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Com a chuva que tivemos se ficarmos atascados temos de andar 2 milhas!
Eu sei o que estou a fazer, �s mesmo um citadino!
- O que s�o eles? -S�o polacos.
O que est�o a fazer?
N�o acredito...
Lifi! N�o te disse?
- Viste o jogo a noite passada? - Porcaria, n�o foi?
S�o medidas m�trica, n�o imperiais.
Est� bem.
Pessoal!
- Movam-na! - Esta?
P�ra, p�ra!
N�o fui eu, come�ou a fugir. Foi por causa da lama.
Est� atascado, temos de sair precisamos tir�-lo.
- Onde est�o os polacos? - S� Deus sabe.
Fica aqui, vou ver na quinta.
Al�?
O meu carro atascou-se. Sou a Lifi, estou na quinta.
Ol� sou a Mab!
- Atascou-se numa vala. - Perguntava-me quando apareceria, entre.
V� l� levantem-se e v�o ter com a vossa irm�.
N�o comem sem uma TV.
N�o sobra muito da velha quinta.
O dono disse-me que a vai deitar abaixo, assim ouvi.
F�-lo muitas vezes.
- Mais ou menos, sou arquitecta. - N�o tem ar disso.
Como � que um arquitecto parece?
N�o sei, n�o como voc�! � para f�rias?
N�o...� tipo um projecto..
Diz ao teu pai que est� um carro atascado na quinta velha, que precisa de reboque.
- Sem filhos? - N�o.
Estou a tentar o 4�, um rapaz.
- O que �? - Nada.
N�o faz muita diferen�a depois de tr�s.
� n�o faz mesmo.
- Foi um bom ano! - Estou a ver!
Bom aroma!
Vizinhas! Bem vinda.
- Posso ir � casa de banho? - N�o desculpa est� avariada!
- V�em arranj�-la hoje. - N�o faz mal, tenho de ir.
Obrigado.
O teu chap�u!
Ok, isso mesmo!
- Quanto lhe devemos? - Nada!
- De certeza? - Sim.
- Obrigado... - Muito trabalho pela frente...
Tenho um gerador a diesel, que lhe pode ser �til.
Certo.
- Fa�o-lhe um bom pre�o... - Obrigado, vou ver.
Obrigado.
V� l� Richard, vai correr tudo bem.
Di-lo.
- Di-lo! - Beija-me.
- Di-lo! - Faz amor comigo.
Nem pensar.
Isso � muito b�blico.
- N�o acaba bem essa hist�ria. - Sabe bem.
- Tenho direito a algo? - N�o na minha vers�o.
- Olha isto! - O que �?
Est� aqui h� mais de 1000 anos. V� l� vem aqui!
Dizem que se amas mesmo algu�m, v�s o c�u por esse buraco.
Tens raz�o.
Agora viste o c�u!
Damos as m�os...
- Fazemos uma promessa a Odin. - Enganaste-me.
N�o conhe�o Odin.
- Di-lo... - Dizer o qu�?
Podes dizer qualquer coisa.
Sai daqui!
V� onde p�es a vista! V� l� ali para baixo!
O meu beb�!
Vai correr tudo bem...
- O que se passa? - Nada.
Somos s� eu e tu e o c�u de Deus.
M�e?
Pai?
O dia est� cheio de p�ssaros.
Querida..est� tudo bem..
�s t�o linda.
Dorme!
O Dr. vai demorar h� 3 antes de si.
Por favor sente-se.
Bem...
- O qu�? - Est� aqui porqu�?
Meta-se na sua vida..
- Como vai a fam�lia? - �ptima!
E a sua m�e?
Bem!
Preciso de um tratamento de fertilidade, n�o acontece por si.
- Sabe que n�o tem os requisitos. - Mas tenho.
N�o � suficientemente jovem e j� tem tr�s.
J� n�o sangro, Dr.
Os seus �vulos j� n�o funcionam, o seu corpo est� cansado de procriar.
O meu n�o! Quero mais um, s� um!
E acaba, um rapaz.
N�o vai funcionar, voc� n�o concebe.
Eu vou.
Talvez tenha demasiada idade.
Desculpe-me � a forma da natureza funcionar.
Mas eu preciso de um rapaz!
Precisas de qu�?
N�o consigo ouvir.. No final da semana!
Est� bem. �ptimo.
Tenho de voltar no final da semana, precisam-me no escrit�rio.
- Mas acabaste de chegar. - � preciso de tratar dos pap�is com os donos.
N�o fazes ideia como � demorado. De qualquer forma est� tudo em teu nome.
Finalmente.
� teu.
- Vais ficar bem aqui, n�o vais? - Sabes que n�o.
- N�o vais fugir com o criador de porcos. - S�o vacas, n�o porcos.
- Obrigado por tudo isto. - N�o, estamos nisto juntos.
Eu sei.
- Vais surpreender-te com o que posso fazer. - Acho que �s maluca.
- N�o fazia ideia que ia ser t�o dif�cil. - Achas que isto � dif�cil?
Seria, mas os polacos chegaram.
Ainda penso que �s maluca.
Lifi!
Lifi!
Vem aqui? D�-me uma ajuda!
Calma...
Est�... tudo bem meu querido.
Estou aqui. Estou aqui querido.
Est� tudo bem.
- N�o sei o que dizer. - N�o digas nada.
Apetece-me chorar. Odeio isso.
Toma.
- Que giro. - E funciona.
� um medidor. Podes us�-lo.
Gostas?
Sim.
N�o � demasiado antiquado?
N�o, � lindo.
Vou agora
- Vais ficar bem! - Sim fico bem.
- De certeza? - Sim.
Eu ligo-te.
Minha querida!
O que � m�e?
Tenho um novo puzzle.
N�o posso ficar muito tempo, tenho boas noticias.
O que � que essa rapariga quer dizer com projecto?
Ela � arquitecta.
N�o tens pena da velha quinta?
Tucker est� a vender o gerador.
Ele j� anda a cheirar, n�o �? N�o admira que n�o engravides.
Mas, n�o me interessa. A nossa sorte mudou.
Prevejo-o.
Um rapaz de cabelo encaracolado, vai estar entre n�s brevemente.
- A s�rio? - T�o claros como o sol.
Um beb� rapaz.
- Ol� raparigas. - N�o escorreguem.
Parece perfeito.
� barulhento e velho mas acende a luz.
- Quer um ch�? - N�o, tenho de ir.
Cuidado com as m�os.
- Quanto quer por ele? - N�o sei.
Use-o veja se o quer.
- N�o a queria assustar. - N�o assustou.
Sou a Molly, da quinta. Quieto!
Ol� sou a Lifi.
Isto j� foi nosso.. Bem, alugado quando era nova.
- Quer um ch�? - N�o direi n�o.
Est� aqui sozinha?
Sim.
Fica-se s� sem ningu�m ao p�.
- Onde est� o seu marido? - Ele n�o � meu marido.
Mas est� em N. York.
- Sente-se bem? - Sinto pois.
Molly?
N�o!
- Espera uns minutos. - Sinto tanto frio.
Queres ajudar a tua m�e a ter o beb�, n�o �?
- Por que n�o posso p�r o casaco? - Rapariga ego�sta!
Escondi-o de ti! Sei que est� aqui! Rapariga est�pida.
N�o te metas, vai para casa!
Cobarde! Vem aqui depressa.
Que est�pida! N�o lhe pode pegar!
�s virgem n�o �s?
Tens sinal?
Pareces �ptima...
- Sinto-me p�ssima. - Est�s bem?
- Um pouco chateada, mas ultrapasso-o.
Olha!
- A pedra lembras-te? - Claro, n�o me esque�o.
- Tiveste saudades de mim.
- Como vais sem sexo, Richard? - A forma sem sexo.
- Mant�m-no assim. - N�o me fa�as isto, n�o aqui.
Obrigado � o que precisamos. N�o se quer sentar?
Pelas anota��es e an�lises... est� gr�vida!
Isso � imposs�vel!
- N�o se deu conta?
- N�o, pensei que estava doente.
N�o h� duvidas, posso dar-lhe algo para o enjoo, mas n�o funciona..
Raios!
Pega nisto! Pega v�!
Do outro lado!
Tucker d�-nos um beb�! - Espeta-o!
Fundo, isso.
V� esfrega-o, v� l�.
Esfrega esfrega!
Idiota! Idiota!
N�o quero fazer mais isto! � nojento..
Queres o teu ch�?
- Solta o cabelo para baixo! -Ele gosta assim? - Solta-o!
- O que � isto? - Faz-te bem!
Um prato especial, para algu�m especial.
Perdeste algo?
Teria tomado um banho se soubesse.
Cheiro mal.
Eu gosto!
Sr. mau cheiro.
Eu gosto.
Calem-se est� bem!
Bonito cabelo, Mab.
Cristo, est�s linda.
- O que � Molly? - Michael!
- Michael!
� Michael, r�pido.
Vamos!
Fica!
Fica!
� assim, directo.
Simples, acho.
Richard, estou gr�vida.
E queria que... Queria mesmo, mas...
Mas n�o posso.
Mas n�o vou...
� pequeno e triste...
O que se passa � que... n�o te vou dizer.
N�o agora.
N�o por algum tempo.
� demasiado complicado.
E tenho tanto que fazer...
Onde est� a m�e?
- O sr. Macaco veio de novo. - N�o lhe chames isso.
Um bocado de loucura na tua idade.
- Tenho outro a vir. A m�e viu-o. - Onde? Trazido pela cegonha?
N�o sejas est�pida.
Vi todo o toda essa parvo�ce que fizeste, e n�o tomas conta dos que interessam.
- S� precisas ficar gr�vida mais nada. - Invejosa.
Eu e ele n�o vamos ter filhos.
- N�o consegues segurar um homem? - Porque quereria isso?
- Olha para o Tucker. - O que tem o Tucker?
V� os olhos seguirem o meu rabo pela sala, � o que isso faz aos homens.
Conceber � o que motiva os homens.
- Bem, n�o estou gr�vida1 - Eu sei.
- Bem? - H� algo errado.
- Aquela rapariga da quinta. - Est� gr�vida, n�o est�?
- Vi a ficha dela.
- Temos de o parar de qualquer forma, n�o gosto disto.
- Ela quero-o para si. - Quem?
O beb� dela! Cabra gananciosa!
N�o entendo? Ela quer o beb�, nada de mais, pois n�o?
Vir aqui e ficar com o que n�o � dela!
Vamos enviar o Tucker ele traz-nos o beb�!
- Tucker o qu�? - N�o acho que seja certo!
Maluquice de vudu! Ela nem falou com esse tipo , pois n�o?
Ou falou, Mab?
- Extraordin�rio, aquela pedra, sabias dela? - Sim!
O meu av� � incr�vel. O meu av� Sueco falou-me das pedras com buracos e dos Deuses.
O meu av� Sueco falou-me das pedras com buracos e dos Deuses.
Nunca tinha visto uma! � extraordin�rio n�o �?
Sempre quis ver uma e aqui est� ela, neste lugar!
- O mundo de Odin. - Odin, � isso, Deus Odin!
Promete ao Odin e as coisas acontecem.
� s� supersti��o, imagina��o.
Eu fiz uma oferta de qualquer forma.
Que foi?
Nunca se sabe... Fizeste uma promessa ao Odin?
Porqu�?
H� uma chance...
Deixa-me ver isto.
Quebras a promessa e coisas m�s acontecem.
O interior � pequeno, n�o �?
N�o h� perspectiva externa aqui , Lifi.
Eu gosto do interior.
S�o onde residem as mem�rias e o futuro � feito.
N�o s�o as tuas mem�rias e isto est� cheio delas.
Sente-se por todo o lado.
N�o as podemos saber.
Enterra-as.
Come�a de novo.
Mas n�o h� nada.
Tens de viver outra vez, sen�o...
Tem de se desenvolver do interior para fora...
O amor j� esteve aqui.
Um novo come�o pode acontecer.
Vai com cuidado.
� como a pedra, n�o sabemos nada...
Preocupa-me que possa ter perdido algo.
Raios.
Lembraste-me de algo mas n�o da arquitectura.
Algo estranho.
Que aconteceu h� muito
Eu n�o preciso de ver para acreditar.
Tivemos saudades tuas, sabes? Seria bom ter-te de volta na firma.
Gostaria que considerasses um lugar na sociedade.
O que dizes?
Vou ver, talvez...
- Est� bem! - Perdi o meu beb�!
Est� feito...foi-se.
Ainda aqui estou, h� a casa e n�s os dois.
O mais dif�cil � manter separado o que fazemos e o que queremos ser.
N�o sabemos nada sobre a vida... S� Odin sabes.
Volto quando acabares, n�o antes.
Certo raparigas de Hollywood com o cabelo cor de fogo esta � para v�s.
- Al�. - Ol�.
Tem a tralha ali?
- A Molly disse-me que o gerador n�o funciona.
- Ai foi?
E o que � que ela n�o sabe?
- Funciona? - Parece que n�o.
- N�o arranca mas funcionava bem.
As coisas est�o a avan�ar!
Ainda falta muito trabalho.
Vou ver o gerador.
Da Mab, disse que gostavas?
- Queres um copo?
- Sim porque n�o!
V� l�!
- H� um actor!
- Um acto que n�o funciona!
A� est�, lindo menino.
A� est�, lindo lindo menino.
Breve vais estar com a m�ezinha....
- Mam�? - Bem feito Tucker!
- Pai? - Bom rapaz, Tucker...
Vai para..casa agora!
O pequeno Richard!
- E esta? - � melhor.
- Estiveste com o Tucker! - N�o!
N�o digas que n�o.
N�o est� certo o que aconteceu, pois n�o?
N�o n�o foi.
- Um mau sonho deixemo-lo assim, est�? - N�o sei como aconteceu.
Pelo gerador, arranjei-o.
- Toma. - N�o.
Toma!...
Al�, n�o consigo ouvir-te, fala mais alto.
Qu�? N�o, o sinal � fraco, n�o entro na internet.
N�o sei o tempo!
Richard preciso falar contigo.
� lindo aqui!
Tens saudades minhas?
Sinto falta de ti Richard.
A parede principal parece bem, mesmo com a humidade.
O tecto n�o est� afectado.
Talvez a parede principal precise de luz...
Raios, o que � se passa?
- N�o vou cair em cima de si, pois n�o?
N�o! Tudo bem!
S�tio incr�vel para se come�ar com esta antiga estrutura.
Essa � a ideia.
- Tucker trouxe-lhe o vinho, n�o? - Sim, obrigado.
- Gostou? - Sim, era bom!
- Arranjou-lhe o gerador? - Sim.
N�o se importa que des�a para o ver.
N�o espere, fa�o um ch�.
As pessoas por aqui, sabe, s� querem saber o que se passa, at� se habituarem.
- Vai ter o beb�? - Como?
- N�o se viu livre dele? - O que � isto?
- Acho que pode dizer o que � olhando para a minha cara!
- Sim tem raz�o! - Na verdade est� errada abortei h� 2 semanas.
- E voc�? - 2 semanas? - Sim, n�o se v� na minha cara?
N�o, desculpe... Tenho de ir agora..
Desculpe-me, n�o queria fornicar com o seu marido.
Ela n�o est� gr�vida.
M�e! Ela n�o est� gr�vida.
Apare�a de manh� e digo-lhe se a consigo meter.
Certo, at� amanh� ent�o, adeus.
Desculpe-me o atraso, tenho uma marca��o o meu nome � Lifi Lambert.
N�o h� problema.
- Est� a modificar a quinta, n�o �? - Sim!
Sou irm� da Mab, Carol. Sente-se o dr. n�o demora.
Desculpe-me pela espera, foi um dia complicado.
- Sobrevivendo bem ao inverno? - Vou-me habituando.
- Estou gr�vida.
- Trabalhou r�pido. - E quero um aborto.
- Tem medo de o perder de novo? - N�o, n�o s� quero o aborto.
Ter� de ir para Londres.
Vou ver se a posso recomendar a algu�m.
- Carol? - n�o!
Como?
- N�o quero que ningu�m saiba. - � confidencial.
Estava b�bada.
Tive sexo com o marido da minha vizinha.
A irm� da sua recepcionista.
S� me quero ver livre dele.
Pago o que for.
Tem o filho dos Tucker?
� tarde, vejo o que posso fazer amanh�.
Amanh� est� bem, ligo-lhe de manh�.
Boa noite.
- Quanto tempo leva um aborto? - Poucos minutos.
- E d�i? - Normalmente n�o.
- O que se passa? - As datas est�o trocadas.
- Voc� est� com 12 a 15 semanas. - N�o, n�o � poss�vel.
Recentemente teve um desmancho com 6-7 semanas!
Sim.
N�o acho que o tenha tido. Fez ecografia?
- N�o! - Porque n�o?
N�o me disseram para a fazer.
Sangrei, muito. Tive um desmancho.
Penso que sobreviveram g�meos.
- Isto complica as coisas? - Est� bem?
A placenta est� baixa, geralmente auto corrige-se.
Al�m disso est� perfeitamente normal.
- Rapariga? - Sim.
- Ela veio t�o longe...
Bem? Eu liguei, n�o fez o aborto. Vai ter o beb� Tucker.
� meu! A cabra!
N�o, n�o...
Ol�!
- Pregaste-me um susto de morte. - N�o pude esperar.
- �s tu? - Est�s bem?
N�o, n�o estou.
- � meu Deus. - Pareces �ptima.
N�o me fa�as isso.
Est�s bem?
- Agora estou. - Eu tamb�m.
- Tens um cheiro diferente. -Eu estou diferente.
A partir de agora...
Do principio...
Tudo do passado est� acabado.
Est� bem?
Sim!
- O que se passa? - A placenta est� mal colocada..
V�, bloqueia a sa�da do beb�.
No principio n�o faz mal, d� a volta. Mas t�o avan�ado..
- Se n�o der. - Se n�o der o qu�?
Se n�o se mexer na pr�xima ecografia. Ter� de ser cesariana.
- N�o entendo. - O beb� n�o consegue sair.
- � perigoso? - Sem cesariana, sim.
N�o se preocupe vai ficar bem.
- Onde estiveste? - N�o sei.
As coisas atingem-me.
- Est�s bem? - Estou.
Mas que...est�s a fazer?
Espera, espera, est� bem, est� bem..
Calma.
Ficaste louco, p�! - Est�s bem? - Sim.
- N�o parece bem aqui, Richard. - Eu gosto.
- Fiquemos aqui um pouco.
- A minha barriga parece um cubo de gelo.
N�o me sinto bem � a placenta, sei que �.
Claro que n�o �.
Mant�m-na tapada.
Audrey?
Raios!
Richard, Richard tira-me daqui!
O que � isto? Que se passa?
Al�?
O que est� a fazer?
Lifi, onde est�s?
N�o conseguia sair, a porta estava fechada.
- Olha! O que se passa?
M�e? M�e?
O que �?
- O qu�? - Vou buscar a carrinha!
Credo! Deus!
Deus! Diz-me o que fazer?
Por favor, por favor...
- O que fazes? -N�o fa�o ideia.
A av� quer o beb� morto, acho que o roubou da Mab.
Ela est� determinada a faz�-lo.
Ela lan�ou um feiti�o.
Eu posso reverter os feiti�os.
Fa�a as malas e v�-se!
Porque vai ter de se ir embora, percebe isso?
N�o � seguro, voc� aqui.
O seu boneco de vudu.
- N�o olhes, Lifi! - O qu�?
Puseste-o aqui, n�o foi?
Porque � que o puseste aqui?
Segunda porta � esquerda. Vou j�!
Elas mataram o meu beb�!
- Que aconteceu? - Mataram o meu beb�!
N�o percebes?
-N�o aconteceu nada, desaparece! -Disse algo?
Tu vai-te embora! Deixa-nos sozinhos! Est�s a envenen�-la!
S�o tretas! N�o escutes isto!
- Vai-te embora! -N�o!
Ela fica!
� a Mab. Estou aqui com a Carol. Ouve-me?
Perdi a Audrey! Ela est� t�o chateada comigo.
Ela est� mesmo, mesmo chateada comigo!
Ela � s� uma "teenager"
O c�rebro parou. N�o consegues ver, olha para ela?
N�o, n�o pode ser.
Ela ainda n�o est� acabada, tem coisas para resolver.
Cala-te! amaldi�oa o dia que aquelas pessoas apareceram.
N�o quero que morra. Mab!
Audrey vem a� a tua m�e. Est� a subir a rua, que fazemos?
Continuar a tocar.
- Lifi? - Ela n�o pode fazer nada.
S� eu e av�, n�o tem nada a ver com ela.
Audrey a tua m�o vem para te levar para casa.
� altura de ir, agora. Vem!
N�o sei o que dizer, realmente n�o sei.
Audrey, vem e deixa estas pessoas estar.
Audrey vem imediatamente.
Audrey, sou a tua m�e! Faz o que digo, p�ra isso!
Est� acabado.
Ela foi-se.
- Audrey. - Agora n�o interessa.
- Desculpe, n�o incomodamos mais. - Tudo bem, certo!
Audrey, vem aqui!
O cora��o parou, morreu � tudo.
Pode-nos acontecer a todos, desde o nascimento.
De qualquer forma ela n�o est� realmente morta, nunca, � isso.
Ela ainda por a� �s voltas.
- A culpa � minha. - n�o, n�o �.
- N�o, n�o sabes nada sobre isso. - N�o sou est�pido, Mab.
A Audrey odeia-me, a minha pr�pria filha, odeia-me!
- N�o n�o odeia. - N�o sou m� pessoa.
O que � que eu fiz? Est� tudo errado.
- Est� na tua m�o. - Eu s� queria...
- Eu amo-te Mab.
N�o deixes martirizar-te a cabe�a, teve um prop�sito.
Eu dou-te um beb�, um beb� lindo.
Um rapaz... S� nosso.
- Est� tudo bem? - Temos de ter cuidado.
- A minha cabe�a est� a ferver. - A endorfina prepara-a.
N�o preciso vou fazer uma cesariana.
- Vai estar l�? - Pode crer.
- Ver-me toda retalhada? - � um parto seja l� como for.
Isto s�o comprimidos de ferro.
Na sua condi��o qualquer sangue, v� logo para o hospital.
N�o hesite, al�m disso boa sorte!
- Obrigado. - Muito obrigado. - De nada.
Desculpe-me esqueceu-se do seu saco.
Lifi, senta-te aqui! Eu filmo o interior.
- Estou bem! - V� l� vamos atrasar-nos!
Toma � o teu.
Estamos mesmo de sa�da.
- Isso � o que chamo progresso. - Ol�.
Tenho reflectido muito e quero dizer-te uma coisa.
O que � que fizeste aqui? Funciona, acho.
Chefe o que decidi fazer; Quero o trabalho.
Quero ser s�cia na firma.
Isso n�o pode ser.
Pe�o imensa desculpa.
Desde que estive aqui no ano passado, mudou tudo.
Tu congelaste-me.
Mensageiro de Odin.
- J� n�o tenho mais medo. - N�o entendo.
Nem eu. Mas � bom, n�o �?
Eu. eu... sa�. N�o h� mais firma, edif�cios.
- Vais come�ar um novo atelier? - N�o!
N�o entendo Lars, o que vais fazer?
N�o fa�o ideia. Nem uma.
� tudo novo, a partir de agora.
O principio do principio, o fim do fim.
Ent�o, o que achas? n�o est� �ptimo?
Sim est�.
Est� fant�stico.
Falta um pouco de trabalho ainda... mas...
Sim...
Diria que est� quase l�..
Temos de sair.
- Temos mesmo? - Est� combinado.
N�o quero ir , quero estar com o Lars temos muito que falar.
- Lifi! - N�o vou!
N�o, por favor.
N�o fa�am isso, v�o!
Eu quero s� sentar-me e contemplar tudo.
V�o.
- Tens a certeza que queres andar? - Sim n�o te preocupes.
- O que � que deu ao Lars? - S� o Deus Odin sabe.
- Lifi � loucura caminhar. - Mas � t�o lindo.
Temos de ir ao almo�o? N�o quero mesmo ir.
- Porqu�? disse ao Tucker que iriamos. - Estou t�o gr�vida.
Exactamente, fica aqui. Vou buscar o jipe.
O dia est� cheio de p�ssaros.
Parece que dizem palavras.
Raparigas saiam da frente ou ajudem-me.
N�o desapare�am. Becky vem aqui tu daquele lado, v� estiquem.
Agora, estiquem, puxem.
Bom trabalho.
Eu vou l�.
Marcadores, primeiro.
- Tenho vinho. - A� n�o � a cadeira da m�e.
- Cogumelos, bola dos "olhos do diabo".
- � a cadeira da m�e! - Eu sei por isso me sento nela.
Tens lata para aparecer aqui, ela s� morreu h� 2 meses.
- Carol s� simp�tica. - Ela � a culpada.
A m�e est� morta e n�o penses que te safas disto.
Porque deve escapar? N�o � justo!
- Vamos!... - N�o por favor fica.
H� coisas que precisam ser ditas.
V�em ela fornicou com o Tucker!
O Tucker fornicou com ela, ela tem o beb� do Tucker.
Tu n�o �s o pai! � ele!
Dito! Feito!
- Eu estava b�bada... - Tu fornicaste com ele?
Sim, mas...
O beb� � teu Richard, n�o � dele!
Eu queria um beb� e ela roubou-mo!
Eu vou busc�-lo.
- Mab, Mab � meu! - Roubaste-me o meu bebezinho!
Retiraste-me a �ltima esperan�a que tinha.
� meu � o beb� do Richard.
Mentirosa!
� nosso � meu!
Tiraste tudo!
- Porque n�o desistes dele? - Acho que o vou ter!
� sim? Vais perd�-lo!
Tenho de ir para o hospital.
- Desculpa n�o posso ajudar. - Ele vai morrer.
O que queres?
Mas que raios queres tu?
- Est� bem? - As �guas rebentaram!
Pede ajuda!
M�e!
M�e as �guas rebentaram, m�e!
- O que posso fazer? - Ajuda-me!
O que posso fazer? -Vai buscar algu�m!
P�ra, pai! Ela est� a morrer!
P�ra, p�ra! Est� a morrer!
- O qu�? - Ela est� a morrer!
- Onde est� ela? - L� junto � casa!
- O beb� est� com baixo oxig�nio? - N�o!
- A press�o desceu. - Esponja!
Ela ainda sangra.
- Cortamo-la agora. - Bisturi, irm�?
Bisturi.
Estamos a perder o beb� e a m�e.
A press�o est� muito baixa.
Tesouras por favor.
- Onde est� o meu beb�? - No ber��rio.
N�o se levante v�-o mais tarde.
- Onde est� o Richard? - Eu encontro-o.
- Quero ver o meu beb� agora. - Pode-o ver mais tarde.
- O que se passa comigo? - Est� bem, tem muita sorte!
Descanse, eu trago o Richard.
Enfermeira?
Estou a ver...
Tu tinhas raz�o... tinhas raz�o.
Tem os olhos do Richard.
Ela � o nosso beb�.
� mesmo, � mesmo.
Est� tudo bem?
Achava que ia ser uma venda dif�cil.
- Voc� trabalhou bem. - � um casal profissional
Um pouco como voc�, s�o perspicazes.
- Crian�as? - Penso que n�o, n�o!
- N�o t�m cara de amigos de crian�as, isolados entende-me?
Adoro como ficou, mas parece que n�o...
- Porque a vende? - Mudou tudo, n�o pertencemos aqui.
Rapaz ou rapariga?
- Rapariga. - Maravilhoso.
A porta est� aberta.
- Prontos? - Sim, vamos.
- Obrigado. - Boa sorte.
- Como se chama? - Nada de momento.
- Posso pegar-lhe? -Claro.
- Ol� nada. - Ela tem os seus olhos.
Obrigado.
A m�e est� gr�vida.
- D�-lhe os parab�ns por mim. - Darei.
Temos de ir...
- D� isto � m�e. - Obrigado.
- Rapaz ou rapariga? - Rapaz.
� um rapaz.
--- Tradu��o e sincroniza��o Fernando Neiva ---
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