como era o nome dela?

- Mia. - Sim, Mia.

M� companhia.

O que que voc� estava fazendo na festa?

N�o pergunte ao mal, n�o ou�a o mal, certo?

N�o, realmente n�o.

- Foi convidado? - Claro que n�o. Nunca fomos.

Mas isso n�o nos impediu de aparecer

sempre que pod�amos fazer neg�cios.

- Christina estava l� quando voc� chegou? - Sim.

Estava l� e fazia de tudo. Carreiras, doses e...

Ent�o, mantive dist�ncia.

Voc� foi embora sozinho ou...?

N�o.

Ent�o foi embora com Christina?

- Sim, mas s� a levei para a casa dela. - Certo...

Que casa? Amaliegade? Nikki?

N�o, s� fomos a N�rrebro.

Disse que se sentia mal e queria caminhar.

Ent�o ela come�ou a caminhar e parecia se sentir bem.

Bem, estava morta duas horas depois,

ent�o realmente n�o se sentia bem.

- N�o, acredito que n�o. - Foi a �ltima vez que a viu?

Sim, foi a �ltima vez!

Estou tentando refazer os �ltimos

passos da minha filha. Isso � t�o errado?

Talvez voc� devesse se preocupar

mais com sua filha enquanto ela estava viva.

Nunca entendi por que voc�

expulsou Christina, sua pr�pria filha.

- Ela deu as costas para mim. - Voc� n�o queria nada com ela!

S� a queria fora da sua vida como todas as outras porcarias.

- Voc� n�o sabe nada sobre isso. - N�o, mas Christina sim.

Ela te disse isso? Que a expulsei?

Christina disse isso?

Sim.

Preciso de cigarros.

V� em frente. Eu...

N�o...

O que houve? Estou te esperando.

Tenha calma.

Est� no viva voz. Bj�rn est� aqui.

Oi, Bj�rn. Meus p�sames.

Obrigado.

Certo. Te ligo depois, est� bem?

Sim, desculpe-me.

Rylander, ligue quando terminar.

Pode deixar. Tchau.

Onde vamos?

Vamos voltar.

N�o deixe Lassen fora no frio. Ele est� doente.

Olha, talvez tenha tomado analg�sicos,

para ir cumprir com o dever.

- Sabe que tenho uma reuni�o. - Onde?

- Na Delegacia Central. - Penso em voz alta agora.

Pode ser que tenha deixado Christina

n�o em N�rrebro mas em Amaliegade?

- Por que eu mentiria? - N�o sei.

N�o sei por que mente para mim nos �ltimos anos, mas mente.

N�o! Vou ligar para o Richard e dizer para tir�-lo das ruas.

- Voc� n�o est� bem da cabe�a. - Pode falar.

E lembre-se de dizer que Lassen est� bem de novo,

para que Richard possa consider�-lo.

Ou talvez Lassen est� livre hoje para cobrir ontem.

- Voc� n�o est� bem. - A ludomania � patol�gica.

Seus olhos ainda brilham nas manh�s de ter�a-feira,

depois de um jogo de p�quer a noite toda.

Christina fez uma fortuna, n�o?

N�o sei. Fez?

Ficou rica na Blacknet. Sua afilhada veio a calhar

quando voc� estava sem dinheiro.

Voc� ainda � um viciado.

Est� me acusando de chantage�-la?

- Estou pensando em voz alta. - Melhor soltar um peido.

Digamos que voc� a levou para Amaliegade e subiu com ela

enquanto Lassen esperava no carro.

N�o! Por favor cale a boca pelo menos durante dois minutos.

Sargento Finn falando.

Ol�.

Aqui � o Rylander. O que temos

sobre o cara que prendemos ontem?

Espera... aqui est�.

1:14 da madrugada, baf�metro,

nada dram�tico, breve question�rio.

Dormiu e foi liberado �s... 3:29 da madrugada.

Terminou �s 4:43. Algo mais?

N�o, somente isso.

Mais uma coisa. Qual foi a hora da morte de Christina?

Entre 1 e 3 da madrugada.

Ah, certo.

Falou com Bj�rn?

Sim, falei.

Cuida dele, sim?

Eu cuidarei.

Bem, � isso. Algo mais que queira saber?

- Um motorista b�bado! - Sim.

Voc� est� podre at� a medula, Rylander.

Com ou sem �libi, n�o deveria

ter me escondido sobre Christina.

Por que deveria estar interrogando voc�

se a viu pouco antes de ela morrer?

Deixa um gosto ruim na boca! Um motorista b�bado!

Est�vamos bem atr�s dele quando chegamos a Christina.

- N�o havia sentido lev�-lo. - Bem, quem era ele?

- N�o sei. Algum tarado rico. - Como se chamava?

N�o lembro. Lassen escreveu no relat�rio.

- Ent�o liga para o Finn. - Qual �. Pare.

Apenas liga para ele.

Sargento Finn.

Consegue ver o nome do cara?

� muito importante?

Olha, voc� � o sargento de plant�o.

Claro, mas ele n�o disse.

Lassen, que idiota.

N�o muito profissional, concordo.

Certo, obrigado.

Ele � um amador. Mas agora tem o que queria, n�o?

- Para qu�? - Sua pequena investiga��o.

N�o sei. Tenho?

Ouviu Finn! Ele nos viu chegar e ir.

� pr�tico ter uma vaca leiteira ca�da no seu sof�.

N�o � assim t�o simples.

Voc� lhe deu uma casa, carinho e uma

bofetada se n�o fazia o que era combinado.

� isso? Ela pagou suas d�vidas de jogo.

Mas, de repente, Christina n�o concordou mais.

E isso n�o daria certo se voc� era um viciado no jogo.

Ent�o tem que bater sempre nela para ter o dinheiro, n�o?

Ningu�m bateu em ningu�m. Leia o maldito relat�rio.

Mia encontrou Christina em sua porta,

com os ouvidos e olhos sangrando.

- Parece um tapa de Rylander. - Desacelera.

Voc� n�o a matou, mas sabe quem matou.

Est� me dizendo a metade do que sabe. Me d� um nome!

Olhos e ouvidos, n�o? Isso faz que eles falem.

- Olhos e ouvidos. - Calma!

- Mais devagar! - Com quem voc� trabalha?

Com ningu�m!

N�o trabalho com ningu�m!

Um nome! Com medo de morrer? Eu n�o!

- Certo, o nome � Holger Lang! - Quem � ele?

Rylander, est� me ouvindo?

Quem � ele?

Holger Lang, onde mora? Onde ele mora?

Lang te espera em Grand B.

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