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Original subtitles

Quem estava com sua irm�?

Azzurra dormiu com um homem.

- Que diabos est� dizendo? - Eu n�o tive escolha.

J� t�nhamos escolhido juntos.

Abandonei meu cargo para te seguir

e agora me diz que se demitiu e quer voltar para Veneza?

Querida, me escute.

Sei que estou pedindo muito, mas precisa confiar em mim.

Precisamos ir embora de Turim agora.

Voc� est� me assustando. O que est� havendo?

- N�o posso te dizer ainda. - V� se foder. Isso est� errado!

N�o pode mudar nossas vidas do dia para a noite!

- Boa noite. - Boa noite.

Agente Rinaldi. Esquadr�o de Pol�cia de Turim.

- O Sr. Scarpa est�? - N�o. Por qu�?

Preciso falar com ele.

Equipe inSanos apresenta:

Tradu��o e Sincronia: JuLima

N�O MATAR�S 2� Temporada | Epis�dio 24

Alguma novidade do Lombardi?

Ele n�o atende o telefone

e desde ontem n�o aparece na delegacia.

N�o deve estar sendo f�cil, ele precisa de um tempo.

E por aqui?

Venha.

A Per�cia comparou o sangue do colch�o com o da v�tima

e achou vest�gios das duas g�meas.

- A arma do crime? - N�o est� aqui.

Eles varreram o apartamento, mas n�o acharam.

Pois �, Luna Castellani disse n�o ter visto nada

quando moveu o corpo da irm�.

Talvez Scarpa tenha levado com ele quando fugiu.

Encontre o carro dele. Alguma novidade dele?

N�o conseguimos ach�-lo.

Assim que chegamos na casa, ele desligou o celular.

Verifique as contas banc�rias, cart�es de cr�dito,

quero saber tudo o que ele fez antes do homic�dio.

E a esposa?

Rinaldi e Mattei a levaram para a delegacia.

H� quanto tempo seu esposo estava em Turim?

Ele chegou de Veneza h� dois dias.

Para assinar o contrato da casa e encontrar os chefes.

Est�vamos de mudan�a.

Gabriele gerencia um fundo de investimento

para uma empresa francesa.

Azzurra Castellani teve rela��o sexual antes de morrer.

Temos motivos para crer

que ela e seu esposo estavam juntos aquela noite.

N�o � poss�vel.

O deslocamento do telefone do seu esposo

coincide com o da v�tima.

Tem ideia de como podem ter se conhecido?

Meu marido nunca me traiu.

Tem mais uma coisa,

h� 15 anos seu esposo foi acusado de agress�o.

Ele mandou um policial para o hospital.

Durante uma briga no est�dio.

- Voc� sabia? - N�o.

Eu n�o sabia.

Por favor...

traga ele de volta para mim.

Obrigada, pode ir. Te manteremos informada.

O banco enviou a lista das movimenta��es

do cart�o de cr�dito do Gabriele Scarpa.

Na noite do crime, ele pagou drinques no bar 'Amnesia'.

Compare a lista com a localiza��o da Azzurra na mesma noite.

Talvez a gente descubra onde eles se encontraram.

Certo.

- O que voc� quer? - Precisamos conversar.

- Me deixe em paz, v� embora. - Por favor. S� um segundo.

Achei que estivesse morta.

Estava torcendo por isso, n�o? Assim voc� estaria a salvo.

O que est� dizendo, Luna?

Voc� n�o d� a m�nima para mim.

S� te interessa que eu fique de boca fechada.

Pare com isso.

N�s matamos duas pessoas. E fugimos.

Se tiv�ssemos ficado, poder�amos salv�-los.

Eu fiquei com medo.

E agora � tarde.

Falar agora s� traria mais dor para todos.

Principalmente para sua esposa, n�o?

Quer ir para a pris�o?

Luna...

- Oi, prazer, Luna. - O que voc� quer?

Queria fazer aulas de canoagem

e no clube me deram seu endere�o.

Poderia ter ficado l� mesmo, eu n�o dou mais aula.

Nos conhecemos em um aplicativo de encontros.

Depois da agress�o, eu o procurei,

mas ele j� tinha exclu�do o perfil.

N�o fa�o ideia de como se chame,

mas acho que conseguiria reconhec�-lo.

- Em qual bar se conheceram? - No 'Amnesia'.

Foi ele que sugeriu o lugar?

Foi.

Tem mais uma coisa.

Ontem algu�m deixou isto na minha mesa.

A� dentro est� o v�deo do que aconteceu no carro.

S� pode ter sido ele.

N�o se preocupe, Srta. Conti, faremos o poss�vel.

Pode ficar sossegada.

Obrigada.

- N�o desapare�a. - Pode deixar.

- At� logo. - Obrigada.

Ainda n�o abrimos.

N�o vim para beber.

Voc� � o cara da modelo.

Escute aqui, n�o tenho tempo para suas merdas.

O que colocou na minha bebida aquela noite?

- O que tinha dentro? - Solte-me, n�o sei de nada.

Eu vi voc�s. Te vi preparar algo para aquele cara.

E ele conhece a Azzurra. O que havia dentro?

- Responda! - Escopolamina.

Serve para te drogar e fazer esquecer tudo.

Ela pediu para colocar no drinque.

Achei que voc� tivesse concordado.

Quem � o cara do outro drinque?

Quem � o outro cara? Desembucha.

Eu n�o sei de nada, certo?

S� sei que se chama Massimo e � personal trainer.

Onde encontro esse Massimo?

Oi.

Bonito, n�o?

Voc� � teimosa.

Te espero amanh�, �s 7h.

Chegue na hora.

- Vou entrar. - Sim.

�timo.

- Socorro. - Relaxe.

Voc� deve sentir a �gua e n�o o barco.

Isso a�, equilibre-se.

Est� pronta? Segure o remo como ensinei.

Isso mesmo. Coloque na �gua.

Movimente bem devagar.

Voc� � irm� dela, certo?

Como �?

Eu vi a foto no telejornal.

Sim, � minha irm�.

Sinto muito.

Quem � ele?

Um canalha, n�o quero falar dele.

Lucia tamb�m fazia isso.

- Comia os mariscos primeiro. - � mesmo?

J� eu, como tudo junto, nunca gostei de esperar.

Lucia era minha esposa, ela faleceu h� dois meses.

Num acidente de carro.

A pol�cia n�o conseguiu achar o culpado.

O canalha que tirou ela e meu filho de mim.

Vincenzo...

Estou um pouco cansada, acho melhor ir embora.

Obrigada pelo almo�o.

Mandou me chamar?

Sim. Preciso falar com voc�, sente-se.

Voc� assistiu o v�deo inteiro?

Imagino que tenha contado para todo o escrit�rio.

N�o...

O que voc� faz com seu corpo fora daqui

� algo que s� diz respeito a voc�.

Voc� acredita mesmo nisso?

Virginia...

voc� � uma mulher inteligente e linda.

Por que deixa te tratarem assim?

Para fazer as pazes com meu corpo.

Verificamos a localiza��o da Azzurra.

Ela estava no mesmo lugar

onde Scarpa usou o cart�o de cr�dito.

- No 'Amnesia'. - Isso.

Ontem uma mulher veio dar queixa de uma agress�o.

Virginia Conti.

Um homem tentou estrangul�-la.

E eles tamb�m se conheceram nesse bar.

E n�o pode ser coincid�ncia. Verifiquem o bar.

Pode deixar.

Que diabos est� fazendo, Luna? Quer que prendam n�s dois?

- Eu n�o disse nada. - N�o? Ent�o o que foi fazer l�?

- Voc� queria contar para ele. - N�o sei.

Escute aqui, vadia, voc� n�o tem nada a perder,

mas se me envolver nisso por causa da sua loucura,

juro que vai me pagar.

Um Old Fashioned.

J� come�a pegando pesado.

Voc� o conhece?

Vou perguntar de novo, voc� o conhece?

Muito bem. Ele esteve aqui?

Ontem de manh�.

Estava procurando um cliente do bar.

Quem?

A casa est� vazia.

Ouviu isso?

Valeria...

est� ligado.

Est� conectado com a casa da Azzurra.

Precisamos achar esse Massimo Aliprandi.

Seguran�a?

Al�?

Al�?

Al�?

Cad� a porra do telefone?

Como p�de fazer isso?

- Perdi a cabe�a, me desculpe. - N�o, eu perdi a cabe�a.

Abandonei meu emprego,

obriguei as crian�as a mudarem de cidade

e tudo isso para qu�?

N�o encoste em mim.

N�o quero te perder.

Gabriele...

eu posso me desesperar, voc� n�o.

Por favor, me ajude.

Eu imploro.

Por favor.

Eu imploro.

PARA LOMBARDI: GIORGIO, ESTOU TE PROCURANDO H� DOIS DIAS

PODE ME RESPONDER? ESTOU PREOCUPADA

Saiu o laudo da per�cia.

As facas encontradas na casa do Aliprandi

condizem com os machucados da Azzurra.

E achamos um HD criptografado no computador dele.

De quanto tempo eles precisam para saber o que tem dentro?

J� est�o trabalhando nisso.

Aliprandi pode ser o homem que agrediu Virginia Conti

no estacionamento do 'Amnesia'.

- Ela fez o reconhecimento? - N�o e nem atende o celular.

Rastreie a localiza��o dos dois.

Gabriele Scarpa acabou de se entregar.

Finalmente.

Eu n�o a matei.

E o que fazia h� duas noites na casa de Azzurra Castellani?

N�o sei.

N�o lembro de nada.

S� quero voltar para casa e para minha fam�lia.

Sua fam�lia sabe o que voc� faz quando viaja a trabalho?

Foi a primeira vez.

Conheci a Azzurra num aplicativo de encontros.

Mas n�o foi a primeira vez que agrediu algu�m.

H� 15 anos, em Roma,

voc� agrediu um agente da tropa de choque.

E hoje de manh� o barman do 'Amnesia'.

Era o �nico jeito de faz�-lo falar.

Ou�a...

Naquela noite, no bar,

eles me fizeram beber algo.

Estava tudo planejado

entre a Azzurra, o barman e aquele tal de Massimo.

- O que quer dizer com isso? - Eles me drogaram.

Queriam me ferrar.

- Como tem tanta certeza? - Porque eu os vi.

Eles se conheciam.

Eu sei o que est� pensando,

fugi da pol�cia, ent�o sou o assassino.

Mas n�o � isso.

Eu fiquei com medo.

Os celulares do Aliprandi e da Virginia Conti

est�o conectados na mesma torre.

Corram para l�.

Enfim s�s...

N�o se preocupe, ningu�m vai nos atrapalhar.

Espere.

Espere um pouco. Vamos conversar.

Sobre o que quer conversar?

Por que n�o conversamos sobre o que houve no carro?

Voc� gostou, n�o foi?

Admita que gostou. Vadia.

Quero te ouvir dizer. Diga.

Sim.

- Eu gostei. - Boa menina.

Essas foram suas �ltimas palavras.

Aonde diabos est� indo?

Aonde vai, porra? Fique parada.

Mandei ficar parada.

Isso a�.

Morra, sua piranha.

Morra. Morra logo.

Parado!

- Morra. - Parado!

Solte-a! Solte-a!

- Aonde pensa que vai? - Parado!

- De joelhos! - Abaixe-se!

Puta merda, fique abaixado.

Virginia!

Boa noite, sou colega dela.

- Vamos te esperar ali. - Obrigada.

Desculpa. Vim correndo assim que soube.

Voc� est� bem?

� o homem do v�deo?

Quase morri desta vez.

E vai acontecer de novo.

Virginia.

Por qu�?

Quando voc� � pequena quer agradar o seu pai.

Todas as meninas querem isso.

Mas meu pai n�o gostava de mim.

N�o sei o motivo.

Era um problema dele.

Mas eu entendia e sentia.

Ent�o comecei odiar o meu corpo.

Eu me comparava com minhas amigas,

elas eram lindas.

E eu me achava um monstro.

Depois cresci

e meu corpo mudou.

Os homens passaram a me desejar.

E da� n�o houve mais controle.

Vem c�.

Ela era bonita.

Eu vi bem o rosto dela.

Porque antes de capotarem

a janela dela esbarrou na nossa.

Por sorte, n�o vi a crian�a.

Conte exatamente o que aconteceu.

Est�vamos correndo.

Ennio...

precisava voltar para casa e para a esposa.

Ele n�o parou quando o sinal fechou.

O outro carro derrapou para n�o bater em n�s.

Ele nem cogitou parar.

Agora serei indiciada, certo?

Homic�dio culposo.

Mas sua confiss�o espont�nea servir� de atenuante.

Voc� fez a coisa certa.

CHAMADA PERDIDA DE VALERIA 22h46 - 23h27 - 07h13

Valeria, acho que descobri algo importante.

N�o, n�o na delegacia, voc� precisa ver pessoalmente.

Giorgio!

- Giorgio. - Valeria.

- Oi. - E ent�o?

O que voc� descobriu?

Estou morrendo de saudades de voc�.

Sinto muito, mas n�o posso evitar.

Tem algo dentro de mim que est� me devorando.

N�o me parece poss�vel que n�o esteja mais comigo.

Sinto falta de tudo, da sua voz, do seu cheiro,

- de quando est�vamos juntos. - Me fez vir aqui para isso?

N�o, depois te mostro o que descobri,

mas antes queria conversar.

N�o posso trabalhar assim diariamente,

vendo como voc� olha para ele, como ele olha para voc�.

- Ele � meu marido. - Exato.

N�o creio que voc� casou com aquele babaca

- e n�o posso mais te tocar. - Chega. Tchau.

- Aonde diabos est� indo? - Pare com isso! Pare!

- Ele te fode melhor que eu? - Que porra � essa?

- Lembra quando trans�vamos? - Solte-me.

- N�o era o bastante? - Giorgio...

Ent�o por que ficou comigo? Para me usar.

Voc� precisava de um pai, sua �rf� de merda. N�o � mesmo?

- N�o fa�a isso. - Voc� me usou, porra!

- Pare com isso! - Vou refrescar sua mem�ria.

Pare, pelo amor de Deus. N�o fa�a isso.

N�o se mexa. Mandei ficar parada!

- Solte-me! - N�o se mexa, porra!

N�o fa�a isso, eu imploro!

Vem c�, venha. Eu te amo, fique comigo.

Est� me machucando!

Seu filho da puta! V� se foder!

Valeria!

Volte aqui!

Volte aqui.

Desculpa!

Preciso da senha do seu HD.

Eu perdi.

N�o vai demorar muito para quebr�-la.

Voc� acha que sou um monstro, n�o acha?

Acredite quando digo que l� fora h� monstros piores do que eu.

S� n�o matam porque n�o t�m colh�es para isso.

Essa gente me d� nojo.

Eu e Azzurra n�o �ramos assim.

E como voc�s s�o?

Por que faziam isso?

Porque t�nhamos um pacto.

� isso que excita voc�s?

Transar e matar para se sentirem donos das vidas alheias?

V� se foder.

Voc� � s� um assassino como todos os outros.

Acredite em mim, j� vi centenas de assassinos.

Voc�s s�o todos iguais.

Azzurra quis desistir, amea�ou te denunciar

e voc� a matou.

Como tentou fazer com Virginia Conti.

Voc� n�o sabe porra nenhuma de mim.

Est� tentando adivinhar.

Como eu disse...

voc�s s�o todos iguais.

Tem algo estranho, Gabriele Scarpa

um dia ap�s o homic�dio, mandou limpar o carro.

- Verifique no lava-jato. - Pode deixar.

Andrea.

Estou feliz por termos feito isso.

Eu tamb�m.

Isto estava no carro do seu esposo.

No lava-jato disseram que foi uma mulher que levou o carro.

Por que n�o me disse que � advogada?

Pois n�o era relevante.

Voc� sabia que h� 15 anos

seu esposo foi preso ap�s uma briga.

Na �poca voc� estagiava no escrit�rio que o defendeu.

Por que cancelou a passagem dos seus filhos?

Como conseguiu isso?

Quando cancelou nem n�s sab�amos que seu esposo estava envolvido

no homic�dio de Azzurra Castellani.

As crian�as tinham uma festa na escola.

Eu e meu marido n�o temos nada a ver com o ocorrido.

Mas eu acredito que t�m.

No dia seguinte ao homic�dio, voc� viu o sangue no carro dele.

Por isso o levou para lavar.

Ele confessou ou voc� descobriu sozinha?

Gabriele n�o fez nada.

Voc� tentou proteg�-lo e manter seus filhos seguros

porque sabia que chegar�amos nele.

Voc� j� pegou o assassino.

Deixe meu marido em paz.

Com licen�a, detetive.

A Per�cia decodificou o HD de Massimo Aliprandi.

Que diabos est� fazendo?

Vagabunda!

Que porra � essa? Vou te matar!

Chega. Chega, por favor.

Eu estava fora de mim.

N�o era eu.

Pode entrar.

- Sinto muito. - Eu vou te defender.

Alegaremos leg�tima defesa.

N�s vamos conseguir.

Vale, vou dormir. Quer que te espere?

N�o, ainda vou demorar um pouco.

O que voc�s esqueceram?

Mandei os imbecis procurarem um padre

e aparece um policial.

Precisa vir comigo, Sr. Mecenate.

Deveria ter vindo antes.

Cadeia � para os vivos.

E eu j� estou meio morto.

Fique � vontade.

Eu te amo.

H� onze anos, eu fui ao m�dico

e ele me disse: "Don Vito, voc� s� tem seis meses de vida."

O coitado estava devastado.

Sabe o que eu respondi?

"Agora n�o posso."

Estou morrendo desde sempre.

E sabe...

o que me fez continuar vivo por tanto tempo?

Lucia Ferro?

Quando era minha, ela se chamava Maria Grazia.

Eu a amei tanto.

Mas a matou.

- E da�? - Que tipo de amor � esse?

O amor n�o tem nada a ver com isso.

H� coisas que devem ser feitas.

Maria Grazia era linda.

Mas ela me traiu

com o filho da puta do Giuseppe Menduni.

E um homem...

um homem de verdade...

tem a obriga��o de se vingar.

A pol�tica, os neg�cios,

que os homens de Deus me perdoem,

e at� a religi�o,

sabe como seguem adiante?

De vingan�a em vingan�a.

� s� o que temos no cora��o.

O trabalho n�o nos liberta.

Matar quem nos machucou,

s� isso nos liberta realmente.

Ent�o por que n�o matou o Menduni tamb�m?

Porque eu queria v�-lo sofrer.

Mas me arrependi.

Deveria t�-lo matado como um animal.

Mas agora...

morrerei antes.

Talvez n�o.

Eu n�o tenho paci�ncia, Sr. Mecenate,

e voc� n�o tem mais tempo.

Um morto por outro.

N�O MATAR�S

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