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Socorro! Algu�m me ajude!
Ajuda! Precisamos de ajuda!
Tem algu�m a�?
- Nome? - Corsi.
Quarto 118. Uma semana.
No final do corredor, � direita.
Equipe inSanos apresenta:
Tradu��o: LeBraz
Tradu��o & Sincronia: JuLima
N�O MATAR�S 2� Temporada | Epis�dio 19
A� est� a vida toda do Bodrino.
Ele virou advogado de Menduni ap�s o assassinato de sua m�e.
Ficamos desconfiados e investigamos.
Como voc�s investigaram sem autoriza��o?
Entramos no escrit�rio do Bodrino
e encontramos um telefone para comunica��es secretas.
Sandrina De Lorenzo e Bodrino se falavam regularmente.
- Com que frequ�ncia? - Mais ou menos todos os dias.
- Voc�s colocaram escutas? - Na casa da Sandrina.
Encontramos isto...
- Lucia e Salvatore jovens... - Eu j� a conhe�o.
Valeria, este homem se chama Vito Mecenate.
E ele era casado com essa Maria Grazia Pirrone.
Ele � o chefe da 'Ndrangheta de Palmi.
Est� foragido h� mais de vinte anos.
A esposa sumiu no mesmo per�odo em que sua m�e chegou em Turim.
Ent�o pensamos que Maria Grazia Pirrone
e sua m�e podem ser a mesma pessoa.
Por�m quando pedimos seus documentos
para a delegacia de Reggio Calabria,
eles nos enviaram isto.
Mas essa n�o � ela. N�o � a sua m�e.
Vou falar com Sandrina De Lorenzo.
Espere. Aonde vai, Valeria?
� a 'Ndrangheta, n�o s�o assassinos de improviso.
Giorgio tem raz�o, assim arrisca envolver toda sua fam�lia.
De repente voc� se preocupa com a minha fam�lia.
Ou�a. Se seguirmos com isso, precisamos agir com l�gica.
Valeria, voc� deve falar com o seu pai.
� o �nico que pode nos dizer algo.
Podemos conversar um pouco?
Nem quer saber por que n�o te contei?
N�o.
Me envie as fotos que voc� tirou na casa da Sandrina.
Obrigado, Sr. Watson. Falo com voc� em breve.
N�o aceitou.
Os russos planejam construir outras cinco usinas nucleares
e procuram um s�cio europeu.
Emiliano, quero que voc� conduza a negocia��o.
Carlo, eu nunca lidei com eles. Quero dizer, n�o sozinho.
N�o se preocupe, vai dar certo. Voc� � o meu irm�o.
Alessandra, pode vir aqui um instante?
Pode preparar o documento da apresenta��o do meu irm�o?
Certo. Imediatamente. Senhor, siga-me.
Obrigado, Carlo.
Meu irm�o voltou a ver aquela pessoa?
Ele se encontra com algu�m, mas ainda n�o sei quem �.
Emiliano � um homem muito fr�gil e precisa ser protegido.
Continue a segui-lo. Temos que ter certeza.
- Senhora Nesta. - Ambra, por favor.
Como est� a minha rainha?
Faminta.
Onde voc� encontrou isto?
Minha m�e estava com um chefe da 'Ndrangheta?
A foto estava na casa de Sandrina De Lorenzo.
- Por que pergunta para mim? - Sandrina � de Palmi como voc�.
E como minha m�e.
N�o sei do que est� falando.
Voc� e Sandrina se conhecem h� anos.
Sandrina conhece Bodrino.
- Pare, Valeria... - Que por acaso � seu advogado.
Ent�o todos est�o ligados � 'Ndrangheta,
como voc� antes de vir para Turim.
Valeria.
Lucia est� morta.
Esque�a essa hist�ria.
J� terminamos.
Por que n�o quer que esta hist�ria termine?
Porque s� pode acabar pior.
Erica, o que aconteceu com voc�?
Preciso de um quarto.
Voc� recome�ou?
N�o.
S� preciso de um lugar para ficar.
H� apenas o 106, o seu est� ocupado.
Escute, n�o tenho dinheiro agora.
Tenho que esperar um cara me pagar pelo meu trabalho.
� s� uma quest�o de dias.
Ainda � desconhecida a causa do tr�gico desabamento
da noite passada em Moncalieri.
Enquanto os socorristas trabalham sem descanso
em busca de sobreviventes...
Marika, sou eu.
Ligue para o senhor do 118. Fa�a-o sair do quarto.
Diga que deve tirar o carro l� de tr�s.
Sim?
A pra�a est� vazia, por que est� incomodando?
Est� bem. J� vou.
Viola?
Viola.
Incr�vel.
Voc� arrumou tudo como quando eu era pequena.
Lembra como voc� gostava?
Voc� e seu pai vinham me visitar.
Voc� corria para c� e pulava na cama como uma doida.
O que faz na casa daquela policial?
� a minha irm�.
Eu sou a sua fam�lia.
Estou procurando a Viola.
- Caralho! - Eu vou.
Pode me deixar sozinha com minha irm�?
Sandrina, por favor.
Obrigada.
- Sandrina � uma boa pessoa. - Voc� precisa confiar em mim.
Deve voltar para casa sem fazer muitas perguntas.
Por qu�? Para me tratar de novo como uma estranha?
Talvez nosso pai seja inocente.
Sandrina n�o � exatamente a pessoa que voc� acredita.
Sei que as coisas entre n�s n�o sa�ram como esper�vamos.
E eu n�o tenho um temperamento f�cil.
Mas voc� � minha irm�.
Jamais seria uma estranha.
Por favor. Confie em mim.
O que devo fazer?
Agora nos levantamos,
arrumamos suas coisas e sa�mos com calma daqui.
Viola foi embora.
N�o consegui impedi-la.
Voc� se encarrega de avisar ao Vito?
� �bvio, Sandrina. N�o se preocupe, eu aviso.
Fique calma. At� logo.
N�o, Sandrina teve um problema.
- Perdemos Viola Menduni. - Como?
A irm� a levou de volta.
Isso complica as coisas.
Diga-me ent�o o que devo fazer.
Entre hoje e amanh� ser� depositado na sua conta
o pagamento pelos servi�os desses meses.
O seu trabalho est� terminado.
Passar bem, Fausto.
Conversaremos novamente em breve.
Ent�o o que aconteceu com o meu irm�o?
N�o est� no escrit�rio, n�o atende o celular.
- Caralho, onde est� o Emiliano? - N�o consegui segui-lo.
- O que significa? - O que acabei de dizer.
Talvez tenha percebido algo.
Eu te pedi uma prova h� duas semanas
e ainda n�o me trouxe porra nenhuma.
Seu irm�o � uma boa pessoa, n�o fez nada de errado.
Meu irm�o � um fracote nas m�os de um charlat�o.
O padre Joseph est� manipulando e enganando ele!
Quero Emiliano de volta, quero o meu irm�o de volta!
Deixe-me falar com ele.
N�o.
De agora em diante, eu cuido disso.
Preciso de documentos.
Passaporte, identidade, habilita��o.
Tenho que cair fora por um tempo.
D�-me uma semana.
� muito.
� o melhor que posso fazer.
Trinta e seis horas.
Vinte e quatro.
Eu te ligo.
Queria me ver?
- Cumprimente o padre Joseph. - Por que ele est� aqui?
H� quanto tempo voc� est� vendo meu irm�o?
- H� quanto? - N�o sei do que est� falando.
Senhor.
Pegue o martelo.
Estou cansado de fazer tudo sozinho.
Comece pelos p�s.
Grite.
Mais forte.
Mais forte!
D�-me isso. Eu fa�o. Saia da frente.
Que porra � essa? Vai falar agora, babaca?
Queria me colocar contra meu irm�o? Por qu�?
Voc� n�o entendeu porra nenhuma.
Emiliano te odeia. Sempre te odiou.
Se n�o fosse por mim, ele j� teria te matado.
Babaca.
Fa�a-o desaparecer e limpe toda essa sujeira.
Sabia que me apeguei ao senhor?
Este � o meu �ltimo dia com o senhor.
Vim para te trazer a ren�ncia ao mandato.
Foi decis�o dele?
Doutor,
quando essa hist�ria terminar,
diga � minha filha que sou inocente.
Sabe que n�o posso fazer isso.
Doutor, por favor.
Eu s� tenho ela.
Sua filha tem sorte de ter um pai como o senhor.
Posso entrar?
O que voc� est� fazendo aqui?
Estou tentando te salvar.
Carlo j� sabe?
Ele est� convencido que Emiliano voltou a frequentar
a igreja do padre Joseph.
O que devo fazer?
Deve parar de v�-lo.
Se Carlo descobrir, nada acontecer� com Emiliano,
mas com voc�...
Voc� sabe do que seu marido � capaz.
Saia deste quarto e n�o volte nunca mais.
Ele te mandou aqui para me matar.
Se ele quisesse te matar, com certeza n�o me mandaria.
Esque�a este lugar.
V�.
Cuidado para n�o se machucar.
� da delegacia?
- N�o se mexa. - Deixem-me em paz.
- Sou um colega. - N�o se mexa. Comporte-se.
- Vamos. - Tire as m�os de cima de mim.
Vamos.
- Padovano. - Lombardi.
N�o posso acreditar. O que est� fazendo aqui?
Nada. Porte de arma vencido e uma desaven�a com um agente.
- Uma desaven�a? - Sim.
- E o agente ainda est� vivo? - Sim, est�.
Veja s� isso.
Vou mandar tirarem as algemas. Espere um pouco.
Senhor, n�o esperava v�-lo t�o cedo.
Mesa de sempre?
Sim. Meu caf� longo. E voc� o que quer?
- Igual. - Dois caf�s e dois brioches.
Fiquem � vontade, eu j� trago.
- Voc� ainda vem aqui? - Todas as manh�s.
Continua igual quando v�nhamos com o papai. Voc� lembra?
Aqui est�. Quentes e sa�dos do forno.
Por que voc� me trouxe aqui?
Estou preocupado. Voc� voltou, n�o foi?
Com o qu�?
Voltou a frequentar a igreja do padre Joseph.
Imagina.
N�o o vejo h� meses.
Nada de reuni�es, nada de d�zimos. Parei com isso.
Ent�o o que acontece?
H�...
uma mulher.
Eu ia contar, mas n�o sei ainda se � uma coisa s�ria.
Ent�o est� com ela quando n�o me atende?
- Bom dia, Emiliano. - Bom dia.
Tenho que ir.
- Oi, amor. - Ol�.
Estou feliz que tudo est� bem.
Amor, te espero l� fora. Vou pagar.
Vamos fazer hoje.
E caso sua esposa esteja na frente da televis�o agora,
o que diria a ela?
Erica, amor, onde estiver, volte para casa,
estamos todos esperando.
Se algu�m a viu, se a reconhecerem
me liguem, avisem, por favor.
Assim, Mauro Manna,
o marido da mulher misteriosamente desaparecida
no desmoronamento da noite passada...
DE MAURO: CAD� VOC�, PORRA? ONDE P�S A MINHA DROGA, PUTA?
Seus documentos. Ainda est� em Turim?
- Sim. Claro. - Est� bem. Venha busc�-los.
- N�o. N�o irei a�. - E onde?
H� um lugar aqui perto chamado Alf�ndega.
Eu conhe�o. Nos vemos l� em uma hora.
Ainda toma sem a��car?
Sim, obrigado.
Pensei que ainda estivesse na pol�cia.
Passei para a seguran�a privada.
Mais dinheiro, menos dor de cabe�a.
E voc�?
Como v�, drenado pelo escrit�rio.
- Aos velhos amigos. - Aos documentos vencidos.
Esta � sua.
Est� regular at� 2027.
Do que precisa?
Voc� ainda conhece algu�m na Antim�fia?
Pai, voc� ouviu as minhas mensagens?
N�s estamos partindo agora.
Pai, aterrissamos. Pegaremos um t�xi e chegaremos a�.
Vire-se.
Vire-se.
Quem chamou a pol�cia?
N�o sei.
- Quem a chamou? - Eu.
- Por qu�? - Porque vi a arma.
Voc� espia seus clientes?
O que sabe sobre o homem e a mulher do 118?
- Querem mat�-lo. - Quem?
O marido dela.
Querem fazer hoje no restaurante, eu acho.
Trate de manter a boca fechada.
Onde est� o Sr. Nesta?
Ele saiu meia hora atr�s. Foi ao Alf�ndega com a esposa.
Senhorita, desculpe.
Gentilmente posso pedir-lhe para mudar de mesa?
Sim.
Desculpe o inc�modo.
Obrigada.
A ALF�NDEGA RESTAURANTE
Ent�o, decidiu o que fazer com o barco?
N�o sei.
Fique sentada.
Aonde pensa que vai, vadia?
- Queria me enganar, n�o �? - Fiz isso para te salvar.
Eu fugi porque a pol�cia j� estava l�.
Se me pegassem com aquela droga...
E por que n�o atendeu o telefone?
Agora eu quero a droga.
Caralho!
Pronto.
- Precisamos sair daqui. - O que faz aqui?
- Venha comigo. - Vou almo�ar com minha esposa.
- Temos que sair agora. - O que est�...
Que porra � essa? Voc� enlouqueceu?
Como farei para matar os dois?
Sim. Est� certo. Deixa comigo.
Pai.
Querida, d�-me s� um minuto.
Um cliente est� preso sem �gua embaixo do chuveiro.
N�o encha meu saco. N�o insista.
Por favor, senhor. Vamos sair daqui.
Diego, por que n�o fica para tomar algo conosco?
- Amor, d� lugar para ele. - N�o, muito obrigado.
- Diego, eu insisto. - N�o insista.
Parado. Fique parado, filho da m�e.
- Temos que sair daqui. - Nem pensar.
Fique parado, desgra�ado.
Vamos, levante-se. Anda logo.
Puta merda!
Sim.
O que voc� quer?
Ol�, aqui � Fausto Bodrino.
Preciso falar com voc�.
Desculpe por faz�-la vir at� aqui.
O que voc� quer?
N�o tomarei muito tempo.
Isto abre o cofre de um banco no centro.
Dentro est�o os documentos
que provam a inoc�ncia do seu pai.
Onde?
N�o pode peg�-los agora. Eu te avisarei quando.
Em algum momento ligarei e te direi o que fazer.
- Meu avi�o sai em duas horas. - N�o. Espere.
Por que est� fazendo isso?
Porque seu pai era uma boa pessoa.
O que quer dizer com "era"?
V� embora, senhorita, por favor.
Valeria, chegou o documento que a Antim�fia enviou.
Aquele da pol�cia de Reggio era falso.
Um homem de Mecenate deve ter interceptado o pedido.
� sua m�e, � a Lucia.
Viola.
O que est� dizendo? Mas quem te disse?
Certo. N�o se preocupe. Onde voc� est� agora?
Fique a�, mandarei o Andrea.
O que est� acontecendo, Valeria?
� in�til, n�o posso te deixar entrar.
Sou uma detetive da pol�cia de Turim.
� poss�vel que isso n�o fa�a nenhuma diferen�a?
N�o � hor�rio de visita.
S� posso abrir exce��o se houver uma autoriza��o do diretor.
- Ligue para ele. - Ele n�o est� no escrit�rio.
Ligue no celular dele.
Sou sua superior e n�o estou pedindo.
Senhor, acorde.
- Abra. - Senhor.
Abra!
N�o.
Pai.
Me ajude.
N�O MATAR�S
Entregue-se � sua inSanidade! Junte-se a n�s.
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